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	<title>Instituto Talanoa &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Falta de critérios para o Fundo Clima pode atrasar transição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 17:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/petrobras-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governo federal precisa estabelecer critérios rigorosos para impedir que recursos do Fundo Clima – o principal instrumento de financiamento público à política climática brasileira – sejam direcionados a projetos ligados à expansão da indústria fóssil ou a iniciativas sem redução comprovada de emissões. A reivindicação consta de um documento lançado pelo Instituto Talanoa e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/petrobras-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governo federal precisa estabelecer critérios rigorosos para impedir que recursos do Fundo Clima – o principal instrumento de financiamento público à política climática brasileira – sejam direcionados a projetos ligados à expansão da indústria fóssil ou a iniciativas sem redução comprovada de emissões.</p>
<p>A reivindicação consta de um documento lançado pelo Instituto Talanoa e pela rede Observatório do Clima com recomendações de política para as tecnologias de captura, uso e armazenamento de carbono (CCUS).</p>
<p>A análise foi motivada pela decisão do governo federal de abrir espaço para CCUS no Fundo. A brecha acendeu um alerta entre organizações da sociedade civil sobre o risco de recursos públicos subsidiarem soluções controversas ou de eficácia climática incerta – sobretudo considerando a disponibilidade de financiamento público, muito aquém das necessidades climáticas.</p>
<p>A controvérsia surgiu após a aprovação do Plano Anual de Aplicação de Recursos (PAAR) 2026, que incluiu, na linha de “Indústria Verde”, a possibilidade de financiar o desenvolvimento tecnológico, a capacidade produtiva e a comercialização de soluções de captura e armazenamento de carbono.</p>
<p>A decisão foi aprovada sem consenso no Comitê Gestor do Fundo Clima. O debate agora migra para o Ministério do Meio Ambiente (MMA), responsável por definir os critérios de elegibilidade desses financiamentos.</p>
<p>Para as organizações, o risco está em tratar como solução climática tecnologias ainda marcadas por alto custo, baixa maturidade tecnológica e resultados ambíguos em termos de mitigação – caso do CCUS.</p>
<p>A tecnologia é defendida com unhas e dentes pela indústria global de combustíveis fósseis, que a apresenta como “a” solução para descarbonizar a economia global, apesar de ser caríssima e de sua eficácia não estar comprovada. Sem falar no verdadeiro objetivo deste setor: usá-la como licença para continuar explorando e produzindo petróleo, gás fóssil e carvão.</p>
<p>O documento do Talanoa e OC detalha que nem toda tecnologia de captura de carbono gera benefício climático líquido. Em alguns casos, o CO₂ capturado pode ser reutilizado em processos industriais que terminam por reemitir o gás à atmosfera. Em outros, a tecnologia pode servir para aumentar a extração de petróleo, por meio da chamada recuperação avançada de hidrocarbonetos (EOR), prática já associada à indústria fóssil.</p>
<blockquote><p>“A credibilidade da política climática brasileira depende de garantir que tecnologias emergentes sejam usadas para descarbonizar a economia, não para maquiar emissões”, destaca Natalie Unterstell, presidente do Instituto Talanoa.</p></blockquote>
<p>Entre as recomendações apresentadas, está a restrição do financiamento apenas a setores considerados de difícil descarbonização, como o cimento e a siderurgia, nos quais as emissões decorrem do próprio processo produtivo, somadas às da queima de combustíveis fósseis, e há poucas alternativas tecnológicas disponíveis no curto prazo.</p>
<p>O documento também pede critérios de adicionalidade climática, com comprovação da redução líquida de emissões antes e depois da implementação; exclusão explícita de projetos ligados à expansão da produção de combustíveis fósseis; regras claras sobre a responsabilidade pelos locais de armazenamento de carbono; e salvaguardas socioambientais, incluindo a consulta a comunidades potencialmente afetadas.</p>
<blockquote><p>“Embora sejam instrumentos potenciais de mitigação, essas tecnologias envolvem ainda incertezas tecnológicas, custos elevados e podem funcionar como mecanismo de prolongamento da dependência de combustíveis fósseis, colidindo com a efetiva transição energética. Nesse quadro, impõe-se que o seu financiamento pelo Fundo Clima seja encarado com muita cautela”, reforça Suely Araújo, coordenadora de Políticas Públicas do OC.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Um em cada quatro brasileiros já saiu de casa por evento climático extremo, diz pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 17:08:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[eventos climáticos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Talanoa]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/seca2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um levantamento realizado pela Ipsos para o Instituto Talanoa, divulgado nesta segunda-feira, 16, apresenta um retrato alarmante do impacto ambiental no cotidiano do Brasil: um em cada quatro brasileiros (24%) já precisou abandonar sua residência temporariamente devido a crises como enchentes, deslizamentos, incêndios ou ondas de calor. Nos últimos 12 meses, a percepção de crise [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/seca2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um levantamento realizado pela Ipsos para o Instituto Talanoa, divulgado nesta segunda-feira, 16, apresenta um retrato alarmante do impacto ambiental no cotidiano do Brasil: um em cada quatro brasileiros (24%) já precisou abandonar sua residência temporariamente devido a crises como enchentes, deslizamentos, incêndios ou ondas de calor.</p>
<p>Nos últimos 12 meses, a percepção de crise foi dominada por três fatores principais:</p>
<ul>
<li><strong>Calor extremo</strong>: citado por 48% dos entrevistados;</li>
<li><strong>Quedas de energia elétrica</strong>: relatadas por 42%;</li>
<li><strong>Tempestades fortes:</strong> mencionadas por 35%.</li>
</ul>
<p>Outros problemas frequentes incluíram a escassez de água (26%), o aumento de doenças transmitidas por mosquitos (23%) e a ocorrência de enchentes (21%). Essas variações climáticas afetaram diretamente cinco pilares do dia a dia da população: a saúde (40%), a alimentação (37%), os gastos com energia (37%), a moradia (29%) e a mobilidade (25%).</p>
<h3>Adaptação e conscientização</h3>
<p>Embora o termo &#8220;adaptação climática&#8221; já seja conhecido por 81% dos brasileiros, o domínio sobre o conceito ainda é superficial: apenas 13% afirmam conhecê-lo profundamente. Apesar disso, a percepção de risco é alta, com 70% dos entrevistados acreditando que os eventos extremos estão se tornando mais recorrentes.</p>
<p>A pesquisa identificou uma disposição favorável da sociedade para medidas de prevenção, mesmo diante de custos ou transtornos imediatos.</p>
<p>A pesquisa mostra que 63% dos entrevistados concordam que novos empreendimentos devem prever os efeitos climáticos. Esse apoio salta para 76% quando as obras utilizam recursos públicos.</p>
<p>Em relação a intervenções urbanas, 66% da população apoia ações de adaptação (como mudanças em regras de construção ou obras de infraestrutura), enquanto apenas 9% se declaram contrários.</p>
<p>Regionalmente, a aceitação dessas medidas varia de 58% no Sul a 73% no Sudeste.</p>
<p>O estudo foi realizado entre 19 e 29 de dezembro de 2025, utilizando um painel online com 1 mil entrevistados. A amostra é representativa das classes A, B e C, respeitando critérios de gênero, faixa etária e distribuição geográfica em todas as regiões do país.</p>
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