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	<title>Fundo Amazônia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Fundo Amazônia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Fundo Amazônia quadruplica ritmo anual de aprovações desde a retomada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:18:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/amazonia555-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo  A média anual de aprovação de verbas do Fundo Amazônia saltou de R$ 300 milhões (2009-2018) para R$ 1,3 bilhão no ciclo recente.  A média anual de liberação de verbas do mecanismo subiu de R$ 206 milhões (2010-2018) para R$ 224 milhões (2023-2025). Em 18 anos de existência, o fundo soma R$ 5,3 bilhões [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/amazonia555-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em> A média anual de aprovação de verbas do Fundo Amazônia saltou de R$ 300 milhões (2009-2018) para R$ 1,3 bilhão no ciclo recente.</em></li>
<li><em> A média anual de liberação de verbas do mecanismo subiu de R$ 206 milhões (2010-2018) para R$ 224 milhões (2023-2025).</em></li>
<li><em>Em 18 anos de existência, o fundo soma R$ 5,3 bilhões em doações e 153 projetos aprovados.</em></li>
<li><em>A base passou de 2 para 9 doadores internacionais a partir de 2023. O Reino Unido realizou um novo aporte de 40,7 milhões de libras, tornando-se o segundo maior doador do fundo.</em></li>
<li><em>O período entre 2023 e 2026 concentra 57% do total de aprovações e contratações da história do fundo.</em></li>
</ul>
<p>O Fundo Amazônia registrou um aumento no ritmo anual de aprovação de projetos após a retomada de sua governança em 2023. A média anual de aprovações passou de cerca de R$ 300 milhões, entre 2009 e 2018, para R$ 1,3 bilhão no período recente.</p>
<p>O balanço das atividades foi apresentado nesta quinta-feira, 11, pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na abertura da 36ª Reunião do Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA), em Brasília.</p>
<p>Criado para captar cooperação internacional baseada na redução do desmatamento, o Fundo Amazônia completa 18 anos com um total de R$ 5,3 bilhões em doações e 153 projetos aprovados. As ações são voltadas à prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, além de restauração florestal, regularização ambiental e territorial, e produção sustentável.</p>
<p>Os desembolsos também apresentaram variação: entre 2023 e 2025, a média anual desembolsada foi de R$ 224 milhões, comparada à média de R$ 206 milhões registrada entre 2010 e 2018. A mudança ocorre após a reativação da governança do Fundo, a recriação da estrutura dedicada ao mecanismo no BNDES e a definição de novas diretrizes para a aplicação dos recursos.</p>
<blockquote><p>“Desde o início da nossa gestão no BNDES, o Fundo voltou a ter escala, direção estratégica e presença na ponta, apoiando desde a fiscalização e o combate a incêndios até a restauração, a sociobioeconomia e o fortalecimento de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p></blockquote>
<h3>Reino Unido: segundo maior doador</h3>
<p>Na quarta-feira, 10, o Reino Unido anunciou seu segundo desembolso para o fundo, no valor de 40,7 milhões de libras, tornando-se o segundo maior doador.</p>
<p>Desde que o Fundo Amazônia foi retomado, em 2023, sete novos governos doadores se juntaram à Noruega e à Alemanha. Além do Reino Unido: Suíça, Dinamarca, União Europeia, Estados Unidos, Irlanda e Japão também fizeram doações</p>
<p>Guilherme Checco, secretário-executivo adjunto do MMA, afirmou que o Fundo Amazônia integra uma estratégia voltada para a transformação ecológica da economia do Brasil.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nosso País está na liderança da construção de um novo setor econômico, voltado para restaurar e plantar a floresta e viabilizar essas atividades como um novo negócio, com fonte de recursos, emprego e renda. Os resultados do Fundo Amazônia são sintomáticos da capacidade de operação do BNDES, mas também da construção de uma nova economia no Brasil. Isso é fruto de um esforço coletivo que envolve as empresas que estão interessadas em apostar nesses novos setores, o setor financeiro e a visão de futuro do governo que entende ser possível e necessário construir um novo modelo de desenvolvimento, onde o meio ambiente seja um aliado, um propulsor e um diferencial estratégico&#8221;.</p></blockquote>
<p>Distribuição dos recursos</p>
<p>A carteira atual está dividida em diferentes frentes de atuação:</p>
<ul>
<li><strong>Restauração florestal:</strong> O programa Restaura Amazônia destinou R$ 450 milhões a 12 chamadas públicas (nove já concluídas), selecionando 45 projetos que abrangem 26 Terras Indígenas, 80 assentamentos e oito Unidades de Conservação.</li>
<li><strong>Atividades produtivas sustentáveis</strong>: Estão alocados R$ 1,1 bilhão em projetos de inclusão social e produtiva para pequenos agricultores, povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, beneficiando mais de 90 mil famílias nos nove estados da Amazônia Legal.</li>
<li><strong>Regularização fundiária e ambiental:</strong> Destinação de R$ 433 milhões para quatro projetos (Caminhos Verdes, União com Municípios, Pará Mais Sustentável e Paz no Campo), somando mais de 10 milhões de hectares georreferenciados e 40 mil famílias beneficiadas.</li>
<li><strong>Prevenção e combate a incêndios:</strong> Foram direcionados R$ 521 milhões para ações em 14 estados, abrangendo os biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal. O montante inclui R$ 371 milhões para os Corpos de Bombeiros da Amazônia Legal e R$ 150 milhões para o manejo integrado do fogo no Cerrado e Pantanal.</li>
<li><strong>Fiscalização e monitoramento:</strong> O Ibama recebeu R$ 826 milhões para compra e aluguel de equipamentos (helicópteros, drones, veículos e sistemas de inteligência artificial). Outros R$ 319 milhões foram destinados ao Plano Amazônia: Segurança e Soberania (AMAS) para apoio às forças de segurança.</li>
</ul>
<blockquote><p>“O Fundo Amazônia chega aos 18 anos com escala, direção estratégica e presença na ponta. É uma carteira que protege a floresta e, ao mesmo tempo, melhora a vida de quem vive nela”, afirma a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.</p></blockquote>
<p>A agenda voltada aos povos indígenas soma R$ 386 milhões para 13 projetos em 167 Terras Indígenas. Para as comunidades quilombolas, o projeto Naturezas Quilombolas destina R$ 33 milhões não reembolsáveis a 40 territórios. Além disso, o Prêmio Fundo Amazônia Conhecer e Reconhecer vai premiar 50 iniciativas locais com até R$ 50 mil cada.</p>
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		<title>Contra o fogo e a seca: País cria força-tarefa semanal para monitorar o El Niño</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/seca23-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resuno Órgãos federais e centros de pesquisa passam a se reunir toda semana (antes era a cada 45 dias) para monitorar o El Niño e coordenar ações preventivas no país. Enquanto no Sul, o risco principal é o aumento de chuvas severas e enchentes na primavera, no Norte e Nordeste, traze seca, calor e pressão [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/seca23-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resuno</em></p>
<ul>
<li><em> Órgãos federais e centros de pesquisa passam a se reunir toda semana (antes era a cada 45 dias) para monitorar o El Niño e coordenar ações preventivas no país.</em></li>
<li><em>Enquanto no Sul, o risco principal é o aumento de chuvas severas e enchentes na primavera, no Norte e Nordeste, traze seca, calor e pressão sobre os reservatórios e a agricultura..</em></li>
<li><em>O Ministério do Meio Ambiente mobilizou um recorde de 4.630 profissionais (entre brigadistas federais, servidores do Ibama e ICMBio) para atuar na prevenção e combate a incêndios florestais.</em></li>
<li><em>Serão R$ 555 milhões do Fundo Amazônia para equipar e capacitar os Corpos de Bombeiros dos estados da Amazônia Legal, Cerrado e Pantanal.</em></li>
<li><em>Especialistas alertam que o El Niño potencializa o clima extremo, mas o tamanho do estrago e dos desastres depende diretamente do nível de preparação das cidades.</em></li>
</ul>
<p>O governo federal e instituições de pesquisa científica decidiram intensificar o monitoramento do clima no País. Os encontros técnicos para avaliar o comportamento do El Niño, que antes ocorriam a cada 45 dias, agora serão semanais. A mudança visa agilizar o planejamento e antecipar respostas a eventos climáticos extremos em parceria com estados, municípios e a sociedade civil.</p>
<p>A força-tarefa reúne o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e a UFRJ. Além disso, o governo reativou a Sala de Situação sobre Incêndios Florestais, que engloba 13 ministérios e nove autarquias para gerenciar crises.</p>
<h3>Os impactos</h3>
<p>Segundo o Cemaden, o El Niño já está configurado no Oceano Pacífico, mas seus reflexos no território brasileiro aparecerão de forma gradual e com características diferentes em cada região.</p>
<p>O impacto na região Norte, como no Nordeste, deve ser sentido mais tarde, durante o verão e o outono de 2027. Nestas áreas, a tendência é inversa ao Sul: haverá forte redução das chuvas e alta nas temperaturas, o que pode provocar secas prolongadas, prejudicar a agricultura e baixar o nível dos reservatórios de água.</p>
<p>Especialistas ressaltam que o fenômeno, por si só, não causa desastres isolados.</p>
<blockquote><p>&#8220;O El Niño gera os extremos de chuvas. O desastre é a combinação desse volume de água com a falta de preparação das cidades&#8221;, explica José Marengo, coordenador-geral de pesquisa do Cemaden. Os cientistas monitoram o nível de aquecimento do Pacífico durante a primavera para determinar se o evento será moderado, forte ou se atingirá a categoria de &#8220;Super El Niño&#8221; (quando as águas ficam 2°C acima da média por vários meses).</p></blockquote>
<h3>Reforço no combate a incêndios</h3>
<p>Uma das principais preocupações do planejamento é o controle de queimadas florestais desencadeadas pelo tempo seco. Para 2026, o Ministério do Meio Ambiente ampliou o efetivo de combate: serão 4.630 profissionais em campo, sendo mais de 4,4 mil brigadistas contratados temporariamente e 220 servidores do Ibama e do ICMBio. O número supera o contingente de 2025.</p>
<p>A estrutura jurídica também foi antecipada com a publicação de uma portaria de emergência ambiental por risco de incêndios em áreas vulneráveis. A medida agiliza contratações emergenciais e ações preventivas antes do período mais crítico de seca. Todas as ações seguem as diretrizes da recém-criada Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo (PNMIF), que obriga a cooperação entre governo federal, estados, proprietários rurais e cientistas.</p>
<h3>Investimentos estruturais</h3>
<p>Apesar do alerta ligado para os próximos meses, os dados mais recentes trazem um cenário de melhora no curto prazo. Levantamento do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (Lasa/UFRJ) mostra que a área total queimada no Brasil em 2025 caiu 39% na comparação com a média dos sete anos anteriores. A redução de focos de incêndio foi de 91% no Pantanal, 75% na Amazônia, 58% na Mata Atlântica e 45% no Pampa.</p>
<p>Para consolidar essa queda e preparar as frentes de defesa contra o El Niño, o governo federal destinou R$ 555 milhões provenientes do Fundo Amazônia. O recurso está sendo aplicado na compra de equipamentos pesados e no treinamento de equipes dos Corpos de Bombeiros militares nos estados que compõem a Amazônia Legal, o Cerrado e o Pantanal.</p>
<p><em>Fonte: g1</em></p>
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		<item>
		<title>Fundo Amazônia destina R$ 150 milhões para pesquisa e inovação em cadeias produtivas da região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[babaçu]]></category>
		<category><![CDATA[bioecnomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/babacu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo R$ 150 milhões do Fundo Amazônia serão destinados ao programa Desafios da Amazônia Foco em pesquisa e inovação para as cadeias de açaí, cacau, castanha, babaçu e pescado Previsão de apoio a pelo menos 18 projetos colaborativos, com investimento médio de R$ 7 milhões por projeto Expectativa de envolver 630 pesquisadores e 72 instituições [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/babacu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>R$ 150 milhões do Fundo Amazônia serão destinados ao programa Desafios da Amazônia</em></li>
<li><em>Foco em pesquisa e inovação para as cadeias de açaí, cacau, castanha, babaçu e pescado</em></li>
<li><em>Previsão de apoio a pelo menos 18 projetos colaborativos, com investimento médio de R$ 7 milhões por projeto</em></li>
<li><em>Expectativa de envolver 630 pesquisadores e 72 instituições científicas da Amazônia Legal</em></li>
</ul>
<p>O Fundo Amazônia vai destinar R$ 150 milhões ao programa Desafios da Amazônia, voltado ao financiamento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação para cadeias socioprodutivas da região. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 27, em Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus (AM).</p>
<p>O programa será coordenado pela Iniciativa Amazônia+10, do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e implementado em parceria com a Fundação Arthur Bernardes. A gestão dos recursos fica a cargo do BNDES, em articulação com os ministérios do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia.</p>
<blockquote><p>&#8220;A assinatura é um passo importante em direção à consolidação da Iniciativa Amazônia + 10; cujo principal objetivo é fomentar pesquisas no âmbito da Amazônia Legal, em parceria com outros estados e países, para a busca de respostas às questões vistas como óbices que queremos superar na Amazônia&#8221;, comentou Márcia Perales, diretora-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).</p></blockquote>
<h3>Como vai funcionar</h3>
<p>O programa prevê o lançamento de até duas chamadas públicas para selecionar pelo menos 18 projetos colaborativos, com investimento médio de R$ 7 milhões cada. Para participar, os projetos deverão reunir no mínimo duas instituições científicas e tecnológicas e uma organização socioprodutiva, todas com sede na Amazônia Legal. Universidades, institutos de pesquisa, institutos federais, associações comunitárias e cooperativas são elegíveis.</p>
<p>No primeiro edital, os recursos serão direcionados a soluções tecnológicas para as cadeias do açaí, cacau, castanha, babaçu e pescado, com foco em agregação de valor, bioeconomia e geração de renda para populações locais. O programa também prevê bolsas de pesquisa, incluindo bolsas comunitárias, e apoio à implementação das soluções nos territórios.</p>
<h3>Resultados esperados</h3>
<p>A expectativa é desenvolver cerca de 36 soluções tecnológicas para gargalos das cadeias produtivas amazônicas, com a participação direta de pelo menos 72 instituições científicas e tecnológicas da região e o envolvimento de aproximadamente 630 pesquisadores.</p>
<h3>Sobre o Fundo Amazônia</h3>
<p>Criado em 2008, o Fundo Amazônia financia ações de prevenção e combate ao desmatamento, além de iniciativas de conservação e uso sustentável da floresta. Desde 2023 — após quatro anos paralisado —, o fundo ampliou o apoio a projetos de bioeconomia, ciência, inovação e restauração florestal.</p>
<p>No período, já foram destinados mais de R$ 1,6 bilhão a atividades produtivas sustentáveis, com expectativa de beneficiar mais de 100 mil pessoas e apoiar cerca de 300 organizações em todos os estados da Amazônia Legal.</p>
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		<item>
		<title>Fundo Amazônia lança prêmio de R$ 2,5 milhões para reconhecer guardiões da floresta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:12:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
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		<category><![CDATA[floresta em pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/agricultura-sustentavel-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Fundo Amazônia deu um passo estratégico para fortalecer as populações que mantêm a floresta em pé. Nesta segunda-feira, 6, foi lançado o “Prêmio Fundo Amazônia &#8211; Conhecer e Reconhecer”. A iniciativa, fruto de uma parceria entre o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o BNDES, vai premiar 50 iniciativas locais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/agricultura-sustentavel-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Fundo Amazônia deu um passo estratégico para fortalecer as populações que mantêm a floresta em pé. Nesta segunda-feira, 6, foi lançado o “Prêmio Fundo Amazônia &#8211; Conhecer e Reconhecer”. A iniciativa, fruto de uma parceria entre o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o BNDES, vai premiar 50 iniciativas locais com R$ 50 mil cada, totalizando um investimento de R$ 2,5 milhões.</p>
<p>O prêmio foca em organizações e coletivos que já desenvolvem ações concretas de proteção territorial e conservação ambiental na Amazônia Legal. Segundo Tereza Campello, diretora Socioambiental do BNDES, a premiação simboliza uma mudança de patamar no Fundo.</p>
<blockquote><p>“Desde 2023, o Fundo ampliou sua presença nos territórios e passa agora a apoiar diretamente iniciativas de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, que já desempenham papel central na proteção da floresta. O prêmio reconhece e fortalece esses que são os principais guardiões da Amazônia”, afirmou ela, durante o Acampamento Terra Livre (ATL), em Brasília.</p></blockquote>
<h3>Inscrições</h3>
<p>As inscrições estão abertas até o dia 6 de julho de 2026. Podem participar coletivos e organizações autodeclaradas em três segmentos:</p>
<ul>
<li>Índígenas: 15 iniciativas selecionadas.</li>
<li>Quilombolas: 15 iniciativas selecionadas.</li>
<li>Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs): 20 iniciativas selecionadas.</li>
</ul>
<p>Para a secretária nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável, a ação vai além do financeiro.</p>
<blockquote><p>“O prêmio valoriza não apenas os povos indígenas e as comunidades quilombolas, mas também a diversidade de povos e comunidades que atuam diretamente na proteção dos territórios e na conservação da Amazônia. Ao reconhecer esses sujeitos, evidencia modos de vida fundamentados no bem-estar coletivo, na relação equilibrada com a natureza e no desenvolvimento de tecnologias ancestrais, historicamente construídas e essenciais para a proteção do bioma amazônico”, destacou.</p></blockquote>
<p>Ela acrescentou ainda que a medida &#8220;fortalece a visibilidade e reafirma o papel estratégico desses povos como verdadeiros guardiões da sociobiodiversidade e detentores de direitos&#8221;.</p>
<h3>Critérios de seleção</h3>
<p>O processo será dividido em duas etapas: habilitação documental pelo BNDES e análise qualitativa por comissões interinstitucionais, que contam com a participação da COIAB, CONAQ e Rede PCTs.</p>
<p>Serão avaliados projetos já realizados que apresentem resultados em frentes como vigilância territorial, restauração ecológica, segurança alimentar e manejo integrado do fogo. Pontos como o protagonismo de mulheres, a participação de jovens e a transmissão de saberes ancestrais serão diferenciais na pontuação.</p>
<p>O cronograma prevê a divulgação dos vencedores em novembro de 2026, com eventos de premiação e visibilidade agendados para o final do ano. Detalhes e editais completos estão disponíveis no site oficial do Fundo Amazônia.</p>
<p><span style="font-size: 14px;">As inscrições vão até 6 de julho de 2026.</span></p>
<p dir="ltr">Todas as informações sobre o Prêmio Fundo Amazônia &#8211; Conhecer e Reconhecer estão disponíveis neste <a class="external-link" title="" href="https://www.fundoamazonia.gov.br/pt/premio-fundo-amazonia/" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview- rel="noopener">link </a>.</p>
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		<title>Pacto contra o desmatamento destina recursos para regularizar 2,3 milhões de hectares na Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pacto-contra-o-desmatamento-destina-recursos-para-regularizar-23-milhoes-de-hectares-na-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 15:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[UCM]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/unidade_de_conservacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um investimento de R$ 131,9 milhões marca o início de uma ofensiva estratégica para aliar produção sustentável e segurança jurídica na região Norte. Nos próximos 24 meses, cerca de 7.300 famílias de agricultores familiares, assentados e ocupantes de terras públicas em seis estados serão atendidas com serviços de regularização fundiária, ambiental e assistência técnica rural [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/unidade_de_conservacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um investimento de R$ 131,9 milhões marca o início de uma ofensiva estratégica para aliar produção sustentável e segurança jurídica na região Norte. Nos próximos 24 meses, cerca de 7.300 famílias de agricultores familiares, assentados e ocupantes de terras públicas em seis estados serão atendidas com serviços de regularização fundiária, ambiental e assistência técnica rural (Ater).</p>
<p>Este é o primeiro ciclo do Programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia (UCM). Os recursos, provenientes do Fundo Amazônia/BNDES, contemplam beneficiários em 48 municípios do Amazonas, Acre, Pará, Mato Grosso, Rondônia e Roraima. A meta inicial é cobrir 2,3 milhões de hectares, mas o planejamento até 2030 prevê alcançar 130 mil famílias e uma área de 9,5 milhões de hectares.</p>
<p>A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) já formalizou os contratos com as 14 entidades que realizarão o trabalho de campo. O ato, realizado em Brasília na última terça-feira (31), reuniu lideranças comunitárias de mais de 60 municípios do bioma e representantes do setor ambiental e agrário.</p>
<p>Segundo o diretor de Governança da Terra do Incra, João Pedro Gonçalves, a regularização é um pilar no combate aos crimes ambientais e no desenvolvimento regional. Já o presidente da Anater, Camilo Capiberibe, destacou que esta é a maior chamada pública da história da agência, integrando diferentes esferas para fortalecer a agricultura familiar.</p>
<blockquote><p>“Estamos falando da maior chamada pública já realizada pela agência, que começa com 7,3 mil famílias, mas chegará, em 2030, a 130 mil famílias amazônidas, integrando o Governo do Brasil, estados, municípios e entidades parceiras”, afirmou Capiberibe.</p></blockquote>
<h3>Foco em municípios prioritários</h3>
<p>O programa utiliza dados do Inpe para focar em 81 municípios considerados prioritários para o controle da degradação florestal — 70 deles já aderiram à iniciativa. Na prática, as famílias terão acesso a tecnologias sustentáveis e apoio para a transição agroecológica, respeitando as vocações produtivas locais.</p>
<p>Após a formação de equipes e a assinatura das ordens de serviço com as entidades, começarão os trabalhos de campo, junto às famílias a serem atendidas.</p>
<p>Ao todo, o montante mobilizado para essas ações deve chegar a R$ 815 milhões. Além do Fundo Amazônia, a verba conta com aportes do Projeto Floresta+ (parceria com o PNUD), do Fundo Verde para o Clima, do Fundo Nacional do Meio Ambiente e do Fundo de Defesa de Direitos Difusos.</p>
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		<title>Fundo Amazônia aplica R$ 80 milhões para produção agrícola comunitária</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/fundo-amazonia-aplica-r-80-milhoes-para-producao-agricola-comunitaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 15:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores familiares]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Florestas e Comunidades: Amazônia Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[produção de alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/agricultura-familiar-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Fundo Amazônia vai destinar R$ 80 milhões para fortalecer a produção de alimentos de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na Amazônia Legal, por meio de um edital lançado nesta terça-feira, 3. A iniciativa faz parte do projeto Florestas e Comunidades: Amazônia Viva e é resultado de parceria entre o Banco Nacional de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/agricultura-familiar-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Fundo Amazônia vai destinar R$ 80 milhões para fortalecer a produção de alimentos de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na Amazônia Legal, por meio de um edital lançado nesta terça-feira, 3. A iniciativa faz parte do projeto Florestas e Comunidades: Amazônia Viva e é resultado de parceria entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que gerencia os recursos do fundo, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>
<p>Os recursos não reembolsáveis serão aplicados em ao menos 32 propostas, com valores entre R$ 500 mil e R$ 2,5 milhões para cada projeto, a serem executados nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão.</p>
<p>O edital é dirigido a redes e organizações individuais, como cooperativas e associações da agricultura familiar, povos indígenas, comunidades quilombolas e tradicionais, extrativistas, pescadores artesanais, além de organizações da sociedade civil com atuação comprovada na região. Serão priorizados projetos com maior número de beneficiários, protagonismo feminino, participação de jovens e atuação em cadeias da sociobiodiversidade.</p>
<p>Um dos principais objetivos do edital é fortalecer as entidades para que elas possam fornecer alimentos para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), além do acesso a operações do Programa de Valorização da Sociobiodiversidade e do Extrativismo (SocioBio Mais).</p>
<blockquote><p>&#8220;Normalmente, os mais pobres do campo produzem e entregam para outros comercializarem e industrializarem, ou seja, fazer a melhor parte. E, com este recurso, aqueles que conseguirem acessar, eles vão conseguir, além da formalização, agregar novos equipamentos&#8221;, destacou o presidente da Conab, Edegar Pretto.</p></blockquote>
<p>Segundo a Conab, os recursos poderão ser utilizados no fomento produtivo, como aquisição de máquinas e equipamentos, obras e construções, entre outros itens de investimento, que contribuam para melhoria das condições produtivas. Assistência técnica e extensão rural e pesquisa científica e tecnológica para inovação e sustentabilidade também poderão ser custeadas, desde que não ultrapassem 50% do valor de repasse.</p>
<p>&#8220;O edital busca gerar emprego e renda e também ter vínculo com a agenda de segurança alimentar e nutricional&#8221;, observou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.</p>
<p>Para a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), Lilian Rahal, a iniciativa do edital promove uma importante integração das políticas ambientais, de segurança alimentar e inclusão produtiva.</p>
<blockquote><p>&#8220;Por meio deste edital, ao mesmo tempo que se fomenta a estruturação das organizações, o fomento produtivo, a gente está fomentando a produção de alimentos, o reconhecimento da sociobiodiversidade&#8221;, explicou.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>UE oficializa na COP30 doação de R$ 124 milhões ao Fundo Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 22:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/54915663708_bf6a5697ec_c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A União Europeia (UE) oficializou a doação de 20 milhões de euros – o equivalente a cerca de R$ 124 milhões – para o Fundo Amazônia. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (13), durante a COP30. A doação da UE havia sido prometida pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em sua visita [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/54915663708_bf6a5697ec_c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A União Europeia (UE) oficializou a doação de 20 milhões de euros – o equivalente a cerca de R$ 124 milhões – para o Fundo Amazônia. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (13), durante a COP30. A doação da UE havia sido prometida pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em sua visita ao Brasil no ano de 2023. O pagamento será feito durante quatro anos.</p>
<p>A oficialização em um encontro que reuniu a chefe da delegação da UE no Brasil, embaixadora Marian Schuegraf, e a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. O presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, também participou da cerimônia.</p>
<p>Criado em 2008 e operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Fundo Amazônia é um mecanismo de cooperação internacional para o clima no Brasil. Os recursos levantados apoiam ações de combate ao desmatamento, fortalecimento institucional, bioeconomia e proteção de povos e comunidades tradicionais.</p>
<p>O fundo teve o melhor desempenho semestral de sua história em 2025. Foram aprovados de R$ 1,189 bilhão para projetos voltados à preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e combate ao desmatamento.</p>
<p>O fundo acumula doações de cerca de R$ 5 bilhões até este ano, de países como Noruega, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos, Dinamarca, Suíça, Irlanda e Japão, além de União Europeia.. A Noruega é o principal investidor e doou, sozinha, mais de R$ 2,4 bilhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fundo Amazônia completa 17 anos com anúncio de aporte de mais R$ 210 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 15:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[União com os Municípios]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/amazonia6-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Fundo Amazônia completou 17 anos, nesta terça-feira, 12, com o anúncio de um aporte de mais R$ 210 milhões, dos quais R$ 150 milhões serão desembolsados para o programa União com os Municípios pela Redução de Desmatamento e Incêndios Florestais. De acordo com o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/amazonia6-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Fundo Amazônia completou 17 anos, nesta terça-feira, 12, com o anúncio de um aporte de mais R$ 210 milhões, dos quais R$ 150 milhões serão desembolsados para o programa União com os Municípios pela Redução de Desmatamento e Incêndios Florestais.</p>
<p>De acordo com o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, esse recurso será destinado a 48 municípios habilitados na região, entre os 70 prioritários para as ações dos programas .</p>
<blockquote><p>“Há uma mobilização de todas as forças da sociedade e dos governos para fazer frente a esse desafio enorme.”</p></blockquote>
<p>Os R$ 60 milhões restantes serão investidos no projeto Prospera na Floresta, voltado a comunidades tradicionais para o desenvolvimento de atividades produtivas sustentáveis, como turismo e bioeconomia.</p>
<blockquote><p>“O sonho é que, cada vez menos, esse recurso precise ser utilizado pelo próprio governo para fazer o fortalecimento das instituições de comando e controle, para que possam ser utilizados na bioeconomia, na indústria florestal e para que a gente possa fortalecer a pesquisa e desenvolvimento sustentável da região”, disse a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.</p></blockquote>
<h3>O Fundo</h3>
<p>O anúncio ocorreu em Manaus, quando a diretora Socioambiental do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Tereza Campello, fez um balanço dos 17 anos da ferramenta, gerida pela instituição financeira.</p>
<p>De acordo com a gestora, a longevidade do Fundo Amazônia se dá pelos resultados positivos na conservação da floresta e também pelo modelo de governança, consolidado pelo Comitê Orientador do Fundo Amazônia (Cofa).</p>
<p>Com a participação de ministérios, governos subnacionais e organizações sociais, o colegiado decide por consenso como serão destinados os recursos captados por meio de doações de outros países.</p>
<blockquote><p>“A gente conseguiu construir esse ambiente de governança que é uma das grandes fortalezas do fundo Amazônia e permitiu que doadores tivessem essa confiança ao longo dos anos”, disse Tereza.</p></blockquote>
<p>Tereza Campello destacou que até 2018, isso permitiu que o fundo desembolsasse em média R$ 300 milhões ao ano em investimentos na região. A exceção foi o período entre 2019 e 2022 quando não houve desembolso.</p>
<blockquote><p>“Daí a gente já observa uma retomada em 2023 e um salto em 2025, quando foram desembolsados, em média, mais de R$1 bilhão e ainda nem chegamos ao final do ano”, destaca</p></blockquote>
<p>Além da Noruega, pioneira na contribuição ao Fundo Amazônia, são doadores a Alemanha, Estados Unidos, Irlanda, Japão, Reino Unido, Dinamarca e Suíça. Com a ampliação, a média de investimentos subiu nos últimos dois anos e oito meses para mais de R$ 1 bilhão</p>
<blockquote><p>“Esses doadores só continuam contribuindo porque apresentamos bons resultados e a redução do desmatamento está permitindo que a gente não somente aumente a captação, mas aumente também a distribuição desses recursos”, destacou João Paulo Capobianco.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fundo Amazônia aprova R$ 1 bilhão no 1º semestre de 2025 e bate recorde</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/fundo-amazonia-bate-recorde-e-aprova-r-1-bilhao-no-1o-semestre-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 20:40:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[conservação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[restauração ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[uso sustentável das florestas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/CAR-PCT-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) divulgaram nesta segunda-feira, 16, que somente no primeiro semestre deste ano o Fundo Amazônia já aprovou R$ 1,189 bilhão para projetos de conservação e o uso sustentável das florestas na região. Este é o melhor [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/CAR-PCT-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) divulgaram nesta segunda-feira, 16, que somente no primeiro semestre deste ano o Fundo Amazônia já aprovou R$ 1,189 bilhão para projetos de conservação e o uso sustentável das florestas na região. Este é o melhor resultado do Fundo em toda a história.</p>
<p>O resultado é superior aos R$ 947 milhões aprovados em 2024, que era o maior volume liberado até então. De acordo com o Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA), os números históricos refletem os ganhos de escala, o novo ritmo de aprovação e o foco nos projetos estruturantes e estratégicos. Desde 2009, foram aprovados 133 projetos, dos quais 31 (23,3%) ocorreram nos últimos dois anos.</p>
<blockquote><p>“Estamos estruturando iniciativas que fortalecem políticas públicas e apoiam diretamente quem está na linha de frente do combate ao desmatamento e da proteção ambiental. O Fundo Amazônia é hoje um pilar fundamental da política ambiental brasileira e prova que é possível conciliar governança, escala e ação concreta”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p></blockquote>
<p>Criado em 2008, o Fundo Amazônia viabiliza o apoio nacional e internacional a projetos nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e parte do Maranhão. O Reino Unido, a Noruega, os Estados Unidos, a Alemanha e a Dinamarca são os principais doadores de recursos.</p>
<p>De 2009 até junho deste ano, o volume aprovado foi de R$ 5,6 bilhões e o desembolso chegou a R$ 2,7 bilhões. A diferença entre os valores se deve ao período necessário para a estruturação, contratação e execução dos projetos, já que os recursos são desembolsados conforme sua implementação.</p>
<h3>Restaura Amazônia</h3>
<p>Entre as principais iniciativas atuais estão o programa Restaura Amazônia, voltado a projetos de restauração ecológica e produtiva com recursos da ordem de R$ 450 milhões; o programa Fortalecimento da Fiscalização Ambiental para o Controle do Desmatamento Ilegal na Amazônia (FORTFISC) com investimento de R$ 825 milhões; e Amazônia na Escola, que investe R$ 332 milhões para levar a produção de agricultores familiares a escolas da rede pública. No Pará, são 18 projetos com apoio do Fundo Amazônia em execução atualmente.</p>
<blockquote><p>“O incentivo às atividades sustentáveis promove melhorias significativas na qualidade de vida das pessoas que mantêm a floresta em pé e contribui para o desenvolvimento e fortalecimento de uma economia cooperativa e sustentável, em substituição a modelos predatórios. Já as ações de comando e controle são fundamentais para conter o desmatamento e os crimes conexos”, ressaltou a diretora do BNDES, Tereza Campelo.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Ibama receberá 825,7 milhões para combate ao desmatamento ilegal</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/ibama-recebera-8257-milhoes-para-combate-ao-desmatamento-ilegal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 12:55:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/floresta-mais-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado na quinta, 5, o Governo Federal anunciou uma série de medidas voltadas à proteção ambiental, conservação da biodiversidade e promoção do desenvolvimento sustentável no Brasil. A principal delas é o repasse de R$ 825,7 milhões do Fundo Amazônia para reforçar as ações de fiscalização ambiental para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/floresta-mais-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span data-slate-fragment="JTVCJTdCJTIydHlwZSUyMiUzQSUyMnAlMjIlMkMlMjJjaGlsZHJlbiUyMiUzQSU1QiU3QiUyMnRleHQlMjIlM0ElMjJFbSUyMGNlbGVicmElQzMlQTclQzMlQTNvJTIwYW8lMjBEaWElMjBNdW5kaWFsJTIwZG8lMjBNZWlvJTIwQW1iaWVudGUlMjBkZSUyMDIwMjUlMkMlMjBvJTIwR292ZXJubyUyMEZlZGVyYWwlMjBhbnVuY2lvdSUyMHVtYSUyMHMlQzMlQTlyaWUlMjBkZSUyMG1lZGlkYXMlMjBzaWduaWZpY2F0aXZhcyUyMHZvbHRhZGFzJTIwJUMzJUEwJTIwcHJvdGUlQzMlQTclQzMlQTNvJTIwYW1iaWVudGFsJTJDJTIwY29uc2VydmElQzMlQTclQzMlQTNvJTIwZGElMjBiaW9kaXZlcnNpZGFkZSUyMGUlMjBwcm9tbyVDMyVBNyVDMyVBM28lMjBkbyUyMGRlc2Vudm9sdmltZW50byUyMHN1c3RlbnQlQzMlQTF2ZWwlMjBubyUyMEJyYXNpbC4lMjBPcyUyMGFuJUMzJUJBbmNpb3MlMkMlMjByZWFsaXphZG9zJTIwZW0lMjBjZXJpbSVDMyVCNG5pYSUyMG5vJTIwUGFsJUMzJUExY2lvJTIwZG8lMjBQbGFuYWx0byUyMGNvbSUyMGElMjBwcmVzZW4lQzMlQTdhJTIwZG8lMjBQcmVzaWRlbnRlJTIwTHVpeiUyMEluJUMzJUExY2lvJTIwTHVsYSUyMGRhJTIwU2lsdmElMjBlJTIwZGElMjBNaW5pc3RyYSUyMGRvJTIwTWVpbyUyMEFtYmllbnRlJTIwZSUyME11ZGFuJUMzJUE3YSUyMGRvJTIwQ2xpbWElMkMlMjBNYXJpbmElMjBTaWx2YSUyQyUyMHJlZm9yJUMzJUE3YW0lMjBvJTIwY29tcHJvbWlzc28lMjBkbyUyMHBhJUMzJUFEcyUyMGNvbSUyMGElMjBhZ2VuZGElMjBhbWJpZW50YWwlMjBnbG9iYWwlMjBlJTIwbmFjaW9uYWwuJTIwJTIyJTdEJTVEJTdEJTVE">Para marcar o<strong> Dia Mundial do Meio Ambiente</strong>, celebrado na quinta, 5, o Governo Federal anunciou uma série de medidas voltadas à proteção ambiental, conservação da biodiversidade e promoção do desenvolvimento sustentável no Brasil. A principal delas é o repasse de R$ 825,7 milhões do Fundo Amazônia para reforçar as ações de fiscalização ambiental para o controle do desmatamento ilegal na Amazônia executadas pelo Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</span></p>
<p>Os recursos deverão ser usados no prazo de 60 meses para modernizar a resposta ao desmatamento ilegal e aumentar a presença do Estado na Amazônia Legal. Entre as ações previstas, estão a compra de helicópteros de grande porte com proteção balística e de drones de alta tecnologia e a construção de bases aéreas e helipontos estratégicos na floresta.</p>
<p><span data-slate-fragment="JTVCJTdCJTIydHlwZSUyMiUzQSUyMnAlMjIlMkMlMjJjaGlsZHJlbiUyMiUzQSU1QiU3QiUyMnRleHQlMjIlM0ElMjJFbSUyMGNlbGVicmElQzMlQTclQzMlQTNvJTIwYW8lMjBEaWElMjBNdW5kaWFsJTIwZG8lMjBNZWlvJTIwQW1iaWVudGUlMjBkZSUyMDIwMjUlMkMlMjBvJTIwR292ZXJubyUyMEZlZGVyYWwlMjBhbnVuY2lvdSUyMHVtYSUyMHMlQzMlQTlyaWUlMjBkZSUyMG1lZGlkYXMlMjBzaWduaWZpY2F0aXZhcyUyMHZvbHRhZGFzJTIwJUMzJUEwJTIwcHJvdGUlQzMlQTclQzMlQTNvJTIwYW1iaWVudGFsJTJDJTIwY29uc2VydmElQzMlQTclQzMlQTNvJTIwZGElMjBiaW9kaXZlcnNpZGFkZSUyMGUlMjBwcm9tbyVDMyVBNyVDMyVBM28lMjBkbyUyMGRlc2Vudm9sdmltZW50byUyMHN1c3RlbnQlQzMlQTF2ZWwlMjBubyUyMEJyYXNpbC4lMjBPcyUyMGFuJUMzJUJBbmNpb3MlMkMlMjByZWFsaXphZG9zJTIwZW0lMjBjZXJpbSVDMyVCNG5pYSUyMG5vJTIwUGFsJUMzJUExY2lvJTIwZG8lMjBQbGFuYWx0byUyMGNvbSUyMGElMjBwcmVzZW4lQzMlQTdhJTIwZG8lMjBQcmVzaWRlbnRlJTIwTHVpeiUyMEluJUMzJUExY2lvJTIwTHVsYSUyMGRhJTIwU2lsdmElMjBlJTIwZGElMjBNaW5pc3RyYSUyMGRvJTIwTWVpbyUyMEFtYmllbnRlJTIwZSUyME11ZGFuJUMzJUE3YSUyMGRvJTIwQ2xpbWElMkMlMjBNYXJpbmElMjBTaWx2YSUyQyUyMHJlZm9yJUMzJUE3YW0lMjBvJTIwY29tcHJvbWlzc28lMjBkbyUyMHBhJUMzJUFEcyUyMGNvbSUyMGElMjBhZ2VuZGElMjBhbWJpZW50YWwlMjBnbG9iYWwlMjBlJTIwbmFjaW9uYWwuJTIwJTIyJTdEJTVEJTdEJTVE">Os anúncios, realizados em cerimônia no Palácio do Planalto com a presença do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.</span></p>
<blockquote><p>“Neste governo, já evitamos lançar na atmosfera 450 milhões de toneladas de CO2 [dióxido de carbono]. Isso dobrou os recursos do Fundo Amazônia. Esse dinheiro volta agora volta ao Ibama para a compra de mais helicópteros, meios tecnológicos e serviços públicos com o objetivo de prevenir e combater incêndios e desmatamento”, disse a ministra do Meio Ambiente.</p></blockquote>
<h3>Ampliação de áreas protegidas</h3>
<p>O presidente Lula assinou ainda decreto que amplia o programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e permite o apoio direto às comunidades localizadas em 60 Unidades de Conservação (UCs) de uso sustentável. O objetivo é fomentar atividades econômicas baseadas na sociobiodiversidade e impulsionar o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Essa medida faz parte de um pacote governamental maior, que busca:</p>
<ul>
<li>Aumentar a geração de emprego e renda para as populações locais.</li>
<li>Melhorar o acesso a serviços essenciais, como energia elétrica e internet.</li>
<li>Oferecer assessoramento técnico para empreendimentos comunitários.</li>
<li>Fornecer apoio financeiro e logístico para a expansão e criação de novas UCs.</li>
<li>O decreto também estimula uma governança mais participativa e transparente nas organizações comunitárias, promovendo a inclusão de mulheres e jovens e garantindo maior equidade no acesso aos benefícios do programa.</li>
</ul>
<p>A Arpa beneficiará diretamente comunidades em 43 Reservas Extrativistas (Resex) e 17 Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) que já contam com o apoio do programa.</p>
<p>A reestruturação do programa, com foco nos territórios, possibilitará a implementação da estratégia &#8220;Arpa Comunidades&#8221;,  que terá duração de 15 anos, de 2025 a 2040. A perspectiva é que o programa mobilize mais de US$ 100 milhões em doações para promover as organizações locais e a sociobioeconomia na Amazônia.</p>
<h3 dir="ltr">Outros anúncios</h3>
<p dir="ltr">Outro decreto assinado por Lula  estabelece a nova Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (Epanb). A Epanb visa orientar <span class="citation-0 citation-end-0">a implementação de metas e ações de conservação da biodiversidade, uso sustentável dos recursos naturais e repartição justa dos benefícios derivados da diversidade biológica</span> no Brasil, alinhada a compromissos internacionais.</p>
<p dir="ltr">A nova Epanb prevê a articulação com outras políticas públicas, como o Plano Nacional de Recuperação de Vegetação Nativa (Planaveg), que estabelece a meta de recuperação de 12 milhões de hectares até 2030, e o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), que promoverá a inclusão socioeconômica das comunidades locais, entre outros programas.</p>
<p dir="ltr">Foram criadas ainda  mais três unidades de conservação (UCs) federais: duas no Paraná e uma no Espírito Santo. Esta última é a Área de Proteção Ambiental (APA) da Foz do Rio Doce, que visa proteger o ecossistema da região costeira e marinha da região, afetada pelo rompimento da barragem do Fundão, em novembro de 2015, em Mariana (MG).</p>
<p dir="ltr">Foi nstituída por decreto presidencial também Estratégia Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável dos Recifes de Coral (ProCoral) busca orientar políticas públicas integradas para a conservação e recuperação desses ecossistemas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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