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	<title>ìndia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>ìndia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Metade das emissões de 2024 foi causada por 32 empresas de combustíveis fósseis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 16:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Arábia Saudita]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/contra_fossil-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Apenas 32 empresas de combustíveis fósseis foram responsáveis por mais de 50% das emissões globais de CO₂ em 2024, aponta o novo relatório Carbon Majors, do think tank InfluenceMap. O estudo alerta para uma concentração alarmante da poluição em um grupo seleto de produtores e destaca como as companhias estatais têm usado seu peso político [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/contra_fossil-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Apenas 32 empresas de combustíveis fósseis foram responsáveis por mais de 50% das emissões globais de CO₂ em 2024, aponta o novo relatório <i data-path-to-node="2,0" data-index-in-node="139">Carbon Majors</i>, do <i data-path-to-node="2,0" data-index-in-node="157">think tank</i> InfluenceMap. O estudo alerta para uma concentração alarmante da poluição em um grupo seleto de produtores e destaca como as companhias estatais têm usado seu peso político para frear a transição energética global.</p>
<p>As produtoras estatais de países como Arábia Saudita, Rússia, China, Irã, Emirados Árabes e Índia representam 17 das 20 maiores poluidoras. Se fosse um país, a líder do ranking Saudi Aramco seria o quinto maior emissor de carbono do mundo, responsável por 1,7 bilhão de toneladas de CO<sub>2</sub> em 2024.</p>
<p>As únicas privadas no top 20 são Shell, Chevron e ExxonMobil, primeira em emissões entre as empresas de capital aberto que gerou 610 milhões de toneladas de CO<sub>2</sub>, valor superior ao da Coreia do Sul.</p>
<p>O cenário descrito pelo estudo reflete o impasse vivido na COP30, em novembro, Belém, que encerrou sem um compromisso explícito para a eliminação gradual do petróleo, gás e carvão. Apesar da pressão de mais de 80 nações, a resistência foi liderada justamente pelos países que controlam os maiores poluidores globais.</p>
<p>O levantamento do InfluenceMap revela que todas as 17 estatais que figuram no &#8220;top 20&#8221; de emissões pertencem a governos que vetaram o abandono dos fósseis, evidenciando o que os autores chamam de “barreiras políticas estruturais” contra o combate ao aquecimento global.</p>
<blockquote><p>“Esta análise recente reforça uma dura realidade: um grupo poderoso e concentrado de empresas de combustíveis fósseis não só domina as emissões globais, como também sabota ativamente as ações climáticas e enfraquece a ambição dos governos”, afirmou Tzeporah Berman, da Iniciativa do Tratado de Não Proliferação de Combustíveis Fósseis (FNPTI).</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Relatório da ONU para a COP30 lista metas insuficientes e pouca adesão de países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 16:28:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[ìndia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambinte]]></category>
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		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/amazonia0-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O relatório-síntese da Convenção do Clima da ONU (UNFCCC) acendeu um dos principais alertas para a COP30: o mundo está atrasado em suas promessas climáticas. Apenas 64 dos 197 países-membros atualizaram suas metas de combate ao aquecimento global, um número ainda menor apresentou compromissos à altura da meta de 1,5°C do Acordo de Paris. O [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/amazonia0-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O relatório-síntese da Convenção do Clima da ONU (UNFCCC) acendeu um dos principais alertas para a COP30: o mundo está atrasado em suas promessas climáticas. Apenas 64 dos 197 países-membros atualizaram suas metas de combate ao aquecimento global, um número ainda menor apresentou compromissos à altura da meta de 1,5°C do Acordo de Paris.</p>
<p>O documento foi divulgado, nesta terça-feira (28), com informações insuficientes. Entretanto, a frustração já era esperada, já que o prazo para entrega das chamadas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) foi sendo empurrado desde 2024. A diferença é que agora, com o relatório oficial e suas lacunas em mãos, a falta de avanços torna-se um obstáculo real para as negociações de Belém, que começam dentro de 13 dias.</p>
<p>As NDCs são o coração do esforço global, onde cada país registra suas metas de redução de emissões. O problema: os documentos entregues cobrem apenas 30% das emissões mundiais. Os outros 70% permanecem sem plano claro, o que impede qualquer projeção confiável sobre o futuro do clima.</p>
<blockquote><p>“Não é possível tirar conclusões abrangentes a partir desse conjunto limitado de dados”, reconheceu a própria UNFCCC no documento.</p></blockquote>
<p>Nesta rodada, a ONU pediu que os países declarassem metas para o período de 2030 a 2035. A ideia era medir se o ritmo de cortes é suficiente para manter viva a meta de Paris. O resultado, porém, foi considerado desanimador:<br />
as novas NDCs indicam queda de apenas 17% nas emissões até 2035, quando o necessário seria 57%, segundo o IPCC, o painel científico da ONU.</p>
<blockquote><p>“Segue evidente que uma grande aceleração é necessária para garantir reduções mais rápidas e profundas”, diz o texto da convenção.</p></blockquote>
<h3>Frustração anunciada</h3>
<p>Embora o relatório não aponte culpados, os nomes ausentes indicam suspeitas. A China, maior emissor do planeta, ainda não oficializou sua meta, limitando-se a um anúncio informal. Já Índia e União Europeia, respectivamente, terceiro e quarto maiores emissores, também não entregaram. Entre os membros do G20, apenas sete nações submeteram novas NDCs.</p>
<blockquote><p>“É frustrante. Parece um ciclo de atraso”, diz Natalie Unterstell, presidente do Instituto Talanoa. “Treze membros do G20 ficaram de fora. O mundo chega à COP sem um quadro claro da situação global. Estamos empurrando o problema com a barriga.”</p></blockquote>
<p>Para tentar encorajar os países a entregarem suas NDCs, tanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto o secretário-geral da ONU, António Guterres, fizeram diversos apelos ao longo dos últimos meses.</p>
<p>No entanto, nem mesmo adotar um tom mais rígido, quando Lula sugeriu <span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">punir quem não cumprisse suas obrigações climáticas durante a</span> Assembleia-Geral da ONU, realizada em setembro, acabou surtindo efeito.</p>
<p>Parte da frustração do setor foi antecipada na última quarta-feira, 22, quando António Guterres afirmou que não será possível cumprir a meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ultrapassar o limite agora é inevitável&#8221;, disse Guterres.</p></blockquote>
<p>A expectativa da ONU e do governo brasileiro era trazer um documento robusto, já que a COP de Belém marca dez anos do Acordo de Paris. No entanto, a falta de detalhes para compreender o estágio atual do planeta na trilha do aquecimento global acaba desacelerando também as negociações da COP30.</p>
<p>Em 2021, durante a COP de Glasgow, o atraso ocorreu, mas foi parcialmente relevado porque o mundo estava começando a sair do caos da pandemia de COVID-19, somado à construção do primeiro balanço global (Global Stocktake). Mas agora, o atraso é alvo de indignação.</p>
<blockquote><p>“É muito pior ver isso de novo cinco anos depois”, alerta Stela Herschmann, do Observatório do Clima. “Precisamos de conversas francas sobre por que não estamos implementando o que foi decidido no Global Stocktake.”</p></blockquote>
<h3><strong>Quais os avanços?</strong></h3>
<p>O documento revelou que 73% dos países agora incluem metas de adaptação em suas NDCs, algo essencial diante de impactos já inevitáveis. Parte deles, equivalente a três quartos, menciona uma “transição para longe dos combustíveis fósseis&#8221;, uma mudança central para conter o aquecimento.</p>
<p>Além disso, cresce o número de países que calculam o custo da ação climática e estimam o valor de US$ 1,9 trilhão por ano em investimentos necessários. Em paralelo, a discussão sobre financiamento climático e o fundo de US$ 1,3 trilhão anual para países em desenvolvimento.</p>
<p>Na próxima semana, cinco dias antes do início da COP30, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe líderes globais em Belém para a Cúpula do Clima, nos dias 6 e 7 de novembro. A expectativa até lá é que China e União Europeia finalmente apresentem suas NDCs, o que daria novas esperanças às negociações.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esse retrato mais amplo, mesmo que ainda incompleto, mostra que as emissões globais vão cair cerca de 10% até 2035&#8221;, afirmou Simon Stiell, secretário-executivo da UNFCCC.</p></blockquote>
<p>Desta forma, mesmo com um &#8216;boicote&#8217; de parte das nações, a UNFCCC escolhe considerar com otimismo a ideia de que os esforços coletivos conseguiram interferir nas emissões, que agora caem pela primeira vez. Para Stiell, se essas metas forem cumpridas, a redução das emissões seria de 17%.</p>
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