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	<title>incêndios florestais &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>incêndios florestais &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Fogo avança no oeste do Pará, e dois municípios decretam emergência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 14:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/fogo2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo Os municípios paraenses de Monte Alegre e Rurópolis decretaram situação de emergência em setembro de 2026 devido ao avanço dos incêndios florestais, impulsionados por estiagem prolongada, baixa umidade e altas temperaturas. Em Monte Alegre, o Decreto nº 480/2026 estabeleceu o Nível II de emergência, proibindo o uso de fogo para limpeza de terrenos, queima [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/fogo2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>Os municípios paraenses de Monte Alegre e Rurópolis decretaram situação de emergência em setembro de 2026 devido ao avanço dos incêndios florestais, impulsionados por estiagem prolongada, baixa umidade e altas temperaturas.</em></li>
<li><em>Em Monte Alegre, o Decreto nº 480/2026 estabeleceu o Nível II de emergência, proibindo o uso de fogo para limpeza de terrenos, queima de lixo e fogueiras, além de suspender autorizações de queima controlada e mobilizar força-tarefa multidisciplinar.</em></li>
<li><em>Na cidade, o fogo destruiu vegetação nativa, lavouras, pastagens e benfeitorias, gerando fumaça densa que elevou os atendimentos médicos por problemas respiratórios.</em></li>
<li><em>Em Rurópolis, o Decreto nº 163 oficializou a emergência após meses de monitoramento de focos desde julho, destacando riscos ao abastecimento de água e à saúde de grupos vulneráveis (crianças, idosos e trabalhadores ao ar livre).</em></li>
<li><em> Rurópolis autorizou a contratação emergencial de serviços por até 180 dias, convocação de voluntários e campanhas de apoio, em um cenário monitorado de perto pelos sistemas de alerta do INPE.</em></li>
</ul>
<p>A combinação de estiagem prolongada, baixa umidade e altas temperaturas levou os municípios de Monte Alegre e Rurópolis, no Pará, a decretarem situação de emergência. As prefeituras apontam que a intensidade das chamas e a fumaça generalizada superaram a capacidade de resposta das administrações locais, exigindo medidas urgentes para conter os danos ambientais, econômicos e à saúde pública, de acordo com o g1.</p>
<p>Em Monte Alegre, o Decreto nº 480/2026 estabeleceu o Nível II de emergência para abranger tanto áreas protegidas (como parques e reservas) quanto zonas urbanas e rurais afetadas.</p>
<p>Na cidade, o fogo atingiu vegetação nativa, lavouras, pastagens, cercas e benfeitorias, além de causar perdas à fauna e prejuízos graves à qualidade do ar devido à fumaça, resultando no aumento de atendimentos médicos por problemas respiratórios.</p>
<p>Com o decreto, fica terminantemente proibido o uso de fogo para limpeza de terrenos, queima de lixo e restos vegetais, além do uso de balões e fogueiras. Eventuais autorizações de queima controlada foram suspensas.</p>
<p>A Defesa Civil coordena uma força-tarefa conjunta com as secretarias de Meio Ambiente, Saúde, Obras e Assistência Social. O decreto também autoriza a convocação de brigadas voluntárias e a contratação direta de serviços e insumos para o combate ao fogo.</p>
<h3>Cenário de alerta em Rurópolis</h3>
<p>No município de Rurópolis, o Decreto nº 163 (de 21 de setembro) oficializou a emergência em áreas urbanas e rurais após meses de monitoramento de focos que avançam desde julho, impulsionados pela queda nos níveis dos rios e pela escassez de chuvas.</p>
<p>Além dos danos em pastagens e margens de estradas, a prefeitura alerta para o risco de comprometimento das reservas hídricas e do abastecimento de água, somado aos riscos à saúde de grupos vulneráveis (como crianças, idosos e trabalhadores expostos ao ar livre).</p>
<p>Entre as medidas adotadas:, estão a disponibilização de recursos e forças municipais, com aval para convocar voluntários, realizar campanhas de arrecadação de apoio e executar contratações emergenciais por um prazo de até 180 dias.</p>
<p>O cenário em ambos os municípios reflete o período crítico monitorado diariamente pelos sistemas de alerta de risco de incêndio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) na região.</p>
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		<title>Incêndio em área ameaça Terra Indígena Apyterewa no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/uncategorized/incendio-em-area-ameaca-terra-indigena-apyterewa-no-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:47:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Apyterewa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/08/incendios_florestais33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo Um incêndio de grandes proporções atinge há cerca de uma semana a Terra Indígena Apyterewa, no sul do Pará, em áreas de antigos pastos ilegais recém-desocupados por invasores. Brigadistas e lideranças indígenas temem que os ventos levem as chamas para a floresta fechada e alcancem uma aldeia do povo Parakanã. Nota técnica do ISA [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/08/incendios_florestais33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>Um incêndio de grandes proporções atinge há cerca de uma semana a Terra Indígena Apyterewa, no sul do Pará, em áreas de antigos pastos ilegais recém-desocupados por invasores.</em></li>
<li><em> Brigadistas e lideranças indígenas temem que os ventos levem as chamas para a floresta fechada e alcancem uma aldeia do povo Parakanã.</em></li>
<li><em>Nota técnica do ISA registrou 377 focos de calor na área entre maio e agosto de 2026, sendo que mais de 90% ocorreram em agosto por conta da seca prolongada.</em></li>
<li><em>Ao contrário das suspeitas iniciais, a análise de satélite confirmou que 27% dos focos já queimam vegetação nativa e floresta densa.</em></li>
<li><em> No dia 20 de agosto, satélites detectaram três focos simultâneos de extrema intensidade que somaram 15% de toda a energia do fogo registrada em três meses.</em></li>
</ul>
<p>Um incêndio de grandes proporções consome há cerca de uma semana terrenos da Terra Indígena Apyterewa, no sul do Pará. O fogo teve início em locais de criação ilegal de gado que foram desocupados recentemente durante a operação de desintrusão do governo federal.</p>
<p>Embora as chamas tenham começado na vegetação dos antigos pastos, brigadistas e lideranças do povo Parakanã temem que a força do vento leve o fogo para a floresta densa e alcance uma aldeia próxima. As informações são do g1.</p>
<p>A situação reflete um aumento crítico nas queimadas da região. Um levantamento do Instituto Socioambiental (ISA) identificou 377 focos de calor na terra indígena entre 31 de maio e 23 de agosto de 2026. Apenas o mês de agosto concentrou mais de 90% desses registros (340 focos), impulsionados por até 12 dias consecutivos de seca na localidade.</p>
<p>Diferente dos relatórios iniciais que apontavam prejuízos apenas em pastagens degradadas, a análise técnica confirma que o fogo já atinge a mata nativa. Cerca de 27% dos focos monitorados apresentam alta ou extrema intensidade, indicando a destruição de floresta primária e acúmulo de madeira.</p>
<p>O estudo do ISA destacou ainda a formação de um &#8220;superincêndio&#8221; em rápida expansão na tarde do dia 20 de agosto, quando três grandes focos simultâneos concentraram mais de 15% de toda a energia radiativa medida no território nos últimos três meses.</p>
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		<item>
		<title>Governo do Pará decreta alerta climático em todo o estado por causa do El Niño</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governo-do-para-decreta-alerta-climatico-em-todo-o-estado-por-causa-do-el-nino/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 17:14:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[alerta climático]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/seca-tapajos-PSA-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O Governo do Pará decretou situação de alerta climático e ambiental em todo o estado por 180 dias. A medida é preventiva e visa preparar o estado para os impactos do El Niño entre 2026 e 2027. Previsão de estiagem, escassez de água, ondas de calor, incêndios florestais e piora na qualidade do ar, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/seca-tapajos-PSA-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O Governo do Pará decretou situação de alerta climático e ambiental em todo o estado por 180 dias. A medida é preventiva e visa preparar o estado para os impactos do El Niño entre 2026 e 2027.</em></li>
<li><em><span style="font-size: 14px;">Previsão de estiagem, escassez de água, ondas de calor, incêndios florestais e piora na qualidade do ar, motivaram o decreto.</span></em></li>
<li><em>Objetivo é a Integração de órgãos públicos, criação de estoques de medicamentos e insumos, e suporte à agricultura familiar e à pesca.</em></li>
<li><em>Foco é em populações mais vulneráveis, como indígenas, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas e pescadores artesanais.</em></li>
<li><em>O decreto também determina a criação do Plano Estadual de Adaptação à Mudança do Clima (PEAC).</em></li>
<li><em>A medida não é estado de emergência ou calamidade pública. Trata-se de uma preparação para organizar recursos e respostas com antecedência. O prazo pode ser prorrogado se os riscos persistirem.</em></li>
</ul>
<p>O Governo do Pará declarou situação de alerta climático e ambiental em todo o território estadual, em decisão preventiva anunciada nesta segunda-feira, 24.</p>
<p>Formalizada pelo Decreto Estadual nº 5.606/2026, a medida tem validade inicial de 180 dias e busca antecipar respostas do poder público aos riscos associados ao El Niño para o período 2026-2027. O alerta pode ser renovado, caso avaliações técnicas apontem permanência ou agravamento das condições que motivaram a medida.</p>
<p>Projeções meteorológicas indicam possibilidade de redução das chuvas, estiagem, seca, menor disponibilidade de água, incêndios florestais, ondas de calor e piora na qualidade do ar no estado.</p>
<p>Diante desse cenário, o governo estadual optou por preparar a estrutura pública antes que os impactos se agravem, em vez de esperar a situação se consolidar para agir.</p>
<p>Segundo a procuradora-geral do Estado, Ana Carolina Lobo Glück Paúl, o objetivo é integrar os órgãos responsáveis pela resposta a esses eventos e permitir um planejamento antecipado diante dos possíveis efeitos do fenômeno climático.</p>
<h3>O que muda na prática</h3>
<p>O decreto abre caminho para a formação antecipada de estoques de medicamentos e insumos básicos, além de ações de apoio à agricultura familiar e às atividades pesqueiras — dois setores diretamente afetados por estiagem prolongada e queda no nível dos rios.</p>
<p>Na área da saúde, estão previstas medidas específicas de proteção da população durante períodos de fumaça, calor extremo e escassez de água.</p>
<p>O planejamento também prevê atenção prioritária a grupos mais vulneráveis aos eventos climáticos extremos, como povos indígenas, comunidades quilombolas, ribeirinhos, extrativistas, pescadores artesanais e agricultores familiares.</p>
<p>A ideia é concentrar recursos nos territórios onde uma eventual estiagem ou outro evento extremo pode causar impactos mais graves, levando em conta as características de cada região.</p>
<h3>Plano de longo prazo</h3>
<p>Além das ações imediatas, o decreto determina a elaboração do Plano Estadual de Adaptação à Mudança do Clima do Pará (PEAC), documento que deverá orientar políticas de adaptação e ampliar a capacidade do estado de responder a eventos extremos no futuro, considerando as vulnerabilidades específicas de cada território e população.</p>
<h3>Entenda a diferença</h3>
<p>É importante lembrar que, apesar de valer para todo o estado, o alerta climático e ambiental não equivale a estado de emergência nem a estado de calamidade pública.</p>
<p>Trata-se de uma medida preventiva, que permite ao governo organizar recursos, monitorar os cenários e preparar respostas antes de uma eventual piora — sem os efeitos jurídicos e administrativos de uma emergência formal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>El Niño: investimentos para conter impactos climáticos somam R$ 1,3 bilhão</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/el-nino-investimentos-para-conter-impactos-climaticos-somam-r-13-bilhao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:57:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/seca2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O governo federal anunciou um investimento de R$ 1,335 bilhão para combater e mitigar os impactos do El Niño no Brasil. Paralelamente, uma sala de situação com 24 ministérios e 9 salas temáticas focam em áreas como saúde, queimadas, estiagem e agricultura. Do total investido, R$ 998 milhões são destinados ao abastecimento de alimentos, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/seca2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo </em></p>
<ul>
<li><em>O governo federal anunciou um investimento de R$ 1,335 bilhão para combater e mitigar os impactos do El Niño no Brasil.</em></li>
<li><em>Paralelamente, uma sala de situação com 24 ministérios e 9 salas temáticas focam em áreas como saúde, queimadas, estiagem e agricultura.</em></li>
<li><em>Do total investido, R$ 998 milhões são destinados ao abastecimento de alimentos, apoio a pequenos agricultores, ações de saúde e monitoramento do nível dos rios.</em></li>
<li><em>E R$ 337 milhões são para crédito extraordinário voltado exclusivamente para fiscalização ambiental e combate a incêndios florestais.</em></li>
<li><em>Como os efeitos do El Niño se manifestam de formas distintas pelo País, exige cronogramas e estratégias regionais específicas. No Norte, por exemplo, o foco é na falta de água, isolamento de comunidades e navegação dos rios.</em></li>
<li><em>Foram anunciadas ainda estratégias preventivas já em andamento para evitar maiores danos, como a queda recente no desmatamento, obras de segurança hídrica e aporte de R$ 118 bilhões em energia solar e eólica para evitar o aumento da conta de luz com o acionamento de termelétricas.</em></li>
</ul>
<p>O governo federal destinará R$ 1,335 bilhão a um conjunto de medidas para conter os impactos do El Niño no Brasil. O plano abrange ações de abastecimento, segurança alimentar, saúde, monitoramento climático e combate a incêndios.</p>
<p>Para coordenar a resposta ao fenômeno, foi criada uma sala de situação interministerial composta por 24 ministérios, além de nove salas temáticas dedicadas a temas específicos: incêndio, saúde, estiagem, prevenção e respostas a desastres, energia, combustível, agricultura, segurança alimentar e assistência social.</p>
<p>O orçamento total de R$ 1,335 bilhão está dividido em duas frentes principais:</p>
<p>R$ 998 milhões para abastecimento, saúde e monitoramento:</p>
<ul>
<li>R$ 850 milhões: compra de 180 mil toneladas de milho e 310 mil toneladas de arroz para recomposição dos estoques públicos.</li>
<li>R$ 65 milhões: aquisição e distribuição de 350 mil cestas de alimentos para povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas, pescadores artesanais e agricultores familiares.</li>
<li>R$ 45 milhões: repasses para os Centros de Informação em Saúde e Clima e para a Força Nacional do SUS (ForSUS).</li>
<li>R$ 25 milhões: ações de monitoramento do nível dos rios e vazão hidrológica.</li>
<li>R$ 13 milhões: direcionados ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), atendendo 21,6 mil agricultores da Região Norte.</li>
</ul>
<p>R$ 337 milhões em crédito extraordinário (Medida Provisória):</p>
<ul>
<li>Recursos destinados exclusivamente a ações de fiscalização ambiental e de prevenção e combate a incêndios florestais.</li>
</ul>
<h3>Impactos por região</h3>
<p>O governo alerta que os efeitos do El Niño se manifestam de formas distintas pelo País, exigindo cronogramas e estratégias regionais específicas:</p>
<ul>
<li>Norte (período crítico: agosto a dezembro): Foco no acesso à água potável, navegabilidade dos rios, desabastecimento, incêndios e risco de isolamento de comunidades.</li>
<li>Nordeste (período crítico: setembro a dezembro): Atenção voltada aos prejuízos em áreas agrícolas produtivas devido à seca.</li>
<li>Centro-Oeste (período crítico: julho a outubro): Foco no risco de incêndios florestais e perdas na produção agrícola.</li>
<li>Sudeste (período crítico: setembro a dezembro): Monitoramento de queimadas e ondas de calor.</li>
<li>Sul (período crítico: julho a dezembro): Ações direcionadas para enfrentar enchentes, deslizamentos e socorro à Defesa Civil.</li>
</ul>
<h3>Preservação, obras e matriz energética</h3>
<p>Além dos novos recursos, o governo destacou estratégias preventivas já em andamento, como a queda no desmatamento na Amazônia (50%), no Cerrado (32,5%) e no Pantanal (63%), somada à restauração florestal de 3,4 milhões de hectares.</p>
<p>Na segurança hídrica, projetos de adutoras, canais, cisternas e reservatórios atendem nove estados nordestinos, além do projeto de integração do Rio São Francisco, que beneficia 12 milhões de pessoas no Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Amazônia tem a menor área queimada em 41 anos, após incêndios recordes em 2024</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/amazonia-tem-a-menor-area-queimada-em-41-anos-apos-incendios-recordes-em-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 12:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
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		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[São Felix do Xingu]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/incendios3-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo A Amazônia teve em 2025 a menor área queimada em 41 anos, com 3,1 milhões de hectares, um ano após o pico da série histórica, que foi de 15,8 milhões em 2024.  Em todo o Brasil, o fogo queimou 12,7 milhões de hectares no Brasil em 2025, uma redução de 58% em relação a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/incendios3-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>A Amazônia teve em 2025 a menor área queimada em 41 anos, com 3,1 milhões de hectares, um ano após o pico da série histórica, que foi de 15,8 milhões em 2024. </em></li>
<li>Em todo o Brasil, o fogo queimou 12,7 milhões de hectares no Brasil em 2025, uma redução de 58% em relação a 2024 e 31% abaixo da média histórica</li>
<li><em>Mesmo com a queda no bioma, o Pará segue como o segundo estado que mais queimou no Brasil no acumulado de quatro décadas, com 31,6 milhões de hectares </em></li>
<li><em>O estado concentra cinco das 15 cidades que mais queimaram no País, e São Félix do Xingu é o segundo município mais atingido, atrás apenas de Corumbá (MS) </em></li>
<li><em>Na Amazônia, mais da metade do fogo ocorre em áreas de uso humano, sobretudo pastagens, num padrão ligado ao uso da terra e diferente do resto do País</em></li>
</ul>
<p>A Amazônia teve em 2025 a menor área queimada em 41 anos. O bioma teve 3,1 milhões de hectares (ha) destruídos pelo fogo ao longo do ano, cerca de um quinto do registrado em 2024, quando havia atingido o pico da série histórica, com 15,8 milhões de ha.</p>
<p>Os dados são da segunda edição do Relatório Anual do Fogo, do MapBiomas, divulgada nesta terça-feira, 21, e mostram que a queda na Amazônia puxou a retração do fogo em todo o Brasil, que com o recuo de 31%, voltou a um patamar historicamente mais baixo. A queda no País foi maior ainda maior se comparada a 2024: com 12,7 milhões de hectares no Brasil em 2025, a redução foi de 58% em relação ao ano anterior.</p>
<p>Foi a menor área queimada no País desde 2019. A redução, porém, não foi homogênea: enquanto a Amazônia despencou, o Cerrado seguiu como o bioma mais afetado, concentrando 69% de tudo o que queimou no Brasil em 2025.</p>
<h3>São Félix do Xingu lidera no estado</h3>
<p>No ranking da destruição, Pará ocupa a segunda colocação entre os estados que mais queimaram no Brasil nas últimas quatro décadas, com 31,6 milhões de ha acumulado., atrás apenas de Mato Grosso, onde as chamas destruíram 45,1 milhões de hectares (ha).</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos 41 anos, quase metade de toda a área queimada do País se concentra em três estados (Mato Grosso, Pará e Maranhão) e 11% está concentrada em 15 municípios. </span></p>
<p>Encabeçando a lista está São Félix do Xingu, com 3,12 milhões de ha, o segundo município que mais queimou no Brasil, atrás apenas de Corumbá (MS). Completam a lista paraense Altamira (1,55 milhão de ha), Cumaru do Norte (1,38 milhão), Novo Progresso (1,17 milhão) e Santana do Araguaia (1,01 milhão).</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Mais do que mostrar o quanto o Brasil queimou em um determinado ano, a série histórica do Mapbiomas Fogo permite entender como o regime de fogo está mudando ao longo do tempo. Saber onde o fogo é recorrente, com que frequência ele retorna, qual é sua severidade potencial e quais áreas estão queimando mais ou menos é essencial para definir prioridades, orientar ações preventivas e implementar, de forma mais eficiente, a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo.” destaca Ane Alencar, diretora de Ciências do IPAM e coordenadora do MapBiomas Fogo.</span></p></blockquote>
<h3>Papel da agropecuária</h3>
<p>De acordo com o MapBiomas, na Amazônia, mais da metade da área queimada ocorre em áreas de uso humano, sobretudo pastagens. É um comportamento diferente do restante do País, onde o fogo predomina em vegetação nativa: no total nacional, 71,5% do que queimou entre 1985 e 2025 foi em áreas naturais.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando a gente olha o que foi queimado, grande parte não foram incêndios florestais. Foram principalmente áreas agrícolas, áreas de pastagem, que fazem parte do sistema produtivo da região&#8221;, explicou Ane Alencar.</p></blockquote>
<p>Entre os usos ligados à produção, a pastagem é a classe que mais queima no País, respondendo por 23,1% de toda a área atingida.</p>
<h3>Floresta pode não se recuperar</h3>
<p>A queda de 2025 não apaga o histórico da floresta, fragilizada por décadas de desmatamento e queimadas. Segundo o relatório, na Amazônia 31,6% da área já queimada volta a pegar fogo em até dois anos, o intervalo de retorno mais curto entre todos os biomas do País.</p>
<blockquote><p> “Na Amazônia, onde a vegetação não é adaptada ao fogo, intervalos tão curtos entre os eventos reduzem o tempo de recuperação da floresta e aumentam o risco de novos incêndios, mais intensos e degradantes”, diz Luiz Felipe Martenexen, pesquisador da equipe MapBiomas Fogo e do IPAM.</p></blockquote>
<p>Na prática, cada passagem do fogo deixa a floresta mais aberta e mais seca, o que facilita a entrada da próxima queimada. Sem tempo para se recuperar, a mata vai perdendo a capacidade de se regenerar.</p>
<blockquote><p>&#8220;Na Amazônia, os estudos demonstram que o retorno do fogo deveria acontecer, dependendo do tipo de vegetação, num intervalo de 200 a 1.000 anos. Isso significa que a floresta vai precisar de um tempo para se recuperar depois desse distúrbio. Assim como o cerrado precisa, em média, de 6 a 12 anos entre fogos” ressalta Ane.</p></blockquote>
<p>E o impacto vai além da região: a degradação da floresta compromete a umidade que a Amazônia envia para outras partes do País, afetando o regime de chuvas que sustenta lavouras no Centro-Sul.</p>
<h3>Alerta em ano de El Niño</h3>
<p>A série histórica ajuda a entender por que a queda de 2025 preocupa mesmo sendo boa notícia. Segundo os pesquisadores, os anos de El Niño concentram as maiores áreas queimadas, e o pior costuma vir depois. Diante das previsões para este ano, Ane reforça a necessidade de preparação para os próximos ciclos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nos anos de El Niño, quando o fenômeno começa, normalmente a área queimada já é maior. Mas é o ano seguinte que tem o maior impacto&#8221;, explicou Alencar. Ela reforça que o alerta vale desde já: &#8220;A gente tem que se preparar mesmo para este ano, porque a inflamabilidade da paisagem é um dos elementos importantes para que o fogo aconteça e se propague.&#8221;</p></blockquote>
<div></div>
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		<title>El Niño na Amazônia: Pará aciona alerta contra queimadas e navegação antecipa logística</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[abastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[transporte fluvial]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/seca_no_amazonas-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O fenômeno El Niño indica uma estiagem rigorosa entre o segundo semestre de 2026 e o início de 2027, trazendo riscos de queda no nível dos rios, falta de chuvas e incêndios na Amazônia. Após as crises de 2023 e 2024, as empresas de transporte fluvial mudaram de postura e integraram a seca como [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/seca_no_amazonas-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O fenômeno El Niño indica uma estiagem rigorosa entre o segundo semestre de 2026 e o início de 2027, trazendo riscos de queda no nível dos rios, falta de chuvas e incêndios na Amazônia.</em></li>
<li><em>Após as crises de 2023 e 2024, as empresas de transporte fluvial mudaram de postura e integraram a seca como uma variável fixa e contínua em seus planejamentos operacionais.</em></li>
<li><em>Cidades do Sul, Sudeste, Oeste e da Transamazônica (como Marabá e Altamira) estão em estado crítico. O clima seco favorece queimadas de rápida propagação, gerando fumaça que ameaça a saúde pública e agrava problemas respiratórios.</em></li>
<li><em>Diante do risco de isolamento de comunidades ribeirinhas e desabastecimento, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) intensificou a fiscalização contra queimadas e enviou diretrizes técnicas para ajudar as prefeituras a enfrentarem a estiagem.</em></li>
<li><em>O setor de transporte está antecipando cargas (especialmente entre setembro e novembro) e utilizando centros de estocagem em Belém como um &#8220;pulmão logístico&#8221; para garantir o abastecimento de itens essenciais, como alimentos e medicamentos.</em></li>
<li><em>Para suprir uma projeção de aumento de 20% na demanda por transporte preventivo, empresas privadas estão ampliando suas frotas com balsas de grande capacidade e expandindo áreas portuárias</em>.</li>
</ul>
<p>O avanço do fenômeno El Niño e as projeções de uma estiagem severa para o segundo semestre de 2026 e início de 2027 ligaram o sinal de alerta no Pará. Diante de previsões que apontam redução drástica de chuvas, queda no nível dos rios e aumento de incêndios, autoridades públicas e o setor de transporte fluvial começaram a se mobilizar antes que período mais crítico da vazante chegue.</p>
<p>Enquanto instituições paraenses reforçam o monitoramento em áreas vulneráveis, operadores logísticos redesenham suas estruturas para tentar garantir o abastecimento regional.</p>
<p>A memória das secas históricas de 2023 e 2024 mudou a postura do mercado de navegação, que passou a tratar a crise climática como uma variável fixa, segundo reportagem da Agência Transporte Moderno.</p>
<blockquote><p>“A seca deixou de ser um evento excepcional e passou a fazer parte do planejamento da cadeia logística da região”, afirma Dagoberto Madono, diretor de Novos Negócios da Combitrans.</p></blockquote>
<p>Segundo ele, o intervalo entre as grandes estiagens encurtou drasticamente.</p>
<blockquote><p>“Antes era um evento esporádico, que ocorria em intervalos maiores. Hoje já existe uma percepção de continuidade e isso muda completamente a forma de planejar as operações.”</p></blockquote>
<h3>A seca e a ameaça do fogo</h3>
<p>Enquanto a logística se antecipa, o cenário ambiental no interior do estado exige atenção máxima. A combinação de calor extremo, baixa umidade e vegetação seca coloca os municípios do Sul, Sudeste, Oeste e do eixo da Transamazônica em alerta. Cidades como Marabá, São Félix do Xingu, Altamira e Novo Progresso estão entre os pontos críticos que demandam monitoramento contínuo, lembra a Gazeta de Carajás;</p>
<p>O El Niño altera a circulação atmosférica, dificultando a formação de nuvens e prolongando a estiagem. Esse cenário cria um efeito em cadeia: a falta de chuva resseca o solo e a mata, transformando florestas e pastagens em combustível para queimadas.</p>
<p>Como consequência, o estado enfrenta sérios riscos de incêndios florestais de rápida propagação e uma grave piora na qualidade do ar pela fumaça — o que se torna um problema de saúde pública ao agravar doenças respiratórias em grupos vulneráveis, como crianças e idosos.</p>
<p>O histórico recente justifica o temor. Em 2023, o baixo nível de rios importantes, como o Tapajós, levou Santarém a decretar situação de emergência, isolando comunidades ribeirinhas e afetando severamente a logística nos eixos rodoviários das BR-230 e BR-163, onde a redução da navegabilidade comprometeu o transporte de cargas e o abastecimento de itens básicos.</p>
<p>Para tentar mitigar novos impactos, os órgãos públicos intensificaram o monitoramento e as medidas preventivas nas regiões de maior vulnerabilidade. À frente dessas ações, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) coordenou iniciativas para mapear os municípios sob maior risco, além de endurecer a fiscalização contra incêndios florestais e queimadas.</p>
<p data-path-to-node="2">O plano estratégico do órgão inclui a vigilância ambiental contínua, o rastreamento das áreas com maior concentração de focos de calor e o envio de diretrizes técnicas para que as prefeituras locais consigam se estruturar adequadamente contra os efeitos da seca.</p>
<h3>Logística contra o desabastecimento</h3>
<p>Para evitar cenários de isolamento e escassez, a principal estratégia das empresas de transporte tem sido antecipar cargas entre setembro e novembro e utilizar hubs de armazenagem avançados, como os complexos mantidos em Belém. Esses centros funcionam como um &#8220;pulmão logístico&#8221;, garantindo entregas fracionadas mesmo em períodos de restrição nos rios.</p>
<p>Produtos de primeira necessidade recebem prioridade absoluta nos planos de contingência do setor.</p>
<blockquote><p>“Alimentos, bebidas, medicamentos, produtos de higiene e farmacêuticos recebem atenção especial porque existe uma responsabilidade adicional em evitar rupturas de abastecimento”, explica Madono à Agência Transporte Moderno.</p></blockquote>
<p>Com a antecipação das compras por parte dos clientes de transporte, as empresas de navegação privada projetam um aumento de 20% na demanda durante o período crítico da seca.</p>
<p>Para absorver esse fluxo, o setor logístico tem investido na expansão de frotas com balsas de grande capacidade e na ampliação de áreas portuárias em Belém para estocagem de longo prazo, incluindo futuras estruturas frigorificadas para alimentos perecíveis.</p>
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		<item>
		<title>El Niño: Estados têm 30 dias para apresentarem planos de combate a incêndios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:38:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Estados]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[propriedades rurais]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/queimadas4-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo   Estados e Distrito Federal têm 30 dias para indicar ao governo federal suas áreas prioritárias para combater e prevenir incêndios florestais. A urgência da medida atende a alertas meteorológicos (de órgãos como Inpe, Inmet e Cemaden) que preveem um El Niño de forte intensidade e o avanço do fogo entre o final deste ano [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/queimadas4-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo </em></p>
<ul>
<li><em> Estados e Distrito Federal têm 30 dias para indicar ao governo federal suas áreas prioritárias para combater e prevenir incêndios florestais.</em></li>
<li><em>A urgência da medida atende a alertas meteorológicos (de órgãos como Inpe, Inmet e Cemaden) que preveem um El Niño de forte intensidade e o avanço do fogo entre o final deste ano e o próximo ano.</em></li>
<li><em> Além do mapeamento, governos estaduais deverão aprovar planos de manejo integrado do fogo e regras preventivas para imóveis rurais; municípios também devem aderir às normas.</em></li>
<li><em> A recomendação, editada pelo Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo, busca alinhar os planejamentos regionais a acordos vigentes, a exemplo do pacto de proteção à Amazônia e ao Pantanal.</em></li>
</ul>
<p>Diante da consolidação de um El Niño de forte intensidade e do risco de queimadas mais severas nos próximos meses, o governo federal estipulou um prazo de 30 dias para que os estados e o Distrito Federal mapeiem e notifiquem suas regiões prioritárias para o enfrentamento de incêndios florestais.</p>
<p>Segundo o Valor, a determinação consta em uma recomendação do Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo, chancelada por João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima e presidente do colegiado. O documento foi veiculado no Diário Oficial da União (DOU).</p>
<p>A diretriz estabelece que as gestões estaduais e do DF precisam aprovar planos específicos de manejo do fogo, além de regulamentar ações preventivas e de preparação voltadas a propriedades rurais, respeitando as características de cada ecossistema. No âmbito municipal, as prefeituras devem aplicar as mesmas orientações dentro de suas respectivas atribuições legais.</p>
<p>A decisão foi motivada por projeções de centros climáticos globais que alertam para a chegada de um El Niño severo. O fenômeno deve elevar o risco de grandes incêndios em diversas partes do Brasil entre o final deste ano e o decorrer do próximo ano.</p>
<p>O comitê fundamentou o prazo com base em debates promovidos pelo ministério junto a órgãos governamentais de meteorologia, além de relatórios técnicos emitidos em abril e maio por entidades de peso, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).</p>
<p>A portaria reforça também o papel da cooperação mútua entre a União e os estados, mencionando estratégias já em andamento, como o &#8220;Pacto Interfederativo para o combate aos incêndios no Pantanal e Amazônia&#8221; e os &#8220;Planos de Ação Integrados para Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Contra o fogo e a seca: País cria força-tarefa semanal para monitorar o El Niño</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cemaden]]></category>
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		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/seca23-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resuno Órgãos federais e centros de pesquisa passam a se reunir toda semana (antes era a cada 45 dias) para monitorar o El Niño e coordenar ações preventivas no país. Enquanto no Sul, o risco principal é o aumento de chuvas severas e enchentes na primavera, no Norte e Nordeste, traze seca, calor e pressão [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/seca23-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resuno</em></p>
<ul>
<li><em> Órgãos federais e centros de pesquisa passam a se reunir toda semana (antes era a cada 45 dias) para monitorar o El Niño e coordenar ações preventivas no país.</em></li>
<li><em>Enquanto no Sul, o risco principal é o aumento de chuvas severas e enchentes na primavera, no Norte e Nordeste, traze seca, calor e pressão sobre os reservatórios e a agricultura..</em></li>
<li><em>O Ministério do Meio Ambiente mobilizou um recorde de 4.630 profissionais (entre brigadistas federais, servidores do Ibama e ICMBio) para atuar na prevenção e combate a incêndios florestais.</em></li>
<li><em>Serão R$ 555 milhões do Fundo Amazônia para equipar e capacitar os Corpos de Bombeiros dos estados da Amazônia Legal, Cerrado e Pantanal.</em></li>
<li><em>Especialistas alertam que o El Niño potencializa o clima extremo, mas o tamanho do estrago e dos desastres depende diretamente do nível de preparação das cidades.</em></li>
</ul>
<p>O governo federal e instituições de pesquisa científica decidiram intensificar o monitoramento do clima no País. Os encontros técnicos para avaliar o comportamento do El Niño, que antes ocorriam a cada 45 dias, agora serão semanais. A mudança visa agilizar o planejamento e antecipar respostas a eventos climáticos extremos em parceria com estados, municípios e a sociedade civil.</p>
<p>A força-tarefa reúne o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e a UFRJ. Além disso, o governo reativou a Sala de Situação sobre Incêndios Florestais, que engloba 13 ministérios e nove autarquias para gerenciar crises.</p>
<h3>Os impactos</h3>
<p>Segundo o Cemaden, o El Niño já está configurado no Oceano Pacífico, mas seus reflexos no território brasileiro aparecerão de forma gradual e com características diferentes em cada região.</p>
<p>O impacto na região Norte, como no Nordeste, deve ser sentido mais tarde, durante o verão e o outono de 2027. Nestas áreas, a tendência é inversa ao Sul: haverá forte redução das chuvas e alta nas temperaturas, o que pode provocar secas prolongadas, prejudicar a agricultura e baixar o nível dos reservatórios de água.</p>
<p>Especialistas ressaltam que o fenômeno, por si só, não causa desastres isolados.</p>
<blockquote><p>&#8220;O El Niño gera os extremos de chuvas. O desastre é a combinação desse volume de água com a falta de preparação das cidades&#8221;, explica José Marengo, coordenador-geral de pesquisa do Cemaden. Os cientistas monitoram o nível de aquecimento do Pacífico durante a primavera para determinar se o evento será moderado, forte ou se atingirá a categoria de &#8220;Super El Niño&#8221; (quando as águas ficam 2°C acima da média por vários meses).</p></blockquote>
<h3>Reforço no combate a incêndios</h3>
<p>Uma das principais preocupações do planejamento é o controle de queimadas florestais desencadeadas pelo tempo seco. Para 2026, o Ministério do Meio Ambiente ampliou o efetivo de combate: serão 4.630 profissionais em campo, sendo mais de 4,4 mil brigadistas contratados temporariamente e 220 servidores do Ibama e do ICMBio. O número supera o contingente de 2025.</p>
<p>A estrutura jurídica também foi antecipada com a publicação de uma portaria de emergência ambiental por risco de incêndios em áreas vulneráveis. A medida agiliza contratações emergenciais e ações preventivas antes do período mais crítico de seca. Todas as ações seguem as diretrizes da recém-criada Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo (PNMIF), que obriga a cooperação entre governo federal, estados, proprietários rurais e cientistas.</p>
<h3>Investimentos estruturais</h3>
<p>Apesar do alerta ligado para os próximos meses, os dados mais recentes trazem um cenário de melhora no curto prazo. Levantamento do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (Lasa/UFRJ) mostra que a área total queimada no Brasil em 2025 caiu 39% na comparação com a média dos sete anos anteriores. A redução de focos de incêndio foi de 91% no Pantanal, 75% na Amazônia, 58% na Mata Atlântica e 45% no Pampa.</p>
<p>Para consolidar essa queda e preparar as frentes de defesa contra o El Niño, o governo federal destinou R$ 555 milhões provenientes do Fundo Amazônia. O recurso está sendo aplicado na compra de equipamentos pesados e no treinamento de equipes dos Corpos de Bombeiros militares nos estados que compõem a Amazônia Legal, o Cerrado e o Pantanal.</p>
<p><em>Fonte: g1</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Em função do El Niño, STF cobra plano contra incêndios na Amazônia e no Pantanal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 13:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/fogo2_santarem-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo   O ministro Flávio Dino, do STF, determinou que o governo federal e os estados da Amazônia e do Pantanal apresentem suas ações de prevenção contra o fogo em até dez dias úteis. Estudos indicam que o segundo semestre terá temperaturas acima da média e falta de chuva severa nessas duas regiões, em função da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/fogo2_santarem-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><strong><em>Resumo </em></strong></p>
<ul>
<li><em> O ministro Flávio Dino, do <strong>STF</strong>, determinou que o governo federal e os estados da <strong>Amazônia</strong> e do <strong>Pantanal</strong> apresentem suas ações de prevenção contra o fogo em até dez dias úteis.</em></li>
<li><em>Estudos indicam que o segundo semestre terá temperaturas acima da média e falta de chuva severa nessas duas regiões, em função da chegada do <strong>El Niño</strong>.</em></li>
<li><em>O fenômeno climático, que pode se tornar um <strong>Super El Niño</strong>, deve atingir o seu topo entre setembro e outubro, meses que historicamente concentram os piores registros de queimadas.</em></li>
<li><em>Nota técnica do<strong> Inpe</strong> confirma o cenário de alto risco devido à combinação de estiagem prolongada, forte calor e baixa umidade do ar.</em></li>
</ul>
<p>O <strong>Supremo Tribunal Federa</strong>l entrou em campo para cobrar medidas preventivas antes do início do período mais crítico de seca no país, devido à chegada do <strong>El Niño, </strong>esperado para junho. O ministro Flávio Dino deu um prazo de dez dias úteis para que a União e os governos dos estados que compõem a Amazônia Legal e o Pantanal detalhem quais estratégias de planejamento e preparação estão sendo montadas para enfrentar os incêndios florestais em 2026.</p>
<p>A ordem faz parte de uma ação judicial em andamento no tribunal que monitora, de forma contínua, as políticas públicas de combate ao fogo nessas duas regiões de preservação ecológica.</p>
<h3>O fator &#8220;Super El Niño&#8221; e o calendário do fogo</h3>
<p>Na decisão, o ministro destacou que os relatórios climáticos para o ano de 2026 exigem atenção redobrada. As previsões meteorológicas apontam uma probabilidade muito alta de calor excessivo e de escassez de água prolongada nos solos da <strong>Amazônia</strong> e do <strong>Pantanal.</strong></p>
<p>O grande agravante é o comportamento do <strong>El Niño</strong>. O fenômeno climático deve ganhar ainda mais força nos próximos meses, com chances de evoluir para uma categoria extrema, batizada pelos cientistas de<strong> &#8220;Super El Niño&#8221;. </strong></p>
<p>A expectativa é que o fenômeno atinja o seu pico máximo entre os meses de setembro e outubro — período que, por histórico, já é o mais propício para o surgimento e a propagação de grandes incêndios na vegetação.</p>
<h3>Ciência confirma cenário</h3>
<p>Para embasar a cobrança aos governantes, o ministro do<strong> STF</strong> utilizou dados técnicos de órgãos oficiais de pesquisa, com destaque para uma nota técnica emitida pelo<strong> Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais</strong> (<strong>Inpe</strong>).</p>
<p>O documento do Inpe faz uma projeção preocupante para a Amazônia Legal ao cruzar três fatores críticos que servem de combustível para o fogo:</p>
<ul>
<li>Estação seca mais longa do que a registrada nos anos anteriores;</li>
<li>Elevação das temperaturas bem acima da média histórica para a região;</li>
<li>Queda acentuada na umidade relativa do ar.</li>
</ul>
<p>Com o prazo correndo, os governos estaduais e o governo federal precisarão demonstrar que possuem equipes, equipamentos e orçamento prontos para conter o avanço do fogo antes que a crise climática se agrave no final do ano.</p>
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		<title>Força Nacional capacita bombeiros de 18 estados para atuar em incêndios florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 17:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
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		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/bombeiros_capacitacao-e1779123817249-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Foram concluídas, na semana passada, mais duas Instruções de Nivelamento de Conhecimento (INC) Florestais Simultâneas, realizadas em São Domingos (ES) e Porto Velho (RO). As capacitações integram o calendário de 18 edições previstas para 2026, promovidas em parceria entre a Força Nacional de Segurança Pública e a Diretoria de Ensino e Pesquisa da Secretaria Nacional [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/bombeiros_capacitacao-e1779123817249-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Foram concluídas, na semana passada, mais duas Instruções de Nivelamento de Conhecimento (INC) Florestais Simultâneas, realizadas em São Domingos (ES) e Porto Velho (RO). As capacitações integram o calendário de 18 edições previstas para 2026, promovidas em parceria entre a Força Nacional de Segurança Pública e a Diretoria de Ensino e Pesquisa da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no âmbito das ações de prevenção e combate aos incêndios florestais em áreas prioritárias da Amazônia Legal e do Pantanal.</p>
<p>O Projeto Pedagógico da Força Nacional prevê a capacitação de mais 720 bombeiros militares ao longo do ano, com novas edições distribuídas em todo o território nacional. A próxima INC Florestal está prevista para começar em 25 de maio, em Manaus (AM).</p>
<p>As edições serão realizadas nos estados do Acre (AC), Amapá (AP), Amazonas (AM), Bahia (BA), Distrito Federal (DF), Espírito Santo (ES), Goiás (GO), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Minas Gerais (MG), Pará (PA), Pernambuco (PE), Piauí (PI), Rondônia (RO), Roraima (RR), Sergipe (SE) e Tocantins (TO).</p>
<p>O comandante do Grupamento de Busca e Salvamento da Força Nacional, major do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins, Marinaldo Gomes Rocha, ressaltou o alcance estratégico da capacitação.</p>
<blockquote><p>“A INC Florestal vai além da qualificação individual. Ela cria uma linguagem comum entre bombeiros de diferentes estados, padroniza procedimentos e garante que, quando a Força Nacional for acionada, especialmente no período de estiagem, quando os incêndios florestais ganham maior intensidade, o efetivo já esteja pronto para atuar de forma integrada, ágil e segura”, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Temáticas</h3>
<p>Entre as principais disciplinas estão Sistema de Comando de Incidentes (SCI), Atendimento Pré-Hospitalar Tático (APH Tático), Princípios Gerais de Sobrevivência, Fundamentos Teóricos e Técnicas de Combate a Incêndios Florestais, além de simulações de ocorrências em áreas de difícil acesso.</p>
<p>Com carga horária de 50 horas-aula, a INC Florestal padroniza procedimentos e habilita bombeiros militares estaduais para integrar e atuar na Força Nacional em ações de prevenção e combate a incêndios florestais, desmatamento e queimadas ilegais.</p>
<p>Cada edição reúne 40 alunos em 30 dias de curso, sendo cinco dias de aulas teóricas e 25 de atividades práticas, sob coordenação do Corpo de Bombeiros Militar do estado anfitrião. O corpo docente é composto por profissionais mobilizados da Força Nacional de Segurança Pública (DFNSP) e instrutores convidados com experiência na área.</p>
<h3>Cadastro de veteranos</h3>
<p>A Força Nacional está com vagas abertas para o cadastro de profissionais veteranos, como policiais, bombeiros e peritos, que estejam inativos há menos de cinco anos.</p>
<p>Os voluntários com inscrições aprovadas poderão ser mobilizados conforme a necessidade, oportunidade e conveniência da Força Nacional, com possibilidade de permanência por até dois anos, prorrogáveis.</p>
<p>Para se inscrever, acesse o <a href="https://intranet.dfnsp.mj.gov.br/cadastrodeveterano/?b=1" target="_blank" rel="noopener">site oficial</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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