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	<title>hectares &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>hectares &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Com 19% do seu território de pastagens, Brasil gastaria R$ 384 bi para recuperar áreas degradadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 18:01:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[área degradada]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
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		<category><![CDATA[recuperação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/pastagem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um estudo desenvolvido pelo Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV) revela que, no Brasil, 18,94% de seu território é composto por áreas de pastagens, o que corresponde a aproximadamente 160 milhões de hectares. Deste total, 52% apresentam algum nível de degradação (cerca de 89 milhões de hectares), sobretudo, na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/pastagem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um estudo desenvolvido pelo Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV) revela que, no Brasil, 18,94% de seu território é composto por áreas de pastagens, o que corresponde a aproximadamente 160 milhões de hectares.</p>
<p>Deste total, 52% apresentam algum nível de degradação (cerca de 89 milhões de hectares), sobretudo, na Amazônia e no Cerrado. Para recuperar e reformar todas as áreas de pastagem que apresentam algum nível de degradação seriam necessários, aproximadamente, R$ 383,77 bilhões. <strong>Entretanto, a implementação de tecnologias de recuperação de pastagens degradadas teria o potencial de gerar receitas mais do que suficientes para compensar esses custos.</strong></p>
<p><strong>Áreas de pastagem entre os seis biomas brasileiros e áreas de pastagem, por nível de degradação, entre os biomas brasileiros</strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12870" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-300x126.png" alt="" width="500" height="210" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-300x126.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-1024x429.png 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-768x322.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-1536x644.png 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-150x63.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-450x189.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-1200x503.png 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois.png 1550w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><strong>LEIA MAIS: </strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/restauracao-de-pastagem-traz-dinheiro-empregos-e-reduz-danos-ambientais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Restauração de pastagem traz dinheiro, empregos e reduz danos ambientais </strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/voce-sabia-que-desmatar-sai-mais-caro-que-recuperar-pastagem-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Você sabia que desmatar sai mais caro que recuperar pastagem na Amazônia?</strong></a><br />
<strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/muvuca-tecnica-de-semeadura-direta-e-otima-opcao-para-recuperar-vegetacao-nativa/" target="_blank" rel="noopener">Muvuca: técnica de semeadura direta é ótima opção para recuperar vegetação nativa</a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/saiba-como-a-umidade-altera-a-escolha-da-melhor-arvore-para-recuperar-um-quintal-pelado/" target="_blank" rel="noopener">Saiba como a umidade altera a escolha da melhor árvore para recuperar um quintal ‘pelado’</a></strong></p>
<p>Os resultados do estudo mostram que os custos de recuperação, reforma e manutenção de pastagens diferem não apenas em relação à localização geográfica e condições edafoclimáticas (<em>características do meio ambiente, como clima, o relevo, a temperatura, umidade do ar, radiação, tipo de solo, vento, composição atmosférica e a precipitação pluvial</em>), mas, sobretudo, de acordo com o nível de degradação.</p>
<blockquote><p>“Um aspecto importante e que irá condicionar a escolha da estratégia de recuperação a ser adotada é o nível de degradação apresentado pela pastagem. Os diferentes níveis de degradação tornam necessários níveis também distintos de intervenção para que a recuperação seja realizada. Por exemplo, áreas em estágios iniciais de degradação exigem menor intervenção e menores custos operacionais a fim de conter a redução da produtividade. Por outro lado, se o processo de degradação se encontra em estágio avançado, são necessárias ações mais intensivas e dispendiosas, uma vez que, o alto grau de degradação compromete a capacidade de manter a produção e a qualidade da forragem e a resistência aos efeitos nocivos de doenças, pragas e plantas invasoras. Portanto, definir estratégias de recuperação, reforma ou renovação associadas ao estágio de degradação observado é fundamental”, afirma Sabrina de Matos Carlos, pesquisadora do Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas.</p></blockquote>
<p><strong>Custos médios (R＄/ha) de tecnologias de recuperação/reforma e manutenção de pastagens nos biomas brasileiros.</strong></p>
<table width="799" data-a7="" data-t1="">
<tbody>
<tr>
<td data-tcenter="">
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Biomas</strong></td>
<td><strong>Moderado</strong></p>
<p><strong>(R＄/ha)</strong></td>
<td><strong>Severo</strong></p>
<p><strong> (R＄/ha)</strong></td>
<td><strong>Manutenção </strong></p>
<p><strong>(R＄/ha)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Amazônia</td>
<td>1.330,66</td>
<td>1.904,02</td>
<td>298,10</td>
</tr>
<tr>
<td>Cerrado</td>
<td>1.159,62</td>
<td>1.727,99</td>
<td>272,86</td>
</tr>
<tr>
<td>Mata Atlântica</td>
<td>979,42</td>
<td>1.563,31</td>
<td>283,23</td>
</tr>
<tr>
<td>Caatinga</td>
<td>1.471,83</td>
<td>2.054,44</td>
<td>411,09</td>
</tr>
<tr>
<td>Pampa</td>
<td>1.541,37</td>
<td>2.100,71</td>
<td>764,64</td>
</tr>
<tr>
<td>Pantanal</td>
<td>1.018,24</td>
<td>1.627,15</td>
<td>207,54</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Elaboração própria.</p>
<p>Em resumo, o custo médio para recuperar um hectare de pastagem em estágio moderado de degradação variou entre R$ 979,42 e R$ 1.541,37. Por sua vez, o custo médio para reformar um hectare de pastagem severamente degradada variou entre R$ 1.563,31 e R$ 2.100,71.</p>
<p>Mas desmatar custa mais: investimento em maquinário, retirada de tocos de madeira e limpeza saem por, no mínimo, R$ 3 mil por hectare, segundo a Scot Consultoria em estudo encomendado pela WWF, Tropical Forest Alliance (TFA) e fundação Solidariedad.</p>
<p>Os custos operacionais incorridos no processo de recuperação, reforma e manutenção devem-se, principalmente, à etapa do plantio, sobretudo, em função do uso de fertilizantes. No caso das pastagens em estágio severo de degradação, também são expressivos os custos com implementos. Para recuperar e reformar todas as áreas de pastagem que apresentam algum nível de degradação seriam necessários, aproximadamente, R$ 383,77 bilhões.</p>
<p><strong>Custos médios de tecnologias de recuperação/reforma de todas as áreas de pastagens degradadas nos biomas</strong></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12869" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv-300x184.png" alt="" width="450" height="276" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv-300x184.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv-150x92.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv-450x276.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv.png 752w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h3>Região</h3>
<p>Entre as regiões brasileiras, a Região Sudeste é aquela que apresenta os menores custos de implementação de tecnologias de recuperação e reforma de pastagens degradadas. Essa particularidade está fortemente relacionada ao fato de, aproximadamente, 60% das áreas de pastagens degradadas da região estarem localizadas no bioma Mata Atlântica, onde os preços dos fertilizantes e corretivos são relativamente menores.</p>
<h3>Segundo Acordo de Paris</h3>
<p>O estudo aponta ainda que caso o Brasil implementasse as metas definidas no Acordo de Paris de recuperar 15 milhões de hectares de pastagens degradadas até 2030, com o objetivo de reduzir as emissões líquidas totais de gases de efeito estufa, seria necessário investir, aproximadamente, R$ 21,17 bilhões e os custos maiores estariam nos estados de São Paulo, Pernambuco e Ceará. No cenário atual, a receita proveniente da recuperação seria de R$ 36,77 bilhões, gerando assim um excedente de R$ 15,60 bilhões. Considerando um cenário menos otimista, a receita seria de R$ 21,75 bilhões, significativamente inferior àquela obtida no cenário atual, mas ainda assim haveria retorno positivo com a adoção de tecnologias de recuperação de R$ 581,25 milhões.</p>
<h3>Plano ABC+</h3>
<p>Sobre o Plano ABC+, que tem como objetivo recuperar 30 milhões de hectares de pastagens degradadas, entre 2020 a 2030, seriam necessários, aproximadamente, R$ 42,51 bilhões em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. Nesse caso, os maiores custos de recuperação estariam associados aos Estados de Tocantins, São Paulo, Pernambuco e, principalmente, aos Estados de Goiás e Rondônia (nos quais seriam investidos cerca de R＄11 bilhões).</p>
<blockquote><p>“ Esses resultados mostram como ainda é tímida a alocação de recursos do Plano Safra na Agricultura ABC. No plano de 2022 o valor foi de 2% do total do plano. Em 2023 foi menor, 1,8%. Com o avanço do mercado voluntario de carbono, a recuperação de pastagens tem uma grande possibilidade de gerar renda para a pecuária”, afirma Eduardo Assad, pesquisador do Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas.</p></blockquote>
<p>No cenário atual, a receita potencial advinda da recuperação de 30 milhões de hectares seria de R$ 75,55 bilhões, resultando em um lucro de R$ 33,04 bilhões. Um cenário menos otimista, por sua vez, promoveria uma receita de R$ 44,69 bilhões e, consequentemente, um excedente de R$ 2,18 bilhões.</p>
<p>Os resultados do estudo evidenciam que a implementação de tecnologias de recuperação de pastagens degradadas teria o potencial de gerar receitas mais do que suficientes para compensar os custos incorridos na recuperação de 15 e 30 milhões de hectares de pastagens. Portanto, dados as externalidades ambientais positivas e os benefícios econômicos que pastagens recuperadas podem promover, a tecnologia de recuperação de pastagens degradadas pode ser um instrumento efetivo e viável para potencializar a descarbonização do setor pecuário.</p>
<p>Acesse o estudo completo no <a href="https://eesp.fgv.br/centros/observatorios/bioeconomia" target="_blank" rel="noopener">Link</a></p>
<p><em>Fonte: FGV</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>De cada 4 hectares desmatados no Brasil, 1 está no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/de-cada-4-hectares-desmatados-no-brasil-1-esta-no-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 15:15:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[#CAR]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[hectares]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/para_mapbiomas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />De cada quatro hectares desmatados no Brasil em 2021, um foi no Pará, onde o desmate alcançou 402.492 ha (24,3% do total), segundo a mais recente edição do Relatório Anual de Desmatamento no Brasil (RAD), do MapBiomas, divulgado nesta segunda-feira, 18/7. O Amazonas, que era o quarto no ranking em 2020, apareceu agora em segundo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/para_mapbiomas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>De cada quatro hectares desmatados no Brasil em 2021, um foi no Pará, onde o desmate alcançou 402.492 ha (24,3% do total), segundo a mais recente edição do Relatório Anual de Desmatamento no Brasil (RAD), do MapBiomas, divulgado nesta segunda-feira, 18/7.</p>
<p>O Amazonas, que era o quarto no ranking em 2020, apareceu agora em segundo lugar, com 194.485 ha desmatados, que representam 11,8% do total. O Mato Grosso apareceu em terceiro, com perda de 189.880 ha (11,5%), seguido do Maranhão, com 167.047 ha (10,1%), e Bahia, com 152.098 (9,2%). Juntos, esses 5 Estados responderam por 67% da área desmatada no Brasil em 2021.</p>
<p>Entre os Estados onde o desmatamento mais cresceu em termos proporcionais estão Pernambuco, Paraíba, Ceará, Minas Gerais e Sergipe, com mais de 80% de aumento na área detectada. Em números absolutos, os maiores crescimentos foram no Amazonas (64.673 ha) e Bahia (46.160 ha).</p>
<p>Quase um quarto (23,6%) do desmate no Brasil em 2021 fica no Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), onde também se registrou um aumento de 14% da área desmatada em relação a 2020. Foram 5.206 alertas e 391.559 ha desmatados. A região do Matopiba foi onde se concentrou a maior parte dos desmatamentos no Cerrado: cerca de 73%. Já na nova fronteira do desmatamento da Amazônia &#8211; a região que está ficando conhecida como Amacro (na fronteira de Amazonas, Acre e Rondônia) &#8211; a área desmatada representou 12,2% no total do Brasil em 2021, com 6.858 alertas e 203.143 ha desmatados. Em 2021 apresentou 28,8% de incremento do desmatamento em relação a 2020.</p>
<h3>Desmatamento é maior em áreas privadas</h3>
<p>No Brasil 69,5% de toda a área desmatada em 2021 estavam em propriedades privadas, incluindo 14,1% em assentamentos rurais. Outros 10,6% recaíram sobre glebas públicas, sendo 9,3% em terras públicas não destinadas. O desmatamento em áreas protegidas respondeu por 5,3% do total, sendo 1,7% nas Terras Indígenas e 3,6% nas Unidades de Conservação.</p>
<p>Já na Amazônia, o desmatamento em áreas privadas chega a 44,6% do desmate total, seguido por assentamentos rurais (22,2%), áreas públicas (17,2%) e áreas protegidas (exceto APAs) com 8,5%.</p>
<h3>Terras indígenas</h3>
<p>Nos últimos três anos (entre 2019 e 2021), houve crescimento do desmatamento em todas as categorias fundiárias, exceto em Terras Indígenas (TIs), o que reforça a importância desses territórios para a preservação ambiental. Os aumentos mais expressivos foram em áreas de vazio fundiário (88%), áreas públicas não destinadas (47%) e áreas privadas (32%).</p>
<h3>Sobreposição de CAR</h3>
<p>A área dos alertas com sobreposição total com áreas com Cadastro Ambiental Rural (CAR) alcançou 1.265.128 hectares, o que representa 76% da área desmatada no País. Porém, quando se considera a área dos alertas que cruzam também parcialmente com o CAR, este número sobe para 1.445.066 hectares, ou 87% da área desmatada no Brasil.</p>
<p>Um terço (33%) de todos os alertas detectados no Brasil em 2021 tem sobreposição com áreas registradas como Reserva Legal (RL). Isso representa 22% do total da área desmatada no país. O número de alertas que tem sobreposição com Áreas de Preservação Permanente (APP) declaradas no CAR chegou a 5% do total (em área, 0,6%).</p>
<p><em>Fonte: Mapbiomas</em></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/amazonia-concentrou-59-do-desmatamento-em-2021/" target="_blank" rel="noopener"><b>Amazônia concentrou 59% do desmatamento em 2021</b></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Proteção da Amazônia custa 7 vezes menos que preservar áreas de conservação na Europa</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/protecao-da-amazonia-custa-7-vezes-menos-que-preservar-areas-de-conservacao-na-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 15:28:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[hectares]]></category>
		<category><![CDATA[proteção]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/custo-de-protecao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Proteger 83% da Amazônia brasileira, o que equivale a cerca de 3,5 milhões de km², custaria entre US$ 1,7 e 2,8 bilhões anuais. Para fins de comparação, este valor por hectare é sete vezes menor do que o necessário para manter áreas de conservação na União Europeia, em que países investem cerca de 5,3 bilhões [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/custo-de-protecao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Proteger 83% da Amazônia brasileira, o que equivale a cerca de 3,5 milhões de km², custaria entre US$ 1,7 e 2,8 bilhões anuais. Para fins de comparação, este valor por hectare é sete vezes menor do que o necessário para manter áreas de conservação na União Europeia, em que países investem cerca de 5,3 bilhões por ano para manter cerca de 1 milhão de hectares. A informação foi publicada pela <a href="https://abori.com.br/amazonia/conservar-a-amazonia-brasileira-custa-sete-vezes-menos-por-hectare-do-que-manter-areas-protegidas-na-europa/" target="_blank" rel="noopener">Agência Bori</a>.</p>
<p>Em estudo publicado na revista “Perspectives in Ecology and Conservation” no dia 18 de maio, pesquisadores da Universidade de Miami, Museu Paraense Emílio Goeldi, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Conservação Internacional do Brasil estimam, pela primeira vez, os custos mínimos para a conservação do bioma.</p>
<blockquote><p>“Estes valores são bastante modestos quando se compara com os valores potenciais dos serviços ambientais que os ecossistemas da Amazônia brasileira prestam para o Brasil e para o mundo”, comenta José Maria Cardoso da Silva, professor da Universidade de Miami e um dos autores do artigo.</p></blockquote>
<p>Por meio de dados georreferenciados de fontes oficiais, os autores realizaram o mapeamento e o cálculo de manutenção das unidades de conservação, terras indígenas, terras públicas não designadas e outras áreas prioritárias de conservação.</p>
<p>O cálculo é baseado na estimativa dos custos de manutenção das áreas de conservação já existentes, como infraestrutura local e salário de funcionários, dos custos de criação das novas áreas de conservação, como inventários biológicos e demarcação, e dos custos de manutenção do sistema de conservação, como atividades de coordenação regional e nacional.</p>
<p><em>Fonte: Agência Bori</em></p>
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