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	<title>IICA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Bioeconomia tem potencial para integrar países amazônicos, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 20:37:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[IICA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Portfolio-biodiversidade_Credito-Grazi-Caliman-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Poderoso motor para gerar renda e combater a pobreza na Amazônia, a bioeconomia tem sido apresentada como uma janela de oportunidade para a região, ganhando cada vez mais espaço e relevância em diversos setores que visam a transição do modelo produtivo atual. A pesquisa “Bioeconomia e Sociobiodiversidade Amazônica: um potencial eixo de integração dos países [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Portfolio-biodiversidade_Credito-Grazi-Caliman-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Poderoso motor para gerar renda e combater a pobreza na Amazônia, a bioeconomia tem sido apresentada como uma janela de oportunidade para a região, ganhando cada vez mais espaço e relevância em diversos setores que visam a transição do modelo produtivo atual.</p>
<p>A pesquisa “Bioeconomia e Sociobiodiversidade Amazônica: um potencial eixo de integração dos países da panamazônia” é, nesse sentido, uma importante contribuição ao trazer recomendações e instrumentos que pretendem amparar ações e políticas públicas na região.</p>
<p>Realizada pelo IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia)  em parceria com o IICA (Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura), o estudo aponta que para que a bioeconomia amazônica e de países da Panamazônia seja eficiente e sustentável é necessário “construir suas bases de forma a garantir o fim do desmatamento, o fortalecimento de práticas e culturas tradicionais locais, diversificar a produção valorizando a biodiversidade,  frear o avanço das monoculturas, distribuir os benefícios de forma justa e tomar decisões com comunidades locais”.</p>
<blockquote><p>&#8220;O desenvolvimento de uma bioeconomia justa e sustentável é estratégico aos governos Panamazônicos do ponto de vista de cooperação internacional e dos compromissos assumidos em agendas compartilhadas internacionalmente, como o Acordo de Paris e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030”, lembra o coordenador da Região Sul e Representante do IICA no Brasil.</p></blockquote>
<p>Para diretora adjunta de pesquisa do IPAM, Patrícia Pinho, é emblemático que o estudo seja lançado em um momento em que o Rio Grande do Sul sofre impactos de uma crise climática sem precedentes no estado: &#8220;uma crise que se tornou também humanitária”, segundo ela.</p>
<p>Pinho ressaltou a importância de ver a bioeconomia na região como alternativa sustentável. A diretora lembrou que 10 milhões de pessoas na Amazônia têm sofrido de dois a três eventos climáticos extremos.</p>
<blockquote><p>“Secas que ocorriam a cada 100 anos estão retornando de três a cinco anos”, relatou.</p></blockquote>
<p>Para a presidente da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Silvia Massruhá, é preciso destacou o enorme avanço [por meio do estudo] sobre a questão da bioeconomia e sociobiodiversidade na Amazônia.</p>
<blockquote><p>&#8220;Agora devemos nos organizar na integração dos países panamazônicos”, disse ela, acrescentando que o trabalho pode auxiliar as instituições nesta tarefa.</p></blockquote>
<p>Segundo Patrícia Pinho, a bioeconomia já está se consolidando em diferentes regiões da panamazônia. Para ela, é fundamental que haja uma ação inclusiva, participativa, coordenada e integrada entre os países amazônicos.</p>
<blockquote><p>“O envolvimento de atores diversos garante não apenas a regulamentação e geração de dados, mas também a criação de um contexto que assegure o desenvolvimento sustentável ambiental, social e economicamente em um cenário de crise climática”, explicou.</p></blockquote>
<p><a href="https://ipam.org.br/bibliotecas/bioeconomia-e-sociobiodiversidade-amazonica-um-potencial-de-eixo-de-integracao-dos-paises-da-panamazonia/" target="_blank" rel="noopener">O estudo pode ser acessado aqui.</a></p>
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		<title>Cacique do Pará recebe prêmio internacional por empreender e conservar na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 14:31:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[cacique]]></category>
		<category><![CDATA[conservação]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[IICA]]></category>
		<category><![CDATA[Katia Silene Tonkyre]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cacique-paraense-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) vai premiar a indígena Katia Silene Tonkyre, cacique da aldeia Akratikatejé (PA), por suas iniciativas de organização e empenho para empreender, coletar e produzir e, ao mesmo tempo, educar e conscientizar sobre a importância da conservação e da proteção do meio ambiente na Amazônia. O prêmio [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cacique-paraense-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) vai premiar a indígena Katia Silene Tonkyre, cacique da aldeia Akratikatejé (PA), por suas iniciativas de organização e empenho para empreender, coletar e produzir e, ao mesmo tempo, educar e conscientizar sobre a importância da conservação e da proteção do meio ambiente na Amazônia. O prêmio deverá ser entregue em abril, em evento na Costa Rica, sede do IICA.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1578359&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1578359&amp;o=node" /></p>
<p>Líder de uma aldeia na qual vivem 85 indígenas de 23 famílias da etnia Gavião da Montanha, dedicadas principalmente à coleta, produção e venda de castanhas e de pescado, mel e frutas, Katia receberá o prêmio A Alma da Ruralidade, além de ser convidada pelo IICA a participar de diversas instâncias consultivas do organismo especializado em desenvolvimento agropecuário e rural.</p>
<blockquote><p>“Trata-se de um reconhecimento aos que cumprem um duplo papel insubstituível: ser avalistas da segurança alimentar e nutricional e, ao mesmo tempo, guardiões da biodiversidade do planeta pela produção em qualquer circunstância. O reconhecimento também tem a função de destacar a capacidade de promover exemplos positivos para as zonas rurais”, disse o diretor-geral do IICA, Manuel Otero.</p></blockquote>
<p>No âmbito do programa Líderes da Ruralidade, o IICA trabalha para que o reconhecimento facilite a criação de vínculos com organismos oficiais, da sociedade civil e do setor privado para obter apoio para suas causas.</p>
<p>Katia Silene Tonkyre é a primeira mulher cacique da aldeia Akratikatejé, situada no Pará, na região norte do Brasil. É filha do respeitado cacique Payaré, um lutador pelos direitos dos indígenas já falecido, que implantou na aldeia o conceito de empreendedorismo e de produzir sem agredir a natureza, beneficiando a comunidade com a organização, a coleta e a produção de castanhas, maracujá, açaí, cacau, cupuaçu e outras frutas amazônicas, além de mel, animais e criação de peixes, o que gera empregos e receitas.</p>
<blockquote><p>“Eu não concordo quando alguém diz que é necessário destruir a floresta para criar gado ou investir em soja. Nós queremos alcançar um projeto sustentável e queremos crescer, mas não destruindo a natureza. Nós valorizamos os nossos produtos. Não é necessário destruir. É possível conciliar as duas coisas, fazer o projeto e manter a floresta em pé, utilizá-la. A floresta nos dá uma farmácia verde e rica, temos os nossos animais e temos a nossa floresta”, diz Katia.</p></blockquote>
<p>Katia continuou e aperfeiçoou o legado de seus antepassads, ampliando-o para a realização de parcerias e de ações que contribuíram para o bem-estar da comunidade.</p>
<blockquote><p>“A natureza, a floresta, somos nós. Nós somos a Amazônia, nós somos a floresta. Quando uma árvore morre, morre uma parte de nós, pois somos as raízes dessa floresta. E a castanha é o nosso ouro; também temos açaí, cacau e peixes, e agregamos valor à nossa produção sem agredir a natureza”, contou a cacique.</p></blockquote>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
</div>
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