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	<title>EUA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>EUA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>COP30: tarifas de Trump, eleições e guerras desafiam discussões e avanços climáticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paloma Lobatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 12:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4902404310676123535_y-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), declarou que a guerra comercial dos Estados Unidos, os conflitos armados e o avanço da direita nas eleições europeias estão dificultando o avanço das negociações climáticas.  Segundo Corrêa do Lago, o diálogo com o governo norte-americano segue limitado, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4902404310676123535_y-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O embaixador André Corrêa do Lago, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-pretende-ativar-fundo-climatico-de-us-150-bilhoes-antes-da-cop30/">presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30)</a>, declarou que a guerra comercial dos Estados Unidos, os conflitos armados e o avanço da direita nas eleições europeias estão dificultando o avanço das negociações climáticas.  Segundo Corrêa do Lago, o diálogo com o governo norte-americano segue limitado, refletido na ausência dos EUA nas reuniões preparatórias realizadas em Bonn.</p>
<p>A ausência dos Estados Unidos nas negociações climáticas ocorre após a decisão de Donald Trump, em 2017, de retirar o país do Acordo de Paris, tratado internacional que define metas para conter o aquecimento global e foi criado justamente para incluir os norte-americanos, ausentes no Protocolo de Kyoto. A saída dos EUA representa um entrave às discussões, já que o país é o segundo maior emissor atual de gases de efeito estufa e lidera o ranking histórico de emissões. A COP30, que será realizada em Belém, marcará a primeira conferência climática sediada pelo Brasil desde a Rio-92.</p>
<blockquote><p>“As negociações evoluem muito de acordo com as circunstâncias internacionais, e não preciso dizer que vivemos circunstâncias internacionais particularmente complexas”, declarou o presidente da COP 30 à Folha de S.Paulo.</p></blockquote>
<p>As últimas conferências ambientais da ONU esbarraram sempre no mesmo obstáculo: a resistência dos países ricos em aumentar o financiamento solicitado pelas nações em desenvolvimento para combater a crise climática. Na edição mais recente, realizada no Azerbaijão, essa pauta foi oficialmente encerrada com a aprovação da nova meta NCQG, fixada em US$ 300 bilhões (R$ 1,6 trilhão), valor considerado abaixo do esperado por muitos. A insatisfação foi tamanha que, na conferência preparatória em Bonn, na Alemanha, em junho deste ano, alguns países tentaram retomar as negociações, mas só a tentativa de reabrir o tema já provocou a paralisação das discussões.</p>
<h3>COP30</h3>
<p>A COP30 será realizada em Belém, em novembro. Brasil e Azerbaijão terão a responsabilidade de apresentar o chamado &#8220;roadmap&#8221;, um plano que mostrará como o mundo poderá ampliar a meta de financiamento climático para US$ 1,3 trilhão (R$ 7,2 trilhões). No entanto, essa tarefa ocorre sem o engajamento da maior economia mundial, os Estados Unidos, que sequer enviaram uma delegação para as negociações em Bonn. Donald Trump já anunciou que o país deixará de ser signatário do Acordo de Paris, tratado que estabelece metas para o combate ao aquecimento global, em 2026.</p>
<p>&#8220;Não vejo muito o motivo de uma delegação americana ser ativa em Belém se um mês e meio depois eles vão, formalmente, estar fora do Acordo de Paris. Não faz sentido mandar uma delegação para ser ativa num acordo do qual você já anunciou sua saída&#8221;, complementa.</p>
<p>Alguns negociadores acreditam que a ausência dos EUA abre espaço para que nações menores assumam maior protagonismo nas discussões. &#8220;Ganha espaço, mas com a ausência de um ator muito importante. É uma vitória discutível&#8221;, discorda Lago.</p>
<p>Em entrevista à Folha, ele faz um balanço das negociações pré-COP em Bonn, projeta a conferência de Belém e critica Trump por utilizar o etanol e o desmatamento ilegal como justificativas para a investigação comercial contra o Brasil. &#8220;O presidente Trump precisa receber informações mais corretas sobre o Brasil.&#8221;</p>
<h3>Impactos na COP30</h3>
<p>Após a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, outra ação do presidente Donald Trump tem sido vista por ambientalistas e diplomatas estrangeiros como um possível revés nos esforços globais de combate ao aquecimento climático. A avaliação é que a pressão exercida por Washington para que países da Otan ampliem seus gastos militares pode comprometer os investimentos em áreas como o meio ambiente, uma das prioridades da política externa do governo Lula. Esse cenário, segundo analistas, tende a impactar diretamente a COP30.</p>
<p>&#8220;Muitas pessoas afirmaram que, certamente, o aumento dos gastos militares deve ter um impacto nos recursos de combate à mudança do clima&#8221;, ressaltou Lago.</p>
<p>Outra preocupação está relacionada ao aumento de tarifas promovido pelo presidente americano Donald Trump, o que desencadeou uma série de negociações comerciais paralelas, incluindo tratativas entre Estados Unidos e Brasil, e intensificou o conflito comercial com a China. Os efeitos têm alcance global e seus reflexos já interferem nas negociações preparatórias para a COP30.</p>
<p>&#8220;Naturalmente, há impacto sobre toda a agenda internacional, porque, no fundo, se desvia a atenção para algo que é, de certa forma, surpreendente. Esse tarifaço é um golpe muito grande na crença no multilateralismo. É natural que isso favoreça um pensamento de que o multilateralismo não é a resposta para a mudança do clima&#8221;, destaca o embaixador.</p>
<p>O presidente da COP30 não enxerga riscos financeiros, por exemplo, na continuidade das negociações sobre o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), uma das principais apostas do Brasil. Porém, a secretária Nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas e diretora-executiva da conferência, Ana Toni, avalia que o tarifaço imposto por Trump pode comprometer, de forma mais ampla, os esforços globais de enfrentamento às mudanças climáticas.</p>
<p>&#8220;Acho que não afetará as negociações, mas sim a transição, no país que, historicamente, é o maior emissor de gás efeito estufa, e, atualmente, é o segundo maior. O tarifaço fará com que os EUA andem mais devagar, ou até para trás&#8221;, afirma Ana Toni.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/pl-do-licenciamento-ambiental-ameaca-potencial-do-brasil-na-cop30-diz-carlos-nobre/">PL do Licenciamento Ambiental ameaça potencial do Brasil na COP30, diz Carlos Nobre</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/sede-da-cop30-para-lidera-investimentos-sociais-na-amazonia-legal/">Sede da COP30, Pará lidera investimentos sociais na Amazônia Legal</a></p>
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		<title>Corrêa do Lago afirma que é essencial a participação da sociedade civil na COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 13:44:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Paris]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/belem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, afirmou na terça-feira, 21,  que o legado esperado da conferência climática que vai acontecer em Belém, em novembro,  passa pelo fortalecimento da participação da sociedade civil e um compromisso renovado com a agenda climática. De acordo ele, o governo brasileiro quer que as populações locais se [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/belem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, afirmou na terça-feira, 21,  que o legado esperado da conferência climática que vai acontecer em Belém, em novembro,  passa pelo fortalecimento da participação da sociedade civil e um compromisso renovado com a agenda climática.</p>
<p>De acordo ele, o governo brasileiro quer que as populações locais se sintam parte do processo, contribuindo assim para o sucesso da agenda.</p>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="7">
<blockquote>
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Durante esse período preparatório, nós vamos ter muito diálogo com a sociedade civil, porque é essencial que eles estejam envolvidos no processo, porque depois, como na Rio 92, são as populações que têm que acreditar nessa agenda e que têm que contribuir para que essa agenda dê certo&#8221;, afirmou ele, logo após seu nome ter sido anunciado como presidente da COP30..</p>
</blockquote>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Corrêa do Lago afirmou que, através de um diálogo aberto e contínuo com a sociedade civil, incluindo ribeirinhos, indígenas, quilombolas, instituições acadêmicas e empresas, a preparação para a COP 30 busca construir um evento que reflita as diversas perspectivas e necessidades da população.</p>
<p class=" content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para ele, a COP30 será equivalente à ECO 92, em relação ao impacto que poderá ter na percepção ambiental dos brasileiros. A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento foi um evento de grande importância global realizado no Rio de Janeiro em 1992. Reunindo líderes mundiais, cientistas e ativistas, a conferência teve como objetivo principal discutir e buscar soluções para os problemas ambientais que o planeta enfrentava, como a poluição, o desmatamento e as mudanças climáticas. Foi a partir dela que surgiram as COPs, Conferências entre as Partes.</p>
<blockquote>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;A Rio 92 teve um impacto muito grande sobre a maneira como o brasileiro percebeu a mudança do clima, percebeu o meio ambiente, a biodiversidade, então, tem uma dimensão nacional extremamente importante&#8221;, disse o presidente da COP30.</p>
</blockquote>
</div>
</div>
<div class="cropped-block">
<h3 class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="1" data-block-id="9">Saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris</h3>
</div>
<p>O presidente da COP30 que a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar o país do Acordo de Paris terá um &#8220;impacto significativo&#8221; na preparação da conferência de Belém.</p>
<p>O tratado global sobre clima  define metas de redução de emissões de gases do efeito estufa para tentar frear o aquecimento global.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estamos todos ainda analisando as decisões do presidente Trump, mas não há menor dúvida que terá um impacto significativo na preparação da COP e na maneira como nós vamos ter que lidar com o fato de que um país tão importante está se desligando desse processo&#8221;, disse Corrêa do Lago.</p></blockquote>
<p>Corrêa do Lago afirmou que o anúncio de Trump foi “político”, mas destacou que os Estados Unidos continuam sendo membro da Convenção Quadro das Nações Unidas Sobre o Clima (UNFCC) e que há canais abertos para diálogo. De acordo com ele, estados, cidades e empresas do país têm se envolvido no debate climático.</p>
<blockquote><p>“É uma decisão soberana de um país, de sair de um acordo, mas isso não quer dizer que necessariamente esse acordo não possa encontrar uma forma de contornar a ausência desse país”, disse.</p></blockquote>
<p>Segundo o embaixador, os Estados Unidos têm um papel relevante não só por ser a maior economia do mundo, mas por ser um dos maiores emissores e por trazer respostas à mudança do clima por meio de desenvolvimento de tecnologias. &#8220;Os Estados Unidos são um ator essencial&#8221;, afirmou o embaixador.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="2">
<h3 class=" content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto">ECO92</h3>
<blockquote>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">
</blockquote>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo ele, o evento que ocorrerá na Amazônia é visto como uma oportunidade para reforçar essa consciência, especialmente entre as comunidades que vivem no bioma, que &#8220;é considerado um mistério para muitos, inclusive para os próprios brasileiros&#8221;.</p>
<div class="cropped-block">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="5">
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>EUA e Noruega doam R$ 27,5 milhões para programa de rastreabilidade da pecuária paraense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 11:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[bubalinos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[rastreabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[rebanho]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/Helder-rastreabilidade-NY-Thalmus-Gama-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Durante a Semana do Clima que ocorre em Nova Iorque, o Pará garantiu junto aos governos dos Estados Unidos e da Noruega a doação de US$ 5 milhões, o equivalente a cerca de R$ 27,5 milhões, que serão investidos no programa Pecuária Sustentável. Entre as metas do programa está a identificação individual de todo o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/Helder-rastreabilidade-NY-Thalmus-Gama-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Durante a Semana do Clima que ocorre em Nova Iorque, o Pará garantiu junto aos governos dos Estados Unidos e da Noruega a doação de US$ 5 milhões, o equivalente a cerca de R$ 27,5 milhões, que serão investidos no programa Pecuária Sustentável. Entre as metas do programa está a <a href="https://www.paraterraboa.com/cop28/cop28-para-lanca-plano-para-rastrear-todo-o-rebanho-do-estado-individualmente-ate-2026/">identificação individual de todo o rebanho bovino e bubalino do estado até dezembro de 2026</a>.</p>
<p>No evento, o governador Helder Barbalho destacou a importância de parcerias como essa para consolidar a estratégia de rastreabilidade da produção pecuária. Também apoiam a iniciativa a <a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/conheca-os-planos-de-jeff-bezos-para-promover-a-rastreabilidade-da-pecuaria-no-para/">Bezos Earth Fund e a JBS</a>, com incentivos financeiros que chegam a R$ 123 milhões.</p>
<blockquote><p>“Quando tomamos uma decisão certa, se move, se mobiliza e se constrói, coletivamente, soluções que diretamente possam impactar positivamente na vida da humanidade” declarou Barbalho à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/59888/eua-e-noruega-doam-r-275-milhoes-para-rastreabilidade-da-producao-pecuaria" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/para-da-pontape-inicial-em-programa-que-visa-rastrear-100-do-gado-do-estado/">identificação individual do rebanho começou neste mês pelo município de Xinguara</a>, no sudeste paraense. A região é prioritária pois concentra as cidades onde a atividade pecuária é mais forte. Na sequência serão atendidos os produtores das regiões nordeste, sudoeste, Baixo Amazonas e Marajó.</p>
<p>A participação do estado se deu no seminário “Combate ao Desmatamento e Transformação da Produção de gado no Brasil”, em que o governador contextualizou o papel da pecuária na economia da região e as transformações que o setor vem passando com estímulos a práticas mais intensivas e sustentáveis.</p>
<blockquote><p>“O Pará já pratica a rastreabilidade coletiva através das guias de transporte animal. Porém, se faz necessário aprofundar esta gestão da nossa produção para trazer garantias ao consumidor e à indústria da carne sobre a origem do animal e qual a prática produtiva dele”, disse.</p></blockquote>
<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Pará é atualmente o segundo maior produtor de gado do país, com um rebanho de mais de 25 milhões de animais. Os destaques são os municípios de São Félix do Xingu, que tem o maior rebanho bovino no Brasil, com 2,45 milhões de cabeças; e Chaves, com o maior número de bubalinos, que chega a 237 mil animais.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Fundo Amazônia recebe nova doação dos Estados Unidos, de US$ 47 milhões</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/fundo-amazonia-recebe-nova-doacao-dos-estados-unidos-de-us-47-milhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 13:48:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/para2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governo dos Estados Unidos (EUA) fez nova doação ao Fundo Amazônia, desta vez no valor de US$ 47 milhões, o equivalente a R$ 270 milhões.  O aporte completa a entrega inicial de US$ 50 milhões, cerca de R$ 285 milhões, ao Fundo, e faz parte do compromisso de US$ 500 milhões feito pelo presidente [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/para2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governo dos Estados Unidos (EUA) fez nova doação ao Fundo Amazônia, desta vez no valor de US$ 47 milhões, o equivalente a R$ 270 milhões.  O aporte completa a entrega inicial de US$ 50 milhões, cerca de R$ 285 milhões, ao Fundo, e faz parte do compromisso de US$ 500 milhões feito pelo presidente Joe Biden em abril de 2023.</p>
<p>Segundo a embaixada norte-americana,  Biden continua trabalhando com o Congresso norte-americano para solicitar e garantir o financiamento restante para o Fundo Amazônia e atividades relacionadas até 2028.De acodo com Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), desde sua retomada, os novos contratos de doação ao Fundo Amazônia somam aproximadamente R$ 1,4 bilhões, além do anúncio de intenções de doações no montante de aproximadamente R$ 3,1 bilhões ao câmbio atual.</p>
<blockquote><p>“Esta nova doação do governo norte-americano reforça seu entendimento de que a agenda de combate ao desmatamento do governo brasileiro vem apresentando resultados. Esperamos que o fluxo de recursos dos EUA siga constante ao longo dos próximos anos” disse a diretora socioambiental do BNDES, Tereza Campello.</p></blockquote>
<p>O Fundo Amazônia prevê o apoio não reembolsável a ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal. Até 20% dos recursos podem ser aplicados no desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento em outros biomas brasileiros e em outros países tropicais.</p>
<p>Criado em 2008, o Fundo já conta com 7 doadores, dos quais 6 são governos estrangeiros, o que demonstra a confiança da comunidade internacional na agenda de combate ao desmatamento e apoio ao desenvolvimento sustentável do governo brasileiro.</p>
<p>Já são 114 projetos apoiados, em um investimento total de cerca de R$ 2,5 bilhões. As ações apoiadas já beneficiaram aproximadamente 239 mil pessoas com atividades produtivas sustentáveis cujas receitas obtidas com a comercialização de produtos atingiram R$ 317 milhões, além de 101 terras indígenas na Amazônia e 196 unidades de conservação apoiadas que resultaram em mais de 74 milhões de hectares de áreas protegidas e com gestão fortalecida (Tis e UCs).</p>
<p>No<a href="https://bra01.safelinks.protection.outlook.com/?url=http%3A%2F%2Fwww.fundoamazonia.gov.br%2F&amp;data=05%7C02%7Cdaniel.sincora%40bndes.gov.br%7C219c80bf32c142b0a46d08dcb87b433c%7C7e2324c66925427eb56d4e6eda16752a%7C0%7C0%7C638588087011988853%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=ctzlKIqfb6KLe2dIls35XNR5y%2F1U65LdEPa4%2BOVVOeI%3D&amp;reserved=0" target="_blank" rel="noopener"> site</a> do Fundo Amazônia reúne informações detalhadas sobre todos os <a href="https://bra01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fwww.fundoamazonia.gov.br%2Fpt%2Fprojetos-apoiados%2F&amp;data=05%7C02%7Cdaniel.sincora%40bndes.gov.br%7C219c80bf32c142b0a46d08dcb87b433c%7C7e2324c66925427eb56d4e6eda16752a%7C0%7C0%7C638588087012004678%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=VnXrEOW0rLzIpYAS4OIvX%2B2jPfYNnKe8UgRafBDDGAU%3D&amp;reserved=0" target="_blank" rel="noopener">114 projetos apoiados</a>, bem como os seus contratos. Nele, o BNDES publica, periodicamente, relatórios anuais de atividades, informes sobre a carteira de projetos e informações acerca da execução dos projetos, possibilitando que todos os interessados acompanhem as atividades desenvolvidas com os recursos do Fundo.</p>
<p>No site também estão também disponíveis os resultados dos diferentes tipos de avaliação aos quais o Fundo Amazônia já foi submetido, e os relatórios de auditoria externa independente produzidos, anualmente, com relação ao Fundo.</p>
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		<title>EUA querem sanções contra quem desmata Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 14:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[crime ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/novo-progresso-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governo dos Estados Unidos quer usar uma lei de 2012, que impõe sanções a pessoas acusadas de corrupção e abusos dos Direitos Humanos em outros países, para atacar os criminosos ambientais que promovem o desmatamento da Amazônia brasileira. De acordo com a agência de notícias Reuters, a ideia da Casa Branca é aproveitar as [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/novo-progresso-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governo dos Estados Unidos quer usar uma lei de 2012, que impõe sanções a pessoas acusadas de corrupção e abusos dos Direitos Humanos em outros países, para atacar os criminosos ambientais que promovem o desmatamento da Amazônia brasileira.</p>
<p>De acordo com a agência de notícias <a href="https://www.reuters.com/article/usa-brazil-environment-exclusive/exclusive-u-s-aims-to-sanction-brazil-deforesters-adding-bite-to-climate-fight-idUSKBN2SD0FV" target="_blank" rel="noopener">Reuters</a>, a ideia da Casa Branca é aproveitar as ferramentas do <i>Magnitsky Act</i>, como congelamento de ativos, restrição de negócios e proibição de entrada nos EUA, dando mais força política ao esforço de proteção da floresta amazônica.</p>
<p>O plano ainda estaria em estágio inicial, com agentes dos Departamentos de Estado e do Tesouro dos EUA mapeando os caminhos para identificar pessoas e empresas relacionadas com a derrubada da floresta no Brasil. Um precedente para o caso aconteceu em 2019, quando o governo norte-americano utilizou o <i>Magnitsky Act</i> para sancionar o empresário Try Pheap, envolvido com um esquema de extração ilegal de madeira em grande escala no Camboja.</p>
<p>Ainda sobre sanções internacionais, o Parlamento Europeu segue discutindo a nova legislação que criou restrições à importação de <i>commodities</i> agrícolas associadas ao desmatamento. O texto aprovado em setembro prevê a aplicação dessa exigência para produtos vindos de regiões com florestas conforme a definição da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura  (FAO) – o que desconsidera a maior parte dos biomas brasileiros.</p>
<p>Por conta disso, grupos indígenas e quilombolas brasileiros estão conversando com europarlamentares para pedir a inclusão de todas as fitofisionomias e os biomas brasileiros na nova lei.</p>
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		<title>Seguro do INMET pode auxiliar produtores rurais a avaliarem risco climático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 18:48:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[risco climático]]></category>
		<category><![CDATA[seguro paramétrico]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/risco-climatico-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Diante das mudanças climáticas e seu impacto ambiental, a Securities and Exchange Commission (SEC), instituição que regula o mercado de capitais dos Estados Unidos, apresentou em março uma proposta que obrigará as empresas de capital aberto e instituições financeiras a divulgarem informações sobre emissões de gases do efeito estufa e riscos climáticos. Mas o que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/risco-climatico-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Diante das mudanças climáticas e seu impacto ambiental, a Securities and Exchange Commission (SEC), instituição que regula o mercado de capitais dos Estados Unidos, apresentou em março uma proposta que obrigará as empresas de capital aberto e instituições financeiras a divulgarem informações sobre emissões de gases do efeito estufa e riscos climáticos. Mas o que isso tem a ver com o Brasil?</p>
<p>Muito. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) trabalhou nos últimos meses no Seguro Paramétrico, o chamado “SIM-INMET”, em que a <a href="https://portal.inmet.gov.br/noticias/inmet-firma-a-primeira-ap%C3%B3lice-do-seguro-param%C3%A9trico-sim-inmet-para-produ%C3%A7%C3%A3o-de-cacau-do-sul-da-bahia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seguradora</a>, o cliente e o corretor acordam um parâmetro que vai disparar o gatilho de cobertura da apólice do seguro.</p>
<p>Esse parâmetro é ligado a variáveis climáticas, como por exemplo, excesso ou falta de chuva ou de vento ou ainda variações não esperadas em níveis de temperatura. O contrato de seguro define o período em que o parâmetro precisa ser atingido, a localização de cobertura e as informações climáticas do INMET.</p>
<p>Se, durante o período de vigência da apólice, o parâmetro for atingido, a indenização é feita conforme o contratado.</p>
<p>O INMET também tem apoiado empresas do agronegócio a realizarem uma Análise Gestão de Risco Climático personalizada por meio do sistema de previsão climática do INMET e a escolha de indicadores econômicos/climáticos que reduzem os impactos negativos das mudanças climáticas.</p>
<p>Na visão do coordenador-geral de Modelagem Numérica do INMET, Paulo Costa, “a construção dos indicadores a partir dos dados do INMET reduz perdas patrimoniais e de produtividade, o que ainda preserva vidas.”</p>
<p>A ferramenta está sendo utilizada por produtores de cacau do sul da Bahia, em parceria com a NEWE Seguros S.A., a Wiz Corporate Partners, a Dengo Chocolates e ZCO2/BlockC, juntamente com o apoio do Instituto Arapyaú.</p>
<h3>Exigência dos EUA</h3>
<p>Além da obrigatoriedade na divulgação de emissões, as empresas, de acordo com a nova norma da SEC, também deverão relatar os riscos relacionados ao clima que possam impactar seus negócios ou demonstrações financeiras.</p>
<p>A atitude se deve ao risco à estabilidade financeira e economia, uma vez que, segundo dados do <a href="https://www.weforum.org/reports/global-risks-report-2022" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fórum Econômico Mundial</a>, o clima extremo se apresenta como o segundo maior risco global para os próximos dez anos.</p>
<p>Segundo a <a href="https://www.sec.gov/news/press-release/2022-46" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resolução</a>, a divulgação do risco climático irá abranger dois tipos de risco: físico e de transição.</p>
<p>O primeiro, inclui eventos climáticos extremos, aumento do nível do mar e mudanças nos padrões climáticos.</p>
<p>Já o segundo está ligado às emissões de efeito estufa, como as emissões diretas e indiretas de uma empresa, a quantidade total de ativos relacionados a combustíveis fósseis e o impacto na avaliação da política e legislação sobre mudanças climáticas.</p>
<p><em>Fonte: INMET</em></p>
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		<title>COP26: EUA e China falam em banir importação de áreas com desmatamento ilegal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 20:11:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[COP26]]></category>
		<category><![CDATA[declaração]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/CHINA-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Estados Unidos e China deram as mãos nesta reta final da Conferência do Clima da ONU (COP26) por meio de uma declaração conjunta divulgada nesta quarta-feira, 10/11, na qual anunciam apoio ao movimento global pela eliminação do desmatamento ilegal, com aplicação de leis para banir importação de produtos oriundos dessas áreas desmatadas ilegalmente. &#8220;Reconhecendo que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/CHINA-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Estados Unidos e China deram as mãos nesta reta final da Conferência do Clima da ONU (COP26) por meio de uma declaração conjunta divulgada nesta quarta-feira, 10/11, na qual anunciam apoio ao movimento global pela eliminação do desmatamento ilegal, com aplicação de leis para banir importação de produtos oriundos dessas áreas desmatadas ilegalmente.</p>
<blockquote>
<p class="p1">&#8220;Reconhecendo que a eliminação do desmatamento ilegal global contribuiria significativamente para o esforço de atingir as metas de Paris, os dois países acolhem com satisfação a Declaração dos Líderes de Glasgow sobre Florestas e Uso da Terra. Os dois lados pretendem se engajar de forma colaborativa no apoio à eliminação do desmatamento ilegal global por meio da aplicação efetiva de suas respectivas leis de proibição de importações ilegais&#8221;, diz o documento.</p>
</blockquote>
<p>Na declaração, os dois países também se comprometem a controlar suas emissões de metano, gás do efeito estufa várias vezes mais potente que o dióxido de carbono. A agricultura é a fonte predominante. Os EUA, no entanto, já faziam parte dos 80 países que assinaram uma carta de intenção, elaborada por eles e pela União Europeia (UE), com a promessa de reduzir as emissões de metano em 30% até 2030.</p>
<p>Já a China pretende desenvolver um Plano de Ação Nacional &#8220;abrangente e ambicioso sobre o metano com o objetivo de alcançar um efeito significativo no controle e redução das emissões de metano na década de 2020&#8221;.</p>
<blockquote>
<p class="p1">&#8220;Os dois países pretendem cooperar para melhorar a medição das emissões de metano; trocar informações sobre suas respectivas políticas e programas para fortalecer a gestão e o controle do metano; e para fomentar a pesquisa conjunta sobre os desafios e soluções para a redução das emissões de metano&#8221;.</p>
</blockquote>
<p class="p1">Os dois países pretendem convocar uma reunião no primeiro semestre de 2022 para falar dos detalhes do aprimoramento da medição e mitigação do metano.<span class="Apple-converted-space"> Mais assertivo que a China, os EUA </span>estabeleceram uma meta de alcançar eletricidade 100% livre de poluição de carbono até 2035.</p>
<p>Também afirmam no documento que mantêm os objetivos com o Acordo de Paris, de 2015, de manter o aumento da temperatura média global bem abaixo de 2°C e prosseguir os esforços para limitá-lo a 1,5°C, com perspectiva de atualizar suas metas até 2030.</p>
<p>Com esse documento, as duas maiores economias do mundo contribuem um pouco mais para que a COP26 tenha um desfecho bem-sucedido, afinal, o mundo dos negócios já estabeleceu uma barreira, com base nos valores do mercado, contra produtos de exportação que saem de áreas desmatadas. Além do que, quem desmata, tem acesso restrito a financiamento e crédito entre instituições bancárias.</p>
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		<title>John Kerry faz reunião com governadores da Amazônia Legal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 21:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Consórcio Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Helder Barbalho]]></category>
		<category><![CDATA[John Kerry]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Recuperação Verde]]></category>
		<category><![CDATA[videoconferência]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/07/kerry-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O enviado presidencial para o clima do governo dos Estados Unidos (EUA), John Kerry, participa de videoconferência, nesta sexta-feira (30/7), às 16h, com dois representantes do Consórcio Amazônia Legal, os governadores Helder Barbalho (PA) e Flávio Dino (MA), e com um governador do Sudeste, Renato Casagrande (ES). De acordo com o governo paraense, a pauta [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/07/kerry-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O enviado presidencial para o clima do governo dos Estados Unidos (EUA), John Kerry, participa de videoconferência, nesta sexta-feira (30/7), às 16h, com dois representantes do Consórcio Amazônia Legal, os governadores Helder Barbalho (PA) e Flávio Dino (MA), e com um governador do Sudeste, Renato Casagrande (ES).</p>
<p>De acordo com o governo paraense, a pauta terá como foco o Plano de Recuperação Verde (PRV), que é uma estratégia de desenvolvimento regional para estimular a adoção de uma economia de baixo carbono que seja compatível com o combate às desigualdades, a geração de emprego e renda e o crescimento econômico sustentável.</p>
<p>“A Amazônia precisa de fiscalização e sanções contra crimes. Mas sobretudo de investimentos verdes. 30 milhões de pessoas que moram na Amazônia precisam de oportunidades e de apoio para atividades que protejam a floresta. É o que o Plano de Recuperação Verde propõe”, afirmou Flávio Dino, atual presidente do Consórcio Amazônia Legal.</p>
<p>Os projetos do PRV vão abranger quatro eixos principais: freio ao desmatamento ilegal, produção sustentável, infraestrutura verde e inovação e capacitação. Cada eixo se desdobra em programas regionais, mas a avaliação da carteira de projetos e sua distribuição entre os estados levarão em conta o impacto ambiental e socioeconômico de cada um deles, a partir de uma metodologia pré-definida.</p>
<p>Para a fase inicial do projeto foi estimado um orçamento de R$ 1,5 bilhão, a ser dividido entre os quatro eixos, em projetos estaduais e regionais.</p>
<p>Para alcançar o montante para a primeira fase, o Consórcio Amazônia Legal pretende estabelecer parcerias com o setor privado nacional, buscar financiamento de bancos de fomento e fundos, como o Fundo Constitucional do Norte (operado pelo Banco da Amazônia), além de atuar junto aos órgãos competentes para destravar o Fundo Amazônia (gerido pelo BNDES), que possui cerca de R$ 2 bilhões, mas que atualmente estão bloqueados.</p>
<p>Em fevereiro deste ano, Kerry participou de sua primeira videoconferência com duas autoridades do governo brasileiro desde que o governo do presidente John Biden assumiu a Casa Branca. A dupla de brasileiros já não faz parte do governo federal, o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles e o ex-embaixador Ernesto Araújo.</p>
<p>Biden assumiu o cargo de presidente em janeiro com um forte discurso de proteção ambiental global, com promessa de ajuda financeira a países com metas estabelecidas de combate ao desmatamento.</p>
<p>Kerry, na mesma linha, declarou nesta semana, durante evento em Londres, que o foco do governo norte-americano nessa área é levantar ações práticas de governo, e não planos, que mantenham a floresta de pé. Também enfatizou que a &#8220;batalha ambiental será política&#8221;, que &#8220;há políticos e governantes que não querem escutar os apelos climáticos&#8221;, que o futuro está na energia eólica e solar, que há países, sem citar nomes, &#8220;removendo o pulmão do mundo&#8221; e que, como na Segunda Guerra Mundial, é preciso uma união global para frear já o desmatamento no mundo.</p>
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