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	<title>empreendedorismo comunitário &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>empreendedorismo comunitário &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Sisteminha faz 21 anos e ganha versão voltada ao empreendedorismo comunitário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 18:20:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo comunitário]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/sisteminha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Sistema de Produção Integrada de Alimentos, conhecido como Sisteminha, acaba de completar 21 anos como uma das tecnologias sociais de maior sucesso no Brasil e adotada em vários outros países. Ele permite que famílias de baixa renda possam se alimentar com o que é produzido localmente, por meio de estruturas simples montadas com recursos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/sisteminha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Sistema de Produção Integrada de Alimentos, conhecido como Sisteminha, acaba de completar 21 anos como uma das tecnologias sociais de maior sucesso no Brasil e adotada em vários outros países. Ele permite que famílias de baixa renda possam se alimentar com o que é produzido localmente, por meio de estruturas simples montadas com recursos disponíveis no lugar. A produção excedente pode ser partilhada com vizinhos ou mesmo comercializada.</p>
<p>O Sisteminha acaba de ganhar uma versão para auxiliar as famílias a gerar renda por meio do empreendedorismo comunitário. O Sisteminha Comunidades,  além de contribuir para a segurança alimentar e nutricional da família, quando instalado com ênfase na comunidade, a produção é incrementada para atender ao mercado local, podendo se tornar modelo de empreendedorismo e desenvolvimento comunitário.</p>
<h3><strong>Como funciona</strong></h3>
<p>A tecnologia social é apropriada para produzir alimentos em pequenos espaços em áreas urbanas e rurais para atender às necessidades nutricionais de uma família de quatro a cinco pessoas, de acordo com as recomendações nutricionais da Organização Mundial da Saúde (<a href="https://www.who.int/pt" target="_blank" rel="noopener">OMS</a>).</p>
<p>Em um quintal de tamanho entre 100 e 1,5 mil metros quadrados, o Sisteminha expressa toda sua versatilidade, sendo possível a produção de peixes, ovos e carne de galinhas e codornas, suínos, porquinhos-da-índia, grãos, legumes, frutas, hortaliças, húmus de minhoca e composto orgânico, entre outros. Além de garantir a alimentação básica às famílias, possibilita também a geração de renda, por meio da comercialização do excedente da produção.</p>
<p>Toda a implantação do projeto é voltada para a redução de custos e seguindo modelo agrícola sustentável.</p>
<blockquote><p>“É uma metodologia simples, de fácil construção, que não interfere culturalmente nas famílias e consegue retirar as pessoas da situação de pobreza e miséria, gerando segurança e soberania alimentar em menos de sete meses. E o principal, ensina as famílias a conquistarem sua independência alimentar e nutricional, melhorando sua autoestima e capacidade de resolver problemas relacionados à execução das atividades”, explica o criador do Sisteminha, o zootecnista Luiz Carlos Guilherme, pesquisador da Embrapa.</p></blockquote>
<h3>Do empreendedorismo familiar ao comunitário</h3>
<p>Embora seja simples, o Sisteminha tem que ser gerido como uma empresa. A princípio, sem fins lucrativos, mas com clientes: os próprios integrantes da família beneficiada. Os insumos utilizados, como sementes e ração, por exemplo, devem ser escolhidos visando à produtividade.</p>
<blockquote><p>“Porque não adianta você receber um animal, um pintinho GLK, ISA Brown, com a capacidade de postura de até 300 ovos por ano e não alimentá-lo com ração balanceada específica ou substituí-la por milho e outros alimentos alternativos, que não suprem a necessidade imposta pela alta produção”, observa Guilherme.</p></blockquote>
<p>Segundo explica o autor da tecnologia, no modelo de execução individual, a família é responsável pela gestão de toda a cadeia produtiva do Sisteminha, incluindo a aquisição de insumos, obtenção de informações técnicas e comercialização dos produtos excedentes, de acordo com as possibilidades de negócios que aparecem (escambo ou venda).</p>
<blockquote><p>“Mesmo com limitações, consegue-se, por meio de alguns multiplicadores populares, racionalizar e organizar a produção de alimentos e a geração de excedentes. No entanto, o ônus do processo individual de produção não contribui para a formação de uma rede que possa atuar diretamente com o mercado, de modo a profissionalizar o empreendedorismo individual da família, uma vez que o mercado, nesse caso, não é prioridade, mas sim a segurança alimentar,” detalha Guilherme. “O Sisteminha Comunidades, novo modelo do Sisteminha proposto pela Embrapa Cocais, vem para integrar o mercado nas atividades de produção.”</p></blockquote>
<h3>Produção escalada de alimentos</h3>
<p>O modelo do Sisteminha Comunidades favorece a execução coletiva nas comunidades e a produção escalada de alimentos. Com isso, o empreendedorismo vai além da estabilização da segurança alimentar e nutricional da família. O excedente da produção dos alimentos pode ser compartilhado, trocado ou vendido entre a comunidade das famílias e comercializado no mercado local para compra coletiva dos insumos e demais necessidades do negócio.</p>
<blockquote><p>“O papel dos multiplicadores populares é essencial para o sucesso do empreendimento coletivo. São eles que levam o conhecimento técnico-científico para o entorno das comunidades, assim sucessivamente, movimento que pode ser potencializado nas regiões com o apoio institucional”, destaca o pesquisador. Ele afirma que a versão escalada da tecnologia é o Sisteminha melhorado e foca no desenvolvimento socioeconômico da região com sustentabilidade.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Embrapa</em></p>
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		<title>Na Flona Tapajós, produção de couro ecológico movimenta a economia e mantém a floresta em pé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 19:20:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
		<category><![CDATA[couro ecológico]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo comunitário]]></category>
		<category><![CDATA[Flona Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[floresta em pé]]></category>
		<category><![CDATA[látex]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/couro_ecologico-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Como já publicamos aqui no Pará Terra Boa, nossa floresta é fonte importante para muitas oportunidades de negócios que aliam biodiversidade com tecnologia e inovação, a base principal da bioeconomia. Na Floresta Nacional do Tapajós (Flona Tapajós), uma unidade de conservação localizada em Belterra, a produção de couro ecológico a partir do látex extraído das [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/couro_ecologico-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Como já publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa,</strong> nossa floresta é fonte importante para muitas oportunidades de negócios que aliam biodiversidade com tecnologia e inovação, a base principal da <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/riquezas-da-biodiversidade-conheca-5-exemplos-da-pratica-da-bioeconomia-no-para/" target="_blank" rel="noopener">bioeconomia</a>. Na Floresta Nacional do Tapajós (Flona Tapajós), uma unidade de conservação localizada em Belterra, a produção de couro ecológico a partir do látex extraído das seringueiras é um exemplo de empreendedorismo comunitário que mantém a floresta em pé.</p>
<p>Segundo O Liberal, além de gerar renda para as comunidades indígenas e tradicionais amazônicas, a produção ajuda a manter a conservação da biodiversidade da região, já que as árvores utilizadas se recuperam e são utilizadas dentro de sua capacidade produtiva.</p>
<blockquote><p>&#8220;Iniciamos uma produção pequena, de forma artesanal como brincos e biojoias que eram feitas também com outros itens como caroços e raízes. Hoje, a produção é realizada por 12 comunitários, em sua maioria mulheres, que se dividem entre a coleta de látex e a fabricação dos produtos.&#8221;, afirmou Arimar Feitosa Rodrigues, um dos integrantes do projeto, a <a href="https://www.oliberal.com/para/producao-de-couro-ecologico-movimenta-a-economia-de-comunidade-da-flona-tapajos-em-belterra-1.651386" target="_blank" rel="noopener">O Liberal.</a></p></blockquote>
<p>Materiais como sementes, fibras, capim, frutos secos, conchas e ossos encontrados na Amazônia se transformam em produtos como as <a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/produtos-da-floresta-em-pe-veja-quanto-o-mercado-de-producao-de-biojoias-fatura-no-para/"><span style="font-weight: 400;">biojoias</span></a><span style="font-weight: 400;">, acessórios de moda sustentáveis que ajudam a movimentar a economia no Pará. Segundo o Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), em 2021, esse mercado movimentou R$ 4,4 milhões no estado. Já em 2022, só no primeiro semestre já foram comercializados 60% desse valor.</span></p>
<p>Os produtos são vendidos nas lojas de artesanato das comunidades Maguari e Jamaraquá e a extração do látex é feita por meio de talhos na seringueira, sem o uso de produtos químicos, sendo coletados pela própria comunidade. A produção é coordenada principalmente por mulheres, que formam a maioria dos 12 comunitários envolvidos no projeto.</p>
<h3>Impactos da Pandemia</h3>
<p>No período em que a Flona ficou fechada para turistas com o surgimento da COVID-19, as vendas dos produtos à base de látex tiveram uma diminuição considerável. Antes da pandemia, o projeto contava com uma ampla gama de clientes.</p>
<p>Apesar das dificuldades, a iniciativa está buscando se reerguer e recuperar seus apoiadores de todos os cantos do Brasil e do mundo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Recentemente, recebemos uma encomenda de um cliente da Alemanha, mas ainda estamos com algumas dificuldades para retornar as vendas como antigamente&#8221;, pontuou Arimar.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS</strong>:</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/brasil-pode-faturar-us-284-bi-anuais-ate-2050-ao-investir-em-bioeconomia/" target="_top" rel="noopener">Brasil pode faturar US$ 284 bi anuais até 2050 ao investir em bioeconomia</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/riquezas-da-biodiversidade-conheca-5-exemplos-da-pratica-da-bioeconomia-no-para/" target="_top" rel="noopener">Riquezas da biodiversidade: conheça 5 exemplos da prática da bioeconomia no Pará</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/no-para-bioeconomia-trara-um-novo-tempo-para-a-transformacao-do-uso-da-floresta-a-partir-de-2023/" target="_top" rel="noopener">No Pará, bioeconomia trará um novo tempo para a transformação do uso da floresta a partir de 2023</a></p>
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