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	<title>Fundo Flora &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Bioeconomia paraense recebe aporte de R$ 18 milhões via Fundo Flora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 18:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/09/castanha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Inspirado no sucesso do TerraFund no continente africano, o Fundo Flora acaba de inaugurar um novo capítulo para a sustentabilidade no Brasil. O fundo anunciou o investimento de R$ 18 milhões em dez projetos pioneiros que prometem transformar a paisagem do Pará, conectando a regeneração da terra ao fortalecimento da economia local. Diferente de modelos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/09/castanha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Inspirado no sucesso do TerraFund no continente africano, o Fundo Flora acaba de inaugurar um novo capítulo para a sustentabilidade no Brasil. O fundo anunciou o investimento de R$ 18 milhões em dez projetos pioneiros que prometem transformar a paisagem do Pará, conectando a regeneração da terra ao fortalecimento da economia local.</p>
<p>Diferente de modelos tradicionais, o Fundo Flora atua onde o desafio é maior: na lacuna de financiamento para quem já está &#8220;com o pé no barro&#8221;. Por meio de doações e empréstimos concessionais, a iniciativa, idealizada pelo WRI Brasil, com gestão financeira da Sitawi Finanças do Bem, alavanca a capacidade de 26 organizações, entre cooperativas, ONGs e pequenas empresas, transformando recomendações técnicas em floresta em pé.</p>
<p>Ao integrar técnicas como a Regeneração Natural Assistida (RNA) e Sistemas Agroflorestais (SAFs), os selecionados revitalizam o solo enquanto impulsionam cadeias produtivas de peso, como as do açaí, cacau, castanha-do-Pará e óleos vegetais.</p>
<p>Para garantir que cada centavo e cada muda prosperem, o monitoramento é rigoroso. Através de um sistema desenvolvido pelo WRI, que une dados de campo e sensoriamento remoto, o fundo assegura transparência e credibilidade.</p>
<p>Como destaca a proposta do programa, essa abordagem consolida a Amazônia como protagonista de uma &#8220;economia verde, inclusiva e resiliente&#8221;.</p>
<h3>Os Protagonistas da restauração</h3>
<p>Conheça as iniciativas selecionadas nesta primeira etapa:</p>
<ul>
<li><strong>Abrapo (7 municípios)</strong>: Focada em escala, prevê implementar 1.000 hectares via regeneração natural, estruturando núcleos de sementes para abastecer 18 viveiros e beneficiando mais de mil pessoas.</li>
<li><strong>Conduru (Marabá)</strong>: Fundada por jovens de assentamentos, a associação vai restaurar 40 hectares com foco no protagonismo de mulheres e da juventude rural através de viveiros comunitários.</li>
<li><strong>CCAMPO (Santarém e região</strong>): Implementará sistemas agroflorestais de açaí e cupuaçu como modelo piloto para gerar renda e garantir a permanência dos jovens no campo.</li>
<li><strong>COAFRA (Castanhal):</strong> Unindo educação e campo, estabelecerá um viveiro em parceria com uma escola local, capacitando mulheres em manejo agroflorestal e empreendedorismo.</li>
<li><strong>Florestas Engenharia (Parauapebas):</strong> Especialista em reflorestamento, projeta um viveiro modular com capacidade para até 4 milhões de mudas por ano até 2030.</li>
<li><strong>FortparaOil (Acará)</strong>: Restaurará 305 hectares e ampliará a estrutura industrial para o processamento de óleos vegetais, integrando regeneração e mercado.</li>
<li><strong>Instituto Floresta Tropical (Bragança e região)</strong>: Com 30 anos de história, o IFT vai recuperar 60 hectares, incluindo áreas atingidas por incêndios, em parceria com comunidades quilombolas.</li>
<li><strong>Tribo Superfoods (Igarapé-Miri):</strong> Atuará na diversificação de antigas monoculturas de açaí, plantando cacau, cupuaçu e castanha para recuperar a biodiversidade local.</li>
<li><strong>Verde Novo (Irituia):</strong> Focado na liderança feminina, o projeto estruturará uma rede comunitária de coletoras de sementes para restaurar 40 hectares de terra.</li>
<li><strong>Zeno Nativo (Acará):</strong> Implementará 37 hectares de agroflorestas, fortalecendo a rastreabilidade e a geração de renda justa nas cadeias do cacau fino e da castanha.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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