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	<title>Emissão de carbono &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Emissão de carbono &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Compensar poluição de combustíveis fósseis apenas com reflorestamento é impossível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 18:48:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agroflorestas]]></category>
		<category><![CDATA[Emissão de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/reflorestamento3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Muitas empresas de combustíveis fósseis gostam de falar que ajudam o meio ambiente plantando árvores para absorver o carbono que elas emitem. Mas um novo estudo joga um balde de água fria nessa ideia. Especialistas alertam que, em muitos casos, a compensação não ocorre no local da emissão dos gases e, mais importante, não implica [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/reflorestamento3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Muitas empresas de combustíveis fósseis gostam de falar que ajudam o meio ambiente plantando árvores para absorver o carbono que elas emitem. Mas um novo estudo joga um balde de água fria nessa ideia. Especialistas alertam que, em muitos casos, a compensação não ocorre no local da emissão dos gases e, mais importante, não implica em uma redução real da poluição.</p>
<p>E pior, para compensar as emissões das 200 maiores empresas de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/exploracao-de-petroleo-na-foz-do-amazonas-ameaca-natureza-e-comunidades-locais/" target="_blank" rel="noopener">combustíveis fósseis</a> do mundo, seria necessário reflorestar uma área equivalente a cinco vezes o tamanho da Floresta Amazônica brasileira, ou 24 milhões de quilômetros quadrados</p>
<p>Ou seja, depender apenas da compensação sem a redução efetiva das emissões não resolve a crise climática. O reflorestamento seria um complemento, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pesquisadores-defendem-royalties-verdes-para-evitar-exploracao-de-petroleo-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">não a solução principal,</a> afirma o estudo.</p>
<p>Por isso, cientistas alertam, é urgente diminuir de verdade as emissões de gases poluentes, principalmente porque o aquecimento global e os eventos extremos (como enchentes e secas severas) estão cada vez piores.</p>
<h3>Parar de poluir sai mais barato</h3>
<p>A pesquisa fez um cálculo interessante sobre o &#8220;valor ambiental&#8221; das empresas. Eles estimaram quanto uma empresa valeria se tivesse que pagar para compensar toda a poluição que vai gerar no futuro. Usando o preço médio de compensação na Europa em 2022 (cerca de US$ 83 por tonelada de CO₂), o resultado foi chocante: 95% dessas empresas teriam um valor negativo no mercado.</p>
<p>Em outras palavras, o estudo sugere que, financeiramente, seria mais vantajoso para essas empresas parar de extrair e produzir combustíveis fósseis do que continuar poluindo e tentar &#8220;limpar a sujeira&#8221; depois.</p>
<p>O trabalho foi liderado por Alain Naef, especialista em economia verde da ESSEC Business School, na França. A equipe usou dados de 200 empresas para estimar suas futuras emissões e, a partir daí, calcular quantas árvores seriam necessárias para &#8220;compensar&#8221; todo esse impacto.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/sob-criticas-anp-leiloa-19-pontos-de-exploracao-de-petroleo-na-foz-do-amazonas/" target="_top">Sob críticas, ANP leiloa 19 pontos de exploração de petróleo na Foz do Amazonas</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pesquisadores-defendem-royalties-verdes-para-evitar-exploracao-de-petroleo-na-amazonia/" target="_top">Pesquisadores defendem royalties verdes para evitar exploração de petróleo na Amazônia</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/exploracao-de-petroleo-na-foz-do-amazonas-ameaca-natureza-e-comunidades-locais/" target="_top">Exploração de petróleo na Foz do Amazonas ameaça natureza e comunidades locais</a></strong></p>
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		<title>Incêndios na Amazônia Legal levam a recorde de emissões de carbono em 14 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 15:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Copernicus]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Emissão de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[gases de efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/queimadas76-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma combinação fatal de seca severa, que vem desde 2023, e incêndios florestais intensificou a crise climática na Amazônia em 2024. Os dados do Copernicus, da União Europeia, Copernicus revelam que as emissões de gases de efeito estufa na região atingiram níveis recordes, ultrapassando 176,6 megatoneladas de carbono, o maior valor desde 2010. Essa situação coloca em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/queimadas76-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma combinação fatal de seca severa, que vem desde 2023, e incêndios florestais intensificou a crise climática na Amazônia em 2024. Os dados do Copernicus, da União Europeia, Copernicus revelam que as emissões de gases de efeito estufa na região atingiram níveis recordes, ultrapassando 176,6 megatoneladas de carbono, o maior valor desde 2010. Essa situação coloca em risco a floresta e agrava o problema das mudanças climáticas globalmente.</p>
<p>O observatório também cita o Pantanal , indicando atividades de incêndios florestais sem precedentes em 2024. Entre maio e junho, o Mato Grosso do Sul (que concentra a maior parcela da vegetação pantaneira), segundo o Vopernicus, emitiu 3,3 MtCO<sub>2</sub>, o índice mais alto em 22 anos e quase três vezes superior ao recorde anterior para esse período, de 2009.</p>
<p>Isso fez com que os episódios de fogo nos dois biomas liberaram juntos mais de 195 milhões de toneladas (megatonelada ou Mt) de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) neste ano.</p>
<p>Mas o Brasil não está sozinho, Os incêndios atingiram o continente americano como um todo. .O Copernicus destacou que as Américas do Norte e do Sul experimentaram incêndios florestais “particularmente intensos” ao longo do ano</p>
<blockquote><p>“Todos esses incêndios tiveram impactos em escala continental na qualidade do ar com altas concentrações de partículas na superfície e outros poluentes que persistiram por várias semanas&#8221;, afirmou Mark Parrington, cientista sênior do Serviço de Monitoramento da Atmosfera Copernicus,</p></blockquote>
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		<title>Não é só o El Niño; desmatamento já aumentou em 3º a temperatura da floresta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 17:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Emissão de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/Desmate6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A temperatura no lado leste da Amazônia, que abrange a parte do sul e sudeste do Pará, está 3,1º mais quente do que era há 40 anos, por causa do desmatamento. “Estou falando da temperatura média entre todas as horas do dia. Imaginem o quanto ela cresceu no meio do dia&#8221;, diz a pesquisadora Luciana [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/Desmate6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A temperatura no lado leste da Amazônia, que abrange a parte do sul e sudeste do Pará, está 3,1º mais quente do que era há 40 anos, por causa do desmatamento.</p>
<blockquote><p>“Estou falando da temperatura média entre todas as horas do dia. Imaginem o quanto ela cresceu no meio do dia&#8221;, diz a pesquisadora Luciana Gatti, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).</p></blockquote>
<p>Gatti é a principal autora do artigo, recém-publicado, que revela que a<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/emissoes-de-carbono-na-amazonia-mais-que-dobraram-em-2019-e-2020/" target="_blank" rel="noopener"> média das emissões de gás carbônico (CO²) pela Amazônia aumentou 122% em 2019 e 2020</a>, em comparação com a média de 2010 a 2018<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/emissoes-de-carbono-na-amazonia-mais-que-dobraram-em-2019-e-2020/" target="_blank" rel="noopener">.</a></p>
<p>Isso significa que, nos anos 2019 e 2020, a capacidade da floresta amazônica de absorver todo o carbono lançado na atmosfera da região estava enfraquecendo. E a causa disso <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-por-empresario-na-amazonia-emitiu-32-mi-de-toneladas-de-co2/" target="_blank" rel="noopener">é a chamada ação do homem, que destrói a vegetação</a><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/emissoes-de-carbono-na-amazonia-mais-que-dobraram-em-2019-e-2020/" target="_blank" rel="noopener"> ou com incêndios </a>e queimadas, ou cortando árvores para vender a madeira.</p>
<p>No entorno de Santarém, no Pará, e de Alta Floresta, em Mato Grosso, onde os números de desmate são sempre altíssimos, já, em 2019, havia mais emissão do que  absorção de carbono, diz o estudo. No ano seguinte, o fenômeno já atingia a região de Tefé, no Amazonas, e Rio Branco, no Acre, ambas no oeste amazônico.</p>
<p>Foi na região paraense que a Polícia Federal prendeu recentemente o empresário Bruno Heller, apontado pelos investigadores como<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/r-116-milhoes-sera-o-custo-para-recuperar-os-2-710-hectares-de-floresta-desmatados-por-empresario/" target="_blank" rel="noopener"> o ‘maior devastador’ da Amazônia já identificado</a>, que destruiu2.710 hectares de floresta.</p>
<blockquote><p><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">“A floresta não está compensando o estrago humano”, afirma a cientista à </span><a style="font-size: 14px;" href="https://sumauma.com/luciana-gatti-a-amazonia-nao-esta-mais-compensando-o-estrago-humano/" target="_blank" rel="noopener">Sumaúma.</a></p></blockquote>
<p>Isso porque as plantas da floresta estocam carbono na fotossíntese, processo pelo qual se alimentam. Elas absorvem o gás carbônico e o armazenam em suas folhas, troncos e raízes. Quando elas são arrancadas, queimadas ou morrem, esse carbono volta para a atmosfera.</p>
<p>Luciana Gatti defende a decretação de estado de emergência na região lesta da Amazônia para implementar planos de restauração florestal e de desmatamento zero.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Semana do Meio Ambiente: Como o desmatamento está afetando o clima do Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/dia-mundial-do-meio-ambiente-como-o-desmatamento-esta-afetando-o-clima-do-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 14:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Arco do reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento no Pará]]></category>
		<category><![CDATA[dia do meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/15371_2b770d90-6202-c18f-6d3d-0569fcdef16b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta segunda-feira, 5, o Pará Terra Boa vai trazer, ao logo da semana, conteúdos sobre ações de manutenção da floresta em pé no nosso estado. Para começar, conversamos com três renomados cientistas brasileiros: Carlos Nobre, pesquisador no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP) [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/15371_2b770d90-6202-c18f-6d3d-0569fcdef16b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta segunda-feira, 5, o<strong> Pará Terra Boa</strong> vai trazer, ao logo da semana, conteúdos sobre ações de manutenção da floresta em pé no nosso estado. Para começar, conversamos com três renomados cientistas brasileiros: Carlos Nobre, pesquisador no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP) e copresidente do Painel Científico para a Amazônia, Luciana Gatti, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e Paulo Artaxo, professor e chefe do Departamento de Física Aplicada da USP, que têm dedicado suas carreiras ao estudo do <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cheia-mais-fraca-do-rio-tapajos-registrada-em-2023-esta-diretamente-ligada-ao-desmatamento/" target="_blank" rel="noopener">desmatamento</a> e suas consequências na Amazônia brasileira.</p>
<p>Nosso Pará, conhecido por sua rica diversidade de florestas e ecossistemas únicos, está sofrendo uma transformação dramática nas últimas décadas. O desmatamento desenfreado e irresponsável tem causado um impacto devastador no estado, mudando drasticamente a paisagem e eliminando as heranças naturais deixadas pelos nossos avós.</p>
<p>Além disso, a destruição florestal tem contribuído significativamente para as <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/em-tempos-de-fortes-chuvas-rede-jandyras-conscientiza-belenenses-sobre-justica-climatica/" target="_blank" rel="noopener">mudanças climáticas</a>. As florestas atuam como sumidouros naturais de carbono, absorvendo a substância da atmosfera e ajudando a mitigar o aquecimento global. Com a perda dessas áreas verdes, o Pará contribui para a intensificação do problema climático, aumentando as temperaturas, alterando os padrões de chuva e agravando eventos climáticos extremos.</p>
<blockquote><p>“O desmatamento tem uma série de efeitos negativos localmente e no clima da Amazônia e do planeta como um todo. Quer dizer, a Amazônia é uma floresta que tem uma quantidade enorme de carbono a cada quilômetro quadrado, armazenado no tronco das árvores e nas raízes. Então assim que você desmata, emite esse carbono para a atmosfera e agrava-se significativamente o aquecimento global”, explicou Paulo Artaxo.</p></blockquote>
<p>Segundo os estudos de Luciana, a absorção de carbono pelo lado leste da Amazônia, que engloba um pouco mais a região do centro para o sul do Pará e um pouco menos do centro para o norte, está perdendo a capacidade ou até já virou fonte dele.</p>
<blockquote><p>“O que o nosso estudo observou é que caminha junto ao desmatamento essa perda de capacidade de absorver carbono e um aumento de mortalidade da floresta. E junto com isso a gente observou que quanto mais desmatado, na estação seca cada vez mais chove menos, está mais quente e a estação está mais longa. O que o estado do Pará tem a ver com isso? O desmatamento. O Pará é o estado que mais desmata todo ano há mais de dez anos”, afirma a pesquisadora.</p></blockquote>
<p>De acordo com a pesquisadora, é muito importante que o Pará mude o seu <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/saiba-como-aumentar-a-produtividade-de-lavouras-de-cacau-plantadas-em-sistemas-agroflorestais/" target="_blank" rel="noopener">modelo econômico</a>, já que o método baseado na criação de gado e produção de soja e milho não é sustentável e está matando a Amazônia.</p>
<blockquote><p>“Esse modelo está matando o mudando o clima, matando a nossa fábrica de chuva, a nossa grande proteção contra as mudanças climáticas. Existem várias maneiras de desenvolver a economia do estado preservando a floresta. Nós já sabemos que, por exemplo, o cacau é três vezes mais produtivo quando produzido no sistema de agrofloresta. É muito importante parar esse processo dos grandes latifúndios no estado do Pará e grandes áreas de pastagem, transformando um percentual por ano em agroflorestas”, alertou Gatti.</p></blockquote>
<p>Como já publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong>, entre as medidas defendidas pelo climatologista Carlos Nobre está a<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/e-preciso-transformar-o-arco-do-desmatamento-em-arco-do-reflorestamento/" target="_blank" rel="noopener"> transformação do atual Arco do Desmatamento</a> – região onde a fronteira agrícola avança, de leste e sul do Pará em direção a oeste, passando por Mato Grosso, Rondônia e Acre – em Arco do Reflorestamento.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Nobre e vários pesquisadores como Gatti, se zerarmos o desmatamento e reconstruímos rapidamente a floresta secundária nesta área do sul da Amazônia, conseguiremos fazer a floresta permanecer ali. </span></p>
<blockquote><p>“A floresta amazônica intocada tem uma taxa de remoção líquida de 1 a 2 bilhões de toneladas por ano de dióxido de carbono da atmosfera. São 150 bilhões a 200 bilhões de toneladas armazenadas, um serviço ambiental imenso para o resto do planeta”, apontou Nobre,</p></blockquote>
<p>Outro plano do cientista é a criação de um <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/santarem-recebe-laboratorio-itinerante-de-cacau-com-uso-de-tecnologia-3d/" target="_blank" rel="noopener">“MIT da Amazônia”</a> (em alusão ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts, dos Estados Unidos)<span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<blockquote><p>“Precisamos criar uma nova bioeconomia para a Amazônia e o<a href="https://amit.institute/" target="_blank" rel="noopener"> <b>AmIT</b></a><span style="font-weight: 400;">, como estamos chamando, é uma proposta para formar mão de obra para isso na região e criar as tecnologias necessárias para desenvolvê-la de uma forma que valorize a biodiversidade e mantenha a floresta de pé”, disse.</span></p></blockquote>
<p>E por falar em <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-quer-ser-protagonista-da-bioeconomia-com-floresta-em-pe-e-agro-forte/" target="_blank" rel="noopener">bioeconomia</a>, o plano é uma das soluções para reduzir os impactos do desmatamento liderada pelo nosso Pará e tem que ser estruturado em cima da floresta em pé.</p>
<blockquote><p>“Na hora que você desmata a floresta, você diminui a possibilidade da exploração da biodiversidade que é a base da bioeconomia. Então, se a gente quiser efetivamente implementar um sistema de bioeconomia no futuro, a gente tem que trabalhar pela manutenção da floresta. Somente reduzir o desmatamento não vai bastar. Nós temos também que reduzir a emissão de gases de efeito estufa pela exploração de combustíveis fósseis em geral e temos que mudar todo o nosso sistema de geração de energia”, analisou Paulo Artaxo.</p></blockquote>
<p>Para o futuro da nossa floresta, é essencial que eventos como a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/enquanto-se-preparam-para-sediar-a-cop-30-belem-e-regiao-sofrem-com-saneamento-precario/" target="_blank" rel="noopener">COP 30 aconteçam em Belém</a>, voltando os olhos do mundo para a manutenção da nossa Amazônia.</p>
<blockquote><p>“O Pará está liderando todos os estados da Amazônia brasileira com seu plano de exploração do enorme potencial da economia da floresta, beneficiando os agricultores familiares, que estão fazendo transições para sistemas agroflorestais e tendo cooperativas avançadas. Então em 2025, se o Pará conseguir praticamente zerar o desmatamento e expandir o seu projeto de bioeconomia isso vai ser marco muito simbólico. A COP em Belém mostrará a potência da sociobiodiversidade do estado do Pará”, finalizou Nobre.</p></blockquote>
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		<title>Drone com sensor que evita emissão de carbono e desmatamento está sendo desenvolvido no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/tecnologia/drone-com-sensor-que-evita-emissao-de-carbono-e-desmatamento-esta-sendo-desenvolvido-no-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 19:47:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[drone]]></category>
		<category><![CDATA[Emissão de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Paragominas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/drone2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um drone com sensor Lidar (do inglês Light Detection and Ranging), que usa tecnologia óptica de detecção remota, para o mapeamento tridimensional das florestas começou a operar no Projeto Cauaxi de conservação, na Amazônia. O Cauaxi está sendo desenvolvido na macrorregião de Paragominas, interior do Pará. Trata-se de um tipo de projeto que envolve emissão [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/drone2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um drone com sensor Lidar (do inglês Light Detection and Ranging), que usa tecnologia óptica de detecção remota, para o mapeamento tridimensional das florestas começou a operar no Projeto Cauaxi de conservação, na Amazônia. O Cauaxi está sendo desenvolvido na macrorregião de Paragominas, interior do Pará.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1513728&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1513728&amp;o=node" /></p>
<p>Trata-se de um tipo de projeto que envolve emissão de gás carbônico (CO²) evitada e é aplicado pela <em>climate tech</em> beCarbon. Esta é uma <em>startup</em> (empresa nascente) que promove soluções climáticas naturais com recursos financeiros do mercado de carbono para mitigar os efeitos das mudanças climáticas globais. A brCarbon já usava o equipamento em uma etapa de testes e agora incorporou a tecnologia aos trabalhos de rotina.</p>
<blockquote><p>“É uma floresta que, potencialmente, seria desmatada e, aí, vem o projeto de carbono para evitar que seja desmatada. O projeto dá recursos para o fazendeiro deixar a floresta em pé, em vez de desmatar”, disse à Agência Brasil o diretor Redd+ (reduções de emissões de gases de efeito estufa e aumento de estoques de carbono florestal) da brCarbon, Danilo Almeida.</p></blockquote>
<p>Uma das frentes de trabalho da startup nacional é a geração de créditos de carbono para produtores rurais por meio da conservação de áreas florestais dentro de suas propriedades. Além do ganho ambiental e de benefícios climáticos, a manutenção da floresta em pé do excedente da reserva obrigatória por lei é transformada em resultado financeiro para os proprietários.</p>
<p>As áreas em Paragominas totalizam 57 mil hectares, ou o equivalente a 57 mil campos de futebol, e fazem parte de um projeto de carbono do tipo AUD (avoiding unplanned deforestation), cujo objetivo é evitar a emissão de carbono que ocorre com o desmatamento não planejado, ou o desmatamento ilegal, que pode ocorrer devido à pressão no entorno de uma área. Os dirigentes da brCarbon acreditam que este será, provavelmente, o primeiro trabalho com uso dessa tecnologia em projetos de conservação na Amazônia brasileira certificado pela Verra, principal plataforma global de registro de crédito de carbono.</p>
<h3>Características</h3>
<p>Uma das características principais dos projetos de carbono da brCarbon é mensurar o estoque de carbono existente na floresta, a biodiversidade e o aspecto social, com cientistas que vão às comunidades situadas no entorno.</p>
<blockquote><p>“Nessa parte de mensuração do carbono, é feito um inventário em campo. Vão pessoas para a região, mensuram as árvores, seu diâmetro e altura e estimam o carbono. Depois, utiliza-se o Lidar para conseguir construir um modelo estatístico e extrapolar essa informação que se tem do campo, de mensuração da biomassa, e fazer um mapa de biomassa de toda a área que é sobrevoada por drone”, explicou Almeida.</p></blockquote>
<p>Com isso, os pontos amostrais de pequenas área feitos em campo por pessoas conseguem ser multiplicados em milhares de hectares.</p>
<blockquote><p>“E conseguimos ter um mapa de biomassa com alta acurácia dessas estimativas”, disse Almeida.</p></blockquote>
<p>Segundo Almeida, todo o mérito do trabalho cabe ao sensor Lidar, e não ao drone, “que só carrega o sensor. Só voa. O que realmente mensura as árvores, faz o escaneamento da floresta, é o sensor. Ele consegue capturar a altura da vegetação, consegue capturar o solo que está abaixo da floresta, o sub-bosque da vegetação. E, com esse modelo tridimensional da vegetação, conseguimos estimar, com alta acurácia, a biomassa ou os estoques de carbono que estão na floresta.”</p>
<p>Em outras palavras, o sistema drone/Lidar faz o georreferenciamento, a medição de altura das árvores, as estimativas de carbono acima do solo e a identificação e a quantificação de clareiras.</p>
<p>Danilo Almeida informou que este equipamento será aplicado em todos os projetos da startup no Brasil.</p>
<blockquote><p>“Não só dentro dos projetos de Redd, de emissão de carbono evitada, mas também nos projetos de restauração, que fazem o sequestro do carbono da atmosfera, por meio do reflorestamento de florestas nativas”. Estão nesse campo projetos no Cerrado e na Mata Atlântica. A ideia é também levar o sensor Lidar para outros projetos envolvendo restauração, localizados nos estados do Acre, Amazonas e Mato Grosso, “porque aumenta muito a acurácia e reduz também o esforço de campo”.</p></blockquote>
<h3>Vantagem</h3>
<p>Com um modelo estatístico que relaciona as imagens do sensor Lidar com a biomassa, dali para a frente, não é preciso ir mais para campo com muitas pessoas, disse o diretor da brCarbon.</p>
<blockquote><p>“Normalmente, trabalhamos com equipes de duas pessoas que vão para campo fazer voar o drone”. O drone faz voos de 20 minutos e, em cada sobrevoo, coleta de 50 hectares a 60 hectares. A brCarbon consegue fazer até oito voos diários com o drone, o que significa coletar 400 hectares por dia. Em um inventário convencional, de pessoas indo para campo, consegue-se cobrir um hectare por dia. A tecnologia aplicada pela brCarbon será levada para outros estados ainda neste ano.</p></blockquote>
<p>Danilo Almeida informou que o Lidar aerotransportado já é amplamente usado na Europa, nos Estados Unidos e em algumas iniciativas no Brasil para diversas aplicações florestais, como mapeamento de clareiras, quantificação de danos causados por incêndios florestais, estudos e pesquisas ecológicas.</p>
<p>Agora, o mapeamento com o sistema drone-sensor remoto também está inovando o trabalho de conservação das florestas brasileiras. As imagens de altíssima resolução obtidas com drone permitem identificar algumas espécies da Amazônia brasileira, como castanheiras e palmeiras, além de possibilitar o mapeamento e localização de espécies para as etapas que antecedem o manejo florestal sustentável.</p>
<p>A brCarbon dispõe de um banco de dados com castanheiras e copaíbas, duas espécies importantes na relação de produtos florestais não madeireiros que constituem fonte de renda alternativa para as comunidades que diretamente se beneficiam dos projetos. O analista em mensuração florestal da brCarbon Silvio Gomes informou à <strong>Agência Brasil </strong>que a empresa reúne um extenso e robusto volume de informações em seu banco de dados, relativo aos mapeamentos efetuados. Ao longo dos próximos anos, a meta é validar a tecnologia e implementar nos projetos da <em>startup</em> frente à plataforma internacional Verra.</p>
<h3>Parcerias</h3>
<p>Almeida acrescentou que o banco de dados que vem sendo formado tem parcerias com instituições de pesquisa como o Laboratório de Silvicultura Tropical da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), unidade da Universidade de São Paulo (USP), que também usa o sistema drone/Lidar para mapeamento de florestas na Mata Atlântica e no Cerrado. “A ideia das parcerias é unir o banco de dados que temos dentro da brCarbon com banco de dados de outros pesquisadores e, aí, fazer publicações científicas para o desenvolvimento de modelos e o aperfeiçoamento dessas estimativas de carbono para o público em geral e a comunidade científica como um todo”, concluiu Almeida.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>COP27: Agricultura de baixo carbono deve ser &#8216;regra&#8217; no Brasil, não promessa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 19:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[COP27]]></category>
		<category><![CDATA[Emissão de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[gases de efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[metano]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/Desmatamento-Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta quarta, 9/11, foi apresentado na Conferência do Clima da ONU (COP27) um balanço de dez anos da plataforma SEEG, Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Observatório do Clima, que mostra que o Brasil fracassou em cortar gases-estufa após adoção de política nacional. Os especialistas do Observatório do Clima mostraram [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/Desmatamento-Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">Nesta quarta, 9/11, foi apresentado na Conferência do Clima da ONU (COP27) um balanço de dez anos da plataforma SEEG, </span><span style="font-weight: 400;">Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa </span><span style="font-weight: 400;">do Observatório do Clima, que mostra que o Brasil fracassou em cortar gases-estufa após adoção de política nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os especialistas do Observatório do Clima mostraram como o Brasil desperdiçou oportunidades para reduzir suas emissões, sobretudo, pela destruição da floresta amazônica, nos últimos dez anos. A “década perdida” do controle de emissões aconteceu após a regulamentação da Política Nacional sobre Mudança do Clima, no fim de 2010.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No início do mês, o <strong>Pará Terra Boa</strong> publicou <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-faz-emissao-de-gases-de-efeito-estufa-ter-a-maior-alta-em-19-anos/?preview_id=12972&amp;preview_nonce=ba169fe83c&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=12974&amp;preview=true">dados divulgados pelo SEEG que revelaram o maior aumento em 19 anos das emissões no Brasil</a>. </span><span style="font-weight: 400;">Só no ano passado, o país emitiu 2,42 bilhões de toneladas brutas de CO2 equivalente, um aumento de 12,2% em relação a 2020 (2,16 bilhões de toneladas). Há quatro anos as emissões sobem sem parar, algo inédito desde a década de 1990. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia)</span><span style="font-weight: 400;">, Pará, Amazonas e Mato Grosso são os estados amazônicos que mais emitiram gases do efeito estufa em 2021: foram 640 milhões de toneladas de carbono equivalente, ou 70% das emissões brutas por mudanças de uso da terra da região. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“O principal que a gente tem que fazer são ações que fazem a gente reverter a situação do desmatamento. Outro aspecto importante é que a aplicação da agricultura de baixo carbono tem que se dar no Brasil como regra e não com uma exceção como é hoje. Hoje é um programa de agricultura de baixo carbono. Na verdade, a gente deveria fazer com que a agricultura de baixo carbono fosse o padrão no Brasil porque a gente tem tecnologia pra isso”, disse Tasso Azevedo, coordenador do SEEG.</span></p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/cop27-pequenos-agricultores-querem-espaco-para-discutir-seguranca-alimentar/?preview_id=13048&amp;preview_nonce=0cefedd39a&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=13051&amp;preview=true">COP27: Pequenos agricultores querem espaço para discutir segurança alimentar</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/cursos-eventos/cop27-conferencia-do-clima-da-onu-comeca-no-egito-com-varios-desafios/?preview_id=13023&amp;preview_nonce=756dda698e&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=13026&amp;preview=true">COP27: Conferência do Clima da ONU começa no Egito com vários desafios</a></p>
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