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	<title>fungos &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>fungos &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Fungos desconhecidos: destruição pode estar dizimando seres que a gente nem sabe que existem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 13:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/fungo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Noemia Ishikawa, para Sumaúma Já que estamos na semana da COP da Biodiversidade da ONU, o Pará Terra Boa vai trazer conteúdos produzidos por publicações respeitadas sobre o assunto. O evento ocorre até o dia 19 de dezembro, em Montreal, no Canadá. A seguir, o site Sumaúma apresenta a terceira parte da série ‘Natureza [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/fungo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Noemia Ishikawa, para Sumaúma</em></p>
<p>Já que estamos na semana da COP da Biodiversidade da ONU, o <strong>Pará Terra Boa</strong> vai trazer conteúdos produzidos por publicações respeitadas sobre o assunto. O evento ocorre até o dia 19 de dezembro, em Montreal, no Canadá. A seguir, o site Sumaúma apresenta a terceira parte da série ‘<a href="https://sumauma.com/escute-os-nao-humanes-lula/" target="_blank" rel="noopener">Natureza no Planalto</a>’, em que pesquisadores escrevem textos, com função de alerta, ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva:</p>
<p>Meu nome é Noemia Ishikawa, sou micóloga do <a href="https://www.gov.br/inpa/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa)</a> e empresto minha voz para as espécies de fungos da Amazônia ainda desconhecidas. Estima-se que a ciência conheça, neste momento, apenas 10% dos tipos de fungo existentes no planeta. E acredita-se que grande parte dos 90% ainda não catalogados estejam na Amazônia. Em nome deles, peço ao presidente Lula que acabe com a <a href="https://sumauma.com/dois-bilhoes-de-arvores-mortas-na-amazonia-em-quatro-anos_/" target="_blank" rel="noopener">destruição da floresta</a>, que pode estar dizimando seres que a gente ainda nem sabe que existem. E que invista em ciência para que a gente consiga avançar no descobrimento dessas espécies.</p>
<h3>Importância vital</h3>
<p>Os fungos evoluíram por mais de 1 bilhão de anos, são organismos de extrema importância, produzem centenas de milhares de compostos que podem ser a solução para muitas doenças. Só um único composto, a penicilina, aumentou a sobrevida da humanidade em 23 anos. Eles são essenciais para a floresta, fazem a ciclagem dos nutrientes, são alimento para muitos insetos, artrópodes, humanos e outros organismos.</p>
<p>Dentro de cada árvore existem fungos fazendo um trabalho de defesa, mantendo as plantas saudáveis. Eles também são essenciais para a nutrição e a comunicação delas no solo amazônico, que é pobre em nutrientes. Sem o trabalho silencioso e discreto dos fungos, não teríamos a exuberante floresta. Eles têm diversas cores, tamanhos, formas e estratégias de reprodução. Presidente eleito Lula, os fungos são obras de arte da natureza.</p>
<p>Quando vemos as imagens de queimadas na Amazônia, sempre lamentamos pelas árvores e pelos animais que morrem, mas ninguém se comove com uma espécie de cogumelo que pode desaparecer. Em uma única queimada na floresta, a gente perde uma quantidade incalculável deles.</p>
<p>Os estudos estimam que existam hoje 3,8 milhões de espécies de fungos no mundo. E a gente conhece uma parte muito pequena disso. Aqui na Amazônia é onde a gente tem a maior probabilidade de encontrar essas novas espécies. Em pequenos trechos da floresta, vemos dezenas de espécies de fungos.</p>
<p>Apenas nos últimos 10 anos nossa equipe publicou 30 espécies novas, e no momento pesquisa 20 outras. Mas isso é muito pouco perante os milhões que podemos descobrir. Ao destruirmos a floresta, estamos perdendo aquilo que nem sabemos que existe. É um crime incomensurável o de extinguir vidas que evoluíram por milhares de anos antes mesmo de as conhecermos.</p>
<p>Além de acabar com a destruição da mata, é preciso que o novo governo coloque mais pesquisadores na Amazônia para que estudem e conheçam melhor a biodiversidade que existe. Precisamos de mais contratações de micólogos, geneticistas, ecólogos e tantos outros profissionais já formados do país e que estão indo embora por não conseguir emprego no Brasil.</p>
<p>Também necessitamos de mais investimento na pós-graduação para formar mais mestres e doutores em fungos. Precisamos de mais verba para projetos de expedições – e mais dinheiro para pesquisa e manutenção das coleções de nossos institutos. Hoje, na parte tecnológica, estamos muito dependentes do exterior para, por exemplo, fazer sequenciamento molecular e genômico. Presidente eleito Lula, peço em nome dos fungos desconhecidos e também dos conhecidos que seu governo tenha como meta garantir aos cientistas brasileiros a autonomia de fazer as pesquisas da Amazônia na Amazônia.</p>
<p><em>Fonte: Sumaúma</em></p>
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		<title>Novo composto antifúngico é descoberto em ninho de formigas-cortadeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2022 13:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[antifúngico]]></category>
		<category><![CDATA[cortadeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo composto antifúngico foi descoberto por pesquisadores brasileiros e norte-americanos em bactérias que habitam os ninhos de formigas da tribo Attini (subtribo Attina), à qual pertencem a saúva e outras espécies conhecidas como “cortadeiras”. Em testes com camundongos, a substância – nomeada attinimicina – mostrou-se capaz de combater um microrganismo causador de doenças em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo composto antifúngico foi descoberto por pesquisadores brasileiros e norte-americanos em bactérias que habitam os ninhos de formigas da tribo Attini (subtribo Attina), à qual pertencem a saúva e outras espécies conhecidas como “cortadeiras”. Em testes com camundongos, a substância – nomeada attinimicina – mostrou-se capaz de combater um microrganismo causador de doenças em humanos.</p>
<p>Os resultados da pesquisa, realizada com <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/85642/novos-agentes-terapeuticos-obtidos-de-bacterias-simbiontes-de-invertebrados-brasileiros/?q=13/50954-0" target="_blank" rel="noopener">apoio</a></strong> da FAPESP, foram <strong><a href="https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acscentsci.0c00978?source=cen%20no%20peri%C3%83??????%C3%83?????%C3%83????%C3%83???%C3%83??%C3%83?%C3%82%C2%B3dico" target="_blank" rel="noopener">divulgados</a> </strong>no periódico <i>ACS Central Science</i>, da American Chemical Society.</p>
<blockquote><p>“Tivemos a oportunidade de amostrar formigueiros em várias regiões brasileiras, entre elas Amazônia, Mata Atlântica e o trecho de transição desta para o Cerrado. O que mais nos chamou a atenção foi a ampla distribuição geográfica da attinimicina, presente em 73% das bactérias associadas a formigas-cortadeiras coletadas no Brasil. Tal fato sugere que a substância tem um papel ecológico relevante”, afirma <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/6657/monica-tallarico-pupo" target="_blank" rel="noopener">Monica Tallarico Pupo</a></strong>, professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FCFRP-USP) e coordenadora da pesquisa ao lado de Jon Clardy, da Harvard University (Estados Unidos).</p></blockquote>
<p>Como explica Pupo, as formigas-cortadeiras mantêm relações simbióticas multilaterais com diversos microrganismos que habitam o formigueiro e isso lhes garante comida e proteção. As folhas que os insetos carregam para dentro do ninho servem como substrato para cultivar fungos da espécie <i>Leucoagaricus gongylophorus</i>, que usam para comer. E as formigas fazendeiras também alimentam bactérias dos gêneros <i>Pseudonocardia</i> e <i>Streptomyces</i>, que em troca produzem compostos que atuam como “defensivos agrícolas”, mantendo o jardim de fungos livre de espécies patogênicas.</p>
<blockquote><p>“As bactérias simbiontes produzem compostos capazes de matar o fungo parasita sem prejudicar a fonte de alimento. Nosso objetivo era descobrir quais são esses compostos e se tinham potencial de tratar doenças que acometem os humanos”, conta Pupo.</p></blockquote>
<p>O projeto foi conduzido entre 2014 e 2020, no âmbito do Programa BIOTA-FAPESP e de um acordo firmado com os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos. Durante esse período, além da attinimicina, o grupo identificou uma molécula antifúngica nomeada cifomicina e substâncias pertencentes à classe das pirazinas – também produzidas por bactérias simbiontes –, que ajudam as formigas-cortadeiras a se localizar quando saem do ninho em busca de folhas (<i>leia mais em <strong><a href="https://agencia.fapesp.br/29958/" target="_blank" rel="noopener">agencia.fapesp.br/29958/ </a></strong>e <strong><a href="https://agencia.fapesp.br/27328/" target="_blank" rel="noopener">agencia.fapesp.br/27328/</a></strong></i>).</p>
<h3><b>Efeito terapêutico</b></h3>
<p>A ação antifúngica da attinimicina foi testada pelos colaboradores norte-americanos em camundongos infectados por <i>Candida albicans</i>, que em humanos pode causar lesões em diversos tecidos, principalmente nas mucosas oral e vaginal, trato urinário e gastrointestinal. O efeito do tratamento foi comparado ao de medicamentos antifúngicos já usados na clínica (classe dos azóis), entre eles o fluconazol. Segundo os pesquisadores, a atividade da attiminicina foi equivalente à dos fármacos já disponíveis. A vantagem é que, por se tratar de uma molécula nova, os microrganismos ainda não desenvolveram mecanismos de resistência.</p>
<blockquote><p>“A attinimicina tem atividade antifúngica significativa, mas ainda não tem uma estrutura química adequada para se tornar um medicamento. A ideia é que ela sirva como modelo para o desenho de novos candidatos a fármacos e para entendermos melhor o mecanismo de ação dessas drogas”, explica Pupo.</p></blockquote>
<p>O artigo <i>Specialized Metabolites Reveal Evolutionary History and Geographic Dispersion of a Multilateral Symbiosis</i> pode ser lido em <strong><a href="https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acscentsci.0c00978?source=cen%20no" target="_blank" rel="noopener">https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acscentsci.0c00978?source=cen%20no</a></strong>.</p>
<p><em>Fonte: Karina Toledo, Agência Fapesp</em></p>
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		<title>Pesquisa aponta potencial de açaí, guaraná e tucumã no combate a fungos e bactérias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 19:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/tucuma-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Extratos de açaí, guaraná e tucumã são utilizados como matérias-primas na fabricação de insumos em nanoescala (só vistos por microscópios), com potencial para combater microrganismos que causam doenças infecciosas em seres humanos. O trabalho é desenvolvido pela pesquisa “Produção de nanopartículas de prata mediada por extratos vegetais da Amazônia” e, conta com o apoio do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/tucuma-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Extratos de açaí, guaraná e tucumã são utilizados como matérias-primas na fabricação de insumos em nanoescala (<em>só vistos por microscópios</em>), com potencial para combater microrganismos que causam doenças infecciosas em seres humanos.</p>
<p>O trabalho é desenvolvido pela pesquisa “Produção de nanopartículas de prata mediada por extratos vegetais da Amazônia” e, conta com o apoio do Governo do Estado.</p>
<p>De acordo com o coordenador da pesquisa e doutor em Ciências, Gustavo Frigi Perotti, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o trabalho busca entender como os extratos destas frutas típicas da Amazônia podem atuar no processo de formação de nanoestruturas de prata que apresentam capacidade microbicida, ou seja, estruturas com potencial para combater bactérias e fungos.</p>
<p>Os resultados preliminares mostraram que nanoestruturas de prata obtidas por meio do extrato de tucumã apresentam atividade contra a bactéria <em>Escherichia coli</em>, empregada em ensaios microbiológicos.</p>
<p>“Nosso grupo de trabalho é focado especialmente na investigação do processo de formação das nanopartículas de prata (AgNPs) utilizando diferentes frutos. Vale ressaltar que isso é possível porque foram escolhidas espécies vegetais que reconhecidamente apresentam características antioxidantes, isto é, apresentam biomoléculas em sua composição química que são capazes de se sacrificar”, ressaltou o pesquisador, adiantando que a previsão para a conclusão do projeto seja em janeiro de 2023.</p>
<p>“Deste modo, a pesquisa visa enaltecer as potencialidades de recursos Amazônicos. na área tecnológica de vanguarda no cenário nacional e internacional, como forma de trazer a atenção da comunidade científica para aplicações menos tradicionais dessas espécies, possibilitando a sua exploração em outras áreas de pesquisa e, principalmente, aliando práticas mais sustentáveis no contexto científico”, contou.</p>
<p><em>Fonte: Tiago Auzier- Decon/Fapeam</em></p>
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		<title>Como combater fungos em culturas de feijão-caupi no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 15:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/feijao-caupi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Atenção, produtores de feijão-caupi do Pará. A Embrapa Amazônia Oriental acaba de lançar uma publicação sobre as doenças fúngicas destinada aos agentes da cadeia produtiva dessa leguminosa no Estado. A obra está disponível desde segunda-feira, 14/02, no Portal Embrapa (acesse aqui), de forma permanente e gratuita. As vantagens do melhoramento genético conquistadas pela pesquisa e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/feijao-caupi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Atenção, produtores de feijão-caupi do Pará. A Embrapa Amazônia Oriental acaba de lançar uma publicação sobre as doenças fúngicas destinada aos agentes da cadeia produtiva dessa leguminosa no Estado. A obra está disponível desde segunda-feira, 14/02, no Portal Embrapa (acesse <a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/229674/1/CirTec51.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>), de forma permanente e gratuita.</p>
<p>As vantagens do melhoramento genético conquistadas pela pesquisa e embutidas nas plantas cultivadas, como a alta produtividade e a resistência a doenças, costumam ser potencializadas com o bom manejo da cultura. Mas, conforme explicado na publicação, há casos em que o controle e a prevenção são possíveis somente por meio de manejo – situação que por si só já revela a importância e impacto de um trabalho como esse no meio produtivo do Pará, responsável por 30% do feijão-caupi produzido na Região Norte (safra de 2019/2020).</p>
<p>Para os autores da publicação, “o sucesso da cultura do feijão-caupi no Estado do Pará está diretamente relacionado ao acompanhamento programado do cultivo”.</p>
<p>Segundo eles, as técnicas de caráter preventivo, quando aplicadas no tempo certo e de forma eficiente, podem diminuir as perdas em volume e qualidade de produção decorrentes de condições de cultivo inadequadas.</p>
<blockquote><p>“Nesse trabalho reunimos informações que permitem reconhecer facilmente os sintomas no campo e agilizam as decisões sobre medidas a serem adotadas contra a mela, a podridão cinzenta do caule, a mancha-café, a cercosporiose e a podridão de esclerócio, que são as doenças que causam perdas expressivas na cultura”, exemplifica Ruth Linda Benchimol, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA) e autora da publicação.</p></blockquote>
<p>Há outras doenças de menor importância econômica, como carvão, mancha-alvo, oídio ou cinza e podridão das vagens, mas que também precisam ser manejadas, complementa a autora. Os resultados da pesquisa enfatizam a importância do manejo integrado das doenças, com adoção de várias práticas em conjunto, como é o caso da mela, cujo controle com medidas isoladas, de acordo com os estudos, não tem se mostrado eficaz.</p>
<p>A obra &#8220;<a href="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1137782" target="_blank" rel="noopener">Doenças fúngicas do feijão-caupi no estado do Pará</a>&#8221; (clique sobre o título para acesso ao repositório Infoteca-e), resulta de uma pesquisa realizada no período que compreende os anos de 2011 a 2019, em campos do Marajó, Belém e Nordeste Paraense, este um tradicional polo de produção do grão no Pará.</p>
<h3>Feijão da colônia</h3>
<p>O feijão-caupi [<em>Vigna unguiculata </em>(L.) Walp.], originário da África, é alimento de interesse econômico e social no Norte e Nordeste do País, com cultivos mecanizados em franca expansão no Centro-Oeste. Apreciado no Brasil desde a segunda metade do século XVI, rico em proteínas, aminoácidos essenciais, carboidratos, vitaminas, minerais e fibras, com ele se faz baião-de-dois, acarajé, saladas e outros pratos regionais.</p>
<p>Nos Estados Unidos é chamado de <em>cowpea</em> (pronuncia-se caupi), planta comum em jardins residenciais e símbolo de prosperidade. Tem também o tipo denominado <em>black-eyed peas</em> – aquele com o ponto preto no grão parecendo um olho. Já no Brasil os nomes populares do feijão-caupi são muitos, como feijão de corda e feijão macassar, dependendo da região de plantio. Os paraenses o conhecem por feijão da colônia.</p>
<p><em>Fonte: Embrapa Amazônia Oriental</em></p>
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		<title>Embrapa ajuda produtores a controlarem as doenças do feijão-de-metro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 14:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/feijao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O feijão-de-metro é uma das mais importantes hortaliças da Amazônia, mas ainda vulnerável ao ataque de fungos e vírus que causam prejuízo aos produtores, em sua maioria agricultores familiares. Para promover a saúde das plantas e evitar perdas nessa lavoura, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) divulgou estudo na segunda-feira, 6/12, para otimizar as [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/feijao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O feijão-de-metro é uma das mais importantes hortaliças da Amazônia, mas ainda vulnerável ao ataque de fungos e vírus que causam prejuízo aos produtores, em sua maioria agricultores familiares. Para promover a saúde das plantas e evitar perdas nessa lavoura, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) divulgou estudo na segunda-feira, 6/12, para otimizar as ações de prevenção e controle das doenças da espécie.</p>
<p>Os principais problemas detectados estão descritos na circular técnica <a href="http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/226649/1/CircularTecnica49.pdf" target="_blank" rel="noopener"><em>Doenças de feijão-de-metro no Pará</em></a>, que reúne dicas sobre a identificação dos sintomas, inclusive com fotos,  e o manejo preventivo para evitar a contaminação e propagação das doenças. Fonte de consulta muito útil e prática para produtores rurais, técnicos da extensão, estudantes, professores e demais interessados no tema, pode ser acessada diretamente <a href="http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/226649/1/CircularTecnica49.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<blockquote><p>“Como no momento só existe uma cultivar registrada no Brasil, denominada De Metro, mas suscetível a contaminações, e por não haver defensivos agrícolas registrados para a cultura pelo Ministério da Agricultura, saber reconhecer os sintomas na planta e agir preventivamente é alternativa indispensável para fazer do feijão-de-metro um cultivo contínuo e bem-sucedido”, enfatiza a autora Alessandra de Jesus Boari, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA).</p></blockquote>
<p>Chamado de feijão-verde no Pará, a leguminosa feijão-de-metro, caracterizada por vagens longas e finas, é da mesma espécie que o feijão-caupi (<em>Vigna unguiculata</em>), havendo doenças comuns a ambos e modos semelhantes de lidar com elas.</p>
<p>Fonte de proteínas, carboidratos, cálcio, fósforo, sódio e potássio, além de vitaminas dos complexos A e B (tiamina e niacina), no Norte do Brasil é muito apreciado como alimento substituto do feijão-vagem, de outra espécie: o feijão comum (<em>Phaseolus vulgaris</em>), este pouco resistente às condições ambientais amazônicas (altos índices de temperatura e umidade).</p>
<h3>Doenças causadas por fungos</h3>
<p>Na obra <a href="http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/226649/1/CircularTecnica49.pdf" target="_blank" rel="noopener"><em>Doenças de feijão-de-metro no Pará</em></a>, a circular técnica lançada pela Embrapa, são citadas nove doenças do feijão-de-metro causadas por fungo. A <strong>mela</strong> é a principal delas: com grande incidência durante o período chuvoso (janeiro a maio), progride rápido nas condições quentes e úmidas do Pará.</p>
<blockquote><p>“Bastam sete dias para as folhas ficarem completamente destruídas”, alerta a pesquisadora Alessandra Boari.</p></blockquote>
<p>Kátia Nechet, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) e também autora da publicação, explica que a mela é doença comum na Amazônia devido a fatores ambientais, já tendo sido relatada em várias culturas de importância econômica e social na região.</p>
<blockquote><p>“Um dos principais desafios do seu controle é que o fungo causador da mela, Rhizoctonia solani, consegue sobreviver no solo por vários anos e tem vários hospedeiros”, relata, lembrando que o patógeno foi detectado pela primeira vez em plantios de feijão-de-metro no Pará no ano de 2016, quando causou amplo impacto negativo aos produtores.</p></blockquote>
<p>De acordo com a pesquisadora Kátia Nechet, a mela é doença de difícil controle e várias práticas culturais são recomendadas para evitar a perda total do plantio, por exemplo: usar sementes sadias e certificadas, além de plantar em épocas desfavoráveis ao desenvolvimento da mela são formas de tornar o manejo mais efetivo.</p>
<p>O clima típico da região amazônica, com temperaturas altas e chuvas frequentes, contribui para a disseminação de vários outros micro-organismos, entre eles os causadores da cercosporiose.  Estes patógenos são disseminados principalmente por sementes e o controle indicado se inicia por aí: com o uso de sementes sadias, aliás válido como boa prática sempre.</p>
<p>A <strong>antracnose ou mancha-café</strong> não é exclusiva do feijão-de-metro, sendo comum entre as principais culturas econômicas em todo o mundo. O oídio, que, ao contrário da mela, ocorre no período mais seco do ano, pode ser combatido com o uso de leite cru e de óleo de nim.</p>
<p>Para a <strong>murcha de fusário</strong>, que causa grandes perdas em culturas de importância econômica, a recomendação técnica é a adoção de manejo integrado, como a escolha da área isenta do patógeno e sem encharcamento, uso de sementes sadias e certificadas, rotação de cultura e destruição das plantas doentes para eliminação de fonte de inóculo.</p>
<p>Para a <strong>mancha-alvo</strong>, que realmente parece o desenho de um alvo rodeado por círculos, mesmo sendo de menor expressão recomenda-se, em caso de surto, o uso de sementes sadias e rotação de cultura. A podridão cinzenta do caule, comum em algodão, mandioca, feijão comum, soja e feijão-caupi (este conhecido no Pará por feijão-da-colônia), faz a planta murchar e morrer. Existe também a podridão úmida das vagens, mas de pouca ocorrência.</p>
<p>Já o <strong>tombamento e podridão de raízes</strong> podem provocar grandes danos na cultura em períodos quentes e chuvosos, especialmente em solos argilosos, que são favoráveis ao acúmulo de água. Esses sintomas são causados por patógenos disseminados pelo solo, vento, água de chuva ou irrigação e implementos agrícolas.</p>
<h3>Doenças causadas por vírus</h3>
<p>Na publicação <a href="http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/226649/1/CircularTecnica49.pdf" target="_blank" rel="noopener"><em>Doenças de feijão-de-metro no Pará</em></a> informam que não existe composto químico para controle de vírus em planta. Também não existe, até o momento, cultivar resistente a vírus causadores das duas doenças citadas no documento: o <strong>mosaico-severo</strong> e o <strong>mosaico-foliar</strong>. Da mesma forma que para os fungos, a recomendação da Embrapa é fazer o manejo de viroses e insetos vetores por meio de medidas preventivas e culturais.</p>
<p>No caso de vírus, as boas práticas recomendadas são: “uso de sementes sadias e certificadas; uso de barreiras vivas, que consistem em proteger o plantio de feijão-de-metro com três a quatro fileiras bem adensadas de milho ou sorgo plantadas um mês antes do plantio do feijão-de-metro; evitar proximidade com plantas doentes com sintomas de viroses e eliminar as plântulas de feijão-de-metro apresentando mosaico e clorose nas folhas primárias, assim como plantas hospedeiras de vírus”.</p>
<p>Para baixar a circular técnica, <a href="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1135023" target="_blank" rel="noopener">acesse aqui</a> a Infoteca-e, repositório de publicações técnico-científicas da Embrapa. Assinam a publicação as pesquisadoras da Embrapa Alessandra de Jesus Boari e Katia de Lima Nechet, as engenheiras-agrônomas Ayane Fernanda Ferreira Quadros e Izabel Cristina Alves Batista, doutorandas na Universidade Federal de Viçosa (MG) e Caterynne Melo Kauffmann, doutoranda na Universidade Nacional de Brasília (Distrito Federal).</p>
<p><em>Fonte: Embrapa Amazônia Oriental</em></p>
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