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	<title>Floresta Estadual do Paru &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Floresta Estadual do Paru &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pará consolida maior concessão para manejo florestal sustentável do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[concessão florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/concessao-florestal-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará consolidou um marco inédito para a proteção ambiental ao publicar o resultado da maior concessão para manejo florestal sustentável já realizada no País. O processo contempla mais de 800 mil de hectares distribuídos entre as Florestas Estaduais (Flotas) do Paru, na região Oeste, e do Iriri, no Sudoeste paraense. A iniciativa, conduzida pelo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/concessao-florestal-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará consolidou um marco inédito para a proteção ambiental ao publicar o resultado da maior concessão para manejo florestal sustentável já realizada no País. O processo contempla mais de 800 mil de hectares distribuídos entre as Florestas Estaduais (Flotas) do Paru, na região Oeste, e do Iriri, no Sudoeste paraense.</p>
<p>A iniciativa, conduzida pelo Ideflor-Bio, representa um novo patamar para a gestão de florestas públicas no Brasil, fortalecendo o uso sustentável dos recursos naturais como ferramenta de conservação ambiental, geração de emprego e desenvolvimento regional.</p>
<p>Com a conclusão do certame, o Pará passa a liderar nacionalmente o setor de concessões florestais, chegando ao total de 1,5 milhão de hectares concedidos para manejo sustentável.</p>
<p>Segundo o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, o avanço demonstra a retomada de uma política pública estratégica para a Amazônia.</p>
<blockquote><p>“O Pará reafirma seu compromisso com a floresta em pé e com o desenvolvimento sustentável. Em poucos anos, conseguimos transformar a realidade das concessões florestais no estado, triplicando a área concedida e consolidando o Pará como referência nacional em manejo responsável”, destacou.</p></blockquote>
<p>O resultado preliminar divulgado pela Comissão Especial de Licitação do Ideflor-Bio definiu as empresas vencedoras para seis Unidades de Manejo Florestal (UMFs).</p>
<p>Na Flota do Paru, a empresa Arapua Florestal Ltda venceu as UMFs VIa e VIIIa; a MCS Agroflorestal e Construção Civil Ltda ficou com a UMF X; e a TMBR Serviços Florestais Eireli venceu a UMF XI. Já na Flota do Iriri, a Cichelero Indústria, Comércio e Exportação de Madeiras Ltda venceu a UMF I, enquanto a Curua Florestal Ltda conquistou a UMF II.</p>
<h3>Dimensões</h3>
<p>As áreas concedidas estão localizadas em duas das mais importantes florestas públicas do Pará. A Flota do Paru possui extensão total de 3 milhões de hectares, com parte destinada ao manejo sustentável.</p>
<p>Já a Flota do Iriri ocupa cerca de 440 mil hectares, também com parcelas incluídas no projeto. Somadas, as duas unidades ampliam em mais de 120% a área concedida anteriormente no estado.</p>
<p>O certame reuniu 15 empresas participantes e foi estruturado pelo Ideflor-Bio com apoio técnico do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p>O modelo adotado prevê o manejo sustentável de produtos madeireiros, não madeireiros e serviços florestais, aliando proteção ambiental, estímulo à economia local e fortalecimento das comunidades do entorno.</p>
<p>Nilson Pinto também lembrou que, em 2023, o estado possuía cerca de 465 mil hectares já concedidos e enfrentava dificuldades para concluir novos processos licitatórios.</p>
<p>Desde então, a atual gestão reposicionou as concessões florestais como prioridade institucional, resultando agora em um salto expressivo para 1,5 milhão de hectares ao final do processo em curso.</p>
<h3>Protagonismo feminino</h3>
<p>A diretora de Gestão de Florestas Públicas de Produção do Ideflor-Bio, Ana Cláudia Simoneti, ressaltou a dimensão histórica do projeto e o papel das mulheres em todas as etapas do trabalho.</p>
<blockquote><p>“É um orgulho enorme ver o Estado do Pará fazer história com a realização da maior licitação em área concedida de uma só vez para manejo florestal sustentável. Mais orgulho ainda é constatar o protagonismo feminino desde a estruturação técnica até a Comissão Especial de Licitação, composta exclusivamente por mulheres”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Nilson Pinto finaliza ressaltando que o Pará fortalece sua posição de liderança nacional na agenda florestal sustentável e demonstra que conservação e desenvolvimento podem caminhar juntos, com a nova etapa.</p>
<blockquote><p>“O manejo florestal legal e planejado surge, assim, como instrumento decisivo para proteger a biodiversidade, combater a exploração irregular e gerar oportunidades econômicas duradouras para a população amazônica”, conclui o presidente do Ideflor-Bio.</p></blockquote>
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		<title>Safra da castanha-do-pará é aberta na Flota do Paru com foco em sustentabilidade e segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:32:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317111030-GC00075539-F00294555E-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O início de um novo ciclo produtivo e ambiental marcou a última segunda-feira,16, no município de Monte Alegre, na região do Baixo Amazonas. A abertura oficial da safra de castanha-do-pará na Floresta Estadual (Flota) do Paru mobilizou centenas de extrativistas, consolidando um modelo de gestão que une a geração de renda para comunidades tradicionais à [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317111030-GC00075539-F00294555E-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O início de um novo ciclo produtivo e ambiental marcou a última segunda-feira,16, no município de Monte Alegre, na região do Baixo Amazonas. A abertura oficial da safra de castanha-do-pará na Floresta Estadual (Flota) do Paru mobilizou centenas de extrativistas, consolidando um modelo de gestão que une a geração de renda para comunidades tradicionais à conservação da natureza.</p>
<p>A safra de 2026 reflete o amadurecimento de políticas públicas implementadas pelo Governo do Pará, por meio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio). Nos últimos dois anos, o órgão executou o projeto de compatibilização do extrativismo em áreas de concessão florestal, buscando o equilíbrio entre o uso tradicional dos recursos e o manejo das florestas públicas.</p>
<p>Para o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, a iniciativa é estratégica para o desenvolvimento regional com sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>“A castanha-do-pará é um símbolo da bioeconomia amazônica. Ao investir nos extrativistas, estamos fortalecendo a economia local, gerando renda e, ao mesmo tempo, protegendo a floresta. Esse é o caminho para um desenvolvimento que respeita as pessoas e o meio ambiente.”</p></blockquote>
<h3>Segurança e suporte técnico</h3>
<p>No dia 12 de fevereiro, a Diretoria de Gestão de Florestas Públicas de Produção (DGFLOP) finalizou a entrega de kits de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e insumos básicos. Dos 187 coletores habilitados na Flota do Paru, 150 já receberam uniformes, botas, luvas, capacetes e óculos, além de ferramentas como terçados, sacas de ráfia, linhas e agulhas.</p>
<figure id="attachment_41485" aria-describedby="caption-attachment-41485" style="width: 680px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-41485" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-300x225.webp" alt="" width="680" height="510" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-300x225.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-1024x769.webp 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-768x577.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-150x113.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-450x338.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-1200x901.webp 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552.webp 1400w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption id="caption-attachment-41485" class="wp-caption-text">Foto: DGFLOP/Ideflor-Bio</figcaption></figure>
<p>Além do suporte material, o conhecimento técnico foi priorizado. Ao longo de 2025, os coletores passaram por capacitações promovidas pelo Instituto Floresta Tropical (IFT) e pela The Nature Conservancy (TNC), abordando boas práticas de manejo, segurança no trabalho e estratégias de precificação no mercado de produtos não madeireiros.</p>
<h3>Gestão participativa e financiamento</h3>
<p>Um dos diferenciais desta safra é a entrega de uma cartilha de regras de uso das áreas de coleta, elaborada de forma participativa pelos próprios extrativistas. O documento estabelece acordos de convivência e normas para evitar conflitos, fortalecendo a autogestão comunitária nos castanhais.</p>
<p>O projeto é financiado com recursos do Fundo de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Fundeflor), provenientes das próprias concessões florestais.</p>
<blockquote><p>“Estamos promovendo um modelo em que o extrativista é reconhecido como parte essencial da gestão da floresta. Ao garantir segurança, organização e regras claras, fortalecemos a atividade e asseguramos a conservação dos recursos naturais para as próximas gerações&#8221;, disse a gerente de Contratos Florestais do Ideflor-Bio, Cíntia Soares, que enfatiza a relevância da integração:</p></blockquote>
<p>A diretora da DGFLOP, Ana Claudia Simoneti, reforça que o projeto é um exemplo de inovação na gestão pública:</p>
<blockquote><p>“A compatibilização entre o uso tradicional e a concessão florestal é um desafio, mas também uma grande oportunidade. Esse trabalho mostra que é possível construir soluções conjuntas, respeitando o conhecimento das comunidades e promovendo uma gestão mais eficiente e inclusiva.”</p></blockquote>
<p>Com o início da colheita, a expectativa é de que a organização alcançada neste ano sirva de modelo para outras unidades de conservação no estado, reafirmando o papel do Pará como protagonista na bioeconomia nacional.</p>
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		<title>Ibama destrói avião e apreende ouro em operação contra garimpo ilegal na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 16:31:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[árvores gigantes]]></category>
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		<category><![CDATA[Floresta Estadual do Paru]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/garimpo_ilegal6-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em uma operação para conter o avanço da mineração ilegal na Amazônia, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizou, entre os dias 3 e 8 de fevereiro, operação de fiscalização na Estação Ecológica (ESEC) do Jari e na Floresta Estadual do Paru, na divisa entre o Pará e o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/garimpo_ilegal6-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em uma operação para conter o avanço da mineração ilegal na Amazônia, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizou, entre os dias 3 e 8 de fevereiro, operação de fiscalização na Estação Ecológica (ESEC) do Jari e na Floresta Estadual do Paru, na divisa entre o Pará e o Amapá.</p>
<p>A ação, que contou com o apoio da Polícia Federal, resultou na inutilização de uma aeronave utilizada pelo garimpo ilegal, na destruição de veículos pesados, na apreensão de ouro e de milhares de litros de combustível que abasteciam as atividades criminosas.</p>
<p>A operação ocorreu na região conhecida como Floresta dos Angelins Vermelhos Gigantes, área que abriga algumas das maiores árvores da Amazônia e que <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-ameaca-santuario-das-arvores-gigantes-da-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">vem sofrendo pressão crescente do garimpo ilegal.</a> Segundo o Imazon, a Floresta Estadual do Paru foi a segunda unidade de conservação estadual mais ameaçada pela devastação na Amazônia no último trimestre de 2025.</p>
<p>Somente em 2026, já foram registrados 41 alertas de ocorrência de garimpo na região, o que motivou a intensificação de ações do Ibama no combate ao crime ambiental na região.</p>
<p>As equipes concentraram esforços nas rotas de suprimento responsáveis por sustentar a atividade garimpeira, atuando em aeródromos e nos portos de Tapeoara e Itacara, pontos estratégicos para o transporte de máquinas, peças e mantimentos destinados ao interior das unidades de conservação.</p>
<p>Durante fiscalização em uma pista de pouso em Laranjal do Jari (AP), agentes interceptaram uma aeronave modelo Cessna 182P, modificada para o transporte de cargas e carregada com suprimentos destinados aos garimpos ilegais. Em conformidade com os protocolos de fiscalização ambiental, o monomotor foi inutilizado no local.</p>
<h3>Balanço da operação</h3>
<p>A ação desarticulou parte significativa da infraestrutura logística utilizada pelo garimpo ilegal. Ao todo, foram destruídas quatro escavadeiras hidráulicas, dois tratores, um caminhão e a aeronave utilizada nas atividades ilícitas, além de 17 embarcações, 13 motores de popa, seis quadriciclos, cinco geradores e nove motores de garimpo. Também foram apreendidos 217,5 gramas de ouro e aproximadamente 43 mil litros de combustível.</p>
<p>A Estação Ecológica do Jari é uma Unidade de Conservação Federal de proteção integral, onde a exploração mineral é estritamente proibida por lei. A atuação integrada do Ibama e da Polícia Federal busca proteger ecossistemas essenciais da biodiversidade amazônica e interromper a estrutura logística que sustenta a expansão do garimpo ilegal na região.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-ameaca-santuario-das-arvores-gigantes-da-amazonia/" target="_top">Desmatamento ameaça santuário das árvores gigantes da Amazônia</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Desmatamento ameaça santuário das árvores gigantes da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 14:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[árvores gigantes]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Estadual do Paru]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/arvore_gigante1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Floresta Estadual do Paru, no Pará, foi a segunda unidade de conservação estadual mais ameaçada pela devastação na Amazônia no último trimestre de 2025. Os dados são do relatório Ameaça e Pressão em Áreas Protegidas, publicado trimestralmente pelo Imazon. A área também esteve presente no ranking de outubro a dezembro de 2024, ocupando a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/arvore_gigante1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Floresta Estadual do Paru, no Pará, foi a segunda unidade de conservação estadual mais ameaçada pela devastação na Amazônia no último trimestre de 2025. Os dados são do relatório Ameaça e Pressão em Áreas Protegidas, publicado trimestralmente pelo Imazon. A área também esteve presente no ranking de outubro a dezembro de 2024, ocupando a primeira posição entre as UCs estaduais mais ameaçadas.</p>
<p>A região integra o maior bloco contínuo de unidades de conservação e terras indígenas do mundo, abrigando a maior árvore da América Latina: um angelim-vermelho de 88,5 metros de altura. Além disso, abriga outros exemplares de árvores gigantes, o que a torna um santuário para a biodiversidade.</p>
<p>Segundo a diretora do Programa de Áreas Protegidas do Imazon, Jakeline Pereira, o local desempenha papel estratégico na proteção da Amazônia.</p>
<blockquote><p>“Além de abrigar espécies únicas da fauna e da flora, é fundamental para o equilíbrio climático e para o fornecimento de produtos florestais madeireiros à indústria, bem como de produtos não madeireiros, como a castanha, que sustentam populações locais. Sua preservação é essencial em escala global”, afirma.</p></blockquote>
<p>Confira as Unidades de Conservação Estaduais com mais ameaça entre outubro e dezembro de 2025:</p>
<ol>
<li>APA do Lago de Tucuruí (PA)</li>
<li>FES do Paru (PA)</li>
<li>FES Afluente do Complexo do Seringal Jurupari (AC)</li>
<li>APA Baixada Maranhense (MA)</li>
<li>FES do Rio Gregório (AC)</li>
<li>APA de Nhamundá (AM)</li>
<li>APA Guajuma (AM)</li>
<li>FES do Antimary (AC)</li>
<li>APA Caverna do Maroaga (Presidente Figueiredo) (AM)</li>
<li>RDS Vitória de Souzel (PA)</li>
</ol>
<p>Diferentemente do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), que contabiliza o total desmatado nos territórios amazônicos, o relatório utiliza uma metodologia específica. A Amazônia Legal é dividida em quadrados de 10 por 10 km, chamados de células, e os pesquisadores identificaram quantas dessas células registraram ocorrência de desmatamento.</p>
<p>A partir desse mapeamento, é possível apontar quais estão mais pressionadas, aquelas que concentram o maior número de células de desmatamento dentro de seus limites, e quais estão mais ameaçadas, caracterizadas pela maior concentração de desmatamento em seu entorno, em um raio de até 10 km. Essa abordagem permite antecipar o avanço da devastação sobre áreas protegidas.</p>
<blockquote><p>“Indicar esse cenário com antecedência na Floresta do Paru é essencial para conter o avanço de problemas ambientais. Quando não enfrentada, a ameaça tende a se transformar em invasões dentro da unidade. Agir preventivamente é decisivo para impedir que essa pressão ambiental se consolide”, afirma a pesquisadora do Imazon Bianca Santos.</p></blockquote>
<h3>Reserva Chico Mendes: a área protegida mais afetada</h3>
<p>Entre as áreas protegidas mais pressionadas, que incluem as terras indígenas e unidades de conservação estaduais e federais, a Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes, no Acre, foi a AP mais atingida pela derrubada entre outubro e dezembro de 2025.</p>
<p>Na comparação com o mesmo período de 2024, houve uma redução de aproximadamente 40% no número de células registradas. Apesar da queda, a unidade manteve a liderança no ranking. Além disso, a reserva já vinha aparecendo desde o relatório dos meses de abril a junho de 2025.</p>
<blockquote><p>“Quando uma unidade apresenta pressão, significa que o desmatamento já está acontecendo dentro do território, o que representa um impacto direto nas comunidades tradicionais que vivem da natureza e dependem dela para sua subsistência”, afirma o pesquisador do Imazon Carlos Souza Jr.</p></blockquote>
<p>Confira as áreas protegidas com mais pressão entre outubro e dezembro de 2025:</p>
<ol>
<li>Resex Chico Mendes Unidade de Conservação Federal (AC)</li>
<li>APA Triunfo do Xingu Unidade de Conservação Estadual (PA)</li>
<li>Resex Tapajós-Arapiuns Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
<li>TI Cachoeira Seca do Iriri Terra Indígena (PA)</li>
<li>TI Waimiri Atroari Terra Indígena (AM/RR)</li>
<li>APA Arquipélago do Marajó Unidade de Conservação Estadual (PA)</li>
<li>APA Baixada Maranhense Unidade de Conservação Estadual (MA)</li>
<li>APA do Lago de Tucuruí Unidade de Conservação Estadual (PA)</li>
<li>TI Alto Rio Negro Terra Indígena (AM)</li>
<li>Resex Verde para Sempre Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
</ol>
<h3>Concentração dos alertas no Pará</h3>
<p>O levantamento evidencia a concentração dos alertas no Pará, que teve seis áreas protegidas sob pressão. O mesmo padrão se repete na análise das mais ameaçadas, com sete APs paraenses. Nesse cenário, se destaca a Floresta Nacional de Saracá-Taquera, que apareceu no topo da análise.</p>
<p>Confira as áreas protegidas com mais ameaça entre outubro e dezembro de 2025:</p>
<ol>
<li>Flona de Saracá-Taquera Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
<li>Resex Chico Mendes Unidade de Conservação Federal (AC)</li>
<li>Resex Tapajós-Arapiuns Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
<li>I Trincheira/Bacajá Terra Indígena (PA)</li>
<li>Flona do Tapajós Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
<li>TI Arara Terra Indígena (PA)</li>
<li>Parna da Amazônia Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
<li>Resex do Cazumbá-Iracema Unidade de Conservação Federal (AC)</li>
<li>TI WaiWái Terra Indígena (RR)</li>
<li>APA do Lago de Tucuruí Unidade de Conservação Estadual (PA)</li>
</ol>
<h3>Terras Indígenas seguem sob ameaça</h3>
<p>A terra indígena Trincheira/Bacajá e a Arara foram as mais ameaçadas na Amazônia entre outubro e dezembro de 2025. O levantamento ainda mostra que sete das dez TIs com maior nível de ameaça já haviam aparecido no ranking do mesmo período de 2024, indicando a persistência do avanço da derrubada.</p>
<p>Na análise das terras indígenas mais pressionadas pelo desmatamento, a liderança ficou com a TI Cachoeira Seca do Iriri, no Pará, e a TI Waimiri Atroari, localizada entre os estados do Amazonas e de Roraima. Todas as dez terras indígenas com ocorrências também haviam sido identificadas no último trimestre de 2024.</p>
<p>“Quando esses territórios aparecem de forma recorrente nos levantamentos, fica evidente que a destruição não é pontual, mas sim o resultado de um processo contínuo. Esse cenário exige ações imediatas e contínuas de fiscalização para impedir a consolidação dessas invasões, além de medidas efetivas de proteção que garantam os direitos dos povos originários”, aponta Bianca.</p>
<p>Confira as Terras Indígenas com mais ameaça entre outubro e dezembro de 2025:</p>
<ol>
<li>TI Trincheira/Bacajá (PA)</li>
<li>TI Arara (PA)</li>
<li>TI WaiWái (RR)</li>
<li>TI Alto Rio Guamá (PA)</li>
<li>TI Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR)</li>
<li>TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)</li>
<li>TI Waimiri Atroari (AM/RR)</li>
<li>TI Arara da Volta Grande do Xingu (PA)</li>
<li>TI Malacacheta (RR)</li>
<li>TI Parakanã (PA)</li>
</ol>
<p>Confira as Terras Indígenas com mais Pressão entre outubro e dezembro de 2025:</p>
<ol>
<li>TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)</li>
<li>TI Waimiri Atroari (AM/RR)</li>
<li>TI Alto Rio Negro (AM)</li>
<li>TI Yanomami (AM/RR)</li>
<li>TI Nhamundá-Mapuera (AM/PA)</li>
<li>TI Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR)</li>
<li>TI Trincheira/Bacajá (PA)</li>
<li>TI Andirá-Marau (AM/PA)</li>
<li>TI Cué-Cué/Marabitanas (AM)</li>
<li>TI WaiWái (RR)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Governo multa em R$ 9,8 milhões madeireira que atua na região das árvores gigantes da Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governo-multa-em-r-98-milhoes-madeireira-que-atua-na-regiao-das-arvores-gigantes-da-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 15:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[árvores gigantes da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[concessão florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Estadual do Paru]]></category>
		<category><![CDATA[madeira]]></category>
		<category><![CDATA[PAGAM]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/arvore_gigante1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A exploração madeireira nas proximidades do Parque Estadual Ambiental das Árvores Gigantes da Amazônia (PAGAM), onde foi encontrado um angelim-vermelho com mais de 88 metros de altura, é alvo de suspeitas. Em uma das áreas de concessão florestal, o governo detectou desrespeito a autorizações concedidas, uso de informações falsas e manutenção de madeira em tora [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/arvore_gigante1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A exploração madeireira nas proximidades do <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-cria-em-almeirim-o-parque-estadual-das-arvores-gigantes-da-amazonia/">Parque Estadual Ambiental das Árvores Gigantes da Amazônia (PAGAM)</a>, onde foi encontrado um <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pesquisadores-estao-tentando-descobrir-a-idade-da-arvore-mais-alta-da-amazonia/">angelim-vermelho com mais de 88 metros de altura</a>, é alvo de suspeitas. Em uma das áreas de concessão florestal, o governo detectou desrespeito a autorizações concedidas, uso de informações falsas e manutenção de madeira em tora sem licença válida em operações recentes.</p>
<p>No total, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) lavrou sete autos de infração contra a empresa Blue Timber Florestal, que explora madeira na UMF (unidade de manejo florestal) 4 da <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/novo-santuario-de-arvores-gigantes-na-amazonia-e-revelado-no-oeste-do-para/">Floresta do Paru</a>. A descoberta do angelim gigante e de outras 38 árvores de grande parte ocorreu nesta unidade de conservação, que foi desmembrada no ano passado para criação do PAGAM.</p>
<p>Três das multas foram aplicadas pela execução do manejo florestal em desacordo com a autorização concedida; outras três por apresentação de informação falsa, total ou parcial, na concessão florestal; e uma autuação por manter 63,5 m³ de madeira em tora sem licença válida. O total das multas chega a R$ 9,84 milhões, segundo a apuração da <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2025/05/exploracao-de-madeira-em-regiao-das-arvores-gigantes-no-pa-tem-multas-de-r-98-mi-e-acusacao-de-fraude.shtml" target="_blank" rel="noopener">Folha de São Paulo</a>.</p>
<p>À reportagem, a defesa da Blue Timber disse que já apresentou as contestações contra as multas e que os autos de infração foram baseados em relatório de fiscalização com vários erros procedimentais. De acordo com a empresa, o relatório já foi reavaliado e a tendência é que as multas sejam canceladas.</p>
<p>A Blue Timber também questiona a licitação que levou à concessão de outra área de manejo florestal, cuja vencedora foi a LS Representações. De acordo com a denúncia, houve quebra do sigilo das propostas, prática anticompetitiva adotada por duas empresas e outras irregularidades que teriam sido ignoradas pelo Ideflor-Bio, órgão responsável pela gestão das unidades de conservação do estado.</p>
<p>Por sua vez, a LS Representações diz que venceu o edital porque apresentou a melhor combinação com base no maior valor pela outorga e melhor técnica, com menos impactos ambientais e maiores benefícios sociais. O Ideflor-Bio informou que não houve fraude no processo licitatório e que a Justiça já comprovou sua regularidade em decisão de segunda instância, sem chance de novos recursos.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Semas cancela Cadastros Ambientais Rurais irregulares na Floresta do Paru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 14:41:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[#CAR]]></category>
		<category><![CDATA[árvores gigantes]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Estadual do Paru]]></category>
		<category><![CDATA[Flota Paru]]></category>
		<category><![CDATA[SEMAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Parque-Estadual-Ambiental-das-Arvores-Gigantes-da-Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Secretaria de Estadode Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) ) cancelou 124 Cadastros Ambientais Rurais (CARs) inscritos irregularmente na Floresta Estadual do Paru (Flota Paru), no oeste paraense. Desde 2022, já são 630 registros cassados Entre os cancelamentos, sete ocorreram no recém-criado Parque Estadual Ambiental das Árvores Gigantes da Amazônia (Pagam), no município [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Parque-Estadual-Ambiental-das-Arvores-Gigantes-da-Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Secretaria de Estadode Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) ) cancelou 124 Cadastros Ambientais Rurais (CARs) inscritos irregularmente na Floresta Estadual do Paru (Flota Paru), no oeste paraense. Desde 2022, já são 630 registros cassados</p>
<p>Entre os cancelamentos, sete ocorreram no recém-criado Parque Estadual Ambiental das Árvores Gigantes da Amazônia (Pagam), no município de Almeirim, na mesma região, oficialmente instituído em 28 de setembro de 2024, dentro da área da Flota Paru.</p>
<p>Segundo a Semas, a ação contínua de monitoramento e cancelamento de CARs faz parte das estratégias do Programa Regulariza Pará, uma iniciativa criada para inibir o uso irregular e a ocupação em áreas protegidas, como a Flota Paru, que é caracterizada como uma unidade de conservação de domínio público.</p>
<p>Administrada pelo Ideflor-Bio (Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará), a Flota abrange cinco municípios: Almeirim (58%), Monte Alegre (18%), Alenquer (18%), Óbidos (4%) e Prainha (2%).</p>
<blockquote><p>&#8220;A operação tem como objetivo principal fortalecer o cumprimento da legislação ambiental estadual, com foco na integridade de áreas protegidas de domínio público. O cancelamento de CARs que apresentam sobreposição irregular com terras públicas destinadas à conservação, como a Flota do Paru e o Pagam, é uma medida administrativa que visa regularizar o uso da terra e coibir práticas ilegais, como o desmatamento e a ocupação irregular&#8221;, explicou Rodolpho Zahluth Bastos, secretário-adjunto de Gestão e Regularidade Ambiental da Semas.</p></blockquote>
<h3>Aumento de desmatamento</h3>
<p>A Flota Paru tem sido monitorada de perto por equipes técnicas da Diretoria de Geotecnologias (Digeo), vinculada à Secretaria-Adjunta de Gestão e Regularidade Ambiental (Sagra) desde 2023, devido a um aumento no desmatamento da área.</p>
<p>Essa vigilância contínua resultou em duas ações anteriores: a primeira, em dezembro de 2022, cancelou 456 CARs, e a segunda, no início de 2023, resultou no cancelamento de mais de 50 Cadastros.</p>
<blockquote><p>&#8220;A ação de cancelamento é uma resposta imediata que adotamos como parte da política pública de proteção dos serviços ecossistêmicos nos territórios, que permitem somente o uso sustentável da biodiversidade. O monitoramento da Flota é contínuo, e a ação será reforçada com a criação do Parque Estadual das Árvores Gigantes. Vamos continuar analisando CAR de qualquer imóvel particular que declarar sobreposição à unidade de conservação, e cadastros irregulares sobrepostos serão cancelados&#8221;, disse Assucena Lebre, gerente de Sistemas de Informações Geográficas e Geotecnológicas (Geosig/Digeo) da Semas.</p></blockquote>
<p>O Programa Regulariza Pará, criado pelo Decreto Estadual nº 2745/2022, é um dos pilares do Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), e tem como objetivo promover o ordenamento fundiário das terras do Estado e proteger as unidades de conservação.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisadores estão tentando descobrir a idade da árvore mais alta da Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pesquisadores-estao-tentando-descobrir-a-idade-da-arvore-mais-alta-da-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 18:05:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[angelim-vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Estadual do Paru]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/angelim-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Ele foi descoberto recentemente, após quatro anos e cinco expedições.  Com10 metros de circunferência e 88,5 metros de altura, o equivalente a um prédio de 30 andares, o  angelim-vermelho é a maior árvore da Amazônia. Agora, pesquisadores do Pará querem saber a idade desse gigante da floresta, que é maior que Cristo Redentor. Para chegar [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/angelim-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div id="chunk-d414b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="2">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele foi descoberto recentemente, após quatro anos e cinco expedições.  Com<span class="highlight highlighted">10 metros de circunferência e 88,5 metros de altura, o equivalente a um prédio de 30 andares, o  </span><span class="highlight highlighted">angelim-vermelho</span><span class="highlight highlighted" style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);"> é <span class="highlight highlighted">a maior árvore da Amazônia. Agora, pesquisadores do Pará querem saber a idade desse gigante da floresta, que é maior que Cristo Redentor.</span></span></p>
<p>Para chegar até ele, são necessários 15 dias percorrendo cerca de 400 quilômetros de rios cheios de corredeiras e mais 40 quilômetros a pé pela mata densa. dentro da Floresta Estadual do Paru, no norte paraense. Terceira maior unidade de conservação de uso sustentável em uma floresta tropical no planeta, a flota tem sido alvo de desmatamento.</p>
<p>Daí a importância de garantir a proteção integral da região. O diretor de Gestão da Biodiversidade do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), Crisomar Lobato, falou em entrevista, no ano passado quando se divulgou sobra a expedição, que essas árvores gigantes  são um ecossistema em si.</p>
<figure id="attachment_27358" aria-describedby="caption-attachment-27358" style="width: 369px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-27358" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/angelim33-300x225.jpg" alt="" width="369" height="277" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/angelim33-300x225.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/angelim33-768x576.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/angelim33-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/angelim33-450x338.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/angelim33.jpg 1024w" sizes="(max-width: 369px) 100vw, 369px" /><figcaption id="caption-attachment-27358" class="wp-caption-text">Angelim-vermelho: maior árvore da Amazônia. Arte: Portal Amazônia</figcaption></figure>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-ckunr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o<a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2024/01/31/arvore-mais-alta-da-amazonia-tem-a-altura-equivalente-a-um-predio-de-30-andares.ghtml" target="_blank" rel="noopener"> Jornal Nacional,</a> em setembro de 2022, pesquisadores chegaram pela primeira vez até o angelim-vermelho<span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">, mas não conseguiram coletar informações suficientes para descobrir a idade dele.</span></p>
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">Agora, após cinco dias de navegação pelo Rio Jari, os pesquiadores, com a ajuda de uma broca, </span>extraíram materiais genéticos do centro da árvore. <span class="highlight highlighted">As amostras darão acesso aos anéis de crescimento e, com a análise deles, será possível saber a idade e as variações que a árvore sofreu ao longo dos anos.</span></p>
<div id="chunk-71qui">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="60" data-block-id="10">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“Encontrar árvores na região do entorno para a gente fazer, não só o estudo das idades, mas a partir disso, a gente conseguir estudar o clima do passado, a ecologia da região, o ritmo de crescimento destas árvores. Então é muita informação importante, tanto para parte climática quanto ecológica da Bacia Amazônica”, explica Daniela Granato, pesquisadora da Alaba A&amp;M University para o JN</p></blockquote>
<div id="chunk-99lfi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A inteligência artificial vai ajudar os pesquisadores a entenderem a biomassa da região. Toda a área tem sido ameaçada por invasões de garimpeiros.</p>
</div>
</div>
<blockquote>
<div id="chunk-5tcfe">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="76" data-block-id="14">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“O nosso trabalho, além disso, é fazer o inventário ao redor dessas árvores gigantes que são encontradas e mapeadas, e tentar identificar padrões. Alguns dos resultados que nós obtivemos com esses dados coletados mostram que essa área é um hotspot da biodiversidade e o que a gente tem mostrado nos nossos estudos é que existem um conjunto de forças ecológicas atuando para conduzir esses padrões”, afirma Robson Lima Borges, pesquisador da Universidade do Estado do Amapá.</p></blockquote>
</div>
</div>
</blockquote>
<div id="chunk-5tcfe">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="76" data-block-id="14">
<p><span style="font-size: 15.68px; color: var(--c-contrast-850);">Os dados coletados servirão para a criação de mecanismos de proteção dos locais com árvores gigantes na Amazônia.</span></p>
</div>
</div>
<blockquote>
<div id="chunk-8iqio">
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="16"></div>
</div>
<div id="chunk-d600g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="2" data-block-id="17"></div>
</div>
</blockquote>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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