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	<title>Enfrentamento Climático &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Enfrentamento Climático &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Amazônia é peça-chave no enfrentamento da crise climática no Brasil, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 18:16:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/16789_37bd98f5-1907-1d1e-2e97-713251cffb00-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Amazônia tem um papel decisivo no clima do Brasil, segundo o Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026, desenvolvido pelo Centro Brasil no Clima (CBC) em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (iCS). No estudo divulgado recentemente, é apontado que a região vive uma realidade de avanços importantes na criação de políticas públicas, mas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/16789_37bd98f5-1907-1d1e-2e97-713251cffb00-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Amazônia tem um papel decisivo no clima do Brasil, segundo o <a href="https://centrobrasilnoclima.org/wp-content/uploads/2026/03/SUMARIO-EXECUTIVO_ANUARIO-2026-1_compressed-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026</a>, desenvolvido pelo Centro Brasil no Clima (CBC) em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (iCS). No estudo divulgado recentemente, é apontado que a região vive uma realidade de avanços importantes na criação de políticas públicas, mas enfrenta grandes desafios no combate e prevenção de eventos climáticos extremos.</p>
<p>O alinhamento correto entre esses dois tópicos é peça-chave fundamental na resposta do Brasil ao enfrentamento da crise climática.</p>
<p>O ano de 2024 foi como um marco crítico da crise climática nesta década, expondo a face mais severa do aquecimento global no Brasil. Enquanto ondas de calor tomavam conta de regiões inteiras, outras enfrentavam secas históricas e incêndios florestais devastadores.</p>
<p>Diante de uma nação sitiada por emergências, o desafio central emerge: como mitigar as perdas econômicas e proteger populações vulneráveis em meio ao colapso ambiental?&#8221;</p>
<p>A especialista em Política Climática Subnacional e Legislativo do iCS, Carmynie Xavier, comenta que ainda há um intervalo de tempo muito grande entre a formalização institucional de políticas públicas e capacidade operacional prática. Algo semelhante a uma caminhada fora do tom.</p>
<blockquote><p>“O País está se organizando, mas os desastres chegam mais rápido do que a capacidade de resposta”.</p></blockquote>
<h3><strong>Amazônia é ponto estratégico</strong></h3>
<p>Ao mesmo tempo em que viveu uma crise devido aos incêndios florestais, que aumentaram 68% em 2024, a Amazônia também registrou redução de 32,4% no desmatamento. Na prática, o estudo mostra, proteger a floresta não pode mais ser a única estratégia para combater a crise climática.</p>
<p>O fortalecimento da gestão climática estadual é fundamental para criação de planos para mitigação de danos ambientais e projetos para uma transição climática em diversos setores. Neste sentido, o Pará ganha importância tanto por conta dos avanços já realizados como pela pressão constante que enfrenta devido a extensa dimensão territorial e ajustes em monitoramento.</p>
<p>Por um lado, o estado tem iniciativas relevantes como a criação do Plano Amazônia Agora, que incentiva a bioeconomia, a regularização ambiental e busca zerar as emissões líquidas até 2050. Além disso, o estado faz parte do grupo de estados que possui planos para enfrentar eventos climáticos extremos, como secas e enchentes.</p>
<p>Entretanto, seus principais desafios são a limitação de recursos e estrutura para colocar as políticas em prática, a baixa presença de energia renovável no setor de transportes (entre 16% e 17%), além do fato de que, junto com o Mato Grosso, o estado concentrou 46% de toda a área queimada do Brasil em 2024.</p>
<h3>Pendências e avanços</h3>
<p>Já nas pendências de planejamento, o estado ainda não possui um inventário de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), mas está em estágio avançado em outras medidas importantes como o <a href="https://www.semas.pa.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/Produto_Final_Sumario_Executivo_do_PERH-PA.pdf" target="_blank" rel="noopener">Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH)</a>.</p>
<p>Um avanço que ocorreu entre o período de análise do estudo (que considerada dados de 2024) e o início de 2026, foi a instituição do<a href="https://www.sedap.pa.gov.br/node/623" target="_blank" rel="noopener"> Plano ABC+,</a> que cria metas para a implantação da agricultura de baixo carbono, visando reduzir as emissões de GEE e adaptar dos sistemas produtivos aos desafios das mudanças climáticas.</p>
<p>No setor de transportes, por outro lado, a ampla malha rodoviária (utilizada principalmente por veículos conduzidos com combustíveis fósseis), associados aos grandes trechos com pouca ou nenhuma fiscalização, dificultam a implementação de transportes de baixa emissão e outras tecnologias mais sustentáveis. Exigindo um esforço extra da integração entre poder público, iniciativas socioambientais e setor privado.</p>
<blockquote><p>“Mudar esse padrão exige mais do que ampliar tecnologias limpas: requer coordenação nacional entre infraestrutura, política industrial e planejamento energético”, diz Carmynie.</p></blockquote>
<h3>Mais execução</h3>
<p>Ao todo, o levantamento indica que o principal problema não está apenas em planejar, mas em executar suas soluções de forma igualitária. Os problemas na diferença entre teoria e prática aumentam os riscos de ineficiência na gestão de recursos assim como a dificuldade em alcançar metas nacionais e internacionais, deixando ainda mais explícitas as lacunas socioambientais de cada região.</p>
<p>Logo, a integração mais eficiente de políticas públicas e soluções aplicadas a realidade de cada bioma são a melhor forma de aumentar a capacidade de resposta do Brasil as emergências climáticas. A implementação de soluções eficientes, principalmente diante da extensão territorial da Amazônia, podem ser decisivas em direção a um futuro mais estratégico para o meio ambiente.</p>
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		<title>Campanha fortalece sustentabilidade no Marajó contra os impactos da crise climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 16:34:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Enfrentamento Climático]]></category>
		<category><![CDATA[gestores pelo clima]]></category>
		<category><![CDATA[Marajó unido pelo clima]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Fonte_-Lirio-Moraes_Angola-Comunicacao.heic-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O encontro &#8220;Gestores pelo Clima&#8221;, nesta sexta-feira, 29, em Soure, lança a campanha “Marajó Unido pelo Clima”, reunindo prefeituras, governos estadual e federal, além da sociedade civil.  A articulação envolve inicialmente os municípios paraenses de Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari, com o objetivo de criar uma rede intermunicipal de governança climática no Marajó [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Fonte_-Lirio-Moraes_Angola-Comunicacao.heic-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O encontro &#8220;Gestores pelo Clima&#8221;, nesta sexta-feira, 29, em Soure, lança a campanha “Marajó Unido pelo Clima”, reunindo prefeituras, governos estadual e federal, além da sociedade civil.</em></li>
<li><em style="font-size: 14px;"> A articulação envolve inicialmente os municípios paraenses de Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari, com o objetivo de criar uma rede intermunicipal de governança climática no Marajó Oriental.</em></li>
<li><em style="font-size: 14px;">O arquipélago do Marajó é uma das regiões mais expostas à crise climática no país. Moradores locais já sofrem com cheias severas, secas, erosão costeira e falta de água potável, o que prejudica a produção de alimentos e a mobilidade.</em></li>
<li><em style="font-size: 14px;">A campanha integra o Projeto Marajó Resiliente e busca transformar diagnósticos em políticas públicas de sustentabilidade.</em></li>
</ul>
<p>Diante da urgência das transformações ambientais, lideranças municipais, estaduais, federais e a sociedade civil se unem nesta sexta-feira, 29, em Soure, no encontro <b data-path-to-node="2,0" data-index-in-node="165">&#8220;Gestores pelo Clima&#8221;</b>. O evento marca o lançamento oficial da campanha <b data-path-to-node="2,0" data-index-in-node="236">“Marajó Unido pelo Clima”</b>, uma articulação estratégica para blindar e fortalecer os municípios de Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari contra os impactos severos das mudanças climáticas na região.</p>
<p>O arquipélago do <strong>Marajó</strong> é considerado uma das regiões mais vulneráveis às mudanças climáticas no Brasil; e suas comunidades já sentem esses impactos, principalmente aquelas que dependem diretamente dos rios, da floresta e da produção agroecológica para sobreviver.</p>
<p>Entre os principais problemas já relatados e com registros oficiais estão cheias mais intensas, períodos de seca, erosão costeira e dificuldades no acesso à água potável — fatores que têm afetado a produção de alimentos, a mobilidade e a qualidade de vida.</p>
<p>A iniciativa faz parte das ações do<strong> Projeto Marajó Resiliente</strong>, que tem o objetivo de partir do diagnóstico para a ação, desenvolvendo estratégias de adaptação climática no território.</p>
<blockquote><p>“A campanha nasce com o objetivo de mobilizar gestores públicos e comunidades do Marajó para uma resposta mais assertiva e integrada aos impactos das mudanças climáticas, a partir dos municípios de Cachoeira do Arari, Salvaterra e Soure. Buscamos dar visibilidade aos compromissos já assumidos pelos gestores e fortalecer sua atuação e o papel essencial que desempenham na agenda climática”, afirma Lanna Peixoto, coordenadora técnica do Marajó Resiliente.</p></blockquote>
<p>Ao todo, a programação contará com debates sobre estratégias de adaptação climática, criação de mecanismos de governança e fortalecimento de políticas públicas voltadas à sustentabilidade do arquipélago. A expectativa é criar uma rede intermunicipal de governança climática no Marajó Oriental.</p>
<p>Além das discussões institucionais, a campanha também pretende valorizar experiências já existentes no território, como os sistemas agroflorestais liderados por mulheres, comunidades tradicionais e quilombolas. A proposta é mostrar que a adaptação climática pode gerar benefícios ambientais, sociais e econômicos ao mesmo tempo.</p>
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>A secretária municipal de Meio Ambiente de Cachoeira do Arari, Nazaré Amador, afirma que a união entre os municípios é fundamental para enfrentar os problemas ambientais que atingem o arquipélago.</p>
<blockquote><p>“A importância deste evento é nos apoiar a instituir a governança climática local de forma articulada. Voz uníssona dos três municípios em defesa de seus territórios fragilizados pela erosão costeira, inundações severas, potabilidade da água, desflorestamentos e desigualdades, visando soluções que amparem a resiliência climática no Arquipélago do Marajó”, finaliza.</p></blockquote>
<p>O evento é promovido pela Fundação Avina, pelo Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) e pelas prefeituras dos três municípios marajoaras. Também participam representantes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Fórum Permanente Estadual de Secretários Municipais de Meio Ambiente (Fopesmma), da Secretaria Adjunta de Gestão de Águas e Clima do Pará e da Agência de Cooperação Alemã (GIZ).</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/agricultores-de-portel-investem-em-viveiros-agroflorestais-para-enfrentar-crise-climatica-no-marajo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Agricultores de Portel investem em viveiros agroflorestais para enfrentar crise climática no Marajó</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/breves-recebe-mutirao-de-reflorestamento-apos-avanco-de-queimadas-no-marajo/" target="_blank" rel="noopener">Breves recebe mutirão de reflorestamento após avanço de queimadas no Marajó</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/viveiros-no-marajo-promovem-recuperacao-de-areas-degradadas-e-geram-renda/" target="_blank" rel="noopener">Viveiros no Marajó promovem recuperação de áreas degradadas e geram renda</a></strong></p>
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