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	<title>florestas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>florestas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Brasil registra pior perda florestal em anos com incêndios recordes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 17:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/queimada-Jader-Souza-AL-Roraima-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Prestes a sediar a COP30 em novembro, o Brasil teve em 2024 o pior ano para suas florestas desde 2016, impulsionado principalmente por incêndios. Dados do Laboratório GLAD da Universidade de Maryland, divulgados nesta quarta-feira (21) pela plataforma Global Forest Watch (GFW) do World Resources Institute (WRI), revelam que 2,8 milhões de hectares de florestas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/queimada-Jader-Souza-AL-Roraima-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Prestes a sediar a COP30 em novembro, o Brasil teve em 2024 o pior ano para suas florestas desde 2016, impulsionado principalmente por incêndios. Dados do Laboratório GLAD da Universidade de Maryland, divulgados nesta quarta-feira (21) pela plataforma Global Forest Watch (GFW) do World Resources Institute (WRI), revelam que 2,8 milhões de hectares de florestas primárias foram destruídos no país, uma área um pouco menor que a da Bélgica.</p>
<p>Globalmente, a perda de florestas primárias tropicais atingiu 6,7 milhões de hectares, quase o dobro do registrado em 2023 – o equivalente à área do Panamá, ou 18 campos de futebol por minuto. Pela primeira vez desde o início das medições do GFW, os incêndios, e não a agropecuária, foram a principal causa da perda de florestas primárias tropicais em todo o mundo.</p>
<p>No Brasil, dois terços da perda de floresta primária foram atribuídos a incêndios, causados principalmente por atividade humana. Cerca de 80% dessa destruição ocorreu na Floresta Amazônica. As florestas são essenciais para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, influenciando temperaturas e chuvas locais, o que impacta a agricultura e a saúde. Ecossistemas florestais saudáveis e biodiversos sustentam os meios de subsistência de um terço da população mundial.</p>
<blockquote><p>A perda de floresta na Amazônia foi 110% maior que em 2023, com 60% dessa destruição causada pelo fogo. O relatório aponta que a seca extrema, a mais forte em 70 anos, somada ao calor intenso, favoreceu a propagação das chamas. No Pantanal, o fogo também causou grandes estragos: o bioma perdeu 1,6% de sua vegetação em 2024 — mais que o dobro da média nacional (0,83%) —, sendo 57% devido a incêndios. Estudos indicam que os incêndios na região estão 40% mais intensos devido às mudanças climáticas.</p></blockquote>
<p>Com essa devastação, o Brasil liderou o ranking mundial de perda de florestas, respondendo por 42% de toda a “Sem investimentos sustentados na prevenção de incêndios florestais, fiscalização mais rigorosa nos estados e foco no uso sustentável da terra, conquistas arduamente obtidas correm o risco de serem desfeitas. Enquanto o Brasil se prepara para sediar a COP30, tem uma oportunidade poderosa de colocar a proteção florestal em primeiro plano no cenário global&#8221;, alerta Mariana Oliveira, Diretora do Programa de Florestas e Uso da Terra do WRI Brasil. perda de floresta tropical primária global. Além dos incêndios, o desmatamento para cultivo de soja e pecuária também contribuiu para a destruição florestal.</p>
<blockquote><p> &#8220;Este nível de perda florestal é diferente de tudo que vimos em mais de 20 anos de dados. É um alerta vermelho global — um chamado coletivo à ação para cada país, cada empresa e cada pessoa que se preocupa com um planeta habitável. Nossas economias, nossas comunidades, nossa saúde — nada disso pode sobreviver sem florestas&#8221;, ressaltou Elizabeth Goldman, Co-Diretora do Global Forest Watch do WRI.</p></blockquote>
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		<title>Agronegócio precisa da proteção das florestas, alerta diretor executivo do IPAM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 17:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agonegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agropercuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/Flota-do-Paru-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Proteger as florestas é fundamental para assegurar a produtividade do agronegócio brasileiro, afirmou André Guimarães, diretor executivo do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), durante o evento “GLF FORESTS 2025: Definindo a próxima década de ação”, organizado pelo Fórum Global de Paisagens, em Bonn, na Alemanha. O encontro debateu temas relacionados à valorização das [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/Flota-do-Paru-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Proteger as florestas é fundamental para assegurar a produtividade do agronegócio brasileiro, afirmou André Guimarães, diretor executivo do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), durante o evento “GLF FORESTS 2025: Definindo a próxima década de ação”, organizado pelo Fórum Global de Paisagens, em Bonn, na Alemanha. O encontro debateu temas relacionados à valorização das florestas e à integração entre áreas produtivas e vegetação nativa, com foco na criação de paisagens resilientes às mudanças climáticas.</p>
<blockquote><p>“Primeiro, não há como pensar em alcançar a meta de 1,5°C sem as florestas tropicais. Sem a Amazônia, não existe Acordo de Paris. Além disso, sem essas florestas, não teremos segurança alimentar global. Isso porque entre 40% e 50% da produção mundial de alimentos vem de países tropicais, onde, na maioria dos casos, a agricultura não é irrigada e, portanto, depende das chuvas geradas pelas florestas. Tudo está interconectado”, destacou Guimarães.</p></blockquote>
<p>Segundo estudos conduzidos pelo IPAM na região central do Brasil, o aumento da temperatura está diretamente relacionado à queda na produtividade agrícola. De acordo com os pesquisadores, para cada grau de aumento na temperatura, a produção de soja pode cair 6%, enquanto a do milho pode ter uma redução de 8%. Além disso, alterações no clima estão associadas à ocorrência de eventos extremos e à perturbação dos regimes de chuvas, o que resulta em perdas para a produção agrícola.</p>
<blockquote><p>“Temos regiões do Cerrado e da Amazônia em que foi registrado um aumento de até 4°C na temperatura média. Isso significa que o cultivo de soja e milho nessas áreas já não é viável ou lucrativo. Precisamos, portanto, mudar o paradigma e enxergar as florestas como parte do sistema produtivo. Quanto mais floresta tivermos, mais produção, mais água e mais controle natural de pragas teremos”, alertou.</p></blockquote>
<p>O Fórum Global de Paisagens é uma organização multissetorial que apoia o desenvolvimento de paisagens produtivas e resilientes às mudanças climáticas. A entidade também atua na criação de mecanismos de financiamento para a proteção das florestas e estratégias de transição energética. Atualmente, o fórum é composto por mais de 10 mil organizações em 185 países. O evento foi gravado e está disponível no canal do GLF no YouTube.</p>
<h3>Mantendo o desmatamento sob controle</h3>
<p>Com a recente redução dos índices nacionais de desmatamento, Guimarães defende a criação de mecanismos para evitar que a perda de vegetação nativa volte a crescer, além da necessidade de adaptar as políticas de combate ao desmatamento.</p>
<blockquote><p>“Se reuníssemos todo o dinheiro da filantropia mundial, ainda assim teríamos apenas uma fração dos recursos necessários para garantir a segurança ambiental do planeta. Mas é melhor investir agora do que lidar com um futuro incerto. Combater o desmatamento tem duas frentes: precisamos reduzi-lo, por meio de políticas de comando e controle e da aplicação da lei. No entanto, para mantê-lo em níveis baixos, são necessárias outras ferramentas. Precisamos substituir práticas insustentáveis por modelos mais sustentáveis de uso do solo, e isso exige investimentos”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Nesse contexto, iniciativas como o programa CONSERV, que remunera produtores rurais pela conservação de áreas de vegetação que poderiam ser legalmente desmatadas, podem servir como modelo para o futuro da conservação florestal. Desde 2020, o programa já firmou 21 contratos com produtores de Mato Grosso e do Pará, evitando a emissão de mais de 2 milhões de toneladas de CO₂ e protegendo mais de 20 mil hectares de vegetação.</p>
<p>Da mesma forma, o projeto GALO (Global Assessment from Local Observations) também pode ser fundamental para compreender a relação entre áreas produtivas e naturais no campo. A iniciativa, conduzida na Estação de Pesquisa Tanguro, investiga como as dinâmicas dos biomas Amazônia e Cerrado são influenciadas por fatores como o clima e a produtividade agrícola.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Área com potencial para regeneração natural no Brasil é do tamanho da Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 14:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/refloresta1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As florestas tropicais de todo o mundo estão ameaçadas pelo avanço da devastação. A boa notícia é que uma área de 215 milhões de hectares &#8211; equivalente ao tamanho do México &#8211; tem potencial para ser recuperada em processos de regeneração natural. Em pesquisa publicada na revista Nature, o Brasil aparece em destaque nesse segmento, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/refloresta1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As florestas tropicais de todo o mundo estão ameaçadas pelo avanço da devastação. A boa notícia é que uma área de 215 milhões de hectares &#8211; equivalente ao tamanho do México &#8211; tem potencial para ser recuperada em processos de regeneração natural. Em pesquisa publicada na <a href="https://www.nature.com/articles/s41586-024-08106-4" target="_blank" rel="noopener">revista Nature</a>, o Brasil aparece em destaque nesse segmento, com uma área de 55,12 milhões de hectares, comparável ao território de todo o estado da Bahia, capaz de ser beneficiada pela restauração florestal.</p>
<p>A<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/conheca-as-vantagens-da-recuperacao-de-areas-degradadas-com-regeneracao-natural/" target="_blank" rel="noopener"> regeneração natural</a> é um processo de restauração que ocorre com pouca ou nenhuma intervenção humana, por isso são práticas mais baratas. De acordo com o estudo, o investimento necessário em florestas que crescem sozinhas varia de US$ 12 a US$ 3.880 por hectare, enquanto que os projetos tradicionais de restauração com plantios precisam de US$ 105 a US$ 25.830 por hectare.</p>
<p>Além disso, as áreas regeneradas naturalmente têm um melhor resultado no quesito <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/saiba-como-o-carbono-gerado-em-regeneracao-natural-pode-mudar-o-destino-da-amazonia/">sequestro de carbono</a>. A pesquisa estima que se todas áreas indicadas forem restauradas, 23 gigatoneladas de carbono seriam retidas na biomassa acima do solo ao longo de 30 anos. Isso equivale a quase metade das emissões anuais de gases de efeito estufa do mundo. Se for considerada a biomassa abaixo do solo, a projeção é que o sequestro total de carbono chegaria a cerca de 30 gigatoneladas por ano.</p>
<blockquote><p>“A regeneração natural das florestas é um dos caminhos mais promissores para dar a escala necessária à restauração florestal para gerar os benefícios desejados de mitigação climática por meio da captura de carbono, contribuindo para as metas de emissão líquida zero até meados do século”, afirma Ludmila Pugliese, gerente de Restauração da Conservação Internacional (CI-Brasil), que tem pesquisadores envolvidos no estudo.</p></blockquote>
<p>No momento em que mais de 190 nações se voltam para a discussão de propostas para a proteção dos diversos biomas durante a COP16, a pesquisa ressalta ainda outras vantagens que a regeneração natural oferece, como a conservação da biodiversidade, a regulação dos recursos hídricos, a redução dos riscos de erosão e o aumento da resiliência ecológica geral.</p>
<p>Além do Brasil, Indonésia, China, México e Colômbia têm grandes potenciais para a regeneração e, juntos, representam 52% de todas as florestas passíveis de restauração no planeta. Ainda assim, essa é uma estratégia subutilizada e que precisa ser incentivada.</p>
<p>Para os pesquisadores, é necessário apostar em mecanismos que envolvam a participação das comunidades nesse processo. Um dos caminhos é criar formas de compensação de agricultores e comunidades pelo engajamento na regeneração natural através de pagamentos por serviços ecossistêmicos ou mercados de compensação. Combinadas com benefícios de longo prazo, a expectativa é que haveria uma continuidade da conservação nas florestas atendidas.</p>
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		<title>Brasil lança plataforma para impulsionar investimentos verdes no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 18:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[BIP]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/floresta22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, lançaram, nesta quarta-feira, 23,  em Washington, nos Estados Unidos, uma plataforma para impulsionar investimentos verdes no Brasil.  O anúncio foi feito durante reunião da Força-Tarefa para Mobilização Global contra a Mudança do Clima do G20. A Plataforma Brasil de Investimentos Climáticos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/floresta22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, lançaram, nesta quarta-feira, 23,  em Washington, nos Estados Unidos, uma plataforma para impulsionar investimentos verdes no Brasil.  O anúncio foi feito durante reunião da Força-Tarefa para Mobilização Global contra a Mudança do Clima do G20.</p>
<p>A Plataforma Brasil de Investimentos Climáticos e para a Transformação Ecológica (BIP, na sigla em inglês) tem o o objetivo de conectar investidores internacionais a projetos estratégicos de desenvolvimento sustentável no País, com foco na transição ecológica e no combate à mudança do clima.</p>
<blockquote><p>“Essa plataforma faz exatamente a combinação entre financiamento e projetos. Nessa plataforma vão estar todos os projetos validados pelo BNDES como projetos verdes, ou seja, um selo do BNDES de que este projeto está aderente ao Plano de Transformação Ecológica associado a esses muitos instrumentos de financiamento. Então, vamos casar o financiador com o proponente que está com um projeto inovador em torno da transformação ecológica”, afirmou Haddad.</p></blockquote>
<p>De acordo com o ministro da Fazenda, a plataforma tende a potencializar números já alcançados pelo Fundo Clima (<span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">R$ 10 bilhõe) </span>e EcoInvest (<span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">R$ 45 bilhões)</span><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">. &#8220;P</span><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">orque às vezes você tem um investidor e ele não tem o projeto, às vezes tem o projeto e não tem o investidor, então estamos fazendo o match entre essas duas pontas, inclusive com financiamento externo”, afirmou.</span></p>
<p>&#8220;Nós estamos dizendo quais são os projetos que fazem sentido dentro de um ecossistema de investimento que seja coerente com o Plano Clima, com o Plano de Transformação Ecológica, com o Plano de Restauração Florestal e todos os planos que o país tem, desdobrando isso em projetos concretos. Isso dá uma segurança para o investidor de que aquilo que está sendo colocado como possibilidade de investimento tem também uma alavancagem por parte do governo”, afirmou Marina</p>
<p>A BIP inicialmente focará em três setores:</p>
<ul>
<li>Soluções baseadas na natureza e bioeconomia, incluindo a restauração e o manejo sustentável da vegetação nativa, a redução do desmatamento, a agricultura regenerativa e o manejo de resíduos;</li>
<li>Indústria e Mobilidade, catalisando os esforços de descarbonização em setores como aço, alumínio e cimento, mobilidade urbana elétrica e fertilizantes verdes;</li>
<li>Energia, apoiando esforços para viabilizar energia solar off-grid, redes inteligentes, indústrias de energia eólica offshore, combustíveis sustentáveis, bioinsumos agrícolas, hidrogênio de baixo carbono, eficiência energética e minerais críticos.</li>
</ul>
<p>Os projetos serão oriundos tanto do setor público quanto do privado, incluindo a possibilidade de apoiar os esforços de transição de cidades e estados brasileiros</p>
<h3>Conservação de florestas</h3>
<p>Na terça-feira,22, os ministros participaram de reunião com o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, sobre o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês). A iniciativa busca financiar a conservação de florestas tropicais, destinando o capital investido a ativos verdes e aplicando o retorno para manter as florestas em pé.</p>
<p>O objetivo é que seja pago um valor fixo anual para cada hectare de floresta preservada e que haja desconto no valor a receber para cada hectare desmatado ou degradado. A proposta foi apresentada pelo Brasil na COP28, em Dubai, no fim de 2023. A expectativa é que o fundo entre em funcionamento para a COP30, que será realizada em Belém, no Pará, em novembro de 2025.</p>
<p>Marina, Haddad e Banga também discutiram formas de apoiar agendas prioritárias para a presidência brasileira do G20 e no processo para a COP30. Na agenda dos ministros nesta semana, em Washington, está a reunião da Força-Tarefa para Mobilização Global contra a Mudança do Clima do G20.</p>
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		<title>Financiamento para proteção da biodiversidade será desafio da COP16</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 19:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/representacao-brasileira-cop16-Fabiola-Testi-Secom-PR-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Garantir cerca de US$ 200 bilhões para medidas de proteção da biodiversidade deve ser a pauta central das discussões da 16ª Conferências das Partes sobre Biodiversidade (COP16), que ocorre de 21 de outubro a 1º de novembro, em Cali, na Colômbia. A perspectiva para o evento e as principais contribuições brasileiras envolvendo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/representacao-brasileira-cop16-Fabiola-Testi-Secom-PR-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Garantir cerca de US$ 200 bilhões para medidas de proteção da biodiversidade deve ser a pauta central das discussões da 16ª Conferências das Partes sobre Biodiversidade (COP16), que ocorre de 21 de outubro a 1º de novembro, em Cali, na Colômbia. A perspectiva para o evento e as principais contribuições brasileiras envolvendo o tema foram discutidos por representantes da delegação brasileira em coletiva à imprensa em Brasília (DF).</p>
<p>A meta de financiamento foi definida na COP15 de Kunming-Montreal, no entanto, os indicadores apontam que o repasse dos países desenvolvidos para os países em desenvolvimento que deveria ser de US$ 20 bilhões a partir de 2025 e de US$ 30 bilhões a partir de 2030 está abaixo do necessário. Segundo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) o volume de recursos destinados está abaixo de 23%. Um problema semelhante também já foi detectado por analistas no caso do<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-vai-cobrar-compromisso-dos-paises-desenvolvidos-com-financiamento-climatico-na-cop29/"> financiamento para conter as mudanças climáticas</a> que são tratados no âmbito da COP29 e COP30.</p>
<blockquote><p>“Nós estamos muito engajados nesse diálogo, teremos um diplomata brasileiro co-presidindo a negociação sobre financiamento, mas o que nós gostaríamos de ver é uma liderança maior dos países desenvolvidos. Quando a gente fala em cumprir o marco global, não é só cumprir as metas de conservação, mas também munir os países, sobretudo aqueles que são os países menos desenvolvidos, que têm menos meios de implementação”, explicou a diretora de Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Maria Angélica Ikeda.</p></blockquote>
<h3>Fortalecer florestas tropicais</h3>
<p>Além disso, o País pretende buscar apoios para fortalecer o Fundo para as Florestas Tropicais para Sempre (TFFF). Outro ponto-chave das discussões deve ser a necessidade de sequenciamento digital de recursos genéticos, estabelecido pelo Protocolo de Nagoya. Porém, além desses aspectos, o Brasil pretende ter um papel relevante na Conferência ao demonstrar compromisso com medidas efetivas já adotadas no país.</p>
<p>Um exemplo disso se dá com a Estratégia e Planos de Ação Nacionais para a Biodiversidade (Epanb) que servirá para orientar a gestão integrada de ações para a conservação da biodiversidade, o uso sustentável dos recursos naturais e repartição justa e equitativa dos benefícios do uso da biodiversidade. A Epanb está em elaboração desde o ano passado e tem como uma das principais características a participação social em sua construção, destaca o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).</p>
<blockquote><p>“Nós estamos muito avançados, eu acho que é muito importante que se diga que o Brasil vem conduzindo um processo que não é trivial e eu acho que é fundamental essa mensagem chegue a todos porque um país das dimensões do nosso, mega diverso e com a mega diversidade também sociocultural, nós precisamos construir diálogos em todos os níveis e é isso que nós temos tentando fazer”, frisou Rita Mesquita, secretária nacional de biodiversidade do MMA.</p></blockquote>
<h3>Recuperação da Vgetação Nativa</h3>
<p>Durante a COP16, a principal entrega do Brasil deve ser do novo Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (PlanaVeg) que terá como meta recuperar pelo menos 9 milhões de hectares até 2030 e está conectado às propostas debatidas no contexto do Plano Clima.</p>
<blockquote><p>“Nós estamos totalmente convencidos que, como governo brasileiro, nós temos que unir ao máximo o tratamento dessas questões. Quem está mais focado com o clima também tem que se dar conta do quanto essa questão da biodiversidade é um tema absolutamente essencial”, salientou o embaixador André Corrêa do Lago, que lembrou que as <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/voce-sabia-que-existem-tres-cops-diferentes-veja-quais-sao-e-a-importancia-de-cada-uma/">COPs do Clima e da Biodiversidade têm origem em debates iniciados no Brasil na ECO92</a>.</p></blockquote>
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		<title>Conhecimento indígena pode melhorar relação com o meio ambiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 20:14:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[florestas]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/para2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Após seguidas catástrofes socioambientais causadas pela ação do homem na natureza, a busca por conhecimentos que possam orientar a humanidade na relação com o meio ambiente têm sido cada vez mais presente nas pesquisas científicas. Em muitas delas, o conhecimento indígena, enterrado pela cultura colonizadora, volta à tona na forma de escavações arqueológicas. Um exemplo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/para2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="post-item-wrap">
<p>Após seguidas catástrofes socioambientais causadas pela ação do homem na natureza, a busca por conhecimentos que possam orientar a humanidade na relação com o meio ambiente têm sido cada vez mais presente nas pesquisas científicas. Em muitas delas, o conhecimento indígena, enterrado pela cultura colonizadora, volta à tona na forma de escavações arqueológicas.</p>
<p>Um exemplo é o estudo <em>Tropical forests as key sites of the Anthropocene: past and present perspectives</em> (em livre tradução <em>As florestas tropicais como locais-chave da cena humana: perspectivas passadas e presentes</em>) realizado na Amazônia peruana e publicado, em 2021, na revista científica <em>Proceedings of the National Academy of Sciences</em>.</p>
<p>Ao investigar as mudanças causadas pelos habitantes da maior floresta tropical do planeta, os pesquisadores concluíram que ao longo de 5.000 anos, incluindo o período após o contato europeu, as florestas não foram periodicamente desmatadas para a agricultura ou significativamente modificadas pelas populações indígenas.</p>
<p>A vivência harmônica dessas populações com a floresta, revelado por camadas profundas no solo, demonstraram “como as sociedades indígenas foram, e ainda são, forças positivas na integridade e na biodiversidade do seu ecossistema, e como o conhecimento indígena deve ser utilizado nos esforços de conservação e sustentabilidade”, avalia o estudo.</p>
<p>Esse conhecimento permanece perpetuado nas muitas comunidades indígenas ainda existentes no Brasil, mas não consegue ultrapassar as barreiras da educação formal ofertada à maior parte da população no país, diz o antropólogo da Universidade de Brasília (UnB) Gersem Baniwa.</p>
<blockquote><p>“Não se reconhece essa história milenar, que a arqueologia moderna na Amazônia já provou existir há mais de 15 mil anos, de verdadeiras civilizações que produziram muita ciência, muita política, muita economia, muito comércio, muita cultura, aritmética. Houve, inclusive, modelos de política, de cacicados na Amazônia, com extensas redes de relações comerciais, culturais e políticas”, diz o professor.</p></blockquote>
<p>Todo esse conhecimento foi perdido em um processo de desconstrução da história imposto por colonizadores e perpetuado na educação até os dias de hoje, afirma o historiador da Universidade Federal do Pará (Ufpa) Márcio Couto.</p>
<blockquote><p>“Quando a gente estuda na educação básica, a contribuição dos indígenas é associada a questões folclóricas. Eles contribuíram com a rede, com o hábito de tomar banho e, por outro lado, as populações brancas, europeias, contribuíram com a formação de um estado nacional, por exemplo. Vemos aí uma hierarquização das contribuições, colocando no primeiro plano as contribuições das populações brancas, em seguida as populações africanas e em último lugar as populações indígenas”, observa.</p></blockquote>
<p>Não enxergar os povos indígenas como sujeitos de conhecimento fez com que o Brasil, na sua construção sociocultural, não apenas ignorasse essa contribuição, mas também deixasse de usufruir desse conhecimento em grande parte de seu território.</p>
<blockquote><p>“Se a gente pega as áreas de preservação ambiental no Brasil, ou mesmo na América, as áreas onde têm mais verde, onde têm mais mata preservada, essas áreas coincidem com os mapas das terras indígenas”, reforça Couto.</p></blockquote>
<p>Outra consequência, para Baniwa, é o surgimento de gerações que perderam a capacidade de se relacionar com o que está ao seu redor.</p>
<blockquote><p>“Uma parcela da ciência moderna já começa a compreender esse mundo, no sentido da natureza, do universo, do cosmo, como agentes vivos, mas os povos indígenas já têm isso milenarmente.”, destaca.</p></blockquote>
<p>A própria arqueologia tem se revelado uma das principais ferramentas na retomada desse conhecimento e também para transpor as barreiras que o mantém fora das salas de aula. O arqueólogo da Universidade de São Paulo (USP) Eduardo Góes Neves, que pesquisa a Amazônia há mais de 30 anos, ressalta que o crescimento da arqueologia no Brasil tem estimulado uma busca maior das pessoas por essa etapa da história do Brasil.</p>
<blockquote><p>“As pessoas têm um interesse, mesmo fora da Amazônia, em entender melhor quem nós somos, o que o Brasil é. O Brasil se formou como essa imagem de uma parte das elites intelectuais aqui do nosso país, que se viam com europeus transplantados para o novo mundo. Essa visão é totalmente equivocada, é uma construção, que, na verdade, só prejudica o nosso país”, explica.</p></blockquote>
<p>Em meio à catástrofe do Rio Grande do Sul, o próprio uso de expressões como “crise climática” é questionado pelo antropólogo indígena, que a considera uma leitura equivocada do problema, causada pela falta de acesso a esses conhecimentos.</p>
<blockquote><p>“Não é uma crise climática, não é o clima que está em crise, não é a natureza que está em crise, é a humanidade e a civilização humana que está em crise. A gente prefere se enganar, transferir a nossa responsabilidade, dizendo que é o ambiente que está em crise, para não dizer que é uma crise civilizatória da humanidade”, conclui.</p></blockquote>
</div>
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		<title>Governo quer conceder mais duas florestas nacionais do Pará à iniciativa privada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 13:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[concessão]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[floresta nacional do jamanxim]]></category>
		<category><![CDATA[floresta nacional do trairão]]></category>
		<category><![CDATA[florestas]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativa privada]]></category>
		<category><![CDATA[PPI]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/reserva_florestal_jamanxim_leonardo_milano_icmbio-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Selo Verde Pará" decoding="async" />As Florestas Nacionais (Flona) do Jamanxim e do Trairão, em Itaituba, no sudoeste paraense, devem ser concedidas para administração e exploração da iniciativa privada. Segundo o decreto de inclusão das unidades de conservação no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) , o Serviço Florestal Brasileiro do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima ficará [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/reserva_florestal_jamanxim_leonardo_milano_icmbio-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Selo Verde Pará" decoding="async" /><p>As Florestas Nacionais (Flona) do Jamanxim e do Trairão, em Itaituba, no sudoeste paraense, devem ser concedidas para administração e exploração da iniciativa privada.</p>
<p>Segundo o decreto de inclusão das unidades de conservação no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) , o Serviço Florestal Brasileiro do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima ficará a cargo de disciplinar e conduzir o processo de outorga da concessão florestal que já estava previsto desde junho passado, quando ambas as Flonas foram qualificadas dentro do PPI.</p>
<p>As florestas em questão foram criadas em 2006 no contexto de uma estratégia para conter o avanço do desmatamento e da degradação no entorno da rodovia BR-163 (Cuiabá-Santarém). A área total das Flonas ultrapassa 1,5 milhão de hectares, sendo 1,3 milhão no Jamanxim e outros 257 mil hectares no Trairão.</p>
<p>Apesar da implementação da política de conservação, a pressão dos devastadores na área continuou grande, sobretudo com a exploração ilegal de madeira e ouro. Diversas operações já foram deflagradas na Flona do Jamanxim, por exemplo, visando combater os ilícitos que levaram, inclusive a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/equipe-da-operacao-guardioes-do-bioma-sofre-ataque-na-flona-de-jamanxim/">ataques a servidores do ICMBio e da Polícia.</a></p>
<p>Atualmente, há 13 unidades de manejo florestal localizadas em seis florestas nacionais no estado do Pará. São duas quatro na Floresta Nacional de Saracá-Taquera, entre os municípios de Terra Santa, Oriximiná e Faro; duas na Floresta Nacional do Crepori, entre os municípios de Itaituba e Jacareacanga; quatro na Floresta Nacional de Altamira e três na Floresta Nacional de Caxiuanã, no Marajó.</p>
<p>A concessão de áreas florestais no Brasil é prevista na Lei de Gestão de Florestas Públicas, que estabelece normativas para que empresas, cooperativas e outras entidades possam realizar o manejo sustentável com extração de produtos e oferta de serviços. A ideia é aliar a estratégia de conservação com mecanismos de estimulo ao desenvolvimento econômico.</p>
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		<title>COP-28: Lula se emociona e quebra protocolo para Marina, ‘pessoa da floresta’, discursar em plenária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 14:25:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/lula_marina-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quebrou o protocolo no evento “Florestas: Protegendo a Natureza para o Clima, Vidas e Subsistência”, neste sábado, 2, na COP28  e cedeu seu tempo de fala para Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudança Climática. Emocionado,  Lula afirmou que foram 28 edições da COP  &#8220;para que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/lula_marina-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quebrou o protocolo no evento “Florestas: Protegendo a Natureza para o Clima, Vidas e Subsistência”, neste sábado, 2, na COP28  e cedeu seu tempo de fala para Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudança Climática.</p>
<p>Emocionado,  Lula afirmou que foram 28 edições da COP  &#8220;para que pela primeira vez as florestas viessem falar por si só&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;E eu não poderia utilizar a palavra sobre as florestas, se eu tenho no meu governo uma pessoa da floresta. A Marina nasceu na floresta, se alfabetizou aos 16 anos”, afirmou Lula., chorando</p></blockquote>
<p>O presidenre reafirmou que &#8220;não basta evitar desmatamento, é preciso cuidar das florestas, das pessoas que moram na floresta. Isso custa muito dinheiro e os países ricos têm que ajudar a pagar”.</p>
<p class="styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS ">Marina, por sua vez,  disse que  &#8220;o compromisso com floresta não é só de governo, é de empresa, sociedade e da ciência&#8221;.</p>
<blockquote>
<p class="styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS ">&#8220;E nós contamos com toda sociedade”, disse</p>
</blockquote>
<p>O Brasil apresentou na sexta-feira, 1º, na COP28,a proposta para criação <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cop28-brasil-propoe-criacao-de-fundo-com-us-250-bilhoes-para-proteger-florestas-tropicais/" target="_blank" rel="noopener">de fundo destinado a financiar a conservação de florestas tropicais</a>. A ideia é captar US$ 250 bilhões em recursos que seriam revertidos para os 80 países com maiores áreas florestais.</p>
<p class="styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS ">
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		<title>Brasil vai levar à COP28 proposta de criação de fundo mundial para conservação de florestas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 17:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[conservação]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[florestas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/florestas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Brasil vai apresentar na COP 28, em Dubai, uma proposta de criação de um fundo internacional para conservação de florestas tropicais no mundo todo. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse em coletiva de imprensa queA  iniciativa envolve os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Fazenda e Relações Exteriores. De acordo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/florestas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Brasil vai apresentar na COP 28, em Dubai, uma proposta de criação de um fundo internacional para conservação de florestas tropicais no mundo todo. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse em coletiva de imprensa queA  iniciativa envolve os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Fazenda e Relações Exteriores. De acordo com ela, mais de 80 países podem se beneficiar da medida.</p>
<blockquote><p>“É um mecanismo global completamente diferente do Fundo Amazônia, que é internalizado num banco público brasileiro [em referência ao BNDES]. Obviamente, teria que ser uma instituição financeira multilateral. […] Estamos fazendo um ajuste final na proposta”, afirmou em entrevista a jornalistas&#8230;.</p></blockquote>
<p>A COP 28 ocorre de 30 de novembro a 12 de dezembro, em Dubai, nos Emirados Árabes. O presidente Lula deverá participar nos dias 1 e 2 de dezembro, durante a reunião de cúpula com 140 chefes de Estado e de governo.</p>
<p>O embaixador André Corrêa do Lago, negociador-chefe do Brasil na COP 28, disse que o Brasil considera que conservação de floresta extremamente importante.</p>
<blockquote><p>&#8220;Só que como conservação de floresta não pode dar crédito de carbono, a conservação de floresta tem que ter outro tipo de financiamento, como por exemplo o Fundo Amazônia&#8221;, afirmou. &#8220;Isso para nós é simplesmente central&#8221;, publicou a <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2023/11/brasil-vai-levar-a-cop28-proposta-de-fundo-mundial-para-conservacao-de-florestas.shtml" target="_blank" rel="noopener">Folha</a>, citando a Reuters.</p></blockquote>
<h3>Outras propostas</h3>
<p>De acordo com a publicação da Folha, o Brasil também vai levar um programa para recuperar áreas cultiváveis deterioradas e improdutivas. Um dos programas pretende financiar produtores para que transformem pastagens degradadas em lavouras com uso de agricultura sustentável.</p>
<p>Outra frente será apresentar projetos brasileiros para recuperação de de áreas desmatadas em terras públicas, unidades de conservação e terras indígenas, em projetos de recuperação natural, concessões e projetos agroflorestais.</p>
<p>O Brasil também vai defender na COP 28 que o aumento da temperatura da Terra não pode passar de 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais.</p>
<p>A comitiva brasileira para a COP28 viaja para Dubai na noite de 28 de outubro, terça-feira.</p>
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		<title>Pará discute com a sociedade construção do Plano de Recuperação da Vegetação Nativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2023 16:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Recuperação da Vegetação Nativa do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[PRVN]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/floresta30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com foco na construção coletiva do Plano de Recuperação da Vegetação Nativa do Pará (PRVN), que será lançado oficialmente na COP 28, nos Emirados Árabes no final deste ano, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) realizará, esta semana, três webinários e um seminário presencial para discutir, informar e esclarecer à sociedade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/floresta30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com foco na construção coletiva do Plano de Recuperação da Vegetação Nativa do Pará (PRVN), que será lançado oficialmente na COP 28, nos Emirados Árabes no final deste ano, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) realizará, esta semana, três webinários e um seminário presencial para discutir, informar e esclarecer à sociedade os principais aspectos do plano, convidando as partes interessadas a contribuírem com a iniciativa nesta etapa de consulta pública.</p>
<p>Em todos os eventos, será priorizada a participação de representantes de povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais e produtores da agricultura familiar e também será possível a participação da sociedade em geral.</p>
<p>Com o tema “Oportunidades e Desafios para a Restauração no Estado”, o primeiro evento será nesta terça-feira, 24, on-line, a partir das 16h, com transmissão ao vivo pelo canal da ‘Aliança pela Restauração da Amazônia’. Acesse clicando <a href="https://youtu.be/NQRUo7kbU5c" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></p>
<p>Na quinta-feira, 26, a Semas promove o seminário presencial para a discussão do PRVN. O evento será realizado no hotel Beira Rio, no bairro do Guamá, em Belém, das 9h às 17h.</p>
<p>No dia seguinte, 27, haverá dois outros webinários. Pela manhã, das 10 às 12h, com transmissão ao vivo pelo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=g7ZkALfbLEM" target="_blank" rel="noopener">canal do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) no YouTube</a> e outro à tarde, das 13h30 às 15h, em parceria com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), com participação por meio <a href="https://teams.microsoft.com/l/meetup-join/19%3ameeting_OTRhYTg2ZDctMzI4Ni00OGE2LWE3NWQtOWJkZDZmYWNkMjNk%40thread.v2/0?context=%7b%22Tid%22%3a%227d91a04c-4ea1-47f1-bc93-43ba539f8352%22%2c%22Oid%22%3a%2263bb3efa-05cb-4c90-aefb-dc6e6b18808a%22%7d" target="_blank" rel="noopener">deste link.</a></p>
<blockquote><p>“Esses seminários têm como objetivo divulgar o processo de consulta pública do plano, que abriu no dia 16 deste mês no site da Semas. Além de convidar mais pessoas para participarem do processo, será um momento para as partes interessadas conhecerem melhor o Plano, seu processo de co-construção e assim poder participar da consulta pública de maneira mais qualificada”, explica Julianne Moutinho, coordenadora da Diretoria de Mudanças Climáticas e Serviços Ambientais da Semas.</p></blockquote>
<h3><strong>Sobre o PRVN</strong></h3>
<p>O Estado do Pará tem como meta recuperar 5,65 milhões de hectares de áreas até 2030. O PRVN é uma importante ferramenta elaborada com o objetivo de integrar, articular e promover ações para a recuperação das florestas e demais tipos de vegetação nativa do Estado do Pará, dessa forma, reduzindo também os gases de efeito estufa. O plano vem sendo constituído por mais de 40 instituições públicas e privadas com participação da sociedade civil e da Semas.</p>
<p>O PRVN teve sua proposta lançada pelo Governo do Estado durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças do Clima (COP 27) no fim de 2022, em Sharm El Sheikh, Egito. As três fases do plano são marcadas pela co-construção por meio de um diálogo entre o Governo Estadual, através da Semas, instituições dos setores público e privado e das populações envolvidas.</p>
<p>A primeira fase, que consistia na elaboração e realização do diagnóstico socioambiental, encerrou-se em junho. Na segunda fase, foram realizadas quatro oficinas regionais nos municípios de Belém, Altamira, Santarém e Marabá, onde a população teve oportunidade de discutir desafios e oportunidades de cada região a serem incorporados ao plano. A terceira e última fase contempla a abertura do projeto para consulta pública e a realização dos seminários on-line e presencial.</p>
<p>Sob a liderança da Semas, a iniciativa de elaboração do PRVN conta com a parceria com Instituto Internacional para Sustentabilidade (IIS), World Resources Institute Brasil (WRI Brasil), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Conservação Internacional (CI-Brasil) e Aliança pela Restauração na Amazônia que integram, ao lado de outras instituições, o Grupo de Trabalho responsável por sua construção.</p>
<p>Além do lançamento na COP 28, o Plano também será apresentado oficialmente na reunião do Comitê Gestor do Sistema Estadual sobre Mudanças Climáticas (Coges Clima) e no Fórum Paraense de Mudanças e Adaptação Climática (FPMAC), ambos no final de 2023.</p>
<p>O PRVN segue disponível para consulta pública até o dia 31 de outubro. O acesso ao conteúdo está disponível no <a href="https://www.semas.pa.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">site</a> da Semas ou por meio deste <a href="https://bit.ly/3Q2DVzZ" target="_blank" rel="noopener">link</a>. Dúvidas e sugestões devem ser encaminhadas ao e-mail consultaprvn@gmail.com até o fim do prazo.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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