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	<title>emissões de carbono &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>emissões de carbono &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>COP28 : Pará vai investir US$ 300 milhões para zerar emissões de carbono até 2050</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Dec 2023 15:39:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[BID]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Helder-BID-COP28-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Governo do Pará e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) assinaram uma carta de intenções neste domingo, 3, durante a COP28, em Dubai, para garantir o financiamento do Projeto de Reforma Política para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, conhecido como Descarboniza Pará. Uma das metas do programa é investir em políticas públicas que levem [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Helder-BID-COP28-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Governo do Pará e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) assinaram uma carta de intenções neste domingo, 3, durante a COP28, em Dubai, para garantir o financiamento do Projeto de Reforma Política para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, conhecido como Descarboniza Pará. Uma das metas do programa é investir em políticas públicas que levem o estado a zerar suas emissões de carbono até 2050.</p>
<p>Conforme adiantou a <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/47030/governo-investira-us-580-milhoes-no-descarboniza-para-e-avanca-para" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>, o empréstimo seria da ordem de US$ 300 milhões. Os recursos devem ser direcionados a estratégias de economia descarbonizada, como produção sustentável, conservação ambiental, geração de empregos verdes, educação e transformação digital.</p>
<p>Além disso, o Executivo estadual diz que esses investimentos garantem a busca por estabilidade macroeconômica, sustentabilidade fiscal e uma governança climática integrada com base em soluções baseadas na natureza, agricultura climaticamente inteligente e bioeconomia; desenvolvimento de instrumentos financeiros e digitalização; e políticas de gênero e diversidade.</p>
<blockquote><p>“Esse é um momento muito especial na construção que o Estado do Pará está fazendo para descarbonizar sua economia e garantir a preservação da floresta, olhando para pessoas. Com a parceria do BID, nós impulsionaremos um novo modelo de desenvolvimento para o Estado, em que floresta viva possa ter o seu valor, gerar empregos verdes, trazer desenvolvimento local e alcançar nosso principal objetivo, que é cuidar da floresta cuidando das pessoas”, disse Helder Barbalho em entrevista a <a href="https://www.oliberal.com/na-cop-28-estado-do-para-e-bid-assinam-carta-de-intencoes-para-projeto-de-descarbonizacao-1.753719" target="_blank" rel="noopener">O Liberal</a>.</p></blockquote>
<p>A contratação do empréstimo foi solicitada pelo governo e autorizada pela Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) em setembro passado devido à boa saúde fiscal do estado.</p>
<p>Além de garantir os recursos para o Descarboniza Pará, o Governo do Pará e o BID assinaram convênios que reforçam a parceria estratégica na área ambiental.</p>
<p>O presidente do BID, Ilan Goldfajn, explicou que o financiamento do projeto integra uma iniciativa mais ampla da instituição em que países doadores se comprometem a apoiar iniciativas que abordem monitoramento, cuidado com as pessoas, bioeconomia, cidades e agricultura sustentável.</p>
<blockquote><p>“É um projeto moderno, que descarboniza, lida com uma forma holística com vários aspectos. Acho que será um exemplo não só para o Brasil, mas para o mundo. Para nós, será uma prioridade”, pontuou Goldfajn na avaliação do projeto paraense.</p></blockquote>
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		<title>Emissões de carbono na Amazônia mais que dobraram em 2019 e 2020; região leste da floresta preocupa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 21:06:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[CO2]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[MCTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/grilagem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A média das emissões de gás carbônico (CO²) pela Amazônia aumentou 122%  em 2019 e 2020,  em comparação com a média de 2010 a 2018, segundo um estudo elaborado por um grupo de 30 pesquisadores brasileiros e publicado na revista científica “Nature”. A publicação mostra que os 0,24 bilhões de toneladas de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/grilagem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A média das emissões de gás carbônico (CO²) pela Amazônia aumentou 122%  em 2019 e 2020,  em comparação com a média de 2010 a 2018, segundo um estudo elaborado por um grupo de 30 pesquisadores brasileiros e publicado na revista científica “Nature”.</p>
<p>A publicação mostra que os 0,24 bilhões de toneladas de carbono registrados entre 2010 e 2018 saltaram, em 2019, para 0,44 bilhões de toneladas de CO², um aumento de 89%,  e para 0,52 bilhões de toneladas, em 2020 (122%).</p>
<blockquote><p>&#8220;Não é que absorveu menos carbono, é que o desmatamento aumentou&#8221;, disse a pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e primeira autora do artigo, Luciana Gatti.</p></blockquote>
<p>Na avaliação dos cientistas, o crescimento tem relação com a desestruturação dos órgãos e políticas ambientais observados nos últimos anos. Um exemplo disso foi o fim do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), que previa mecanismos de embargo e restrição de acesso a crédito para os envolvidos na devastação da floresta, pelo governo Bolsonaro</p>
<p>Em entrevista coletiva nesta quarta-feira, 23,  Gatti demonstrou especial preocupação com a aproximação do ponto de não retorno no lado leste da floresta, que abrange a parte do sul e sudeste do Pará. De acordo com a pesquisadora, nos últimos 40 anos, a temperatura naquela região subiu 3,1º nos meses de agosto e setembro.</p>
<blockquote><p>“Estou falando da temperatura média entre todas as horas do dia. Imaginem o quanto ela cresceu no meio do dia&#8221;, disse a pesquisadora</p></blockquote>
<p>Para ela, seria necessário decretar estado de emergência nessa região e implementar planos de restauração florestal e de desmatamento zero.</p>
<blockquote><p>“Essa área da Amazônia está perto do ponto de não retorno e depois que chegar, será uma bola de neve. Se não temos muitos recursos, a área prioritária é ali no sudeste da Amazônia”, sugeriu.</p></blockquote>
<p>Para realização da pesquisa foram coletadas amostras de CO² em 742 voos sobre quatro localidades da Amazônia e a análise desse material em laboratório. Além disso, foram produzidos mapas para a comparação da diferença do desmatamento em 2019 e 2020 com o período de 2010 a 2018.</p>
<p>Com base nisso, chegou-se a dados que demonstram a curva distinta da devastação versus as ações de comando e controle. O aumento da área queimada subiu 14% em 2019 e 42% em 2020, por exemplo. Já os órgãos ambientais expediram menos 30% de multas 30% em 2019 e menos 54% em 2020. Além disso, os pagamentos das multas reduziram em 74% e 89%, respectivamente.</p>
<blockquote><p>“Havia uma série de ferramentas para combater o desmatamento que foram retiradas e a gente vê claramente a relação entre a subida do desmatamento e a redução das multas”, analisou a pesquisadora.</p></blockquote>
<p>O impacto disso pode ser notado no aumento das emissões de carbono pela Amazônia em nível comparado aos anos de 2015 e 2016, quando a seca provocada pelo fenômeno El Niño contribuiu para a disseminação de queimadas e a perda florestal.</p>
<p>No período analisado (2019 e 2020), o evento climático não ocorreu, por isso os pesquisadores afirmam que o crescimento das emissões está relacionado à ação humana.</p>
<blockquote><p>“Isso quer dizer que foram as atividades humanas que emitiram muito mais carbono do que a floresta é capaz de remover de carbono”, explica Gatti.</p></blockquote>
<p>A pesquisadora trabalha com a hipótese de que a principal atividade envolvida seria a extração ilegal de madeira impulsionada pelo avanço do desmatamento na porção oeste da Amazônia. No período analisado, a pesquisa aponta que houve aumento de 700% na exportação de madeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
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