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	<title>exportações &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>exportações &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Produtos que ficaram de fora da taxação representam 43,4% do valor exportado aos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 13:36:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/exportacoes-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) calculou que a lista de exceções da tarifa de importação de produtos brasileiros pelos Estados Unidos (EUA) corresponde a 43,4% do total de US$ 42,3 bilhões comercializados entre os dois países. Com isso, cerca de US$ 18,4 bilhões em exportações brasileiras ficam de fora do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/exportacoes-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) calculou que a lista de exceções da tarifa de importação de produtos brasileiros pelos Estados Unidos (EUA) corresponde a 43,4% do total de US$ 42,3 bilhões comercializados entre os dois países. Com isso, cerca de US$ 18,4 bilhões em exportações brasileiras ficam de fora do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano, Donald Trump, em ordem executiva assinada nesta quarta-feira, 30.</p>
<p>Ao todo, a lista de exceções soma 694 produtos. Petróleo, combustíveis, suco e polpa de laranja, minérios, fertilizantes, motores, peças, componentes e aeronaves civis estão entre os produtos que ficaram de fora da sanção adicional de 50%. Mesmo assim, itens importantes da pauta de exportação do Brasil para os EUA, como café e carne bovina, tiveram a taxação confirmada.</p>
<blockquote><p>&#8220;Embora essas exceções atenuem parcialmente os efeitos da tarifa de 50% anunciada, a Amcham reforça que ainda há um impacto expressivo sobre setores estratégicos da economia brasileira. Produtos que ficaram de fora da lista continuam sujeitos ao aumento tarifário, o que compromete a competitividade de empresas brasileiras e, potencialmente, cadeias globais de valor&#8221;, destacou a entidade, em nota.</p></blockquote>
<p>Confira <a href="https://www.whitehouse.gov/presidential-actions/2025/07/addressing-threats-to-the-us/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> a lista de quase 700 produtos que não serão taxados</p>
<p>A Amcham Brasil reforçou a necessidade de diálogo entre as partes para preservar a histórica relação diplomática e comercial entre as duas maiores economias do Hemisfério Ocidental.</p>
<p>Entre os produtos fora do tarifaço que mais causam impacto em valor exportado estão combustíveis, abrangendo 76 produtos, com US$ 8,5 bilhões exportados no ano passado. Em seguida, aparecem aeronaves, abrangendo 22 produtos, que somaram mais de US$ 2 bilhões em vendas aos norte-americanos em 2024. Ferro e aço, com exportação de US$ 1,8 bilhão, e pastas de madeira (celulose), com US$ 1,7 bilhão, também são destaque na lista de exceções.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Pará quer se tornar o principal corredor de exportação de grãos e minerais do País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 15:27:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/porto-de-santarem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará quer superar os portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR) e se tornar o principal corredor de exportação do País. Para que o chamado Arco Norte seja a porta de saída de uma fatia cada vez maior da safra de grãos do Centro-Oeste, o estado conta com os R$ 38 bilhões em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/porto-de-santarem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará quer superar os portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR) e se tornar o principal corredor de exportação do País. Para que o chamado Arco Norte seja a porta de saída de uma fatia cada vez maior da safra de grãos do Centro-Oeste, o estado conta com os R$ 38 bilhões em investimentos em infraestrutura previstos no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal durante os próximos quatro anos.</p>
<p>Em 2023, de acordo com o<a href="https://valor.globo.com/publicacoes/especiais/para/noticia/2024/02/29/estado-pretende-ser-o-principal-corredor-de-exportacoes-do-agro.ghtml" target="_blank" rel="noopener"> Valor</a>, aproximadamente metade das 193 milhões de toneladas de grãos exportadas pelo Brasil foi produzida em fazendas da região  centro-oeste, que faz divisa com o sul do Pará.</p>
<p>Segundo a Associação dos Terminais Portuários e Estações de Transbordo de Cargas da Bacia Amazônica (Amport), 37% dos granéis agrícolas exportados, como milho e soja, passaram pelos nove portos representados pela entidade, seis deles no Pará.</p>
<blockquote><p>“Seremos o maior corredor porque teremos o menor custo”, afirmou Flávio Acatauassú, presidente da Amport, ao Valor.</p></blockquote>
<p>De acordo com ele, a rota de exportação que passa pelo Pará será composta também por hidrovias, cujo transporte consome metade do combustível do modal ferroviário e 5% do rodoviário.</p>
<p>Acatauassú destaca que o novo PAC incorporou a importância do transporte hidroviário e a vocação geográfica do Pará como rota exportadora. Dos 45 projetos de transporte previstos para o Estado, 22 estão ligados a portos e hidrovias.</p>
<p>Portos de cinco municípios paraenses também receberão investimentos. A maior parte dos projetos está ligada a arrendamentos de terminais de carga e descarga de grãos ou minerais, os quais o Pará produz e exporta via Arco Norte. Acatauassú ressalta, porém, que essas cargas só seguem ao exterior após chegarem a portos fluviais via rodovias ou ferrovias.</p>
<p>Por isso,o presidente da Amport defende a Ferrogrão. O polêmico projeto da estrada de ferro de 933 quilômetros, que quer ligar Sinop (MT) ao porto paraense de Miritituba, está parado desde setembro quando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/stf-suspende-por-seis-meses-processo-contra-a-construcao-da-ferrograo/" target="_blank" rel="noopener">suspendeu por 6 meses a ação</a> que julga a legalidade da construção da ferrovia. A expectativa é que em março, o STF anuncie alguma decisão em relação à obra.</p>
<p>Em função dessa espera, povos indígenas, comunidades tradicionais, organizações e movimentos sociais estão programando um ‘Tribunal Popular’, no dia 4 de março, na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), das 9h às 18h,  para julgar simbolicamente o projeto da Ferrogrão e seus impactos socioambientais.</p>
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		<title>Embratur atua na formulação da Política Nacional de Cultura Exportadora, no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 12:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Embratur]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/belem88-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Embratur participou da formulação da etapa final do projeto de implementação da Política Nacional de Cultura Exportadora (PNCE), no estado do Pará. O plano de trabalho prevê um conjunto de ações entre diversos atores para alavancar as exportações paraenses, levando em conta os desafios, prioridades e potencialidades locais. Lançado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/belem88-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="has_eae_slider elementor-column elementor-col-50 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-dc787eb qodef-sticky-column--no" data-id="dc787eb" data-element_type="column">
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<p>A Embratur participou da formulação da etapa final do projeto de implementação da Política Nacional de Cultura Exportadora (PNCE), no estado do Pará. O plano de trabalho prevê um conjunto de ações entre diversos atores para alavancar as exportações paraenses, levando em conta os desafios, prioridades e potencialidades locais.</p>
<p>Lançado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o objetivo da PNCE é aprimorar as políticas públicas do setor, desenvolvendo e fortalecendo ações inclusivas para maior inserção de empresas no comércio exterior brasileiro. Além disso, a Política Nacional de Cultura Exportadora tem o intuito de proporcionar melhor coordenação entre órgãos envolvidos na promoção do comércio exterior e no apoio ao ingresso e à permanência de empresas no mercado externo.</p>
<p>Pela Embratur, participaram da atividade a assessora internacional Larissa Ushizima e o gerente de Interlocução Ministerial André Dias. Para ele, um plano de trabalho visando a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-30), que será realizada em Belém em 2025, será importante para divulgar o turismo no estado. Segundo o Portal de Dados da Embratur, o Pará recebeu, em todo o ano de 2023, mais de 21 mil visitantes estrangeiros. A maior parte desses turistas vieram do Suriname, França e Estados Unidos, respectivamente.</p>
<blockquote><p>“A elaboração do PNCE no estado do Pará, um dos principais exportadores do país, sede da COP-30 em 2025, e destino turístico amazônico com extraordinária atratividade internacional por conta de seus vastos recursos naturais e culturais, se configura em uma ação crucial para o melhor aproveitamento do momento atravessado pelo Estado com a maior visibilidade internacional experimentada com a evolução dos debates em torno das mudanças climáticas”, reforçou Dias.</p></blockquote>
<p>Para a assessora internacional da Embratur, Larissa Ushizima, é fundamental incluir o turismo como eixo da PNCE.</p>
<blockquote><p>“A Embratur quer apoiar o estado do Pará na promoção de sua imagem e de seus destinos turísticos. Os turistas estrangeiros garantem uma importante entrada de divisas aos municípios e regiões turísticas do estado. Por isso, é fundamental incluir o turismo internacional como um eixo da Política Nacional de Cultura Exportadora”, defendeu.</p></blockquote>
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		<title>Haddad diz ser essencial desonerar 100% as exportações e cita mercado verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 15:12:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[desoneração]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<category><![CDATA[mercado verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/economia-verde-bndes-capa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu na segunda-feira, 6, que é essencial desonerar 100% as exportações brasileiras e citou o potencial do País no mercado &#8220;verde&#8221;. &#8220;O Brasil está em um momento interessante, visto como um dos países de matriz energética mais limpa do mundo&#8221;, pontuou o ministro Ele argumentou que há mercado para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/economia-verde-bndes-capa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu na segunda-feira, 6, que é essencial desonerar 100% as exportações brasileiras e citou o potencial do País no mercado &#8220;verde&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Brasil está em um momento interessante, visto como um dos países de matriz energética mais limpa do mundo&#8221;, pontuou o ministro</p></blockquote>
<p>Ele argumentou que há mercado para o País se colocar como um grande exportador de energia limpa ou de produtos verdes. A reforma tributária, emendou, ajudará nesse processo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje a indústria precisa reaver o crédito de ICMS de produtos exportados, leva anos. Agora, não está nem que pagar, logo não terá que reaver. É uma mudança de filosofia.&#8221;</p></blockquote>
<p>Haddad defendeu que a estratégia não diminui a importância do mercado interno, que para o ministro será ainda mais relevante se o mercado potencial for maior. &#8220;Para isso, a desoneração das exportações e o Plano de Transição Ecológica são fatores essenciais.&#8221;</p>
<p>Ao comentar sobre o fomento à produtividade da indústria, Haddad também afirmou não ser contra incentivos, desde que sejam transparentes. O ministro citou como exemplo o Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR).<br />
Haddad participou na manhã desta segunda-feira de evento do BTG Pactual, em São Paulo.</p>
<p><em>Fonte: Estadão Conteúdo</em></p>
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		<title>China suspende embargo à carne bovina do Brasil, diz ministro brasileiro em Pequim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2023 13:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[embargo]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[vaca louca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/carne-bovina-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Após reunião do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, com o ministro da Administração Geral da Aduana Chinesa (GACC), Yu Jianhua, nesta quinta-feira, 23, em Pequim, o governo chinês decidiu que vai levantar o embargo à carne bovina brasileira. As importações do Brasil estavam suspensas desde fevereiro após a confirmação de um caso isolado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/carne-bovina-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div id="viewlet-above-content-body">
<div class="swiper-container swiper-container-horizontal">
<div class="swiper-pagination swiper-pagination-clickable swiper-pagination-bullets"><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">Após reunião do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, com o ministro da Administração Geral da Aduana Chinesa (GACC), Yu Jianhua, nesta quinta-feira, 23, em Pequim, o governo chinês decidiu que vai levantar o embargo à carne bovina brasileira. </span></div>
<div></div>
<div class="swiper-pagination swiper-pagination-clickable swiper-pagination-bullets"><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">As importações do Brasil estavam suspensas desde fevereiro após a confirmação de um caso isolado e atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (mal da “vaca louca”), identificado em uma pequena propriedade no município de Marabá (PA).</span></div>
</div>
</div>
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<p>Desde a descoberta do caso, o Ministério da Agricultura e Pecuária vem trabalhando com transparência e tomando todas as providência necessárias conforme protocolo de importação internacional.</p>
<p>Nesta manhã, em Pequim, o ministro Fávaro anunciou a liberação da importação de carnes bovinas para a China.</p>
<blockquote><p>“Tenho certeza que isso é um passo para que o Brasil avance cada vez mais com o credenciamento de plantas e oportunidades para a pecuária brasileira”, disse Fávaro, ao final do encontro.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Mapa</em></p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Ministério da Agricultura confirma que caso de vaca louca registrado no Pará é atípico</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/pecuaria/ministerio-da-agricultura-confirma-que-caso-de-vaca-louca-registrado-no-para-e-atipico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 13:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[carne]]></category>
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		<category><![CDATA[vaca louca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/agropecuaria-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério da Agricultura informou na quinta-feira, 2, que o caso isolado de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), o mal da vaca louca, registrado no Pará em fevereiro foi confirmado como atípico. O laudo foi fornecido pelo laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que fica em Alberta, no Canadá. Isso significa que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/agropecuaria-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério da Agricultura informou na quinta-feira, 2, que o caso isolado de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), o mal da vaca louca, registrado no Pará em fevereiro foi confirmado como atípico. O laudo foi fornecido pelo laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que fica em Alberta, no Canadá. Isso significa que a doença detectada em um animal de nove anos no município de Marabá surgiu de forma espontânea no organismo do animal, sem risco de disseminação no rebanho nem ao ser humano.</p>
<p>O caso foi identificado em 22 de fevereiro, quando o ministério notificou a OMSA sobre a confirmação da doença. Na ocasião, as exportações de carne bovina brasileira para a China foram imediatamente suspensas pelo Ministério da Agricultura de forma voluntária, como prevê o protocolo estabelecido entre os países.</p>
<p>O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, já comunicou o resultado atípico da amostra ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo nota da pasta. A inserção das informações no sistema para a comunicação oficial à OMSA e às autoridades chinesas também já foi iniciada. De acordo com o ministério, assim que concluído o processo, será marcada uma reunião virtual entre o governo brasileiro e as autoridades chinesas para tratar do levantamento da suspensão das exportações da proteína bovina brasileira ao país asiático.</p>
<blockquote><p>&#8220;Por se tratar de caso atípico, ou seja, ocorrido por causas naturais em um único animal de 9 anos de idade e com todas as providências sanitárias adotadas prontamente, o Ministério da Agricultura e Pecuária está adotando imediatamente as providências, de acordo com os protocolos sanitários, para que as exportações da carne bovina brasileira sejam restabelecidas o mais breve possível&#8221;, diz o comunicado do ministério.</p></blockquote>
<p>Conforme o Estadão/Broadcast mostrou, a China sinalizou ao governo brasileiro nesta semana que pode dispensar o envio de uma delegação técnica do Brasil ao país asiático para reabrir as exportações de carne bovina brasileira com o caso sendo confirmado como atípico.</p>
<p>As autoridades sanitárias chinesas afirmaram ao governo brasileiro que têm interesse na rápida retomada dos embarques. A expectativa do governo é reabrir o mercado antes da viagem de Lula à China, prevista para o dia 27. A China é o principal destino das exportações da carne bovina brasileira, representando mais da metade dos embarques.</p>
<p>Além da China, Tailândia, Irã e Jordânia também suspenderam temporariamente as importações da proteína brasileira. A Rússia embargou as compras de carne bovina exportadas pelo Estado do Pará. No Estado, há apenas uma planta frigorífica habilitada no Serviço de Inspeção Federal (SIF) para exportar para a Rússia, segundo o ministério.</p>
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		<title>Pará já reduziu abate de bovinos em 30% após caso de vaca louca embargar exportação de carne</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 15:54:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[abate]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[embargo]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<category><![CDATA[vaca louca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/gado-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Houve uma redução de 30% no abate de bovinos, desde o da 22 deste mês, quando foi confirmado um caso de &#8220;mal da vaca louca” no no município de Marabá, no Pará. Os dados são do Sindicato das Carnes e Derivados do Pará (Sindicarne). O presidente do Sindicarne, Daniel Freire, disse ao Liberal que a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/gado-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Houve uma redução de 30% no abate de bovinos, desde o da 22 deste mês, quando foi confirmado um caso de &#8220;mal da vaca louca” no no município de Marabá, no Pará. Os dados são do Sindicato das Carnes e Derivados do Pará (Sindicarne).</p>
<p>O presidente do Sindicarne, Daniel Freire, disse ao <a href="https://www.oliberal.com/economia/para-ja-reduziu-abate-de-bovinos-em-30-apos-autoembargo-para-china-1.650986?amp=1" target="_blank" rel="noopener">Liberal</a> que a diminuição de abate é para adequar à nova demanda de mercado, já que, por medida de segurança, <span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">o Brasil embargou as exportações de carne bovina à China até o desfecho do caso. O país é responsável pela compra de 75% das carnes do Pará.</span></p>
<p>O governador do Pará, Helder Barbalho avalia que até o fim de março, com a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, as exportações de carne brasileira para os chineses terão sido reativadas. Ele admite, entretanto, impacto no mercado local.</p>
<p>Ele disse ao <a href="https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2023/02/28/canad-deve-confirmar-que-vaca-louca-caso-atpico-diz-governador-do-par.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Valor</a> acreditar que os resultados do laboratório canadense, aguardados para esta semana, deverão confirmar que o caso do “mal da vaca louca” é um episódio atípico.</p>
<p>“Comprovando-se ser atípico, fica claro que não há uma disseminação viral infecção coletiva”, observou o governador. “O caso atípico é produzido pelo próprio animal, e o animal não estava em confinamento&#8221;, ressaltou.</p>
<p>As amostras do animal, depois de analisadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Pernambuco, foram enviadas ao National Centre for Animal Disease/Canadian Food Inspection Agency (NCAD/CFIA), em Alberta, no Canadá, que é o laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).</p>
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		<title>Caso de vaca louca no Pará faz Brasil suspender exportação de carne bovina para a China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 14:14:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Itupiranga]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[vaca louca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/gado33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Diante da confirmação de um caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina (mal da “vaca louca”) em um animal macho de 9 anos em uma pequena propriedade na Vila Cruzeiro do Sul, município de Itupiranga, no sudeste do Estado, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que vem adotando todas as providências governamentais para o mercado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/gado33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Diante da confirmação de um caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina (mal da “vaca louca”) em um animal macho de 9 anos em uma pequena propriedade na Vila Cruzeiro do Sul, município de Itupiranga, no sudeste do Estado, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que vem adotando todas as providências governamentais para o mercado de carnes brasileiras. E uma delas foi suspender as exportações de carne para a China.</p>
<blockquote><p>&#8220;Seguindo o protocolo sanitário oficial, as exportações para a China serão temporariamente suspensas a partir desta quinta-feira, 23. No entanto, o diálogo com as autoridades está sendo intensificado para demonstrar todas as informações e o pronto restabelecimento do comércio da carne brasileira&#8221;, diz o texto do ministério.</p></blockquote>
<p>Foi feito o comunicado à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e as amostras foram enviadas para o laboratório referência da instituição em Alberta, no Canadá, que poderá confirmar se o caso é atípico.</p>
<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) confirmou na quarta-feira (22) o <a href="https://dol.com.br/carajas/noticias/brasil/796824/caso-suspeito-de-mal-da-vaca-louca-e-do-sudeste-do-para?d=1" target="_blank" rel="noopener">resultado positivo. </a></p>
<p>De acordo com a Adepará, a propriedade foi inspecionada e interditada preventivamente, com o isolamento de 160 cabeças de gado que há no local. A sintomatologia indica que se trata da forma atípica da doença, que surge espontaneamente na natureza, não causando risco de disseminação ao rebanho e ao ser humano.</p>
<p>O governo do Estado está em contato permanente com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e trata do tema com transparência e responsabilidade.</p>
<blockquote><p>“Todas as providências estão sendo adotadas imediatamente em cada etapa da investigação e o assunto está sendo tratado com total transparência para garantir aos consumidores brasileiros e mundiais a qualidade reconhecida da nossa carne”, ressaltou o ministro Carlos Fávaro.</p></blockquote>
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		<title>Exportações do agro atingem valor recorde de US$ 8,84 bilhões para outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 13:59:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[carne de frango]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/exporta-para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As exportações do agronegócio registraram valor recorde de US$ 8,84 bilhões para o mês de outubro, motivada pela alta dos preços internacionais das commodities  O valor é 10% superior aos US$ 8,036 bilhões exportados no mesmo mês de 2020, informou o Ministério da Agricultura (Mapa), na terça-feira, 16/11. Segundo a Secretaria de Comércio e Relações [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/exporta-para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As exportações do agronegócio registraram valor recorde de US$ 8,84 bilhões para o mês de outubro, motivada pela alta dos preços internacionais das <em>commodities</em>  O valor é 10% superior aos US$ 8,036 bilhões exportados no mesmo mês de 2020, informou o Ministério da Agricultura (Mapa), na terça-feira, 16/11.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Mapa, a elevação dos preços médios de exportação foi determinante para o incremento das vendas externas, uma vez que cresceram 25,8% comparados a outubro de 2020. Já a quantidade vendida ao exterior apresentou recuo de 12,5% no período em análise (outubro de 2020 a outubro de 2021).</p>
<p>As importações de produtos do agronegócio subiram de US$ 1,2 bilhão, em outubro/2020, para US$ 1,4 bilhão, em outubro/2021 (+16,8%). Vários produtos importados apresentaram altas expressivas do preço médio, como trigo (+15,5%), óleo de palma (+68,7%) e azeite de oliva (+26,3%).</p>
<p>De acordo com os analistas da SCRI, os principais destaques do mês foram soja em grão, carne suína e de frango e café.</p>
<p>A soja em grão foi responsável por US$ 1,72 bilhão (+ 94,3%), correspondendo a 3,3 milhões de toneladas (+ 35,9%). O preço médio de exportação atingiu US$ 522 por tonelada, incremento de 42,9% na comparação com outubro de 2020.</p>
<p>Também houve recorde na quantidade e valor exportados de carne suína. As vendas externas chegaram a US$ 215,98 milhões (+ 8,9%), com expansão da quantidade exportada (+ 11,5%), mas queda no preço médio de exportação (- 2,3%).</p>
<p>As vendas externas de carne de frango foram de US$ 700,08 milhões (+ 60%), resultado tanto do aumento da quantidade exportada (+ 23,4%) quanto do preço médio de exportação (+ 29,6%).</p>
<p>O setor cafeeiro registrou vendas de US$ 606,71 milhões (+ 18,9%), apesar do recuo de 15,9% do volume exportado, que compensada pela elevação dos preços médios de exportação (+ 41,5%).</p>
<p>A China se mantém como a principal compradora dos produtos do agronegócio brasileiro. De cada US$ 4 exportados, US$ 1 foi para o país asiático, o que significa exportação de US$ 2,25 bilhões para o mercado chinês em outubro/2021 (+ 6,2%). A China foi o destino de 80,8% da soja em grão brasileira exportada em volume (2,7 milhões de toneladas; +35%).</p>
<p>A China continua sendo o principal país importador de carne suína brasileira, embora as vendas do produto <em>in natura</em> tenham diminuído para US$ 78,18 milhões. O país asiático passa por um período de excesso de oferta interna do produto, resultado dos esforços para recuperação de seu rebanho.</p>
<p>O mercado chinês também foi importante importador da carne de frango <i>in natura</i> brasileira, com US$ 110,88 milhões (+22,4%).</p>
<p>O atual gargalo é o polêmico embargo do país asiático à carne brasileira pela ocorrência da doença da vaca louca em propriedades de Minas Gerais e Mato Grosso. A ministra Tereza Cristina tem atuado intensamente para resolver o problema o quanto antes. Segundo ela, a pasta aguarda resposta do governo chinês ainda esta semana na expectativa de destravar o comércio bilateral de um setor relevante do PIB brasileiro.</p>
<p><em>Fonte: Ministério da Agricultura</em></p>
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