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	<title>energia limpa &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>energia limpa &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Quinto dia da COP30 teve protestos e compromissos para acelerar a energia limpa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 22:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Eco Invest]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/54923659959_dd3ce40d59_c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O quinto dia da COP30 começou com protesto de cinco povos da Amazônia, que bloquearam a entrada principal da Zona Azul. Os manifestantes exigiam uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e pediam a revogação do Decreto nº 12.600/2025, que criou o Plano Nacional de Hidrovias. Além disso, eles protestaram contra grandes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/54923659959_dd3ce40d59_c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O quinto dia da COP30 começou com protesto de cinco povos da Amazônia, que bloquearam a entrada principal da Zona Azul. Os manifestantes exigiam uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e pediam a revogação do Decreto nº 12.600/2025, que criou o Plano Nacional de Hidrovias. Além disso, eles protestaram contra grandes empreendimentos em seus territórios, pediram a suspensão da Ferrogrão e reforçaram a demanda pela demarcação de terras indígenas.</p>
<p>A situação foi contornada pelo presidente da COP30, André Corrêa do Lago, pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, e pela diretora executiva da conferência, Ana Toni, que reuniram-se com as lideranças.</p>
<h3>Faz parte da democracia</h3>
<p>Ana Toni afirmou, mais tarde, que as manifestações de grupos indígenas na COP30 fazem parte de um país com uma democracia forte, como é o Brasil, e que suas reivindicações são legítimas e não comprometeram o andamento das negociações. &#8220;Se fosse em São Paulo ou Brasília não teríamos indígenas participando dessa forma. Aqui, eles são protagonistas”, disse.</p>
<h3>Sobre as negociações</h3>
<p>Esta sexta-feira (14), aliás, foi marcada por anúncios e articulações políticas essenciais, focadas na transição justa, na expansão de energias renováveis e no fortalecimento das cadeias globais de combustíveis sustentáveis, segundo o blog Tá Lá na COP30, do Instituto Talanoa. As discussões avançaram na construção de compromissos multilaterais e definiram prioridades para acelerar a implementação dessas ações, ainda nesta década.</p>
<p data-path-to-node="2">Entre as iniciativas, 23 países assinaram o Compromisso de Belém, que visa quadruplicar a produção e o uso de combustíveis sustentáveis.  A coordenadora-geral da Agenda de Ação da COP30, Bruna Cerqueira, ressaltou que a inclusão de &#8220;combustíveis sustentáveis&#8221; nas discussões oficiais é inédita, afirmando que a proposta brasileira foi muito bem recebida e deverá ganhar escala.</p>
<p data-path-to-node="4">Outro ponto importante foi a publicação da <i>Belem Declaration on Global Green Industrialization</i>, que reforça a urgência de acelerar a industrialização verde mundial. A declaração também retomou o debate sobre o futuro da energia no transporte marítimo, reconhecido como um dos setores mais desafiadores para a descarbonização.</p>
<h3>Eco Invest</h3>
<p>O governo lançou, na sexta-feira (14), o 4º Leilão do Programa Eco Invest Brasil. O principal objetivo é financiar projetos de turismo sustentável, bioeconomia e infraestrutura verde na região Amazônica. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que as edições anteriores do Eco Invest já mobilizaram mais de R$ 70 bilhões em recursos públicos e privados para a transição ecológica. O leilão atual mantém o modelo de blended finance (financiamento misto), combinando capital público e privado para impulsionar o desenvolvimento sustentável.</p>
<h3>Celebridade na COP30</h3>
<p>O cantor e compositor Shawn Mendes veio à COP30, nesta sexta-feira, acompanhado de sua namorada, a ativista indígena equatoriana Helena Gualinga. Antes, ele teve um encontro com o cacique Raoni Metuktire, do povo Kayapó, num hotel da cidade. O artista canadense  tocou violão para o grupo de kayapós que estava presente.</p>
<h3>E o Fóssil do Dia vai para&#8230;</h3>
<p>Os Estados Unidos, um dos grandes poluidores e ausentes das negociações climáticas na COP30, levaram o Fóssil do Dia, nesta sexta-feira.  &#8220;As negociações podem avançar mais rápido sem os EUA bloqueando o progresso em justiça climática. Mas justiça não se constrói com ausência. O mundo precisa de presença, compromisso e contribuição &#8211; não de uma retirada estratégica&#8221;, disse a CAN, a idealizadora do &#8220;prêmio&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil pode zerar emissões até 2040, com agro sustentável e energia limpa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 13:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agro sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/amazonia133-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O agro pode levar o Brasil a zerar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) até 2040 — dez anos antes de sua meta oficial de 2050. Para isso, é preciso acelerar a adoção de práticas já conhecidas pelo setor, alcançando o desmatamento zero e garantindo até 87% das remoções de carbono &#8211; etapa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/amazonia133-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O agro pode levar o Brasil a zerar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) até 2040 — dez anos antes de sua meta oficial de 2050. Para isso, é preciso acelerar a adoção de práticas já conhecidas pelo setor, alcançando o desmatamento zero e garantindo até 87% das remoções de carbono &#8211; etapa fundamental para a neutralidade climática.</p>
<p>Este caminho, chamado Afolu-2040 &#8211; sigla para Agricultura, Florestas e Uso da Terra -, foi apontado no estudo Brazil Net-Zero by 2040, coordenado pelo Instituto Amazônia 4.0 e conduzido por pesquisadores como Carlos Nobre (USP) e Mercedes Bustamante (UnB), em parceria com cientistas de outras universidades.</p>
<p>Na prática, a proposta é dar escala à integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) aos sistemas agroflorestais (SAFs), à agricultura regenerativa e à recuperação de pastagens degradadas. Todas essas estratégias devolvem fertilidade ao solo, reduzem a pressão sobre áreas nativas e aumentam o sequestro de carbono.</p>
<blockquote><p> “Se bem-sucedido, o Brasil poderá se tornar um exemplo para o Sul Global, mostrando que crescimento econômico e ação climática ambiciosa podem caminhar juntos”, destaca a equipe.</p></blockquote>
<p>Ao ampliar essas estratégias, o país poderia restaurar cerca de 18,2 milhões de hectares em 15 anos. Além disso, reduziria drasticamente o desmatamento até 2030 e alcançaria a neutralidade de dióxido de carbono (CO₂) até 2035, pavimentando o caminho para a neutralidade total de gases de efeito estufa.</p>
<blockquote><p>“As emissões começariam a cair rapidamente já em meados da década de 2020. A partir de 2030, o país se aproximaria de um ponto de equilíbrio, quando a restauração e o reflorestamento passariam a remover mais carbono da atmosfera do que o emitido por mudanças no uso da terra”, mostra o estudo.</p></blockquote>
<h3>Baixo custo e alto potencial econômico</h3>
<p>Além de tecnicamente possível, o Afolu-2040 se mostra economicamente viável. Segundo o estudo, antecipar em dez anos a neutralidade climática exigiria apenas 1% a mais de investimento em relação à meta atual, considerada modesta diante dos ganhos ambientais e sociais que o modelo proporciona.</p>
<p>A principal vantagem desse caminho é o baixo custo de transição, já que o Brasil conta com uma base consolidada de políticas e práticas sustentáveis. Outro ponto importante é que a transição tende a abrir novos mercados para o agro brasileiro, fortalecendo cadeias produtivas que conciliam conservação e rentabilidade.</p>
<blockquote><p>“Nós vamos precisar fazer ajustes e quanto mais cedo a gente começar a fazer esses ajustes, mais fácil e menos custoso será. Quanto mais a gente postergar essas decisões, que são de transformação grande da matriz econômica brasileira, mais caro e mais difícil vai ser”, explicou a professora Mercedes Bustamante à Agência Brasil.</p></blockquote>
<h3>Transição energética</h3>
<p>Um segundo cenário foi analisado no estudo: o Energy-2040, que aposta na transformação da matriz energética brasileira. O modelo prevê uma redução drástica do uso de combustíveis fósseis, com queda de 55% no consumo de petróleo até 2035, redução de 41% na produção das refinarias e diminuição de 71% nas exportações.</p>
<p>Neste caso, a neutralidade em 2040 seria alcançada com eletrificação dos transportes, e a substituição de combustíveis industriais, por exemplo. Apesar do potencial, esse caminho exigiria cerca de 20% a mais de investimentos do que o cenário atual, em razão da necessidade de novas infraestruturas e inovação tecnológica.</p>
<p>Segundo Mercedes Bustamante, essa transição energética deve ocorrer de forma integrada ao uso sustentável da terra, aproveitando o potencial do setor agropecuário para compensar as emissões remanescentes.</p>
<blockquote><p>“Na parte do reflorestamento, seriam metas mais ambiciosas de restauração e, na parte da agricultura, sua transformação em um modelo mais próximo da agricultura regenerativa. Esse ganho que nós teríamos com sequestro de carbono pelas atividades de uso da terra nos permitiria fazer uma transição energética mais gradual”, conclui.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: André Garcia/ Gigante 163</em></p>
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		<title>Brasil não precisa explorar Foz do Amazonas, se cumprir meta climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 19:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/foz_petrobras-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Você já ouviu falar que, sem a exploração da Foz do Amazonas, as reservas de petróleo do Brasil acabarão em 10 anos? Pois saiba que uma análise de dados realizada pelo InfoAmazônia mostra que isso não é verdade. Com base nos relatórios de produção da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/foz_petrobras-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Você já ouviu falar que, sem<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/exploracao-de-petroleo-na-foz-do-amazonas-ameaca-natureza-e-comunidades-locais/" target="_blank" rel="noopener"> a exploração da Foz do Amazonas</a>, as reservas de petróleo do Brasil acabarão em 10 anos? Pois saiba que uma análise de dados realizada pelo <a href="https://infoamazonia.org/2025/03/25/se-cumprir-meta-climatica-brasil-nao-precisara-importar-petroleo-nem-explorar-foz-do-amazonas/" target="_blank" rel="noopener">InfoAmazônia </a>mostra que isso não é verdade.</p>
<p>Com base nos relatórios de produção da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e nas projeções de consumo no Brasil feitas pela Agência Internacional de Energia (IEA), os dados revelam que se o Brasil cumprir suas metas climáticas, ou seja, neutralizar suas emissões de gases de efeito estufa. as reservas do País devem durar até pelo menos 2039,</p>
<p>A conclussão é uma resposta à alegação da Petrobras sobre a importância de explorar novas reservas na Foz do Amazonas para financiar a transição energética e evitar o risco de importar petróleo dentro de 10 anos.</p>
<p>Para entender como isso se dá, é preciso saber que as reservas são a estimativa da quantidade de petróleo que pode ser extraída em um campo de produção. Elas são divididas em três categorias: reservas provadas (1P), com 90% de chance de extração; reservas prováveis (2P), com 50% de chance; e reservas possíveis (3P), com apenas 10% de chance de que o petróleo seja extraído comercialmente. Uma mesma área pode conter simultaneamente reservas provadas — com maior chance de serem extraídas — além de prováveis e possíveis.</p>
<p>O levantamento leva em conta que, em 2023, o Brasil tinha um total de 15,9 bilhões de barris de óleo (boe) em reservas provadas. Se considerar as reservas prováveis e possíveis, o número chega a 18 bilhões de barris.</p>
<p>Com base nisso, foram projetados cinco cenários:</p>
<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Cenário conservador:</strong> Considera que o consumo e exportação de petróleo permanecerão nos níveis máximos dos últimos cinco anos. Nesse caso, as reservas provadas se esgotariam entre 2035 e 2036, e as reservas totais entre 2036 e 2037.</li>
<li><strong>Aumento do consumo e exportação:</strong> As projeções da IEA indicam um crescimento contínuo do consumo e exportação. Nesse ritmo, as reservas provadas acabariam em 2032 e as reservas totais em 2033.</li>
<li><strong>Cenário Net Zero:</strong> Trabalha com a meta do Net Zero, isto é, o cumprimento do Acordo de Paris, em que o Brasil decidiu contribuir com a redução de 75% das emissões do planeta até 2050. Nesse caso, as reservas provadas durariam entre 2038 e 2039 e as totais entre 2041 e 2042.</li>
<li><strong>Sem exportação: </strong>O Brasil acabaria com as exportações e manteria um consumo interno crescente, o que faria com que as reservas provadas se esgotassem em 2036 e as totais em 2038. Se o consumo fosse constante, os estoques durariam até 2045 (provados) e 2048 (total).</li>
<li><strong>Exportação constante e redução de consumo: </strong>Com as exportações mantidas e o consumo reduzido em 75% até 2050, as reservas  provadas se esgotariam em 2037 e as reservas totais em 2039.</li>
</ol>
<h3>Na contramão dos compromissos</h3>
<p>A pressão para obter o licenciamento para exploração da Foz do Amazonas vai na contramão do que a Petrobrás e o governo brasileiro assumem como compromisso com a transição energética. Segundo a estatal, até 2028 devem ser investidos US$ 11,5 bilhões em energias renováveis (eólica e solar), captura e armazenamento de carbono e biocombustíveis, como bioquerosene de aviação e diesel renovável, soluções de baixo carbono.</p>
<p>Em resposta à reportagem, a Petrobras encaminhou uma entrevista da presidente da empresa, Magda Chambriard, que reforça que a companhia busca alcançar a neutralidade de emissões (Net Zero) até 2050. No entanto, quando questionada sobre a suposta necessidade de  importação de petróleo em 10 anos, a empresa não respondeu.</p>
<p>Em relatório, a IEA indica que “não serão necessários novos campos de petróleo e gás natural além dos já aprovados” para que os países cumpram as metas do Acordo de Paris. Porém, a organização reforça que é preciso que diminua o consumo global, passando dos atuais 90 milhões de barris por dia para 24 milhões em 2050, uma redução de 75%​.</p>
<p>A bacia da Foz do Amazonas tem cerca 350 mil km² entre o Pará e o Amapá e setores do governo especulam que a região poderia produzir em torno de 10 bilhões de barris. A Petrobrás tenta licenciamento para o empreendimento, mas o projeto já recebeu três negativas da área técnica do Ibama. Não há, portanto, nenhum licenciamento nem reservas provadas na área.</p>
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		<title>Governo Federal sanciona lei que cria programa para acelerar transição energética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 13:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/painel_solar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Governo Federal sancionou, na quarta-feira, 22, a lei que institui o Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten), uma iniciativa estratégica para o desenvolvimento sustentável e a liderança global na descarbonização do País. O Programa, que terá a adequação dos projetos coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), pretender ser um marco na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/painel_solar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Governo Federal sancionou, na quarta-feira, 22, a lei que institui o Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten), uma iniciativa estratégica para o desenvolvimento sustentável e a liderança global na descarbonização do País. O Programa, que terá a adequação dos projetos coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), pretender ser um marco na promoção de tecnologias limpas e na ampliação da matriz energética renovável.</p>
<blockquote><p> “O Brasil tornou-se o grande protagonista desse debate planetário sobre o combate às mudanças climáticas. No plano lançado hoje, existem medidas práticas iniciadas no primeiro governo do presidente Lula, como a implementação do biocombustível. Deu tão certo que começamos com 3% de biodiesel no diesel e chegamos a 13%. Agora, em primeiro de março, será elevado para 15%”, afirmou o vice-presidente, Geraldo Alckmin.</p></blockquote>
<p>O fundo será administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os recursos serão exclusivos para projetos vinculados ao programa – Estados, municípios e o Distrito Federal poderão acessá-los por meio de convênios com a União. Na prática, isso permitirá que empreendimentos acessem recursos a custos reduzidos, promovendo maior eficiência e consolidando o Brasil como o principal indutor de práticas sustentáveis.</p>
<p>O Paten viabiliza o acesso a crédito para empresas que possuem valores a receber da União, como precatórios e créditos tributários, para financiar projetos ligados à transição energética. O Fundo Verde, criado pela lei e administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), será a base desse financiamento, garantindo recursos para iniciativas de baixo carbono, sem a necessidade de garantias reais, o que reduz custos para os empreendedores.</p>
<p>Entre as áreas contempladas pelo Programa, estão o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis, a valorização energética de resíduos, a modernização da infraestrutura de geração e transmissão de energia e a substituição de fontes poluentes por alternativas renováveis. Além disso, o Paten deverá estimular a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias de captura e armazenamento de carbono, hidrogênio verde, biogás e outras soluções de energia sustentável.</p>
<p>O Paten tem relevância estratégica para os setores portuário, hidroviário e aeroportuário, considerando que essas infraestruturas desempenham um papel central na logística nacional e internacional, estando diretamente associadas às emissões de gases de efeito estufa. Por meio de incentivos ao uso de fontes de energia renovável e tecnologias limpas, o programa possibilita a modernização de portos e aeroportos, promovendo a descarbonização das operações e a eletrificação de sistemas, como o uso do Onshore Power Supply (OPS) para navios atracados e combustíveis sustentáveis, como o SAF, na aviação.</p>
<blockquote><p>“Nós estamos falando do potencial que o Brasil tem de se transformar no maior produtor de energia sustentável do mundo e de se tornar um dos principais agentes do combustível verde para a aviação, o nosso SAF. Temos uma lei aprovada pelo Governo Federal que determina que, até 2027, 1% do combustível da aviação seja composto por SAF. Esse número deve chegar a 10% até 2050. Essa é uma política pública na ordem do dia em todo o mundo”, acrescentou Sílvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos.</p></blockquote>
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		<title>Haddad diz ser essencial desonerar 100% as exportações e cita mercado verde</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/haddad-diz-ser-essencial-desonerar-100-as-exportacoes-e-cita-mercado-verde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 15:12:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[desoneração]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<category><![CDATA[mercado verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/economia-verde-bndes-capa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu na segunda-feira, 6, que é essencial desonerar 100% as exportações brasileiras e citou o potencial do País no mercado &#8220;verde&#8221;. &#8220;O Brasil está em um momento interessante, visto como um dos países de matriz energética mais limpa do mundo&#8221;, pontuou o ministro Ele argumentou que há mercado para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/economia-verde-bndes-capa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu na segunda-feira, 6, que é essencial desonerar 100% as exportações brasileiras e citou o potencial do País no mercado &#8220;verde&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Brasil está em um momento interessante, visto como um dos países de matriz energética mais limpa do mundo&#8221;, pontuou o ministro</p></blockquote>
<p>Ele argumentou que há mercado para o País se colocar como um grande exportador de energia limpa ou de produtos verdes. A reforma tributária, emendou, ajudará nesse processo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje a indústria precisa reaver o crédito de ICMS de produtos exportados, leva anos. Agora, não está nem que pagar, logo não terá que reaver. É uma mudança de filosofia.&#8221;</p></blockquote>
<p>Haddad defendeu que a estratégia não diminui a importância do mercado interno, que para o ministro será ainda mais relevante se o mercado potencial for maior. &#8220;Para isso, a desoneração das exportações e o Plano de Transição Ecológica são fatores essenciais.&#8221;</p>
<p>Ao comentar sobre o fomento à produtividade da indústria, Haddad também afirmou não ser contra incentivos, desde que sejam transparentes. O ministro citou como exemplo o Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR).<br />
Haddad participou na manhã desta segunda-feira de evento do BTG Pactual, em São Paulo.</p>
<p><em>Fonte: Estadão Conteúdo</em></p>
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		<title>Alunos da UFPA criam turbina a vapor capaz de gerar energia limpa para comunidades isoladas na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 17:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[biomassa]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[turbina a vapor]]></category>
		<category><![CDATA[UFPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/ribeirinhos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma turbina a vapor, que funciona à base de biomassa, pode, ao mesmo tempo, gerar energia elétrica mais eficiente e segura para comunidades isoladas na Amazônia e contribuir com o meio ambiente. Criado por alunos do programa de pós-graduação em engenharia mecânica da Universidade Federal do Pará (UFPA), o equipamento converte energia térmica, gerada pela [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/ribeirinhos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma turbina a vapor, que funciona à base de biomassa, pode, ao mesmo tempo, gerar energia elétrica mais eficiente e segura para comunidades isoladas na Amazônia e contribuir com o meio ambiente.</p>
<p>Criado por alunos do programa de pós-graduação em engenharia mecânica da Universidade Federal do Pará (UFPA), o equipamento converte energia térmica, gerada pela queima de biomassa, em vapor pressurizado. O vapor, por sua vez, movimenta lâminas móveis conectadas a geradores elétricos.</p>
<p>Em teste, o dispositivo gerou energia suficiente para abastecer cinco famílias com média de consumo energético mensal entre 100 e 200 kw/h, de acordo com reportagem da <a href="https://abori.com.br/tecnologia-e-engenharia/pesquisadores-desenvolvem-turbina-a-vapor-capaz-de-gerar-energia-para-comunidades-isoladas-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">Agência Bori.</a></p>
<p>Davi Cavalcante, um dos alunos da pós-graduação da UFPA responsável pelo estudo,  afirma que a tecnologia é a mesma utilizada em indústrias que geram grande quantidade de resíduos orgânicos, como madeireiras.</p>
<blockquote><p>“Mas as turbinas disponíveis no mercado são de grande porte e operam com alta pressão. A que desenvolvemos é bem menor e pode ser facilmente operada pelas comunidades rurais que não têm acesso à rede elétrica convencional”, afirma<span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">.</span></p></blockquote>
<p>Como o equipamento &#8211; formado por uma caldeira de 2 metros por 1 de diâmetro e uma turbina de 30 a 50 centímetros &#8211; pode gerar uma quantidade de energia razoável com pouca biomassa, as comunidades de coletores de açaí podem utilizar os caroços da fruta como combustível.</p>
<figure id="attachment_21655" aria-describedby="caption-attachment-21655" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-21655" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/microturbina-e-alternador-300x146-1.jpeg" alt="" width="300" height="146" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/microturbina-e-alternador-300x146-1.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/microturbina-e-alternador-300x146-1-150x73.jpeg 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-21655" class="wp-caption-text">Turbina a vapor. Foto: Davi Cavalcante/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Outra vantagem é que, por funcionar em baixa pressão, a turbina a vapor pode ser manuseada sem a necessidade de acompanhamento especializado por ser considerada uma operação de baixa complexidade. Isso sem contar as vantagens para a natureza, já que  é uma fonte de energia limpa.</p>
<p>O próximo passo é criar microturbinas que podem ser usadas individualmente.</p>
<blockquote><p>“Estamos trabalhando em um projeto de uma turbina não maior do que uma panela, com uma caldeira do tamanho de um botijão de gás que poderia ser instalada para uso de uma só família ou otimizada para mais casas”, explica o pesquisador.</p></blockquote>
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		<title>Pará quer ter 100% de energia solar em prédios públicos até a COP 30, em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2023 20:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[gases de efeito estufa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/energia-limpa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governador Helder Barbalho lançou nesta segunda-feira, 3, o programa Energia Limpa, uma iniciativa para reduzir a dependência de fontes de energia não renováveis e diminuir os custos da energia elétrica no estado. “Nós estamos lançando o programa Energia Limpa para a produção de energia fotovoltaica. A intenção é que com esta produção, possamos garantir [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/energia-limpa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governador Helder Barbalho lançou nesta segunda-feira, 3, o programa Energia Limpa, uma iniciativa para reduzir a dependência de fontes de energia não renováveis e diminuir os custos da energia elétrica no estado.</p>
<blockquote><p>“Nós estamos lançando o programa Energia Limpa para a produção de energia fotovoltaica. A intenção é que com esta produção, possamos garantir o consumo de energia de todos os prédios públicos do Estado, gerando economia para o custeio da máquina pública, garantindo com que o Estado seja utilizador de energia renovável&#8221;, afirmou o governador.</p></blockquote>
<p>Helder Barbalho afirmou, também, que o programa busca reduzir as emissões de gases de efeito estufa à atmosfera. A expectativa, segundo ele, é atender, com a usina, 106 prédios públicos e que objetivo é chegar até 2025, com todos os prédios públicos do Pará, consumindo energia renovável.</p>
<blockquote><p>“ Com todas as plantas prontas, o nosso Estado terá uma economia de mais de R$140 milhões de reais ao ano para que esse recurso possa ir para as obras, por exemplo. Sem dúvida é um grande passo na adoção de energias limpas e renováveis”, declarou a secretária de Estado de Administração e Planejamento, Elieth Braga.</p></blockquote>
<p>Durante o lançamento do Energia Limpa, foi assinado um termo de cooperação entre a Secretaria de Estado de Administração e Planejamento (Seplad) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) que tem como propósito a construção de uma usina fotovoltaica de 10MW no Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá.</p>
<p>Somente essa primeira usina irá possibilitar uma economia mensal de mais de R$1 milhão de reais aos cofres públicos. Esta será uma usina piloto que suprirá a demanda energética dos prédios administrativos do Estado.</p>
<p>O Estado do Pará possui um potencial enorme de geração de energia e a usina do PCT Guamá irá evitar a emissão de 6.294.460 kg de CO 2 anualmente. O projeto tem um investimento de R$60 milhões de reais e será dividido em etapas, após a implantação da usina piloto, a previsão é que sejam construídas usinas solares nas demais regiões de integração para suprir os prédios públicos do interior.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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