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	<title>Emater &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Emater &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pará lança “Acelera Ater” para injetar R$ 222 milhões na produção sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 13:33:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Acelera Ater]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
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		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[produção sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/agricultura_familiar33-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará pretende fortalecer o apoio à agricultura familiar, com o lançamento do Acelera Ater. O plano promete chegar a todas as 12 regiões de integração do estado com assistência técnica, crédito rural e mais oportunidade para quem vive e trabalha no campo. A meta do Emater é chegar a 10 mil novos CAFs, 3 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/agricultura_familiar33-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará pretende fortalecer o apoio à agricultura familiar, com o lançamento do Acelera Ater. O plano promete chegar a todas as 12 regiões de integração do estado com assistência técnica, crédito rural e mais oportunidade para quem vive e trabalha no campo.</p>
<p>A meta do Emater é chegar a 10 mil novos CAFs, 3 mil projetos do Pronaf e 75 mutirões simultâneos só em 2026. E o alcance vai além dos números — pelo menos 30% das vagas serão destinadas a mulheres, jovens, quilombolas e indígenas.</p>
<blockquote><p>&#8220;O acesso ao crédito rural, viabilizado pelo CAF, aumenta a produtividade, o PIB municipal e a renda no meio rural&#8221;, explica a coordenadora técnica Cristiane Corrêa. Para o presidente da Emater-Pará, Joniel Abreu, a proposta é clara: &#8220;Buscamos converter a formalização e o crédito em desenvolvimento rural com justiça social. É uma assistência técnica mais resolutiva, ágil e próxima do agricultor.&#8221;</p></blockquote>
<p>Tudo começa com um documento: o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF). Ele comprova a atividade rural e abre caminho para linhas de crédito como o Pronaf, o PAA e o Pnae. Com ele em mãos, o agricultor pode planejar, investir e crescer. O Acelera Ater prevê ainda 6 mil indicações para o Microcrédito Orientado e um incremento de R$ 222 milhões injetados na agricultura familiar paraense.</p>
<h3>Vida real</h3>
<p>Adílio Pinheiro, pecuarista de Dom Eliseu, nunca tinha acessado crédito rural. Com o apoio da Emater, conseguiu seu primeiro financiamento: R$ 124 mil para investir em gado e capital de giro.</p>
<blockquote><p>&#8220;O apoio da Emater é bom demais. Eles emitem o CAF, o CAR, verificam o pasto e fazem o projeto do crédito. Esse suporte em todo o processo é muito importante&#8221;, disse.</p></blockquote>
<p>O vizinho de jornada Salatiel Fonseca já está no segundo projeto — R$ 200 mil aprovados desta vez.</p>
<blockquote><p>&#8220;O primeiro eu paguei antes de vencer e agora aprovei outro. Esse dinheiro dá uma alavancada boa no giro da gente.&#8221;</p></blockquote>
<p>Em Terra Alta, Juscelino Ramos Costa tem uma história ainda mais longa com a Emater: são 20 anos de parceria. O mais recente capítulo? R$ 51 mil via Pronaf para hortaliças e frutíferas.</p>
<blockquote><p>Agradeço aos técnicos que me acompanharam e ajudaram em todo o processo, desde a emissão do CAF e do CAR&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Investimentos que já estão no campo</h3>
<p>Só em 2025, a Emater viabilizou quase R$ 7 milhões para o dendê no Rio Capim e R$ 450 mil para o açaí no Marajó. Em Alenquer, R$ 12 milhões em crédito estão projetados para o primeiro semestre. Os indígenas Tembé receberam R$ 1,8 milhão para o manejo de açaizais; e quilombolas de São Miguel do Guamá conquistaram algo especial: tornaram-se fornecedores de merenda escolar.</p>
<p>Em Altamira, Laudio Leite espera a aprovação do seu projeto via Pronaf B para modernizar a irrigação do cacau clonado. O sonho é simples e poderoso: &#8220;Pretendo investir em tecnologia para ter mais qualidade de vida.&#8221;</p>
<p>Em 2025, a Emater-Pará já realizou mais de 77 mil atendimentos, beneficiando mais de 43 mil produtores. As regiões do Tocantins e Guamá lideram. Foram emitidos 27.327 CAFs e inscritos 2.287 novos CARs — 90% da meta batida. O campo paraense está em movimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pará anuncia ampliação da política de Pagamento por Serviços Ambientais na COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 13:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento por serviços ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[TNC]]></category>
		<category><![CDATA[Valoriza Territórios Sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_36226_36141ea8-96f4-059d-dd09-7f56a5f24f06-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Na corrida contra o tempo para recuperar áreas degradadas, fortalecer a agricultura familiar e engajar produtores rurais, o programa Valoriza Territórios Sustentáveis (Valoriza TS) &#8211; a fase piloto do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) no Pará &#8211; teve sua ampliação anunciada durante a COP30 na última sexta-feira (14). Entre os principais avanços [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_36226_36141ea8-96f4-059d-dd09-7f56a5f24f06-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Na corrida contra o tempo para recuperar áreas degradadas, fortalecer a agricultura familiar e engajar produtores rurais, o programa Valoriza Territórios Sustentáveis (Valoriza TS) &#8211; a fase piloto do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) no Pará &#8211; teve sua ampliação anunciada durante a COP30 na última sexta-feira (14).</p>
<p>Entre os principais avanços anunciados estão:</p>
<ul>
<li><strong>Expansão</strong>: O programa saltará de 10 para 48 municípios nas atividades ligadas ao Programa de atuação integrada para territórios sustentáveis.</li>
<li><strong>Aumento de subvenção</strong>: Os valores de pagamento por hectare foram significativamente reajustados, podendo chegar a quase R$ 3 mil.</li>
<li><strong>Ampliação de área</strong>: O limite de áreas que podem ser beneficiadas foi estendido para 8 hectares.</li>
<li><strong>Novas modalidades:</strong> Foram criadas duas novas categorias de PSA &#8211; requalificação rural e boas práticas na pecuária.</li>
</ul>
<p>Renan Batista, gerente do Valoriza TS, explica que o edital em vigor atualmente possui 206 famílias beneficiadas em 10 municípios, enfrentando desafios desde o início da sua implementação, em outubro de 2023.</p>
<blockquote><p>“Começamos oferecendo um valor de pagamento por serviço ambiental de R$ 240 por hectare. Porém, ao conversar com os produtores nas formações, eles expunham que esse era o valor que parte deles pagava para estar ali naquele momento. Então, o valor seria insuficiente para fazer o que era necessário como recuperar ou isolar sua área”, afirmou.</p></blockquote>
<p data-path-to-node="9">Essa percepção levou a uma revisão de planos e a uma parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater). O novo reajuste fará com que o montante recebido atinja o teto de quase R$ 3 mil por hectare.</p>
<p data-path-to-node="10">Batista também ressaltou que, embora o engajamento dos produtores esteja melhorando, o fator &#8220;desconfiança&#8221; é uma barreira inicial, pois muitos ainda veem as secretarias estaduais com uma visão punitivista.</p>
<p>As outras dificuldades centrais passam pela falta de assistência técnica, carência de mão de obra e documentação fundiária incompleta, A parceria com a The Nature Conservancy (TNC) tem sido fundamental para mitigar esses problemas.</p>
<p>Marina Aragão, líder de economia e finanças para a Amazônia brasileira na TNC Brasil, destacou a importância de o projeto não ter surgido do nada.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ele só é um projeto porque já existia todo esse trabalho base de política pública no estado”, disse Marina.</p></blockquote>
<p>A parceria com a TNC resultou na contratação de uma rede de assistência técnica, voltada principalmente para formar mais profissionais que possam atuar nas cidades paraenses, suprindo uma falta de funcionários da própria Emater para alcançar os 144 municípios existentes.</p>
<blockquote><p>&#8220;Agora temos 56 extensionistas certificados, mas temos a meta de alcançar 150 profissionais credenciados até o primeiro semestre de 2026, para fortalecer a rede de assistência técnica e chegar em mais lugares do estado&#8221;, explicou Marina.</p></blockquote>
<p><strong>Apoio prático</strong></p>
<p>Do outro lado, existe uma mudança que começa na prática, como Maria Gorete, que há mais de dez anos decidiu transformar suas terras em Novo Repartimento, no sudeste do Pará, e é uma das beneficiárias do PSA.</p>
<blockquote><p>“Eu já tinha a consciência de preservar. Quando cheguei lá, a nascente estava secando. Hoje está tudo diferente”, contou.</p></blockquote>
<p>Com o apoio do PSA, Gorete cercou áreas sensíveis, plantou árvores e investiu em manejo sustentável, resultando em água limpa para o gado, terras menos degradadas e produção mais estável.</p>
<blockquote><p>“Sem água não tem vida, nem produção. O PSA me ajudou a acelerar o que eu já tentava fazer”, disse a produtora.</p></blockquote>
<p>Maria Gorete, que também é beneficiária do Programa de Regularização Ambiental (PRA), PSA e do Sistema de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará (SRBIPA), diz que boa parte dos produtores só acredita nas novas políticas quando vê resultados, mas antes disso, é necessário que alguém queira experimentar e começar.</p>
<blockquote><p>&#8220;Minha propriedade é pequena e isso me ajuda a desenvolver as terras recebendo apoio dos programas, mas quando comecei há dez anos, todos desacreditavam. Daí quando comecei a ter resultados é que os demais vieram perguntar como fiz para regularizar, como participar dos programas e as possibilidades deles. É desafiador participar das novas políticas, mas a vontade de querer fazer o melhor, sendo justa com o meio ambiente e com os meus próprios animais, é ainda maior&#8221;, ressaltou.</p></blockquote>
<h3><strong>Novas estratégias</strong></h3>
<p>O governo do estado tem apostado em pilotos para testar diferentes modelos de PSA, desde áreas rurais até regiões urbanas. A bacia do Rio Itacaiúnas, a mais degradada do Pará, virou laboratório para o PSA Hídrico, assim como o Parque do Utinga, em Belém.</p>
<blockquote><p>“Estamos desenhando uma política mais robusta, que alcance tanto o campo quanto a cidade. Antes, as iniciativas eram mais voltadas para o campo, mas agora também estamos pensando em alternativas que alcancem o contexto urbano”, explicou Cleiton.</p></blockquote>
<p>Em resumo, ele cita que 1.600 agricultores se inscreveram para participar da fase atual do Valoriza TS e pouco mais de 200 já recebem o benefício. Ele explicou que existem diferenças entre os pagamentos de cada beneficiário porque depende dos cumprimentos do edital. Logo, quem está em adesão total e com as obrigações em dia, recebe mais rápido.</p>
<blockquote><p>“Queremos que o agricultor entenda o benefício real para a vida dele e para o meio ambiente, porque sem água, sem solo saudável, não há produção. E recuperar depois fica muito mais caro”, pontuou.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Programa Fomento Rural contempla mais de mil famílias com agricultura sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Dec 2024 12:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[SEDAP]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabildiade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/agricultura_familiar4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o objetivo de fortalecer a agricultura familiar sustentável e garantir o acesso à alimentação, o Programa Fomento Rural beneficiou 1.019 famílias no Pará em 2024. A iniciativa, coordenada pela Sedap e executada pela Emater-PA, oferece recursos e assistência técnica para que essas famílias ampliem sua produção e melhorem sua renda. Em âmbito nacional, o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/agricultura_familiar4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com o objetivo de fortalecer a agricultura familiar sustentável e garantir o acesso à alimentação, o Programa Fomento Rural beneficiou 1.019 famílias no Pará em 2024. A iniciativa, coordenada pela Sedap e executada pela Emater-PA, oferece recursos e assistência técnica para que essas famílias ampliem sua produção e melhorem sua renda.</p>
<p>Em âmbito nacional, o programa já alcançou mais de 318 mil famílias, com foco nas regiões Norte e Nordeste. O Pará se destacou com 816 novas inclusões em outubro, demonstrando a importância do programa para o estado.</p>
<p>Entre os contemplados, estão os benefícios recebidos pelas famílias indígenas da etnia Munduruku, da Aldeia Sai Cinza, em Jacareacanga. O Coordenador da Associação Indígena Topağa Emanaeyu da Aldeia Sai Cinza, Haroldo Poxo Munduruku, conta que a aldeia vai investir coletivamente o valor adquirido pelo fomento.</p>
<blockquote><p>“Foram 12 pessoas beneficiadas com o fomento. Estamos fazendo um levantamento para comprar equipamentos para nossas casas-de-farinha, com o objetivo de ajudar os agricultores a fazer a farinha Munduruku. Tínhamos muita dificuldade, pois o equipamento que tinha lá não era bom, forno velho, não tinha ralador. Aí, o valor desse fomento vai beneficiar os agricultores dentro da aldeia para comprar o equipamento e fazer a farinha”, explica.</p></blockquote>
<p>O secretário de desenvolvimento agropecuário e da pesca, Giovanni Queiroz, adianta que o Programa vai permanecer para o ano de 2025.</p>
<blockquote><p>“Este recurso, chegando ao agricultor familiar, sem dúvida nenhuma, é um estímulo para melhorar a produtividade. Principalmente, quando a Emater se soma com a orientação na aplicação desse recurso. É tirar centenas e milhares de agricultores de uma situação precária para estimular a produção e o ganho familiar. O governo deve manter esse projeto e nós queremos estender isso a mais agricultores do Estado”, adianta.</p></blockquote>
<h3><strong>Benefício</strong></h3>
<p>O Fomento Rural combina a transferência de um benefício no valor de R$ 4.600, com o acompanhamento técnico (social e produtivo) às famílias. O pagamento é feito em duas parcelas, com intervalo mínimo de três meses entre elas. O extensionista rural da Emater e chefe do escritório de Jacareacanga (PA), Raimundo Delival Souza, conta que 41 famílias foram contempladas na região este ano, com o apoio da Prefeitura de Jacareacanga.</p>
<blockquote><p>“As comunidades que receberam o recurso em 2024 vão investir na compra de equipamento e placa solar. Para receber o benefício, é necessário estarem inscritas no Programa Bolsa-Família”, afirma Raimundo Delival.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Projetos da Emater de crédito rural injetam mais de R$ 45 milhões na agricultura familiar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 15:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/agricultura_familiar3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com foco em desenvolvimento sustentável e, no preparo da capital Belém como sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (Cop-30), em 2025, projetos de crédito rural elaborados pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) injetaram, de janeiro a agosto, mais de R$ 45 milhões em atividades de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/agricultura_familiar3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com foco em desenvolvimento sustentável e, no preparo da capital Belém como sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (Cop-30), em 2025, projetos de crédito rural elaborados pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) injetaram, de janeiro a agosto, mais de R$ 45 milhões em atividades de 1.200 famílias em pelo menos 80 municípios.</p>
<p>Os dados constam em relatórios, com balanço parcial, divulgados esta semana pela Coordenadoria de Planejamento (Cplan) da Emater.</p>
<blockquote><p>“São mais de R$ 70 bilhões de investimentos no Plano Safra da Agricultura Familiar. A atuação dos extensionistas é determinante para as famílias agricultoras acessarem o crédito rural. O crédito rural garante investimentos em projetos que mudam a qualidade de vida das pessoas para melhor. O crédito representa progresso no campo e redução das desigualdades sociais e evidencia a essencialidade da ater [assistência técnica e extensão rural] pública no desenvolvimento da agricultura familiar”, pontua o presidente da Emater, Joniel Abreu.</p></blockquote>
<p>Rosângela Vaz, em Afuá, no Marajó. recebeu em julho, primeiro crédito rural, para manejo do açaizal nativo da várzea do rio Aningau.  Nos meses de safra do fruto, de agosto a janeiro, a família chega a apanhar quase 400 quilos por dia.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nosso passado, presente e futuro de sobrevivência, trabalho e lucro eu enxergo no açaí”, destaca a agricultora.</p></blockquote>
<p>Para o supervisor do escritório regional da Emater no Marajó, sociólogo Alcir Borges, especialista em Gestão Pública e Sociedade, o objetivo do crédito rural no Marajó aplica-se sob um contexto de diversificação de atividades:</p>
<blockquote><p>“Existe, em caráter preliminar, qualificação da política pública em si, observada pelos técnicos da Emater. A diversificação das atividades produtivas e a manutenção da floresta em pé são pautas prioritárias”, considera.</p></blockquote>
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		<title>Projeto Pescado no prato na COP 30 quer desenvolver pesca artesanal e aquicultura no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 12:51:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[pesca artesanal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/pesca_artesanal-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o objetivo de beneficiar a cadeia produtiva da pesca artesanal e aquicultura foi criado o projeto “Pescado no prato na COP 30”, elaborado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER). A ideia é abastecer o mercado durante o a Conferência do Clima da ONU, que vai acontecer em 2025, em Belém. com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/pesca_artesanal-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com o objetivo de beneficiar a cadeia produtiva da pesca artesanal e aquicultura foi criado o projeto “Pescado no prato na COP 30”, elaborado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER). A ideia é abastecer o mercado durante o a Conferência do Clima da ONU, que vai acontecer em 2025, em Belém. com incentivos públicos e orientações técnicas, facilitar o acesso a créditos e assim aumentar a produção artesanal.</p>
<blockquote><p>“O projeto é estratégico e inclui as ações que já são desenvolvidas pela EMATER, e visa desenvolver a cadeia produtiva da pesca artesanal e aquicultura paraense, dando evidência ao trabalho desenvolvido pelos produtores, fomentando toda a produção. Além de garantir o abastecimento do mercado durante o evento da COP 30 que será realizado em 2025”, destacou o presidente da EMATER Joniel Abreu a Agência Pará.</p></blockquote>
<p>Baseado no Plano Nacional de Pesca e Aquicultura e no Plano de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROATER) 2024, o projeto possui sete eixos de ação, que já são desenvolvidas pela EMATER, e assim contribuirá para o seu desenvolvimento.</p>
<p>Entre os eixos está o fortalecimento de cooperativas que envolvem a cadeia produtiva, pesquisas voltadas para a área, manejo sustentável, orientações para comercialização do produto, criação de selos que garantem a qualidade dos produtos, apoio estratégico e financeiro, biossegurança para o manuseio dos alimentos para seu transporte. Todas as ações serão desenvolvidas para garantir uma produção paraense de qualidade, gerando emprego e renda para a cadeia produtiva. A ação estratégica envolverá todos os produtores, incluindo os da agricultura familiar.</p>
<p>O plano estratégico também visa fortalecer a cadeia produtiva da pesca paraense, que prevê atender este ano 2.544 pescadores artesanais, e 631 aquicultores.</p>
<p>Agora, o grupo de trabalho irá desenvolver quais serão os benefícios específicos ofertados para os produtores, além de organizar as regiões que receberão o projeto, de acordo com seu PROATER.</p>
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		<title>Crédito de R$ 8 milhões vai beneficiar agricultores familiares de Monte Alegre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 16:37:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[banana]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Pronaf]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Plantio-de-bananas-em-Monte-Alegre-Divulgacao-Emater-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Cerca de 200 assentados da reforma agrária de Monte Alegre, no oeste paraense, devem receber até R$ 8 milhões em crédito rural. A iniciativa é da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) que busca revitalizar o plantio de banana no município que já foi o maior produtor do fruto no estado. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Plantio-de-bananas-em-Monte-Alegre-Divulgacao-Emater-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Cerca de 200 assentados da reforma agrária de Monte Alegre, no oeste paraense, devem receber até R$ 8 milhões em crédito rural. A iniciativa é da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) que busca revitalizar o plantio de banana no município que já foi o maior produtor do fruto no estado.</p>
<p>As ações são realizadas com agricultores do assentamento Serra Azul, localizado na PA-254, e incluem a emissão de cadastros da agricultura familiar (CAF), o repasse de mudas e a implantação de uma unidade demonstrativa em uma área comunitária, fortalecendo a atividade na região.</p>
<p>Com esse apoio, os produtores rurais ficam habilitados a acessar a linha A do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A projeção da Emater é que cerca de R$ 8 milhões sejam liberados. Os recursos podem ser aplicados em aquisição de tecnologias, ferramentas de manejo e insumos.</p>
<blockquote><p>“A banana é uma comercialização do ano inteiro, e existem compradores e consumo de todas as variedades. O objetivo é aperfeiçoar os sistemas de produção com beneficiamento, por exemplo. O lucro mensal é muito significativo para o agricultor familiar”, afirmou à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/51967/emater-apoia-assentados-a-acessarem-r-8-mi-de-credito-rural-para-plantio-de-bananas" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a> o chefe do escritório local da Emater em Monte Alegre, Francisco Carlos Lima.</p></blockquote>
<p>Atualmente, a Associação do Assentamento da Serra Azul (Asa) possui 1,5 mil hectares plantados com cerca de 300 mil pés de frutas e vegetais. No loca, são gerados cerca de 200 empregos diretos, 140 indiretos e uma receita anual de aproximadamente R$ 18 milhões.</p>
<p>Para o agricultor Raimundo Silva, o suporte oferecido pelo projeto ajudará no fortalecimento das atividades no campo.</p>
<blockquote><p>“Temos que aproveitar o bom momento dos negócios com a intensificação das políticas públicas que a Emater traz, para alavancar nossa produção e ampliar nossos conhecimentos”, destaca.</p></blockquote>
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		<title>Como na novela, vassoura-de-bruxa é controlada no Pará com práticas agroecológicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 15:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[vassoura-de-bruxa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/cacau-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A cacauicultura é atualmente um dos segmentos mais fortes da produção rural paraense. Com um mercado em valorização, investimentos no aumento da produtividade, mas também na prevenção de pragas são constantes. Além da preocupação com os casos de monilíase na Amazônia, o setor se mantém alerta para os cuidados com outra doença: [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/cacau-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A cacauicultura é atualmente um dos segmentos mais fortes da produção rural paraense. Com um mercado em valorização, investimentos no aumento da produtividade, mas também na prevenção de pragas são constantes. Além da <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/cultivos-agroflorestais-de-cacau-ajudam-para-a-se-manter-livre-da-moniliase/">preocupação com os casos de monilíase na Amazônia</a>, o setor se mantém alerta para os cuidados com outra doença: a chamada vassoura-de-bruxa, que é tratada no enredo da novela <em>Renascer.</em></p>
<p>A trama relembra o impacto da praga que provocou a destruição de plantações inteiras de cacaueiros no interior da Bahia nos anos 1990. A alternativa encontrada pelo protagonista José Inocêncio – interpretado por Humberto Carrão, na primeira fase, e Marcos Palmeira, na seguda &#8211; são as práticas agroecológicas. Mas será que essa estratégia tem fundamento? O <strong>Pará Terra Boa</strong> foi atrás da resposta.</p>
<p>De acordo com o engenheiro agrônomo e especialista em Fisiologia Vegetal, Júlio Albuquerque, a vassoura-de-bruxa é caracterizada pelo ataque de esporos do fungo <em>Moniliophtera perniciosa</em> à almofada floral das plantas. Essa infecção causa danos à floração e aos frutos e ainda deixa as folhas com aspecto seco semelhante a uma vassoura de palha.</p>
<blockquote><p>“O melhor método de controle é manter a lavoura sempre bem limpa e com boas práticas de podas de limpeza e controle da vassoura no início do aparecimento da mesma nas almofadas florais.  O uso de podas auxilia na entrada de luminosidade e ventilação entre as plantas, diminuindo a umidade o que ajudará no controle”, explica.</p></blockquote>
<p>Uma das vantagens é que esse tipo de técnicas de manejo pode ser facilmente adotado por agricultores familiares. Também são práticas que estão dentro do escopo da agroecologia que visa promover sistemas agrícolas de base ecológica com valorização da biodiversidade e a produção de alimentos voltada à segurança alimentar e nutricional.</p>
<figure id="attachment_27536" aria-describedby="caption-attachment-27536" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-27536" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/jose-inocencio-renascer-1024x576.jpg-300x169.webp" alt="" width="557" height="314" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/jose-inocencio-renascer-1024x576.jpg-300x169.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/jose-inocencio-renascer-1024x576.jpg-768x432.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/jose-inocencio-renascer-1024x576.jpg-150x84.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/jose-inocencio-renascer-1024x576.jpg-450x253.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/jose-inocencio-renascer-1024x576.jpg.webp 1024w" sizes="(max-width: 557px) 100vw, 557px" /><figcaption id="caption-attachment-27536" class="wp-caption-text">José Inocêncio (Humberto Carrão) combate a vassoura-de-bruxa com práticas ecológicas no novela da Globo</figcaption></figure>
<p>Por isso, Júlio Albuquerque destaca que as práticas agroecológicas pensadas por José Inocêncio dão uma contribuição efetiva para o combate à vassoura-de-bruxa. Aliás, essa abordagem foi crucial para conter a disseminação de casos da praga no estado do Pará nos anos 2000.</p>
<blockquote><p>“A vassoura-de-bruxa consegue ser controlada com práticas agroecológicas. Foi assim que nós orientamos os produtores de cacau em Medicilândia, na época de 2007 até 2010, quando então conseguimos acompanhar e auxiliar na certificação de algumas propriedades que receberam o Certificado de Produção Orgânica. Com isso, conseguimos acessar alguns nichos de mercado e obter melhores preços”, afirma o agrônomo que também é supervisor regional da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater-Pará) na região da Transamazônica e Xingu.</p></blockquote>
<h3>Melhoramento Genético</h3>
<p>Outro aliado do combate à doença é o melhoramento genético desenvolvido com a seleção e cruzamento de variedades mais resistentes e produtivas. Nesse campo, o principal avanço foi conquistado com a obtenção de <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/cupuacu-5-0-com-boa-produtividade-e-resistencia-a-vassoura-de-bruxa-e-apresentado-a-produtores/">cultivares de cupuaçu 5.0,</a> que também pode ser afetado pela vassoura-de-bruxa. Porém, Júlio Albuquerque acredita que os investimentos em genética vegetal devem ajudar no desenvolvimento futuro de cultivares de cacau.</p>
<blockquote><p>“No Pará, o controle da vassoura de bruxa é realizado preventivamente com as podas e também aplicação de caldas biológicas, com uso de urina de vacas em lactação, cinzas e outras técnicas”, reforça o supervisor da Emater.</p></blockquote>
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		<title>CacauFest capacita e integra produtores de Medicilândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 13:05:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Cacaufest]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[Medicilândia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/cacaufest-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com mobilização do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), produtores de cacau de Medicilândia, na Transamazônica, participaram, de quinta-feira, 9, até domingo, 12, de mais um CacauFest. Em sua XI edição, a realização da Prefeitura celebra uma das principais atividades da agricultura familiar do município. “99% do cacau [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/cacaufest-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com mobilização do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), produtores de cacau de Medicilândia, na Transamazônica, participaram, de quinta-feira, 9, até domingo, 12, de mais um CacauFest. Em sua XI edição, a realização da Prefeitura celebra uma das principais atividades da agricultura familiar do município.</p>
<blockquote><p>“99% do cacau plantado em Medicilândia são trabalho da agricultura familiar”, calcula o chefe do escritório local da Emater, o técnico em agropecuária Sidevaldo de Jesus.</p></blockquote>
<p>O gestor explica que a articulação do evento inicia pelo menos um mês antes. “Este ano ajudamos a realizar pelo menos cinco seminários diretamente nas comunidades. Despertamos assuntos que interessem como prévia de debates”, disse ele.</p>
<h3><strong>Programação</strong></h3>
<p>Entre concurso de quebra de cacau, exposição de maquinários, cavalgada e shows, um dos destaques da programação foi o Fórum do Cacau, na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR), no dia 8 de novembro. Cerca de 250 famílias aprofundaram-se em temas como crédito de carbono e renovação de roças por agrotecnologias.</p>
<p>Élido Trevisan, de 70 anos, proprietário do Sítio Lindo Dia, na Comunidade Nossa Senhora da Paz, diz que festivais como o CacauFest constituem vitrine de uma cadeia diferenciada de produção:</p>
<blockquote><p>“É oportunidade para mostrarmos pro Pará, pro Brasil e até pro mundo a qualidade do cacau de Medicilândia e a seriedade com que atuamos. É mais um canal de fortalecimento e de valorização”, diz o agricultor, atendido pela Emater há mais de 45 anos. Na propriedade, são 57 hectares de cacau.</p></blockquote>
<p><em>Fonte Agência Pará</em></p>
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		<title>Diálogos Amazônicos: Transferência de tecnologia sobre práticas de manejo garante inclusão no Marajó</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Aug 2023 12:27:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[extensão rural]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/da_marajo3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz O potencial e o impacto da agroecologia para as estratégias de conservação da Floresta Amazônica estiveram em pauta nos Diálogos Amazônicos. A programação realizada nesta sexta-feira, 4 contou com a participação de representantes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), da Embrapa Amazônia Oriental, da Empresa de Assistência Técnica [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/da_marajo3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em><span style="font-weight: 400;">Por Fabrício Queiroz</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O potencial e o impacto da agroecologia para as estratégias de conservação da Floresta Amazônica estiveram em pauta nos Diálogos Amazônicos. A programação realizada nesta sexta-feira, 4 contou com a participação de representantes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), da Embrapa Amazônia Oriental, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) e de grupos agroextrativistas do Pará.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos focos do encontro foi mostrar como ações de transferência de tecnologia e extensão rural desenvolvidos na região têm contribuído para a inclusão socioprodutiva de agricultores familiares e de povos e comunidades tradicionais. Nesse sentido, uma das experiências apresentadas foi o projeto Bem Diverso, que atualmente está em nova fase sob a denominação Sustenta e Inova.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa é promovida pela Embrapa com as populações originárias do arquipélago do Marajó. O balanço mostra que o projeto já abrange seis comunidades quilombolas e 23 assentamentos e áreas de assentamento, alcançando cerca de 5 mil agroextrativistas que receberam capacitação em boas práticas de manejo de açaí com mínimo impacto.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“O papel da ciência é ofertar soluções produtivas, sustentáveis e replicáveis com o objetivo de contribuir para a inclusão tecnológica, social e produtiva dessas populações”, destacou Walkymário Lemos, chefe geral da Embrapa Amazônia Oriental.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Odivan Ferreira Corrêa, presidente da Associação dos Moradores Agroextrativistas do Assentamento Acutipereira, do município de Portel, a experiência tem mostrado o quanto é importante apostar na potencialidade do diálogo entre os conhecimentos técnicos e científicos com os saberes tradicionais. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“O manejo já existia só foi aprimorado. Os comunitários são os principais manejadores da Amazônia porque já fazem isso há várias gerações e a floresta continua em pé. As tecnologias novas só ajudam a desenvolver o que já existia e a agregar valor em cima desses produtos”, avalia.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o evento, a Emater Pará também apresentou os resultados do trabalho de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) desenvolvidos pela regional do Marajó. No arquipélago, são cerca de 6 mil famílias atendidas pelos projetos que incentivam o uso múltiplo da floresta, a redução do impacto sobre as áreas nativas, a diversificação produtiva e a agregação de valor aos recursos extraídos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A secretaria nacional de povos e comunidades tradicionais e desenvolvimento rural sustentável, Edel Moraes, acompanhou a discussão e frisou que estratégias como essas evidenciam a relevância dos investimentos em políticas de conservação. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Temos que trabalhar cada vez mais nessa perspectiva de que outra economia existe”, pontuou.</span></p></blockquote>
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		<title>Emater vai instalar centro de treinamento e serviços no Baixo Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 15:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Baixo Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Municípios Verdes]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/5f776db7b6b3a411316127-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Mais de dois mil e 500 agricultores familiares do Baixo Amazonas serão diretamente beneficiados com a futura unidade didática da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater),  que serpa instalada em Monte Alegre, como espaço de capacitação tanto interna, quanto externa, e oferta de serviços especializados, a exemplo de análise [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/5f776db7b6b3a411316127-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Mais de dois mil e 500 agricultores familiares do Baixo Amazonas serão diretamente beneficiados com a futura unidade didática da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater),  que serpa instalada em Monte Alegre, como espaço de capacitação tanto interna, quanto externa, e oferta de serviços especializados, a exemplo de análise de solo das propriedades.</p>
<p>Em fase de elaboração de projeto, as obras devem iniciar ano que vem, a partir de um investimento previsto em cerca de R$ 3 milhões, com recursos do governo do Estado e parceiros.</p>
<p>O anúncio foi feito no último dia 27 de julho, quinta-feira, pelo presidente da Emater, Joniel Abreu, em visita oficial à região.</p>
<h3><strong>Municípios Verdes</strong></h3>
<p>Na oportunidade, foram entregues pela Emater, mais de 100 equipamentos e móveis, incluindo notebooks e GPS, para impulsionar ações do Programa Municípios Verdes (PMV) naquele município e mais nos vizinhos Alenquer e Almeirim. Algumas dessas ações são a emissão de cadastros ambientais rurais (CARs).</p>
<p>Ainda, celebrou-se um termo de intenção de cooperação entre Emater e Prefeitura, a fim de se integrar um plano de trabalho.</p>
<blockquote><p>“Além disso, estamos noticiando algo de interesse, de importância, para Monte Alegre: a retomada das atividades da Emater no PDS (Projeto de  Desenvolvimento Sustentável) Serra Azul. Enfim, a criação da Unidade Didática servirá para toda a Calha Norte. É o Governo do Estado por todo o Pará e a Emater fazendo o que ela faz de melhor: levar assistência técnica e extensão rural ao campo, para garantir melhoria da qualidade e vida do pequeno agricultor”, disse o gestor.</p></blockquote>
<p>Para o supervisor regional da Emater no Médio Amazonas, Alain Giorgio Xavier, a Unidade Didática em Monte Alegre tende a se tornar ponto de referência no setor:</p>
<blockquote><p>“O objetivo é proporcionar infraestrutura física e de pessoal, no sentido de capacitação, aplicação de tecnologias, experimentos e pesquisas”, considera o técnico agrícola e veterinário.</p></blockquote>
<h3><strong>Caravana</strong></h3>
<p>No fim do último mês, o presidente da Emater percorreu o Oeste do Pará, avaliando a atuação institucional e fortalecendo parcerias em Alenquer, Aveiro, Itaituba, Rurópolis e Santarém. A comitiva também oficializou o aparelhamento dos escritórios para iniciativas conjuntas com o Municípios Verdes. Em Monte Alegre, a ver, o montante de material representou quase R$ 30 mil em inovações e complementos.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará </em></p>
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