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	<title>etanol &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Com investimento de R$ 2 bilhões, Pará terá refinaria de etanol de milho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 16:24:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/07/milho-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os Grupos Mafra e CMAA anunciaram a criação da joint venture Grão Pará Bioenergia para a construção de uma refinaria de biocombustíveis em Redenção, no sudeste do Pará. O foco principal é a produção de etanol de milho. Os investimentos superam R$ 2 bilhões até 2029, sendo que R$ 600 milhões já serão alocados neste [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/07/milho-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os Grupos Mafra e CMAA anunciaram a criação da joint venture Grão Pará Bioenergia para a construção de uma refinaria de biocombustíveis em Redenção, no sudeste do Pará. O foco principal é a produção de etanol de milho. Os investimentos superam R$ 2 bilhões até 2029, sendo que R$ 600 milhões já serão alocados neste ano.</p>
<p>O projeto prevê a geração de 600 empregos diretos e 3 mil indiretos, além de fomentar a produção agrícola e florestal na região. A indústria irá utilizar o milho e outros grãos como matéria-prima básica para a produção de etanol, que é considerado uma fonte de energia renovável e menos poluente do que os combustíveis fósseis. A previsão é de que a industrialização seja iniciada em 18 meses, aproveitando a segunda safra de 2025 do milho.</p>
<blockquote><p>&#8220;São essas as agendas que estarão a nos desafiar, a agenda da floresta, a agenda da produção energética. São agendas diversas em que cada um pode apresentar as suas soluções&#8221;, completa Helder Barbalho.</p></blockquote>
<p>O investimento de 2 bilhões de reais na construção da refinaria poderá movimentar a economia local, gerando renda e oportunidades de negócios para os mais diversos setores envolvidos, como a construção civil, o transporte, o comércio, os serviços, entre outros. A indústria também tem potencial de aumentar a arrecadação de impostos para o estado.</p>
<p>A Grão Pará Bioenergia é formada pelo Grupo Mafra, fundador da Viveo e presente no Pará há 20 anos com agropecuária; e o Grupo CMAA, que atua no setor sucroalcooleiro, com três usinas em Minas Gerais. O presidente executivo será Flávio Inoue.</p>
<p>Os empresários ressaltaram as vantagens competitivas do Pará com a implantação da indústria de etanol de milho. O Brasil é o segundo maior produtor de etanol (ranking liderado pelos Estados Unidos). Na safra 2022/23, o volume produzido atingiu 31,2 bilhões de litros.</p>
<blockquote><p>&#8220;Acreditamos muito no potencial da agricultura sustentável no estado do Pará. O Pará se tornará uma grande fronteira de produção agrícola e pecuária sustentável do Brasil. Entendemos que a oferta de milho, que é a principal matéria prima de nossa indústria, vai ser cada vez mais abundante na região. Também acreditamos que o consumo local de toda a região Norte, de etanol, será muito beneficiado com nossa indústria local. Como faremos tudo isso de forma sustentável e balanceada, este desenvolvimento será positivo para o Estado e atrativo para todos os mercados&#8221;, afirma Carlos Mafra Júnior.</p></blockquote>
<h3><strong>Energia renovável</strong></h3>
<p>O etanol de milho é uma fonte de energia renovável que não depende de recursos finitos. O etanol de milho pode substituir parte da demanda de gasolina e contribuir para a redução da dependência externa de combustíveis fósseis. Além disso, o etanol de milho pode ser utilizado em motores flex, que são comuns no Brasil, e em veículos elétricos híbridos, que são uma tendência mundial.</p>
<blockquote><p>&#8220;A pauta de sustentabilidade, que é uma pauta relevante do governo do Estado atual, converge totalmente com a estratégia de investimentos do grupo Mafra e do grupo CMAA. Isso agrega altíssimo valor na produção em áreas já antropizadas, através de transformação das áreas de pastagens degradadas em agricultura. Intensificando a produção pecuária e agrícola, com zero  necessidade de abertura de novas áreas e preservando as reservas de florestas nativas&#8221;, afirma Carlos Mafra Júnior.</p></blockquote>
<p>Outra vantagem, de acordo com o empresário, é que o etanol de milho poderá &#8220;ser mais barato de se produzir localmente.  &#8220;Esses fatores certamente irão se refletir no preço para o consumidor final, que poderá economizar na hora de abastecer o seu veículo, com um combustível melhor, sustentável, verde e do próprio Estado”, completa.</p>
<h3>Agropecuária</h3>
<p>O projeto deverá fomentar a produção agrícola regional, principalmente o milho, que é a principal matéria-prima para a produção do etanol. A indústria irá demandar mais de 1,5 milhão de toneladas de milho por ano, o que incentivará os agricultores a aumentarem a área plantada e a produtividade. A soja também será beneficiada, pois é uma cultura que se alterna bem com o milho, aproveitando a mesma área e os mesmos insumos. A soja poderá ser utilizada para a produção de biodiesel, outro biocombustível que pode ser produzido na refinaria.</p>
<p>O cultivo de floresta de eucalipto será promovido pelo projeto, que fornecerá a biomassa necessária para a geração de vapor e energia elétrica na refinaria. A biomassa é uma fonte de energia renovável e limpa, que aproveita os resíduos da madeira e reduz o consumo de combustíveis fósseis. O cultivo de eucalipto também traz benefícios ambientais, como a recuperação de áreas degradadas, a proteção do solo, a conservação da água, sequestro de carbono, etc.</p>
<p>O projeto também oferecerá um serviço de engorda de bovinos para pecuaristas parceiros, que poderão utilizar a estrutura da refinaria para confinar os seus animais. O sistema de engorda de bovino, conhecido como boitel, consiste em alimentar os animais com uma dieta balanceada e rica em proteína, que aumenta o seu peso e a sua qualidade. O principal insumo para o confinamento de bovinos é o DDG, que é um produto da produção de etanol de milho &#8211; DDGs (dry distillers grains), grãos secos de destilaria.</p>
<p><em>Com Agência Pará</em></p>
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		<title>Mundo precisa de 40 &#8216;Amazônias&#8217; para neutralizar emissões de carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 17:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[etanol]]></category>
		<category><![CDATA[gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[UBS]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/amazoniaubs-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Conferência do Clima da ONU (COP26) termina nesta sexta-feira, 12/11, com um pacote de acordos para que o mundo emita menos gases de efeito estufa e o Brasil mantenha sua Amazônia em pé. Nosso país deve se orgulhar, sim, de emitir menos CO2 que as maiores economias globais. Esse exemplo vem do fato de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/amazoniaubs-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Conferência do Clima da ONU (COP26) termina nesta sexta-feira, 12/11, com um pacote de acordos para que o mundo emita menos gases de efeito estufa e o Brasil mantenha sua Amazônia em pé. Nosso país deve se orgulhar, sim, de emitir menos CO2 que as maiores economias globais.</p>
<p>Esse exemplo vem do fato de o Brasil gerar a maior parte de sua energia (69%) de uma fonte que polui menos o meio ambiente, as hidrelétricas, não que isso signifique que esse sistema não traga impactos sociais e ambientais &#8211; nós vimos que os povos indígenas criticaram bastante, na semana passada, o fato de não serem consultados nos debates de instalações de hidrelétricas na vizinhança ou dentro de seus territórios, conforme você lê <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cop26-liderancas-indigenas-cobram-participacao-nos-debates-com-hidreletricas/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>Mas não só as hidrelétricas colocam o Brasil como exemplo número 1 de geração de energia limpa no mundo. O uso de outras fontes renováveis, incluindo eólica e solar, também cresceu significativamente. A solar passou de 0,1% da matriz elétrica em 2016 para 1,3% em 2020. A evolução da eólica tem sido ainda maior. O Brasil passou de 0,4% em 2010 para 9,4% em 2020. No geral, 86% da eletricidade produzida no Brasil vem de uma fonte de baixo carbono. Excluindo a geração nuclear, o total é de 84%. Nesse quesito, o Brasil é mais limpo que o Canadá (68%), Alemanha (45%), China (29%) e EUA (20%).</p>
<p>Para se ter ideia, o mundo precisa de 40 florestas tropicais amazônicas para neutralizar emissões de CO2 no processo de geração de energia. A China precisa de 15 &#8220;Amazônias&#8221;, os EUA precisam de 5 e a Índia precisa de 3. Enquanto isso, a matriz energética do Brasil requer apenas 30% de um floresta amazônica, segundo um relatório elaborado e divulgado no final de outubro pelo banco de investimento UBS em parceria com o Banco do Brasil.</p>
<h3>Na contramão</h3>
<p>O lado ruim da história é que, na contramão do mundo, o Brasil tem facilitado agora a vida de quem produz energia gerada com combustível fóssil, como petróleo, por exemplo. Nosso país se comprometeu a reduzir sua emissão de gases de efeito estufa em 50% até 2030 e neutralizá-la até 2050, mas esse compromisso se choca com as tentativas atuais do governo federal de diminuir o valor do diesel e da gasolina. Uma das medidas para se alcançar essa meta foi o congelamento do ICMS do diesel por 90 dias, além da diminuição do biodiesel na mistura do diesel. Essas medidas tentam acalmar o país, especialmente os caminhoneiros, diante das altas constantes nos preços dos combustíveis.</p>
<p>Segundo dados da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), assim como observado nos combustíveis leves, a demanda por diesel segue muito aquecida, e em setembro de 2021, o volume vendido cresceu 3,4% sobre o resultado observado em mesmo mês de 2020, atingindo 5,4 bilhões de litros. Volume, inclusive, 10,7% superior ao registrado em setembro de 2019.</p>
<p>No acumulado de janeiro a setembro de 2021, o consumo de diesel totalizou 46,45 bilhões de litros, com um significativo aumento de 9,7% em relação ao mesmo período ao ano anterior.</p>
<p>Outro dado desanimador nesse contexto é o fato de o etanol, biocombustível renovável extraído da cana-de-açúcar, ser menos usado que a gasolina no Brasil. Só compensa quando o etanol não custa mais de 70% do que a gasolina, mas, a média brasileira considerando todos os Estados, está na casa dos 84%. De acordo com a entidade, Goiás seria o Estado onde o uso do etanol mais compensaria financeiramente o setor, pois o preço do etanol é 72,9% superior ao do combustível fóssil. O pior, Amapá, com índice de 106,2% mais caro que a gasolina.</p>
<p>Nesse cálculo que desfavorece o etanol é que na primeira quinzena de outubro, a moagem de cana-de-açúcar caiu. Alcançou 19,69 milhões de toneladas, o que representou uma baixa de 46,77% quando comparada com o mesmo período da safra de 2020/2021 — 36,99 milhões de toneladas. Com isso, o preço tende a subir diante de menos oferta.</p>
<p>Nessa primeira quinzena de outubro, as unidades produtoras do Centro-Sul comercializaram um total de 1,04 bilhão de litros de etanol, registrando retração de 20,16% em relação ao mesmo período da safra 2020/2021. Do total comercializado no período, 29,98 milhões de litros foram destinados para o mercado externo e 1,01 bilhão de litros vendidos domesticamente.</p>
<p>No mercado interno, as vendas de etanol hidratado alcançaram 575,25 milhões de litros, o que representa uma redução substancial de 34,31% sobre o montante apurado no mesmo período da última safra (875,61 milhões de litros). A quantidade comercializada de etanol anidro, por sua vez, segue em trajetória ascendente com variação positiva de 21,9%, com 431,36 milhões de litros vendidos em 2021 contra 353,88 milhões de litros em 2020.</p>
<p>Para você que chegou até aqui, ainda acrescentamos que o Brasil ocupa o primeiro lugar entre os 15 países que detêm o maior potencial para estocar carbono no mundo, o que pode fazer do nosso país, especialmente o Pará, num líder no chamado mercado de carbono.</p>
<p><em>Fonte: Com doados do banco de investimento UBS e Unica</em></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/cop26-entenda-por-que-o-brasil-pode-liderar-mercado-de-carbono-no-mundo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>COP26: Entenda por que o Brasil pode liderar mercado de carbono no mundo</strong></a></p>
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