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	<title>Ilha do Combu &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Ilha do Combu &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Ilha do Combu quer que visibilidade trazida pela COP30 se converta em investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 16:47:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[ecoturismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20251109-125745-1--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho A Ilha do combu, joia ribeirinha a apenas 15 minutos do centro de Belém, emergiu como um dos destinos mais cobiçados durante a COP30,  mostrando seu potencial de desenvolvimento sustentável e do ecoturismo no Pará. Com quase 500 famílias e mais de quatro mil habitantes, a ilha revela um ecossistema econômico vibrante, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20251109-125745-1--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>A Ilha do combu, joia ribeirinha a apenas 15 minutos do centro de Belém, emergiu como um dos destinos mais cobiçados durante a COP30,  mostrando seu potencial de desenvolvimento sustentável e do ecoturismo no Pará.</p>
<p>Com quase 500 famílias e mais de quatro mil habitantes, a ilha revela um ecossistema econômico vibrante, onde a rotina ribeirinha se harmoniza com empreendimentos inovadores, preocupados como a saúde da floresta.</p>
<p>O intenso fluxo de visitantes — que pode superar cinco mil pessoas nos finais de semana de verão — e a atenção global inédita, catapultada pela COP30, trazem a urgência de garantir que o crescimento do turismo responsável se traduza efetivamente em políticas públicas e investimentos que superem os desafios estruturais da comunidade, consolidando um modelo de desenvolvimento justo e replicável na Amazônia.</p>
<p>Edivan é atravessador e vive na ilha. Diariamente, ele leva entre 100 e 700 visitantes às diversas opções de turismo e entretenimento que existem no local. Ele conta que há períodos com maior e menor movimento, mas que a ilha recebe turistas o ano inteiro.</p>
<blockquote><p>&#8220;É 10 conto (R$ 10) pra ir e pra voltar, baratinho. A gente sabe de cabeça todos os restaurantes e ajuda os grupos sem guia de turismo quando querem ir em algum lugar. Levo gente o ano inteiro: estudantes, doutores, turistas, gente daqui mesmo que vai pra Belém trabalhar ou estudar. Num dia fraco, são umas 100 pessoas por dia, de 7h às 18h, num dia bom, passa das 700 (pessoas) facinho. Até entre janeiro e março, que chove muito, tem demanda, ela nunca falta&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Para ele, a COP30 foi divertida e trouxe aprendizados, mas espera que as atenções sejam convertidas em investimentos e qualidade de vida para quem vive e trabalha na ilha.</p>
<blockquote><p>&#8220;A maior lição é que o brasileiro sabe se virar e, por isso, a gente passa menos aperto. Aprendi a falar um pouquinho de inglês, um pouquinho de espanhol, às vezes a gente se enrola, mas sempre tem alguém no barco que também ajuda. Foram poucas viagens só com turistas, sempre tinha gente da cidade e da ilha também, então, todo mundo se entende. Eu só espero que isso também vire investimentos pra gente, que mora e trabalha aqui, viva melhor&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<h3>O pioneiro e a visita ilustre</h3>
<p>Fundada no início da década de 80, o restaurante &#8216;Saldosa Maloca&#8217; é um dos primeiros estabelecimentos da ilha. Idealizado pelo casal José Anjos e Odete Quaresma dos Santos, o local foi se adaptando ao tempo e atualmente é um &#8220;eco restaurante&#8221;, contando com biodigestores para gestão de resíduos orgânicos e sítio próprio com temperos e frutas.</p>
<figure id="attachment_39677" aria-describedby="caption-attachment-39677" style="width: 878px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-39677 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315.png" alt="" width="878" height="515" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315.png 878w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315-300x176.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315-768x450.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315-150x88.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315-450x264.png 450w" sizes="(max-width: 878px) 100vw, 878px" /><figcaption id="caption-attachment-39677" class="wp-caption-text">Vista aérea do &#8216;Saldosa Maloca&#8217;, fundado no início dos anos 80. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>O local, que também conta com uma certificação internacional de sustentabilidade, é administrado por Prazeres Quaresma, filha do casal fundador, junto com a irmã, Kelli. Para ela, a COP30 trouxe dias muito intensos e proveitosos para o local e recebeu até uma visita ilustre: a rainha Mary Elizabeth Donaldson, da Dinamarca, que acompanhou o processo de produção do açaí.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quem veio não quis só desfrutar, mas também conhecer nossa história e o que vivemos. Como fomos um dos primeiros aqui, pudemos falar da chegada da energia elétrica na ilha (ocorrida em 2011), dos nossos desafios ambientais com gestão de resíduos e água. Nós conseguimos implantar soluções para essas demandas, mas, para isso ser geral por aqui, é preciso política pública, investimento e até conscientização ambiental para os clientes e comerciantes&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Joana Vieira é gestora do Paraensíssimo, um dos mais recentes e procurados restaurantes da ilha. Após ganhar fama em todo o estado pela atuação como professora de língua portuguesa e redação, Joana desenvolveu o projeto que une gastronomia, educação e cultura marajoara no Combu, com foco no turismo sustentável.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós abrimos todos os dias, mas nos finais de semana enchia de tal forma que precisamos avisar que não podíamos mais receber ninguém. 90% dos nossos visitantes durante a COP eram turistas&#8221;, relata.</p></blockquote>
<p>Ana Laura Costa realiza agendamentos para grupos de visitantes e explica que há um sistema comunitário que integra os negócios da ilha. Esse sistema é completamente acionado quando há grupos de visitantes, visando extrair o máximo da experiência do ecoturismo sustentável e do envolvimento da comunidade.</p>
<blockquote><p>&#8220;A maioria das pessoas conhece os restaurantes, mas temos os agricultores, fabricantes de polpas, sucos. Existe um ecossistema econômico muito sólido, mas também temos centenas de pessoas que não têm acesso ao básico, como água encanada. Quem tem água faz um sistema próprio de captação, mas sabemos que é um direito básico e universal da população. Em cada roteiro a gente não mostra apenas o turístico, mas também um pouco das necessidades locais que podem ser atendidas e do impacto de cada mudança no meio ambiente em tudo o que fazemos&#8221;, conta.</p></blockquote>
<h3>Turismo responsável como legado</h3>
<p>Joana destaca que parte da conscientização ambiental passa por conhecer a realidade local e, por isso, considera tão importante incluir a agenda ambiental durante o dia a dia do seu estabelecimento.</p>
<blockquote><p>&#8220;Fazemos passeio de barco, temos opções de hospedagens e programações com bandas locais, mas, no meio de tudo isso, também destacamos a importância de proteger o meio ambiente. Temos várias sementes lançadas em cada canto, paisagem e alimento sobre o dever em cuidar não apenas da floresta, do mangue, mas de quem vive aqui. Como explicar que crianças que vivem cercadas pelas águas não possuem água potável para beber? Na minha concepção, o turismo responsável é uma ferramenta de conscientização e confronto: mostra a comunidade, aponta os problemas e também mostra o que já está sendo feito para lidar com os desafios&#8221;, frisa.</p></blockquote>
<figure id="attachment_39678" aria-describedby="caption-attachment-39678" style="width: 814px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-39678" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-1024x1024.jpeg" alt="" width="814" height="814" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-300x300.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-150x150.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-768x768.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-450x450.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39678" class="wp-caption-text">Joana Vieira e um dos pratos com peixe regional servidos no Paraensíssimo. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Prazeres pontua que a gestão ambiental e de resíduos sempre está no pensamento de quem nasceu e ganha a vida na Ilha do Combu, mas reconhece o acesso desigual às vozes da ilha. O que, segundo ela, deve ser combatido com urgência.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós somos nativos, pensamos no meio ambiente todos os dias e temos ideias e soluções aplicadas para resolver cada problema. O que falta é reconhecer o valor que a nossa palavra possui&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Ana Laura diz que o turismo comunitário responsável implanta uma semente na mente e no coração de cada visitante. Sua maior torcida é que a germinação dessa semente gere frutos como um olhar mais amoroso, consciente responsável para os locais visitados e para a própria cidade de origem de cada visitante.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando a gente se reconhece como cidadão do mundo, cai por terra o pensamento de que apenas meu quintal importa, só aquele meu quadradinho. Aqui, nós vivemos da floresta amazônica em áreas urbanas, ribeirinhas, rurais ou na floresta, mas não significa que queremos o bem do cuidado ambiental apenas para nós. Queremos que a semente do olhar responsável germine onde quer que o turista esteja: seja aqui, em outra cidade do Brasil, ou em outro país. Queremos um futuro justo com para as populações da Amazônia, do Cerrado, da Savana, de onde quer que seja necessário. Se a gente conseguir que esse estalo de pensamento, capaz de despertar essa mudança, aconteça aqui: uma parte da missão já foi cumprida&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Turistas da COP30 aproveitam a Grande Belém e &#8216;criam&#8217; novas rotas turísticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 19:04:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Ananindeua]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Ilha do Combu]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/BALNEARIOS-18-1536x1024-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os mais de 50 mil turistas aguardados para a COP30 chegaram a capital paraense criando seus próprios roteiros turísticos. Instalados em hotéis, sites de hospedagens e aplicativos como Airbnb, as delegações e demais participantes estão alojados em diversos locais da Grande Belém, girando a economia dos bairros do centro até a periferia. Evan Jenkins veio [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/BALNEARIOS-18-1536x1024-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os mais de 50 mil turistas aguardados para a COP30 chegaram a capital paraense criando seus próprios roteiros turísticos.</p>
<p>Instalados em hotéis, sites de hospedagens e aplicativos como Airbnb, as delegações e demais participantes estão alojados em diversos locais da Grande Belém, girando a economia dos bairros do centro até a periferia.</p>
<p>Evan Jenkins veio do Reino Unido e está hospedado no bairro do Guamá, na casa dos pais de um amigo, que hoje vive em Salvador. Ele conta que conheceu o paraense Daniel em projetos de democratização da saúde para comunidades carentes do Brasil.</p>
<blockquote><p>&#8220;Aprendi a falar português com o Daniel e outros amigos brasileiros, mas nunca tinha vindo até o norte, ainda mais na casa dele. De cara, fiquei aqui para economizar, mas os pais dele estão me levando a alguns locais e estou conhecendo outros que me fazem pensar como seria ter nascido aqui&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Joseanie e Lourival, pais de Daniel, dizem que ficaram um pouco temerosos com a chegada de Evan no começo, mas logo entenderam o que o visitante buscava e se sentiram mais confortáveis com sua presença.</p>
<blockquote><p>&#8220;De início, pensamos em levar ele para museus, praias, locais do centro histórico, mas ele fez alguns pedidos diferentes quando chegou&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>Evan conta que quis conhecer lugares e coisas que Daniel sempre mencionou: ir à praça perto de casa do amigo, comer a unha de caranguejo do bairro (nome dado para a coxinha, quando feita com partes da pata do crustáceo) e visitar a Ilha do Combu.</p>
<figure id="attachment_39090" aria-describedby="caption-attachment-39090" style="width: 592px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-39090 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504.jpg" alt="" width="592" height="525" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504.jpg 495w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504-300x266.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504-150x133.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504-450x399.jpg 450w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /><figcaption id="caption-attachment-39090" class="wp-caption-text">Restaurante Boá na Ilha, localizado na Ilha do Combu. Foto: Divulgação/Boá na Ilha</figcaption></figure>
<h3>Gastronomia e natureza</h3>
<p><span style="font-size: 14px; color: #333333;">Turistas como Evan estão fazendo a alegria de pessoas como Boaventura Junior, responsável pelo restaurante Boá na Ilha, localizado no Furo da Paciência, parte da Ilha do Combu. Ele conta que o movimento no local cresceu desde a Cúpula dos Líderes, que antecipou as programações da COP30, em Belém.</span></p>
<blockquote><p>&#8220;O movimento cresceu bastante. A grande diferença é que o turista quer provar de tudo um pouco, especialmente o estrangeiro&#8221;, relata.</p></blockquote>
<p>O restaurante, que une natureza e gastronomia, funciona nas sextas, sábados e domingos, de 10h às 18h, mas o proprietário diz que, além do movimento avulso, cresceu a busca feita por grupos, buscando agendamentos para passeios e programações especiais.</p>
<blockquote><p>&#8220;Geralmente o contato com os turistas é muito respeitoso, eles querem saber como comemos, de onde vem cada coisa&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Assim como Evan, Maria Huenul, do Chile, também fez questão de conhecer o entorno da capital. A chilena já conhecia a região Norte: esta é a terceira vez que ela visita um estado da Amazônia brasileira e a segunda vez no Pará.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já estive em Santarém, Monte Alegre e agora Belém. O que tenho a dizer é que a gente se sente mais próximo a cada vez que retorna à cidade. Os passeios ficam cada vez melhores: a praça no dia de domingo, o pão na padaria da esquina&#8221;, relata.</p></blockquote>
<p>Maria conta que, com a COP30, teve a oportunidade de ter uma &#8216;experiência imersiva&#8217; em Belém, morando em uma rua no bairro do Marco, meses antes do evento global.</p>
<blockquote><p>&#8220;Como trabalho remoto e precisei falar mais sobre a cidade, combinei com minha chefia de chegar aqui em maio e foi incrível. Vivi as festas juninas, as férias de julho, peguei um bronze em Outeiro, comi tapioquinha em Mosqueiro&#8230; o difícil vai ser voltar&#8221;, diz.</p></blockquote>
<h3>A cidade dentro da cidade</h3>
<p>E não é só a turista chilena que está vivendo como uma local nesta época de COP30, em Belém. Ananindeua, uma das cidades da Grande Belém, tem abrigado parte dos visitantes e observadores que vieram da República Democrática do Congo.</p>
<p>No bairro do Coqueiro, Jaques Ngoma diz que sua maior diversão na cidade é ir aos bares e igarapés nas noites de sexta-feira e sábado, e ir á feira no domingo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já provei várias caipirinhas de jambu e muita coxinha de maçaneta com suco nos bares da Praça da Bíblia e também no parque do maguari, digo, Vila Maguary&#8221;, cita.</p></blockquote>
<p>Os locais citados por Jaques estão fora do eixo turístico oficial da capital paraense, mas atraem diversos moradores de outras cidades próximas como Marituba, Castanhal e Santa Izabel.</p>
<figure id="attachment_39091" aria-describedby="caption-attachment-39091" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39091 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-768x513.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-39091" class="wp-caption-text">Parque Cultural Vila Maguary, em Ananindeua, que abriga o primeiro teatro da cidade, assim como um museu interativo e áreas de lazer. Foto: Leandro Santana/Prefeitura Municipal de Ananindeua</figcaption></figure>
<p>Jaques detalha que gosta de levar uma rotina mais regrada e, quando chegou na cidade, procurou por lugares onde pudesse fazer as compras da semana e também passear no tempo livre.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já fui à barbearia, à feira, a supermercados. A melhor parte de circular dentro do bairro é fazer amigos em lugares comuns e conhecer outros lugares. Tem um restaurante japonês aqui que tem sushi com queijo do marajó, já provou?&#8221;, questiona.</p></blockquote>
<p>Uma semana depois de Jaques, Aya Massamba também chegou à Grande Belém, mas no distrito de Icoaraci &#8211; região conhecida principalmente pelo artesanato em cerâmica.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu pesquisei um pouco e vi que é uma região conhecida pelo artesanato. Também procurei um pouco por restaurantes, mas quando encontrei o Jaques, ele me levou para lugares maravilhosos em bairros que nunca tinha ouvido falar, mas onde dancei carimbó, comi, bebi&#8221;, conta aos risos.</p></blockquote>
<figure id="attachment_39093" aria-describedby="caption-attachment-39093" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39093 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1024x693.jpg" alt="" width="814" height="551" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1024x693.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-300x203.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-768x520.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1536x1039.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-2048x1386.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-150x101.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-450x304.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1200x812.jpg 1200w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39093" class="wp-caption-text">Feira de artesanato do Paracuri, no distrito de Icoaraci. Foto: Alessandra Serrão/COMUS</figcaption></figure>
<p>Próximo ao final da primeira semana da COP30, Aya, Jaques e Evan pretendem levar seus amigos recém-chegados em Belém para roteiros feitos a partir das suas próprias experiências.</p>
<p>O local escolhido pela dupla do Congo é o restaurante Terra do Meio, em Marituba, referência local em culinária e conexão com o meio ambiente. Jaques justifica a escolha:</p>
<blockquote><p> &#8220;Fiz um amigo aqui na cidade que já foi lá. Também já segui nas redes sociais e vi que é um lugar com água gelada, tranquila e muito peixe frito com açaí, perfeito pra descansar&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Evan diz que esta frequentando diversas festas na cidade, desde o início da semana, e que pretende ir em todas que conseguir.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já fui no Palácio dos Bares, festas de aparelhagem (como Rubi e Crocodilo), roda de carimbó. Tô conhecendo tudo que puder, com direito ao churrasquinho no final&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Já Aya diz que vai encontrar com os amigos em Marituba, mas antes, ela e outras mulheres do grupo, vão em um Salão de Beleza de Icoaraci.</p>
<blockquote><p>&#8220;Vamos fazer as unhas, porque teremos uma outra semana de muito trabalho, mas vi unhas e esmaltes muito bonitos aqui no Brasil, quero experimentar também&#8221;, narra.</p></blockquote>
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		<title>Iniciativa de turismo regenerativo convida visitantes a mergulhar na bioeconomia durante a COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 13:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha de Cotijuba]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Combu]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo regenerativo em Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo responsável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/ILHA-DO-COMBU-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Nos dias 16 e 17 de novembro, o MUDA! Coletivo Brasileiro pelo Turismo Responsável convida os participantes da COP30 para a uma imersão em comunidades nas ilhas de Belém, que atuam com turismo regenerativo e bioeconomia, para inspirar novas soluções diante da crise climática. A programação composta por duas vivências acontece nas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/ILHA-DO-COMBU-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Nos dias 16 e 17 de novembro, o MUDA! Coletivo Brasileiro pelo Turismo Responsável convida os participantes da COP30 para a uma imersão em comunidades nas ilhas de Belém, que atuam com turismo regenerativo e bioeconomia, para inspirar novas soluções diante da crise climática.</p>
<p>A programação composta por duas vivências acontece nas ilhas de Cotijuba e Combu, próximas do centro da capital paraense, pretende valorizar o protagonismo de quem vive e protege a floresta todos os dias.</p>
<p>O roteiro é uma parceria do MUDA com o Movimento de Mulheres das Ilhas de Belém (MMIB) e o Comitê de Sustentabilidade da Ilha do Combu.</p>
<h3><strong>Cotijuba: ervas medicinais e quintais ancestrais</strong></h3>
<p>A primeira parada, no dia 16 de novembro, é em Cotijuba. A programação chamada ‘Um dia na ilha: Ervas medicinais e quintais ancestrais’ convida o visitante a desacelerar a rotina e se reconectar com os saberes tradicionais da Amazônia.</p>
<p>A experiência inclui uma visita ao projeto Farmácia Viva, que resgata o uso ancestral das ervas medicinais, e ao quintal produtivo da Dona Deca, no Caminho da Priprioca. O almoço será na Praia do Vai Quem Quer, com direito a uma sobremesa inovadora: o brigadeiro de priprioca, unindo sabor e aroma local.</p>
<h3><strong>Combu: sabores, bioeconomia e turismo ribeirinho</strong></h3>
<p>No dia seguinte, 17 de novembro, o destino é a Ilha do Combu, onde a vivência ‘Café da manhã no Combu: Bioeconomia, artesanato e turismo ribeirinho’ oferece uma imersão nos sabores e saberes da ilha.</p>
<p>O roteiro inclui uma visita à Casa do Chocolate da Dona Nena, referência em cacau e produção artesanal, e ao Eco Restaurante Saldosa Maloca, onde acontece a experiência Açaí Tuíra, que celebra a gastronomia local, com degustações de produtos regionais e um almoço, onde será servido peixe assado na brasa, arroz com jambu, pirão e farofa crocante.</p>
<p>A presidente do Muda!, Tatiana Paixão, defende que a COP30 deve impulsionar modelos já existentes na região e gerar impacto positivo direto nas populações locais. Ela relembra ainda que a COP29, em Baku (Azerbaijão), foi a primeira COP com um Dia do Turismo, que envolveu reuniões dedicadas ao tema.</p>
<blockquote><p>“A COP30 pode ajudar a reposicionar o turismo da Amazônia e do Brasil como força de transformação. Nós concordamos com essa urgência, mas propomos que ela seja responsável, justa e participativa, dando protagonismo para a realidade dos moradores”, disse Tatiana.</p></blockquote>
<h3><b>Como participar</b></h3>
<p>As vagas são limitadas e incluem transporte, alimentação e acompanhamento das comunidades anfitriãs. Os valores variam de R$ 600 a R$ 800 por dia, com opção de combo para os dois dias e bolsas integrais para quem não puder arcar com os custos. Para mais informações, acesse o perfil do <a href="https://www.instagram.com/coletivomudatur/" target="_blank" rel="noopener">coletivo MUDA!</a> nas redes sociais.</p>
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		<title>Ei, maninha! Espia como Belém vai te apresentar para a Amazônia durante a COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 14:50:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[cidade das mangueiras]]></category>
		<category><![CDATA[culinária]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Combu]]></category>
		<category><![CDATA[ribeirinhos]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A “COP da Floresta” chegou. Um grande evento para o mundo todo se encontrar em Belém, em plena região amazônica. É selado que muita gente vai vir pra ter contato com a mata, com a biodiversidade, com os rios e com a cultura das populações tradicionais, mas nem te conto que a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A “COP da Floresta” chegou. Um grande evento para o mundo todo se encontrar em Belém, em plena região amazônica. É selado que muita gente vai vir pra ter contato com a mata, com a biodiversidade, com os rios e com a cultura das populações tradicionais, mas nem te conto que a Amazônia que tu vai encontrar por aqui pode te surpreender ainda mais. Espia só!</p>
<p>Belém é uma metrópole amazônica. E isso já diz muita coisa. Por aqui, o concreto, a tecnologia, a modernidade e o estilo de vida urbana se misturam com as tradições dos povos da floresta, com as comunidades ribeirinhas, com os sabores das frutas que só têm aqui, com a explosão de cheiros que vai do pitiú do peixe ao aroma envolvente do patchouli, com os sons que fazem a galera tremer, e tudo isso envolvido por muito calor humano e do próprio ambiente.</p>
<p>Cada passo dado na cidade é uma oportunidade de conhecer e viver novas experiências na Amazônia. Inclusive, é bom andar com atenção pelas bandas de Nazaré e Batista Campos, que são alguns dos bairros com mais mangueiras. As árvores ajudaram a dar fama à cidade, embelezam as ruas e criam zonas com mais sombra.</p>
<figure id="attachment_31755" aria-describedby="caption-attachment-31755" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-31755 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus.jpg" alt="" width="754" height="506" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus.jpg 754w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-300x201.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-150x101.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-450x302.jpg 450w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-31755" class="wp-caption-text">As mangueiras são símbolos da paisagem da cidade. Foto: Alessandra Serrão / NID Comus / Agência Belém</figcaption></figure>
<p>Em novembro, começa a safra das mangas, então não estranha se vir muitas frutas e caroços pelas calçadas. Se tiver sorte, vai encontrar uma em boas condições pra comer na caminhada. Outros vão se queixar, já que não é incomum uma manga amassar a lataria ou quebrar o para-brisa de um carro ou mesmo cair na cabeça de qualquer desavisado.</p>
<p>É bom manter os ouvidos atentos para apreciar o linguajar que só os paraenses têm. Combinou alguma coisa, então “selou”, curtiu algo, então “foi firme”, se ouviu algo que duvida, então é “potoca”, vai embora de algum lugar, então vai “pegar o beco”. A diversidade é muito grande e cheia de nuances. Com o tempo vai entender as diferenças e as intenções por trás de um “É égua”, um “Égua, não” ou um “É-GU-A!”. Da mesma forma, vai entender que “mana” pode ser uma palavra sem gênero e que “endoidar” pode ser a melhor forma de curtir o momento.</p>
<figure id="attachment_31756" aria-describedby="caption-attachment-31756" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-31756 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-31756" class="wp-caption-text">População se expressa com o linguajar típico do Pará. Foto: Fernando Sette / Comus / Agência Belém</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">É essa linguagem única que, combinada com a criatividade e a originalidade musical, cria outro grande atrativo: a musicalidade. Ela tá por todas as partes, dos batuques no curimbó às batidas frenéticas das aparelhagens, Belém vibra no dia a dia com muitos sons, que refletem a diversidade social e cultural que vai da natureza às periferias. E, no meio disso, ainda tem o popopô dos barcos, o canto da revoada dos periquitos e o som do toró se formando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, a chuva quando cair será bem-vinda, já que em novembro a cidade ainda está na estação seca. O calor é escaldante e uma coisa é certa: tu vai ficar breado por aqui. Pra amenizar isso só um banho de rio na ilha do Combu. A travessia do rio Guamá e o contato com a floresta bem perto do centro da cidade por si só já são uma atração. Pra completar, um almoço comendo os melhores peixes acompanhado daquela tigela de açaí vão te fazer falar que foi “só o creme!”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de decisões importantes para o futuro do planeta, Belém vai proporcionar uma paisagem de cores, sons, sabores e muitas  vivências que têm tudo para marcar a memória de muita gente. Ventimbora! </span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Rota histórica impulsiona negócios de mais de 250 famílias no nordeste paraense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 15:06:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda Bacuri]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Combu]]></category>
		<category><![CDATA[IpêPorã]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Rota Amazônia Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Rota Turística Histórica Belém-Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Varanda de Nazaré]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/🗺️🌳-Nos-dias-14-e-15-de-Junho-vivenciamos-juntos-a-@rotaamazoniaatlantica-em-Augusto-Correa-PA-e1759875630931-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Rota Turística Histórica Belém-Bragança, herança dos séculos XIX e XX, conecta 13 cidades, valorizando o legado da antiga Estrada de Ferro do Ciclo da Borracha. Uma das iniciativas que compõem o circuito é a Rota Amazônia Atlântica, que convida seus visitantes a conhecer de perto a arte e a história diretamente das mãos que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/🗺️🌳-Nos-dias-14-e-15-de-Junho-vivenciamos-juntos-a-@rotaamazoniaatlantica-em-Augusto-Correa-PA-e1759875630931-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Rota Turística Histórica Belém-Bragança, herança dos séculos XIX e XX, conecta 13 cidades, valorizando o legado da antiga Estrada de Ferro do Ciclo da Borracha. Uma das iniciativas que compõem o circuito é a <a href="https://www.instagram.com/rotaamazoniaatlantica/?g=5" target="_blank" rel="noopener">Rota Amazônia Atlântica</a>, que convida seus visitantes a conhecer de perto a arte e a história diretamente das mãos que transformam a tradição em futuro.</p>
<p>O roteiro atua como um ecossistema que une comunidades, produtores, artesãos e empreendedores em torno de um propósito: valorizar a sabedoria centenária, gerar renda local e preservar a floresta em pé.</p>
<p>“Não é só visitar, é se conectar com a origem das coisas”, conta Joelma Rodrigues, secretária-executiva da rota, artesã e fundadora da loja virtual <a href="https://www.instagram.com/ipe.pora/" target="_blank" rel="noopener">Ipêporã</a>, vitrine on-line dos produtos criados por artesãs da comunidade.</p>
<p>Joelma representa cinco iniciativas ligadas à Rota Amazônia Atlântica na <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/iii-forum-varanda-da-amazonia-promove-incentivo-a-bioeconomia-na-semana-do-cirio-de-nazare/">‘Varanda da Amazônia’</a>, evento realizado no centro de Belém na semana do Círio de Nazaré, a maior procissão religiosa do mundo.</p>
<figure id="attachment_37583" aria-describedby="caption-attachment-37583" style="width: 583px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-37583" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7041-e1759875758941-300x218.jpeg" alt="" width="583" height="424" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7041-e1759875758941-300x218.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7041-e1759875758941-768x557.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7041-e1759875758941-1536x1114.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7041-e1759875758941-150x109.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7041-e1759875758941-450x326.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7041-e1759875758941-1200x870.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7041-e1759875758941.jpeg 1775w" sizes="(max-width: 583px) 100vw, 583px" /><figcaption id="caption-attachment-37583" class="wp-caption-text">Joelma e o estande da Rota Amazônia Atlântica durante a Varanda da Amazônia. Tereza Coelho/Pará Terra Boa</figcaption></figure>
<p>A artesã conta que a Rota optou por apresentar um recorte potente do que oferece aos visitantes: biojoias, cestas feitas à mão com fibras do guarumã (<em>Ischinosiphon koern</em>) feitas por mulheres da comunidade de Augusto Corrêa, além de licores e geleias produzidas pela premiada Fazenda Bacuri.</p>
<blockquote><p>“Em junho, fomos premiados com o título de segunda melhor geleia do Brasil pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com os sabores bacuri e o cupuaçu com pimenta”, conta.</p></blockquote>
<p>De forma alegre, Joelma afirma que a Fazenda Bacuri, localizada no caminho entre Bragança e Augusto Corrêa, é considerada um símbolo local da bioeconomia da floresta em pé. Com certificações orgânicas nacionais e internacionais, o espaço transforma frutas como açaí, bacuri, cupuaçu, jambo, entre outros, em produtos de alto valor agregado, respeitando os ciclos da natureza.</p>
<figure id="attachment_37584" aria-describedby="caption-attachment-37584" style="width: 570px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-37584" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7053-300x225.jpeg" alt="" width="570" height="427" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7053-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7053-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7053-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7053-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7053-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7053-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7053-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG_7053.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /><figcaption id="caption-attachment-37584" class="wp-caption-text">Kits de geleias com os dois sabores premiados: cupuaçu com pimenta e bacuri orgânico. Tereza Coelho/Pará Terra Boa</figcaption></figure>
<h3><strong>Uma rota, muitas vozes</strong></h3>
<p>Para Joelma, a força do projeto está na soma dos pequenos. Cada produto carrega uma história, parte de um movimento maior que articula turismo, economia criativa e impacto social. Tudo passa por uma curadoria e controle de qualidade local: das fibras às tinturas naturais usadas nas biojoias, passando pelo plantio das frutas que dão origem aos doces e bebidas, garantindo um rastreio ético e consistente da origem ao consumidor final.</p>
<p>Joelma conta que as visitas guiadas, que proporcionam a experiência completa, podem ser agendadas pelos perfis da <a href="https://www.instagram.com/rotaamazoniaatlantica/" target="_blank" rel="noopener">Rota</a>, <a href="https://www.instagram.com/ipe.pora/" target="_blank" rel="noopener">Ipêporã</a> ou <a href="https://www.instagram.com/fazendabacuribio/" target="_blank" rel="noopener">Fazenda Bacuri</a> nas redes sociais. Já para quem quer comprar os trabalhos produzidos por lá, mas possui menos tempo disponível, também pode procurar os parceiros como a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/fabrica-de-chocolate-na-ilha-combu-esta-preparada-para-receber-presidente-frances/" target="_blank" rel="noopener">Dona Nena Chocolates, na Ilha do Combu.</a></p>
<h3>De malas prontas para a COP30</h3>
<blockquote><p>“Já estamos com tudo preparado para a COP30: produtos certificados, embalagens sustentáveis e design pensado para o mundo”, revela.</p></blockquote>
<p>Joelma adianta que as produções da Rota terão espaço garantido na COP30 graças ao seu grande trunfo: a conexão. Ela diz que a iniciativa possui parcerias com Sebrae, Embrapa, Ministério do Turismo e governos municipais, que já garantiram a presença desses empreendimentos na Conferência, trazendo a possibilidade de ganhos ainda maiores para a comunidade.</p>
<blockquote><p>“A visibilidade cresceu muito. Hoje somos reconhecidos nacionalmente, e o interesse por nossos produtos e pelo nosso modelo de produção sustentável só aumenta. Estamos indo do Peru ao Mato Grosso do Sul, passando por Rio e por São Paulo. É o Brasil redescobrindo a Amazônia pelo que ela tem de mais precioso: seu povo”, afirma Joelma.</p></blockquote>
<h3><strong>Impacto real</strong></h3>
<p>Atualmente, mais de 250 famílias são beneficiadas pela Rota. Joelma explica que o número cresce a cada ano conforme novos empreendimentos aderem ao modelo. O sistema desenvolvido pelo grupo beneficia artesãos, agricultores, extrativistas, pequenos produtores e empreendedores que encontraram no turismo de experiência uma nova forma de gerar renda, com propósito e identidade.</p>
<p>Outro marco importante para a jornada de reconhecimento é a Rota Amazônia Atlântica ser finalista do Prêmio Braztoa de Sustentabilidade, que reconhece e impulsiona práticas inovadoras e responsáveis no turismo em todo o Brasil. Confiante e agradecida, Joelma frisa, mais uma vez, o princípio comunitário da iniciativa como diferencial. Os vencedores serão anunciados em uma cerimônia especial no mês de dezembro, na capital paraense.</p>
<blockquote><p>“Somos mais que uma iniciativa turística, mas uma rede viva que transforma as riquezas da floresta em dignidade e futuro”, conclui.</p></blockquote>
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		<title>Tecnologia e ancestralidade: Ilha do Combú ganha 5G e Rota Turística</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 14:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Claro]]></category>
		<category><![CDATA[conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[IHS]]></category>
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		<category><![CDATA[Vivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Ilha do Combú, localizada a apenas 1,5 km da orla de Belém, consolida-se como um polo de turismo sustentável e de inclusão digital às vésperas da COP30. A comunidade ribeirinha da ilha, que abriga cerca de 600 famílias, ganhou conectividade inédita com a instalação da primeira torre de telefonia móvel (com sinais 4G e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Ilha do Combú, localizada a apenas 1,5 km da orla de Belém, consolida-se como um polo de turismo sustentável e de inclusão digital às vésperas da COP30.</p>
<p>A comunidade ribeirinha da ilha, que abriga cerca de 600 famílias, ganhou conectividade inédita com a instalação da primeira torre de telefonia móvel (com sinais 4G e 5G). A torre, de 60 metros, foi um projeto de infraestrutura compartilhada entre Vivo, Claro, TIM e IHS, com o governo do Pará atuando como facilitador.</p>
<blockquote><p>“Esta é uma solução sem precedentes na Ilha do Combú, que se beneficiou de todas as operadoras estarem no projeto desde o seu princípio. Conectividade, neste contexto, significa inclusão social, apoio a políticas públicas e menos impacto ambiental pelo compartilhamento — um modelo que queremos replicar em outras regiões da Amazônia”, disse o diretor da IHS, Rafael Podestà.</p></blockquote>
<p>Paralelamente à melhoria da infraestrutura digital, foi lançada recentemente a Rota Combú, um projeto de turismo de base comunitária elaborado pelo Sebrae Nacional, Sebrae Pará e a comunidade local.</p>
<p>A 15 minutos de barco de Belém, a ilha é famosa pelos restaurantes à beira do rio, banhos em igarapés e culinária típica. O projeto vem para criar um produto turístico estruturado, que convide o visitante a permanecer dois ou três dias na ilha, vivenciando tudo o que ela tem a oferecer, em substituição aos passeios curtos, de meio período, que até então estavam à disposição dos visitantes da região.</p>
<p>A Rota é composta por 14 empreendimentos que vão desde a agroecologia na fabricação de artesanatos até uma cooperativa de barqueiros que atua no transporte fluvial e passeios entre Belém e Combu, passando por artesanatos, ateliês, trilhas, quintais produtivos, hospedagem e diversas vivências culturais e experiências apresentadas por empreendedores locais, que estão prontos para receber turistas internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ilhas de calor em bairros de Belém são, em média, 5ºC mais quentes que o Combu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 15:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[arborização]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Belem-arborizacao-Rafa-Neddermeyer-COP30-Brasil-Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A impressão de quem mora em Belém é que os dias estão cada vez mais quentes, mas isso não é só uma percepção e sim uma realidade em grande parte da cidade que irá receber a COP30 em novembro deste ano. Uma análise do InfoAmazônia com base em dados de satélite comprova que a diferença [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Belem-arborizacao-Rafa-Neddermeyer-COP30-Brasil-Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A impressão de quem mora em Belém é que os dias estão cada vez mais quentes, mas isso não é só uma percepção e sim uma realidade em grande parte da cidade que irá receber a COP30 em novembro deste ano. Uma análise do<a href="https://infoamazonia.org/2025/06/13/ilhas-de-calor-em-belem-e-manaus-sao-ate-10oc-mais-quentes-do-que-areas-vizinhas-de-floresta/" target="_blank" rel="noopener"> InfoAmazônia</a> com base em dados de satélite comprova que a diferença de temperatura entre as áreas urbanas da capital paraense e a região da Ilha do Combu, por exemplo, pode chegar a 5ºC, em média.</p>
<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Belém é a sexta capital menos arborizada do País. Os dados do satélite Landsat 8 indicam que a cobertura vegetal cobre 39,6% da cidade, o que contribui diretamente para a formação de ilhas de calor. A situação piora ainda mais devido a outros fatores comuns nas cidades, como as estruturas de concreto e asfalto que absorvem mais calor ao longo do dia, o trânsito intenso, os edifícios altos que dificultam a circulação do ar e a poluição atmosférica que cria um efeito estufa local e impede o escape do ar quente.</p>
<p>O problema é semelhante na outra metrópole amazônica: Manaus. Na capital amazonense, o InfoAmazônia detectou que a cobertura vegetal alcança 41,7% do território. No comparativo com a Reserva Florestal Adolpho Ducke, as áreas urbanas têm temperaturas 3ºC mais quentes, mas a diferença chega a 5ºC em algumas partes.</p>
<p>Sem árvores nas ruas, os amazônidas perdem não só a sombra, mas também os benefícios da evapotranspiração que ajuda a resfriar o ambiente. Especialistas defendem que uma cidade mais arborizada consegue mitigar ou até eliminar as ilhas de calor e diminuir os efeitos do aquecimento global.</p>
<blockquote><p>“Na periferia, quase não tem [árvores]. Só no Centro. Belém é conhecida como a cidade da mangueira. Mas é só no Centro”, contou o vendedor de frutas Raimundo Rodrigo do Vale.</p></blockquote>
<p>Ele trabalha no bairro da Cidade Velha onde a cobertura vegetal é de apenas 19,9%. Segundo a reportagem, a situação é ainda pior em bairros periféricos, como é o caso da Sacramenta, que é o terceiro mais quente da cidade. No local, as temperaturas são cerca de 5,5 ºC mais altas do que na Ilha do Combu, mas há pontos em que a diferença chega a 8,6ºC.</p>
<p>Ana Luíza de Araújo, integrante do grupo Defensores dos Rios Urbanos, explica que esse problema é intensificado pelo chamado “deserto florístico”</p>
<blockquote><p>“Ao construírem suas casas, as pessoas acabam desmatando, derrubando árvores para poder construir suas moradias. Mas isso também é resultado da falta de planejamento do poder público… As obras previstas para a periferia seguem muito a lógica da infraestrutura cinza, baseada em concreto e asfalto”, crítica Ana Luiza, moradora do bairro da Terra Firme, o quarto mais quente da cidade.</p></blockquote>
<p>Em nota, a Prefeitura de Belém reconheceu o problema afirmando que a principal dificuldade é a identificação de locais para plantio devido à ocupação desordenada dos bairros. Para enfrentar o desafio das ilhas de calor, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente diz que já plantou 7 mil árvores desde o início do ano e que a atual gestão reativou a Granja Modelo para a produção de mudas nativas que serão utilizadas na arborização urbana.</p>
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		<title>Ilha do Combu é declarada Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 14:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Combu]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural e Imaterial]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/Ilha_do_Combu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Ilha do Combu, um dos destinos mais emblemáticos e queridos de Belém, agora é Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Pará. A decisão, aprovada pela Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), na terça-feira, 27, reconhece a  importância histórica, cultural, natural e econômica da ilha, localizada às margens do Rio Guamá, a poucos minutos de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/Ilha_do_Combu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Ilha do Combu, um dos destinos mais emblemáticos e queridos de Belém, agora é Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Pará. A decisão, aprovada pela Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), na terça-feira, 27, reconhece a  importância histórica, cultural, natural e econômica da ilha, localizada às margens do Rio Guamá, a poucos minutos de barco da capital paraense.</p>
<p>O reconhecimento abrange diversos aspectos que tornam a Ilha do Combu única. A rica gastronomia local, com seus restaurantes ribeirinhos que oferecem pratos tradicionais da culinária paraense, é um dos pilares desse patrimônio. Os famosos chocolates orgânicos produzidos na ilha, a partir do cacau nativo cultivado de forma sustentável pelas comunidades locais, também foram destacados, representando um modelo de bioeconomia e valorização da floresta.</p>
<p>Outro aspecto reconhecido é o turismo de base comunitária que floresce na ilha, oferecendo aos visitantes experiências autênticas em contato com a natureza  e o modo de vida ribeirinho. Os barqueiros, responsáveis pelo transporte e pela conexão da ilha com a cidade, também foram reconhecidos como parte fundamental dessa identidade cultural.</p>
<p>O projeto de lei que concedeu o título à Ilha do Combu valoriza não apenas os produtos e serviços, mas principalmente os saberes e fazeres das comunidades que habitam a ilha e que são as verdadeiras guardiãs desse patrimônio.</p>
<p>A iniciativa busca fortalecer a identidade local, promover o desenvolvimento sustentável e garantir a preservação ambiental e cultural da região para as futuras gerações.</p>
<p>Com o reconhecimento oficial, espera-se um impulso ainda maior para o turismo consciente e para a valorização dos produtos locais, como o cacau e o açaí, além de fortalecer as políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade de vida dos moradores e a conservação ambiental da Ilha do Combu.</p>
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		<title>Água potável e saneamento são desafios para moradores da Ilha do Combu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 20:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Combu]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorre em novembro, em Belém, vai mobilizar o mundo para buscar soluções para conter o aquecimento global. Em meio a esse grande evento, a cidade-sede enfrenta também desafios em relação às questões ambientais com grande parte do seu território ainda sem cobertura de serviços [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorre em novembro, em Belém, vai mobilizar o mundo para buscar soluções para conter o aquecimento global. Em meio a esse grande evento, a cidade-sede enfrenta também desafios em relação às questões ambientais com grande parte do seu território ainda sem cobertura de serviços de abastecimento de água e saneamento.</p>
<p>Na Ilha do Combu, que é uma das 39 ilhas que cobrem 65% da área da capital paraense, o acesso a serviços básicos ainda é um sonho para grande parte dos moradores. Mesmo cercado de água, o comerciante Rosivaldo de Oliveira Quaresma, 49 anos, diz que precisa atravessar diariamente para o continente para comprar água mineral e manter o funcionamento do restaurante que tem.</p>
<blockquote><p>“Alguns turistas acham que a gente usa água do rio para fazer suco, para bater açaí. Aí a gente fala que a nossa água é desses tambores de 20 litros, e que é caro para a gente, mas não tem outra opção. Então, o consumo geralmente é água mineral”, explica.</p></blockquote>
<p>As dificuldades enfrentadas por Rosivaldo são as mesmas de outros moradores que não têm como bancar a construção de um sistema independente de tratamento de água e esgoto. A saída é bombear a água rio Guamá para tratar com hipoclorito de sódio para utilizar na lavagem de louças, roupas e nos banheiros, enquanto que a água mineral é usada no consumo e no preparo de alimentos.</p>
<p>Outras famílias encontraram soluções mais adequadas à realidade local. A professora aposentada Ana Maria de Souza, 61 anos, por exemplo, decidiu construir uma fossa ecológica proposta por um projeto da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra).</p>
<p>Nesse sistema são usados tanques de evapotranspiração de baixo custo feitos com entulhos e pneus, além de fáceis de encontrar na região. Os dejetos percorrem diferentes materiais colonizados por bactérias que promovem uma digestão do esgoto sem a necessidade de oxigênio. Já as plantas têm a função de absorver os líquidos devolvendo a água limpa à atmosfera pela evapotranspiração.</p>
<blockquote><p>“Eu posso dizer que eu estou muito feliz, porque eu também tenho a fossa ecológica na minha casa”, conta a moradora.</p></blockquote>
<p>Mas além da falta de saneamento básico, a Ilha do Combu tem também desafios de conservação. Protegida desde 1997 como área de proteção ambiental (APA), a ilha ainda não conta com um plano de manejo nem recebeu obras e investimentos da COP30.</p>
<p>O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-bio), que é responsável pela gestão da APA, informou que o plano de manejo para orientar o uso sustentável dos recursos naturais da ilha e definir o ordenamento territorial está em elaboração e prestes a ser concluído.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Lula e Macron devem assinar acordos para proteção das florestas e apoio à bioeconomia em Belém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 19:21:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[proteção das florestas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Lula-e-Macron-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Começa por Belém na próxima terça-feira, 26, a primeira visita do presidente da França, Emmanuel Macron, ao Brasil. A vinda à Amazônia será acompanhada pelo presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e deve envolver a discussão de temas relacionados à bioeconomia, à proteção da floresta e aos povos indígenas, além de anuncio de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Lula-e-Macron-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Começa por Belém na próxima terça-feira, 26, a primeira visita do presidente da França, Emmanuel Macron, ao Brasil. A vinda à Amazônia será acompanhada pelo presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e deve envolver a discussão de temas relacionados à bioeconomia, à proteção da floresta e aos povos indígenas, além de anuncio de acordos bilaterais e financiamento de ações na região.</p>
<p>Os detalhes da agenda na capital paraense ainda não foram divulgados, porém já se sabe que os compromissos devem começar pela Ilha do Combu, conforme apurou <a href="https://www.oliberal.com/politica/governo-confirma-visita-de-macron-ao-combu-em-belem-na-proxima-terca-26-1.794730" target="_blank" rel="noopener">O Liberal</a>. No local, o líder francês deve conhecer a <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/chocolate-da-ilha-do-combu-e-tesouro-da-bioeconomia-do-para/">fabrica de chocolate e o cultivo de cacau nativo realizado pela Dona Nena</a>, responsável pelo empreendimento Filha do Combu.</p>
<p>O contato com o negócio, considerado um modelo de bioeconomia, deve servir como um estimulo para a assinatura de um acordo de cooperação nessa área, como foi antecipado pelo governador do Pará, Helder Barbalho, após a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/veja-o-que-se-sabe-sobre-a-visita-do-presidente-da-franca-a-belem/">visita do embaixador francês, Emmanuel Lenain, no mês passado</a>.</p>
<p>Ainda na Ilha do Combu, Macron e o presidente Lula devem se encontrar com lideranças indígenas, entre eles o cacique Raoni, segundo informações da <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/03/franca-nao-planeja-doar-para-fundo-amazonia-durante-visita-de-macron-apesar-de-pedido-do-brasil.shtml" target="_blank" rel="noopener">Folha de SP</a>. O objetivo deve ser o anúncio de doação de recursos para a preservação florestal em projetos promovidos por populações indígenas, como informou reportagem do <a href="https://www.estadao.com.br/internacional/macron-quer-jantar-com-chico-buarque-e-fazer-caminhada-na-avenida-paulista/" target="_blank" rel="noopener">Estado do SP</a>.</p>
<p>A razão desse investimento seria porque a França não pretende fazer doações diretas ao Fundo Amazônia, apesar da promessa feita pela então chanceler Catherine Colonna em fevereiro de 2023. Fontes ouvidas pela Folha afirmam que o governo francês prefere investir em um fundo da Organização das Nações Unidas (ONU) que pode destinar os recursos tanto em proteção da biodiversidade quanto em combate à pobreza.</p>
<p>Ainda assim, a agenda em Belém deve contar com um anuncio importante. Segundo o Estadão, está previsto um financiamento de R$ 100 milhões da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), envolvendo o Banco da Amazônia e o Bando Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p>Em <a href="https://twitter.com/franceaubresil/status/1771165208033075609" target="_blank" rel="noopener">publicação no X</a>, a Embaixada da França confirmou a vinda do presidente  a Belém, “expressando o compromisso da França ao lado do Brasil de para proteger a Amazônia, a biodiversidade e os povos indígenas”.</p>
<p>A expectativa é que cerca de 15 acordos bilaterais sejam assinados durante os três dias de vista que se estenderá ainda por Brasília (DF), Rio de Janeiro e São Paulo (SP).</p>
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