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	<title>fungo &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>fungo &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Fungo &#8216;guarda-costas&#8217; descoberto na Amazônia protege plantações e combate superbactérias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 14:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[antibiótico]]></category>
		<category><![CDATA[bioinsumos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/amazonia44-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental descobriram uma nova espécie de fungo na Amazônia com um talento especial: ele funciona como um &#8220;guarda-costas&#8221; de plantações e ainda produz substâncias medicinais inéditas. Batizado de Trichoderma agriamazonicum, o fungo foi encontrado na casca de uma árvore nativa e tem potencial para virar produto nas prateleiras de insumos agrícolas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/amazonia44-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental descobriram uma nova espécie de fungo na Amazônia com um talento especial: ele funciona como um &#8220;guarda-costas&#8221; de plantações e ainda produz substâncias medicinais inéditas. Batizado de Trichoderma agriamazonicum, o fungo foi encontrado na casca de uma árvore nativa e tem potencial para virar produto nas prateleiras de insumos agrícolas e até em farmácias.</p>
<p>O que torna esse fungo diferente é a sua dupla funcionalidade. Na agricultura, ele combate doenças que atacam folhas de culturas como soja e frutas. Em laboratório, ele conseguiu segurar o avanço de nove tipos de fungos e pragas que causam prejuízos no campo.</p>
<p>A nova espécie se diferencia das demais por apresentar características genéticas próprias, que ampliam as possibilidades de uso em sistemas produtivos sustentáveis.</p>
<p>Thiago Fernandes Sousa, que identificou o fungo durante seu doutorado, explica como ele age:</p>
<blockquote><p>“Os resultados mostram que ele é capaz de inibir o crescimento micelial de fitopatógenos, tanto por micoparasitismo quanto pela produção de compostos orgânicos voláteis (COVs), com destaque para a inibição de Corynespora cassiicola e Colletotrichum spp. (que atacam culturas como soja e frutas, por exemplo)”, explica.</p></blockquote>
<h3>Estimulante de crescimento</h3>
<p>Além de proteger, o fungo também produz hormônios que ajudam as plantas a crescerem mais rápido. Em testes de laboratório, ele se mostrou um dos maiores produtores de um hormônio essencial para o desenvolvimento vegetal. Porém, nos testes reais com pimentão, as plantas não cresceram tanto quanto o esperado, o que mostra que a natureza é complexa e o fungo brilha mesmo é pela sua incrível capacidade de criar moléculas de defesa.</p>
<p>Curiosamente, esse fungo estava &#8220;escondido&#8221; em uma coleção da Embrapa desde 2004.</p>
<blockquote><p>&#8220;No laboratório, estávamos realizando trabalhos de isolamento de microrganismos de diferentes habitats amazônicos. Esse Trichoderma foi isolado a partir da casca de cardeiro (Scleronema micranthum), uma espécie madeireira nativa. O isolado estava preservado em coleção de cultura desde 2004&#8221;, observa Sousa.</p></blockquote>
<p>Para os cientistas, isso prova que a Amazônia guarda tesouros que ainda nem conhecemos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Com base na coleta desse único microrganismo, identificamos a possibilidade de gerar valor econômico a partir dessas moléculas e transformá-las em bioprodutos comerciais&#8221;, destaca Sousa.</p></blockquote>
<h3>Contra superbactérias e doenças humanas</h3>
<p>A descoberta foi além das fazendas. Os cientistas descobriram que o fungo funciona como uma &#8220;fábrica química&#8221; natural, produzindo substâncias chamadas peptídeos que agem como antibióticos poderosos.</p>
<p>Em testes, essas substâncias criadas pelo fungo foram mais eficazes que antibióticos vendidos hoje em dia, combatendo inclusive bactérias perigosas que causam pneumonia (Klebsiella pneumoniae). O uso de inteligência artificial ajudou os pesquisadores a &#8220;prever&#8221; essas fórmulas químicas antes mesmo de isolá-las, acelerando a descoberta de novos remédios.</p>
<h3>A importância de preservar o invisível</h3>
<p>A história do Trichoderma agriamazonicum traz um alerta: a árvore de onde ele foi tirado poderia ter sido cortada e o fungo extinto antes de descobrirem sua utilidade. O pesquisador Gilvan Ferreira ressalta que manter &#8220;bibliotecas&#8221; de microrganismos vivos é estratégico para o Brasil:</p>
<blockquote><p>&#8220;Esse potencial poderia ter sido perdido para sempre se não houvesse a coleção de culturas que mantém o isolado viável ao longo do tempo. Isso reforça a necessidade urgente de investimento contínuo na conservação, pesquisa e aplicação dos nossos recursos genéticos&#8221;, enfatiza.</p></blockquote>
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		<title>Novo fungo do guaranazeiro pode afetar plantios de açaí e dendê</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/novo-fungo-do-guaranazeiro-pode-afetar-plantios-de-acai-e-dende/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 15:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[açaizeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/guaranazeiro-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O produtor rural precisa estar atento a um novo grupo de fungos encontrados em plantas de guaranazeiro chamados de pestalotióides, que engloba três gêneros (Pestalotiopsis, Pseudopestalotiopsis e Neopestalotiopsis) e causa doenças em uma ampla gama de hospedeiros, como plantas de açaizeiro e dendê. É o que mostram análises de laboratório realizadas pelo Laboratório de Biologia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/guaranazeiro-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O produtor rural precisa estar atento a um novo grupo de fungos encontrados em plantas de guaranazeiro chamados de pestalotióides, que engloba três gêneros <em>(Pestalotiopsis, Pseudopestalotiopsis e Neopestalotiopsis)</em> e causa doenças em uma ampla gama de hospedeiros, como plantas de açaizeiro e dendê. É o que mostram análises de laboratório realizadas pelo Laboratório de Biologia Molecular da <a href="http://www.embrapa.br/amazonia-ocidental" target="_blank" rel="noopener">Embrapa Amazônia Ocidental</a> (AM).</p>
<p>O pesquisador da Embrapa <a href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/325133/gilvan-ferreira-da-silva" target="_blank" rel="noopener">Gilvan Ferreira da Silva</a>, coordenador do Laboratório de Biologia Molecular, afirma que a descoberta é importante não apenas por revelar uma nova espécie, mas também por identificar um novo patógeno que pode se tornar um problema para algumas culturas de importância econômica em regiões tropicais.</p>
<p>Contudo, o pesquisador deixa claro que os produtores podem manter a calma, visto que o novo patógeno no momento ainda não é uma ameaça, o fungo tem sido observado no campo em baixa frequência, sendo necessário o monitoramento para entender melhor o comportamento do patógeno.</p>
<p>Em condições controladas de pesquisa, o fungo foi inoculado em amostras de plantas de açaizeiro (tanto na espécie <em>Euterpe precatória,</em> conhecida como açaí-do-amazonas, quanto na espécie <em>Euterpe oleracea</em>, o açaí-do-pará), dendezeiro, bananeira e seringueira, que são culturas estudadas na Embrapa Amazônia Ocidental.</p>
<p>Nos resultados verificou-se que o fungo <em>Ps. gilvanii</em> afetou palmeiras de açaí, tanto da espécie <em>Euterpe oleracea</em> quanto da <em>E.precatoria.</em> Assim como também afetou o dendê (<em>Elaeis guineensis</em>), mas não teve efeito patogênico para a bananeira (<em>Musa paradisiaca var. pacovan</em>) e para seringueiras (<em>Hevea brasiliensis</em>).</p>
<p>A pesquisa também indicou que o fungo <em>N. formicarum</em> não impactou seringueiras, mas afetou outras espécies testadas. Os sintomas causados pelos fungos pestalotióides manifestados nessas culturas também são parecidos com os da antracnose, outra doença que afeta o guaranazeiro, apresentando manchas de queima da folha que prejudicam a capacidade de fotossíntese das plantas.</p>
<p>Como os novos fungos foram verificados em algumas das cultivares clonais de guaraná, colocando em risco materiais que se destacam por serem bastante produtivos, serão feitas novas pesquisas para avaliação dos níveis de resistência e de susceptibilidade dessas cultivares diante desses novos patógenos.</p>
<p><em>Fonte: Embrapa Amazônia Ocidental</em></p>
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		<title>Projeto Maniva Tapajós seleciona cultivares de mandioca resistentes a fungo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/projeto-maniva-tapajos-seleciona-cultivares-de-mandioca-resistentes-a-fungo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 14:10:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/mandioca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará é o maior produtor de mandioca no Brasil, com uma representatividade de 21,95% da produção brasileira, segundo estimativa divulgada no último dia 14/01 pelo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Dentre os Estados da Região Norte, a produção paraense representa aproximadamente 61,57%. Diante desse cenário, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/mandioca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará é o maior produtor de mandioca no Brasil, com uma representatividade de 21,95% da produção brasileira, segundo estimativa divulgada no último dia 14/01 pelo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Dentre os Estados da Região Norte, a produção paraense representa aproximadamente 61,57%.</p>
<p>Diante desse cenário, cientistas no Pará trabalham há anos com o desenvolvimento de cultivares de mandioca mais resistentes a pragas em nosso Estado. Na região de Santarém, por exemplo, os pesquisadores identificaram que a doença que afetava a produção da mandioca era causada pelo fungo <em>Fusarium solani</em>.</p>
<p>A presença do fungo ocasiona podridão nas raízes da planta, reduz capacidade de produção e diminui o resultado final na extração de farinha, tucupi e goma. Ele se propaga muito fácil pelas plantações, seja pela roda do trator ou pela sola do sapato de um trabalhador.</p>
<p>A partir da descoberta do causador das perdas de colheita da mandioca na região, foi dado início aos estudos e parcerias com órgãos e empresas locais. Pesquisadores e produtores trabalharam juntos no controle da doença. Nascia, assim, o projeto Maniva Tapajós, que começou em 2014 na Vila de Boa Esperança, município de Santarém.</p>
<p>O trabalho dos pesquisadores é encontrar variedade mais resistentes, trazê-las para o laboratório, eliminar o fungo e/ou a bactéria e devolver o material sadio ao produtor.</p>
<p>Por meio de parcerias com a iniciativa privada e com outras instituições de ensino e pesquisa, como o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), foi possível a implantação de laboratórios de micropropagação de plantas a fim de produzir material com qualidade genética e fitossanitária, livre de doenças, alavancando assim a produção no campo.</p>
<p>Nesses 7 anos de trabalho, o projeto hoje atende 50 produtores, com 5 unidades em 3 municípios: Santarém, Mojuí dos Campos e Belterra.</p>
<h3>Manejo</h3>
<p>O agrônomo Rogério Rangel, do IFPA, atua no campo com assistência técnica aos produtores de mandioca na região de Santarém. Ele afirma que um manejo correto da planta reduz as probabilidades de propagação do fungo, ou de outros causadores de doenças na mandioca, bem como aumenta a produtividade na ponta.</p>
<p>Primeiramente, Rangel destaca o cuidado com o solo, que precisa estar mais solto e fofo. A aração pode ser feita manualmente, na base da enxada, ou com máquinas. Em segundo lugar, ele recomenda a adubação e calagem. Como o solo na região de Santarém é ácido, é fundamental o uso de calcário na medida certa. A adubação pode ser feita com material orgânico, potássio e nitrogênio, por exemplo. Por último, Rangel cita os tratos culturais da lavoura.</p>
<blockquote><p>&#8220;É preciso fazer uma boa<span class="s2"> limpeza do mato. A área deve estar limpa. Muitas vezes, o produtor deixa o mato crescer. Em vez de um pé de mandioca dar 5 quilos de raiz, dá 2&#8243;, diz.</span></p></blockquote>
<p>Rangel afirma que a proposta é fazer com que o produtor ganhe até quatro vezes mais a partir das orientações técnicas.</p>
<blockquote>
<p class="p1">&#8220;A Região Norte é a principal produtora de mandioca do País em volume de produção, mas perde em produtividade, que é quantidade de mandioca produzida numa área. A média nacional é de 15 mil quilos por hectare. A media paraense é bem abaixo da média nacional. A melhor média é da Região Sul, no Paraná, que ganha disparado com 25 mil quilos&#8221;, compara.</p>
</blockquote>
<p>O agrônomo chama a atenção de que a ciência agrícola não oferece cultivar de mandioca que seja 100% resistente a pragas.</p>
<p class="p1">&#8220;A resistência 100% não temos, mas temos cultivares que toleram mais os ataques, que são as que estamos recomendando&#8221;, conclui.</p>
<h3>Resultado</h3>
<p>O projeto Maniva Tapajós conversou com o produtor Alessandro do Nascimento, que contou os desafios que enfrentava na produção da mandioca e os anseios dele e de toda a comunidade com a chegada da assistência técnica da iniciativa.</p>
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