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	<title>Hydro-Alunorte &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Rios amazônicos ainda sofrem com rejeitos tóxicos de indústrias estrangeiras em Barcarena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sidney Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 18:13:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Barcarena-Foto-Semas-PA-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Sidney Alves Várias evidências já demonstram o quanto nossos rios amazônicos, sobretudo os que banham o Estado do Pará, estão ficando poluídos. Para entender melhor essa realidade, o Pará Terra Boa conversou com dois pesquisadores do Estado, Eduardo Martinelli e Simone Pereira, ambos da Universidade Federal do Pará (UFPA). Engenheira química, especialista em Educação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Barcarena-Foto-Semas-PA-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Sidney Alves</em></p>
<p>Várias evidências já demonstram o quanto nossos rios amazônicos, sobretudo os que banham o Estado do Pará, estão ficando poluídos. Para entender melhor essa realidade, o <strong>Pará Terra Boa</strong> conversou com dois pesquisadores do Estado, Eduardo Martinelli e Simone Pereira, ambos da Universidade Federal do Pará (UFPA).</p>
<p>Engenheira química, especialista em Educação e Problemas Regionais (UFPA) e doutora em Química pela UFBA, Simone citou várias causas, como o mercúrio do garimpo ilegal, a falta de saneamento básico em vários municípios do Estado, o desmatamento, as queimadas, o avanço do agronegócio sobre as áreas de proteção ambiental e o despejo de rejeitos poluentes de empresas estrangeiras, algumas delas de países com forte política ambiental, instaladas em nosso Pará, especialmente em Barcarena.</p>
<p>É bom lembrar que Barcarena viveu em 2018 uma tragédia ambiental com o vazamento de bauxita extraída pela Hydro-Alunorte. Na época, uma perícia do Instituto Evaldo Chagas constatou a existência de um duto clandestino que conduzia resíduos poluentes para cursos d’água na região.</p>
<blockquote><p>“Em primeiro lugar, tem todos os elementos que envolvem a questão da mineração, basicamente ligado ao mercúrio e o arsênio que são usados nas áreas de garimpos. Logo depois, eu cito a falta de uma estrutura do saneamento básico em várias cidades do Pará, inclusive em Belém, causando uma saturação de matéria orgânica que é jogada nos rios. Depois temos as indústrias presentes no Pará e que de uma maneira geral, e sem qualquer tipo de tratamento, jogam todos os resíduos na floresta e nos rios. Além desses elementos, também cito as queimadas, os desmatamentos e com o avanço do agronegócio em várias localidades da floresta amazônica”, listou a professora.</p></blockquote>
<p>Biólogo, doutor em oceanografia e professor associado do Instituto de Geociências da UFPA em Belém, Eduardo Martinelli reforça o impacto ambiental causado pelo garimpo.</p>
<blockquote><p>“As alterações causadas pelo garimpo, ou por atividades de mineração, que ocorrem nos solos da floresta amazônica, geram resíduos que alcançam os rios e os igarapés, causando inevitáveis impactos ambientais”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Sobre a sujeira deixada pelos estrangeiros em nosso território, Simone alertou sobre o que tem ocorrido no município Barcarena nos últimos anos em seu polo de indústrias.</p>
<blockquote><p>“Eu posso citar os exemplos de empresas provenientes de países que discursam sobre a questão da preservação ao meio ambiente, mas que têm atitudes completamente contrárias quando se instalam aqui na Amazônia. Uma delas é a Hydro-Alunorte, que processa a bauxita para obter a alumina, usada pela Albrás na produção de alumínio metálico. A empresa é de origem norueguesa, que possui uma tradição na defesa da questão ambiental, mas que mantém um depósito de rejeito com 40 milhões de toneladas de lama vermelha, cujo efluente (<em>dejeto líquido</em>) acaba sendo lançado sem tratamento para a retirada dos elementos tóxicos nos rios da região&#8221;, contou.</p></blockquote>
<p>Além da empresa norueguesa, o caso da francesa Imerys é outra evidência de descaso ambiental com o meio ambiente paraense.</p>
<blockquote><p>Outro exemplo é a empresa Imerys RCC, de capital francês, que processa o caulim para a fabricação de pigmento, produzindo um rejeito rico em bário, que é um elemento tóxico. Ambas processam os minérios, fabricam seus produtos e deixam seus rejeitos aqui na Amazônia”, alertou a professora.</p></blockquote>
<p>A pesquisadora coordena pesquisas do Laboratório de Química Analítica e Ambiental (LAQUANAM) da UFPA ligadas à contaminação dos rios da Amazônia por elementos tóxicos.</p>
<blockquote><p>“Por exemplo, é muito comum encontrar ferro e alumínio nas águas da maioria dos rios amazônicos em teores acima do máximo permitido pela legislação brasileira. Esta anomalia se dá pelas características geoquímicas da região, onde o alumínio e o ferro se encontram em concentrações elevadas na maioria dos ecossistemas, afirmou.</p></blockquote>
<p>Um caso peculiar pesquisado, segundo Simone, é o da foz do Rio Amazonas, que é o maior rio em volume de água no mundo. Um dos estudos identificou altas concentrações de alumínio, cobre, manganês e chumbo no Canal Norte. Já no Canal Sul, arsênio, alumínio e manganês.</p>
<blockquote><p>A foz do rio Amazonas é um local que concentra todo o aporte dos elementos químicos da maioria dos afluentes do rio Amazonas e quando chegam na sua foz podem estar mais concentrados. Então, fica difícil explicar o porquê destes elementos químicos estarem em altas concentrações na foz do rio Amazonas sem saber exatamente qual a sua origem que pode ser natural ou antrópica”, explicou.</p></blockquote>
<p>Além da mineração e demais fatores poluentes dos rios, o professor Eduardo Martinelli cita também a agropecuária.</p>
<blockquote><p>“O transporte de insumos da agropecuária (fertilizantes e agrotóxicos) ocorre por meio da água da chuva para os rios e causam preocupação por contaminar a água”, pontuou.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:<br />
</strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/rios-contaminados-ferem-orgulho-do-paraense-no-dia-mundial-da-agua/"><strong>Rios contaminados ferem orgulho do paraense no Dia Mundial da Água</strong></a><br />
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