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	<title>Glicocorticoides &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Jambu pode ajudar a combater inflamações no corpo, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 18:07:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/jambu-interna-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O sabor picante e o formigamento característico do jambu podem estar prestes a conquistar a ciência e a medicina. Um novo estudo de universidades brasileiras revelou que a planta típica da Amazônia possui propriedades promissoras para combater inflamações crônicas, oferecendo uma alternativa natural a pacientes com artrite e dermatite, que hoje dependem de medicamentos fortes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/jambu-interna-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O sabor picante e o formigamento característico do jambu podem estar prestes a conquistar a ciência e a medicina. Um novo estudo de universidades brasileiras revelou que a planta típica da Amazônia possui propriedades promissoras para combater inflamações crônicas, oferecendo uma alternativa natural a pacientes com artrite e dermatite, que hoje dependem de medicamentos fortes e com longos históricos de efeitos colaterais.</p>
<p>A planta, típica da bacia amazônica, é bastante popular na culinária paraense, presente em pratos como tacacá, arroz paraense e pato no tucupi.</p>
<p>O alvo da pesquisa, realizada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), pela Unifal (Universidade Federal de Alfenas) e pela UFOB (Universidade Federal do Oeste da Bahia), foi o espilantol &#8211; molécula ativa do jambu responsável pela sensação de dormência na língua. A partir dela, os pesquisadores identificaram dois compostos com ação anti-inflamatória semelhante à da dexametasona, um corticoide potente amplamente utilizado no tratamento de inflamações.</p>
<blockquote><p>&#8220;Além disso, os compostos atuam por um mecanismo duplo, inibindo duas enzimas associadas ao processo inflamatório — característica geralmente restrita a medicamentos de maior potência e com maior risco de efeitos adversos”, detalha o professor Júlio Cezar Pastre, do Instituto de Química (IQ) da Unicamp e um dos inventores da tecnologia.</p></blockquote>
<p>Segundo Pastre, o perfil das moléculas é compatível com aplicações que exigem uso mais prolongado.</p>
<blockquote><p>“Como elas são inspiradas em compostos naturais, e já demonstraram boa resposta em testes iniciais, inclusive em ensaios <i>in vivo</i>, há espaço para pensar em formulações de uso contínuo, desde que avaliadas com os devidos critérios de segurança”, afirma.</p></blockquote>
<h3>Alternativa mais segura</h3>
<p>Com a conclusão promissora, o próximo passo da pesquisa é estabelecer parcerias com a indústria farmacêutica para realizar testes em animais de maior porte e, futuramente, avaliar o potencial do jambu no tratamento de inflamações em humanos.</p>
<p>A descoberta abre caminho para o desenvolvimento de medicamentos naturais com menos efeitos colaterais, oferecendo uma possível alternativa para pacientes que dependem de terapias anti-inflamatórias de longo prazo.</p>
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