<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ilhas de calor &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/ilhas-de-calor/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Tue, 11 Aug 2026 16:37:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>ilhas de calor &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Primeiro data center de IA na Amazônia ameaça desregular clima na região</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/primeiro-data-center-de-ia-na-amazonia-ameaca-desregular-clima-na-regiao/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/primeiro-data-center-de-ia-na-amazonia-ameaca-desregular-clima-na-regiao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Barreiro]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[dano ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[data center]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[ilhas de calor]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=43635</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/08/barreiro_amazonia-e1786371828430-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O Ministério Público do Pará abriu inquérito civil para apurar se o data center BEL1, da Elea Data Centers no bairro do Barreiro em Belém, pode provocar danos climáticos e criar &#8220;ilhas de calor&#8221;. A operação iniciará consumindo 7,5 MW (suficiente para abastecer 22,5 mil casas), podendo expandir para até 100 MW com início [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/08/barreiro_amazonia-e1786371828430-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O Ministério Público do Pará abriu inquérito civil para apurar se o data center BEL1, da Elea Data Centers no bairro do Barreiro em Belém, pode provocar danos climáticos e criar &#8220;ilhas de calor&#8221;.</em></li>
<li><em> A operação iniciará consumindo 7,5 MW (suficiente para abastecer 22,5 mil casas), podendo expandir para até 100 MW com início previsto para 2027.</em></li>
<li><em>Estudos ainda apontam aumento médio de 2,07°C na superfície ao redor de data centers no mundo, o que pode agravar o calor e o ruído em Belém e atingir comunidades vizinhas e ribeirinhas sem a devida consulta prévia.</em></li>
<li><em> Nem a Prefeitura de Belém (Semma) nem o governo do estado (Semas-PA) possuem processos de licenciamento, estudo de vizinhança ou relatório de impacto ambiental abertos para o projeto</em></li>
<li><em>A Elea argumenta que a fase inicial tem baixo impacto, utilizará resfriamento a ar e busca aproximar o processamento de dados da região para melhorar serviços digitais e reduzir a dependência de conexões externas.</em></li>
<li><em>Especialistas apontam para a necessidade de regulamentar o setor e exigir benefícios locais, como o uso do processamento para saúde e monitoramento ambiental, evitando o &#8220;extrativismo tecnológico&#8221;.</em></li>
</ul>
<p>O primeiro data center de Inteligência Artificial da Amazônia já nasce sob investigação.  O Ministério Público do Pará (MPPA) abriu inquérito civil para apurar se a estrutura, que será instalada no bairro do Barreiro, em Belém, pode gerar &#8220;ilhas de calor&#8221; numa região que já sofre com temperaturas extremas.</p>
<p>Por trás do termo técnico, a lógica é simples: um data center é um conjunto de servidores e chips dedicados a armazenar e processar dados em grande escala. Esse processamento consome muita energia e gera calor sem parar, o que exige sistemas constantes de resfriamento.</p>
<p>De acordo com reportagem d g1, os números do BEL1, da empresa Elea Data Centers, chamam atenção pela escala. Na primeira fase, a operação vai consumir 7,5 megawatts — o suficiente para abastecer mais de 22,5 mil casas na região Norte, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).</p>
<p>Com a expansão prevista pela empresa, esse consumo pode saltar para até 100 megawatts. A previsão é começar a funcionar no segundo trimestre de 2027.</p>
<h3>O que motiva a investigação</h3>
<p>À frente do inquérito, o promotor Márcio Maués, da 1ª Promotoria de Justiça de Barcarena, quer saber se o empreendimento configura risco de dano climático.</p>
<p>A base técnica da preocupação vem de Cambridge: pesquisadores da universidade britânica cruzaram imagens de satélite da Nasa para monitorar a temperatura ao redor de mais de 8 mil data centers de IA no mundo, entre 2004 e 2024, e encontraram um aumento médio de 2,07°C na superfície logo após o início de operação dessas estruturas — efeito que chega a se espalhar por 10 km, com maior intensidade (cerca de 1°C) num raio de até 4,5 km.</p>
<p>&#8220;Não basta afirmar que não trará consequências, não basta afirmar que será bom. Tem que ser demonstrado tecnicamente&#8221; disse Maués.</p>
<p>Ele chama atenção especialmente para comunidades ribeirinhas no entorno, caso da Ilha das Onças, a apenas 4,5 km do terreno — moradores que, segundo o promotor, deveriam ter sido ouvidos conforme prevê a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho.</p>
<p>Os bairros Miramar, Barreiro, Sacramenta e Pratinha também não passaram por consulta pública.</p>
<p>O calor projetado preocupa porque incide sobre uma região que já convive com sensação térmica de 34°C ou mais, segundo o professor Juliano Ximenes, da UFPA — condição que estruturas como essa tendem a agravar, criando o que ele chama de manchas de calor.</p>
<p>A Elea diz que vai usar ar-condicionado, e não água, para resfriar os equipamentos, num modelo conhecido como &#8220;expansão direta&#8221;.</p>
<p>Já o CEO da Elea, o italiano Alessandro Lombardi, defende que só faz sentido aprofundar estudos de impacto térmico quando — e se — o projeto avançar para a fase de 100 MW, ainda sem data prevista.</p>
<p>Na etapa atual, segundo ele, o consumo de energia da instalação equivale ao de &#8220;um shopping center de médio porte&#8221;. Ele reconhece que uma escuta mais ampla da sociedade faria sentido numa fase futura, maior, &#8220;mas não nesta fase atual do projeto, que eu posso garantir que não tem nenhum impacto&#8221;.</p>
<p>O barulho constante do resfriamento é outro ponto de atenção citado por Ximenes: a lei de Belém limita ruído a 65 decibéis, mas o entorno de data centers pelo mundo pode chegar a 96. Lombardi atribui esse risco a eventuais geradores a diesel — não ao data center propriamente — e garante que já existe previsão de contingência para esse tipo de ruído.</p>
<h3>Sem licença, sem regra</h3>
<p>Enquanto o debate técnico avança, o processo formal de licenciamento sequer começou. A Secretaria de Meio Ambiente de Belém (Semma) confirmou, em ofício de julho, que não há nenhum processo de licenciamento aberto para o BEL1 — e, por consequência, também não existem estudo de impacto de vizinhança nem relatório de impacto ambiental.</p>
<p>A Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará (Semas-PA) deu a mesma resposta.</p>
<p>Para Maués, esse cenário passa uma mensagem preocupante.</p>
<blockquote><p>&#8220;A sensação que nos transmite é que o projeto já está definido e que todas as etapas de licenciamento ficam em segundo plano, como se fossem meras formalidades&#8221;.</p></blockquote>
<p>A Elea rebate, em nota, que &#8220;as licenças ambientais e demais autorizações necessárias ao empreendimento estão sendo solicitadas dentro dos prazos e trâmites legais e em linha com os investimentos anunciados&#8221;.</p>
<p>A Aneel informou que não trata data centers de IA de forma diferenciada, mas ainda estuda exigências específicas sobre infraestrutura de rede elétrica. O ONS, responsável por avaliar o impacto de grandes cargas no sistema, não respondeu aos questionamentos da reportagem sobre os efeitos da futura demanda de 100 MW.</p>
<p>O fornecimento de energia ficará a cargo da Axia Energia, dona de 81 usinas no Pará e responsável por 17% da capacidade de geração elétrica do País. As duas empresas afirmam que essa energia será contratada diretamente, sem passar pelo Sistema Interligado Nacional.</p>
<p>Lombardi explica que a escolha do terreno foi estratégica justamente pela proximidade com a subestação Miramar, hoje sob gestão da Axia (antiga Eletronorte) — e argumenta que a região Norte, embora seja grande geradora de energia hidrelétrica, carece de grandes consumidores estáveis, o que já gera instabilidade na rede local.</p>
<h3>A promessa por trás do projeto</h3>
<p>A Elea apresenta o BEL1 como resposta a um problema concreto: hoje, uma simples transação via Pix ou o acesso a um prontuário médico na região Norte dependem de uma rota de dados que passa por São Paulo e por cabos submarinos até Miami, nos Estados Unidos, antes de voltar ao Pará — trajeto que gera lentidão e vulnerabilidade a quedas de conexão.</p>
<p>Com o data center local, a promessa é reduzir essa dependência, além de dar suporte a sistemas bancários, prontuários eletrônicos, o Tribunal de Justiça e a estabilidade dos sinais de 4G e 5G. A empresa diz já ter fechado contratos com clientes-âncora de grande porte, mas mantém os nomes em sigilo.</p>
<p>Para o professor Marcus Braga, da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), a discussão vai além da infraestrutura: é uma questão de soberania digital.</p>
<blockquote><p>&#8220;A inteligência artificial é a nova eletricidade. O mundo atual não consegue mais viver sem ela&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Ainda assim, ele defende que o Pará negocie contrapartidas concretas, para não repetir o que chama de &#8220;extrativismo tecnológico&#8221; — ceder o território sem capturar benefício algum. Uma proposta dele: reservar parte da capacidade de processamento para setores estratégicos, como saúde e monitoramento ambiental.</p>
<p>O momento não é qualquer um para esse debate: levantamento do g1 mostrou que Belém foi a segunda cidade do Brasil com mais dias de calor atípico em 2024.</p>
<p>Para Ximenes, essa combinação — clima já pressionado e regras ainda inexistentes — torna urgente regulamentar o setor e exigir transparência das empresas envolvidas.</p>
<p>Em nota, a Elea reafirmou que o projeto está sendo implantado em área industrial privada, dentro do Centro de Tecnologia da Axia Energia, e que seu cronograma &#8220;reflete o cronograma de desenvolvimento do projeto, alinhado à implantação da infraestrutura e à entrada de seus clientes, permanecendo condicionada ao cumprimento de todas as etapas do processo de licenciamento e às aprovações dos órgãos competentes&#8221;. ]</p>
<p>A empresa afirmou também estar estruturando um plano de relacionamento com as comunidades vizinhas, com mapeamento de lideranças e criação de canais permanentes de diálogo, e disse que &#8220;não foi formalmente notificada pelo MPPA&#8221; até o momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/primeiro-data-center-de-ia-na-amazonia-ameaca-desregular-clima-na-regiao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ilhas de calor em bairros de Belém são, em média, 5ºC mais quentes que o Combu</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/ilhas-de-calor-em-bairros-de-belem-sao-em-media-5oc-mais-quentes-que-o-combu/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/ilhas-de-calor-em-bairros-de-belem-sao-em-media-5oc-mais-quentes-que-o-combu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 15:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[arborização]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Combu]]></category>
		<category><![CDATA[ilhas de calor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=35019</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Belem-arborizacao-Rafa-Neddermeyer-COP30-Brasil-Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A impressão de quem mora em Belém é que os dias estão cada vez mais quentes, mas isso não é só uma percepção e sim uma realidade em grande parte da cidade que irá receber a COP30 em novembro deste ano. Uma análise do InfoAmazônia com base em dados de satélite comprova que a diferença [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Belem-arborizacao-Rafa-Neddermeyer-COP30-Brasil-Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A impressão de quem mora em Belém é que os dias estão cada vez mais quentes, mas isso não é só uma percepção e sim uma realidade em grande parte da cidade que irá receber a COP30 em novembro deste ano. Uma análise do<a href="https://infoamazonia.org/2025/06/13/ilhas-de-calor-em-belem-e-manaus-sao-ate-10oc-mais-quentes-do-que-areas-vizinhas-de-floresta/" target="_blank" rel="noopener"> InfoAmazônia</a> com base em dados de satélite comprova que a diferença de temperatura entre as áreas urbanas da capital paraense e a região da Ilha do Combu, por exemplo, pode chegar a 5ºC, em média.</p>
<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Belém é a sexta capital menos arborizada do País. Os dados do satélite Landsat 8 indicam que a cobertura vegetal cobre 39,6% da cidade, o que contribui diretamente para a formação de ilhas de calor. A situação piora ainda mais devido a outros fatores comuns nas cidades, como as estruturas de concreto e asfalto que absorvem mais calor ao longo do dia, o trânsito intenso, os edifícios altos que dificultam a circulação do ar e a poluição atmosférica que cria um efeito estufa local e impede o escape do ar quente.</p>
<p>O problema é semelhante na outra metrópole amazônica: Manaus. Na capital amazonense, o InfoAmazônia detectou que a cobertura vegetal alcança 41,7% do território. No comparativo com a Reserva Florestal Adolpho Ducke, as áreas urbanas têm temperaturas 3ºC mais quentes, mas a diferença chega a 5ºC em algumas partes.</p>
<p>Sem árvores nas ruas, os amazônidas perdem não só a sombra, mas também os benefícios da evapotranspiração que ajuda a resfriar o ambiente. Especialistas defendem que uma cidade mais arborizada consegue mitigar ou até eliminar as ilhas de calor e diminuir os efeitos do aquecimento global.</p>
<blockquote><p>“Na periferia, quase não tem [árvores]. Só no Centro. Belém é conhecida como a cidade da mangueira. Mas é só no Centro”, contou o vendedor de frutas Raimundo Rodrigo do Vale.</p></blockquote>
<p>Ele trabalha no bairro da Cidade Velha onde a cobertura vegetal é de apenas 19,9%. Segundo a reportagem, a situação é ainda pior em bairros periféricos, como é o caso da Sacramenta, que é o terceiro mais quente da cidade. No local, as temperaturas são cerca de 5,5 ºC mais altas do que na Ilha do Combu, mas há pontos em que a diferença chega a 8,6ºC.</p>
<p>Ana Luíza de Araújo, integrante do grupo Defensores dos Rios Urbanos, explica que esse problema é intensificado pelo chamado “deserto florístico”</p>
<blockquote><p>“Ao construírem suas casas, as pessoas acabam desmatando, derrubando árvores para poder construir suas moradias. Mas isso também é resultado da falta de planejamento do poder público… As obras previstas para a periferia seguem muito a lógica da infraestrutura cinza, baseada em concreto e asfalto”, crítica Ana Luiza, moradora do bairro da Terra Firme, o quarto mais quente da cidade.</p></blockquote>
<p>Em nota, a Prefeitura de Belém reconheceu o problema afirmando que a principal dificuldade é a identificação de locais para plantio devido à ocupação desordenada dos bairros. Para enfrentar o desafio das ilhas de calor, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente diz que já plantou 7 mil árvores desde o início do ano e que a atual gestão reativou a Granja Modelo para a produção de mudas nativas que serão utilizadas na arborização urbana.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/ilhas-de-calor-em-bairros-de-belem-sao-em-media-5oc-mais-quentes-que-o-combu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-08-22 13:04:20 by W3 Total Cache
-->