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	<title>indústria &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>indústria &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Plano Clima traz propostas para enfrentar o desafio de conciliar mineração e sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paloma Lobatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 13:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/photo_4945107478283136329_w-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Plano Setorial de Indústria e Mineração, parte integrante da estratégia nacional do Plano Clima traça metas e orientações para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em dois dos setores mais relevantes para a economia brasileira, também entre os mais poluentes. Com a COP30 em Belém, a discussão ganha peso simbólico e estratégico. A [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/photo_4945107478283136329_w-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Plano Setorial de Indústria e Mineração, parte integrante da <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-abre-consulta-publica-sobre-plano-de-combate-as-mudancas-climaticas/">estratégia nacional do Plano Clima</a> traça metas e orientações para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em dois dos setores mais relevantes para a economia brasileira, também entre os mais poluentes.</p>
<p>Com a COP30 em Belém, a discussão ganha peso simbólico e estratégico. A capital paraense, localizada no coração da Amazônia, se prepara para apresentar ao mundo iniciativas que conciliem crescimento econômico, conservação ambiental e justiça social. Nesse contexto, o plano propõe caminhos para tornar a produção industrial e mineral mais eficiente, limpa e alinhada aos compromissos climáticos do país.</p>
<p>O Pará, um dos maiores polos de mineração do Brasil, carrega em seu território os contrastes entre a riqueza gerada pela exploração mineral e os impactos ambientais e sociais deixados por essa atividade. O setor é estratégico para a economia nacional, com destaque para a extração de ferro, bauxita, cobre e manganês, mas impõe um custo elevado à biodiversidade amazônica e às populações que vivem no entorno das operações.</p>
<h3>Transformar sem travar o desenvolvimento</h3>
<p>O plano propõe ações para modernizar processos industriais, incentivar tecnologias mais limpas, ampliar a eficiência energética e promover o uso de matérias-primas com menor pegada ambiental. Na mineração, o foco está em práticas de extração mais sustentáveis, recuperação de áreas degradadas, rastreabilidade e valorização de cadeias produtivas locais.</p>
<p>Em estados como o Pará, o desafio é encontrar caminhos que permitam reduzir impactos ambientais sem comprometer o emprego, a arrecadação e a competitividade. Para isso, o plano prevê incentivos à inovação, à circularidade e à transição energética nas plantas industriais, especialmente nas regiões Norte e Centro-Oeste.</p>
<blockquote><p>&#8220;A indústria e o setor mineral paraense vêm respondendo ativamente ao chamado do Plano Clima, especialmente no que tange à descarbonização das cadeias produtivas e à promoção de soluções alinhadas à sociobieconomia. Há um esforço concreto de adaptação às diretrizes setoriais, com destaque para a verticalização da produção, substituição de insumos de alta emissão por alternativas mais limpas, adoção de tecnologias de rastreabilidade e incentivo ao uso de fontes energéticas renováveis&#8221;, destaca o presidente do Sistema FIEPA, Alex Carvalho.</p></blockquote>
<p>Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o objetivo é garantir que o Brasil seja capaz de atender às exigências dos mercados internacionais, que caminham para uma economia de baixo carbono, sem perder espaço na cadeia global de valor.</p>
<h3>Novo modelo de desenvolvimento</h3>
<p>Belém do Pará, sede da COP30, representa um território emblemático nessa transição. Além de abrigar setores industriais e minerais relevantes, a cidade carrega o desafio de sediar um evento global sobre clima em meio à floresta, sendo pressionada a mostrar soluções práticas e replicáveis.</p>
<p>Com a COP30, o Pará ganha visibilidade internacional e tem a chance de apresentar modelos inovadores que integrem desenvolvimento industrial com conservação ambiental, como cadeias de bioeconomia, mineração com recuperação florestal e novas tecnologias verdes aplicadas à indústria extrativa.</p>
<blockquote><p>&#8220;A COP30 tem sido transformador para o setor produtivo paraense. Desde o anúncio de sua realização em Belém, a indústria local passou a intensificar debates, articulações e projetos estruturantes, por meio da Jornada COP+, iniciativa coordenada pela FIEPA. Essa mobilização busca desenvolver uma nova mentalidade industrial, focada em inovação, sociobioeconomia e sustentabilidade&#8221;, afirma Alex.</p></blockquote>
<p>Empresas instaladas no estado já começam a se adaptar às novas exigências, buscando alinhar suas práticas ao Plano Clima e às pressões do mercado por transparência e responsabilidade ambiental. Iniciativas em curso na região incluem o uso de energia limpa em operações industriais, reuso de resíduos e investimentos em processos menos intensivos em carbono. Em meio aos avanços na região Norte, ainda há muitos desafios a serem enfrentados pelo setor.</p>
<blockquote><p>&#8220;Apesar dos avanços, o setor industrial ainda enfrenta desafios significativos para cumprir as metas do Plano Clima. Há limitações no estado, por exemplo, em infraestrutura de logística, com gargalos em rodovias, portos e transporte multimodal que dificultam o escoamento da produção e elevam os custos&#8221;, ressalta.</p></blockquote>
<h3>Impactos e desafios ambientais</h3>
<p>Entre os principais impactos da mineração ni Pará estão o desmatamento para abertura de minas e construção de infraestrutura, a degradação do solo, o uso intensivo de recursos hídricos e a poluição de rios por metais pesados e rejeitos de mineração. A contaminação de comunidades ribeirinhas e o deslocamento de populações tradicionais também figuram entre os efeitos mais graves e persistentes. Além disso, o setor é responsável por expressivas emissões de gases de efeito estufa, agravando a crise climática.</p>
<p>Diante desse cenário, a indústria mineral e os governos enfrentam o desafio de reduzir os danos ambientais e promover uma transição para práticas mais sustentáveis. Isso inclui a adoção de tecnologias limpas, reuso de água nos processos, recuperação de áreas degradadas, transparência nas operações e maior diálogo com as comunidades locais. A proximidade da COP30 coloca o estado no centro do debate global sobre clima e desenvolvimento, pressionando o setor a apresentar soluções que conciliem produção, conservação e justiça socioambiental na Amazônia.</p>
<h3>Indústria e mineração no centro da discussão climática</h3>
<p>O Plano Setorial de Indústria e Mineração faz parte do esforço brasileiro para apresentar resultados concretos na COP30, reforçando que setores produtivos podem e devem ser protagonistas da solução climática. Com metas até 2050, o plano inclui indicadores de monitoramento, instrumentos de financiamento e mecanismos de incentivo para acelerar a transição nos setores.</p>
<blockquote><p>&#8220;A COP30 pode ser um catalisador poderoso para superar esses obstáculos. Ela traz visibilidade internacional, atrai investidores e facilita cooperações técnicas que aceleram a transição energética. A expectativa é que a COP30 deixe um legado institucional, econômico e ambiental duradouro para a região&#8221;, finaliza o presidente do Sistema FIEPA.</p></blockquote>
<p>Ao colocar Belém no centro das discussões, o Brasil mostra que é possível pensar um novo modelo de desenvolvimento para a Amazônia, onde a indústria não apenas extrai, mas também regenera, emprega e inova, respeitando os limites do planeta.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/gestao-de-lixo-e-esgoto-e-grande-desafio-do-para-nas-metas-do-plano-clima/">Gestão de lixo e esgoto é grande desafio do Pará nas metas do Plano Clima</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/plano-clima-energia-solar-impulsiona-a-transicao-energetica-no-campo-e-ganha-forca-no-para/">Plano Clima: energia solar impulsiona a transição energética no campo e ganha força no Pará</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/comunidade-do-marajo-ganha-agroindustria-para-beneficiar-oleos-e-sementes-da-amazonia/">Comunidade do Marajó ganha agroindústria para beneficiar óleos e sementes da Amazônia</a></p>
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		<title>Pesquisa revela potencial tecnológico de planta típica da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 12:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[aninga]]></category>
		<category><![CDATA[biomateriais]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/aninga-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) apresentaram um estudo que destaca o alto desempenho das fibras naturais da aninga (Montrichardia linifera). A planta aquática, comum nas margens de rios e igarapés da Amazônia, é foco de pesquisas há mais de 15 anos e possui um enorme potencial para aplicações tecnológicas, especialmente na indústria de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/aninga-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) apresentaram um estudo que destaca o alto desempenho das fibras naturais da aninga (Montrichardia linifera). A planta aquática, comum nas margens de rios e igarapés da Amazônia, é foco de pesquisas há mais de 15 anos e possui um enorme potencial para aplicações tecnológicas, especialmente na indústria de materiais compostos.</p>
<p>Um dos exemplos é tratado em artigo publicado na revista Scientific Reports, da Nature. O trabalho é o resultado de uma colaboração entre o Museu Goeldi e a Universidade Federal do Pará (UFPA), que descreve as características das fibras extraídas do caule da aninga e seu uso para o desenvolvimento de compósitos poliméricos unidimensionais, um material que possui alta resistência e durabilidade. A pesquisa resultou no depósito de uma patente com grande potencial de absorção pelas indústrias.</p>
<p>Os estudos com a planta começaram com a pesquisadora Cristine Bastos do Amarante e hoje envolve um grupo de estudantes de graduação e pós-graduação, além de cientistas de outras instituições, Segundo a especialista, as características da espécie, como a sua resistência, indicam que ela pode ser fonte de fibras naturais úteis para novos materiais de baixo custo e sustentáveis.</p>
<blockquote><p>“Esta fibra pode ter inúmeras aplicações, tais como na construção civil, na engenharia naval, na indústria de papel e embalagens, na medicina, entre muitas outras. Inclusive, ela poderá ser mais uma alternativa para a corda do Círio, por exemplo”, afirma a pesquisadora do Museu Goeldi, Cristine Amarante.</p></blockquote>
<p>Outra característica é que a aninga possui poros e estruturas em formato de favo de mel em sua fibra, o que aumenta a rugosidade da superfície e permite maior ligação e aderência comparáveis às propriedades de outras fibras já bastante conhecidas, como o algodão, o linho, o cânhamo e o curauá.</p>
<p>Para os pesquisadores envolvidos, a fibra da aninga é apenas um exemplo de como a ciência e a tecnologia podem ajudar a aproveitar os recursos naturais de maneira responsável e eficiente, promovendo o desenvolvimento econômico e sustentável na Amazônia.</p>
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		<title>Pesquisadora paraense desenvolve biomaterial aplicável em embalagens com resíduo de açaí</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 21:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[biomaterial]]></category>
		<category><![CDATA[embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Fapespa]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Lina Bufalino]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Fapespa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Preocupação e determinação. Duas palavras que acompanharam sempre a trajetória da cientista paraense Lina Bufalino, preocupação com meio ambiente e determinação em desenvolver soluções para protegê-lo. Na ciência, a pesquisadora encontrou as ferramentas que precisava para transformar a sua realidade. Um bom exemplo disso é o projeto liderado por Lina e outros pesquisadores da Universidade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Fapespa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Preocupação e determinação. Duas palavras que acompanharam sempre a trajetória da cientista paraense Lina Bufalino, preocupação com meio ambiente e determinação em desenvolver soluções para protegê-lo.</p>
<p>Na ciência, a pesquisadora encontrou as ferramentas que precisava para transformar a sua realidade. Um bom exemplo disso é o projeto liderado por Lina e outros pesquisadores da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), que utiliza tecnologias avançadas para desenvolver um biomaterial feito de resíduo do açaí para ser utilizada em várias áreas da indústria, como a de higiene, alimentícia e de cosméticos. O assunto foi divulgado na quarta-feira, 9/03, pela instituição.</p>
<p>Essa iniciativa é apoiada pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), instituição que visa o fomento da pesquisa e inovação no Estado e comprometida com o aumento da participação feminina no âmbito científico, e executado pela Fundação de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Sustentável Guamá — Fundação Guamá.</p>
<blockquote><p>“Queremos contribuir com a efetiva sustentabilidade da cadeia produtiva do açaí, visto que o resíduo do despolpamento é o seu ponto fraco. Atualmente, cerca de 70% do fruto processado se torna resíduo, tão conhecido por causar vários problemas de poluição nas cidades da Amazônia e ser um transtorno para os comerciantes locais de açaí. Por isso, nós queremos que além da polpa, outras partes sejam aproveitadas. Além disso, acreditamos no desenvolvimento de biomateriais sustentáveis de alto valor agregado a partir das fibras do resíduo do açaí, como sendo produtos extremamente atrativos, e queremos divulgar tal potencial para a comunidade acadêmica (inter)nacional.”, afirma Lina Bufalino.</p></blockquote>
<p>Para que o biomaterial seja produzido, o resíduo do açaí passa por uma série de tratamentos com substâncias químicas, causando a separação das fibras de celulose do restante do material. Essas fibras são utilizadas como base do produto, pois apresentam alta capacidade de resistência, coesão entre as moléculas e baixa permeabilidade de gases e gorduras.</p>
<p>Depois desse processo, para garantir que as embalagens sejam livres de substâncias tóxicas, como o bisfenol liberado pelo plástico convencional, elas passam por um tratamento com óleos naturais para evitar o acúmulo de bactérias e atraiam insetos.</p>
<blockquote><p>“Espero muito mostrar que as pesquisas de bioprodutos merecem investimento e consideração da população, pois podem solucionar problemas como o do resíduo do açaí e propor formas de desenvolver a região, conforme princípios de economia verde.”, afirma a pesquisadora.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Fapespa, Lorena Coelho</em></p>
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		<title>Pará é o Estado que mais criou vagas de trabalho no Norte, aponta BC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 19:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Regional]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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		<category><![CDATA[vagas de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/08/mercado-trabalho-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nosso Pará é destaque do Boletim Regional do Banco Central divulgado na quinta-feira, 26/8. No recorte mercado de trabalho sobre a Região Norte no segundo trimestre deste ano, foram criados 49 mil postos, ante eliminação de 30,7 mil vagas em igual intervalo de 2020, segundo dados do Caged. O Pará foi responsável por quase metade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/08/mercado-trabalho-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nosso Pará é destaque do Boletim Regional do Banco Central divulgado na quinta-feira, 26/8. No recorte mercado de trabalho sobre a Região Norte no segundo trimestre deste ano, foram criados 49 mil postos, ante eliminação de 30,7 mil vagas em igual intervalo de 2020, segundo dados do Caged. O Pará foi responsável por quase metade da criação de vagas no período, melhor perfomance entre os vizinhos da região.</p>
<p>Por atividades, sobressaíram na criação de vagas o comércio, serviços e construção civil. No acumulado em 12 meses, houve a geração líquida de 164,8 mil postos de trabalho. A taxa de desocupação no Norte permaneceu estável em 13,2% no primeiro trimestre de 2021 em relação ao quarto de 2020.</p>
<h3>Melhor performance</h3>
<p>De forma geral, o comportamento da atividade econômica no Norte ao longo de 2021 tem sido similar ao ocorrido no ano anterior. A região foi a primeira a sentir os impactos mais severos da pandemia, mas também foi a primeira na retomada. O Índice de Atividade Econômica Regional da Região Norte (IBCR-N) cresceu 2,4% no segundo trimestre do ano, influenciado pelo bom desempenho no Amazonas (6,3%), enquanto no Centro-Oeste foi de 1,9%; no Sudeste, 0,7%; no Nordeste, 0,5% e, no Sul, 0,2%.</p>
<p>Adicionalmente, o patamar elevado das cotações das commodities minerais e agrícolas favorece o desempenho da região. Nesse cenário, o Índice de Atividade Econômica Regional da Região Norte (IBCR-N) cresceu 2,4% no segundo trimestre do ano, influenciado pelo bom desempenho no Amazonas (6,3%).</p>
<h3>Indústria</h3>
<p>A produção industrial da região Norte não apresenta continuidade da recuperação observada no segundo semestre de 2020. A indústria geral recuou 3,2% no segundo trimestre deste ano, influenciada pela indústria extrativa paraense (4,0%). Por outro lado, a performance da indústria de transformação foi positiva no período, anotando crescimento de 3,9%. A fabricação de máquinas e equipamentos no polo industrial de Manaus foi o setor que mais cresceu no acumulado do ano (61,8%), contribuindo para a formação bruta de capital fixo (FBCF) no país.</p>
<h3>Comércio exterior</h3>
<p>No comércio externo, a região contribuiu para o bom desempenho nacional, beneficiando-se da elevação do preço das commodities e da recuperação da economia mundial. O superavit da balança comercial aumentou 73,4% no acumulado até julho em relação ao mesmo período de 2020. No primeiro semestre, houve elevação principalmente no preço (58,1%) dos produtos exportados, enquanto o quantum ficou praticamente estável (0,3%). As importações também cresceram nos sete primeiros meses do ano (37,9%), com aumento das compras de itens relacionados à ampliação da capacidade produtiva regional, como insumos industriais elaborados e peças para bens de capital.</p>
<h3>Setor primário</h3>
<p>No setor primário, estima-se crescimento de 0,9% na produção regional de grãos, a partir de aumento de 5,1% na área colhida, com destaque para a soja, especialmente no Pará. O aumento das exportações da leguminosa na região no acumulado do ano até julho em relação a igual período de 2020 atingiu 20,3%.</p>
<p><em>Fonte: Banco Central</em></p>
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		<title>Pará tem saldo positivo de 37 mil novas empresas no primeiro semestre de 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 13:27:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[microempresas]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/07/Captura-de-Tela-2021-07-12-as-10.42.37-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Balanço do Registro Mercantil da Junta Comercial do Pará aponta nos primeiros seis meses deste ano um saldo positivo de 37.635 novas empresas firmadas, mesmo com o impacto da pandemia. Um crescimento de 38,12% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse dado reforça, ainda mais, a posição do Pará no 1º lugar do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/07/Captura-de-Tela-2021-07-12-as-10.42.37-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Balanço do Registro Mercantil da Junta Comercial do Pará aponta nos primeiros seis meses deste ano um saldo positivo de 37.635 novas empresas firmadas, mesmo com o impacto da pandemia. Um crescimento de 38,12% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse dado reforça, ainda mais, a posição do Pará no 1º lugar do relatório da Doing Business Subnacional Brasil 2021, divulgado em 15 de junho de 2021, pelo Banco Mundial, com o estado despontando no quesito abertura de empresas.</p>
<p>O saldo de novas empresas representa a diferença entre as constituições e as baixas de janeiro a junho de 2021. No total foram constituídas 48.339 empresas e extintas 10.704. Em 2020, houve a inclusão de 34.999 novos CNPJs no sistema da Junta Comercial e 9.057 deixaram de existir.</p>
<p>Para a presidente da Jucepa, Cilene Sabino, os números evidenciam o trabalho de modernização, simplificação e desburocratização do processo de abertura de empresas promovido pela Jucepa. “Os resultados positivos são alcançados graças à Junta 100% digital, que investe em tecnologias e mão de obra qualificada, o que traz grande retorno para a sociedade paraense, mesmo com todos os desafios impostos pela pandemia da Covid-19&#8221;, afirma.</p>
<p>No balanço geral dos registros de empresas, o setor de Serviços representa 50,93% de todos os novos empreendimentos em 2021, seguido pelo Comércio (40,60%) e Indústria (8,47%). O setor de Serviços segue puxando a alta no Estado, com variação anual de 43,13%, entre junho do ano passado e deste ano. Entre os dez primeiros municípios paraenses com um saldo maior de empresas constituídas em 2021, estão: Belém(13.880), Ananindeua (5.094), Santarém (2.532), Parauapebas (2.166), Marabá (2116), Castanhal (1.603), Altamira (943), Itaituba (869), Barcarena (820) e Redenção (742).</p>
<p>As Microempresas Individuais (MEIs) continuam como o segmento com maior crescimento com 38.910 registros. O total das demais empresas abertas nos seis meses soma 1.179 empresas, sendo Sociedade Limitada (4.052), Empresário (2.010), Empresa Individual de Responsabilidade Limitada &#8211; Eireli (3.088), Cooperativa (65), Sociedade Anônima Aberta (116), Sociedade Anônima Fechada (86), Consórcio (7) e outros (5).</p>
<p>Cilene Sabino enfatiza que o número de novos empreendedores é expressivo, mas ainda há muitos na informalidade. “Seja pela falta de informação ou pelo negócio em estágio inicial, há muitos empreendedores que não estão formalizados e há proteções importantes para eles”.Jucepa trabalha para facilitar a vida de quem quer empreenderFoto: Bruno Cecim / Ag. ParáA empresária Vanessa Lopes, 35 anos, há 18 anos no ramo da estética corporal e facial, optou pela formalização do seu empreendimento neste junho de 2021. “Quando criamos um olhar para empreender e buscamos entender sobre trabalhar formalizado, sem sombra de dúvidas, é ganho e não perda, pois a formalidade nos disponibiliza créditos no mercado, facilidade de compra com fornecedores dentre outros pontos positivos. Acredito que temos grande potencial para nos reestabelecermos e melhorar a economia brasileira, em especial do nosso estado”, ressalta Vanessa Lopes.</p>
<p><i>&#8211; Fonte: Agência Pará de Notícias. Por Fabíola Uchôa (JUCEPA). </i></p>
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