<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>energia solar &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/energia-solar/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Tue, 29 Jul 2025 14:48:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>energia solar &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Plano Clima: energia solar impulsiona a transição energética no campo e ganha força no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/plano-clima-energia-solar-impulsiona-a-transicao-energetica-no-campo-e-ganha-forca-no-para/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/plano-clima-energia-solar-impulsiona-a-transicao-energetica-no-campo-e-ganha-forca-no-para/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paloma Lobatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 12:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Clima]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=35746</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4918231789147893382_w-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Paloma Lobato Com a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) se aproximando, a transição energética ganha protagonismo no debate climático brasileiro, especialmente na Região Norte. No Pará, o avanço da energia solar fotovoltaica tem transformado não apenas a paisagem energética, mas também a vida de produtores rurais e comunidades tradicionais, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4918231789147893382_w-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Paloma Lobato</em></p>
<p>Com a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) se aproximando, a transição energética ganha protagonismo no debate climático brasileiro, especialmente na Região Norte. No Pará, o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-lidera-geracao-de-energia-solar-no-norte-e-projeta-novos-investimentos-no-setor/">avanço da energia solar fotovoltaica </a>tem transformado não apenas a paisagem energética, mas também a vida de produtores rurais e comunidades tradicionais, consolidando-se como um dos pilares para o cumprimento das metas estabelecidas no Plano Clima do Brasil 2024–2035.</p>
<p>Lançado em julho pelo governo federal, o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-abre-consulta-publica-sobre-plano-de-combate-as-mudancas-climaticas/">Plano Clima tem como objetivo orientar o País </a>rumo à neutralidade de emissões líquidas de gases de efeito estufa (GEE) até 2050. A estratégia prevê ações coordenadas entre os setores público e privado, com foco na descarbonização da economia e na promoção de uma transição energética justa.</p>
<p>Ele tem dois pilares. O primeiro, Estratégia Nacional de Mitigação, é voltado à  edução das emissões de gases de efeito estufa, que conta com sete planos setoriais: conservação da natureza, agricultura e pecuária, cidades (incluindo mobilidade urbana), energia (incluindo combustíveis e mineração), indústria, resíduos e transportes. O outro pilar, Estratégia Nacional de Adaptação, que tem o objetivo de preparar o País para os impactos das mudanças climáticas que já são inevitáveis.</p>
<p>Entre as prioridades setoriais, a expansão das fontes renováveis, como a solar, aparece como uma das apostas mais promissoras, especialmente nas regiões historicamente menos atendidas pela infraestrutura energética convencional.</p>
<p>A partir desta segunda-feira, 28, até18 de agosto, a Estratégia Nacional de Mitigação, está em consulta pública na plataforma Brasil Participativo. Para consultar, acesse <a href="https://www.gov.br/mma/pt-br/composicao/smc/plano-clima/enm_consolidada-vsubex-final-10-07-25-limpa-1-1.pdf/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<h3>Pará no centro da revolução solar</h3>
<p>O estado do Pará, sede da COP30, tem se destacado nesse processo. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram crescimento expressivo da geração distribuída solar no estado nos últimos anos, impulsionado por incentivos federais, linhas de crédito rurais específicas e programas de transição energética voltados para a Amazônia Legal.</p>
<p>Além das instalações urbanas, a energia solar tem ganhado espaço nas áreas rurais. Pequenos e médios produtores estão adotando sistemas fotovoltaicos para eletrificar propriedades, bombear água para irrigação, refrigerar alimentos e processar produtos agrícolas. A autonomia energética no campo representa uma mudança radical, especialmente em áreas onde a rede elétrica tradicional é instável ou inexistente.</p>
<blockquote><p>&#8220;A implantação de sistemas solares fotovoltaicos em propriedades rurais resulta em eficiência energética, principalmente no bombeamento de água, e evitando o desmatamento de coberturas vegetais para a passagem de rede elétrica rural. Com o sistema de bombeamento solar, pode-se retirar água do solo sem o uso da rede ou de baterias, barateando ainda mais os custos da produção e aumentando a eficiência na irrigação de plantações ou na hidratação de animais&#8221;, destaca o engenheiro eletricista e CEO da empresa Ver-O-Solenergia Solar, Alexandre Ribeiro.</p></blockquote>
<figure id="attachment_35749" aria-describedby="caption-attachment-35749" style="width: 683px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-35749" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4918231789147893379_y-300x169.jpg" alt="" width="683" height="385" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4918231789147893379_y-300x169.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4918231789147893379_y-1024x576.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4918231789147893379_y-768x432.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4918231789147893379_y-150x84.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4918231789147893379_y-450x253.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4918231789147893379_y-1200x675.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4918231789147893379_y.jpg 1280w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption id="caption-attachment-35749" class="wp-caption-text">Usina de energia solar fotovoltaica construída na região de Abaetetuba para fazer a irrigação de plantação de açaí. Crédito: Ver-O-Sol Energia Solar</figcaption></figure>
<h3>Benefícios ambientais e econômicos</h3>
<p>A substituição de combustíveis fósseis por energia solar no campo contribui diretamente para a redução de emissões de GEE, em linha com as metas climáticas nacionais. Além disso, a diminuição da queima de combustíveis líquidos melhora a qualidade do ar e reduz os custos de produção no médio prazo.</p>
<p>Segundo o Plano Clima, o setor agropecuário é responsável por cerca de 20% das emissões nacionais, sendo um dos alvos prioritários para medidas de mitigação. A adoção de tecnologias limpas, como a energia solar, é apontada como essencial para alinhar a produção rural brasileira às exigências ambientais dos mercados internacionais e aos compromissos assumidos no Acordo de Paris.</p>
<p>No Pará, as soluções solares também vêm sendo integradas a práticas agroecológicas, sistemas de produção familiar e cadeias de valor da sociobiodiversidade, ampliando os impactos positivos nos territórios. Projetos com povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas têm mostrado que a transição energética pode, e deve, caminhar junto com justiça climática e desenvolvimento sustentável.</p>
<blockquote><p>&#8220;A atuação da empresa prioriza comunidades rurais, ribeirinhas e indígenas no estado do Pará, especialmente aquelas localizadas em áreas de difícil acesso. Entre os principais desafios, destaca-se a logística complexa, que envolve transporte fluvial e terrestre em condições muitas vezes precárias. A cada projeto, reforçamos que levar energia limpa vai muito além da instalação de painéis solares: é também promover dignidade, autonomia e inclusão energética para populações historicamente marginalizadas&#8221;, ressalta Alexandre.</p></blockquote>
<h3>Desafios e oportunidades</h3>
<p>Apesar dos avanços, o acesso à energia solar ainda enfrenta desafios na região. Barreiras como custo inicial elevado, falta de assistência técnica especializada e infraestrutura logística dificultam a expansão em áreas remotas. Por isso, o Plano Clima defende uma atuação articulada entre União, estados e municípios, com apoio a financiamentos acessíveis, capacitação local e estímulo à inovação.</p>
<blockquote><p>&#8220;Existem alguns desafios que ainda travam o avanço da energia solar, como a nova tarifação da Lei 14.300/2022, uma vez que projetos protocolados após 2023 pagam pedágio TUSD Fio B crescente (15% em 2023 chegando a 100 % em 2029), alongando o retorno financeiro. A burocracia de conexão (REN 1.000/2021 + 1.059/2023) exige projetos elétricos detalhados, vistoria e, em algumas distribuidoras, filas de análise que podem ultrapassar 90 dias. No caso do Pará, os produtores ainda dependem de bancos estaduais ou Finame/ABC+, onde a exigência de equipamento nacional reduz as opções. Além disso, a capacidade da rede rural, com linhas monofásicas saturadas, também obriga reforços antes da conexão, encarecendo pequenos sistemas&#8221;, explica o especialista.</p></blockquote>
<p>A previsão de novas rotas aéreas e investimentos em infraestrutura para a COP30 em Belém também deve favorecer a logística de distribuição de equipamentos solares na região. A expectativa é que o evento internacional sirva como vitrine para as soluções sustentáveis amazônicas, e como catalisador de novos investimentos.</p>
<h3>Rumo a um campo mais limpo e conectado</h3>
<p>A transição energética no campo paraense não é apenas uma questão de tecnologia, mas de estratégia climática e inclusão social. A energia solar, nesse contexto, emerge como uma ferramenta de transformação concreta, conectando agricultores à economia verde e colocando o Brasil em rota para cumprir seus compromissos climáticos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Após a instalação de sistemas solares em áreas rurais do Pará, observamos uma série de benefícios ambientais concretos que vão além da simples redução no uso de combustíveis fósseis. Esses benefícios são fundamentais para promover um desenvolvimento mais sustentável na região. A instalação de sistemas solares em áreas rurais paraenses não apenas transforma a matriz energética da região, mas também gera uma série de impactos ambientais positivos que promovem um futuro mais sustentável e resiliente para as comunidades locais&#8221;, finaliza.</p></blockquote>
<p>Com o sol como aliado, o campo no Pará se posiciona na linha de frente da luta contra as mudanças climáticas, e na construção de um futuro mais limpo, justo e resiliente.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-abre-consulta-publica-sobre-plano-de-combate-as-mudancas-climaticas/" target="_top">Brasil abre consulta pública sobre plano de combate às mudanças climáticas</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/uncategorized/governo-federal-sanciona-lei-que-cria-programa-para-acelerar-transicao-energetica/">Governo Federal sanciona lei que cria programa para acelerar transição energética</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/cop30-tarifas-de-trump-eleicoes-e-guerras-desafiam-discussoes-e-avancos-climaticos/">COP30: tarifas de Trump, eleições e guerras desafiam discussões e avanços climáticos</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/plano-clima-energia-solar-impulsiona-a-transicao-energetica-no-campo-e-ganha-forca-no-para/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça o plano para acelerar investimentos em energia limpa no mundo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/conheca-o-plano-para-acelerar-investimentos-em-energia-limpa-no-mundo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/conheca-o-plano-para-acelerar-investimentos-em-energia-limpa-no-mundo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 15:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[BID]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[energia eólica]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento Climático]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=35122</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/placas-solares-ilha-das-cinzas-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) está de olho em uma ideia inovadora para ajudar países em desenvolvimento a conseguirem mais dinheiro para projetos de energia limpa, como painéis solares e fazendas eólicas. A ideia é usar um pouco de dinheiro público para &#8220;destravar&#8221; bilhões do setor privado, que é onde está a maior parte [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/placas-solares-ilha-das-cinzas-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) está de olho em uma ideia inovadora para ajudar países em desenvolvimento a conseguirem mais dinheiro para projetos de energia limpa, como painéis solares e fazendas eólicas. A ideia é usar um pouco de dinheiro público para &#8220;destravar&#8221; bilhões do setor privado, que é onde está a maior parte da grana.</p>
<p>Essa proposta vem de Avinash Persaud, um conselheiro especial do BID, que é liderado pelo brasileiro Ilan Goldfajn. Segundo ele, esse plano pode trazer muito dinheiro novo para a economia verde nos próximos anos. Isso ajudaria a cobrir uma parte importante dos US$ 1,3 trilhão por ano que os países em desenvolvimento precisam para investir em ações contra as mudanças climáticas.</p>
<h3>Como a ideia funcionaria na prática</h3>
<p>Imagine que um projeto de energia solar em um país em desenvolvimento já conseguiu um empréstimo de um banco particular. Esse projeto está funcionando bem e dando lucro, então o risco de não pagar é baixo.</p>
<p>O problema é que muitos grandes investidores, como fundos de pensão, têm regras muito rígidas. Como esses projetos estão em países com uma nota de crédito mais baixa (o que indica um risco maior para os investidores), esses grandes fundos não podem investir neles.</p>
<p>É aí que entra o BID e outros bancos de desenvolvimento. A ideia é que esses bancos comprem esses empréstimos que já existem. Ao fazer isso, eles liberam o dinheiro que o banco particular estava usando.</p>
<p>Mas tem um detalhe importante: quando o banco de desenvolvimento compra o empréstimo, ele dá uma pequena quantia a mais para o banco particular. Em troca, o responsável pelo projeto de energia limpa (que agora tem seu empréstimo &#8220;comprado&#8221; pelo BID) tem que prometer usar o dinheiro extra em novos projetos de energia limpa.</p>
<p>Como os bancos de desenvolvimento têm uma ótima reputação e uma nota de crédito impecável, eles podem dar garantias de que esses empréstimos serão pagos. Com essa garantia, os empréstimos se tornam &#8220;atraentes&#8221; para aqueles grandes investidores que antes não podiam investir.</p>
<p>É como criar um &#8220;círculo virtuoso&#8221;: os projetos que já existem geram dinheiro, esse dinheiro é reinvestido em novos projetos, e isso faz a energia limpa crescer cada vez mais. Avinash Persaud disse que a ficha caiu quando ele viu que só na América Latina já existem cerca de US$ 50 bilhões em empréstimos de projetos verdes que dão lucro.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/conheca-o-plano-para-acelerar-investimentos-em-energia-limpa-no-mundo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto de energia solar garante melhoria da qualidade de vida para comunidade do Marajó</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/projeto-de-energia-solar-garante-melhoria-da-qualidade-de-vida-para-comunidade-do-marajo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/projeto-de-energia-solar-garante-melhoria-da-qualidade-de-vida-para-comunidade-do-marajo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 19:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[acesso à energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade ribeirinha]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[gurupá]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha das Cinzas]]></category>
		<category><![CDATA[Marajó]]></category>
		<category><![CDATA[placas solares]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[sistema fotovoltaico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=30310</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/placas-solares-ilha-das-cinzas-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Ampliar o acesso à energia elétrica ainda é um desafio na Amazônia. Enquanto as concessionárias enfrentam dificuldades logísticas e operacionais para chegar aos pontos mais distantes, as próprias comunidades têm buscado alternativas de fornecimento. Na Ilha das Cinzas, localizada no município de Gurupá, no Arquipélago do Marajó, a solução encontrada foi o desenvolvimento de projetos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/placas-solares-ilha-das-cinzas-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Ampliar o acesso à energia elétrica ainda é um desafio na Amazônia. Enquanto as concessionárias enfrentam dificuldades logísticas e operacionais para chegar aos pontos mais distantes, as próprias comunidades têm buscado alternativas de fornecimento. Na Ilha das Cinzas, localizada no município de Gurupá, no Arquipélago do Marajó, a solução encontrada foi o desenvolvimento de projetos com energia solar fotovoltaica.</p>
<p>Na localidade, a única forma de ter energia elétrica em casa era com a compra de motores alimentados com diesel ou gasolina. Com grande parte da comunidade ribeirinha sem condições financeiras de investir nesse tipo de solução, a realidade dos moradores era marcada por uma série de restrições que prejudicavam o acesso até aos recursos mais básicos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Pegávamos os baldes, enchíamos e carregávamos para casa, onde tratávamos com cloro. Tínhamos que fazer isso para todos os nossos afazeres, desde tomar banho até lavar louça e roupas. Ficávamos indo buscar água praticamente o dia todo. Quando surgiram os painéis solares, tudo mudou”, contou ao <a href="https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2024/08/23/paineis-solares-amazonia.htm" target="_blank" rel="noopener">Ecoa</a> a moradora da ilha, Antônia de Fátima Queiroz.</p></blockquote>
<p>A rotina dela e de outros moradores mudou efetivamente em 2018, quando a Ilha das Cinzas foi beneficiada por um projeto financiado pela Fundação Honnold (EUA) para implantação de placas solares em toda a comunidade, mas com foco também na capacitação local para instalação e resolução de problemas dos sistemas.</p>
<figure id="attachment_30314" aria-describedby="caption-attachment-30314" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-30314 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/capacitacao-comunidade-ilha-das-cinzas.png" alt="" width="750" height="421" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/capacitacao-comunidade-ilha-das-cinzas.png 750w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/capacitacao-comunidade-ilha-das-cinzas-300x168.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/capacitacao-comunidade-ilha-das-cinzas-150x84.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/capacitacao-comunidade-ilha-das-cinzas-450x253.png 450w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-30314" class="wp-caption-text">Instalação e manutenção dos painéis solares é realizada pela própria comunidade. Foto: Divulgação.</figcaption></figure>
<blockquote><p>&#8220;Agora, podemos usar uma batedeira para fazer o açaí, conseguimos fazer o chopp para uma renda extra, já que temos uma geladeira para armazenar os alimentos, podemos usar máquina de lavar e temos sistema de bombeamento de água. Hoje, é muito raro a gente ver alguém indo buscar água em baldes”, completa Antônia.</p></blockquote>
<p>Para o presidente da ATAIC, Francisco Malheiros, as vantagens vão além das facilidades oferecidas pelos eletrodomésticos e alcançam o chamado uso social da tecnologia, utilizada como ferramenta para fortalecer a luta por direitos, como a soberania e a segurança alimentar.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente sempre fala: energia por si só não resolve o problema. Tem que pensar nessas outras possibilidades que podem ser acessadas com a energia. E a partir dela discutir produção, gênero, juventude, sóciobiodiversidade, e aquecimento global. A energia não é para trazer evasão escolar ou violência, por exemplo”, destaca Francisco.</p></blockquote>
<p>Apesar de ser um grande produtor e fornecer energia elétrica para todo o país, o Pará é o estado amazônico onde mais pessoas não têm acesso a esse recurso. Uma <a href="https://energiaeambiente.org.br/um-milhao-estao-sem-energia-eletrica-na-amazonia-20191125" target="_blank" rel="noopener">pesquisa do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA)</a> mostra que 409.593 não são atendidos pelos serviços elétricos fornecidos pelas concessionárias, o que representa mais de 40% do total de 990.103 amazônidas sem o serviço.</p>
<p>Na avaliação do coordenador de projetos no IEMA, Ronaldo Baitelo, experiências como as da Ilha das Cinzas apontam caminhos para enfrentar o problemas, mas também chamam atenção para a necessidade de aprimorar as políticas públicas de energia a partir das particularidades da Amazônia, como as dimensões geográficas, as dificuldades de acesso e as necessidades das comunidades isoladas</p>
<blockquote><p>&#8220;Há uma série de modelos que existem e podem ser replicados. Falta de certa forma um olhar mais carinhoso para as populações que estão em territórios isolados e um olhar mais estratégico do ponto de vista que a Amazônia é uma potência”, ressalta o especialista.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/projeto-de-energia-solar-garante-melhoria-da-qualidade-de-vida-para-comunidade-do-marajo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pará lidera geração de energia solar no Norte e projeta novos investimentos no setor</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-lidera-geracao-de-energia-solar-no-norte-e-projeta-novos-investimentos-no-setor/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-lidera-geracao-de-energia-solar-no-norte-e-projeta-novos-investimentos-no-setor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 18:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Absolar]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=23591</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/solar6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A busca por estratégias para conter as mudanças climáticas tem contribuído para o avanço do setor de energias renováveis no Brasil. Um dos destaques nesse segmento é a energia solar, que já é responsável por 14,8% da matriz energética do País, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) referentes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/solar6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A busca por estratégias para conter as mudanças climáticas tem contribuído para o avanço do setor de energias renováveis no Brasil. Um dos destaques nesse segmento é a energia solar, que já é responsável por 14,8% da matriz energética do País, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) referentes a julho de 2023.</p>
<p>De acordo com o mesmo levantamento, o Brasil tem atualmente mais de 32 GW de potência operacional oriunda desse segmento, sendo 10 GW proveniente de grandes usinas solares e 22,5 GW em instalações menores. No ranking nacional, o Pará aparece na 13ª posição e lidera a produção de energia solar na Região Norte, com 657,5 MW de potência instalada.</p>
<p>Em um cenário de expansão do mercado e com maior demanda por energia renovável, a expectativa é que o Pará mantenha uma posição de referência nesse setor. Recentemente, o<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/para-quer-ter-100-de-energia-solar-em-predios-publicos-ate-a-cop-30-em-2025/" target="_blank" rel="noopener"> Governo do Estado anunciou a criação do programa Energia Limpa, que visa promover o uso da energia solar na administração pública</a>, contribuindo assim para a redução de custos e das emissões de gases do efeito estufa.</p>
<p>Para isso, o programa vai viabilizar a construção da primeira usina de energia solar do estado, atendendo 106 prédios públicos já na primeira fase. Segundo o governador Helder Barbalho, a expectativa é que todos os órgãos públicos sejam abastecidos com energia renovável até a COP 30, em 2025.</p>
<blockquote><p>“A intenção é que com esta produção, possamos garantir o consumo de energia de todos os prédios públicos do Estado, gerando economia para o custeio da máquina pública, garantindo com que o Estado seja utilizador de energia renovável&#8221;, reforçou Barbalho.</p></blockquote>
<h3>Entraves superados</h3>
<p>Na avaliação de Daniel Sobrinho, coordenador estadual da ABSOLAR, fatores como a maior oferta de financiamento em bancos públicos e privados, o envolvimento do poder público na promoção de uma agenda sustentável e a maior conscientização da sociedade em relação a essa tecnologia tem ajudado no desenvolvimento das empresas de energia solar.</p>
<blockquote><p>“Todos os entraves que tinham estão sendo superados. Um deles era o desconhecimento da população, que ainda era muito cética em relação a redução do custo da conta de energia. Hoje em dia, as pessoas já não procuram mais com dúvidas, mas sim para contratar e fazer os serviços”, comenta o empresário</p></blockquote>
<p>Sobrinho frisa que uma das vantagens do sistema fotovoltaico no Pará é o retorno rápido do investimento devido às altas tarifas ainda cobradas no estado.</p>
<blockquote><p>“O crescimento é exponencial. Naturalmente já teria esse crescimento, mas percebemos que as pessoas estão cada vez mais procurando maneiras de diminuir essa tarifa. Além disso, agora temos o apelo da COP 30 e com o governo dando o exemplo temos tudo para crescer ainda mais do que o previsto porque a energia solar é um dos pilares para melhorar o nosso clima”. Acrescenta Daniel Sobrinho.</p></blockquote>
<h3>Segurança jurídica</h3>
<p>Paulo Virgulino, que atua há três anos e meio no ramo e oferece serviços de assessoria para implementação de projetos de alta complexidade, concorda e observa que o mercado vive um momento de expansão.</p>
<p>O empreendedor diz que o crescimento ocorreu principalmente com a regulamentação da lei nº 14.300, que trouxe segurança jurídica para a atividade, mas ele acredita que a perspectiva de realização da Conferência da ONU sobre Mudança do Clima em Belém deve impulsionar ainda mais esse segmento.</p>
<blockquote><p>“As expectativas são as melhores porque a COP 30 fala de clima e de sustentabilidade, então tem tudo a ver com o segmento em que a gente está inserido que é a geração de energia através de fontes solares, independentemente de ser dentro da geração distribuída, que são pequenos e médios projetos, até geração centralizada, que são grandes usinas. Esperamos receber muito investimento, mas também um olhar diferenciado para a Amazônia para que a gente consiga implementar vários projetos”, afirma Paulo Virgulino.</p></blockquote>
<p>Apesar disso, o empresário acrescenta que outras medidas de fomento ainda são necessárias para que o potencial da energia solar seja melhor explorado em prol do desenvolvimento sustentável.</p>
<blockquote><p>“Os grandes desafios são em termos de tarifas, as regras da concessionária e a melhoria da infraestrutura de rede para suportar a energia produzida por grandes usinas. A gente espera que as nossas autoridades se sensibilizem com isso, principalmente com a chegada da COP 30 porque precisamos de uma flexibilização em vários aspectos para que a gente consiga de fato avançar igual outros estados avançam”, destaca Virgulino.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-lidera-geracao-de-energia-solar-no-norte-e-projeta-novos-investimentos-no-setor/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comissão no Senado aprova incentivo ao uso de energia solar na agricultura familiar</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/comissao-no-senado-aprova-incentivo-ao-uso-de-energia-solar-na-agricultura-familiar/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/comissao-no-senado-aprova-incentivo-ao-uso-de-energia-solar-na-agricultura-familiar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 15:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=21467</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/energia-solar33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Comissão de Agricultura (CRA) aprovou projeto de lei que alivia a conta de luz das propriedades da agricultura familiar que usem energia oriunda de microgeradores solares (PL 2.458/2022). Também serão beneficiadas as unidades cujo titular esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) é o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/energia-solar33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Comissão de Agricultura (CRA) aprovou projeto de lei que alivia a conta de luz das propriedades da agricultura familiar que usem energia oriunda de microgeradores solares (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154716" target="_blank" rel="noopener">PL 2.458/2022</a>). Também serão beneficiadas as unidades cujo titular esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) é o autor.</p>
<p>O projeto altera o <a href="http://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2022/03/lei-incentiva-consumidor-a-produzir-propria-energia" target="_blank" rel="noopener">Marco Regulatório da Microgeração</a> (<a href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2022-01-06;14300" target="_blank" rel="noopener">Lei 14.300, de 2022</a>), que o Congresso aprovou no início deste ano. Entre outras medidas, a norma garante subsídios tarifários para os consumidores que investem na produção autônoma a partir de microgeradores ou minigeradores de fontes renováveis. Com o benefício, eles não pagam integralmente o custo pelo uso da rede de distribuição.</p>
<p>A proposta expande os subsídios até 2045 para agricultores familiares e participantes do CadÚnico que fazem geração solar fotovoltaica. Segundo o senador, o marco poderia ter sido “mais ousado” em iniciativas para democratizar o acesso à microgeração.</p>
<blockquote><p>“Os consumidores de menor poder aquisitivo terão redução nas suas despesas de energia elétrica; os agricultores familiares gastarão menos para produzir seus produtos; a cadeia produtiva associada aos painéis fotovoltaicos empregará mais pessoas; a matriz elétrica brasileira se tornará mais limpa”, explica o autor na sua justificativa.</p></blockquote>
<p>O projeto recebeu voto favorável do relator, o senador Flávio Arns (PSB-PR), e segue agora para a análise da Comissão de Infraestrutura (CI). O relatório de Arns foi lido pelo relator ad hoc, senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).</p>
<p><em>Fonte: Agência Senado</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/comissao-no-senado-aprova-incentivo-ao-uso-de-energia-solar-na-agricultura-familiar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pará quer ter 100% de energia solar em prédios públicos até a COP 30, em 2025</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/para-quer-ter-100-de-energia-solar-em-predios-publicos-ate-a-cop-30-em-2025/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/para-quer-ter-100-de-energia-solar-em-predios-publicos-ate-a-cop-30-em-2025/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2023 20:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[gases de efeito estufa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=21332</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/energia-limpa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governador Helder Barbalho lançou nesta segunda-feira, 3, o programa Energia Limpa, uma iniciativa para reduzir a dependência de fontes de energia não renováveis e diminuir os custos da energia elétrica no estado. “Nós estamos lançando o programa Energia Limpa para a produção de energia fotovoltaica. A intenção é que com esta produção, possamos garantir [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/energia-limpa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governador Helder Barbalho lançou nesta segunda-feira, 3, o programa Energia Limpa, uma iniciativa para reduzir a dependência de fontes de energia não renováveis e diminuir os custos da energia elétrica no estado.</p>
<blockquote><p>“Nós estamos lançando o programa Energia Limpa para a produção de energia fotovoltaica. A intenção é que com esta produção, possamos garantir o consumo de energia de todos os prédios públicos do Estado, gerando economia para o custeio da máquina pública, garantindo com que o Estado seja utilizador de energia renovável&#8221;, afirmou o governador.</p></blockquote>
<p>Helder Barbalho afirmou, também, que o programa busca reduzir as emissões de gases de efeito estufa à atmosfera. A expectativa, segundo ele, é atender, com a usina, 106 prédios públicos e que objetivo é chegar até 2025, com todos os prédios públicos do Pará, consumindo energia renovável.</p>
<blockquote><p>“ Com todas as plantas prontas, o nosso Estado terá uma economia de mais de R$140 milhões de reais ao ano para que esse recurso possa ir para as obras, por exemplo. Sem dúvida é um grande passo na adoção de energias limpas e renováveis”, declarou a secretária de Estado de Administração e Planejamento, Elieth Braga.</p></blockquote>
<p>Durante o lançamento do Energia Limpa, foi assinado um termo de cooperação entre a Secretaria de Estado de Administração e Planejamento (Seplad) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) que tem como propósito a construção de uma usina fotovoltaica de 10MW no Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá.</p>
<p>Somente essa primeira usina irá possibilitar uma economia mensal de mais de R$1 milhão de reais aos cofres públicos. Esta será uma usina piloto que suprirá a demanda energética dos prédios administrativos do Estado.</p>
<p>O Estado do Pará possui um potencial enorme de geração de energia e a usina do PCT Guamá irá evitar a emissão de 6.294.460 kg de CO 2 anualmente. O projeto tem um investimento de R$60 milhões de reais e será dividido em etapas, após a implantação da usina piloto, a previsão é que sejam construídas usinas solares nas demais regiões de integração para suprir os prédios públicos do interior.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/para-quer-ter-100-de-energia-solar-em-predios-publicos-ate-a-cop-30-em-2025/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo zera impostos federais sobre painéis solares até dezembro de 2026</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/governo-zera-impostos-federais-sobre-paineis-solares-ate-dezembro-de-2026/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/governo-zera-impostos-federais-sobre-paineis-solares-ate-dezembro-de-2026/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 17:07:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[PADIS]]></category>
		<category><![CDATA[painéis solares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=17642</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/painel_solar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva incluiu o segmento de painéis fotovoltaicos, voltados para a produção de energia solar, no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (PADIS), que zera a cobrança dos tributos federais IPI e PIS/Cofins ate dezembro de 2026. Até então, as alíquotas eram de 6,5% de IPI, 9,65% de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/painel_solar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva incluiu o segmento de painéis fotovoltaicos, voltados para a produção de energia solar, no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (PADIS), que zera a cobrança dos tributos federais IPI e PIS/Cofins ate dezembro de 2026.</p>
<div id="chunk-f4orb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="8" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Até então, as alíquotas eram de <span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">6,5% de IPI, 9,65% de Cofins e 6% de Imposto de Importação. Segundo o governo, a isenção vale para todos os painéis solares fabricados por empresas habilitadas ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (PADIS), e com projeto aprovado.</span></p>
</div>
</div>
<p>Criado em 2007, o PADIS oferece reduções a 0% de alíquotas de Imposto de Importação, IPI e PIS-COFINS, entre outros benefícios, para a produção de chips e semicondutores. O montante do incentivo para 2023 é superior a R$ 600 milhões. O programa tem se mostrado fundamental para a fabricação de diversos dispositivos eletrônicos, como smartphones, computadores, televisores e sistemas de automação industrial.</p>
<blockquote><p>“O programa contribui para o desenvolvimento tecnológico do país e fortalece a indústria nacional. Considera não apenas os semicondutores, mas células fotovoltaicas, com o incentivo à produção de energia <span class="highlightedSearchTerm">solar</span>. Este é mais um movimento para estimular o investimento, a produção nacional, gerando renda e emprego de qualidade”, afirmou o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.</p></blockquote>
<p>Ao alavancar a tecnologia nacional, o programa tem potencial para impactar fortemente a chamada “Economia Verde”. A inclusão do segmento de placas fotovoltaicas está em sintonia com os esforços do governo para descarbonizar a economia e estimular a produção de energias renováveis, o que contribui para cumprir as metas dos acordos climáticos internacionais. Como a demanda por painéis <span class="highlightedSearchTerm">solar</span>es cresce rapidamente, o novo PADIS estimulará investimentos em infraestrutura verde e em novas plantas em várias regiões do país.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/governo-zera-impostos-federais-sobre-paineis-solares-ate-dezembro-de-2026/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Usina flutuante de beneficiamento de açaí instalada em balsa funcionará com energia solar</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/usina-flutuante-de-beneficiamento-de-acai-instalada-em-balsa-funcionara-com-energia-solar/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/usina-flutuante-de-beneficiamento-de-acai-instalada-em-balsa-funcionara-com-energia-solar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 15:42:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[itinerante]]></category>
		<category><![CDATA[SEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[usina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=15123</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/acai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma indústria flutuante de beneficiamento de açaí recebeu Licença de Operação (LO) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) e irá atuar de forma itinerante na região do Baixo Amazonas. A LO 13.955/2.023 emitida no último dia 27 autoriza a operação da empresa Bertolini da Amazônia Indústria e Comércio até [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/acai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma indústria flutuante de beneficiamento de açaí recebeu Licença de Operação (LO) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) e irá atuar de forma itinerante na região do Baixo Amazonas. A LO 13.955/2.023 emitida no último dia 27 autoriza a operação da empresa Bertolini da Amazônia Indústria e Comércio até janeiro de 2025.</p>
<p>O empreendimento instalado em uma balsa irá atuar no processamento da fruta em rios que atravessam os municípios de Santarém, Alenquer, Monte Alegre, Prainha e Almeirim. A licença não desobriga a empresa da responsabilidade de obter outras possíveis licenças e autorizações de competência municipal, estadual ou federal adequadas à característica do empreendimento.</p>
<p>Projetos industriais que adotam soluções vinculadas à descarbonização do processo produtivo, com investimento em novas tecnologias e em estratégias de neutralidade em carbono, têm sido estimulados pela Semas. A balsa de processamento de açaí opera com energia solar.</p>
<blockquote><p>“O licenciamento ambiental estadual realizado na Semas estimula o emprego de tecnologias de baixo carbono com estratégias de promoção da socioeconomia da biodiversidade no estado e pode ser um instrumento ativo para apoiar redes, negócios e construir uma cadeia logística eficiente e sustentável do uso e aproveitamento de recursos naturais, como o açaí”, disse o secretário adjunto de Gestão e Regularidade Ambiental da Semas, Rodolpho Zahluth Bastos.</p></blockquote>
<p>O licenciamento analisado pela secretaria avaliou a geração de energia limpa, autonomia energética, adoção de tecnologias de tratamento de rejeitos, tratamento e reúso da água. Também foram analisados impactos sociais positivos para geração de renda em comunidades extrativistas ribeirinhas, que poderão vender o açaí diretamente na balsa industrial, dispensando a figura do atravessador. O projeto analisado também prevê a criação de 50 empregos diretos.</p>
<p><strong>Licenciamento ambiental</strong></p>
<p>Durante o procedimento são estabelecidas condições, restrições e medidas de controle que deverão ser obedecidas pelo realizador da atividade. Trata-se de um instrumento preventivo estabelecido pelas Políticas Estadual e Nacional de Meio Ambiente, Lei Estadual nº 5.887, de 9 de maio de 1995, e na Lei Federal nº 6.938 de 31 de agosto de 1981</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/usina-flutuante-de-beneficiamento-de-acai-instalada-em-balsa-funcionara-com-energia-solar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns muda cotidiano de moradores com energia solar</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/reserva-extrativista-tapajos-arapiuns-muda-cotidiano-de-moradores-com-energia-solar/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/reserva-extrativista-tapajos-arapiuns-muda-cotidiano-de-moradores-com-energia-solar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 14:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Saúde e Alegria]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns]]></category>
		<category><![CDATA[Revolusolar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=11834</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/energia-solar-amazonia-e1660142918481-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />“Foi muito bom para todos os moradores. Antes usávamos grupo gerador, com óleo diesel. Não tínhamos energia a noite inteira, e como moramos em floresta, há muito perigo com cobra, escorpião, era muito difícil. Agora podemos deixar a luz acesa toda a noite se quisermos, aumentamos a potência, podemos ter freezer, televisão maior, é bom [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/energia-solar-amazonia-e1660142918481-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><blockquote><p>“Foi muito bom para todos os moradores. Antes usávamos grupo gerador, com óleo diesel. Não tínhamos energia a noite inteira, e como moramos em floresta, há muito perigo com cobra, escorpião, era muito difícil. Agora podemos deixar a luz acesa toda a noite se quisermos, aumentamos a potência, podemos ter freezer, televisão maior, é bom demais”, diz dona Joelma Lopes.</p></blockquote>
<p>Ela é integrante de uma das famílias beneficiadas pelo programa de capacitação profissional de instalação de painéis fotovoltaicos da Revolusolar, que é uma das iniciativas apoiadas pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS) para geração de energia sustentável.</p>
<p>Dona Joelma mora na <span class="c1">Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, no Pará, onde o Projeto Saúde e Alegria (PSA), em parceria com o Revolusolar e iCS, atua com dezenas de projetos, entre eles instalação e geração de energia solar.</span></p>
<h3>Eletricistas do sol</h3>
<p class="c3"><span class="c1">O calendário ainda marcava o ano de 1987 quando o PSA, iniciativa civil sem fins lucrativos, começou a atuar em comunidades da Amazônia brasileira para promover e apoiar processos participativos de desenvolvimento comunitário integrado e sustentável capazes de contribuir de maneira demonstrativa no aprimoramento de políticas públicas, na qualidade de vida e no exercício da cidadania das populações atendidas.</span></p>
<p class="c3"><span class="c1">Coordenado pelos irmãos Caetano Scannavino Filho e Eugênio Scannavino Neto, o Saúde e Alegria atua com dezenas de projetos e atende a mais de 30 mil pessoas. Dentro da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, no Pará, eles montaram um centro na comunidade do Carão com viveiro para produção de mudas, unidades demonstrativas, centro de formação de eletricistas do sol, entre outros.</span></p>
<p class="c3"><span class="c1">E não para por aí. Sem emissão de diesel, a poluição melhorou, e o Saúde e Alegria ainda apoia em outras áreas, como reflorestamento e capacitação para que os moradores da Resex façam roçado sem queima, reduzindo área de fogo na floresta, entre outros.</span></p>
<p class="c3"><span class="c1">É o sol oferecendo eletricidade limpa do sudeste ao norte!</span></p>
<p><em>Fonte: Instituto Clima e Sociedade</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/reserva-extrativista-tapajos-arapiuns-muda-cotidiano-de-moradores-com-energia-solar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Energia: hora de olhar para o sol</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/energia-hora-de-olhar-para-o-sol/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/energia-hora-de-olhar-para-o-sol/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 19:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Absolar]]></category>
		<category><![CDATA[conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=4287</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O bolso do brasileiro já sabe: este ano a conta de energia elétrica ficou bem mais cara. E a situação pode piorar, mesmo para o consumidor do Pará – estado que não sofre com a crise hídrica que varre o centro-sul do país. Desde o início de junho que a Aneel (Agência Nacional de Energia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O bolso do brasileiro já sabe: este ano a conta de energia elétrica ficou bem mais cara. E a situação pode piorar, mesmo para o consumidor do Pará – estado que não sofre com a crise hídrica que varre o centro-sul do país. Desde o início de junho que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) passou a cobrar a bandeira vermelha patamar 2 – a mais alta – e um novo reajuste, que pode chegar a 20%, não está descartado.</p>
<p>Para os consumidores, especialmente os produtores rurais, está na hora de olhar para o sol. Isso é mais importante para quem cria aves, porcos, gado e peixes e já tinha uma conta de luz pesada mesmo antes dos aumentos. Mas é importante também para quem mora perto da terra e longe da cidade, onde volta e meia a luz acaba &#8211; quando existe! Muitos produtores ainda dependem de geradores para tarefas simples, como acionar a bomba de água ou acender lâmpadas. Apesar disso, o campo é quem menos investe no sol.</p>
<p>Segundo levantamento feito pela Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) com base em dados da Aneel, dos mais de 87 milhões de consumidores de energia elétrica do país, menos de 0,7% faz uso do sol para produzir eletricidade. Isso significa apenas meio milhão de sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, sendo que a grande maioria (75,2% do total) estão em residências. Os consumidores rurais respondem por apenas 7%, com 35.524 instalações.</p>
<p>A barreira do preço é cada vez menor: com o crescimento global desse mercado, os equipamentos estão bem mais em conta do que há 5 ou 10 anos, quando a energia solar começou a se popularizar por causa da luta contra o aquecimento global. Até o financiamento está ficando mais barato: recentemente o banco Santander anunciou que reduziu de 0,79% a.m. para 0,74% a.m. as taxas mínimas de juros para implantação de projetos fotovoltaicos em propriedades rurais. Também ampliou o prazo de parcelamento, que passou de 76 para 96 meses, com 120 dias de carência para pagamento da primeira parcela. Atualmente o produtor pode contar com mais de 70 linhas de crédito para a energia solar, oferecidas por bancos públicos, privados e cooperativas de crédito.</p>
<p>Uma vez instalada, a energia solar é como uma poupança: todo mês o produtor economiza aquilo que iria gastar com a conta de luz. Depois de alguns anos, o que se deixou de pagar em contas de luz equivale ao que se investiu no equipamento. Ou seja, no final ele sai de graça – e a partir daí, é só dinheiro no bolso para investir em outras coisas.</p>
<p>Mas a energia solar é boa também para a economia da nossa terra boa: segundo o presidente da Absolar, ela é a fonte renovável que mais gera empregos no planeta, sendo, por isso, essencial para a recuperação econômica pós-pandemia. Segundo a associação, em 2021, a fonte solar fotovoltaica deverá produzir mais de 147 mil novos empregos para os brasileiros.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/energia-hora-de-olhar-para-o-sol/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-06-13 18:00:02 by W3 Total Cache
-->