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	<title>doenças &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>doenças &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Desmatamento e crise climática aumentam riscos para a saúde humana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 17:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/chuva-belem-bruno-cecim-ag-para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Temperaturas elevadas, florestas virando savanas, secas extremas e longas, tempestades fortes, derretimento de geleiras e elevação do nível dos oceanos são algumas das consequências da crise climática. Os efeitos são graves, mas eles não afetam apenas a natureza, As mudanças causadas pela ação humana no meio ambiente e no clima representam uma [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/chuva-belem-bruno-cecim-ag-para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Temperaturas elevadas, florestas virando savanas, secas extremas e longas, tempestades fortes, derretimento de geleiras e elevação do nível dos oceanos são algumas das consequências da crise climática. Os efeitos são graves, mas eles não afetam apenas a natureza, As mudanças causadas pela ação humana no meio ambiente e no clima representam uma séria ameaça à saúde da população.</p>
<p>Na Amazônia, o desmatamento é um dos principais vilões. Além de liberar grandes quantidades de carbono na atmosfera, agravando o efeito estufa, e alterar o regime de chuva,  causando secas mais severas e duradouras, a devastação e a alteração dos habitats dos animais facilitam a proliferação de doenças.</p>
<blockquote><p>“Toda vez que a gente desmata uma área e aproxima uma área urbana de uma floresta, a gente começa a estreitar relação com animais que não tínhamos contato, como roedores, morcegos, insetos e mosquitos. Isso acaba aumentando a possibilidade de contrair doenças como leishmaniose e malária porque a gente a gente está se aproximando do ambiente silvestre e ficando em contato com micróbios que são perigosos”, explica a médica infectologista Rita Medeiros, do Hospital Universitário João de Barros Barreto.</p></blockquote>
<p>Em geral, a transição entre as estações, do verão para o inverno amazônico, por exemplo, é marcada pelo aumento do número de casos de viroses, gripes e doenças transmitidas por mosquitos, como dengue, zika e chikungunya.</p>
<p>Além disso, Rita Medeiros, que também é doutora em Virologia, lembra que nessa época também são comuns casos de leptospirose, hepatite A e gastroenterites, que podem se proliferar pela água suja e contaminada. E tudo isso pode piorar, já que o excesso de chuvas e eventos extremos com enchentes criam ambientes propícios para a reprodução de mosquitos e disseminação de vírus pela água.</p>
<p>Já nos períodos mais secos, os quadros mais relatados são de gastroenterites, mas também de doenças alérgicas ligadas à poluição e à fumaça de queimadas. O risco é maior para pessoas que possuem diagnóstico de asma brônquica ou outras doenças pulmonares em que o contato com a fumaça pode gerar crises respiratórias.</p>
<p>O problema é que em um cenário de mudanças climáticas a quantidade de casos desse tipo tende a aumentar e pressionar os serviços de saúde, fazendo com que muita gente doente fique sem o atendimento adequado.</p>
<p>Além do mais, a infectologista lembra que as alterações no clima também facilitam novos ciclos de infecções por doenças que já não eram um grande risco ou de novas doenças cujo efeito sobre o ser humano ainda é desconhecido.</p>
<blockquote><p>“O retorno de muitas doenças infecciosas e aumento de casos de muitas das já existentes é temido e, infelizmente, já esperado essa crise climática. Nos últimos anos, nós tivemos um aumento acelerado de surgimento de novos vírus. Tivemos chikungunya, zika, covid-19, monkeypox, por exemplo, e a tendência é que esses fenômenos aumentem ainda mais se não adotarmos as medidas necessárias para cuidar do meio ambiente”, alerta Rita Medeiros, que destaca a importância de investimentos em saneamento básico para conter os casos mais comuns na Amazônia.</p></blockquote>
<h3>Algumas doenças típicas da época podem ser prevenidas com medidas simples. Confira algumas dicas:</h3>
<ul>
<li>A água contaminada pode disseminar muitas doenças. Ferver, filtrar e usar hipoclorito de sódio ajudam a garantir água própria para o consumo e para o preparo de alimentos.</li>
<li>A lavagem das mãos com água e sabão previne a contaminação de alimentos e a transmissão de infecções por vírus e bactérias.</li>
<li>As gastroenterites podem ser evitadas com a higienização correta dos alimentos e o cozimento adequado.</li>
<li>A vacinação anti-HAV é a principal forma de prevenção da hepatite A. O tratamento da água e higiene das mãos e dos alimentos também ajudam a evitar infecções.</li>
<li>Limpar focos de água parada, limpar quintais e fazer a destinação correta do lixo são essenciais para evitar o contato com o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.</li>
</ul>
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		<title>Poluição do ar causada por incêndios mata 1,5 milhão de pessoas por ano</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/poluicao-do-ar-causada-por-incendios-mata-15-milhao-de-pessoas-por-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 12:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[fumaça]]></category>
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		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/por-do-sol-fumaca-santarem-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A fumaça das queimadas que cobre os céus de diversas cidades do Pará pode afetar a saúde das pessoas imediatamente, com crises respiratórias, mas as consequências mais graves, como o desenvolvimento de câncer, podem aparecer muitos anos depois. &#8220;É o preço que vamos pagar pelo ar que estamos respirando hoje”, disse diretor-geral do Inca, Roberto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/por-do-sol-fumaca-santarem-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A fumaça das queimadas que cobre os céus de diversas cidades do Pará pode afetar a saúde das pessoas imediatamente, com crises respiratórias, mas as consequências mais graves, como o desenvolvimento de câncer, podem aparecer muitos anos depois. &#8220;É o preço que vamos pagar pelo ar que estamos respirando hoje”, disse diretor-geral do Inca, Roberto de Almeida Gil, em um congresso recentemente.</p>
<p>Segundo um estudo publicado na revista The Lancet, a poluição do ar provocada por incêndios está relacionada com mais de 1,53 milhão de mortes por ano em todo o mundo, especialmente nos países em desenvolvimento. Esse número de óbitos deve crescer nos próximos anos como agravamento das mudanças climáticas, que deixa o clima mais quente e seco em muitas regiões, fazendo com que os incêndios florestais sejam mais frequentes e intensos.</p>
<p>Na última sexta-feira, 29, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/por-causa-da-fumaca-santarem-e-a-segunda-cidade-mais-poluida-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener">Santarém foi a segunda cidade mais poluída do planeta</a> por causa da fumaça causadas pelos incêdios florestais. Mas o município do oeste paraense não é o único. O <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/queimadas-se-alastram-e-colocam-para-no-topo-do-ranking-da-degradacao/" target="_blank" rel="noopener">Estado é campeão em número de queimadas</a>, com mais de 53 mil focos de fogo desde o início do ano,</p>
<p>Isso porque a fumaça das queimadas contém partículas minúsculas com poder devastador de penetrar nos pulmões, causando irritação e inflamação. Essas partículas finas estão associadas a diversos problemas de saúde, como dificuldade para respirar, tosse, rritação nos olhos, doenças respiratórias crônicas (asma, bronquite), aumento do risco de doenças cardiovasculares e câncer .</p>
<p>Além das partículas, a fumaça também contém gases tóxicos, como monóxido de carbono, que podem reduzir a capacidade do sangue de transportar oxigênio, levando à falta de ar e até mesmo à morte. A queima incompleta de materiais orgânicos durante as queimadas libera substâncias químicas que são conhecidas por causar câncer.</p>
<p>Quem são os mais vulneráveis?</p>
<ul>
<li><strong>Crianças:</strong> Crianças são especialmente vulneráveis aos efeitos da poluição do ar, pois seus pulmões ainda estão em desenvolvimento e respiram mais rápido que os adultos.</li>
<li><strong>Idosos</strong>: Pessoas idosas e com doenças crônicas, como asma e doenças cardíacas, também são mais suscetíveis aos efeitos da fumaça das queimadas.</li>
<li><strong>Pessoas que trabalham ou vivem ao ar livre:</strong> Agricultores, bombeiros e pessoas que vivem em áreas rurais estão expostos a níveis mais altos de poluição e, consequentemente, correm maior risco de desenvolver problemas de saúde.</li>
</ul>
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		<title>Adepará cadastra criadores de abelhas e orienta sobre doenças e pragas nas colmeias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 18:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[abelhas]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
		<category><![CDATA[colmeia]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/abelhas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os fiscais estaduais agropecuários que integram o Programa Estadual de Saúde das Abelhas (PESAb) da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) se reuniram com os criadores de abelhas da cidade de Bragança, no início do mês, para discutir a importância do cadastro agropecuário dessa atividade. De acordo com a Lei 6.712/2005, o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/abelhas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os fiscais estaduais agropecuários que integram o Programa Estadual de Saúde das Abelhas (PESAb) da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) se reuniram com os criadores de abelhas da cidade de Bragança, no início do mês, para discutir a importância do cadastro agropecuário dessa atividade. De acordo com a Lei 6.712/2005, o cadastro agropecuário é necessário para o controle e erradicação de doenças e pragas nas colmeias.</p>
<p>A regularização da cadeia produtiva na Adepará é fundamental para garantir a sanidade e qualidade dos produtos derivados do mel, proporcionando segurança alimentar para a população que consumirá produtos de estabelecimentos inspecionados e registrados e também para a sustentabilidade da atividade apícola e da meliponicultura, que é a criação de abelhas sem ferrão.</p>
<p>Durante a atividade, os criadores também foram informados sobre como identificar as doenças de notificação obrigatória que podem afetar as colmeias. Os técnicos da Adepará também visitaram apiários e meliponários da região para fazer vigilância e cadastro.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós estivemos na região a fim de mobilizar os criadores e incentivá-los na realização do cadastro agropecuário, que é a base da defesa sanitária, pois através dele é possível realizar o controle e a erradicação de doenças e pragas que por vezes podem adentrar no estado e dizimar as colmeias, ou seja, o cadastro permite o controle da sanidade e do trânsito das abelhas e ainda traz benefícios ao criador que deseja comercializar o seu mel. A partir dele é possível que este direcione o seu produto para um estabelecimento de beneficiamento registrado, para comercialização. Sem o cadastro, a atividade encontra-se na clandestinidade, não é reconhecida, o produto não agrega valor e  o criador acaba deixando de lucrar com a atividade”, explicou Samyra Albuquerque, veterinária da Adepará.</p></blockquote>
<h3><strong>AteG Mel</strong></h3>
<p>O projeto é desenvolvido em seis etapas com foco no diagnóstico produtivo individualizado, planejamento estratégico, adequação tecnológica, gestão e capacitação profissional complementar, avaliação sistemática dos resultados, bonificação/meritocracia com visitas mensais do técnico de campo.</p>
<p>Os produtores de mel são supervisionados por dois anos quando têm acesso a informações com o propósito de gerar sustentabilidade ambiental, econômica, social e profissional.</p>
<p>Os criadores de abelhas que quiserem obter maiores informações sobre o programa da Adepará devem acessar o site da Agência (www.adepara.pa.gov.br) ou enviar email para os endereços eletrônicos do programa gpnsab@gmail.com e pesab@adepara.pa.gov.br</p>
<p><em>Fonte: Rosa Cardoso/Adepará</em></p>
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		<title>Cigarrinha de milho: saiba o que fazer para controlar a praga que pode destruir plantações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 15:20:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cigarrinha de milho]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
		<category><![CDATA[semeadura]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/cigarrinha3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A cigarrinha de milho é a principal dor de cabeça do produtor de milho. E, o pior, ainda não se tem medidas curativas para os chamados enfezamentos pálido e vermelho do milho, doenças que podem provocar perdas de mais de 70% na produtividade das lavouras. Existem, porém, uma série de recomendações da Embrapa e parceiros [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/cigarrinha3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A cigarrinha de milho é a principal dor de cabeça do produtor de milho. E, o pior, ainda não se tem medidas curativas para os chamados enfezamentos pálido e vermelho do milho, doenças que podem provocar perdas de mais de 70% na produtividade das lavouras.</p>
<p>Existem, porém, uma série de recomendações da Embrapa e parceiros que, seguidas em escala local e regional, podem minimizar os prejuízos na cultura.</p>
<p>As chamadas queimas controladas não estão entre as recomendações.  De acordo com norma da Secretaria  do Estado do Meio Ambiente  e Sustentabilidade do Pará (Semas), “o emprego do fogo mediante queima controlada depende de prévia autorização, a ser obtida pelo interessado junto à secretária&#8221;.</p>
<p>Veja o que pode ser feito em cada fase, segundo a Embrapa, para controlar a cigarrinha:</p>
<p><strong>Na entressafra:</strong></p>
<ul>
<li>Eliminar plantas de milho voluntárias (tigueras) e manter a lavoura no limpo.</li>
</ul>
<p><strong>Na semeadura:</strong></p>
<ul>
<li>Sincronizar o período de semeadura na região;</li>
<li>Evitar a semeadura do milho em proximidade de lavouras mais velhas com alta incidência de enfezamentos;</li>
<li>Diversificar e rotacionar cultivares de milho;</li>
<li>Usar híbridos com maior tolerância genética aos enfezamentos;</li>
<li>Usar sementes certificadas e tratá-las com inseticidas registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Tratar as sementes vai reduzir a transmissão dos molicutes na fase inicial da cultura.</li>
</ul>
<p><strong>Durante o cultivo:</strong></p>
<ul>
<li>Monitorar a presença da cigarrinha entre as fases VE (emergência) e V8 (oitava folha) do milho e aplicar inseticidas registrados para reduzir ao máximo a população de cigarrinhas;</li>
<li>Rotacionar os modos de ação para evitar a resistência aos inseticidas;</li>
<li>Controlar a qualidade da colheita e evitar a perda de espigas e grãos.</li>
</ul>
<p><strong>Após a colheita:</strong></p>
<ul>
<li>Transportar o milho colhido e evitar a perda de grãos nas estradas;</li>
<li>Fazer a rotação de cultivos e evitar o plantio sucessivo de gramín.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Novo composto antifúngico é descoberto em ninho de formigas-cortadeiras</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/novo-composto-antifungico-e-descoberto-em-ninho-de-formigas-cortadeiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2022 13:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[antifúngico]]></category>
		<category><![CDATA[cortadeira]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[formigas]]></category>
		<category><![CDATA[fungos]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo composto antifúngico foi descoberto por pesquisadores brasileiros e norte-americanos em bactérias que habitam os ninhos de formigas da tribo Attini (subtribo Attina), à qual pertencem a saúva e outras espécies conhecidas como “cortadeiras”. Em testes com camundongos, a substância – nomeada attinimicina – mostrou-se capaz de combater um microrganismo causador de doenças em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo composto antifúngico foi descoberto por pesquisadores brasileiros e norte-americanos em bactérias que habitam os ninhos de formigas da tribo Attini (subtribo Attina), à qual pertencem a saúva e outras espécies conhecidas como “cortadeiras”. Em testes com camundongos, a substância – nomeada attinimicina – mostrou-se capaz de combater um microrganismo causador de doenças em humanos.</p>
<p>Os resultados da pesquisa, realizada com <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/85642/novos-agentes-terapeuticos-obtidos-de-bacterias-simbiontes-de-invertebrados-brasileiros/?q=13/50954-0" target="_blank" rel="noopener">apoio</a></strong> da FAPESP, foram <strong><a href="https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acscentsci.0c00978?source=cen%20no%20peri%C3%83??????%C3%83?????%C3%83????%C3%83???%C3%83??%C3%83?%C3%82%C2%B3dico" target="_blank" rel="noopener">divulgados</a> </strong>no periódico <i>ACS Central Science</i>, da American Chemical Society.</p>
<blockquote><p>“Tivemos a oportunidade de amostrar formigueiros em várias regiões brasileiras, entre elas Amazônia, Mata Atlântica e o trecho de transição desta para o Cerrado. O que mais nos chamou a atenção foi a ampla distribuição geográfica da attinimicina, presente em 73% das bactérias associadas a formigas-cortadeiras coletadas no Brasil. Tal fato sugere que a substância tem um papel ecológico relevante”, afirma <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/6657/monica-tallarico-pupo" target="_blank" rel="noopener">Monica Tallarico Pupo</a></strong>, professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FCFRP-USP) e coordenadora da pesquisa ao lado de Jon Clardy, da Harvard University (Estados Unidos).</p></blockquote>
<p>Como explica Pupo, as formigas-cortadeiras mantêm relações simbióticas multilaterais com diversos microrganismos que habitam o formigueiro e isso lhes garante comida e proteção. As folhas que os insetos carregam para dentro do ninho servem como substrato para cultivar fungos da espécie <i>Leucoagaricus gongylophorus</i>, que usam para comer. E as formigas fazendeiras também alimentam bactérias dos gêneros <i>Pseudonocardia</i> e <i>Streptomyces</i>, que em troca produzem compostos que atuam como “defensivos agrícolas”, mantendo o jardim de fungos livre de espécies patogênicas.</p>
<blockquote><p>“As bactérias simbiontes produzem compostos capazes de matar o fungo parasita sem prejudicar a fonte de alimento. Nosso objetivo era descobrir quais são esses compostos e se tinham potencial de tratar doenças que acometem os humanos”, conta Pupo.</p></blockquote>
<p>O projeto foi conduzido entre 2014 e 2020, no âmbito do Programa BIOTA-FAPESP e de um acordo firmado com os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos. Durante esse período, além da attinimicina, o grupo identificou uma molécula antifúngica nomeada cifomicina e substâncias pertencentes à classe das pirazinas – também produzidas por bactérias simbiontes –, que ajudam as formigas-cortadeiras a se localizar quando saem do ninho em busca de folhas (<i>leia mais em <strong><a href="https://agencia.fapesp.br/29958/" target="_blank" rel="noopener">agencia.fapesp.br/29958/ </a></strong>e <strong><a href="https://agencia.fapesp.br/27328/" target="_blank" rel="noopener">agencia.fapesp.br/27328/</a></strong></i>).</p>
<h3><b>Efeito terapêutico</b></h3>
<p>A ação antifúngica da attinimicina foi testada pelos colaboradores norte-americanos em camundongos infectados por <i>Candida albicans</i>, que em humanos pode causar lesões em diversos tecidos, principalmente nas mucosas oral e vaginal, trato urinário e gastrointestinal. O efeito do tratamento foi comparado ao de medicamentos antifúngicos já usados na clínica (classe dos azóis), entre eles o fluconazol. Segundo os pesquisadores, a atividade da attiminicina foi equivalente à dos fármacos já disponíveis. A vantagem é que, por se tratar de uma molécula nova, os microrganismos ainda não desenvolveram mecanismos de resistência.</p>
<blockquote><p>“A attinimicina tem atividade antifúngica significativa, mas ainda não tem uma estrutura química adequada para se tornar um medicamento. A ideia é que ela sirva como modelo para o desenho de novos candidatos a fármacos e para entendermos melhor o mecanismo de ação dessas drogas”, explica Pupo.</p></blockquote>
<p>O artigo <i>Specialized Metabolites Reveal Evolutionary History and Geographic Dispersion of a Multilateral Symbiosis</i> pode ser lido em <strong><a href="https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acscentsci.0c00978?source=cen%20no" target="_blank" rel="noopener">https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acscentsci.0c00978?source=cen%20no</a></strong>.</p>
<p><em>Fonte: Karina Toledo, Agência Fapesp</em></p>
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		<title>O que as queimadas na Amazônia têm a ver com a nossa saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2022 15:03:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[WWF]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/queimadas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O ar da floresta amazônica é muito limpo, especialmente na estação chuvosa, quando as precipitações removem aerossóis da atmosfera. No entanto, essa característica se modifica com as queimadas: a fumaça decorrente dos incêndios na Amazônia é altamente tóxica, causando falta de ar, tosse e danos pulmonares à população, e respondem por 80% do aumento regional [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/queimadas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O ar da floresta amazônica é muito limpo, especialmente na estação chuvosa, quando as precipitações removem aerossóis da atmosfera. No entanto, essa característica se modifica com as queimadas: a fumaça decorrente dos incêndios na Amazônia é altamente tóxica, causando falta de ar, tosse e danos pulmonares à população, e respondem por 80% do aumento regional da poluição por partículas finas, afetando 24 milhões de pessoas que vivem na região. Os dados fazem parte da nota técnica da WWF Brasil chamada “O que as florestas e o desmatamento têm a ver com nossa saúde”.</p>
<p>Durante a “estação das queimadas” na Amazônia brasileira (entre julho e outubro), aproximadamente 120 mil pessoas são hospitalizadas anualmente devido a problemas de asma, bronquite e pneumonia. Durante períodos de incêndios intensos, principalmente em eventos de seca extrema, os poluentes da queima de biomassa podem aumentar as taxas de mortalidade cardiorrespiratória, bem como induzir danos genéticos que contribuem para o desenvolvimento de câncer do pulmão.</p>
<p>Além das doenças causadas pelo fogo, o desmatamento pode aumentar a transmissão de doenças infecciosas e até o surgimento de novas doenças. Um aumento de 10% no desmatamento leva a um aumento de 3,3% na incidência da malária, por exemplo. Pesquisas na Amazônia peruana mostraram a existência de números maiores de larvas em poças d’água morna parcialmente abrigadas do sol, como as que se formam na beira de estradas abertas dentro da mata, e em água acumulada em meio a detritos, que não é consumida pelas árvores.</p>
<p>Outra informação que o documento traz é que o ambiente natural afeta o bem-estar individual e coletivo. Existem inúmeras evidências que destacam a importância da natureza para promover uma melhora nos estados de ânimo e bem-estar. A experiência na natureza está associada a uma melhora em vários índices de saúde, como a diminuição da pressão arterial, a redução dos hormônios associados ao estresse, a melhora dos batimentos cardíacos, do humor, da função cognitiva, dentre outros aspectos.</p>
<h3>Novas doenças</h3>
<p>Durante o último século, em média, dois novos vírus por ano se espalharam de hospedeiros animais para as populações humanas &#8211; é o caso do Ebola, MERS, SARS e zika. O risco de surgimento de novas zoonoses em florestas tropicais é maior, por causa da sua grande diversidade de roedores, primatas e morcegos, mas também pelas suas altas taxas de desmatamento e degradação que levam à fragmentação dos habitats e à proximidade das populações, impulsionada pela expansão agropecuária.</p>
<h3>Como amenizar?</h3>
<p>O levantamento aponta que algumas ações podem ajudar a manter os serviços ecossistêmicos das florestas e evitar os riscos de sua destruição. Entre elas estão a conservação das florestas, o melhor manejo da paisagem em áreas de atividades agropecuárias, a restauração das florestas desmatadas ou degradadas, inclusive as próximas de centros urbanos.</p>
<p>Os sistemas agroflorestais são apontados como uma das soluções para a produção sustentável. O levantamento ressalta aspectos positivos dos sistemas agrícolas amazônicos: são altamente sofisticados e incluem uma multiplicidade de plantas cultivadas, manejo complexo da paisagem, articulação com outras atividades de subsistência (caça, pesca, extrativismo) e diversas estratégias e práticas de manejo que refletem pelo menos 12.000 anos de interação com plantas e paisagens por povos indígenas e comunidades tradicionais.</p>
<h3><strong>Sobre a nota técnica</strong></h3>
<p>O levantamento bibliográfico teve apoio financeiro da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, em nome do governo federal alemão, com redação do Núcleo de Conteúdos Ambientais &#8211; NUCA (Maura Campanili), sob coordenação do WWF-Brasil (Mariana Napolitano Ferreira e Daniel E Silva), a partir do relatório técnico do Prof. Marcos Heil Costa (Universidade Federal de Viçosa).</p>
<h3><strong>Sobre o WWF-Brasil</strong></h3>
<p>O WWF-Brasil é uma ONG brasileira que há 25 anos atua coletivamente com parceiros da sociedade civil, academia, governos e empresas em todo país para combater a degradação socioambiental e defender a vida das pessoas e da natureza. Estamos conectados numa rede interdependente que busca soluções urgentes para a emergência climática.</p>
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		<title>Pesquisa usa película de amido de mandioca para proteção de pimenta-do-reino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 14:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[#pimenta do reino]]></category>
		<category><![CDATA[amido]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[mandioca]]></category>
		<category><![CDATA[pesqusa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/pimenta-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Mandioca e pimenta-do-reino são dois produtos representativos da agricultura paraense. Essa dupla da pesada está sendo testada contra as mais diversas doenças e contaminações da pimenta-do-reino, além de estender a vida útil do produto, conservando-o por muito mais tempo. Como é o processo científico? O processo envolve recobrir as sementes de pimenta-do-reino com uma película [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/pimenta-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Mandioca e pimenta-do-reino são dois produtos representativos da agricultura paraense. Essa dupla da pesada está sendo testada contra as mais diversas doenças e contaminações da pimenta-do-reino, além de estender a vida útil do produto, conservando-o por muito mais tempo.</p>
<h3>Como é o processo científico?</h3>
<p>O processo envolve recobrir as sementes de pimenta-do-reino com uma película protetora feita com substâncias inertes (<em>quimicamente estável ou não tem actividade química em condições normais</em>), entre elas o amido de mandioca, que não alteram as características do produto, mas aumentam a vida útil e formam uma barreira que protege contra o ataque de microrganismos causadores de doenças, como fungos e bactérias. O biofilme também protege contra processos naturais, como a degradação por umidade e oxidação, e há inclusive resultados demonstrando que também protege contra salmonela (Salmonellose).</p>
<p>O projeto foi desenvolvido em parceria pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisa (Fapespa) e pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA).</p>
<h3>Tem alterações?</h3>
<p>As qualidades e características do produto in natura, como a aparência, odor e sabor, serão mantidas.</p>
<p>“Estamos na fase inicial de escalonamento do projeto, comprando equipamentos e organizando a estrutura dos laboratórios. Mas, na área técnica, já temos as pesquisas para a caracterização física e química do amido de mandioca comercial, que será usado no processo de recobrimento das sementes de pimenta-do-reino. A previsão é que essa fase seja concluída em até seis meses”, afirma o coordenador do projeto, professor Davi Brasil.</p>
<p>A proposta é oferecer uma alternativa econômica e sustentável ao agronegócio paraense e mais qualidade ao produto que chega à população.</p>
<div class="mt-4 txt_noticia">
<p>O Pará está entre os três estados com a maior produção de pimenta-do-reino, acompanhado pelo Espírito Santo e Bahia. Esse tipo de pimenta é uma planta trepadeira, originária do Sudeste Asiático e uma das especiarias mais importantes no ramo alimentício. Atualmente, 90% da sua produção estão concentrados entre oito países. O Brasil ocupa o terceiro lugar, representando a força do País na produção dessa <em>commodity</em>.</p>
<p><em>Fonte: Giovanna Abreu, da Agência Pará</em></p>
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		<title>Como combater fungos em culturas de feijão-caupi no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 15:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
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		<category><![CDATA[fungos]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/feijao-caupi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Atenção, produtores de feijão-caupi do Pará. A Embrapa Amazônia Oriental acaba de lançar uma publicação sobre as doenças fúngicas destinada aos agentes da cadeia produtiva dessa leguminosa no Estado. A obra está disponível desde segunda-feira, 14/02, no Portal Embrapa (acesse aqui), de forma permanente e gratuita. As vantagens do melhoramento genético conquistadas pela pesquisa e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/feijao-caupi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Atenção, produtores de feijão-caupi do Pará. A Embrapa Amazônia Oriental acaba de lançar uma publicação sobre as doenças fúngicas destinada aos agentes da cadeia produtiva dessa leguminosa no Estado. A obra está disponível desde segunda-feira, 14/02, no Portal Embrapa (acesse <a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/229674/1/CirTec51.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>), de forma permanente e gratuita.</p>
<p>As vantagens do melhoramento genético conquistadas pela pesquisa e embutidas nas plantas cultivadas, como a alta produtividade e a resistência a doenças, costumam ser potencializadas com o bom manejo da cultura. Mas, conforme explicado na publicação, há casos em que o controle e a prevenção são possíveis somente por meio de manejo – situação que por si só já revela a importância e impacto de um trabalho como esse no meio produtivo do Pará, responsável por 30% do feijão-caupi produzido na Região Norte (safra de 2019/2020).</p>
<p>Para os autores da publicação, “o sucesso da cultura do feijão-caupi no Estado do Pará está diretamente relacionado ao acompanhamento programado do cultivo”.</p>
<p>Segundo eles, as técnicas de caráter preventivo, quando aplicadas no tempo certo e de forma eficiente, podem diminuir as perdas em volume e qualidade de produção decorrentes de condições de cultivo inadequadas.</p>
<blockquote><p>“Nesse trabalho reunimos informações que permitem reconhecer facilmente os sintomas no campo e agilizam as decisões sobre medidas a serem adotadas contra a mela, a podridão cinzenta do caule, a mancha-café, a cercosporiose e a podridão de esclerócio, que são as doenças que causam perdas expressivas na cultura”, exemplifica Ruth Linda Benchimol, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA) e autora da publicação.</p></blockquote>
<p>Há outras doenças de menor importância econômica, como carvão, mancha-alvo, oídio ou cinza e podridão das vagens, mas que também precisam ser manejadas, complementa a autora. Os resultados da pesquisa enfatizam a importância do manejo integrado das doenças, com adoção de várias práticas em conjunto, como é o caso da mela, cujo controle com medidas isoladas, de acordo com os estudos, não tem se mostrado eficaz.</p>
<p>A obra &#8220;<a href="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1137782" target="_blank" rel="noopener">Doenças fúngicas do feijão-caupi no estado do Pará</a>&#8221; (clique sobre o título para acesso ao repositório Infoteca-e), resulta de uma pesquisa realizada no período que compreende os anos de 2011 a 2019, em campos do Marajó, Belém e Nordeste Paraense, este um tradicional polo de produção do grão no Pará.</p>
<h3>Feijão da colônia</h3>
<p>O feijão-caupi [<em>Vigna unguiculata </em>(L.) Walp.], originário da África, é alimento de interesse econômico e social no Norte e Nordeste do País, com cultivos mecanizados em franca expansão no Centro-Oeste. Apreciado no Brasil desde a segunda metade do século XVI, rico em proteínas, aminoácidos essenciais, carboidratos, vitaminas, minerais e fibras, com ele se faz baião-de-dois, acarajé, saladas e outros pratos regionais.</p>
<p>Nos Estados Unidos é chamado de <em>cowpea</em> (pronuncia-se caupi), planta comum em jardins residenciais e símbolo de prosperidade. Tem também o tipo denominado <em>black-eyed peas</em> – aquele com o ponto preto no grão parecendo um olho. Já no Brasil os nomes populares do feijão-caupi são muitos, como feijão de corda e feijão macassar, dependendo da região de plantio. Os paraenses o conhecem por feijão da colônia.</p>
<p><em>Fonte: Embrapa Amazônia Oriental</em></p>
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