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	<title>hidromel &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Versão 100% amazônica do hidromel gera renda para 300 comunidades da agricultura familiar no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 17:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/hidromel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma versão 100% amazônica do hidromel está gerando renda para 300 comunidades da agricultura familiar no Pará.  Tudo porque a engenheira de produção Ana Lídia Zoni, vinculada à Embrapa Amazônia Oriental, resolveu usar o mel produzido por abelhas sem ferrão na feitura da bebida catalogada como a mais antiga do mundo. Uma solução lucrativa, sustentável [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/hidromel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma versão 100% amazônica do hidromel está gerando renda para 300 comunidades da agricultura familiar no Pará.  Tudo porque a engenheira de produção Ana Lídia Zoni, vinculada à Embrapa Amazônia Oriental, resolveu usar o mel produzido por abelhas sem ferrão na feitura da bebida catalogada como a mais antiga do mundo. Uma solução lucrativa, sustentável e de valorização da indústria de base para o escoamento do mel, que, por ter 40% a mais de água do que o produzido pelas abelhas com ferrão e um teor de acidez mais alto, tinha sua comercialização dificultada.</p>
<p>Hoje, por meio de duas empresas incubadas dentro do Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá (PCT Guamá), são produzidos cerca de cinco mil litros da hidromel por ano, o que pode, ainda em 2024, chegar aos 25 mil litros.</p>
<p>Essa produção é realizada por cerca de 300 comunidades da agricultura familiar de diferentes municípios paraenses, o que envolve o trabalho de quase três mil pessoas assistidas por órgãos como Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), pela própria Embrapa e que obtém renda de pelo menos um salário mínimo com uma atuação que não apenas preserva o meio ambiente, mas o multiplica.</p>
<p>A pesquisadora e CEO da Hidromel Uruçun, Ana Lídia, afirma que viu uma lacuna de mercado e decidiu comprar o mel e transformá-lo em hidromel. Ela afirma que há 30 anos essas abelhas sem ferrão estavam em extinção e, desde então vem sendo feito um trabalho para mantê-las.</p>
<blockquote><p>&#8220;Fico muito feliz em favorecer essa cadeia. As abelhas são responsáveis por 85% de toda a base de cadeia vegetal do mundo, então por que não apoiar um negócio desse, já que a gente trabalha com a bioeconomia, com a defesa da natureza? A gente batalha não só para manter a floresta em pé, mas para multiplicar a floresta, a gente trabalha com lado social, ambiental e economico, porque é totalmente sustentável, e pela polinização as abelhas ajudam a aumentar em até 40% a produção de açaí ou de outras plantas. São vários os ganhos, a gente consegue beneficiar mulheres, mães chefes de família&#8221;, diz Ana Lídia, à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/53172/bebida-100-amazonica-desenvolvida-no-pct-guama-significa-renda-para-300-comunidades-da-agricultura-familiar" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará.</a></p></blockquote>
<p>De acordo com ela, que pode ser encontrado nos melhores pontos de Belém, participou de três internacionalizações na Alemanha, no Panamá, na Africa do Sul.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente consegue valorizar a indústria de transformação quando o que a gente vê são matérias primas saindo daqui. Trabalhamos com os insumos amazônicos e garantir que a renda permaneça aqui&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p>A pesquisadora acredita que há muitas outras potencialidades no estado a serem exploradas e a academia pode se envolver mais nisso, ainda mais em vésperas de COP30, que vai acontecer em 2025, em Belém.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente vem fazendo convite a quem está nas universidades que pesquise mais, que se disponha a descobrir todas as riquezas que temos. Estamos vivendo esse cenário favorável por causa da COP 30, então é hora de se preparar porque temos muita coisa boa, temos muito apoio do PCT, dos editais de governo. Para quem tem curiosidade, tem expertise, e de repente quer desenvolver um produto, esse é o momento&#8221;, indica Ana Lídia.</p></blockquote>
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