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	<title>inverno amazônico &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>inverno amazônico &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pará registra 23 municípios em situação de emergência após fortes chuvas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:37:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/maraba-enchente-600x400-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Subiu para 23 o número de municípios em situação de emergência no Pará, após as fortes chuvas que atingiram o estado da última semana. A situação mais grave é a de Marituba, na Grande Belém, com 27 famílias desabrigadas e 300 desalojadas. “Temos uma equipe fazendo o levantamento e já estamos com a logística transportando [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/maraba-enchente-600x400-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Subiu para 23 o número de municípios em situação de emergência no Pará, após as fortes chuvas que atingiram o estado da última semana. A situação mais grave é a de Marituba, na Grande Belém, com 27 famílias desabrigadas e 300 desalojadas.</p>
<p>“Temos uma equipe fazendo o levantamento e já estamos com a logística transportando algumas famílias para as escolas em parceria com a prefeita municipal de Marituba, levando as pessoas desabrigadas para algumas escolas. E, estamos trabalhando a nível de estado com a contratação de abrigos provisórios, se for o caso”, disse o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Jayme de Aviz Benjó.</p>
<p>Outra cidade bastante afetada foi Marabá, que possui sete famílias desabrigadas e 23 desalojadas. Entretanto, a cidade do sudeste paraense está em situação mais controlada, segundo o oficial.</p>
<h3><strong>Chuvas permanecem previstas até maio</strong></h3>
<p><span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">De acordo com a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/chuvas-cheias-e-el-nino-veja-o-cenario-climatico-do-para-para-2026/" target="_blank" rel="noopener">previsão climática da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas)</a>, as chuvas devem continuar acima da média até o mês de maio, afetando especialmente as regiões norte e nordeste do Pará, que contemplam mais de 50 municípios do Arquipélago do Marajó, Grande Belém, região do Salgado e parte do Baixo Amazonas.</span></p>
<p>Segundo o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), os afetados podem pedir suporte no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), entretanto, é necessário que essas localidades tenham o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública.</p>
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		<title>Pará reforça medidas de emergências para municípios afetados por temporais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 14:44:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[Chuvas no Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2026-03-05T133949.015-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará enfrenta uma situação crítica devido às tempestades que castigam quase todo o estado desde o final de fevereiro. Até o último fim de semana, sete municípios já haviam oficializado o decreto de estado de emergência, uma consequência direta do excesso de chuvas que afetou cerca de 90% das cidades paraenses nas últimas semanas. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/image-2026-03-05T133949.015-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará enfrenta uma situação crítica devido às tempestades que castigam quase todo o estado desde o final de fevereiro. Até o último fim de semana, sete municípios já haviam oficializado o decreto de estado de emergência, uma consequência direta do excesso de chuvas que<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/inverno-amazonico-chuvas-intensas-afetam-90-dos-municipios-do-para/" target="_blank" rel="noopener"> afetou cerca de 90% das cidades paraenses nas últimas semanas.</a></p>
<p>Diante do cenário, representantes de órgãos estaduais — incluindo a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e as secretarias de assistência social e agricultura — se reuniram para ajustar as estratégias de enfrentamento para os próximos meses. A preocupação é com o<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/chuvas-cheias-e-el-nino-veja-o-cenario-climatico-do-para-para-2026/" target="_blank" rel="noopener"> prognóstico climático para o trimestre de março a maio,</a> que indica a possibilidade de novos eventos extremos.</p>
<p>O objetivo do grupo é alinhar as ações para antecipar respostas e garantir que a assistência chegue mais rápido às áreas atingidas, tentando mitigar os prejuízos à população e à produção familiar que já sofre com os impactos da água.</p>
<p>Embora a previsão indique chuvas acima do normal nas regiões Norte e Nordeste do Pará durante o trimestre, foi reforçada uma atenção especial para as cheias dos rios. As bacias do Tapajós e do Baixo Amazonas possuem maior probabilidade de atingir cota de alerta entre abril e maio, o que exige acompanhamento constante e preparação das equipes de apoio.</p>
<p>O segundo sargento do CBMPA, Márcio Avelar, que atua na Coordenadoria Estadual de Defesa Civil no monitoramento e emissão de alertas,  afirmou que o alinhamento é importante para reforçar a capacidade e agilidade na resposta dos agentes.</p>
<blockquote><p>“A reunião climática coordenada foi fundamental para que possamos nos antecipar aos eventos extremos, especialmente neste período chuvoso, quando há maior ocorrência de chuvas intensas, inundações e alagamentos. Esses encontros fortalecem nosso planejamento e garantem uma resposta mais rápida e efetiva à população”, diz.</p></blockquote>
<h3><strong>O que foi decidido?</strong></h3>
<p>Para a temporada de chuvas, as principais ações práticas definidas envolvem monitoramento contínuo das chuvas e níveis dos rios, emissão de alertas antecipados à população, articulação entre Defesa Civil, Bombeiros e secretarias estaduais para ação rápida em áreas mais atingidas, principalmente na assistência às comunidades em áreas de risco.</p>
<p>Um destaque foi na irregularidade na distribuição das chuvas registrada nos últimos meses, evento que já é monitorado pelas equipes técnicas, que começaram a planejar medidas preventivas tanto para o período chuvoso, quanto para o período seco, previsto para o segundo semestre.</p>
<p>Para o coordenador de Monitoramento Hidrometeorológico da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará (Semas), Antônio Sousa, o objetivo desses encontros é transformar informação científica em decisões práticas.</p>
<blockquote><p>“Transformamos dados climáticos em informação estratégica para que o Estado se antecipe aos cenários, especialmente neste caso, o período seco, quando o risco de incêndios florestais aumenta, fortalecendo a prevenção e a atuação conjunta entre os órgãos”.</p></blockquote>
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		<title>Inverno amazônico: Chuvas intensas afetam 90% dos municípios do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 18:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
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		<category><![CDATA[situação de emergência]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-18.18.36-1024x723-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As fortes chuvas que atingem o Pará nos últimos dias agravaram o cenário de alagamentos em diversas regiões. O impacto do inverno amazônico já levou sete municípios — Óbidos, Ananindeua, Portel, Novo Repartimento, Bannach, Pacajá e Bragança — a decretarem situação de emergência em 2026. Belém acumula 149,2 mm de chuva apenas nos primeiros cinco [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-18.18.36-1024x723-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As fortes chuvas que atingem o Pará nos últimos dias agravaram o cenário de alagamentos em diversas regiões. O impacto do inverno amazônico já levou sete municípios — Óbidos, Ananindeua, Portel, Novo Repartimento, Bannach, Pacajá e Bragança — a decretarem situação de emergência em 2026.</p>
<p>Belém acumula 149,2 mm de chuva apenas nos primeiros cinco dias de março, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Em Bragança, a situação é mais crítica, com 385 mm no mesmo período e mais de 9 mil pessoas afetadas, incluindo centenas de desalojados e desabrigados, de acordo com o Liberal. O Governo Federal já reconheceu oficialmente a emergência em Bragança e Ananindeua.</p>
<p>No sul do estado, a infraestrutura também sofre com o volume de água: em Xinguara, uma cratera interditou o km 98 da BR-155, e a prefeitura articula a decretação de estado de calamidade pública. Segundo meteorologistas, cerca de 90% do território paraense segue sob influência de sistemas que favorecem tempestades, como a Zona de Convergência Intertropical.</p>
<p>Para dar assistência aos moradores e municípios mais afetados, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (Cedec) atua na instalação do Gabinete de Crise e a implantação do Sistema de Comando de Incidentes (SCI), para garantir suporte aos afetados, assim como organização, coordenação e eficiência no atendimento às emergências em parceria com as prefeituras.</p>
<p>Segundo o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), os afetados podem pedir suporte no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), entretanto, é necessário que essas localidades tenham o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública.</p>
<p>De acordo com a previsão climática da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), as chuvas devem continuar acima da média até o mês de maio, afetando especialmente as regiões norte e nordeste do Pará, que contemplam mais de 50 municípios do Arquipélago do Marajó, Grande Belém, região do Salgado e parte do Baixo Amazonas.</p>
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		<title>Chegou o inverno amazônico: saiba quais frutas entram em safra nesta época</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/saborosas-e-nutritivas-muitas-frutas-entram-em-safra-durante-o-inverno-amazonico-saiba-quais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 13:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[#frutas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/pupunha-Bruno-Cecim-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o fim do período de calor e a chegada do volume de chuvas mais intenso, a Amazônia entra em seu período conhecido como inverno amazônico. Essa época de água abundante ajuda a recuperar o nível dos rios, abaixar as temperaturas e, principalmente, trazer uma safra rica e variada de frutas regionais para as mesas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/pupunha-Bruno-Cecim-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com o fim do período de calor e a chegada do volume de chuvas mais intenso, a Amazônia entra em seu período conhecido como inverno amazônico. Essa época de água abundante ajuda a recuperar o nível dos rios, abaixar as temperaturas e, principalmente, trazer uma safra rica e variada de frutas regionais para as mesas do paraense.</p>
<p>Para te ajudar a ter uma alimentação mais diversa, nutritiva e com uma cara regional, o <strong>Pará Terra Boa</strong> selecionou alguns itens em alta nessa época.</p>
<p><strong>Cupuaçu &#8211; </strong>O cheiro inconfundível dos cupuaçus toma conta de muitas feiras nessa época. <a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/213297/1/Calendario.pdf" target="_blank" rel="noopener">De acordo com a Embrapa</a>, o período entre dezembro e abril é quando ocorre a coleta dos frutos, que estão entre os mais utilizados na culinária local. Sorvetes, cremes, sucos, geleias, trufas e até o chamado <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/em-formato-de-barra-receita-tradicional-de-cupulate-ganha-grife-e-conquista-novos-paladares/">cupulate</a> são produzidos com a polpa e as amêndoas dessa iguaria amazônica. Além de saboroso, vale ressaltar que o cupuaçu é nutritivo, sendo rico em proteínas, carboidratos, fibras e outros elementos importantes para a alimentação.</p>
<figure id="attachment_26872" aria-describedby="caption-attachment-26872" style="width: 419px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-26872" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-300x200.jpeg" alt="" width="419" height="279" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-768x512.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2.jpeg 817w" sizes="(max-width: 419px) 100vw, 419px" /><figcaption id="caption-attachment-26872" class="wp-caption-text">Foto: Ronaldo Rosa/Embrapa</figcaption></figure>
<p><strong>Bacuri –</strong> De janeiro a abril também aumenta a oferta de bacuri, que também ganha destaque em preparações como sucos, sorvetes, geleias, além do consumo in natura. O sabor é mais suave que o cupuaçu, por exemplo, mas não menos marcante. Não à toa o bacuri se tornou também um grande atrativo da culinária local. No aspecto nutricional, a fruta auxilia na composição de uma alimentação saudável devido aos seus teores de fósforo, potássio, cálcio e vitamina C.</p>
<figure id="attachment_26873" aria-describedby="caption-attachment-26873" style="width: 394px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-26873" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-300x185.jpg" alt="" width="394" height="243" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-300x185.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-150x92.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-450x277.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri.jpg 650w" sizes="(max-width: 394px) 100vw, 394px" /><figcaption id="caption-attachment-26873" class="wp-caption-text">Foto: Embrapa</figcaption></figure>
<p><strong>Pupunha –</strong> Não dá pra lembrar das tardes chuvosas do inverno amazônico e não sentir aquela vontade de tomar um café quentinho com pupunha, não é? Essa é a época ideal para aproveitar essa delícia que enche de cores variadas as feiras e mercados da região. E tem para todos os gostos! Maiores e menores, com caroço ou sem, oleosas ou não. A verdade é que paraense nenhum abre mão dessa fruta rica em fibras, vitaminas, ferro e outros nutrientes.</p>
<figure id="attachment_13768" aria-describedby="caption-attachment-13768" style="width: 425px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-13768" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-300x226.jpg" alt="" width="425" height="320" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-300x226.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-450x339.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha.jpg 473w" sizes="(max-width: 425px) 100vw, 425px" /><figcaption id="caption-attachment-13768" class="wp-caption-text">Foto: Prefeitura Municipal de Belém</figcaption></figure>
<p><strong>Castanha-do-Pará – </strong>Altamente valorizada no mercado, a castanha-do-Pará foi um dos primeiros frutos regionais a chamar a atenção de consumidores brasileiros e do exterior. Hoje, essa oleaginosa faz parte das dietas de muitas pessoas devido à sua ação antioxidante, de fortalecimento da imunidade, de combate ao colesterol, entre outros benefícios. Outra vantagem é sua versatilidade, que é explorada tanto em pratos doces como salgados. Aproveite para planejar novos usos para a castanha com a maior oferta do fruto que vai até meados de abril.</p>
<figure id="attachment_7036" aria-describedby="caption-attachment-7036" style="width: 418px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7036" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--300x200.jpeg" alt="" width="418" height="279" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas-.jpeg 768w" sizes="(max-width: 418px) 100vw, 418px" /><figcaption id="caption-attachment-7036" class="wp-caption-text">Foto: Mapa</figcaption></figure>
<p><strong>Piquiá – </strong>Menos popular que os demais, o piquiá também é uma fruta típica desse período, tendo uma safra que se estende em geral de dezembro a meados de abril. Assim como a pupunha, o piquiá precisa passar por um processo de cozimento, por isso costuma ser servido como acompanhamento de carnes vermelhas ou brancas. Mas também pode servir de base para patês e até em produtos cosméticos.</p>
<figure id="attachment_26874" aria-describedby="caption-attachment-26874" style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-26874" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-300x155.jpeg" alt="" width="440" height="227" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-300x155.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-150x77.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-450x232.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia.jpeg 679w" sizes="(max-width: 440px) 100vw, 440px" /><figcaption id="caption-attachment-26874" class="wp-caption-text">Foto: Governo do Amazonas</figcaption></figure>
<p>A Amazônia tem uma biodiversidade enorme com muitos sabores a serem apreciados e descobertos, além das frutas listadas, o inverno amazônico é uma época em que aumenta a oferta de uxi, pitanga, muruci, carambola, taperebá e outras.</p>
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		<title>Depois da seca, Pará enfrenta situação de emergência por causa das chuvas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 16:04:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/enchente-sao-felix-do-xingu-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Depois da seca severa, o Pará passa agora por um novo ciclo de evento extremo com fortes chuvas e aumento do nível dos rios que causam danos a casas, rodovias e afetam a agricultura. Além dos prejuízos materiais, as enchentes deixam milhares de pessoas desabrigadas em diferentes cidades. Atualmente, 26 municípios estão com decretos de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/enchente-sao-felix-do-xingu-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Depois da seca severa, o Pará passa agora por um novo ciclo de evento extremo com fortes chuvas e aumento do nível dos rios que causam danos a casas, rodovias e afetam a agricultura. Além dos prejuízos materiais, as enchentes deixam milhares de pessoas desabrigadas em diferentes cidades. Atualmente, 26 municípios estão com decretos de situação de emergência reconhecidos pelo governo federal.</p>
<p>As cidades atendidas são: Aveiro, Baião, Bannach, Belterra, Bom Jesus do Tocantins, Bonito, Breu Branco, Cachoeira do Piriá, Capanema, Chaves, Dom Eliseu, Goianésia do Pará, Jacareacanga, Monte Alegre, Muaná, Novo Progresso, Oeiras do Pará, Oriximiná, Pacajá, Placas, Rurópolis, Sapucaia, São Félix do Xingu, Tucuruí, Ulianópolis e Óbidos.</p>
<p>Entre os casos mais recentes está o de Monte Alegre, no oeste paraense, onde 375 famílias na zona urbana e 4.131 famílias da zona rural foram afetadas. As chuvas levaram à inundação de residências, atoleiros, destruição de estradas vicinais e pontes, além de prejuízos em unidades de saúde e escolas. Na cidade, o nível do rio Gurupatuba também subiu e chegou a marca de 4,50 metros e está prestes a inundar o terminal hidroviário local.</p>
<p>De acordo com o engenheiro hidrólogo do Serviço Geológico do Brasil, Marcus Suassuna, as cheias repentinas podem causar &#8220;dificuldades de navegação, prejuízos à agricultura, problemas de saneamento e o aumento de &#8216;terras caídas&#8217;, eventos com grande potencial destrutivo&#8221;.</p>
<p>Em Belterra, também no oeste, 6.824 pessoas foram atingidas, incluindo a população de três comunidades indígenas da Flona Tapajós. Já em Novo Progresso, na região sudoeste, a defesa civil municipal identificou que 1.872 ficaram desalojadas, e 3.456 parcial ou diretamente afetadas por problemas como a destruição de cinco pontes de estrutura e a impossibilidade de trafegar em 147 km de estradas.</p>
<p>Com o reconhecimento federal da situação de emergência nessas cidades, as prefeituras podem solicitar recursos para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros materiais necessários para o atendimento da população.</p>
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		<title>Depois da seca, cidades do oeste do Pará agora sofrem com chuvas intensas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 18:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/chuvas-Santarem-Defesa-Civil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Depois de enfrentar o segundo ano seguido de seca severa, a região do oeste paraense agora enfrenta o sufoco causado pelas fortes chuvas deste início de ano. A situação já preocupa a população e levou as prefeituras de Santarém e Aveiro a declarar situação de emergência para reforçar as ações da Defesa Civil. A chegada [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/chuvas-Santarem-Defesa-Civil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Depois de enfrentar o segundo ano seguido de seca severa, a região do oeste paraense agora enfrenta o sufoco causado pelas fortes chuvas deste início de ano. A situação já preocupa a população e levou as prefeituras de Santarém e Aveiro a declarar situação de emergência para reforçar as ações da Defesa Civil.</p>
<p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/subida-do-rio-tapajos-marca-fim-da-fase-critica-da-seca-no-oeste-paraense/">chegada do inverno amazônico foi um alívio para muitas comunidades,</a> já que a estiagem não só reduz o nível dos rios, mas também prejudica o transporte, dificulta o acesso à água, compromete a agricultura e a pesca, além de trazer riscos à saúde. O problema é que as chuvas voltaram com tanta intensidade que ressurgiram os riscos relacionados aos alagamentos.</p>
<p>Na última sexta-feira, 31, a Prefeitura de Santarém decretou a situação de emergência por 90 dias em razão das fortes chuvas, com alagamentos e vendavais registrados em janeiro. Durante esse período, os órgãos municipais vão atuar para dar resposta a desastres e apoio para reabilitação e reconstrução.</p>
<p>O decreto também autoriza a convocação de voluntários para reforçar as ações e realização de campanhas de arrecadação de recursos com o objetivo de facilitar as ações de assistência à população afetada.</p>
<p>Em janeiro, a Prefeitura de Aveiro também declarou emergência por causa do impacto das chuvas intensas. A situação foi reconhecida na segunda-feira, 3, pelo Ministério do Desenvolvimento e Integração Regional (MIDR). Com isso, o município pode solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.</p>
<p>Atualmente, no Pará estão vigentes 100 reconhecimentos de situação de emergência pelo Governo Federal. São 59 por estiagem, 38 por incêndios florestais, dois por vendaval e, até agora, apenas Aveiro por conta das chuvas intensas.</p>
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		<title>Subida do Rio Tapajós marca fim da fase crítica da seca no oeste paraense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 18:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ANA]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Santarem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O ano de 2025 começou com boas notícias para os municípios da região oeste do Pará. Depois do segundo ano consecutivo de seca, com os rios baixando a níveis recordes e uma série de impactos para as comunidades locais, a intensificação das chuvas neste inverno amazônico ajudou na recuperação do Rio Tapajós. Nesta segunda-feira (6/1), [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Santarem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O ano de 2025 começou com boas notícias para os municípios da região oeste do Pará. Depois do segundo ano consecutivo de seca, com os rios baixando a níveis recordes e uma série de impactos para as comunidades locais, a intensificação das chuvas neste inverno amazônico ajudou na recuperação do Rio Tapajós. Nesta segunda-feira (6/1), o nível registrado pela Agência Nacional de Águas (ANA) foi de 2,62 metros em Santarém. A marca representa 52 centímetros acima da cota de alerta, que é de 2,10 metros &#8211; e que foi ultrapassada na última quinta-feira (2/1), ao atingir 2,17 metros. De acordo com o site <a href="https://www.oestadonet.com.br/site/noticia/24550048/nivel-do-rio-tapajos-sobe-42-centimetros-em-cinco-dias-em-santarem" target="_blank" rel="noopener">OEstadonet</a>, a elevação acelerou durante a semana, saltando de 1,87 metro no dia 30 de dezembro de 2024 para 2,29 metros em apenas cinco dias, superando em 13 centímetros o nível registrado na mesma data do ano passado logo após a seca histórica de 2023.</p>
<p>Em Óbidos, a régua da ANA indica que o rio está na marca de 2,10 metros, enquanto que em Itaituba o nível já chega a 4,54 metros. Apesar do alívio que a elevação traz, a Defesa Civil diz que monitora o comportamento do rio diariamente por causa do aumento do volume de chuvas que podem provocar cheias na região. A situação até o momento é tranquila, já que a cota de alerta para esses casos é de 7,10 metros.</p>
<p>Ao <a href="https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2025/01/03/inverno-amazonico-deve-seguir-ate-o-mes-de-junho-de-2025-no-oeste-do-para.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1 Santarém</a>, o Doutor em Clima e Meio Ambiente, Raoni Aquino, informou que o pico das chuvas no oeste do Pará ainda deve acontecer, entre os meses de março e abril &#8211; não só em Santarém como em outros municípios. A expectativa é que a estação chuvosa dure até meados de junho.</p>
<p>Apesar da melhora nas condições do tempo, organizações locais permanecem em alerta e dão continuidade às ações de apoio aos ribeirinhos. O Projeto Saúde &amp; Alegria mantém a campanha de mobilização de recursos para garantir a doação de baldes equipados com filtros de nanotecnologia que possibilitam o tratamento de água, Já são mais de 1.200 famílias beneficiadas dentro da meta de atingir 5 mil famílias.</p>
<p>Você pode ajudar a levar água potável para as populações amazônidas afetadas pela seca contribuindo com a campanha “Filtros portáteis de micromembrana do Projeto Saúde &amp; Alegria”. Para saber como doar, clique <a href="https://www.doebem.org.br/organizacao-recomendada?org=saude_alegria&amp;lang=pt" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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