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	<title>financiamento &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>financiamento &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Produtor que não se adaptar ao clima será visto como cliente de &#8216;maior risco&#8217; pelo sistema financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 16:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/agronegocio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O produtor rural que não priorizar estratégias de adaptação às mudanças climáticas passará a ser percebido como um cliente de maior risco pelo sistema financeiro. A avaliação é de Fabiana Alves, presidente do Rabobank no Brasil, durante o Congresso Brasileiro de Direito do Agronegócio, na semana passada. “O clima é um ativo essencial, produtivo, sem [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/agronegocio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O produtor rural que não priorizar estratégias de adaptação às mudanças climáticas passará a ser percebido como um cliente de maior risco pelo sistema financeiro. A avaliação é de Fabiana Alves, presidente do Rabobank no Brasil, durante o Congresso Brasileiro de Direito do Agronegócio, na semana passada.</p>
<blockquote><p>“O clima é um ativo essencial, produtivo, sem o qual não há produtividade, não há estabilidade nem retorno econômico. Ao mesmo tempo, ele não está no controle do produtor, está mais volátil a cada dia e é um ativo para o qual a gente não tem seguro”, destacou a executiva.</p></blockquote>
<p>De acordo com ela, diante da crescente instabilidade climática, as instituições passaram a incorporar dados georreferenciados, histórico de produtividade e variabilidade climática na análise de crédito, com o objetivo de avaliar a exposição das propriedades a eventos extremos.</p>
<blockquote><p>“Os bancos estão intensificando o monitoramento das áreas financiadas com uso de geodata e dados climáticos. Hoje já é possível sobrepor regime de chuva, histórico de perdas e variabilidade hídrica para estimar risco de quebra de safra.”</p></blockquote>
<h3><strong>Ativo econômico</strong></h3>
<p>Nesse cenário, o clima deixa de ser apenas uma variável externa e passa a ser um fator econômico determinante para a atividade. No Brasil, esse fator está diretamente ligado ao regime de chuvas, que sustenta a produção e viabiliza a segunda safra em diversas regiões.</p>
<blockquote><p>“O primeiro incentivo à segurança climática é o próprio Código Florestal. O primeiro desincentivo é o desmatamento desenfreado”, disse Fabiana ao reforçar que essa dinâmica depende de uma estabilidade ecossistêmica associada à preservação.</p></blockquote>
<h3><strong>Análise baseada em dados climáticos</strong></h3>
<p>Ao incorporar essa nova variável de risco, o crédito rural passa a ser estruturado com maior nível de rastreabilidade, conectando o financiamento ao uso do solo e à exposição climática das áreas produtivas.</p>
<p>No Brasil, a Resolução 5.267 do Banco Central criou bases para essa integração, enquanto exigências de transparência sobre risco climático avançam em outros mercados, especialmente na Europa.</p>
<p>Na prática, a capacidade de adaptação do produtor vai influenciar cada vez mais as operações. Estratégias como manejo do solo, retenção de água, diversificação produtiva e preservação ambiental tendem a reduzir a percepção de risco e melhorar o acesso ao crédito.</p>
<blockquote><p>“Faz mais sentido abrir mais área ou garantir a resiliência climática da área que você já tem? Não é pela sustentabilidade ambiental, é pela sustentabilidade econômica do ativo”, disse a executiva.</p></blockquote>
<h3><strong>Seguro rural ainda é gargalo</strong></h3>
<p>Fabiana também chamou a atenção para a fragilidade do seguro rural no Brasil. A baixa cobertura e capacidade limitada de absorver perdas aumentam o risco do sistema e afetam as condições de financiamento. “É o seguro que vai garantir a fluidez do crédito em qualquer momento drástico, seja ele climático ou não”, acrescentou ela.</p>
<h3><strong>Compliance ambiental</strong></h3>
<p>A mudança também amplia a exigência de compliance ambiental pelos bancos, que precisam verificar se o produtor cumpre a legislação antes de liberar o recurso. Diante da falta de dados públicos confiáveis e integrados, as instituições têm criado estruturas próprias de verificação, o que encarece as operações.</p>
<blockquote><p>“Os bancos estão tendo que fazer além do seu papel, por risco reputacional e pela falta de dados públicos confiáveis”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Um dos principais entraves, segundo ela, é o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que ainda não está totalmente analisado e validado. “Sem o CAR, a gente não consegue garantir o compliance ambiental nem usar adequadamente os instrumentos de incentivo à segurança climática”, concluiu.</p>
<p><em>Fonte: André Garcia/Gigante 163</em></p>
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		<title>Carta Amazônia propõe roteiro de ações para ampliar proteção da floresta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paloma Lobatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 15:42:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[carta amazonia]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG_3592-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A menos de cinco meses da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorrerá em novembro de 2025, em Belém, um grupo de organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e lideranças locais e internacionais lançaram a Carta Amazônia, documento que propõe um roteiro de ações para ampliar o financiamento internacional voltado à [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/IMG_3592-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p class="p1"><span class="s1">A menos de cinco meses da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorrerá em novembro de 2025, em Belém, um grupo de organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e lideranças locais e internacionais lançaram a Carta Amazônia, documento que propõe um roteiro de ações para ampliar o financiamento internacional voltado à preservação das florestas tropicais, com ênfase na Amazônia. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O documento, entregue nesta sexta-feira, 4, à secretária nacional de Mudança do Clima Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima do Brasil, Ana Toni, </span><span class="s1"> defende que o Brasil, na presidência da COP30, assuma um papel de liderança na mobilização de recursos públicos e privados para soluções baseadas na natureza. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A proposta inclui a criação do Tropical Forest Forever Facility (TFFF), fundo global que pretende captar US$ 125 bilhões até 2030 para a conservação das principais florestas tropicais do planeta, entre elas a Amazônia, a Bacia do Congo e as florestas do Sudeste Asiático.</span></p>
<blockquote>
<p class="p1"><span class="s1">“A COP30 será um ponto de virada no debate de financiamento para a natureza. Financiamento para conservação, restauração e gestão sustentável de florestas tropicais é essencial para o combater à mudança do clima. Soluções financeiras inovadoras, como a proposta brasileira para o mecanismo Florestas Tropicais para Sempre, são prioridades para a presidência da CO30 em nosso mutirão global para acelerar a ação climática”, ressalta Ana Toni, diretora executiva da COP30. </span></p>
</blockquote>
<p class="p1"><span class="s1">O documento, que tem como título &#8220;Ampliando o Grande Financiamento para Soluções Baseadas na Natureza para Proteger a Amazônia: Um Roteiro de Ação&#8221;, alerta que a Amazônia está próxima de um ponto de inflexão &#8211; momento em que a floresta não consegue mais se auto-recuperar. Estudos indicam que a perda de apenas mais 5% da floresta pode comprometer sua capacidade de regeneração, transformando-a em uma savana degradada. As consequências seriam globais: liberação em massa de carbono, desequilíbrio no regime de chuvas e colapso na biodiversidade.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Com cerca de 47 milhões de habitantes e mais de 400 povos indígenas, a Amazônia abriga 13% da biodiversidade terrestre conhecida e estoca até 200 bilhões de toneladas de carbono. Seu papel na regulação climática, na produção de chuvas e na estabilidade das economias regionais é considerado estratégico para o futuro do planeta. Ainda assim, o financiamento para sua proteção permanece abaixo do necessário.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Segundo o Banco Mundial, são exigidos US$ 7 bilhões anuais para preservar o bioma, mas entre 2013 e 2022, os aportes não passaram de US$ 581 milhões por ano, em média.</span></p>
<blockquote>
<p class="p1"><span class="s1">“Direcionar recursos financeiros substanciais e imediatos para a preservação da Amazônia precisa ser reconhecido como uma estratégia climática urgente para evitarmos as piores consequências do aquecimento global”, destaca Rachel Biderman, Vice-presidente Sênior para as Américas da Conservação Internacional, uma das organizações responsáveis pela elaboração das recomendações. &#8220;A conservação da Amazônia deve ser um dos grandes resultados da COP30. A solução está ao alcance da presidência brasileira da COP30 e pode começar a ser implementada na conferência de Belém”, complementa. </span></p>
</blockquote>
<p class="p1">A carta destaca ainda a importância de medidas como reorientação de subsídios e incentivos financeiros que atualmente impulsionam o desmatamento e outras atividades predatórias na região. O objetivo é desviar esses recursos para iniciativas que promovam a sustentabilidade. Além disso, os autores defendem a rastreabilidade nas grandes cadeias de suprimentos, especialmente aquelas operando em áreas de alto desmatamento. Isso significa que empresas precisarão comprovar a origem de seus produtos, garantindo que não estejam ligadas à destruição da floresta.</p>
<p class="p1"><span class="s1">As organizações signatárias da carta também defendem que a meta global de US$ 1,3 trilhão em financiamento climático anual, no âmbito do Acordo de Paris, inclua compromissos específicos para a proteção da Amazônia. A expectativa é que a COP30, a primeira conferência do clima realizada em uma floresta tropical, represente um marco histórico para reposicionar o bioma amazônico no centro das decisões globais sobre o clima, assegurando que os recursos sejam direcionados a iniciativas que preservam a floresta e fortalecem as comunidades que vivem e cuidam dela.</span></p>
<blockquote>
<p class="p1"><span class="s1">“A primeira COP do clima a ser realizada na maior floresta tropical do mundo deve assumir compromissos concretos de apoio financeiro e político para que a Amazônia e as demais florestas tropicais do planeta continuem a armazenar e capturar carbono com segurança. É fundamental fortalecer os guardiões da floresta — os povos indígenas e as comunidades locais — não apenas pelo futuro deles, mas por toda a vida na Terra. A Rainforest Trust tem orgulho de ajudar a mobilizar financiamento filantrópico privado</span><span class="s2"> p</span><span class="s1">ara esses esforços — agora o setor público deve fazer sua parte, especialmente os países mais ricos”, destaca James Deustch, CEO da Rainforest Trust.</span></p>
</blockquote>
<p class="p2"><span style="font-size: 14px;">O chamado conta com o apoio das organizações Andes Amazon Fund, Science Panel for the Amazon (SPA), Conservation International (CI), The Field Museum, IPAM, Uma Concertação pela Amazônia e do Rainforest Trust.</span></p>
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		<title>Mais de R$ 806 milhões em crédito foram negados para desmatadores em dois anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 19:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está de olho nos dados de monitoramento sobre o desmatamento no Brasil e tem bloqueado recursos para quem pratica esse crime. Segundo o balanço da instituição, desde 2023 já são R$ 806,3 milhões de financiamentos negados a produtores rurais que promoveram desmatamento ilegal. A negativa do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está de olho nos dados de monitoramento sobre o desmatamento no Brasil e tem bloqueado recursos para quem pratica esse crime. Segundo o balanço da instituição, desde 2023 já são R$ 806,3 milhões de financiamentos negados a produtores rurais que promoveram desmatamento ilegal.</p>
<p>A negativa do crédito ocorre com base em dados compartilhados entre o MapBiomas e o banco. No total, foram 3.723 alertas de desmatamento registrados desde fevereiro de 2023 que impediram o acesso dos desmatadores aos recursos. Somente no mês de abril, foram quase R$ 25 milhões em financiamento evitado.</p>
<blockquote><p>&#8220;A tecnologia e uma governança rígida nos permitem atuar com agilidade e precisão na análise do crédito e atender a urgente agenda de enfrentamento das mudanças climáticas&#8221;, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p></blockquote>
<p>A medida tem efeito sobre operações de crédito rural em programas agropecuários do governo federal com juros equalizados, a linha BNDES Crédito Rural e as que tenham marcação de crédito agrícola pelo Banco Central.</p>
<blockquote><p>“O BNDES é um grande parceiro do agronegócio e da pecuária, mas não é complacente com o agronegócio que destrói o meio ambiente. O banco acredita e apoia a agropecuária que tem o meio ambiente como aliado, que inova e é sustentável. O tempo do crédito para o agro que desmata já passou&#8221;, reforça Mercadante.</p></blockquote>
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		<title>Bioeconomia precisa de soluções de financiamento adaptadas à realidade amazônica, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 14:27:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/bioeconomia3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A bioeconomia representa hoje uma oportunidade de promover o desenvolvimento econômico da Amazônia com ganhos sociais e proteção da floresta em pé. Apesar do grande potencial, o setor enfrenta dificuldades para deslanchar principalmente porque os mecanismos de financiamento ainda são deficientes e criam barreiras que dificultam o acesso ao crédito para comunidades tradicionais, por exemplo. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/bioeconomia3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/bioeconomia-no-para-pode-gerar-mais-de-6-mil-novos-empregos/" target="_blank" rel="noopener">bioeconomia</a> representa hoje uma oportunidade de promover o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/grupo-quer-mobilizar-us-10-bi-para-acoes-de-conservacao-e-bioeconomia-ate-2030-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento econômico da Amazônia</a> com ganhos sociais e proteção da floresta em pé. Apesar do grande potencial, o setor enfrenta dificuldades para deslanchar principalmente porque os mecanismos de financiamento ainda são deficientes e criam barreiras que dificultam o acesso ao crédito para comunidades tradicionais, por exemplo.</p>
<p>Essa é a conclusão de um estudo elaborado pela rede Uma Concertação pela Amazônia, com a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e a Frankfurt School of Finance and Management, com apoio da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). A pesquisa analisou 159 mecanismos financeiros e apontou as principais lacunas para atender um público maior.</p>
<p>Entre essas lacunas estão a dificuldade de adaptação à realidade da Amazônia, como a existência de CNPJ, cooperativa estruturada, oferta de garantias ou ainda a exigência de presença física nos bancos, o que atrapalha a busca de empréstimo, já que as viagens de algumas localidades até a agência mais próxima pode durar dias no caso comunidades acessadas somente por barco.</p>
<p>Outros problemas identificados foram os editais com linguagem complexa e as concorrências válidas para todo o País, o que dificulta a seleção de comunidades onde o nível de escolaridade é baixo e há pouca formalização para negócios.</p>
<blockquote><p>“Os instrumentos financeiros formados precisam estar melhor adaptados à realidade amazônica”, disse ao <a href="https://www.estadao.com.br/economia/estudo-problemas-solucoes-bioeconomia-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">Estadão</a> Georgia Moutella, coordenadora de conhecimento da rede Uma Concertação pela Amazônia.</p></blockquote>
<p>A recomendação do estudo é que o setor público deve dar o pontapé inicial para impulsionar a bioeconomia. O Estado assumiria o risco inicial e poderia ajudar a atrair capital privado, corrigir as falhas de mercado e contribuir para a melhora da infraestrutura institucional. Em um segundo momento atuariam as instituições filantrópicas que têm uma característica menos burocrática e podem oferecer a assistência técnica necessária.</p>
<p>Além disso, a pesquisa sugere a criação de fundos garantidores voltados para fomentar a bioeconomia e mecanismos financeiros para atração de capital privado. A ideia é juntar esse recurso com o dinheiro público e da filantropia (chamado de blended finance) para acelerar a bioeconomia em fases de maturidade de diferentes projetos.</p>
<blockquote><p>“Diminuir a burocracia social dos empréstimos, simplificar os editais, entender os mecanismos de garantia mais adequados para os diferentes perfis socioeconômicos. Também se pode ter uma melhor transparência e mensuração dos mecanismos, do quanto os instrumentos estão fortalecendo a bioeconomia, e qual é o impacto na preservação”, reforça Georgia Moutella.</p></blockquote>
<p>LEIA MAIS</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/restauracao-florestal-cria-oportunidades-para-fortalecimento-da-bioeconomia/" target="_top">Restauração florestal cria oportunidades para fortalecimento da bioeconomia</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/bioeconomia-no-para-pode-gerar-mais-de-6-mil-novos-empregos/" target="_top">Bioeconomia no Pará pode gerar mais de 6 mil novos empregos</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/grupo-quer-mobilizar-us-10-bi-para-acoes-de-conservacao-e-bioeconomia-ate-2030-na-amazonia/" target="_top">Grupo quer mobilizar US$ 10 bi para ações de conservação e bioeconomia até 2030 na Amazônia</a></p>
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		<item>
		<title>COP16: Recursos para a proteção da biodiversidade chegam a apenas 2% do esperado</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cop16-recursos-para-a-protecao-da-biodiversidade-chegam-a-apenas-2-do-esperado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 13:41:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[COP16]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[repartição justa de benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[US$ 20 bilhões por ano]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/cop16-coletiva-MMA-Felipe-Werneck-MMA-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A  COP16 se encerra nesta sexta-feira, 1º, em Cali, na Colômbia, e as negociações entre os países ainda estão travadas no aspecto da mobilização dos recursos previstos no Marco Global da Biodiversidade, aprovado na última conferência há dois anos. Na época, o acordo era de que as nações teriam acesso a um [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/cop16-coletiva-MMA-Felipe-Werneck-MMA-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A  COP16 se encerra nesta sexta-feira, 1º, em Cali, na Colômbia, e as negociações entre os países ainda estão travadas no aspecto da mobilização dos recursos previstos no Marco Global da Biodiversidade, aprovado na última conferência há dois anos. Na época, o acordo era de que as nações teriam acesso a um fundo com US$ 20 bilhões anuais para investimento na área, porém agora o valor deve chegar a US$ 407 milhões, o que representa cerca de 2% da promessa original.</p>
<blockquote><p>“O financiamento está totalmente aquém do que foi o compromisso assumido de chegarmos a US$ 20 bilhões para viabilizar o que nos comprometemos em relação à perda de biodiversidade, preservação, restauração e uso sustentável da biodiversidade”, afirmou a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, sobre as negociações ainda em curso.</p></blockquote>
<p>Os números que se referem a repasses que os países desenvolvidos deveriam fazer para os países em desenvolvimento foram apresentados em coletiva com representantes da delegação brasileira, que afirmou que está trabalhando em colaboração com a presidência colombiana da COP16 para que o evento chegue ao final com acordos robustos nesta sexta-feira, 1º.</p>
<blockquote><p>“Vamos trabalhar para que esses recursos sejam ampliados, mas também acessíveis para os países em desenvolvimento, sobretudo países megadiversos”, ressaltou..</p></blockquote>
<p>Apesar da dificuldade de negociação no quesito financiamento, outros aspectos foram avaliados de forma positiva, como a necessidade de uma sinergia entre as discussões e medidas discutidas nas COPs do clima, biodiversidade e desertificação.</p>
<p>Além disso, o Brasil considera que a reunião deve encerrar com um avanço no chamado artigo 8J da Convenção da Diversidade Biológica, que prevê a valorização do conhecimento de povos e comunidades tradicionais e a repartição com elas dos benefícios do uso, inovação e práticas desenvolvidas com os recursos naturais e com o patrimônio genético explorado por empresas.</p>
<blockquote><p>“O que nós queremos é que a justa partilha de benefícios, o reconhecimento pelos saberes e pelo domínio dessas comunidades em relação a recursos genéticos saia daqui com o encaminhamento adequado na forma de um mecanismo para recepcionar o pagamento pelo uso desses recursos”, explicou a ministra sobre a posição do país.</p></blockquote>
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		<title>Novo programa do governo vai ajudar produtor rural a ter acesso a financiamento, diz ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 15:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola Rural]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultor-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, avaliou que o lançamento do programa Desenrola Rural, que buscará a regularização das dívidas de agricultores familiares, é uma das prioridades para ajudar na recuperação das finanças dos produtores, ajudando a potencializar a produção de alimentos. A iniciativa ainda não tem data para lançamento, mas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/agricultor-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, avaliou que o lançamento do programa Desenrola Rural, que buscará a regularização das dívidas de agricultores familiares, é uma das prioridades para ajudar na recuperação das finanças dos produtores, ajudando a potencializar a produção de alimentos. A iniciativa ainda não tem data para lançamento, mas a expectativa é de que ocorra ainda em 2024.</p>
<blockquote><p>&#8220;Sabemos que muitos agricultores estão negativados, e agora o presidente (Lula) e o Haddad vão lançar o programa Desenrola no Campo para facilitar o acesso ao financiamento&#8221;, disse Teixeira.</p></blockquote>
<p>A iniciativa foi citada por ele, durante participação no Fórum Brasil de Investimentos (BIF, na sigla em inglês) como uma das políticas públicas para garantir alimentos mais baratos para a população. Em sua visão, o Brasil ainda tem produção insuficiente de itens essenciais como arroz, feijão, legumes, verduras e frutas. &#8220;O alimento não cabe no bolso da população como um todo; ele é caro&#8221;, enfatizou.</p>
<p>Entre as iniciativas, o ministro também mencionou o relançamento do Programa de Aquisição de Alimentos, que oferece uma &#8220;renda permanente para o agricultor&#8221; e destina os produtos a áreas de insegurança alimentar.</p>
<p>Outros programas incentivam compras institucionais de produtos da agricultura familiar, como em institutos e universidades federais, hospitais que recebem recursos do SUS e das Forças Armadas. O Programa Nacional de Alimentação Escolar também foi citado, pela garantia de que no mínimo 30% dos produtos venham da agricultura familiar.</p>
<p>Teixeira destacou, mais uma vez, o lançamento do &#8220;maior Plano Safra da história do Brasil&#8221;, com juros subsidiados para a produção de alimentos básicos. O ministro também defendeu o fortalecimento das cooperativas, por entender que representam uma forma de organização eficiente para a agricultura familiar.</p>
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		<title>Entenda o que é a COP16, que começa hoje na Colômbia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 13:13:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[patrimônio genético]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/mamifero_inia_geoffrensis_boto-vermelho_diogo_lagroteria_0-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Representações de mais de 190 países se reúnem a partir desta segunda-feira, 21, em Cali, na Colômbia, para a 16ª Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP16). Com o tema &#8220;Paz com a natureza&#8221;, a pauta principal será a proteção da diversidade biológica do mundo e a expectativa é que os debates apontem caminhos para a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/mamifero_inia_geoffrensis_boto-vermelho_diogo_lagroteria_0-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Representações de mais de 190 países se reúnem a partir desta segunda-feira, 21, em Cali, na Colômbia, para a 16ª Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP16). Com o tema &#8220;Paz com a natureza&#8221;, a pauta principal será a proteção da diversidade biológica do mundo e a expectativa é que os debates apontem caminhos para a implementação do Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal, adotada há dois anos na COP15, no Canadá.</p>
<p>O acordo, também conhecido pela sigla GBF, inclui 23 metas que têm por objetivo salvaguardar e utilizar de forma sustentável a biodiversidade. A expectativa é que a COP16 se dedique à apresentação de estratégias e planos para deter a perda de espécies até 2030, a atualização e revisão de metas para o cumprimento do acordo, a mobilização dos recursos necessários para a proteção da biodiversidade e a criação de um mecanismo multilateral para repartição justa e equitativa de benefícios decorrentes do uso de recursos genéticos.</p>
<p>Em coletiva à imprensa na semana passada, os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e das Relações Exteriores (MRE) detalharam os pontos centrais que serão defendidos pela delegação brasileira. Um aspecto decisivo será a definição de instrumentos para que o financiamento para a proteção da biodiversidade alcance os US$ 200 bilhões negociados na última COP. Segundo os especialistas, f<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/financiamento-para-protecao-da-biodiversidade-sera-desafio-da-cop16/">altam mecanismos transparentes para saber quanto de fato os países desenvolvidos estão repassando aos países em desenvolvimento</a>.</p>
<p>Além disso, o Brasil pretende assumir uma posição de liderança porque está elaborando a Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (Epanb) em diálogo com o Plano Clima, que deve orientar as medidas para a mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Dessa forma, o país estaria unindo esforços para evitar o agravamento das crises climática e de perda de biodiversidade que foram aceleradas pela ação humana.</p>
<p>Em <a href="https://ricardoabramovay.com/2024/09/cop16-para-juntar-clima-e-biodiversidade/" target="_blank" rel="noopener">artigo publicado na Folha de São Paulo</a>, o pesquisador da Universidade de São Paulo, Ricardo Abramovay avalia que a COP16 será importante para unir as agendas de luta contra a emergência climática e de proteção e regeneração dos biomas. Para ele, o Brasil pode ser referência para um esforço global para que tenha como metas interromper a destruição da natureza e incorporar a diversidade biológica à agricultura, transformando as práticas baseadas no uso de produtos químicos e em “produções monótonas”.</p>
<blockquote><p>“O Brasil pode ser líder na transformação ecológica do sistema agroalimentar global. A premissa para tanto é fortalecer a biodiversidade da agropecuária, não só para ampliar o leque de produtos que ela oferece, mas, sobretudo, para protegê-la diante do avanço da crise climática. A forte presença do Brasil em Cali será uma contribuição fundamental nesse sentido”, sugere Abramovay.</p></blockquote>
<p>Fique por dentro dos principais anúncios, as propostas e contribuições brasileiras para a conservação da biodiversidade acompanhando a cobertura da COP16 no <strong>Pará Terra Boa</strong>.</p>
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		<title>Financiamento para proteção da biodiversidade será desafio da COP16</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 19:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/representacao-brasileira-cop16-Fabiola-Testi-Secom-PR-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Garantir cerca de US$ 200 bilhões para medidas de proteção da biodiversidade deve ser a pauta central das discussões da 16ª Conferências das Partes sobre Biodiversidade (COP16), que ocorre de 21 de outubro a 1º de novembro, em Cali, na Colômbia. A perspectiva para o evento e as principais contribuições brasileiras envolvendo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/representacao-brasileira-cop16-Fabiola-Testi-Secom-PR-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Garantir cerca de US$ 200 bilhões para medidas de proteção da biodiversidade deve ser a pauta central das discussões da 16ª Conferências das Partes sobre Biodiversidade (COP16), que ocorre de 21 de outubro a 1º de novembro, em Cali, na Colômbia. A perspectiva para o evento e as principais contribuições brasileiras envolvendo o tema foram discutidos por representantes da delegação brasileira em coletiva à imprensa em Brasília (DF).</p>
<p>A meta de financiamento foi definida na COP15 de Kunming-Montreal, no entanto, os indicadores apontam que o repasse dos países desenvolvidos para os países em desenvolvimento que deveria ser de US$ 20 bilhões a partir de 2025 e de US$ 30 bilhões a partir de 2030 está abaixo do necessário. Segundo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) o volume de recursos destinados está abaixo de 23%. Um problema semelhante também já foi detectado por analistas no caso do<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-vai-cobrar-compromisso-dos-paises-desenvolvidos-com-financiamento-climatico-na-cop29/"> financiamento para conter as mudanças climáticas</a> que são tratados no âmbito da COP29 e COP30.</p>
<blockquote><p>“Nós estamos muito engajados nesse diálogo, teremos um diplomata brasileiro co-presidindo a negociação sobre financiamento, mas o que nós gostaríamos de ver é uma liderança maior dos países desenvolvidos. Quando a gente fala em cumprir o marco global, não é só cumprir as metas de conservação, mas também munir os países, sobretudo aqueles que são os países menos desenvolvidos, que têm menos meios de implementação”, explicou a diretora de Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Maria Angélica Ikeda.</p></blockquote>
<h3>Fortalecer florestas tropicais</h3>
<p>Além disso, o País pretende buscar apoios para fortalecer o Fundo para as Florestas Tropicais para Sempre (TFFF). Outro ponto-chave das discussões deve ser a necessidade de sequenciamento digital de recursos genéticos, estabelecido pelo Protocolo de Nagoya. Porém, além desses aspectos, o Brasil pretende ter um papel relevante na Conferência ao demonstrar compromisso com medidas efetivas já adotadas no país.</p>
<p>Um exemplo disso se dá com a Estratégia e Planos de Ação Nacionais para a Biodiversidade (Epanb) que servirá para orientar a gestão integrada de ações para a conservação da biodiversidade, o uso sustentável dos recursos naturais e repartição justa e equitativa dos benefícios do uso da biodiversidade. A Epanb está em elaboração desde o ano passado e tem como uma das principais características a participação social em sua construção, destaca o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).</p>
<blockquote><p>“Nós estamos muito avançados, eu acho que é muito importante que se diga que o Brasil vem conduzindo um processo que não é trivial e eu acho que é fundamental essa mensagem chegue a todos porque um país das dimensões do nosso, mega diverso e com a mega diversidade também sociocultural, nós precisamos construir diálogos em todos os níveis e é isso que nós temos tentando fazer”, frisou Rita Mesquita, secretária nacional de biodiversidade do MMA.</p></blockquote>
<h3>Recuperação da Vgetação Nativa</h3>
<p>Durante a COP16, a principal entrega do Brasil deve ser do novo Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (PlanaVeg) que terá como meta recuperar pelo menos 9 milhões de hectares até 2030 e está conectado às propostas debatidas no contexto do Plano Clima.</p>
<blockquote><p>“Nós estamos totalmente convencidos que, como governo brasileiro, nós temos que unir ao máximo o tratamento dessas questões. Quem está mais focado com o clima também tem que se dar conta do quanto essa questão da biodiversidade é um tema absolutamente essencial”, salientou o embaixador André Corrêa do Lago, que lembrou que as <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/voce-sabia-que-existem-tres-cops-diferentes-veja-quais-sao-e-a-importancia-de-cada-uma/">COPs do Clima e da Biodiversidade têm origem em debates iniciados no Brasil na ECO92</a>.</p></blockquote>
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		<title>Pará ganha escritório do BID para acelerar investimentos em soluções sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 18:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/ilan-goldfjan-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o objetivo de acompanhar a aplicação dos cerca de US$ 300 milhões direcionados a programas para zerar as emissões líquidas de gases poluentes até 2050, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) terá um escritório no Pará. O projeto foi um pedido do governador Helder Barbalho atendido pela instituição financeira. A informação é da coluna [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/ilan-goldfjan-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">Com o objetivo de acompanhar a aplicação dos cerca de US$ 300 milhões direcionados a programas para zerar as emissões líquidas de gases poluentes até 2050, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) terá um escritório no Pará. O projeto foi um pedido do governador Helder Barbalho atendido pela instituição financeira. A informação é da coluna Painel S.A, da </span><a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2024/07/para-obtem-us-300-milhoes-em-credito-do-bid.shtml" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Folha de São Paulo</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O aporte de recursos no estado está previsto no projeto de Reforma Política para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, conhecido como Descarbonizar Pará, e foi </span><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cop28-para-vai-investir-us-300-milhoes-para-zerar-emissoes-de-carbono-ate-2050/"><span style="font-weight: 400;">formalizado durante a COP28</span></a><span style="font-weight: 400;">. O empréstimo deve contemplar iniciativas nas áreas de produção sustentável, conservação ambiental, geração de empregos verdes, educação e transformação digital.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governador-do-para-pede-aos-eua-que-assuma-lideranca-dos-financiamento-climaticos/" target="_blank" rel="noopener">No último final de semana, o BID cumpriu, em Belém</a>, uma extensa agenda com a participação de ministros e representantes dos países da Panamazônia para comemorar o primeiro ano de atividades do programa Amazônia Sempre, que visa ampliar o financiamento e compartilhar conhecimento estratégico para os tomadores de decisão em torno do desenvolvimento sustentável, inclusivo e resiliente na região.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Há um ano, nossos projetos que já tinham começado com a Iniciativa Amazônia chegaram a US$ 1 bilhão, em torno de R$ 5 bilhões. Os projetos na região hoje somam US$ 4,2 bilhões de recursos novos. Estamos falando de algo perto de R$ 25 bilhões. São 199 projetos, sendo 123 já em execução e 76 em preparação”, destacou o presidente do BID, Ilan Goldfajn.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seu discurso, Ilan Goldfajn também ressaltou a importância da participação de </span><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governador-do-para-pede-aos-eua-que-assuma-lideranca-dos-financiamento-climaticos/"><span style="font-weight: 400;">Janet Yellen, secretária do Tesouro dos Estados Unidos</span></a><span style="font-weight: 400;">, no encontro, o que, em sua avaliação, demonstra que há um comprometimento com a colaboração pelo desenvolvimento sustentável na região. Além disso, o BID anunciou que os investimentos devem crescer com os recursos do f</span><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/bancos-criam-fundo-para-democratizar-investimento-em-sustentabilidade-na-amazonia/"><span style="font-weight: 400;">undo recém-lançado Amazônia para Todos</span></a><span style="font-weight: 400;"> e com a oferta de um programa de capacitação para elaboração de projetos de impacto.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Trabalhar pela floresta, pela natureza, pelo desenvolvimento sustentável e pelo clima é trabalhar pelas pessoas da região e também de todo o planeta”, afirmou Goldfajn.</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bancos criam fundo para democratizar investimento em sustentabilidade na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 14:03:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/ILPF33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal (Caixa) anunciaram que estão trabalhando em conjunto para criar um fundo de investimento do tipo ETF (Exchange Traded Fund) para financiar projetos sustentáveis na Amazônia. A ideia é que o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/ILPF33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal (Caixa) anunciaram que estão trabalhando em conjunto para criar um fundo de investimento do tipo ETF (Exchange Traded Fund) para financiar projetos sustentáveis na Amazônia. A ideia é que o produto seja negociado na Bolsa de Valores e possa ser adquirido por pessoas físicas e jurídicas a baixo custo.</p>
<p>Em coletiva de imprensa realizada na quinta-feira, 25, as instituições assinaram uma carta de intenções para o desenvolvimento do fundo chamado ETF Amazônia para Todos. As cotas devem ter valor de cerca de R$ 100 e vão ajudar a captar recursos que serão alocados em locação em empréstimos a projetos de impacto na região.</p>
<blockquote><p>&#8220;Todo mundo se pergunta o que pode fazer para ajudar a Amazônia. Agora, todo mundo poderá contribuir com um pedaço dessa preservação&#8221;, destacou o presidente do BID, Ilan Goldfajn, à <a href="https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2024/07/bb-caixa-e-bndes-vao-lancar-etf-para-amazonia-e-querem-levantar-ate-r-2-bi.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Época Negócios</a>.</p></blockquote>
<p>Os bancos garantem que a transparência será uma das características do produto, já que a composição da carteira B3 é divulgada diariamente pelo provedor do índice, permitindo que o investidor saiba exatamente em quais ativos está investindo. Sobre rentabilidade do investimento, as instituições informaram que um novo índice de referência será criado para essa solução.</p>
<blockquote><p>“O BID, há um ano, lançava o seu programa holístico Amazônia Sempre. Hoje, com nossos parceiros, anunciamos o plano para o ETF Amazônia para Todos, que permitirá democratizar o investimento para a Amazonia e investir em um futuro sustentável para a região. Com este novo instrumento, estamos dando mais um passo para que a Amazônia esteja conosco para sempre”, ressaltou  Goldfajn à <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202407/bndes-bid-banco-do-brasil-e-caixa-planejam-etf-amazonia-para-todos" target="_blank" rel="noopener">Agência Gov</a>.</p></blockquote>
<p>A expectativa é que a novidade chegue ao mercado financeiro antes de  novembro de 2025, marcando os preparativos para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que ocorre em Belém. De acordo com informações da <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/investimentos/caixa-bb-e-bndes-se-unem-ao-bid-para-desenvolver-etf-amazonia-para-todos/" target="_blank" rel="noopener">CNN Brasil</a>, o objetivo é que o ETF Amazônia para Todos arrecade entre R$ 1 bilhão a R$ 2 bilhões.</p>
<blockquote><p>“Essa cooperação, visando reunir esforços em prol do desenvolvimento sustentável da Amazônia, a partir de um instrumento inovador no mercado de capitais brasileiro, reforça o compromisso do BNDES com a agenda COP30. No governo do presidente Lula, o BNDES cumpre o seu papel histórico, com transparência e competência, como ator fundamental na promoção da inovação e da sustentabilidade na economia brasileira”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p></blockquote>
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