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	<title>escolas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Escolas da Região Metropolitana de Belém terão férias durante a COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 20:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Ananindeua]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.17.02-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As escolas públicas e privadas de Belém, Ananindeua e Marituba terão um calendário escolar diferente em 2025 com dois períodos de férias, um em julho e outro em novembro. A medida foi publicada em decreto estadual nesta quarta-feira, 27, e visa contribuir com a organização da COP30, que será realizada em novembro do ano que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-27-at-17.17.02-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As escolas públicas e privadas de Belém, Ananindeua e Marituba terão um calendário escolar diferente em 2025 com dois períodos de férias, um em julho e outro em novembro. A medida foi publicada em decreto estadual nesta quarta-feira, 27, e visa contribuir com a organização da COP30, que será realizada em novembro do ano que vem.</p>
<p>Em coletiva à imprensa, a vice-governadora e coordenadora do comitê estadual da COP30, Hana Ghassan, e o secretário de Educação, Rossieli Soares, detalharam a medida que foi acordada no conselho estadual de educação, com a participação de representantes de instituições e sindicatos ligados tanto ao setor público quanto privado, incluindo faculdades, universidades e outros estabelecimentos.</p>
<p>Conforme estabelecido no decreto, nas escolas dos três municípios que integram a região metropolitana, as aulas iniciam ainda em janeiro e seguem até o final de junho. O final do primeiro semestre será marcado por um período de férias de 14 dias, entre 30 de junho a 13 de julho. O retorno às aulas será em 14 de julho e, antes do final do segundo semestre, as férias ocorrerão de 5 a 21 de novembro, cobrindo assim um intervalo de 17 dias que coincide com as datas da cúpula do clima. A COP30 está marcada para o período de 10 a 21 de novembro.</p>
<p>A ideia é facilitar a mobilidade e promover o melhor atendimento das necessidades do público estimado em mais de 50 mil pessoas que virá para a capital. Aliado a isso, o governo vai adotar o regime de teletrabalho para os servidores públicos de áreas administrativas lotados nessas cidades, mantendo o funcionamento normal em órgãos de serviços essenciais, como a segurança pública, saúde, parques, museus, teatros e espaços de visitação turística.</p>
<blockquote><p>“O governo do estado já está há mais de um ano atuando na preparação da cidade para a COP e o planejamento é fundamental para que a gente possa realizar um grande evento. Nesse momento, nós estamos colocando em prática o planejamento feito através do estudo de COPs anteriores e de grandes eventos. Dentro das medidas que são recomendações da ONU, nós estamos agora em uma fase de efetivação das medidas”, esclareceu Hana Ghassan, destacando que a suspensão de atividades escolares também foi adotada neste ano em Baku, no Azerbaijão.</p></blockquote>
<p>De acordo com Rossieli Soares, o anúncio a cerca de um ano do evento é necessário para garantir a organização do calendário e o cumprimento dos 200 dias letivos obrigatórios por lei. O secretário acrescentou ainda que a medida será ajustada nas <a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/reforma-de-escolas-vai-garantir-5-mil-vagas-de-alojamento-para-a-cop30/">17 escolas públicas que servirão para a hospedagem dos participantes</a>.</p>
<blockquote><p>“Essas 17 escolas serão responsáveis por mais de 5 mil leitos, portanto é também uma medida de organização e planejamento. Já iniciamos a reforma das escolas. Esse é um legado importante porque essas escolas estarão totalmente preparadas para serem escolas e, no período da COP, também servirem para hospedagem”, pontuou.</p></blockquote>
<p>Nos demais 141 municípios do estado, o calendário escolar seguirá o regime habitual, com aulas de 27 de janeiro a 23 de dezembro e férias durante todo o mês de julho.</p>
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		<title>Artigo: A mulher no desafio de alimentar os estudantes do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 13:58:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[zona rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/canva-MADGyf5YWWc-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Najla Veloso* São mais de 335 milhões as mulheres na América Latina e Caribe, das quais cerca de 65 milhões vivem na zona rural, segundo estatísticas do IICA[1]. Elas convivem com uma história de luta e de conquistas desde sempre. Neste Dia Internacional da Mulher é imenso o nosso desejo de registrar o quanto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/canva-MADGyf5YWWc-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Najla Veloso*</em></p>
<p>São mais de 335 milhões as mulheres na América Latina e Caribe, das quais cerca de 65 milhões vivem na zona rural, segundo estatísticas do IICA<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>. Elas convivem com uma história de luta e de conquistas desde sempre. Neste Dia Internacional da Mulher é imenso o nosso desejo de registrar o quanto ela faz diferença na história do mundo, da sociedade, da família, da escola e, especialmente, da política de alimentação escolar.</p>
<p>Na escola sempre as encontraremos seja na figura da mãe que leva o filho, da avó que cuida do neto, da professora que o recebe, da diretora que faz a gestão, da nutricionista que orienta o cardápio, da cozinheira que o prepara, da mãe voluntária, da auxiliar da limpeza que cuida do ambiente, das meninas e adolescentes estudantes, da agricultora familiar que produz o alimento ou da gestora da política em nível escolar, municipal, estadual ou nacional.</p>
<p>Na vida são mulheres trabalhadoras de duas, três ou quatro jornadas. Na alimentação escolar são a alma, o cérebro e o coração. Por isso, nosso tributo hoje vai para aquelas que se envolveram na tarefa de produzir, educar, preparar, gerir e entregar o alimento a mais de 87 milhões de estudantes na América Latina e Caribe – e mais de 40 milhões somente no Brasil.</p>
<p>Cerca da metade desse número é de meninas, adolescentes e jovens que estão mudando sua cultura, nutrindo seus corpos, aprendendo sobre a cadeia alimentar e construindo as bases culturais e alimentares dessa e da próxima geração. Inclusive, a política de alimentação escolar tem sido responsável por garantir a cerca de 5 milhões desse total de meninas, a principal refeição do dia.</p>
<p>Seja como estudante, professora, nutricionista ou agricultora, essas mulheres trazem em si uma grande chance de impactar nos indicadores de rendimento na escola, de evasão, de obesidade, de sobrepeso, de enfermidades crônicas não transmissíveis, de consumo de alimentos processados e ultra processados, além de prover ingressos para o sustento de milhares de famílias.</p>
<p>São mulheres grandes em um gigantesco desafio. Elas protagonizam a suntuosa cadeia que move toneladas de alimentos que a cada dia chegam às milhares de escolas e ao prato de mais de 387 milhões de estudantes em todo o mundo. São elas que, junto com os seus colegas, estabelecem as regras do que se vai produzir, comercializar e comer em casa, na rua e na escola.</p>
<p>Que nesse ano elas estejam mais perto de conquistar a autonomia, equidade de tratamento, paridade nas condições de trabalho, de vida social e principalmente, a liberdade de ser o que quiserem ser. Que sejam livres de todos os vieses discriminatórios. Que escolham o que querem estudar, onde viver e o que construir de sua história. Que estejam vivas e protegidas em todo e qualquer espaço, uma vez que o seu lugar é em casa, é na escola, é na rua, é no campo, é no mercado de trabalho rural ou urbano, é em outro país, é onde ela quiser estar.</p>
<p>Que, como Nações Unidas e governos, trabalhemos ainda mais por garantir aos estudantes melhor alimento em casa e na escola, igualdade de oportunidades, equidade de direitos e justiça social e assim imprimir, de maneira definitiva, que todas as meninas, adolescentes e jovens escolares, todas as trabalhadoras da educação, todas as mães de estudantes, todas as produtoras e todas nós, mulheres, somos igualmente protagonistas no desenvolvimento, na paz e na construção da sociedade que queremos.</p>
<p>Nesse dia de reconhecimento internacional, registramos nosso tributo às mulheres na certeza de que nenhuma mudança substancial na sociedade passará à margem de sua intensa e competente atuação.</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura, 2020.</p>
<p><em>*Coordenadora regional do projeto de alimentação escolar da Cooperação Brasil-FAO</em></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cnbb-projetos-de-lei-escondem-desastre-social-ambiental-e-trabalhista-de-mineradoras/" target="_blank" rel="noopener"><b>CNBB: Projetos de lei escondem desastre social, ambiental e trabalhista de mineradoras</b></a></p>
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