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	<title>fundo de perdas e danos &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>fundo de perdas e danos &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Fundo de Perdas e Danos abre US$ 250 milhões em pedidos de proposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 19:18:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[fundo de perdas e danos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/ana_toni3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A diretora executiva da COP30, Ana Toni, anunciou, nesta segunda-feira (10), que a primeira rodada de financiamento do Fundo de Perdas e Danos abriu US$ 250 milhões em pedidos de propostas para projetos. Criado durante a COP28, em Dubai, o fundo é voltado para o financiamento de projetos para recuperar os estragos causados pela crise [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/ana_toni3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A diretora executiva da COP30, Ana Toni, anunciou, nesta segunda-feira (10), que a primeira rodada de financiamento do Fundo de Perdas e Danos abriu US$ 250 milhões em pedidos de propostas para projetos.</p>
<p>Criado durante a COP28, em Dubai, o fundo é voltado para o financiamento de projetos para recuperar os estragos causados pela crise climática.</p>
<p>Durante entrevista coletiva, Ana Toni disse que o início da operação do fundo é uma conquista já no primeiro dia de negociações da conferência, em Belém.</p>
<p>Segundo ela, o anúncio reforça o caráter de implementar propostas que busquem soluções na ponta, para mitigação e adaptação da crise climática.</p>
<blockquote><p>“Temos uma grande notícia a respeito, um fundo feito recentemente na COP28, que começou a operar. Eles fizeram 250 chamados para propostas e isso mostra como esse fundo, criado dois anos atrás, pode começar a implementar propostas para projetos”, disse Toni.</p></blockquote>
<p>“O mais importante é acelerar pedidos de projetos e o financiamento de projetos para chegar na ponta”, acrescentou.</p>
<p>O documento, que cria o fundo, diz que o financiamento será direcionado para desafios associados aos efeitos adversos das alterações climáticas, tais como emergências relacionadas com o clima, subida do nível do mar, deslocamento, relocação, migração, informações e dados climáticos insuficientes, e a necessidade para a reconstrução e recuperação resilientes às alterações climáticas.</p>
<p>A criação do fundo foi determinada na COP27 que ocorreu no Egito, em 2022. Somente em 2023, ele começou a receber doações voluntárias de países como Japão, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Alemanha, que somaram US$ 420 milhões.</p>
<p>O fundo no Banco Mundial é administrado por um conselho formado por 26 membros, sendo 12 de países desenvolvidos e 14 de países pobres ou emergentes.</p>
<blockquote><p>“A gente tem conversado com o secretário-geral do fundo. Ele está falando com muitos países e tem perspectivas de ter mais aportes”, acrescentou Ana.</p></blockquote>
<h3>Aportes</h3>
<p>Mais cedo, Ana Toni também anunciou aportes para os Fundos de Investimento Climático (CIF), que receberão inicialmente US$ 100 milhões da Alemanha e Espanha para o programa de investimentos Arise (Acelerando Investimentos em Resiliência e Inovações para Economias Sustentáveis), iniciativa lançada em outubro. O governo alemão contribuiu com US$ 63,25 milhões e o espanhol com US$ 36,8 milhões.</p>
<blockquote><p>“Este é exatamente o tipo de exemplo que queríamos desta COP: que fosse uma COP da implementação, que fortalecesse o multilateralismo e que mostrasse como as pessoas podem ser impactadas positivamente por essa transição energética”, destacou a diretora executiva.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Saiba o que deve ser discutido na COP28, que começa esta semana em Dubai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 15:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[dubai]]></category>
		<category><![CDATA[fundo de perdas e danos]]></category>
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		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/dubai-Tomaz-Silva-Agencia-Brasil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em meio a um tenso conflito geopolítico no Oriente Médio e com o mundo enfrentando eventos climáticos extremos agravados pelo El Niño, os líderes e delegações de quase 200 nações se reúnem de 30 de novembro a 12 de dezembro para discutir o futuro da agenda global de combate às mudanças do clima durante a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/dubai-Tomaz-Silva-Agencia-Brasil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em meio a um tenso conflito geopolítico no Oriente Médio e com o mundo enfrentando eventos climáticos extremos agravados pelo El Niño, os líderes e delegações de quase 200 nações se reúnem de 30 de novembro a 12 de dezembro para discutir o futuro da agenda global de combate às mudanças do clima durante a COP28,  em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.</p>
<p>A expectativa é de que seja acordado um compromisso com a limitação do aumento da temperatura do planeta em 1,5º C e com a distribuição de recursos para reparar os danos da crise climática. Esse é o limite,  acordado por quase 200 países em Paris em 2015.  para evitar evitar o avanço do aquecimento global</p>
<p>O secretário-executivo da Convenção Clima (UNFCCC), Simon Stiell, recentemente apelou aos líderes internacionais que se cheguem a  avanços concretos nas negociações.</p>
<p>Em relação ao Pará, a COP28 vai servir  para que o Governo do Estado conheça o planejamento, ações prévias e execução de toda a estrutura que envolve o evento para ajudar na realização da COP30, a ser realizada em Belém.</p>
<h3><strong>Mas o que é a COP28?</strong></h3>
<p>COP significa &#8220;Conferência das Partes&#8221;, onde as &#8220;partes&#8221; são os países que assinaram o acordo climático original da ONU em 1992.</p>
<p>O evento marca a reunião dos países signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Desde sua ratificação, em 1994, os países-membro passaram a se reunir anualmente para avaliar a situação e debater mecanismos para garantir sua efetividade.</p>
<p>Alguns marcos das discussões promovidas incluem o acordo para que os países desenvolvidos destinem US$ 100 milhões para o financiamento climático dos países em desenvolvimento e a formalização do objetivo de conter o aumento da temperatura entre 1,5º e 2ºC em relação ao níveis pré-industriais.</p>
<h3><strong>O que está em pauta na COP28?</strong></h3>
<p>Na última COP, realizada no Egito, foi criado um fundo de perdas e danos, em que se prevê que os maiores poluidores devem financiar as ações de reparação nas regiões afetadas. Neste ano, devem ser definidos os aspectos práticos, como as fontes de recurso e a operação do fundo, que ficará sob responsabilidade do Banco Mundial.</p>
<p>Outro ponto importante será a divulgação do primeiro Global Stocktake (GST), um relatório com o balanço dos principais avanços e desafios relacionados ao cumprimento das metas do Acordo de Paris. O documento pode trazer também direcionamentos para o futuro da ação climática, abordando inclusive compromissos para conter o aumento da temperatura em 1,5ºC.</p>
<p>Há ainda a expectativa que a COP28 trate de temas relevantes sobre a transformação dos sistemas alimentares dos países ricos. O posicionamento do presidente da Conferência, Sultan Ahmed Al Jaber, disponível no <a href="https://www.cop28.com/en/cop28-presidency" target="_blank" rel="noopener">site do evento</a> chama a atenção das nações do G20 para a adoção de estratégias de uso sustentável da terra, investimento em práticas para aprimorar a resiliência das culturas agrícolas e redução dos impactos da produção de alimentos.</p>
<p>Em razão dos Emirados Árabes Unidos serem um dos principais produtores de petróleo no mundo, espera-se ainda que o encontro paute temas como o fim da exploração de combustíveis fósseis e transição energética, no entanto as questões devem ser tratadas principalmente em fóruns paralelos onde a participação de movimentos ambientais e organizações da sociedade civil tem maior peso.</p>
<h3><strong>Como vai ser a participação brasileira?</strong></h3>
<p>A delegação brasileira na COP28 será a maior até então, com mais de 1,5 mil integrantes. Com isso, o Brasil deve ter um papel de destaque nas negociações e na apresentação de soluções para o futuro do planeta.</p>
<p>Em coletiva realizada no início do mês, um dos representantes da comitiva, o embaixador André Corrêa do Lago, afirmou que o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-quer-ser-paladino-do-15o-na-cop-28-que-acontece-neste-mes-em-dubai/">país pretende ser um “paladino pelo 1,5ºC”</a>, isto é, o objetivo é engajar as diferentes nações em metas mais ousadas para conter o aumento da temperatura. Isso porque, no Acordo de Paris, ficou definido que deve haver um esforço para manter o aquecimento em menos de 2ºC e, se possível, até 1,5ºC.</p>
<p>Além disso, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, adiantou que o Brasil está finalizando a proposta de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-vai-levar-a-cop28-proposta-de-criacao-de-fundo-mundial-para-conservacao-de-florestas/">criação de um fundo internacional destinado à conservação de florestas tropicais</a>. Outra deia é de criação de mecanismos para financiar a transformação de pastagens degradadas em lavouras sustentáveis.</p>
<p>Da mesma forma, o Pará pretende aproveitar a Conferência para avançar em sua política ambiental. <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/plano-estadual-de-restauracao-florestal-sera-um-dos-dez-anuncios-do-para-durante-a-cop28/">Uma das 10 entregas previstas é o Plano de Restauração Florestal</a> que deve estar alinhado ao Plano Estadual de Bioeconomia.</p>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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		<title>Brasil quer ser ‘paladino do 1,5º’ na COP 28, que começa no final do mês em Dubai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 13:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/calor6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um dos principais objetivos da atuação do Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de Dubai (COP 28) deve girar em torno de um compromisso global para limitar o aumento das temperaturas em até 1,5º. O anúncio ocorreu na noite de quarta-feira, 8 , no mesmo dia em que se apontou 2023 como [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/calor6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um dos principais objetivos da atuação do Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de Dubai (COP 28) deve girar em torno de um compromisso global para limitar o aumento das temperaturas em até 1,5º.</p>
<p>O anúncio ocorreu na noite de quarta-feira, 8 , no mesmo dia em que se apontou 2023 como o ano mais quente da história e que provavelmente será superado por 2024. A apresentação para a imprensa contou com a presença de dois representantes da delegação brasileira na COP: a secretária nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Ana Toni; e o secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, embaixador André Corrêa do Lago.</p>
<blockquote><p>“O Brasil chega nessa COP de maneira oposta do que chegou nas outras. Chega de cabeça em pé, sendo demandado por tudo e por todos, com um presidente com muita credibilidade e tendo corrigido a iNDC brasileira, o que mostra o compromisso brasileiro com o acordo multilateral”, afirmou Ana Toni,tratando sobre a liderança brasileira na agenda climática.</p></blockquote>
<p>A expectativa é grande para o evento, que ocorre de 30 de novembro a 12 de dezembro nos Emirados Árabes Unidos, pois traz indicativos para o rumo do debate sobre mudanças climáticas até a COP 30, que ocorrerá em Belém, em 2025.  Temas como as boas práticas na agricultura, reflorestamento, produtos de baixo carbono e energias renováveis serão os temas centrais nas discussões d Brasil.</p>
<p>No âmbito das negociações, o embaixador André Lago adiantou que o Brasil será “um paladino do 1,5º”, visando um engajamento maior dos países para conter o aquecimento do planeta. Para ele, é difícil conciliar as diferentes realidades, porém é preciso assumir um compromisso mais assertivo do que o feito no Acordo de Paris.</p>
<p>“Todos os países têm setores complicados, setores que vão sofrer. O 1,5º obriga que se encontre soluções realistas e dentro dessa diversidade de circunstancias”, disse o embaixador, que destacou a missão do Brasil terá nas tratativas com os demais governos.</p>
<blockquote><p>“O papel do Brasil está muito mais de tentar aproximar os países de maneira discreta, do que de fazer discursos, que ficam bem para a plateia, mas não resolvem o problema. Vai ser um esforço de construir e assegurar que o multilateralismo seja a melhor alternativa para tratar de mudança do clima”, frisou.</p></blockquote>
<h3><strong>Avanços e desafios para a agenda do clima</strong></h3>
<p>Nos preparativos para COP 28, uma pré-conferência foi realizada no início de novembro em Abu Dhabi e trouxe indicativos importantes do que pode ser anunciado. De acordo com Ana Toni, houve avanços na operacionalização do fundo de perdas e danos para atender as regiões afetadas pelas mudanças do clima. O fundo foi criado na COP de 2022, mas faltou a definição de aspectos práticos sobre o financiamento e a distribuição dos recursos.</p>
<p>Outro resultado esperado é a publicação de um documento denominado Global Stocktake (GST), que trará um balanço dos avanços e desafios encontrados para o cumprimento das metas do Acordo de Paris. É a primeira vez que o relatório será elaborado, por isso ainda há muitas discussões técnicas e diplomáticas sobre o formato que o GST terá, acrescentou a secretária</p>
<p>Ana considera que a COP 28 será bem-sucedida caso o GST traga esse direcionamento sobre o 1,5º, pois assim a conferência do próximo ano pode avançar na discussão dos mecanismos de financiamento. Seguindo essa lógica, a COP 30 teria um papel de destaque para a definição de novas iNDC, que são as contribuições de cada país para o futuro climático.</p>
<p>A COP28 contará com a participação de cerca de 1.500 brasileiros, entre representantes do poder público, empresários, pesquisadores e movimentos da sociedade civil.</p>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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