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	<title>educação ambiental &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>educação ambiental &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Coletivo Mirí fortalece a proteção ambiental no nordeste do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 16:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Miri]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/coletivo_Miri-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Coletivo Mirí, do nordeste do Pará, tem mostrado como a mobilização comunitária, liderada por jovens, pode gerar impactos concretos na conservação ambiental. Formado por moradores de Castanhal, o grupo atua na proteção do município e do Igarapé Mirí por meio de ações de educação ambiental, com objetivo de provocar práticas sustentáveis na região. A [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/coletivo_Miri-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Coletivo Mirí, do nordeste do Pará, tem mostrado como a mobilização comunitária, liderada por jovens, pode gerar impactos concretos na conservação ambiental. Formado por moradores de Castanhal, o grupo atua na proteção do município e do Igarapé Mirí por meio de ações de educação ambiental, com objetivo de provocar práticas sustentáveis na região.</p>
<p>A partir de iniciativas que integram cultura, arte e conscientização, o projeto desenvolve ações como o incentivo de atividades educativas com moradores, buscando reduzir impactos ambientais e estimular a conscientização da comunidade sobre os recursos naturais.</p>
<p>Como estratégia de fortalecimento da identidade local, o coletivo também utiliza expressões culturais do território, como o boi-bumbá, de forma integrada às ações socioambientais. Batizado de“Boi Mirí”, um espetáculo acontece anualmente, reunindo moradores de diferentes idades, abordando temas ligados ao meio ambiente e à realidade da comunidade.</p>
<p>Para Thalya Silva, coordenadora de projetos do coletivo, o Mirí nasceu do vínculo profundo de seus integrantes com o território e da preocupação com as mudanças observadas ao longo do tempo.</p>
<blockquote><p>“Vemos a degradação dos igarapés e a perda da memória biocultural. Diante desse cenário, nos organizamos com o objetivo de não apenas observar essas transformações, mas atuar diretamente na proteção do ambiente e no fortalecimento da comunidade”.</p></blockquote>
<h3>Protagonismo jovem fortalece o território</h3>
<p>Outra frente é a formação de jovens como agentes de transformação. Por meio de oficinas, encontros e atividades educativas, crianças e adolescentes são incentivados a assumir um papel ativo dentro da comunidade. A proposta é que deixem de ser apenas participantes e passem a atuar como multiplicadores de práticas sustentáveis.</p>
<blockquote><p>“Aos poucos notamos que os adolescentes e jovens estão participando mais das atividades, se envolvendo nas ações e assumindo um compromisso na comunidade. Um exemplo que me marcou é a entrada de um dos nossos membros na universidade. Isso mostra como esse trabalho tem impactado a vida deles, abrindo novos caminhos e possibilidades, além de servir de inspiração para outros que também começam a acreditar que podem chegar lá”, explicou Thalya.</p></blockquote>
<p>Para a coordenadora, os principais desafios para a proteção do igarapé Mirí estão relacionados às transformações no uso da terra e à mobilização comunitária.</p>
<blockquote><p>“Vemos um aumento do desmatamento, especialmente nas áreas de nascente, pelo avanço do agronegócio, comprometendo diretamente o equilíbrio ambiental do território. Ao mesmo tempo, o contexto social tem tornado mais complexa a participação dos moradores, já que o crescimento de posturas mais conservadoras dificulta o engajamento em ações coletivas e no diálogo sobre a importância do cuidado com o território”.</p></blockquote>
<h3>Reconhecimento e vontade de continuar</h3>
<p>Em 2023, Thalya foi a única jovem da região Norte a ser selecionada para concorrer ao prêmio Jovem Transformador 2023, da ONG internacional Ashoka, presente em mais de 100 países.</p>
<blockquote><p>“O reconhecimento do nosso trabalho fortalece o que estamos fazendo, mostra que estão nos enxergando para além da comunidade. Isso abre novos caminhos e passamos a ter mais visibilidade, facilitando o acesso a parcerias e oportunidades. Continuamos com o mesmo compromisso com a comunidade, principalmente com mulheres, adolescentes e jovens”, concluiu.</p></blockquote>
<p>Para conhecer mais sobre o Mirí ou entrar em contato basta procurar por @somosmiri nas redes sociais.</p>
<p><em>Fonte: Ipam</em></p>
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		<title>Bioilha transforma saberes da floresta em cosméticos que fortalecem extrativistas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/bioilha-transforma-saberes-da-floresta-em-cosmeticos-que-fortalecem-extrativistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 12:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Bioilha]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.45.57-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A educação no campo e a vivência de duas professoras que trabalham com comunidades extrativistas deram origem à Bioilha, indústria paraense que produz cosméticos com insumos regionais e valoriza a produção sustentável de comunidades ribeirinhas e indígenas. Vanessa Costa e Danielly Leite, sócias da Bioilha, contam que a ideia do negócio que transformou suas vidas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.45.57-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A educação no campo e a vivência de duas professoras que trabalham com comunidades extrativistas deram origem à Bioilha, indústria paraense que produz cosméticos com insumos regionais e valoriza a produção sustentável de comunidades ribeirinhas e indígenas.</p>
<p>Vanessa Costa e Danielly Leite, sócias da Bioilha, contam que a ideia do negócio que transformou suas vidas há seis anos surgiu de forma inesperada nas redes sociais, enquanto compartilhavam seu dia a dia.</p>
<blockquote><p>“Tinha um perfil onde compartilhava meu dia a dia, as viagens para chegar aos interiores. Todos nós temos uma avó, mãe ou tia que conhece e faz remédios caseiros ou tem dicas sobre. Mas trabalhando diretamente com as comunidades você tem contato com os insumos puros e tem a oportunidade de sentir uma eficácia muito superior a alguns insumos já explorados por ai. Daí um dia uma pessoa perguntou se eu poderia enviar um litro de óleo de andiroba para ela”, diz.</p></blockquote>
<p>A partir dessa primeira comercialização direta com o produtor, novos pedidos começaram a surgir, despertando uma ideia: se os bioativos amazônicos têm eficácia comprovada e vantagem competitiva real, muitas vezes superiores aos produtos do mercado, por que não investir? A intenção de unir sustentabilidade e inovação fez com que os primeiros passos foram dados com cautela.</p>
<blockquote><p>“Iniciamos com a venda de óleos e sabonetes. Fui atrás de conhecer o processo de fabricação e fui aperfeiçoando o negócio da saboaria. O início desse negócio foi uma transformação de vida porque eu era concursada, mas não era totalmente feliz. Essa ideia me fez ir atrás de estudos sobre química, formulações e muito diálogo com as comunidades para criar produtos eficientes do ponto de vista científico e alinhado com a maneira que as comunidades também costumam usar”, explica.</p></blockquote>
<figure id="attachment_40140" aria-describedby="caption-attachment-40140" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-40140" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.45.38-e1765562143950-1024x783.jpeg" alt="" width="814" height="622" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.45.38-e1765562143950-1024x783.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.45.38-e1765562143950-300x229.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.45.38-e1765562143950-768x587.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.45.38-e1765562143950-150x115.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.45.38-e1765562143950-450x344.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.45.38-e1765562143950-1200x917.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.45.38-e1765562143950.jpeg 1252w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40140" class="wp-caption-text">Vanessa Costa e Danielly Leite, sócias da Bioilha. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>Vanessa destaca que a estratégia da Bioilha vai além da extração e comercialização de ativos: o objetivo é construir um modelo de negócio sustentável e integrado às comunidades locais, gerando impacto social positivo. Atualmente, o empreendimento possui mais de 20 parceiros entre povos indígenas e comunidades extrativistas.</p>
<blockquote><p>“O que ainda acontece muito é o desconhecimento sobre o potencial de alguns insumos locais. Daí a fruta ou semente ganha fama na grande indústria e só tempos depois a pessoa vai saber que é insumo amazônico, que dá para encontrar de forma mais acessível e fortalecendo o trabalho dos extrativistas”, comenta.</p></blockquote>
<p>A presença da marca nas redes sociais segue firme, uma homenagem ao lugar onde tudo começou. Além de curiosidades, as redes da marca compartilham dicas sobre os produtos, oficinas com comunidades ribeirinhas e depoimentos de clientes.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DQu6FqbD77J/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DQu6FqbD77J/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Danielly &amp; Vanessa (@bioilhainspira)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h3>Valor, propósito e conhecimento</h3>
<p>Para a dupla, a bioeconomia se torna real quando o conceito de floresta em pé se traduz em vantagens para toda a cadeia produtiva: desde a geração de emprego e renda na cidade até a oferta de cursos voltados às comunidades fornecedoras dos insumos.</p>
<p>Vanessa diz que, durante o desenvolvimento da marca, elas precisaram se aprofundar em formulações, processos químicos e marketing. Hoje, retornam às comunidades para compartilhar esse conhecimento e fortalecer outros empreendimentos locais.</p>
<blockquote><p>“Não existe o conceito de concorrência. Se nós estamos vendendo na internet e em espaços físicos, eles vendem dentro da própria comunidade, gerando uma outra possibilidade de renda e trocas entre eles.</p></blockquote>
<p>Para ela, esse ecossistema fortalece a floresta em pé e ajuda a enfrentar a crise climática que já estamos vivendo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se quem vive na cidade sente mais calor que o normal, no interior isso pode significar rios secos e queda na produção das árvores. Acho que um ponto fundamental é deixar destacado que cada árvore em pé importa, mas se ela ajudar as famílias a terem renda e dignidade, vai ficar em pé por ainda mais tempo”, diz.</p></blockquote>
<p>Com 15 produtos que combinam ativos presentes em frutas e sementes da Amazônia, como açaí, ucuuba, copaíba, pracaxi e andiroba, a Bioilha oferece opções voltadas à limpeza, hidratação e fortalecimento da pele e dos cabelos. Os itens podem ser encontrados em <a href="https://www.instagram.com/bioilha/p/DPmG4m-jVis/?img_index=2" target="_blank" rel="noopener"><strong>15 pontos de venda na Grande Belém</strong></a>, além do<a href="https://www.bioilha.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong> site próprio</strong></a> e <a href="https://abre.bio/bioilhadaamazonia?utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMjU2MjgxMDQwNTU4AAGnny47leI2vGXsTRApAZIZ8KsZXAIQHDFPQulrrbpLMAElJ6nmGNnJG5XUAk4_aem_XfCpd7zjyWe4VYGG5baIfQ" target="_blank" rel="noopener"><strong>plataformas virtuais de vendas</strong></a><strong>.</strong></p>
<figure id="attachment_40139" aria-describedby="caption-attachment-40139" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-40139 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.46.14-e1765562046372-1024x684.jpeg" alt="" width="814" height="544" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.46.14-e1765562046372-1024x684.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.46.14-e1765562046372-300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.46.14-e1765562046372-768x513.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.46.14-e1765562046372-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.46.14-e1765562046372-450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.46.14-e1765562046372-1200x801.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.46.14-e1765562046372.jpeg 1252w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40139" class="wp-caption-text">Linha de produtos corporais à base de Andiroba. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>Em Belém, a marca mantém parcerias com pequenos empreendedores do setor de estética e integra roteiros turísticos na Ilha do Combu. Danielly afirma que a escuta ativa do consumidor orienta decisões importantes na formulação dos produtos.</p>
<blockquote><p>“Estrategicamente, decidimos formular os produtos unindo nossos insumos com outros ativos muito famosos como a niacinamida, rosa mosqueta, óleo de coco. Observamos que eles ajudam a agregar valor e valorizar nossa matéria prima. Juntando isso com parceiras como esteticistas e depiladoras, recebemos sugestões e sempre recebemos retornos muito positivos, já que os produtos são veganos e sem essências sintéticas”, explica.</p></blockquote>
<h3>Novos horizontes</h3>
<p>De cliente em cliente, os produtos da Bioilha já chegaram a países como China e França. Uma das etapas iniciadas em 2025 é a internacionalização da marca. Vanessa explica que há demanda e pedidos de clientes antigos, inclusive após a COP30, e que a empresa está avançando com cuidado nesse processo.</p>
<blockquote><p>“É uma felicidade e uma responsabilidade muito grande esse novo passo, então estamos trabalhando de forma cuidadosa. Enquanto trabalhamos em cada documentação, existe a alegria de ter todo esse trabalho chegando mais longe e representando tanta gente”, conta.</p></blockquote>
<figure id="attachment_40141" aria-describedby="caption-attachment-40141" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-40141" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.48.21-e1765562205474-1024x927.jpeg" alt="" width="814" height="737" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.48.21-e1765562205474-1024x927.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.48.21-e1765562205474-300x272.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.48.21-e1765562205474-768x695.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.48.21-e1765562205474-150x136.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.48.21-e1765562205474-450x407.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.48.21-e1765562205474-1200x1087.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-12-at-14.48.21-e1765562205474.jpeg 1248w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40141" class="wp-caption-text">Participantes de oficina de saboaria promovida pela Bioilha. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
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		<title>Municípios da Amazônia vão receber R$ 30 milhões para prevenir e combater incêndios florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 19:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/combate-a-queimadas-Ascom-CBMPA-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os municípios da Amazônia com maiores índices de desmatamento e queimadas podem receber recursos do Governo Federal para implementar ações de prevenção e combate de incêndios florestais. A medida, que prevê um montante de R$ 30 milhões de investimento, está prevista em um edital lançado na quarta-feira, 11, pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/combate-a-queimadas-Ascom-CBMPA-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os municípios da Amazônia com maiores índices de desmatamento e queimadas podem receber recursos do Governo Federal para implementar ações de prevenção e combate de incêndios florestais. A medida, que prevê um montante de R$ 30 milhões de investimento, está prevista em um edital lançado na quarta-feira, 11, pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) para atender as cidades incluídas no programa União com os Municípios.</p>
<p>A<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governo-libera-r-32-milhoes-para-combater-incendios-na-amazonia-e-no-pantanal/" target="_blank" rel="noopener"> iniciativa foi anunciada</a> oficialmente no dia 5 de junho, durante evento do governo federal em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, no Palácio do Planalt</p>
<p>De acordo com o edital, cada projeto atendido pode ter um valor total que varia de R$ 800 mil a R$ 1 milhão. Dessa forma, a expectativa é que pelo menos 32 municípios da região sejam contemplados. Atualmente, 81 municípios da Amazônia Legal são listados como prioritários para o combate à devastação.</p>
<blockquote><p>“É resultado de uma parceria entre o FNMA e o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos para garantir recursos para que os municípios, que estão no Programa União com Municípios, possam se capacitar para enfrentar os incêndios florestais, que têm aumentado cada vez mais em função do agravamento das mudanças climáticas”, explicou o secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco, sobre a cooperação inédita que garantiu os recursos.</p></blockquote>
<p>No Pará, um total de 27 cidades estão elegíveis. São elas: Altamira, Anapu, Bannach, Cumaru do Norte, Dom Eliseu, Itaituba, Itupiranga, Jacareacanga, Marabá, Medicilândia, Moju, Mojuí dos Campos, Novo Progresso, Novo Repartimento, Pacajá, Paragominas, Placas, Portel, Prainha, Rondon do Pará, Rurópolis, Santana do Araguaia, São Félix do Xingu, Senador José Porfírio, Trairão, Ulianópolis e Uruará.</p>
<p>Os recursos de cada projeto podem ser utilizados para a aquisição de equipamentos, insumos e contratações de serviços previstos nos Planos Operativos de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (PPCIF) municipais.</p>
<p>Para auxiliar as equipes locais a elaborar as propostas, o MMA vai realizar um webinário para gestores públicos e técnicos das secretarias de Meio Ambiente com transmissão pelo Youtube. A capacitação ocorre no dia 25 de junho, às 15h30. Já o prazo final para as inscrição dos projetos é 26 de julho.</p>
<h3>Centro de educação e cooperação</h3>
<p>O ministério divulgou ainda que o estado do Pará será contemplado com recursos para implementar um centro de educação e cooperação socioambiental. O edital prevê a destinação de R$ 2,5 milhões para criação desses projetos no Pará e ainda no Amazonas, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia.</p>
<p>Os centros serão espaços de cooperação, formação e desenvolvimento de organizações e pessoas engajadas em temas como as mudanças do clima, agroecologia, economias solidárias, bioeconomias, educação socioambiental, erradicação da pobreza, cidades e comunidades sustentáveis, consumo e produção sustentável, água e outros temas relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>
<p>Os projetos devem ser submetidos por organizações da sociedade civil sejam elas entidades privadas sem fins lucrativos ou sociedades cooperativas, organizações integradas por pessoas em situação de risco ou vulnerabilidade, entidades atendidas por programas de combate à pobreza e de geração de trabalho e renda, educação e capacitação de trabalhadores rurais ou assistência técnica e extensão rural.</p>
<p>O MMA também terá uma capacitação para o edital de apoio à implementação dos Centros de Educação e Cooperação Socioambiental que será realizada no dia 23 de junho, às 14h30 pelo Youtube. O prazo para inscrição de propostas neste edital vai até 26 de julho.</p>
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		<title>TikTok e governo do Pará firmam parceria para promover educação ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 18:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[restauração ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/helder_cop30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O TikTok e o governo do Pará firmaram uma parceria na COP29 para promover a educação ambiental no Pais. Juntos, eles vão produzir conteúdos e realizar ações até dezembro de 2025, com foco em temas como restauração, preservação e combate à desinformação sobre o clima. O objetivo é informar a população sobre a COP30, que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/helder_cop30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O TikTok e o governo do Pará firmaram uma parceria na COP29 para promover a educação ambiental no Pais. Juntos, eles vão produzir conteúdos e realizar ações até dezembro de 2025, com foco em temas como restauração, preservação e combate à desinformação sobre o clima. O objetivo é informar a população sobre a COP30, que acontecerá em Belém, em novembro do ano que vem,  incentivando a discussão sobre sustentabilidade.</p>
<p>Helder Barbalho, governador do Pará, considera o acordo com a plataforma fundamental para ampliar o nível de conhecimento da população sobre clima, meio ambiente e COP 30.</p>
<blockquote><p>“Essa parceria é fundamental para que possamos ampliar o conhecimento das pessoas sobre a nossa região e sobre as várias Amazônias. Temos a Amazônia das cidades, a Amazônia dos rios, dos ribeirinhos, dos pescadores, a Amazônia dos extrativistas, a dos indígenas e a dos quilombolas. São 29 milhões de pessoas que vivem nessa região, e uma parceria como essa, que vai nos permitir amplificar o alcance de informações absolutamente fundamentais para o clima e meio ambiente, sobretudo neste período que antecede a COP 30, é importantíssima e representa um avanço, além de um reforço poderoso em comunicação no Pará, que é para onde as atenções do planeta estão voltadas no ano que vem. Queremos comunicar para o mundo e essa parceria com o TikTok nos ajudará a alcançar esse objetivo”, explicou o governador.</p></blockquote>
<p>Criadores de conteúdo conhecidos por abordar pautas ambientais, como Verdes Marias e o chef paraense Thiago Castanho, também vão contribuir com a campanha, segundo o Correio Brasiliense. A ideia é que eles produzam vídeos que incentivem debates acerca de temas como clima e sustentabilidade. O objetivo é fazer o tema atingir todo tipo de público.</p>
<p>A parceria entre o governo do Pará e o TikTok também vai incluir medidas de restauração e preservação ambientais, bem como apoio a comunidades originárias. Plantio de árvores em áreas de conservação ambiental, criação de projetos que integrem populações locais e ações de valorização de cultura e protagonismo desses povos são algumas dessas medidas — que também serão conectadas aos criadores de conteúdo, a fim de expandir o conhecimento adquirido por meio das experiências.</p>
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@belemmetropoledaamazonia/video/7440132958582820152" data-video-id="7440132958582820152" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;">
<section> <a target="_blank" title="@belemmetropoledaamazonia" href="https://www.tiktok.com/@belemmetropoledaamazonia?refer=embed" rel="noopener">@belemmetropoledaamazonia</a> </p>
<p>Vem pra COP30 venha para a Metrópole da Amazônia <a title="belem" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/belem?refer=embed" rel="noopener">#belem</a> <a title="belemdopará" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/belemdopar%C3%A1?refer=embed" rel="noopener">#belemdopará</a> <a title="belempará" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/belempar%C3%A1?refer=embed" rel="noopener">#belempará</a> <a title="belemmetropoledaamazonia" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/belemmetropoledaamazonia?refer=embed" rel="noopener">#belemmetropoledaamazonia</a> <a title="manaus" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/manaus?refer=embed" rel="noopener">#manaus</a> <a title="amazonas" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/amazonas?refer=embed" rel="noopener">#amazonas</a> <a title="amazon" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/amazon?refer=embed" rel="noopener">#amazon</a> <a title="amazonia" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/amazonia?refer=embed" rel="noopener">#amazonia</a> <a title="cop29" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/cop29?refer=embed" rel="noopener">#cop29</a> <a title="cop30" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/cop30?refer=embed" rel="noopener">#cop30</a> </p>
<p> <a target="_blank" title="♬ som original - Belém Metrópole da Amazônia" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7440132981265877816?refer=embed" rel="noopener">♬ som original &#8211; Belém Metrópole da Amazônia</a> </section>
</blockquote>
<p> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script></p>
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		<title>Coletivo usa arte para denunciar poluição e ocupação predatória de rios em Castanhal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 13:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Castanhal]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Miri]]></category>
		<category><![CDATA[dia mundial dos rios]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[rio apeú]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/cobra-grande-rio-apeu-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O imaginário amazônico é repleto de seres místicos e poderosos que guardam uma forte relação com a proteção da natureza. Uma dessas figuras emblemáticas é a cobra grande, também chamada de cobra norato ou boiúna, que habita os rios da região. Uma representação desta personagem agora faz parte do cenário às margens do rio Apeú, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/cobra-grande-rio-apeu-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O imaginário amazônico é repleto de seres místicos e poderosos que guardam uma forte relação com a proteção da natureza. Uma dessas figuras emblemáticas é a cobra grande, também chamada de cobra norato ou boiúna, que habita os rios da região. Uma representação desta personagem agora faz parte do cenário às margens do rio Apeú, no município de Castanhal, no nordeste paraense, graças a  um grupo de jovens integrantes do Coletivo Miri.</p>
<p>A ação faz parte de uma mobilização nacional denominada Manifesto dos Rios, que envolve movimentos de 17 cidades em alusão ao Dia Mundial dos Rios, que é comemorado anualmente no último domingo de setembro. Na Amazônia, grupos do Acre, Amapá, Amazonas e Maranhão também participam da programação de luta.</p>
<blockquote><p>“Queríamos utilizar essa simbologia da cobra como a guardiã dos rios e igarapés. É um manifesto visual sobre a necessidade de preservação desses recursos que estão sendo maltratados nesse processo de urbanização das cidades amazônicas”, afirma o cofundador do coletivo, Pedro Alace, de 23 anos.</p></blockquote>
<h3>Os rios estão morrendo</h3>
<p>A preocupação dos jovens ativistas tem razão de ser. Estudo do WWF sobre 12 milhões de quilômetros de<br />
246 grandes rios do mundo mostrou que pouco mais de um terço (37%) deles pode ser considerado um<br />
“rio de curso livre”, que é a condição para que um curso d’água mais ofereça benefícios ambientais e<br />
serviços ecossistêmicos.</p>
<p>Vítimas de assoreamento decorrente do desmatamento, mineração e garimpo, bem como pela construção de reservatórios e hidrelétricas, canalização, além do despejo de esgoto sem tratamento, os rios são também vítimas do aquecimento global.</p>
<p>Um novo estudo da Penn State University em 800 dos rios dos Estados Unidos e da Europa mostrou que em 87% deles a temperatura média da água se elevou e em 70% houve e a perda de oxigênio.</p>
<h3>A arte como ferramenta de protesto</h3>
<p>Criada em 2016, o Coletivo Miri tem o objetivo de promover o ativismo socioambiental, tendo a arte como uma de suas principais ferramentas para a sensibilização. A primeira iniciativa nesse sentido foi a organização de um grupo de boi bumbá na agrovila de Itaqui que recebeu o nome de Miri, em referência a um igarapé da comunidade que estava passando por um processo de degradação.</p>
<blockquote><p>“Queríamos algo que remetesse à cultura e à identidade da nossa comunidade. A partir disso, as temáticas ambientais foram se incluindo junto com as temáticas da arte. Com o tempo, fomos amadurecendo as ideias e isso resultou na organização coletiva em prol da comunidade”, conta.</p></blockquote>
<figure id="attachment_24434" aria-describedby="caption-attachment-24434" style="width: 450px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-24434 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/coletivo-miri-768x1024.jpeg" alt="" width="450" height="600" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/coletivo-miri-768x1024.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/coletivo-miri-225x300.jpeg 225w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/coletivo-miri-1152x1536.jpeg 1152w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/coletivo-miri-150x200.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/coletivo-miri-450x600.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/coletivo-miri.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><figcaption id="caption-attachment-24434" class="wp-caption-text">Jovens se mobilizam em defesa dos rios. Foto: arquivo Coletiov Miri</figcaption></figure>
<p>Para ele, o envolvimento do Coletivo Miri com questões relacionadas à preservação dos rios e à educação ambiental foi um caminho natural, visto que todos os integrantes convivem com os problemas hídricos da região.</p>
<blockquote><p>“Os principais problemas são o despejo de lixo, a degradação, o assoreamento e a especulação imobiliária na área, que tem trazido muitas construções irregulares. Isso prejudica principalmente a pesca e o lazer da comunidade”, denuncia Pedro.</p></blockquote>
<p>Nesse contexto, o coletivo considera que os moradores têm sido prejudicados em virtude da ocupação e uso predatório de um recurso comum.</p>
<blockquote><p>“Esse rio faz parte da memória biocultural da comunidade está se perdendo porque ele não se encontra mais de forma coletiva. Ele está sendo privatizado. Na nascente, tem fazendas do agronegócio e a parte que passa por dentro da comunidade está sendo ocupada por chácaras de pessoas externas que apenas utilizam nos finais de semana”, acrescenta.</p></blockquote>
<p>O Coletivo Miri promove ainda outras ações de educação ambiental e eventos artísticos no município, como é o caso do Festival Ecoar – Amazônia em Movimento, que ocorre no próximo dia 28 de setembro, no Sesc Castanhal. Para mais informações sobre os projetos, clique <a href="https://www.instagram.com/coletivomiri/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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		<title>Semana do Meio Ambiente: Como será política de educação ambiental anunciada pelo governo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/semana-do-meio-ambiente-como-sera-politica-de-educacao-ambiental-anunciada-pelo-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jun 2023 11:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Política de Educação para o Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Seduc]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/educa_ambiental-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Para celebrar a Semana do Meio Ambiente, o governador Helder Barbalho anunciou que tornaria obrigatória a disciplina de educação ambiental para toda a rede estadual de ensino.  A iniciativa, porém, abrange muito mais do que o ensino da matéria nas escolas paraenses e foi apresentada como a &#8220;maior política de desenvolvimento do pensamento e prática [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/educa_ambiental-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Para celebrar a Semana do Meio Ambiente, o governador Helder Barbalho anunciou que <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/educacao-ambiental-sera-disciplina-obrigatoria-nas-escolas-estaduais-do-para/" target="_blank" rel="noopener">tornaria obrigatória a disciplina de educação ambiental para toda a rede estadual de ensino</a>.  A iniciativa, porém, abrange muito mais do que o ensino da matéria nas escolas paraenses e foi apresentada como a &#8220;maior política de desenvolvimento do pensamento e prática ambiental da educação pública do Brasil&#8221;.</p>
<p>Por meio de um Projeto de Lei, será criada a Política de Educação para o Meio Ambiente, Sustentabilidade e Clima, que se baseará em seis eixos temáticos. Para oferecer a disciplinar sobre o tema, de forma obrigatória,  a iniciativa contará, ainda, com descentralização de recursos para as escolas a partir do programa Dinheiro na Escola Paraense.</p>
<blockquote><p>Hoje, nós damos um passo muito importante quando temos a ousadia de fazer com que a educação ambiental passe a ser destaque na referência pedagógica do nosso Estado. Mas, não queria falar somente sobre a educação ambiental, mas de um movimento. O dia de hoje, para mim, representa um dos passos mais importantes daquilo que estamos construindo, a COP30 tratá investimento, obras, turismo, serviços, fará com que nós possamos melhorar em muitas frentes, mas o principal legado que esse movimento vai trazer é que cada cidadão e cidadã possa, nesse período, se conscientizar de que nós temos responsabilidade com o meio ambiente&#8221;, disse o governador Helder Barbalho, no evento em que anunciou a política, no Dia do Meio Ambiente.</p></blockquote>
<p>Idealizada pela Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc), a Política de Educação para o Meio Ambiente, Sustentabilidade e Clima integra as ações do Governo do Estado desenvolvidas para a proteção da Floresta Amazônica, que inclusive servirá de referência para o mundo em 2025 ao sediar a COP 30. Com o Encontro Global de Jovens e Meio Ambiente, em 2024, o Estado também amplia sua atuação e reforça a importância dos jovens e da educação na manutenção do meio ambiente.</p>
<blockquote><p>“Temos que ter orgulho do Pará e da Amazônia, orgulho porque vamos sediar a COP 30. Os nossos estudantes têm que ser a voz da Amazônia, a voz do Pará, no evento. Nosso Estado será o primeiro Estado do Brasil a ter dentro do seu currículo obrigatório a Política Ambiental na rede estadual, mas os nossos prefeitos também poderão aderir à nossa política, para construirmos juntos um pacto pela educação ambiental que vai partir do Pará para o resto do Brasil&#8221;, disse o secretário de Educação, Rossieli Soares, durante a apresentação da Política Pública, no Hangar.</p></blockquote>
<h3><strong>Diretrizes</strong></h3>
<p>Com a fomentação de práticas e do desenvolvimento do pensamento sustentável, a Política Pública de Educação para o Meio Ambiente, Sustentabilidade e Clima é regida por seis eixos temáticos.</p>
<ol>
<li> Instituição do componente curricular obrigatório de Educação Ambiental, Sustentabilidade e Clima, para todas as séries da educação básica.</li>
<li>Alfabetização ambiental para 1º e 2º anos do Ensino Fundamental, culminando no plantio de uma árvore a cada estudante alfabetizado.</li>
<li>Repasse de recursos para as escolas via programa Dinheiro na Escola Paraense &#8211; eixo Sustentabilidade Ambiental.</li>
<li>Criação do Centro de Sustentabilidade Ambiental da Educação Básica (Ciseb).</li>
<li>Selo sustentável e premiação, de escolas estaduais e municipais, para as melhores práticas de Educação Ambiental.</li>
<li>Reflorestando mente: rede global de jovens líderes pela proteção e sustentabilidade da Amazônia.</li>
</ol>
<h3><strong>Educação ambiental</strong></h3>
<p>A  disciplina Educação Ambiental, Sustentabilidade e Clima será oferecida para toda a educação básica, de forma obrigatória na rede estadual e, por adesão, pelas redes municipais.</p>
<p>Um total de 1,5 milhão de estudantes da rede pública de ensino do Pará poderão ser beneficiados, sendo 550 mil, obrigatórios, na rede estadual e, por adesão das redes municipais, 618 mil estudantes dos anos iniciais (1º ao 5º ano) e mais 461 mil dos anos finais (6º ao 9º ano).</p>
<p>O Governo do Estado, como política de incentivo, irá considerar como novo componente de repartição dos 8% do ICMS Verde a educação ambiental para o meio ambiente, sustentabilidade e clima inserida de forma obrigatória na matriz curricular dos municípios. O critério será considerado pelo Estado do Pará a partir do primeiro dia letivo de 2024, com apuração em 2025 e repasse em 2026.</p>
<h3><strong>Prêmio</strong></h3>
<p>As melhores práticas de proteção à Amazônia das redes estadual e municipais concorreram ao Prêmio Educação Amazônia Sustentável. A iniciativa visa honrar 15 projetos educacionais relacionados ao meio ambiente e as práticas para a Sustentabilidade Social e Econômica na Região Amazônica.</p>
<p>A premiação é destinada para projetos da rede estadual e municipal que aderirem à Política Pública de Educação para o Meio Ambiente, Sustentabilidade e Clima. Todas as escolas que se inscreverem receberão certificação e reconhecimento com o selo verde Amazônia.</p>
<h3><strong>Centro de Inovação</strong></h3>
<p>A partir da Política, a Seduc criará um Centro de Inovação e Sustentabilidade da Educação Básica (Ciseb) nas 12 regiões administrativas do Pará. O Ciseb é um espaço que possibilita a criação, a formação, a avaliação e fortalece a integração entre tecnologias e o meio ambiente.</p>
<p>No Ciseb será possível realizar projetos de professores e estudantes das redes municipal e estadual e terá à disposição ferramentas de capacitação de docentes e estudantes.</p>
<h3><strong>Formação de liderança jovem</strong></h3>
<p>Com alguns dias de imersão, o Encontro Global  de Jovens e Meio Ambiente “Reflorestando Mentes” será um intercâmbio entre estudantes dos anos finais do Ensino Médio de 50 países e a rede pública estadual de ensino do Pará. O evento acontecerá em agosto de 2024 na região do Marajó e nos municípios de Belém e Santarém.</p>
<p>O mergulho nas diversas realidades da Amazônia paraense possibilitará uma maior troca de experiências entre os participantes que poderão apresentar projetos com foco na solução de problemas ambientais.</p>
<h3><strong>Retomada de obras</strong></h3>
<p>Dentro da iniciativa, está a promessa de retomada de obras importantes para educação paraense por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica no Pará.</p>
<p>De acordo com dados do MEC, no Pará existem 492 obras inacabadas e paralisadas, que agora serão retomadas pelo Governo Federal, em parceria com o Governo do Pará, em 119 municípios. A conclusão desse conjunto de obras somará à rede de ensino do Estado 124 unidades de educação infantil, entre creches e pré-escolas, e 193 escolas de ensino fundamental.</p>
<p>O pacote de obras inclui ainda 10 reconstruções e ampliações, seis de ensino profissionalizante e 159 novas quadras esportivas ou coberturas de quadras.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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		<title>Educação ambiental será disciplina obrigatória nas escolas estaduais do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 15:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[dia do meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[rede pública de ensino]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/educacao_ambiental2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Governo do Pará envia à Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), nesta segunda-feira, 5, quando é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, um projeto de lei para incluir educação ambiental do currículo da educação pública estadual. O anúncio foi feito pelo governador Helder Barbalho na noite de domingo, 4, durante programação no Parque Urbano [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/educacao_ambiental2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Governo do Pará envia à Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), nesta segunda-feira, 5, quando é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, um projeto de lei para incluir educação ambiental do currículo da educação pública estadual.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo governador Helder Barbalho na noite de domingo, 4, durante programação no Parque Urbano Porto Futuro, em Belém. A medida visa aprimorar a formação de 575 mil estudantes paraenses.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Pará vive um momento singular, de início da Semana Mundial do Meio Ambiente, com esse simbolismo do plantio, vivendo o anúncio de Belém ser a sede da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP 30, em 2025, e aproveitamos a semana para dar a largada em projetos estratégicos. Um deles é a inclusão da educação ambiental na grade da educação pública. É importante &#8216;plantar&#8217; hoje ações efetivas de fortalecimento contra ilegalidades ambientais, de transição de vocações econômicas, construção de uma economia verde, e de pensar nas gerações futuras &#8211; algo que só é possível dentro da sala de aula, no ambiente de formação&#8221;, ressaltou o governado</p></blockquote>
<p>Barbalho declarou ainda esperar que essa atitude seja seguida também pelas redes de educação municipais e particulares.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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