<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>estudo &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/estudo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Tue, 17 Jun 2025 18:55:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>estudo &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Foz do Amazonas é supersensível a óleo e exploração precisa de dados científicos</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/foz-do-amazonas-e-supersensivel-a-oleo-e-exploracao-precisa-de-dados-cientificos-destacam-especialistas/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/foz-do-amazonas-e-supersensivel-a-oleo-e-exploracao-precisa-de-dados-cientificos-destacam-especialistas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 14:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=29713</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/foz-do-Amazonas-8-paises-afetados-810x540-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Desde 2016, o governo dispõe de um atlas que mapeia a vulnerabilidade da bacia da foz do Amazonas a um derramamento de petróleo. O documento aponta uma capacidade altíssima de ecossistemas da região da foz de absorverem hidrocarbonetos; uma extrema sensibilidade da costa a óleo; e uma altíssima dificuldade de limpeza de manguezais, abundantes na região, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/foz-do-Amazonas-8-paises-afetados-810x540-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Desde 2016, o governo dispõe de um atlas que mapeia a vulnerabilidade da bacia da foz do Amazonas a um derramamento de petróleo. O documento aponta uma capacidade altíssima de ecossistemas da região da foz de absorverem hidrocarbonetos; uma extrema sensibilidade da costa a óleo; e uma altíssima dificuldade de limpeza de manguezais, abundantes na região, e de florestas de várzea, áreas úmidas e praias, em caso de vazamentos.</p>
<p>O documento – chamado “carta de sensibilidade ambiental a derramamento de óleo” – foi concluído em 2016, lembra Vinicius Sassine na <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/07/foz-do-amazonas-e-supersensivel-a-oleo-e-exploracao-carece-de-dados-cientificos-dizem-pesquisadores.shtml" target="_blank" rel="noopener">Folha</a>. O atlas foi elaborado por pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi, da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (IEPA). Sua existência foi lembrada por cientistas durante a 76ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Belém, na semana passada.</p>
<p>Para Nilson Gabas Júnior, diretor do Museu Emílio Goeldi, não é possível tomar decisões sobre exploração de petróleo na região sem dados científicos que embasem essas decisões. E a foz do Amazonas carece de estudos que mapeiem sua própria biodiversidade, disse ele.</p>
<p>Pouco se sabe ainda sobre o que está abaixo da água, afirmou Edvin Neto, da UFPA. “Na questão subaquática, não temos mapeamento de espécies e recursos pesqueiros”. Faltam elementos técnicos suficientes, por exemplo, para a definição do defeso de espécies de peixes da região da foz do Amazonas.</p>
<p>Também na reunião da SBPC, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, voltou a lembrar que a decisão sobre o pedido de licença da Petrobras para perfurar um poço de exploração de combustíveis fósseis no bloco FZA-M-59, na foz, é técnica, e não política, informa o <a href="https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2024/07/13/marina-silva-diz-que-decisoes-sobre-exploracao-de-petroleo-na-margem-equatorial-sao-tecnicas-em-evento-em-belem-e-assim-que-tem-que-ser.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1</a>. Isso vale para qualquer licenciamento para explorar petróleo e gás fóssil nas demais bacias da margem equatorial, faixa litorânea que vai do Rio Grande do Norte ao Amapá.</p>
<p>A ministra lembrou que quem decide se o País vai continuar explorando combustíveis fósseis ou não é o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). A pasta de Marina integra o colegiado, mas sua presidência fica a cargo do Ministério de Minas e Energia (MME) – que, como se sabe, defende a extração de petróleo no país, inclusive na foz do Amazonas.</p>
<p>Por isso, é preocupante que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) inclua as bacias da margem equatorial entre as prioridades de seu cronograma de estudos geológicos e econômicos para 2025. O órgão regulador fará estudos para avaliar o potencial petrolífero da região, informam <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2024/07/anp-estuda-voltar-a-oferecer-areas-exploratorias-na-margem-equatorial.shtml" target="_blank" rel="noopener">Folha</a> e <a href="https://petronoticias.com.br/anp-marca-datas-para-realizar-avaliacoes-geologicas-de-pelotas-e-da-margem-equatorial/" target="_blank" rel="noopener">Petronotícias</a>.</p>
<p>A decisão da diretoria da ANP ocorreu na quinta-feira, 11, dia seguinte a uma reunião do presidente Lula com os ministros de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e do Meio Ambiente, Marina Silva, além do presidente do IBAMA, Rodrigo Agostinho. E na sexta-feira, 12, o Ministério de Minas e Energia abriu <a href="https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/mme-abre-consulta-publica-em-busca-de-maior-transparencia-nas-diretrizes-de-licenciamento-ambiental-para-o-setor-de-petroleo-e-gas-natural" target="_blank" rel="noopener">consulta pública</a> sobre o licenciamento ambiental do setor de petróleo e gás fóssil, detalha o <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2024/07/15/bacias-de-petroleo-da-margem-equatorial-entram-na-mira-de-leiloes-da-anp-para-2025.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Valor</a>. Licenciamento que, lembre-se, não é atribuição da pasta.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/foz-do-amazonas-e-supersensivel-a-oleo-e-exploracao-precisa-de-dados-cientificos-destacam-especialistas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COP27: Pará pode gerar US$ 5 bilhões associados à bioeconomia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/cop27-para-pode-gerar-us-5-bilhoes-associados-a-bioeconomia/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/cop27-para-pode-gerar-us-5-bilhoes-associados-a-bioeconomia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2022 20:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[IPAM]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=13222</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/ipam-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pesquisadores brasileiros na COP27, a Conferência do Clima das Nações Unidas, avaliaram o potencial da bioeconomia para a Amazônia no painel Da ciência à ação: Bioeconomia como alternativa para o desenvolvimento sustentável da Amazônia, realizado no espaço do Brazil Climate Action Hub na conferência do clima na terça-feira (15). Coautora de um estudo que elenca princípios [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/ipam-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pesquisadores brasileiros na COP27, a Conferência do Clima das Nações Unidas, avaliaram o potencial da bioeconomia para a Amazônia no painel <a href="https://www.brazilclimatehub.org/da-ciencia-a-acao-bioeconomia-como-alternativa-para-o-desenvolvimento-sustentavel-da-amazonia-v/?playlist=e298186&amp;video=352040e" target="_blank" rel="noopener">Da ciência à ação: Bioeconomia como alternativa para o desenvolvimento sustentável da Amazônia</a>, realizado no espaço do Brazil Climate Action Hub na conferência do clima na terça-feira (15).</p>
<p>Coautora de um <a href="https://ipam.org.br/para-alem-de-ideias-importadas-a-bioeconomia-deve-servir-as-vozes-da-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> que elenca princípios orientadores para uma bioeconomia da Amazônia, Patrícia PInho, diretora-adjunta de pesquisa no IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), afirmou que só o estado do Pará pode produzir mais de US$ 5 bilhões em recursos financeiros associados à bioeconomia.</p>
<p>Ela elencou os princípios orientadores para uma bioeconomia da Amazônia, em consideração às complexidades territoriais, culturas e aos conhecimentos ancestrais da região. São eles: desmatamento zero; diversificação dos métodos de produção em resposta ao sistema de monocultura; fortalecimento de práticas milenares amazônidas; e repartição justa dos benefícios.</p>
<blockquote><p>“Se a gente não tiver todos esses pilares, não seremos capazes de evitar o ponto de não retorno na Amazônia. Devemos transcender a visão sobre a Amazônia como provedora global da estabilidade climática e de <em>commodities</em>. Há um potencial enorme para ser desenvolvido. Só o estado do Pará pode produzir mais de 5 bilhões de dólares em recursos financeiros associados à bioeconomia. É necessário endereçar as múltiplas desigualdades como a gente tem, de alta pobreza, desigualdade étnica, racial, de gênero, mantendo, assim, a floresta de pé e assegurando os direitos da população”, afirmou Pinho.</p></blockquote>
<p>O ponto de não retorno, ou ponto de inflexão da Amazônia, será alcançado se o bioma perder 25% da vegetação florestal. A partir daí, as consequências serão irreversíveis e caminham para um estado de degradação com perda de interações entre fauna e flora, de provisão de alimentos e plantas medicinais para humanos, e de serviços ecossistêmicos prestados pela floresta como equilíbrio dos ciclos da água e do carbono, por exemplo. Até 2021, cerca de 17% da Amazônia já havia sido desmatado, segundo o <a href="https://brasil.mapbiomas.org/" target="_blank" rel="noopener">MapBiomas</a>.</p>
<blockquote><p>“É central que os benefícios econômicos e não econômicos sejam compartilhados com a população indígena e tradicional, e que essas pessoas sejam novamente protagonistas desse desenvolvimento. Nesse sentido, a governança tem um papel crítico para alavancar a proteção de povos e a repartição de benefícios de forma igualitária, para promovermos genuinamente um desenvolvimento que seja sustentável, uma proteção socioecológica e uma resiliência climática”, complementou a diretora-adjunta de pesquisa.</p></blockquote>
<h3><strong>Proteção de territórios</strong></h3>
<p>As produções de castanha, cacau, açaí e borracha foram algumas das destacadas por Angela Mendes, filha do ex-seringueiro e ambientalista Chico Mendes, sobre o trabalho feito em reservas extrativistas na Amazônia brasileira. Ela destacou a importância da proteção dos territórios nos quais as populações indígenas, tradicionais e extrativistas trabalham.</p>
<blockquote><p>“Para falar de sociobioeconomia tem que falar de cuidado com o territorio. Território que, inclusive, foi a causa do assassinato do meu pai, as reservas extrativistas. Hoje, são cerca de 80 no Brasil, que deveriam ser protegidas pelo governo federal, mas, nos últimos anos, foram violentadas e atacadas. O desmatamento vem batendo recorde. Então precisamos falar da garantia dos territórios, para garantir também as pessoas nesses territórios, que são tão fundamentais para o combate à crise climática que a gente vive”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Terras públicas como reservas extrativistas, unidades de conservação e territórios indígenas têm mais da metade (<a href="https://ipam.org.br/desmatamento-na-amazonia-cresceu-566-sob-governo-bolsonaro/" target="_blank" rel="noopener">51%</a>) do desmatamento ocorrido entre 2018 e 2021. Somente em 2021, a área desmatada na Amazônia Legal teve o maior aumento desde 2006: foram 13.038 km² de floresta derrubados.</p>
<h3>Quentura</h3>
<p>O desmatamento é a maior fonte de emissões de gases do efeito estufa no Brasil: causam o superaquecimento global e acarretam no cenário de emergência climática atual. Só a <a href="https://ipam.org.br/chave-na-cop27-amazonia-tem-77-das-emissoes-por-desmate-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Amazônia concentra 77% das emissões brasileiras</a> por conta do desmatamento e do fogo associado a essa atividade. Florestas e outros tipos de vegetação guardam grandes estoques de carbono, um dos gases do efeito superaquecedor. Com o desmatamento de vegetações nativas e a degradação da área no entorno de queimadas associadas ao desmate, todo o carbono acumulado nas raízes e na estrutura das árvores e plantas retorna para a atmosfera. Por isso, é importante mantê-las vivas, tanto para a sobrevivência da sociobiodiversidade, quanto para o equilíbrio climático do planeta.</p>
<blockquote><p>“A gente sabe que por mais que a gente tenha acabado de eleger um presidente que tem compromisso com essas populações e seus territórios, ainda assim, todos os dias aparecem projetos de lei que permitem mineração e liberam desmatamento. Os desafios serão muito grandes, mas sabemos que nossa fortaleza está nos conhecimentos tradicionais”, acrescentou Mendes.</p></blockquote>
<h3><strong>MIT para a Amazônia</strong></h3>
<p>O cientista Carlos Nobre apresentou a proposta de construir “um MIT para a Amazônia” de forma a alavancar o desenvolvimento da região por meio da tecnologia. O MIT (Massachusetts Institute of Technology, ou Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos), é referência mundial como centro de pesquisas.</p>
<p>A ideia é que o Instituto de Tecnologia da Amazônia tenha caráter panamazônico, em diálogo com os demais países pelos quais o bioma se estende, como Bolívia, Colômbia e Equador. Com cinco grandes áreas de pesquisa – água, sociobiodiversidade e florestas, infraestrutura sustentável, paisagens degradadas e Amazônia urbana – o objetivo é que populações indígenas e comunidades tradicionais se beneficiem da iniciativa.</p>
<blockquote><p>“Já conversamos com vários países. É um sonho, mas vamos realizar. Vamos torcer para um apoio enorme de todos os governos da Amazônia que queiram participar. É uma proposta descentralizada, a ser criada via parceria público-privada”, disse o pesquisador, que é fundador do Amazônia 4.0, projeto que prevê a utilização de tecnologia para o desenvolvimento na região amazônica com fortalecimento de populações tradicionais.</p></blockquote>
<p>Nobre relatou que já está em curso a abertura de laboratórios criativos na Amazônia, que funcionam como “pequenas biofábricas” para populações rurais e urbanas trabalharem com os produtos da floresta como o cupuaçu e o cacau.</p>
<blockquote><p>“O desafio do Amazônia 4.0 é trazer para a Amazônia o potencial de agregar valor para produtos da bioeconomia da floresta em pé e agregar valor por meio da industrialização. Com a promessa do governo Lula reindustrializar o país, que vem se desindustrializando há 25 anos, vamos lançar grandes projetos dessa natureza para levar a possibilidade de transformar a Amazônia”, anunciou.</p></blockquote>
<h3>Lançamento do Plano Estadual de Bioeconomia</h3>
<p>E nesta quarta-feira, 16/11, foi lançado o Plano Estadual de Bioeconomia do estado do Pará durante a COP27. O Pará é pioneiro na elaboração de um plano de bioeconomia que prevê soluções baseadas na natureza para transformar a economia existente em uma economia de baixo carbono e com valorização do conhecimento tradicional.</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“O Plano de Bioeconomia está pronto para ser a construção do amanhã no Estado do Pará. Para que a partir da bioeconomia a gente consiga gerar emprego, renda, garantir uma solução não só ambiental, mas que seja inclusiva socialmente, que seja sustentável no âmbito do uso da terra, mas acima de tudo, que seja sustentável para empregar pessoas e garantir renda para nossa população”, explicou Helder Barbalho, governador paraense.</span></p></blockquote>
<p><a href="https://s2211.imxsnd01.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRmlwYW0ub3JnLmJyJTJGY29wMjclMkY6MjQyMjI1NTgwMzpiaWJpYW5hLmdhcnJpZG9AaXBhbS5vcmcuYnI6MGRmYmI1OjJj" target="_blank" rel="noopener">Acompanhe a agenda do IPAM na COP27</a>.</p>
<p><em>Fonte: Bibiana Alcântara Garrido/IPAM</em></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cop27-para-sera-sede-da-proxima-conferencia-do-clima-veja-a-carta-entregue-por-governadores-a-lula/?preview_id=13231&amp;preview_nonce=f352a9576b&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=13237&amp;preview=true">COP27: Pará será sede da próxima Conferência do Clima? Veja a carta entregue por governadores a Lula</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/cop27-com-apoio-do-reino-unido-para-tera-programa-rural-sustentavel-para-a-amazonia/?preview_id=13244&amp;preview_nonce=50797d16d2&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=13246&amp;preview=true">COP27: Com apoio do Reino Unido, Pará terá Programa Rural Sustentável para a Amazônia</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/cop27-para-pode-gerar-us-5-bilhoes-associados-a-bioeconomia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com 19% do seu território de pastagens, Brasil gastaria R$ 384 bi para recuperar áreas degradadas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/tecnologia/com-19-do-seu-territorio-de-pastagens-brasil-gastaria-r-384-bi-para-recuperar-areas-degradadas/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/tecnologia/com-19-do-seu-territorio-de-pastagens-brasil-gastaria-r-384-bi-para-recuperar-areas-degradadas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 18:01:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[área degradada]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[hectares]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=12865</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/pastagem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um estudo desenvolvido pelo Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV) revela que, no Brasil, 18,94% de seu território é composto por áreas de pastagens, o que corresponde a aproximadamente 160 milhões de hectares. Deste total, 52% apresentam algum nível de degradação (cerca de 89 milhões de hectares), sobretudo, na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/pastagem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um estudo desenvolvido pelo Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV) revela que, no Brasil, 18,94% de seu território é composto por áreas de pastagens, o que corresponde a aproximadamente 160 milhões de hectares.</p>
<p>Deste total, 52% apresentam algum nível de degradação (cerca de 89 milhões de hectares), sobretudo, na Amazônia e no Cerrado. Para recuperar e reformar todas as áreas de pastagem que apresentam algum nível de degradação seriam necessários, aproximadamente, R$ 383,77 bilhões. <strong>Entretanto, a implementação de tecnologias de recuperação de pastagens degradadas teria o potencial de gerar receitas mais do que suficientes para compensar esses custos.</strong></p>
<p><strong>Áreas de pastagem entre os seis biomas brasileiros e áreas de pastagem, por nível de degradação, entre os biomas brasileiros</strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12870" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-300x126.png" alt="" width="500" height="210" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-300x126.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-1024x429.png 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-768x322.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-1536x644.png 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-150x63.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-450x189.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois-1200x503.png 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv_dois.png 1550w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><strong>LEIA MAIS: </strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/restauracao-de-pastagem-traz-dinheiro-empregos-e-reduz-danos-ambientais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Restauração de pastagem traz dinheiro, empregos e reduz danos ambientais </strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/voce-sabia-que-desmatar-sai-mais-caro-que-recuperar-pastagem-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Você sabia que desmatar sai mais caro que recuperar pastagem na Amazônia?</strong></a><br />
<strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/muvuca-tecnica-de-semeadura-direta-e-otima-opcao-para-recuperar-vegetacao-nativa/" target="_blank" rel="noopener">Muvuca: técnica de semeadura direta é ótima opção para recuperar vegetação nativa</a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/saiba-como-a-umidade-altera-a-escolha-da-melhor-arvore-para-recuperar-um-quintal-pelado/" target="_blank" rel="noopener">Saiba como a umidade altera a escolha da melhor árvore para recuperar um quintal ‘pelado’</a></strong></p>
<p>Os resultados do estudo mostram que os custos de recuperação, reforma e manutenção de pastagens diferem não apenas em relação à localização geográfica e condições edafoclimáticas (<em>características do meio ambiente, como clima, o relevo, a temperatura, umidade do ar, radiação, tipo de solo, vento, composição atmosférica e a precipitação pluvial</em>), mas, sobretudo, de acordo com o nível de degradação.</p>
<blockquote><p>“Um aspecto importante e que irá condicionar a escolha da estratégia de recuperação a ser adotada é o nível de degradação apresentado pela pastagem. Os diferentes níveis de degradação tornam necessários níveis também distintos de intervenção para que a recuperação seja realizada. Por exemplo, áreas em estágios iniciais de degradação exigem menor intervenção e menores custos operacionais a fim de conter a redução da produtividade. Por outro lado, se o processo de degradação se encontra em estágio avançado, são necessárias ações mais intensivas e dispendiosas, uma vez que, o alto grau de degradação compromete a capacidade de manter a produção e a qualidade da forragem e a resistência aos efeitos nocivos de doenças, pragas e plantas invasoras. Portanto, definir estratégias de recuperação, reforma ou renovação associadas ao estágio de degradação observado é fundamental”, afirma Sabrina de Matos Carlos, pesquisadora do Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas.</p></blockquote>
<p><strong>Custos médios (R＄/ha) de tecnologias de recuperação/reforma e manutenção de pastagens nos biomas brasileiros.</strong></p>
<table width="799" data-a7="" data-t1="">
<tbody>
<tr>
<td data-tcenter="">
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Biomas</strong></td>
<td><strong>Moderado</strong></p>
<p><strong>(R＄/ha)</strong></td>
<td><strong>Severo</strong></p>
<p><strong> (R＄/ha)</strong></td>
<td><strong>Manutenção </strong></p>
<p><strong>(R＄/ha)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Amazônia</td>
<td>1.330,66</td>
<td>1.904,02</td>
<td>298,10</td>
</tr>
<tr>
<td>Cerrado</td>
<td>1.159,62</td>
<td>1.727,99</td>
<td>272,86</td>
</tr>
<tr>
<td>Mata Atlântica</td>
<td>979,42</td>
<td>1.563,31</td>
<td>283,23</td>
</tr>
<tr>
<td>Caatinga</td>
<td>1.471,83</td>
<td>2.054,44</td>
<td>411,09</td>
</tr>
<tr>
<td>Pampa</td>
<td>1.541,37</td>
<td>2.100,71</td>
<td>764,64</td>
</tr>
<tr>
<td>Pantanal</td>
<td>1.018,24</td>
<td>1.627,15</td>
<td>207,54</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Elaboração própria.</p>
<p>Em resumo, o custo médio para recuperar um hectare de pastagem em estágio moderado de degradação variou entre R$ 979,42 e R$ 1.541,37. Por sua vez, o custo médio para reformar um hectare de pastagem severamente degradada variou entre R$ 1.563,31 e R$ 2.100,71.</p>
<p>Mas desmatar custa mais: investimento em maquinário, retirada de tocos de madeira e limpeza saem por, no mínimo, R$ 3 mil por hectare, segundo a Scot Consultoria em estudo encomendado pela WWF, Tropical Forest Alliance (TFA) e fundação Solidariedad.</p>
<p>Os custos operacionais incorridos no processo de recuperação, reforma e manutenção devem-se, principalmente, à etapa do plantio, sobretudo, em função do uso de fertilizantes. No caso das pastagens em estágio severo de degradação, também são expressivos os custos com implementos. Para recuperar e reformar todas as áreas de pastagem que apresentam algum nível de degradação seriam necessários, aproximadamente, R$ 383,77 bilhões.</p>
<p><strong>Custos médios de tecnologias de recuperação/reforma de todas as áreas de pastagens degradadas nos biomas</strong></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12869" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv-300x184.png" alt="" width="450" height="276" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv-300x184.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv-150x92.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv-450x276.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/fgv.png 752w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h3>Região</h3>
<p>Entre as regiões brasileiras, a Região Sudeste é aquela que apresenta os menores custos de implementação de tecnologias de recuperação e reforma de pastagens degradadas. Essa particularidade está fortemente relacionada ao fato de, aproximadamente, 60% das áreas de pastagens degradadas da região estarem localizadas no bioma Mata Atlântica, onde os preços dos fertilizantes e corretivos são relativamente menores.</p>
<h3>Segundo Acordo de Paris</h3>
<p>O estudo aponta ainda que caso o Brasil implementasse as metas definidas no Acordo de Paris de recuperar 15 milhões de hectares de pastagens degradadas até 2030, com o objetivo de reduzir as emissões líquidas totais de gases de efeito estufa, seria necessário investir, aproximadamente, R$ 21,17 bilhões e os custos maiores estariam nos estados de São Paulo, Pernambuco e Ceará. No cenário atual, a receita proveniente da recuperação seria de R$ 36,77 bilhões, gerando assim um excedente de R$ 15,60 bilhões. Considerando um cenário menos otimista, a receita seria de R$ 21,75 bilhões, significativamente inferior àquela obtida no cenário atual, mas ainda assim haveria retorno positivo com a adoção de tecnologias de recuperação de R$ 581,25 milhões.</p>
<h3>Plano ABC+</h3>
<p>Sobre o Plano ABC+, que tem como objetivo recuperar 30 milhões de hectares de pastagens degradadas, entre 2020 a 2030, seriam necessários, aproximadamente, R$ 42,51 bilhões em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. Nesse caso, os maiores custos de recuperação estariam associados aos Estados de Tocantins, São Paulo, Pernambuco e, principalmente, aos Estados de Goiás e Rondônia (nos quais seriam investidos cerca de R＄11 bilhões).</p>
<blockquote><p>“ Esses resultados mostram como ainda é tímida a alocação de recursos do Plano Safra na Agricultura ABC. No plano de 2022 o valor foi de 2% do total do plano. Em 2023 foi menor, 1,8%. Com o avanço do mercado voluntario de carbono, a recuperação de pastagens tem uma grande possibilidade de gerar renda para a pecuária”, afirma Eduardo Assad, pesquisador do Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas.</p></blockquote>
<p>No cenário atual, a receita potencial advinda da recuperação de 30 milhões de hectares seria de R$ 75,55 bilhões, resultando em um lucro de R$ 33,04 bilhões. Um cenário menos otimista, por sua vez, promoveria uma receita de R$ 44,69 bilhões e, consequentemente, um excedente de R$ 2,18 bilhões.</p>
<p>Os resultados do estudo evidenciam que a implementação de tecnologias de recuperação de pastagens degradadas teria o potencial de gerar receitas mais do que suficientes para compensar os custos incorridos na recuperação de 15 e 30 milhões de hectares de pastagens. Portanto, dados as externalidades ambientais positivas e os benefícios econômicos que pastagens recuperadas podem promover, a tecnologia de recuperação de pastagens degradadas pode ser um instrumento efetivo e viável para potencializar a descarbonização do setor pecuário.</p>
<p>Acesse o estudo completo no <a href="https://eesp.fgv.br/centros/observatorios/bioeconomia" target="_blank" rel="noopener">Link</a></p>
<p><em>Fonte: FGV</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/tecnologia/com-19-do-seu-territorio-de-pastagens-brasil-gastaria-r-384-bi-para-recuperar-areas-degradadas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seca poderá afetar 80% dos brasileiros em 30 anos</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-podera-afetar-80-dos-brasileiros-em-30-anos/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-podera-afetar-80-dos-brasileiros-em-30-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 15:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de East Anglia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=12801</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/seca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nas próximas três décadas, de 80% a 100% da população de Brasil, China, Etiópia e Gana, e metade da população da Índia, serão afetadas por secas severas e duradouras causadas pelo aquecimento do planeta, segundo recente estudo da Universidade de East Anglia, na Inglaterra. Os seis países foram selecionados por terem tamanhos e níveis diferentes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/seca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nas próximas três décadas, de 80% a 100% da população de Brasil, China, Etiópia e Gana, e metade da população da Índia, serão afetadas por secas severas e duradouras causadas pelo aquecimento do planeta, segundo recente estudo da Universidade de East Anglia, na Inglaterra.</p>
<p>Os seis países foram selecionados por terem tamanhos e níveis diferentes de desenvolvimento, além de estarem distribuídos em três continentes e contarem com alta diversidade de habitats e biomas.</p>
<p>O principal autor da análise, Jeff Price, da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, reforça que o risco existe mesmo com um aquecimento de 1,5ºC, meta estipulada do Acordo de Paris limite estabelecido pela ciência para a humanidade lidar com os impactos climáticos, mas distante de ser obtido pelas promessas dos países.</p>
<p>Segundo Price, quanto mais alta a temperatura, mais graves serão as consequências, incluindo aquelas sobre rendimentos agrícolas que sofrem fortemente com o estresse hídrico, como acontece no Brasil.</p>
<p>Além da frequência e do período de duração da seca, espera-se que a área afetada também cresça. Isso deve acontecer mesmo em regiões da China e da Índia permanentemente cobertas por gelo e neve.</p>
<p><em>Fonte: Poder360</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-podera-afetar-80-dos-brasileiros-em-30-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Metano é muito mais nocivo para o Planeta do que se pensava, mostra estudo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/metano-e-muito-mais-nocivo-para-o-planeta-do-que-se-pensava-mostra-estudo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/metano-e-muito-mais-nocivo-para-o-planeta-do-que-se-pensava-mostra-estudo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2022 15:47:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[gases de efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[metano]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=11263</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/pecuarira-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um novo estudo publicado nesta semana mostrou que o gás metano, um dos mais potentes causadores do efeito estufa que contribui para a mudança do clima, é quatro vezes mais sensível ao aquecimento do que o imaginado até agora. Isso significa que o tempo que o gás resiste na atmosfera aumenta na medida em que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/pecuarira-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um novo estudo publicado nesta semana mostrou que o gás metano, um dos mais potentes causadores do efeito estufa que contribui para a mudança do clima, é quatro vezes mais sensível ao aquecimento do que o imaginado até agora. Isso significa que o tempo que o gás resiste na atmosfera aumenta na medida em que a temperatura média global aumenta, criando assim um ciclo vicioso de aquecimento.</p>
<p>Essa descoberta, divulgada na quinta, 7/07, sugere uma resposta para uma das dúvidas mais quentes da ciência climática dos últimos anos: a concentração desse gás na atmosfera vinha diminuindo desde meados de 2000 até 2007 e, desde então, vem sofrendo um crescimento acelerado. Nem mesmo a pandemia, que reduziu o ritmo de emissão de gases de efeito estufa em todo o mundo, foi capaz de reverter esse quadro.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As emissões de metano provocadas pela humanidade representam cerca de 60% do total e vêm principalmente da agricultura, em particular das fazendas de carne bovina e arrozais, bem como de poços de petróleo e gás, minas de carvão, estações de tratamento de esgoto e aterros sanitários, informa &#8220;<a href="https://umsoplaneta.globo.com/clima/noticia/2022/07/06/emissoes-de-metano-sao-4-vezes-mais-sensiveis-as-mudancas-climaticas-do-que-se-pensava.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Um Só Planeta</a>&#8220;. O metano também é emitido naturalmente de zonas úmidas, às vezes conhecidas como gás de pântano ou pântano, que compõe os 40% restantes.</p>
</div>
<p>Segundo os autores do estudo, o aquecimento recente do planeta está retardando o processo de degradação do metano na atmosfera, o que traz implicações bastante sérias para os esforços globais contra a mudança do clima.</p>
<p>Foi um resultado realmente chocante e destaca que os efeitos das mudanças climáticas podem ser ainda mais extremos e perigosos do que pensávamos, observou Simon Redfern, da Universidade Tecnológica de Nanyang (Cingapura), ao jornal britânico <a title="Sem título 57" href="http://emkt.climainfo.org.br/emkt/tracer/?2,7229964,58a7ab01,1399,58" target="_blank" rel="noopener">Guardian</a>. Essa conclusão também reforça a importância de que o mundo diminua consideravelmente suas emissões de metano nos próximos anos. O estudo foi publicado na revista <a title="Sem título 58" href="http://emkt.climainfo.org.br/emkt/tracer/?2,7229964,58a7ab01,1399,59" target="_blank" rel="noopener">Nature Communications</a>.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/vacas-mais-estressadas-chegam-a-emitir-quase-40-a-mais-de-metano-enterico/" target="_blank" rel="noopener"><b>Vacas mais estressadas chegam a emitir quase 40% a mais de metano entérico<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cop26-reduzir-emissoes-de-metano-gera-ganhos-para-pecuaria-e-setor-de-gas-diz-fisico/" target="_blank" rel="noopener"><b>COP26: ‘Reduzir emissões de metano gera ganhos para pecuária e setor de gás’, diz físico<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/com-violencia-exposta-altamira-liderou-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-no-brasil-em-2019/" target="_blank" rel="noopener"><b>Com violência exposta, Altamira liderou emissões de gases de efeito estufa no Brasil em 2019</b></a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/metano-e-muito-mais-nocivo-para-o-planeta-do-que-se-pensava-mostra-estudo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-07-25 10:29:06 by W3 Total Cache
-->