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	<title>Ideflor-Bio &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Ideflor-Bio &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Safra sustentável da castanha-do-pará na Flota Trombetas projeta movimentar R$ 2 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 14:32:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[extrativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/castanha-do-para2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No oeste do Pará, mais precisamente entre Óbidos e Oriximiná, os portões da Floresta Estadual (Flota) Trombetas se abriram para um ritual que une sobrevivência e conservação. No último sábado, 7, a base do Jamaracaru, sob a gestão do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio), foi o palco da abertura oficial [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/castanha-do-para2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No oeste do Pará, mais precisamente entre Óbidos e Oriximiná, os portões da Floresta Estadual (Flota) Trombetas se abriram para um ritual que une sobrevivência e conservação. No último sábado, 7, a base do Jamaracaru, sob a gestão do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio), foi o palco da abertura oficial da safra da castanha-do-pará, reunindo centenas de extrativistas em um momento em que a economia encontra seu pulsar mais ancestral.</p>
<p>Para os mais de 600 extrativistas cadastrados, o acesso à floresta é a formalização de um pilar da bioeconomia paraense. Ali, a exploração não é predatória, mas planejada, o que garante a continuidade de uma prática tradicional que sustenta famílias, fortalece as comunidades locais e mantém a floresta em pé.</p>
<p>A assessora de Gestão do Ideflor-Bio, Lena Pinto, sintetizou o espírito da iniciativa:</p>
<blockquote><p>“São mais de 600 extrativistas trabalhando de forma legal, gerando renda, fortalecendo comunidades e protegendo a Amazônia. Isso é bioeconomia na prática”, disse.</p></blockquote>
<p>A expectativa financeira é tão robusta quanto as castanheiras: projeta-se uma arrecadação superior a R$ 2 milhões nesta safra.</p>
<blockquote><p>“Essa é uma oportunidade ímpar para a geração de renda e o fortalecimento da bioeconomia no estado, ao mesmo tempo em que reforça a necessidade de um trabalho responsável, que preserve o meio ambiente e respeite as comunidades tradicionais&#8221;, afirmou Lena.</p></blockquote>
<h3>O &#8220;Ano Novo&#8221; da floresta</h3>
<p>Para quem carrega o cesto nas costas, o simbolismo é profundo. Raquel da Silva Sampaio, extrativista local, traduziu a emoção da retomada.</p>
<blockquote><p>“O coração está a mil. Como costumamos dizer, o nosso ano novo começa hoje, com essa abertura, porque a partir de agora a gente vai começar a ter renda na nossa mesa. Somos muito gratos à parceria com o Ideflor-Bio, que nos últimos anos tem sido maravilhosa.”</p></blockquote>
<p>Cidiane Sampaio, presidente da Associação Mista Agrícola Extrativista dos Moradores da Comunidade Jamaracaru e Região (Acaje), confirmou o otimismo e o preparo da comunidade para o novo ciclo. Já o veterano Cornélio Ferreira de Oliveira, que percorre esses ramais desde 1984, celebrou a organização atual:</p>
<blockquote><p>“Estou aqui desde 1984 fazendo esse trabalho. Esse momento da abertura dos portões é sempre muito esperado. Estamos felizes com essa parceria com o Ideflor-Bio, porque agora as coisas seguem mais organizadas.”</p></blockquote>
<h3>Do ouriço ao saco</h3>
<p>O processo extrativista segue o cronograma da natureza. Após a queda natural dos ouriços (frutos da Bertholletia excelsa) entre dezembro e janeiro, inicia-se o trabalho manual: coleta, quebra, retirada das amêndoas, secagem e ensacamento.</p>
<p>Ronaldson Farias, gerente da Calha Norte II, prevê a extração de cerca de quatro mil sacos de castanha este ano. Para garantir a segurança e a eficiência, o planejamento contou com a atualização cadastral dos trabalhadores e o apoio crucial da Polícia Ambiental no monitoramento da entrada na unidade.</p>
<h3>Ciência e parceria no chão da floresta</h3>
<p>A Flota Trombetas não é apenas um celeiro de castanhas; é um laboratório vivo. O diretor Ellivelton Carvalho ressalta que a unidade é estratégica para a pesquisa científica e o avanço do conhecimento sobre a biodiversidade amazônica.</p>
<p>O sucesso da operação é fruto de uma rede de colaboração entre Ideflor-Bio, a 1ª Companhia Independente de Polícia Ambiental (CIPAmb), a associação Acaje e as prefeituras de Óbidos e Oriximiná.</p>
<blockquote><p>“A preservação da área permite avanços no conhecimento científico e gera benefícios diretos às populações locais, que dependem dos recursos naturais para sua subsistência. O extrativismo sustentável da castanha-do-pará na Flota Trombetas se consolida, assim, como exemplo de desenvolvimento responsável, capaz de gerar renda e proteger a Amazônia para as atuais e futuras gerações”, conclui Carvalho.</p></blockquote>
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		<title>Pará alcança 88 mil hectares de áreas protegidas com novas Unidades de Conservação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 13:39:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Bosque Municipal Mata do Bacurizal]]></category>
		<category><![CDATA[Bosque Municipal Pedro Desingrini]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade de Conservação Lago Caraparu]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades de conservação no Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/20260107194440-GC00073802-F00283572E-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com apoio técnico do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), o Pará criou mais três Unidades de Conservação municipais (UCs), totalizando 42 em todo o Estado. O principal objetivo dessas unidades é integrar a proteção da biodiversidade e o desenvolvimento das economias locais, mantendo a floresta em pé. Entre as três novas unidades, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/20260107194440-GC00073802-F00283572E-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com apoio técnico do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), o Pará criou mais três Unidades de Conservação municipais (UCs), totalizando 42 em todo o Estado. O principal objetivo dessas unidades é integrar a proteção da biodiversidade e o desenvolvimento das economias locais, mantendo a floresta em pé.</p>
<p>Entre as três novas unidades, duas estão no Arquipélago do Marajó e uma no nordeste do Estado. No município de Salvaterra, no Marajó, foram criados o Bosque Municipal Mata do Bacurizal e a Unidade de Conservação Lago Caraparu. Já em Concórdia do Pará, nordeste do Estado, a novidade é a proteção ao Bosque Municipal Pedro Desingrini.</p>
<p>As novas áreas garantem a proteção de fragmentos de vegetação nativa, recursos hídricos e paisagens naturais, além de abrir espaço para atividades de turismo de base comunitária e educação ambiental.</p>
<p>Jocilete Freitas, analista do Ideflor-Bio, explica que esses espaços contribuem com a preservação da fauna e da flora, e a conservação de nascentes e rios, além de incentivarem a sensibilização ambiental entre as comunidades.</p>
<blockquote><p>“Essas Unidades de Conservação são fundamentais para a integração efetiva dos mais de 140 municípios do Pará às políticas ambientais nacionais. Significa um ganho importante para todos os agentes envolvidos, que alcançam mais proteção e capacidade de uma fiscalização adequada”, diz.</p></blockquote>
<p>Das 42 Unidades de Conservação Municipais existentes no Pará atualmente,19 são classificadas como áreas de Proteção Integral e 23 de Uso Sustentável. Os 88 mil hectares já protegidos estão distribuídos em diferentes regiões do Estado, levando e fortalecendo a presença da política ambiental junto aos povos que vivem nesses territórios.</p>
<p>No entanto, o Ideflor-Bio explica que este número pode aumentar ainda mais nos próximos anos, com o apoio a mais de 50 municípios interessados em criar áreas protegidas.</p>
<blockquote><p>“Esse sinaliza um interesse real em fazer parte das políticas públicas e a ver elas como algo positivo para a população. Sabemos que existe o interesse da população, do mercado e do poder público, mas ver a espontaneidade em criar novas UCs é sempre muito positivo porque fortalece o patrimônio natural do Pará e cria caminhos para um desenvolvimento sustentável de longo prazo”, diz.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/novo-programa-da-protagonismo-as-comunidades-na-conservacao-da-amazonia/" target="_top">Novo programa dá protagonismo às comunidades na conservação da Amazônia</a></strong></p>
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		<title>Viveiros no Marajó promovem recuperação de áreas degradadas e geram renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 14:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[#agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[Marajó]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Sistemas Agroflorestais]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/viveiros_agrofloresta_Marajo-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Arquipélago do Marajó está se transformando em um polo de sustentabilidade e geração de renda com a instalação de seis novos viveiros pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio). A iniciativa, implementada no primeiro semestre de 2025, tem como foco impulsionar a bioeconomia local e a recuperação de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/viveiros_agrofloresta_Marajo-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Arquipélago do Marajó está se transformando em um polo de sustentabilidade e geração de renda com a instalação de seis novos viveiros pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio). A iniciativa, implementada no primeiro semestre de 2025, tem como foco impulsionar a bioeconomia local e a recuperação de áreas degradadas, fornecendo mais de 100 mil mudas por ano para agricultores familiares.</p>
<p>O trabalho do Ideflor-Bio atende diretamente ao Projeto Sistemas Agroflorestais (PROSAF), promovendo o cultivo de espécies nativas e frutíferas de alto valor econômico. O agricultor Jovanildo Teles destaca o impacto direto da ação.</p>
<blockquote><p>“Isso garante a possibilidade de uma muda de qualidade e próximo de suas propriedades rurais. Além de diminuir a quase zero o investimento em mudas para o agricultor, já que elas serão doadas”, ressaltou.</p></blockquote>
<p>Para o diretor Vicente Neto, a ação do Ideflor-Bio representa um avanço importante na recuperação de áreas degradadas, unindo os componentes social, econômico e ambiental.</p>
<blockquote><p>“Essas atividades estão dentro de uma proposta que engloba os componentes social, econômico e ambiental, com o envolvimento de famílias,  geração de renda e contribuição ambiental, por meio da recuperação dessas áreas que foram degradadas”, pontuou o diretor.</p></blockquote>
<p>A estrutura dos viveiros, feita com ferro galvanizado e um sistema de irrigação por aspersão, assegura a proteção ideal e a qualidade das mudas produzidas.</p>
<p>A gerente do Escritório Regional do Marajó Oriental, Osiane Barbosa, ressalta que os seis novos viveiros implantados na porção leste do arquipélago impulsionam a bioeconomia da região. Já o engenheiro florestal do Ideflor-Bio, Daniel Francês, destacou que o último viveiro foi instalado em julho, no município de Muaná, e que a iniciativa inclui treinamento para técnicos e agricultores familiares.</p>
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		<title>Projeto fortalece ecoturismo comunitário na Calha Norte do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 15:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Calha Norte]]></category>
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		<category><![CDATA[ecotuismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[Oriximiná]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/ecoturismo2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio) e a Maritaka Expeditions promoveram uma ação para fortalecer o turismo sustentável na região da Calha Norte do Pará. A iniciativa, Projeto “Ecoturismo com Povos e Comunidades Tradicionais da Calha Norte”, teve sua primeira etapa entre 14 e 25 de maio com o curso [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/ecoturismo2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio) e a Maritaka Expeditions promoveram uma ação para fortalecer o turismo sustentável na região da Calha Norte do Pará. A iniciativa, Projeto “Ecoturismo com Povos e Comunidades Tradicionais da Calha Norte”, teve sua primeira etapa entre 14 e 25 de maio com o curso “Ecoturismo e Observação de Animais Silvestres”, ministrado pelo guia Frederico Crema Leis.</p>
<p>O ecoturismo comunitário contribui para a permanência dos povos tradicionais em seus territórios, reduzindo pressões como desmatamento e exploração predatória. Ao integrar conservação e valorização cultural, o projeto reforça um modelo de desenvolvimento baseado na sustentabilidade e no respeito aos saberes locais.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), o segmento cresce mais de 20% ao ano. A observação de vida silvestre movimenta bilhões de dólares, promovendo conservação e gerando emprego. A Calha Norte do Pará possui diversidade biológica e cultural para se tornar referência internacional.</p>
<p>A capacitação ocorreu inicialmente em Oriximiná, reunindo cerca de 60 participantes, incluindo estudantes universitários, lideranças indígenas e quilombolas. Os temas abordados foram fundamentos do ecoturismo, técnicas de observação de aves e mamíferos silvestres, e uso de aplicativos para mapeamento da avifauna local. O curso incluiu atividades práticas em campo, permitindo contato com a biodiversidade da região.</p>
<figure id="attachment_34329" aria-describedby="caption-attachment-34329" style="width: 731px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-34329" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/ecoturismo-300x196.webp" alt="" width="731" height="477" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/ecoturismo-300x196.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/ecoturismo-768x501.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/ecoturismo-150x98.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/ecoturismo-450x294.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/ecoturismo.webp 860w" sizes="(max-width: 731px) 100vw, 731px" /><figcaption id="caption-attachment-34329" class="wp-caption-text">Foto: Fred Crema/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Depois, o curso seguiu para a comunidade de Jaramacaru, próxima à Floresta Estadual do Trombetas, Unidade de Conservação (UC) gerida pelo Ideflor-Bio. A floresta é conhecida pela extração de castanha-do-pará e sementes de cumaru, e abriga ecossistemas e espécies como onças, macacos e aves.</p>
<p>“O curso foi uma oportunidade de escuta e troca de saberes. A comunidade demonstrou grande interesse pelo turismo de base comunitária como forma de proteger seu território e gerar renda a partir de seus próprios conhecimentos”, afirma Claudia Kahwage, técnica em gestão ambiental do Ideflro-Bio, que acompanhou a atividade em campo.</p>
<h3>Bioeconomia</h3>
<p>A ação integra um conjunto de metas do projeto financiado pelo Fundo de Compensação Ambiental do Estado do Pará (FCA), gerido pelo Ideflor-Bio, com foco em valorização cultural, conservação ambiental e desenvolvimento de alternativas econômicas sustentáveis.</p>
<p>Os objetivos principais incluem capacitação de guias comunitários, mapeamento de áreas com potencial turístico, implantação de infraestrutura de apoio com bioconstrução e desenvolvimento de produtos turísticos, como protocolos comunitários e catálogos gastronômicos.</p>
<p>“O projeto é demonstração de que é possível promover a conservação da floresta ao mesmo tempo em que se fortalece a autonomia das comunidades tradicionais. Estamos incentivando o protagonismo local como caminho para um futuro sustentável na Amazônia”, disse Nilson Pinto, presidente do Ideflor-Bio.</p>
<p>A atuação do Instituto na Calha Norte abrange um dos maiores mosaicos de áreas protegidas do mundo, incluindo a Estação Ecológica (Esec) Grão-Pará. Essas áreas, somadas às terras indígenas e quilombolas, compõem um território essencial para a regulação climática global e a preservação de modos de vida ancestrais.</p>
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		<title>Abertura da safra da castanha-do-pará reforça bioeconomia na Floresta Estadual do Trombetas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 18:24:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Estadual do Trombetas]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/castanha3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A safra 2024 da castanha-do-pará na Floresta Estadual (Flota) do Trombetas, localizada entre os municípios de Óbidos e Oriximiná, na região oeste paraense, foi oficialmente aberta no domingo, 2.  Mais de 600 extrativistas cadastrados no Ideflor-Bio estão autorizados a acessar a floresta para a coleta da castanha, garantindo a continuidade de uma prática tradicional que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/castanha3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A safra 2024 da castanha-do-pará na Floresta Estadual (Flota) do Trombetas, localizada entre os municípios de Óbidos e Oriximiná, na região oeste paraense, foi oficialmente aberta no domingo, 2.  Mais de 600 extrativistas cadastrados no Ideflor-Bio estão autorizados a acessar a floresta para a coleta da castanha, garantindo a continuidade de uma prática tradicional que gera renda para as comunidades locais e fortalece a bioeconomia regional.</p>
<p>Na safra do ano passado, foram coletadas aproximadamente 450 toneladas do produto. De acordo com o gerente da Região Administrativa da Calha Norte II (GRCNII), Ronaldison Farias, a expectativa para este ano é que 4 mil sacos de castanha sejam extraídos da UC.</p>
<blockquote><p>&#8220;Com a atualização do cadastro dos extrativistas e o apoio da Polícia Ambiental no monitoramento da entrada, o planejamento segue dentro do esperado, garantindo um manejo seguro e eficiente”, afirmou</p></blockquote>
<figure id="attachment_32991" aria-describedby="caption-attachment-32991" style="width: 723px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-32991" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha-300x200.webp" alt="" width="723" height="482" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha-300x200.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha-768x513.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha-150x100.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha-450x300.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha.webp 860w" sizes="(max-width: 723px) 100vw, 723px" /><figcaption id="caption-attachment-32991" class="wp-caption-text">Mais de 600 extrativistas cadastrados no Ideflor-Bio estão autorizados a acessar a floresta para a coleta da castanha,. Foto: João Vitor Santos / Ascom Ideflor-Bio</figcaption></figure>
<p>A atividade extrativista é permitida na Flota Trombetas por se tratar de uma UC de Uso Sustentável, onde é possível o manejo de produtos da biodiversidade, desde que respeitadas as diretrizes ambientais.</p>
<blockquote>
<blockquote><p>“Essa é uma oportunidade ímpar para a geração de renda e o fortalecimento da bioeconomia no estado do Pará. Ao mesmo tempo, é essencial que essa atividade seja realizada de forma responsável e sustentável, preservando o meio ambiente e respeitando as comunidades tradicionais que dependem desses recursos naturais para sua subsistência”, destacou o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto.</p></blockquote>
</blockquote>
<p>A coleta da castanha ocorre após a queda dos frutos da castanheira (Bertholletia excelsa), conhecidos como ouriços, que acontece entre os meses de dezembro e janeiro. O processo de extração envolve a coleta dos ouriços, sua quebra e a separação das castanhas, que passam por secagem antes de serem ensacadas e comercializadas.</p>
<h3>Monitoramento</h3>
<p>A parceria entre o Ideflor-Bio, a 1ª Companhia Independente de Polícia Ambiental (CIPAmb), a Acaje e as prefeituras de Óbidos e Oriximiná tem sido fundamental para assegurar que a atividade extrativista ocorra de forma ordenada e sustentável. O monitoramento contínuo realizado na Base do Jaramacaru garante que a coleta respeite os limites ambientais e favoreça a conservação da floresta.</p>
<p>Além do extrativismo, a Flota Trombetas desempenha um papel estratégico na pesquisa científica, atraindo estudiosos interessados na biodiversidade amazônica. A preservação da floresta permite a continuidade de estudos sobre ecossistemas e cadeias produtivas sustentáveis, beneficiando tanto a ciência quanto às populações locais.</p>
<p>A abertura da safra reforça a importância do modelo de bioeconomia adotado no Pará, que busca aliar desenvolvimento econômico à conservação ambiental.</p>
<blockquote><p>“O extrativismo sustentável mantém a floresta em pé e produtiva, garantindo que os recursos naturais sejam utilizados de forma equilibrada. O trabalho conjunto entre governo e comunidades tradicionais é essencial para o sucesso dessa atividade”, concluiu o gerente Ronaldison Farias.</p></blockquote>
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		<title>Pará cria em Almeirim o Parque Estadual das Árvores Gigantes da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 14:50:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Almerim]]></category>
		<category><![CDATA[angelim-vermelho]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Estadual (Flota) do Paru]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[unidade de conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/arvores_gigante2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará acaba de ganhar uma nova área protegida: o Parque Estadual das Árvores Gigantes da Amazônia. Localizado em Almeirim, no oeste paraense, o parque abriga árvores gigantes, incluindo um exemplar de angelim-vermelho com 88,5 metros de altura, considerada a maior árvore do Brasil e da América Latina, e uma das dez maiores do mundo. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/arvores_gigante2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará acaba de ganhar uma nova área protegida: o Parque Estadual das Árvores Gigantes da Amazônia. Localizado em Almeirim, no oeste paraense, o parque abriga árvores gigantes, incluindo um exemplar de angelim-vermelho com 88,5 metros de altura, considerada a maior árvore do Brasil e da América Latina, e uma das dez maiores do mundo.</p>
<p>Com 560 mil hectares, a área será gerenciada pelo Ideflor-Bio e tem como objetivo proteger a biodiversidade local e promover o ecoturismo. O governador Helder Barbalho assinou o decreto que oficializa a criação do parque na  segunda-feira ,30.</p>
<p>Esta é a 29ª UC sob a gestão do órgão, que busca equilibrar a proteção da biodiversidade com o uso sustentável dos recursos naturais.</p>
<p>A criação da nova área protegida deriva de uma porção da Floresta Estadual (Flota) do Paru, que teve sua área reduzida de 3.612.914 hectares para 3.052.914 hectares com o decreto.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Parque Estadual das Árvores Gigantes da Amazônia é um marco na preservação da nossa biodiversidade, garantindo que espécies únicas e de grande relevância ecológica continuem existindo para as futuras gerações”, afirmou o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto.</p></blockquote>
<p>Segundo ele, a iniciativa é um passo fundamental para o fortalecimento da proteção ambiental no Pará, associando a conservação à geração de conhecimento científico.</p>
<p>O diretor de Gestão da Biodiversidade do Ideflor-Bio, Crisomar Lobato, destacou a importância da nova UC para o desenvolvimento do turismo sustentável e da pesquisa científica.</p>
<blockquote><p>“A criação do Parque oferece oportunidades para estudos aprofundados sobre as espécies que habitam a região e para a implementação de projetos de turismo ecológico que respeitem o meio ambiente e gerem renda para as comunidades locais”, enfatizou.</p></blockquote>
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		<title>Ideflor-Bio mobiliza população de Almeirim para proteção de &#8216;Árvores Gigantes da Amazônia&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 14:37:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[árvores gigantes]]></category>
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		<category><![CDATA[Floresta Estadual Paru]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/arvore_gigante1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A comunidade de Almeirim, no oeste paraense, está sendo convidada a participar de um momento histórico: a criação de uma Unidade de Conservação para proteger as famosas Árvores Gigantes da Amazônia. O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio) está à frente da iniciativa e promoveu uma série de visitas a instituições locais para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/arvore_gigante1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A comunidade de Almeirim, no oeste paraense, está sendo convidada a participar de um momento histórico: a criação de uma Unidade de Conservação para proteger as famosas Árvores Gigantes da Amazônia. O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio) está à frente da iniciativa e promoveu uma série de visitas a instituições locais para mobilizar a população para a Consulta Pública que acontecerá amanhã, 11.</p>
<p>O objetivo é transformar parte da Floresta Estadual do Paru em uma área de proteção integral, garantindo a preservação de espécies como o Angelim vermelho, que podem chegar a 88,5 metros de altura. Segundo Nilson Pinto, presidente do Ideflor-Bio, “a participação da comunidade é fundamental para garantir que esse patrimônio natural seja preservado para as futuras gerações”.</p>
<p>A criação da nova Unidade de Conservação trará diversos benefícios para a região, como o impulso ao ecoturismo e a geração de renda para a comunidade local. Além disso, a medida contribuirá para a conservação da biodiversidade e para o equilíbrio climático global.</p>
<p>A Consulta Pública é uma oportunidade para a população expressar sua opinião sobre a criação da nova área protegida. A participação de todos os setores da sociedade, desde moradores e estudantes até empresários e representantes de órgãos públicos, é fundamental para garantir o sucesso da iniciativa.</p>
<blockquote><p>A proteção das Árvores Gigantes da Amazônia é um compromisso com as futuras gerações. Estamos falando de exemplares únicos, como o Angelim vermelho (Dinizia excelsa Ducke), com alturas acima de 70 metros, incluindo a árvore mais alta da América Latina, com 88,5 metros. Portanto, a Consulta Pública é uma oportunidade para que todos se envolvam na preservação desse patrimônio natural inestimável”, frisou  o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto.</p></blockquote>
<p data-sourcepos="25:1-25:95">
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		<title>Agentes agroflorestais indígenas têm formação para plantio sem queima no Alto Rio Guamá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 16:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agroflorestas]]></category>
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		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Alto Rio Guamá]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/agrofloresta_AltoRioGuama-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Agentes agroflorestais indígenas do Alto Rio Guamá, no Pará, receberam, na segunda-feira, 2, certificados do curso &#8220;Agroecologia em Terras Indígenas: preparo de área de plantio”. Nele, eles aprenderam algo fundamental, principalmente, em temporadas de seca como a que o Brasil vive hoje: preparar o solo sem utilizar a queima, técnica sustentável que evita a emissão [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/agrofloresta_AltoRioGuama-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Agentes agroflorestais indígenas do Alto Rio Guamá, no Pará, receberam, na segunda-feira, 2, certificados do curso &#8220;Agroecologia em Terras Indígenas: preparo de área de plantio”. Nele, eles aprenderam algo fundamental, principalmente, em temporadas de seca como a que o Brasil vive hoje: preparar o solo sem utilizar a queima, técnica sustentável que evita a emissão de gases de efeito estufa e promove a preservação da matéria orgânica do solo.</p>
<p>O curso faz parte do Projeto Apoio à Gestão e Restauração Florestal da Terra Indígena Alto Rio Guamá, financiado pelo Fundo de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Fundeflor) com o objetivo de capacitar 120 agentes agroflorestais indígenas, distribuídos em dois polos de aldeias: Santa Luzia do Pará e Paragominas.</p>
<p>Promovida pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), em parceria com a ONG Aldeia Cabana e o Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa e Desenvolvimento Agrícola (Cirad) do governo francês, a ação ocorreu nas aldeias Cajueiro, Tekohaw e Canindé, no município de Paragominas.</p>
<p>Nas seis aldeias beneficiadas pelo projeto, cada grupo de 20 agentes será responsável por implementar um hectare de agrofloresta, contribuindo para a restauração ecológica e para a cadeia produtiva de mudas e sementes florestais no Pará.</p>
<blockquote><p>“Estamos ensinando os indígenas a plantarem sem queimar. Neste momento de emergência ambiental, o aprendizado da instalação da agrofloresta sem queima é fundamental para o desenvolvimento sustentável”, afirmou a técnica do Ideflor-Bio e coordenadora da ação, Cláudia Kawhage.</p></blockquote>
<p>Entre os benefícios das agroflorestas destacam-se a redução da emissão de gases de efeito estufa e o sequestro de carbono. Ao evitar a queima, a emissão de dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄) e óxidos de nitrogênio (NOₓ) é significativamente reduzida. Além disso, as árvores e plantas presentes nesses sistemas capturam CO₂ da atmosfera, armazenando carbono em sua biomassa e no solo, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas.</p>
<p>Outro benefício é a melhora da qualidade do solo, que, sem a queima, preserva sua matéria orgânica. Isso resulta em maior fertilidade e capacidade de retenção de água, além de promover a biodiversidade do solo. A cobertura vegetal constante das agroflorestas também ajuda a reduzir a erosão, protegendo o solo contra a degradação e evitando a liberação de carbono estocado no solo para a atmosfera.</p>
<h3>Resistência a mudanças climáticas</h3>
<p>A biodiversidade e a resiliência dos ecossistemas são fortalecidas pelas agroflorestas, que promovem a variedade de plantas, insetos e outros animais, criando ambientes mais equilibrados e resistentes às mudanças climáticas. Esses sistemas também ajudam a regular o microclima, controlando a temperatura local e a umidade, o que beneficia o crescimento das culturas e reduz a necessidade de irrigação.</p>
<p>Durante o curso, os indígenas também discutiram sobre a soberania e segurança alimentar em suas aldeias, com foco na conservação da agrobiodiversidade e na manutenção da cultura alimentar ancestral. O consumo crescente de alimentos industrializados, transgênicos e com agrotóxicos foi apontado como uma ameaça à saúde nas aldeias, reforçando a importância de preservar os modos tradicionais de cultivo e alimentação.</p>
<p>O Ideflor-Bio atua na Terra Indígena Alto Rio Guamá, uma das regiões biogeográficas mais ameaçadas de perda de biodiversidade na Amazônia. Embora 33% do território já tenha sido desmatado, a área ainda abriga o último grande e contínuo de floresta primária do nordeste paraense, servindo de refúgio para várias espécies ameaçadas de extinção.</p>
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		<title>Novo santuário de árvores gigantes na Amazônia é revelado no oeste do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 20:37:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[Floresta Estadual (Flota) do Paru]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[santuário]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/angelim-vermelho7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um novo santuário de árvores gigantes foi revelado na Floresta Estadual (Flota) do Paru, no oeste paraense. mesmo local onde há dois anos houve a descoberta de um angelim-vermelho (Dinizia excelsa) de 88,5 metros de altura e 3,15 metros de diâmetro. E o melhor, a maior árvore da América do Sul e a quarta maior [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/angelim-vermelho7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um novo santuário de árvores gigantes foi revelado na Floresta Estadual (Flota) do Paru, no oeste paraense. mesmo local onde há dois anos houve a descoberta de um angelim-vermelho (Dinizia excelsa) de 88,5 metros de altura e 3,15 metros de diâmetro. E o melhor, a maior árvore da América do Sul e a quarta maior do mundo não estava sozinha: os cientistas descobriram próximo dela pelo menos mais 38 outras árvores de grande porte, duas delas com mais de 80 metros de altura.</p>
<p>Organizada pelo Governo do Pará, por meio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), em parceria com o Instituto Federal do Amapá (IFAP), a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e com financiamento do Andes Amazon Fund (AAF). uma nova expedição foi realizada, em maio deste ano, para aprofundar análises físicas e biológicas na região, o que levou à descoberta de um novo santuário de árvores gigantes.</p>
<p>A expedição revelou novos exemplares de árvores gigantes, incluindo angelins-vermelhos e outras espécies, com alturas superiores a 65 metros. O maior espécime registrado mede aproximadamente 73 metros de altura e 3 metros de diâmetro. Os achados indicam que a ocorrência de árvores gigantes é mais frequente e dispersa do que se esperava, aumentando a necessidade de proteger uma vasta extensão de floresta primária.</p>
<p>Para a engenheira florestal e técnica do Ideflor-Bio, Luciana Santos, a Flota do Paru, como UC de Uso Sustentável, exemplifica a importância da recategorização parcial da área para a Proteção Integral. A especialista destaca, ainda, a necessidade de preservar esses santuários e garantir a proteção da biodiversidade amazônica.</p>
<blockquote><p>“Isso mostra o quanto devemos preservar realmente esses santuários, e mostra a importância do IDEFLOR-Bio enquanto órgão, recategorizar parcialmente essa área em uma nova categoria, de proteção integral. O estado precisa continuar presente na proteção da biodiversidade amazônica, uma biodiversidade grande”, afirmou Luciana Santos.</p></blockquote>
<figure id="attachment_29790" aria-describedby="caption-attachment-29790" style="width: 623px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class=" wp-image-29790" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/expedicao_arvore_gigante-300x200.jpg" alt="" width="623" height="415" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/expedicao_arvore_gigante-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/expedicao_arvore_gigante-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/expedicao_arvore_gigante-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/expedicao_arvore_gigante-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/expedicao_arvore_gigante.jpg 800w" sizes="(max-width: 623px) 100vw, 623px" /><figcaption id="caption-attachment-29790" class="wp-caption-text">Equipe da expedição que realizaou análises físicas e biológicas na região e descobriu um novo santuário de árvores gigante. Foto: Fernando Sette</figcaption></figure>
<p>Para o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, a descoberta do angelim-vermelho é um testemunho da grandiosidade e biodiversidade da Amazônia e simboliza a importância da preservação desse ecossistema único.</p>
<blockquote><p>“Essa árvore monumental não só é a maior da América do Sul, mas também simboliza a importância da preservação desse ecossistema único. A recente expedição de 2024 reforça nosso compromisso em proteger essas áreas prioritárias, e a criação de uma área protegida dedicada às árvores gigantes é um passo crucial. O Governo do Pará, por meio do Ideflor-Bio, assim como nossos parceiros, está determinado a garantir que essas maravilhas naturais sejam preservadas para as futuras gerações”, enfatizou.</p></blockquote>
<h3>Nova Unidade de Conservação</h3>
<p>A póxima etapa no processo de criação da UC das Árvores Gigantes será a realização de consultas públicas com os moradores do Distrito de Monte Dourado, em Almeirim, e que abrange essa porção da floresta. Essa ação busca assegurar que a comunidade local esteja envolvida e informada sobre os benefícios e objetivos da nova área protegida.</p>
<p>O Projeto “Árvores Gigantes Para Uma Nova Era &#8211; Áreas Protegidas no Estado do Pará” apoia essas ações, levando assistência técnica aos órgãos ambientais do estado e buscando fortalecer outras UCs no Pará. O superintendente de Inovação e Desenvolvimento Institucional da FAS, Victor Salviati, destaca que a recategorização parcial da Flota do Paru representa o compromisso do estado com a conservação da Amazônia.</p>
<blockquote><p>“É uma honra para a FAS prover apoio técnico e buscar parceiros financiadores para intensificar as ações de conservação e proteção no estado do Pará. A recategorização parcial da Flota é muito simbólica e representa o comprometimento do estado com a conservação da Amazônia”, ressaltou Victor Salviati</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Parceria vai fortalecer o ecoturismo em Unidades de Conservação no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 14:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[Setur]]></category>
		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[unidades de conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/Parque-estadual-Monte-Alegre-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), Nilson Pinto, e o secretário de Estado de Turismo, Eduardo Costa, se reuniram na segunda-feira, 3, para tratar sobre estratégias de fortalecimento do ecoturismo nas Unidades de Conservação (UCs). O foco principal da reunião foi a promoção do turismo sustentável em diversas áreas protegidas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/Parque-estadual-Monte-Alegre-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="container">
<div class="row pb-3 justify-content-center">
<article class="col-12 col-xxl-8 col-xl-9 col-lg-11 pt-4 pb-4">
<div class="txt_noticia">
<p>O presidente do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), Nilson Pinto, e o secretário de Estado de Turismo, Eduardo Costa, se reuniram na segunda-feira, 3, para tratar sobre estratégias de fortalecimento do ecoturismo nas Unidades de Conservação (UCs). O foco principal da reunião foi a promoção do turismo sustentável em diversas áreas protegidas sob a gestão do Estado.</p>
<p>Entre as UCs abordadas no encontro, destaca-se o Parque Estadual do Utinga &#8220;Camillo Vianna&#8221;, em Belém, o Parque Estadual da Serra dos Martírios/Andorinhas, em São Geraldo do Araguaia, o Parque Estadual de Monte Alegre, o Refúgio de Vida Silvestre (Revis) Metrópole da Amazônia, na Grande Belém e a Área de Proteção Ambiental (APA) Arquipélago do Marajó. Essas áreas são reconhecidas por sua riqueza natural e pelo grande potencial turístico.</p>
<p>Durante a reunião, Nilson Pinto apresentou um relato detalhado das ações recentes do Ideflor-Bio na área do ecoturismo. Entre as medidas implementadas estão a sinalização de trilhas, a abertura de novos corredores ecológicos e a realização de cursos de capacitação. Essas iniciativas visam aprimorar a experiência dos turistas e garantir maior segurança para os praticantes de atividades ao ar livre.</p>
<p>Nilson Pinto ressaltou o compromisso do Ideflor-Bio em fomentar o ecoturismo nas UCs e destacou a importância da parceria com a Secretaria de Estado de Turismo (Setur).</p>
<blockquote><p>&#8220;As UCs administradas pelo Ideflor-Bio são espaços fundamentais para a prática do ecoturismo. Com a contribuição da Setur, vamos ampliar significativamente essa atividade em nossas áreas protegidas&#8221;, disse ele.</p></blockquote>
<h3><strong>Cooperação</strong></h3>
<p>Para o titular da Setur,  a meta é transformar as UCs do Pará em destinos turísticos de referência, proporcionando uma experiência enriquecedora e segura aos turistas.</p>
<blockquote><p>&#8220;A reunião foi extremamente produtiva. Teremos uma integração de ações para turismo de natureza na APA Ilha do Combu, nos parques estaduais do Utinga, de Monte Alegre e da Serra dos Martírios/Andorinhas. As qualificações promovidas pelo turismo como condutor de trilhas, observação de aves e de pesca esportiva serão voltadas para o atendimento ao turista em unidades de conservação&#8221;, pontuou o secretário.</p></blockquote>
<p>Outro ponto discutido durante o encontro foi a realização do Congresso Brasileiro de Ecoturismo e Turismo de Aventura no Pará. O evento é considerado um dos mais importantes fóruns de discussão do setor, que reúne empresários, gestores, consultores, acadêmicos, ativistas, guias e condutores de todo o país.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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