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	<title>fumaça &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>fumaça &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>IPAM apresenta novo sensor de monitoramento da qualidade do ar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 17:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/queimadas_alter-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) apresenta esta semana um novo sensor nacional que compõe a RedeAr. Desenvolvido em parceria com a UFPA (Universidade Federal do Pará), o equipamento busca ampliar o monitoramento da qualidade do ar, com foco especial nos territórios indígenas, onde a poluição causada por queimadas tem se tornado um [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/queimadas_alter-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) apresenta esta semana um novo sensor nacional que compõe a RedeAr. Desenvolvido em parceria com a UFPA (Universidade Federal do Pará), o equipamento busca ampliar o monitoramento da qualidade do ar, com foco especial nos territórios indígenas, onde a poluição causada por queimadas tem se tornado um risco crescente.</p>
<blockquote><p>“Muitas vezes se tem a falsa ideia de que os indígenas e as pessoas da Amazônia respiram ar puro. Não é isso que vem acontecendo em períodos de seca e de grandes queimadas”, enfatiza Filipe Viegas Arruda, pesquisador do IPAM e coordenador do projeto.</p></blockquote>
<p>Diferente de grandes metrópoles como São Paulo, onde o combustível dos carros é o vilão, na Amazônia Legal a poluição vem do fogo usado para limpeza de pastos e desmatamento. Dados do IPAM indicam que, em 2024, a região enfrentou 138 dias de ar nocivo à saúde devido à seca extrema.</p>
<p>O novo sensor é capaz de medir, a cada dois minutos, as partículas finas (PM 2.5) — dez vezes menores que um fio de cabelo — que representam o maior risco biológico.</p>
<blockquote><p>“Esse material tem a capacidade de entrar nas vias respiratórias, atingir os pulmões, os alvéolos, misturar com a corrente sanguínea e a longo prazo trazer uma grande decorrência de problemas de saúde, doenças respiratórias e cardiovasculares”, exemplifica Arruda.</p></blockquote>
<h3>Integração de dados e saúde</h3>
<p>A proposta da RedeAr é cruzar as medições de poluição com os índices de atendimentos médicos da SESAI (Secretaria Nacional de Saúde Indígena) e do Telesaúde. O objetivo é entender o impacto direto da fumaça na saúde dos povos originários, que, segundo a OMS, podem perder até três anos de expectativa de vida devido à má qualidade do ar.</p>
<p>Atualmente, o Brasil possui 570 estações de monitoramento, mas apenas 12 estão localizadas em terras indígenas. O novo equipamento, de baixo custo e mais robusto contra insetos, aproveita a infraestrutura de energia e internet de 2,3 mil comunidades conectadas pelo programa Conexão Povos da Floresta.</p>
<blockquote><p>&#8220;Existe uma grande dificuldade de se manter esses sensores funcionando em terras indígenas porque exigem infraestrutura de internet. Em parceria com o Conexão Povos da Floresta, temos hoje cerca de 2,3 mil comunidades com energia e internet. Então a gente busca ampliar essa rede utilizando a Rede Ar por várias dessas comunidades”, afirmou o pesquisador.</p></blockquote>
<p>Durante o evento em Brasília, o público pode conferir o monitoramento em tempo real e imagens de satélite das áreas indígenas na tenda da Coiab. Além da tecnologia, a iniciativa dialoga com a Política Nacional de Qualidade do Ar, que desde 2024 exige relatórios periódicos sobre as condições atmosféricas em todo o país.</p>
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		<title>Brasil tem menor emissão de fumaça de incêndios florestais em mais de 20 anos, diz Copernicus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 16:09:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/combate-prevfogo_mcamgo_abr_28062024-3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Brasil registrou a menor emissão de fumaça proveniente de incêndios florestais da história, segundo o boletim divulgado nesta quinta-feira (4), pelo CAMS &#8211; Serviço de Monitoramento Atmosférico Copernicus. Em 2025, até o mês de novembro, a queima de matas no país emitiu em torno de 80 megatoneladas de carbono. Para efeito de comparação, no [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/combate-prevfogo_mcamgo_abr_28062024-3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Brasil registrou a menor emissão de fumaça proveniente de incêndios florestais da história, segundo o boletim divulgado nesta quinta-feira (4), pelo CAMS &#8211; Serviço de Monitoramento Atmosférico Copernicus.</p>
<p>Em 2025, até o mês de novembro, a queima de matas no país emitiu em torno de 80 megatoneladas de carbono. Para efeito de comparação, no ano passado, apenas a Amazônia registrou quase 800 megatoneladas de fumaça poluente, rica em carbono e elementos como o CO2 (dióxido de carbono).</p>
<p>Considerando a série histórica do monitoramento europeu, que se iniciou em 2003, o resultado de 2025 ficou próximo a anos de baixa emissão, como 2018 e 2013.</p>
<p>O panorama de redução se estende por toda a região. Na América do Sul, 2025 foi um dos anos com menor emissão de carbono, proveniente de incêndios florestais, já registrados pelo Copernicus. Na Bolívia, as emissões de incêndios florestais ficaram em torno de 12 megatoneladas no mesmo período (até novembro), nível igualmente baixo em relação à série histórica.</p>
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		<title>Santarém registra mais de 6 mil atendimentos por sintomas respiratórios de setembro à novembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 18:50:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/santarem_nuvem-de-fumaca--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Santarém registrou um aumento significativo de atendimentos por problemas respiratórios entre setembro e novembro, totalizando 6.272 casos, segundo a prefeitura da cidade. A piora da qualidade do ar, causada por queimadas, sobrecarregou a rede pública de saúde, com 5.180 atendimentos na UPA 24 Horas e  1.092 nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Os sintomas incluem [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/santarem_nuvem-de-fumaca--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p class="paragrafo">Santarém registrou um aumento significativo de atendimentos por problemas respiratórios entre setembro e novembro, totalizando 6.272 casos, segundo a prefeitura da cidade. A piora da qualidade do ar, causada por <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/queimadas-se-alastram-e-colocam-para-no-topo-do-ranking-da-degradacao/" target="_blank" rel="noopener">queimadas</a>, sobrecarregou a rede pública de saúde, com 5.180 atendimentos na UPA 24 Horas e  1.092 nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Os sintomas incluem tosse, febre, congestão nasal, dor de cabeça, coriza, dor de garganta, dor muscular, fadiga e falta de ar. A cidade foi considerada <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/por-causa-da-fumaca-santarem-e-a-segunda-cidade-mais-poluida-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener">a segunda mais poluída do mundo</a> há uma semana.</p>
<p>O prefeito de Santarém, Nélio Aguiar, decretou situação de emergência ambiental em 25 de novembro devido à piora da qualidade do ar,em função da fumaça das <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/poluicao-do-ar-causada-por-incendios-mata-15-milhao-de-pessoas-por-ano/" target="_blank" rel="noopener">queimadas que causam muios males à saúde.</a></p>
<blockquote><p> “Não está sendo fácil respirar com toda essa fumaça que tomou conta da cidade. Tem dias que não dá de ver nem o outro lado do rio. Vim para tratar os sintomas de dor cabeça, falta de ar, febre, ardência nos olhos e garganta. O meu bairro está totalmente tomado pela fumaça”, disse Ariane Almeida, que buscou ajuda na UPA.</p></blockquote>
<p>Segundo a Secretaria Municipal de Saúde,  foram registrados 888 atendimentos na zona urbana, As UBSs mais procuradas foram Floresta, Esperança, Maicá e Santo André. Nas UBS da região do Planalto, o número chegou a 164 pacientes, enquanto na região dos rios, foram contabilizados 40 casos no mesmo período.</p>
<p>Na UPA 24 Horas, em 2024, os atendimentos a pacientes com sintomas respiratórios aumentaram muito nos últimos meses. Em setembro, foram registrados 1.603 casos; em outubro, 1.937; e, até 25 de novembro, 1.640 atendimentos.</p>
<p>Além dos casos de sintomas gripais, que incluem tosse, falta de ar e congestão nasal, a UPA atendeu 32 pacientes com síndrome respiratória aguda em setembro e 36 em outubro. Esses casos, por serem mais graves e com risco de complicações, exigem internação e maior atenção médica.</p>
<p>O Hospital Municipal de Santarém (HMS) atendeu mais de 500 pacientes com síndromes respiratórias que necessitaram de internação, no período de janeiro a 20 de novembro deste ano.</p>
<p>O infectologista Alisson Brandão, que atua no  HMS, recomenda cuidados especiais para enfrentar a fumaça das queimadas. &#8220;Somente as máscaras N95 ou PFF2 têm eficácia comprovada, sendo indicadas para quem está exposto a essas condições&#8221;, afirma.  Máscaras comuns,como as cirúrgicas ou de tecido, não são indicadas.</p>
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		<title>Poluição do ar causada por incêndios mata 1,5 milhão de pessoas por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 12:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/por-do-sol-fumaca-santarem-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A fumaça das queimadas que cobre os céus de diversas cidades do Pará pode afetar a saúde das pessoas imediatamente, com crises respiratórias, mas as consequências mais graves, como o desenvolvimento de câncer, podem aparecer muitos anos depois. &#8220;É o preço que vamos pagar pelo ar que estamos respirando hoje”, disse diretor-geral do Inca, Roberto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/por-do-sol-fumaca-santarem-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A fumaça das queimadas que cobre os céus de diversas cidades do Pará pode afetar a saúde das pessoas imediatamente, com crises respiratórias, mas as consequências mais graves, como o desenvolvimento de câncer, podem aparecer muitos anos depois. &#8220;É o preço que vamos pagar pelo ar que estamos respirando hoje”, disse diretor-geral do Inca, Roberto de Almeida Gil, em um congresso recentemente.</p>
<p>Segundo um estudo publicado na revista The Lancet, a poluição do ar provocada por incêndios está relacionada com mais de 1,53 milhão de mortes por ano em todo o mundo, especialmente nos países em desenvolvimento. Esse número de óbitos deve crescer nos próximos anos como agravamento das mudanças climáticas, que deixa o clima mais quente e seco em muitas regiões, fazendo com que os incêndios florestais sejam mais frequentes e intensos.</p>
<p>Na última sexta-feira, 29, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/por-causa-da-fumaca-santarem-e-a-segunda-cidade-mais-poluida-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener">Santarém foi a segunda cidade mais poluída do planeta</a> por causa da fumaça causadas pelos incêdios florestais. Mas o município do oeste paraense não é o único. O <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/queimadas-se-alastram-e-colocam-para-no-topo-do-ranking-da-degradacao/" target="_blank" rel="noopener">Estado é campeão em número de queimadas</a>, com mais de 53 mil focos de fogo desde o início do ano,</p>
<p>Isso porque a fumaça das queimadas contém partículas minúsculas com poder devastador de penetrar nos pulmões, causando irritação e inflamação. Essas partículas finas estão associadas a diversos problemas de saúde, como dificuldade para respirar, tosse, rritação nos olhos, doenças respiratórias crônicas (asma, bronquite), aumento do risco de doenças cardiovasculares e câncer .</p>
<p>Além das partículas, a fumaça também contém gases tóxicos, como monóxido de carbono, que podem reduzir a capacidade do sangue de transportar oxigênio, levando à falta de ar e até mesmo à morte. A queima incompleta de materiais orgânicos durante as queimadas libera substâncias químicas que são conhecidas por causar câncer.</p>
<p>Quem são os mais vulneráveis?</p>
<ul>
<li><strong>Crianças:</strong> Crianças são especialmente vulneráveis aos efeitos da poluição do ar, pois seus pulmões ainda estão em desenvolvimento e respiram mais rápido que os adultos.</li>
<li><strong>Idosos</strong>: Pessoas idosas e com doenças crônicas, como asma e doenças cardíacas, também são mais suscetíveis aos efeitos da fumaça das queimadas.</li>
<li><strong>Pessoas que trabalham ou vivem ao ar livre:</strong> Agricultores, bombeiros e pessoas que vivem em áreas rurais estão expostos a níveis mais altos de poluição e, consequentemente, correm maior risco de desenvolver problemas de saúde.</li>
</ul>
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		<title>Por causa da fumaça, Santarém é a segunda cidade mais poluída do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 18:58:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/nuvem-de-fumaca-santarem-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com mais de 11 mil ocorrências de incêndios florestais em 2024, o Pará concentra quase metade dos incêndios da Amazônia Legal, aponta o g1. Um dos municípios mais atingidos é Santarém, no oeste do estado. A cidade, que sofre há mais de um mês com uma densa camada de fumaça proveniente de queimadas, atingiu um [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/nuvem-de-fumaca-santarem-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com mais de 11 mil ocorrências de incêndios florestais em 2024, o Pará concentra quase metade dos incêndios da Amazônia Legal, aponta o <a href="https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2024/11/28/para-registra-mais-de-11-mil-ocorrencias-de-incendios-florestais-em-2024-diz-bombeiros.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1</a>. Um dos municípios mais atingidos é Santarém, no oeste do estado. A cidade, que sofre há mais de um mês com uma densa camada de fumaça proveniente de queimadas, atingiu um nível crítico de poluição do ar. Segundo a plataforma PurpleAir, a cidade foi a segunda mais poluída do mundo na sexta-feira, 29.</p>
<p>Na madrugada passada, Santarém atingiu a marca de 455 microgramas por metro cúbico (µg/m³). A situação é pior em Alter do Chão, que chegou a 475 microgramas por metro cúbico (µg/m³).  Os números são quase dez vezes maiores que indicado como aceitável pela Organização Mundial de Saúde,  que é de 50 microgramas por metro cúbico (µg/m³).</p>
<p>Segundo um estudo publicado na quinta-feira, 28, na revista The Lancet, a poluição do ar causada por incêndios florestais foi responsável por mais de 1,5 milhão de mortes anuais nos países em desenvolvimento,</p>
<h3>Mortandade de peixes</h3>
<p>Na segunda-feira, 25, a comunidade Igarapé do Costa, próximo a Santarém, presenciaram uma mortandade de 15 e 20 toneladas de peixes, além de jacarés, tartarugas e arraias. Como as queimadas, o caso está relacionado diretamente à seca severa que atinge a região e maltrata severamente as comunidades.</p>
<p>Há um mês, organizações da Sociedade Civil do Baixo Amazonas encaminharam uma carta aos órgãos governamentais cobrando medidas emergenciais e estruturais, de curto, médio e longo prazos para o enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas na região, chamando atenção para os incêndios que destroem a floresta.</p>
<p>O secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Raul Protázio Romão, anunciou que  irá na próxima terça-feira, 3, reunir-se com a Comissão de Meio Ambiente, na Alepa, para tratar da questão climática,</p>
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		<title>Entenda como a degradação florestal impacta a vida das pessoas e dos animais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 13:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/incendio-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Brasil vem acompanhando uma explosão da degradação florestal na Amazônia. Somente no mês de setembro, o corte de madeira e as queimadas degradaram mais de 20 mil km² na região. Essa é a maior área atingida em 15 anos de monitoramento feito pelo Imazon. Esse aumento expressivo ocorre em um momento crítico com a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/incendio-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Brasil vem acompanhando uma explosão da degradação florestal na Amazônia. Somente no mês de setembro, o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/area-degradada-na-amazonia-passa-de-20-mil-km%c2%b2-em-setembro-a-maior-em-15-anos/">corte de madeira e as queimadas degradaram mais de 20 mil km² na região</a>. Essa é a maior área atingida em 15 anos de monitoramento feito pelo Imazon. Esse aumento expressivo ocorre em um momento crítico com a região passando pela pior seca da história, o que cria um cenário ainda mais desafiador para as populações, os governos e os cientistas que tentam entender o fenômeno.</p>
<p>Juntos, a degradação ambiental e o desmatamento são os principais vetores de destruição da Amazônia. A diferença é que o desmatamento tem origem unicamente humana, quando ocorre o chamado “corte raso” para retirada de toda a vegetação de um local. Após o desmate, as áreas são geralmente convertidas em plantações de soja ou pastos para a criação de gado, por isso a produção agropecuária de grande porte é cada vez mais cobrada por ter atividades ligadas à devastação da floresta.</p>
<p>Já a degradação pode ter origem tanto em processos naturais, como a queda de um raio em uma área isolada ou condições de clima que favoreçam o surgimento de chamas, quanto ser impulsionada pela ação humana, explica a pesquisadora do Imazon Larissa Amorim. Essa intervenção se dá, por exemplo, com a exploração ilegal de madeira ou com incêndios propositais. Em todos os casos, as áreas degradadas se tornam mais vulneráveis e viram alvos para a eliminação total da vegetação.</p>
<blockquote><p>“A impressão é que a degradação está sendo uma nova alternativa para a abertura de áreas, já que houve um aumento da fiscalização das áreas desmatadas ilegalmente. Ainda é cedo para afirmar, mas é necessário continuar observando os próximos meses e ver se o aumento dessas queimadas está se tornando um padrão”, comenta a pesquisadora.</p></blockquote>
<p>A atenção redobrada com os índices de queimadas se justifica pela série de danos que esses eventos causam. Além da perda da cobertura vegetal, a degradação provoca a destruição da biodiversidade e pode facilitar a propagação de vírus e insetos causadores de doenças devido ao desequilíbrio ambiental nas áreas afetadas.</p>
<p>Outro exemplo é que onde há degradação <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/incendios-florestais-no-1o-semestre-geram-maiores-emissoes-de-co2-em-20-anos/">aumenta a emissão de CO2 e outros gases</a>, o que contribui para o aquecimento do planeta e o ciclo das chuvas, por exemplo. Vale ressaltar ainda que a degradação coloca em risco também os animais e as populações do entorno, assim como de outros locais, pois a<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/contaminacao-do-ar-rios-e-agua-da-chuva-por-fumaca-causa-serios-problemas-para-a-saude-diz-pesquisadora/" target="_blank" rel="noopener"> fumaça das queimadas</a> pode viajar grandes distâncias e chegar até em centros urbanos distantes, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/queimadas-na-amazonia-transformam-rios-voadores-em-rios-de-fumaca/" target="_blank" rel="noopener">como se viu recentemente</a>.</p>
<blockquote><p>“As principais perdas que ocorrem com as queimadas são o dano aos animais que vivem nessas áreas afetadas, podendo causar até a morte deles. Ocorre ainda o dano à floresta que foi afetada. A fumaça proveniente das queimadas pode atingir uma área grande chegando até em cidades distantes dos locais onde as queimadas aconteceram. Essa fumaça causa problemas à saúde, ocasionando principalmente <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/queimadas-provocam-complicacoes-para-a-saude-respiratoria-no-para/">problemas respiratórios</a>”, explica Larissa Amorim.</p></blockquote>
<p>A combinação da degradação florestal com o desmatamento criam um ambiente de devastação na Amazônia que precisa ser enfrentado com aumento das ações de fiscalização, avalia a especialista, que também defende a necessidade de criação de estratégias de mitigação para lidar com questões ligadas ao período seco e à queda da umidade do ar nessa época.</p>
<blockquote><p>“Tanto o desmatamento quanto a degradação são prejudiciais e contribuem negativamente com a questão das mudanças climáticas e ambas devem ser combatidas”, reforça Larissa Amorim.</p></blockquote>
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		<title>Contaminação do ar e de rios por fumaça causa sérios problemas para a saúde, diz pesquisadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 15:31:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/nuvem-de-fumaca-hwwf5b-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A fumaça, antes vista como um problema restrito ao ar, agora se revela uma ameaça multifacetada na Amazônia. Proveniente de queimadas que assolam a região em 2024, contamina rios e a escassa água da chuva, afetando diretamente a vida de comunidades isoladas. Mesmo em áreas urbanas, a poluição atmosférica é uma constante, retornando com força [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/nuvem-de-fumaca-hwwf5b-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A fumaça, antes vista como um problema restrito ao ar, agora se revela uma ameaça multifacetada na Amazônia. Proveniente de queimadas que assolam a região em 2024, contamina rios e a escassa água da chuva, afetando diretamente a vida de comunidades isoladas. Mesmo em áreas urbanas, a poluição atmosférica é uma constante, retornando com força após breves períodos de chuva.</p>
<p>Somente em 2024, a Amazônia Legal conta com 221 mil focos de incêndio até 10 de outubro, 78% a mais que em 2023. A médica pesquisadora da Fiocruz, Sandra Hacon, detalhou ao Amazônia Real os impactos dessa realidade na saúde da população e dos animais amazônicos, destacando a gravidade da situação.</p>
<p>De acordo com ela, as partículas grandes de fuligem ficam no nariz, onde são filtradas pelos pelinhos. As partículas menores conseguem alcançar os alvéolos pulmonares e a corrente sanguínea. Na corrente sanguínea, as nanopartículas se distribuem de forma sistêmica.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se a pessoa já tem um problema respiratório ou alergia, fica mais propensa a sofrer com essas partículas. A respiração e a inalação fazem com que essas partículas cheguem à corrente sanguínea. Crianças que passam mais tempo ao ar livre respiram mais dessas micropartículas. É por isso que a recomendação é não ficar ao ar livre e não fazer exercício, pois isso aumenta a capacidade pulmonar e a inalação de micropartículas.</p></blockquote>
<p>Sandra Hacon é referência em estudos sobre doenças infecciosas, vigilância e políticas de saúde. Sua atuação na pandemia de Covid-19 e em pesquisas sobre os impactos das mudanças climáticas na saúde pública a consolidam como uma das principais vozes na área.</p>
<p>Em relação à água, a pesquisadora revela que a contaminação dos rios pela fumaça pode causar coceira na pele e problemas dermatológicos, já que ela é usada pela população tanto para tomar banho e quanto para beber.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nessa água vai ter material particulado, agrotóxicos, metais, hidrocarbonetos. A população pode beber essa água? Não, não deveria. Com a seca intensa, os rios em áreas indígenas estão secando. Como eles vão conseguir água? Água de carro pipa? Acho que não&#8221;.</p></blockquote>
<p>Em estudos anteriores, Sandra e sua equipe demonstraram a relação direta entre o aumento das temperaturas e o risco de doenças e óbitos por &#8220;estresse térmico&#8221;, especialmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Além disso, suas pesquisas revelaram que as partículas provenientes das queimadas na Amazônia podem causar danos irreversíveis à saúde, como inflamação, estresse oxidativo e até mesmo o desenvolvimento de câncer de pulmão.</p>
<p>A pesquisadora alerta para a necessidade urgente de políticas públicas eficazes para combater as queimadas e proteger a saúde da população amazônica.</p>
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		<title>Queimadas provocam complicações para a saúde respiratória no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 20:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[doenças respiratórias]]></category>
		<category><![CDATA[fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/brigadistas12-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz O avanço das queimadas na Amazônia continua crítico. Depois de um mês de agosto com o maior número de incêndios desde 2010, em apenas dez dias de setembro o bioma contabiliza 19.248 focos, cerca de 72% de todos os registros do mesmo período do ano passado que totalizaram 26.452. Além da degradação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/brigadistas12-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>O avanço das queimadas na Amazônia continua crítico. Depois de um mês de agosto com o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/quatro-municipios-paraenses-lideram-o-ranking-das-queimadas-no-brasil/">maior número de incêndios desde 2010</a>, em apenas dez dias de setembro o bioma contabiliza 19.248 focos, cerca de 72% de todos os registros do mesmo período do ano passado que totalizaram 26.452.</p>
<p>Além da degradação ambiental, a disseminação do fogo na região, que em sua maioria está relacionada às ações humanas, como o desmatamento, a exploração ilegal de madeira e a abertura de áreas de floresta para pastagens,  deixa um rastro de prejuízos para a qualidade de vida da população, principalmente dos <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/em-situacao-de-emergencia-para-ganha-7-mil-focos-de-queimadas-em-apenas-um-mes/">municípios do sudoeste e sudeste do estado</a>.</p>
<p>A presença de fumaça no ar prejudica a saúde respiratória de muitas pessoas, explica o médico pneumologista Walter Netto. De acordo com o especialista, dependendo do grau de exposição, as reações podem ser de dores de cabeça transitórias, alergias de pele, irritação nos olhos e garganta, crises de rinites até complicações mais graves, que precisam de maior atenção e cuidados.</p>
<blockquote><p>“Pacientes com vias aéreas inferiores mais sensíveis e fragilizadas, como portadores de asma e doença pulmonar obstrutiva crônica, podem vir a desencadear exacerbações das doenças, como com a apresentação de bronquite ou bronquiolite, o que a depender do grau de acometimento e da ausência de cuidados adequados, podem levar estes indivíduos a necessitarem de internações hospitalares, necessidade de oxigenoterapia para compensar queda do níveis de saturação e possibilidade de óbito”, explica.</p></blockquote>
<p>Segundo a ministra da Saúde, Nísia Trindade, os reflexos são notados nos serviços de atendimento, onde é comum o aumento de registros de casos de doenças e síndromes respiratórias nessa época do ano. Com a escalada do número de incêndios, a tendência é que as unidades de saúde e hospitais sejam ainda mais demandados.</p>
<blockquote><p>“Há um impacto forte (das queimadas) no sistema de saúde, nas unidades de saúde, uma maior procura”, disse a ministra durante participação em <a href="https://www.infomoney.com.br/politica/queimadas-pelo-pais-estao-impactando-demanda-por-servicos-de-saude-diz-ministra/" target="_blank" rel="noopener">reunião do G20 no Rio de Janeiro</a>.</p></blockquote>
<h3>Perigos para os trabalhadores rurais</h3>
<p>Além de pessoas com comorbidades, as queimadas podem ser prejudiciais para quem tem contato mais direto com a fumaça, como é o caso de trabalhadores rurais que são parcela importante da população dos municípios mais afetados.</p>
<p>Neste ano, São Félix do Xingu, Altamira e Novo Progresso, cidades dedicadas à produção agropecuária figuram entre as 10 com mais queimadas em todo o país, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)..</p>
<blockquote><p>“O trabalhador rural tende a estar mais próximo das queimadas e das inalações dos gases, como o monóxido de carbono, altamente prejudicial à saúde respiratória, além de partículas nocivas, como as PM 2,5, que correspondem ao material particulado abaixo de 2,5 micrômetros, sendo minúsculas e, por isso, com potencial de risco bem elevado, já que conseguem ainda maior penetração nas vias aéreas. Tal proximidade dos eventos torna esse grupo ainda mais vulnerável aos riscos”, afirma Walter Netto.</p></blockquote>
<p>Na avaliação do pneumologista, a situação atual da Amazônia exige o reforço de medidas de combate às queimadas e ao desmatamento, assim como o incentivo à práticas sustentáveis de manejo do solo sem uso do fogo. Aliado a isso, a população, em especial dos grupos vulneráveis, precisa adotar medidas preventivas para diminuir os danos à saúde.</p>
<blockquote><p>“É preciso reduzir, dentro do possível, o tempo de permanência em ambiente aberto e exposto a gases e partículas; o uso de máscaras; aumentar ingestão de água, buscando manter as membranas respiratórias úmidas e mais protegidas; e manter o tratamento adequado das doenças respiratórias crônicas, como com o uso adequado e assíduo dos dispositivos inalatórios prescritos pelo pneumologista”, orienta o médico.</p></blockquote>
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		<title>Confira orientações para lidar com exposição a fumaça e neblina das queimadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 16:22:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fogo]]></category>
		<category><![CDATA[fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/incendio-florestal-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Diante de tantas queimadas espalhadas pelo Brasil, o Ministério Ministério da Saúde tem enviado aos estados e ao Distrito Federal o Informe Queimadas, com orientações e recomendações para evitar a exposição da população à fumaça intensa e neblina, causadas por queimadas. São elas: • Aumentar a ingestão de água e líquidos ajuda a manter as [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/incendio-florestal-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Diante de tantas queimadas espalhadas pelo Brasil, o Ministério Ministério da Saúde tem enviado aos estados e ao Distrito Federal o Informe Queimadas, com orientações e recomendações para evitar a exposição da população à fumaça intensa e neblina, causadas por queimadas.</p>
<p>São elas:</p>
<p>• Aumentar a ingestão de água e líquidos ajuda a manter as membranas respiratórias úmidas e, assim, mais protegidas;</p>
<p>• Reduzir ao máximo o tempo de exposição, recomendando-se que se permaneça dentro de casa, em local ventilado, com ar condicionado ou purificadores de ar;</p>
<p>• As portas e as janelas devem permanecer fechadas durante os horários com elevadas concentrações de partículas, para reduzir a penetração da poluição externa;</p>
<p>• Evitar atividades físicas em horários de elevadas concentrações de poluentes do ar, e entre 12h e 16h, quando as concentrações de ozônio são mais elevadas;</p>
<p>• Uso de máscaras do tipo “cirúrgica”, pano, lenços ou bandanas podem reduzir a exposição às partículas grossas, especialmente para populações que residem próximas à fonte de emissão (focos de queimadas) e, portanto, melhoram o desconforto das vias aéreas superiores. Enquanto o uso de máscaras de modelos respiradores tipo N95, PFF2 ou P100 são adequadas para reduzir a inalação de partículas finas por toda a população;</p>
<p>• Crianças menores de 5 anos, idosos maiores de 60 anos e gestantes devem redobrar a atenção para as recomendações descritas acima para a população em geral. Além disso, devem estar atentas a sintomas respiratórios ou outras ocorrências de saúde e buscar atendimento médico o mais rapidamente possível.</p>
<h5><strong>Pessoas com problemas cardíacos, respiratórios, imunológicos, entre outros, devem:  </strong></h5>
<p>• Buscar atendimento médico para atualizar seu plano de tratamento;</p>
<p>• Manter medicamentos e itens prescritos pelo profissional médico disponíveis para o caso de crises agudas;</p>
<p>• Buscar atendimento médico na ocorrência de sintomas de crises;</p>
<p>• Avaliar a necessidade e segurança de sair temporariamente da área impactada pela sazonalidade das queimadas.</p>
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		<title>Queimadas na Amazônia transformam &#8216;rios voadores&#8217; em &#8216;rios de fumaça&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 17:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[rios voadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/rios-voadores-amazonia-real-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma densa cortina de fumaça, resultado das intensas queimadas na Amazônia, está se espalhando por todo o território brasileiro, atingindo até mesmo o centro-sul do País. O fenômeno, agravado pela seca prolongada e pela temporada de incêndios que se iniciou em agosto, transforma os &#8220;rios voadores&#8221; – correntes de umidade que transportam vapor d&#8217;água da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/rios-voadores-amazonia-real-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-sourcepos="5:1-5:126">Uma densa cortina de fumaça, resultado das intensas queimadas na Amazônia, está se espalhando por todo o território brasileiro, atingindo até mesmo o centro-sul do País. O fenômeno, agravado pela seca prolongada e pela temporada de incêndios que se iniciou em agosto, transforma os &#8220;rios voadores&#8221; – correntes de umidade que transportam vapor d&#8217;água da floresta para outras regiões – em verdadeiros corredores de fumaça. A dimensão do problema é tamanha que a nuvem de poluentes pode ser vista do espaço.</p>
<p data-sourcepos="7:1-7:352">Os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) são alarmantes: nos primeiros 20 dias de agosto, o número de queimadas na Amazônia já ultrapassou o total registrado em todo o mês de agosto de 2023. A seca intensa, que assola a região desde o ano passado, agrava ainda mais a situação, criando condições propícias para a propagação do fogo.</p>
<p data-sourcepos="9:1-9:60">A fumaça proveniente dos incêndios traz sérias consequências para a saúde da população, além de impactar o meio ambiente e a economia. A qualidade do ar se deteriora, aumentando o risco de doenças respiratórias, e a visibilidade é reduzida, afetando o transporte aéreo e terrestre.</p>
<h3 data-sourcepos="3:1-3:62"><strong>O que são rios voadores</strong></h3>
<p data-sourcepos="3:1-3:62">Os rios voadores são imensas quantidades de vapor d&#8217;água que viajam pela atmosfera, carregadas pelos ventos. É como se fossem rios invisíveis que cruzam os céus, transportando umidade de um lugar para outro.</p>
<p data-sourcepos="6:1-6:83">A Floresta Amazônica é a principal &#8220;fábrica&#8221; desses rios voadores. As árvores absorvem água do solo e a liberam para a atmosfera por meio da transpiração. Essa umidade se junta em grandes massas de ar, formando verdadeiros rios que &#8220;voam&#8221; sobre o continente.</p>
<p data-sourcepos="6:1-6:83">Eles são responsáveis por levar a umidade da Amazônia para outras regiões do Brasil, como o Centro-Oeste e o Sudeste, garantindo chuvas e alimentando importantes bacias hidrográficas.</p>
<p>A presença dos rios voadores ajuda a regular o clima em diversas regiões, influenciando a temperatura e as precipitações.</p>
<p>Para se ter ideia do que se perde com a devastação do meio ambiente: a quantidade de água evaporada pelas árvores da Floresta Amazônica pode ter a mesma ordem de grandeza, ou mais, que a vazão do rio Amazonas (200.000 m3/s).</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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