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	<title>Garimpo ilegal na Amazônia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Garimpo ilegal avança sobre terras indígenas do Pará e amplia pressão na Bacia do Xingu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:43:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/2025-05-06-imagem-de-garimpo-ilegal-na-ti-kayapo-capturada-durante-sobrevoo-do-ibama-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O avanço do garimpo ilegal segue pressionando terras indígenas e áreas protegidas da Amazônia, principalmente na região da Bacia do Xingu, entre os estados do Pará e Mato Grosso. Um relatório divulgado pela Amazon Conservation e pelo Instituto Socioambiental (ISA) mostra que a atividade afeta diretamente os territórios indígenas paraenses, considerados estratégicos para a conservação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/2025-05-06-imagem-de-garimpo-ilegal-na-ti-kayapo-capturada-durante-sobrevoo-do-ibama-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O avanço do garimpo ilegal segue pressionando terras indígenas e áreas protegidas da Amazônia, principalmente na região da Bacia do Xingu, entre os estados do Pará e Mato Grosso. <a href="https://acervo.socioambiental.org/acervo/documentos/maap-239-expansao-do-garimpo-ilegal-na-bacia-do-xingu-na-amazonia-brasileira" target="_blank" rel="noopener">Um relatório divulgado pela Amazon Conservation e pelo Instituto Socioambiental (ISA)</a> mostra que a atividade afeta diretamente os territórios indígenas paraenses, considerados estratégicos para a conservação da floresta.</p>
<p>Segundo o estudo, que usou imagens de satélite, radar e inteligência artificial para detectar áreas modificadas, a maior concentração do desmatamento ligado ao garimpo ilegal está no corredor socioambiental do Xingu. A área tem mais de 26 milhões de hectares de florestas protegidas, que contempla 24 terras indígenas e nove áreas protegidas, onde vivem 26 povos remanescentes.</p>
<p>De acordo com o estudo, entre 2018 e 2024, foram registrados cerca de 11,5 mil hectares de floresta destruídos pelo garimpo ilegal dentro de territórios indígenas e áreas protegidas do corredor. Apenas em 2025, outros 400 hectares já haviam sido impactados até setembro.</p>
<h3>As mais atingidas estão no Pará</h3>
<p>Entre as áreas mais afetadas estão as terras indígenas Kayapó, Baú e Kuruaya, todas no Pará. A TI Kayapó é apontada como o território com a maior área desmatada por garimpo ilegal em toda a Amazônia brasileira. De acordo com o Amazon Mining Watch, o território acumula cerca de 7.940 hectares degradados pela mineração ilegal.</p>
<p>Na Terra Indígena Kuruaya, localizada em Altamira, o avanço recente do garimpo preocupa lideranças locais. O estudo mostra que a atividade ilegal se expandiu principalmente ao longo do igarapé Madalena, onde o desmatamento cresceu nos últimos dois anos.</p>
<p>Já na Terra Indígena Baú, também em Altamira, o relatório destaca conflitos envolvendo indígenas e garimpeiros. A região conhecida como “Pista Velha” voltou a registrar atividade intensa de mineração ilegal, mesmo após operações de fiscalização.</p>
<p>Thaise Rodrigues, analista de geoprocessamento do ISA, constata a necessidade de uma ação articulada para combater a intervenção nessas áreas e defender sua integridade a longo prazo.</p>
<blockquote><p>“Os dados dos sistemas de monitoramento utilizados por ambas as instituições não deixam dúvidas de que o Corredor do Xingu enfrenta um cenário de pressão crescente e generalizada, com a mineração ilegal avançando para áreas que até então permaneciam intactas. Para lidar com essa situação, é necessária uma resposta estrutural de longo prazo que garanta a integridade dessas florestas e das populações que delas dependem”, alerta.</p></blockquote>
<h3>Outros impactos</h3>
<p>Além da destruição da floresta, o relatório alerta para os impactos sociais e ambientais provocados pelo garimpo, como a contaminação de rios por mercúrio, aumento de conflitos e pressão sobre comunidades indígenas e ribeirinhas.</p>
<p>O documento também afirma que a atividade não ocorre de forma isolada, já que o funcionamento dos garimpos ilegais depende de redes logísticas e econômicas que ajudam a manter seu funcionamento.</p>
<p>Para combater o avanço do garimpo ilegal, os pesquisadores defendem a criação de uma força-tarefa permanente, feita em parceria com o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) e Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas).</p>
<p>Além disso, essa iniciativa também deve levar apoio a iniciativas de monitoramento conduzidas pelas próprias comunidades indígenas, fortalecendo seus instrumentos de gestão.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mpf-denuncia-contaminacao-por-mercurio-em-garimpos-ilegais-na-amazonia-a-cidh/" target="_blank" rel="noopener">MPF denuncia contaminação por mercúrio em garimpos ilegais na Amazônia à CIDH</a></strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mpf-processa-vale-uniao-e-estado-do-para-por-contaminacao-com-metais-pesados/" target="_blank" rel="noopener"><strong>MPF processa Vale, União e estado do Pará por contaminação com metais pesados</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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