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	<title>doenças respiratórias &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>doenças respiratórias &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Queimadas provocam complicações para a saúde respiratória no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 20:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/brigadistas12-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz O avanço das queimadas na Amazônia continua crítico. Depois de um mês de agosto com o maior número de incêndios desde 2010, em apenas dez dias de setembro o bioma contabiliza 19.248 focos, cerca de 72% de todos os registros do mesmo período do ano passado que totalizaram 26.452. Além da degradação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/brigadistas12-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>O avanço das queimadas na Amazônia continua crítico. Depois de um mês de agosto com o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/quatro-municipios-paraenses-lideram-o-ranking-das-queimadas-no-brasil/">maior número de incêndios desde 2010</a>, em apenas dez dias de setembro o bioma contabiliza 19.248 focos, cerca de 72% de todos os registros do mesmo período do ano passado que totalizaram 26.452.</p>
<p>Além da degradação ambiental, a disseminação do fogo na região, que em sua maioria está relacionada às ações humanas, como o desmatamento, a exploração ilegal de madeira e a abertura de áreas de floresta para pastagens,  deixa um rastro de prejuízos para a qualidade de vida da população, principalmente dos <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/em-situacao-de-emergencia-para-ganha-7-mil-focos-de-queimadas-em-apenas-um-mes/">municípios do sudoeste e sudeste do estado</a>.</p>
<p>A presença de fumaça no ar prejudica a saúde respiratória de muitas pessoas, explica o médico pneumologista Walter Netto. De acordo com o especialista, dependendo do grau de exposição, as reações podem ser de dores de cabeça transitórias, alergias de pele, irritação nos olhos e garganta, crises de rinites até complicações mais graves, que precisam de maior atenção e cuidados.</p>
<blockquote><p>“Pacientes com vias aéreas inferiores mais sensíveis e fragilizadas, como portadores de asma e doença pulmonar obstrutiva crônica, podem vir a desencadear exacerbações das doenças, como com a apresentação de bronquite ou bronquiolite, o que a depender do grau de acometimento e da ausência de cuidados adequados, podem levar estes indivíduos a necessitarem de internações hospitalares, necessidade de oxigenoterapia para compensar queda do níveis de saturação e possibilidade de óbito”, explica.</p></blockquote>
<p>Segundo a ministra da Saúde, Nísia Trindade, os reflexos são notados nos serviços de atendimento, onde é comum o aumento de registros de casos de doenças e síndromes respiratórias nessa época do ano. Com a escalada do número de incêndios, a tendência é que as unidades de saúde e hospitais sejam ainda mais demandados.</p>
<blockquote><p>“Há um impacto forte (das queimadas) no sistema de saúde, nas unidades de saúde, uma maior procura”, disse a ministra durante participação em <a href="https://www.infomoney.com.br/politica/queimadas-pelo-pais-estao-impactando-demanda-por-servicos-de-saude-diz-ministra/" target="_blank" rel="noopener">reunião do G20 no Rio de Janeiro</a>.</p></blockquote>
<h3>Perigos para os trabalhadores rurais</h3>
<p>Além de pessoas com comorbidades, as queimadas podem ser prejudiciais para quem tem contato mais direto com a fumaça, como é o caso de trabalhadores rurais que são parcela importante da população dos municípios mais afetados.</p>
<p>Neste ano, São Félix do Xingu, Altamira e Novo Progresso, cidades dedicadas à produção agropecuária figuram entre as 10 com mais queimadas em todo o país, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)..</p>
<blockquote><p>“O trabalhador rural tende a estar mais próximo das queimadas e das inalações dos gases, como o monóxido de carbono, altamente prejudicial à saúde respiratória, além de partículas nocivas, como as PM 2,5, que correspondem ao material particulado abaixo de 2,5 micrômetros, sendo minúsculas e, por isso, com potencial de risco bem elevado, já que conseguem ainda maior penetração nas vias aéreas. Tal proximidade dos eventos torna esse grupo ainda mais vulnerável aos riscos”, afirma Walter Netto.</p></blockquote>
<p>Na avaliação do pneumologista, a situação atual da Amazônia exige o reforço de medidas de combate às queimadas e ao desmatamento, assim como o incentivo à práticas sustentáveis de manejo do solo sem uso do fogo. Aliado a isso, a população, em especial dos grupos vulneráveis, precisa adotar medidas preventivas para diminuir os danos à saúde.</p>
<blockquote><p>“É preciso reduzir, dentro do possível, o tempo de permanência em ambiente aberto e exposto a gases e partículas; o uso de máscaras; aumentar ingestão de água, buscando manter as membranas respiratórias úmidas e mais protegidas; e manter o tratamento adequado das doenças respiratórias crônicas, como com o uso adequado e assíduo dos dispositivos inalatórios prescritos pelo pneumologista”, orienta o médico.</p></blockquote>
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		<title>Fumaça de queimadas aumenta casos de doenças respiratórias em cidades paraenses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 17:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[doenças respiratórias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/nuvem-de-fumaca-hwwf5b-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A saúde dos paraenses está sendo afetada por causa da fumaça provocada pelo grande número de queimadas em diferentes regiões do Estado. O Pará  liderou o número de queimadas entre janeiro e outubro deste ano, com 31.119 focos de incêndio registrados. Desse total, 11.378 foram no mês passado, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/nuvem-de-fumaca-hwwf5b-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div id="chunk-aadd6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="2">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/o-que-as-queimadas-na-amazonia-tem-a-ver-com-a-nossa-saude/" target="_blank" rel="noopener">saúde</a> dos paraenses está sendo afetada por causa da fumaça provocada pelo grande número de queimadas em diferentes regiões do Estado.</p>
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Pará <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-lidera-registro-de-queimadas-de-janeiro-a-outubro-com-mais-de-20-mil-focos/" target="_blank" rel="noopener"> liderou o número de queimadas</a> entre janeiro e outubro deste ano, com<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-registra-mais-de-11-mil-focos-de-incendio-em-outubro-e-fumaca-se-alastra-pela-amazonia/" target="_blank" rel="noopener"> 31.119 focos de incêndio registrados</a>. Desse total, 11.378 foram no mês passado, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="4">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em Itaituba, no sudoeste do Pará, a cada oito pacientes atendidos nas unidades de saúde da cidade, três estão com problemas respiratórios por causa da fumaça que atinge o município há um mês. Os mais afetados são idosos e crianças, que apresentam tosse, vômito e diarreia como os principais sintomas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f8fn6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="5">
<blockquote>
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Teve cerca de 20% a 30% de aumento nos atendimentos principalmente relacionados às doenças respiratórias. Temos também identificado problemas nos olhos e crianças e adultos com coceira”, afirma Adriano Coutinho, diretor do Hospital Municipal, ao<a href="https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2023/11/22/fumaca-afeta-saude-de-moradores-ha-mais-de-30-dias-em-cidade-no-sudoeste-do-pa.ghtml" target="_blank" rel="noopener"> g1</a>.</p>
</blockquote>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Bruno Rolim, secretário de Meio Ambiente de Itaituba, afirmou que a fumaça vem de queimadas  de Placas, Uruará, Mojuí dos Campos, Belterra e Santarém, na região que ficam à margem direita da BR-163.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além da saúde, a fumaça causa outros transtornos. No domingo, 19, um voo que saiu de Manaus não conseguiu pousar no aeroporto da cidade por causa da má visibilidade.</p>
<div id="chunk-lub4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="2">
<h3 class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto">Região oeste</h3>
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No oeste do Pará,  em Almeirim, a prefeitura emitiu um comunicado, na noite de quarta-feira, 22, suspendendo as atividades esportivas ao ar livre.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="4">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com a Prefeitura, o motivo dessa medida preventiva é a presença significativa de fumaça na cidade, levando a um aumento alarmante nos casos de insuficiência respiratória aguda nos atendimentos médicos locais.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e350m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Hospital Municipal e os Postos de Saúde de Almerim, segundo o <a href="https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2023/11/23/prefeitura-pede-suspensao-de-atividades-ao-ar-livre-devido-a-fumaca-em-almeirim.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1,</a> registraram um crescimento notável nos casos relacionados a problemas respiratórios, o que motivou a recomendação de evitar atividades ao ar livre.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/fumaca-de-manaus-vem-de-queimadas-em-cidades-do-amazonas-nao-do-para-diz-pesquisador-da-ufam/" target="_top" rel="noopener">Fumaça de Manaus vem de queimadas em cidades do Amazonas, não do Pará, diz pesquisador da UFAM</a></strong></p>
</div>
</div>
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		<title>Queimadas na Amazônia fazem dobrar número de internações por doenças respiratórias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 13:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[doenças respiratórias]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/queimada_Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz O avanço da devastação da floresta amazônica representa uma ameaça tanto para o clima e as condições ambientais da região quanto para a saúde da população. Em áreas com maior índice de queimadas, como é o caso do chamado Arco do Desmatamento, que abrange o leste e sul do Pará, além de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/queimada_Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>O avanço da devastação da floresta amazônica representa uma ameaça tanto para o clima e as condições ambientais da região quanto para a saúde da população. Em<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/queimadas-caem-1-no-brasil-mas-crescem-14-na-amazonia-aponta-mapbiomas/" target="_blank" rel="noopener"> áreas com maior índice de queimadas</a>, como é o caso do chamado Arco do Desmatamento, que abrange o leste e sul do Pará, além de outros estados, o número de internações é quase o dobro do normal.</p>
<p>Esses são dados de um<a href="https://climaesaude.icict.fiocruz.br/sites/climaesaude.icict.fiocruz.br/files/informe_observatorio_queimadas.pdf" target="_blank" rel="noopener"> estudo</a> realizado por um grupo de pesquisadores vinculados ao Observatório de Clima e Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em 2019. A pesquisa apresenta uma análise que relaciona a realidade da floresta e a dinâmica do fogo na região com seus impactos sobre o sistema de saúde das localidades mais afetadas pela degradação.</p>
<p>Os dados levantados mostram, por exemplo, que as características da região dificultam a ocorrência natural de incêndios, que seriam causados sobretudo pela ação humana. Outro fato evidenciado é que essas práticas são mais comuns ao longo dos principais eixos rodoviários da Amazônia.</p>
<blockquote><p>“A gente observa que existe um ciclo muito claro. Todos os anos ocorre um período de desmatamento grande no primeiro semestre, principalmente no sul e sudeste do Pará, mas agora já segue também pela Transamazônica e a BR 163. Logo depois, entre julho e setembro tem uma temporada de queimadas, sendo que se sabe que algumas delas são provocadas criminosamente. E depois disso se seguem outras práticas, como a invasão, a pastagem e a grilagem”, explica Christovam Barcellos, pesquisador titular da Fiocruz e um dos autores do informe técnico do Observatório de Clima e Saúde.</p></blockquote>
<h3>Perigos transportados pelo ar</h3>
<p>Além de impactar na perda de cobertura vegetal, afetando inclusive unidades de conservação e terras indígenas, o uso do fogo gera uma série de gases prejudiciais aos seres vivos e que podem ser facilmente transportados pelo ar atingindo até mesmo áreas distantes do foco de calor inicial.</p>
<blockquote><p>“Com essas informações, notamos que existe uma coincidência no tempo e no espaço. A gente vê que tem um pico por internação por doenças respiratórias nos lugares próximos a esses focos, principalmente de crianças e idosos. Destacamos as crianças porque elas têm maior sensibilidade aos efeitos das queimadas. Um exemplo é a pneumonia que é transmitida por uma bactéria, porém uma criança exposta a essa fumaça pode ser atingida mais gravemente”, comenta Barcellos.</p></blockquote>
<p>O grupo de pesquisa mapeou os municípios da Amazônia Legal com maiores taxas de internação por doenças respiratórias por meio do software Satscan.</p>
<figure id="attachment_23337" aria-describedby="caption-attachment-23337" style="width: 366px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-23337" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/mapa_pesquisa_saude1-300x222.jpeg" alt="" width="366" height="271" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/mapa_pesquisa_saude1-300x222.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/mapa_pesquisa_saude1-768x568.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/mapa_pesquisa_saude1-150x111.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/mapa_pesquisa_saude1-450x333.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/mapa_pesquisa_saude1.jpeg 833w" sizes="(max-width: 366px) 100vw, 366px" /><figcaption id="caption-attachment-23337" class="wp-caption-text">Mapa mostra onde estão as maiores taxas de internação de crianças. Fonte: Fiocruz</figcaption></figure>
<p>No total, entre as 100 cidades analisadas, foram detectadas 5.091 internações por mês, quando o valor médio deveria ser de 2.589 internações. Ou seja, há uma sobrecarga de cerca de 2.500 atendimentos a mais nas áreas mais atingidas pelos incêndios na estação seca.</p>
<blockquote><p>“A Fiocruz é uma instituição de assessoria ao Ministério da Saúde, então o que quisemos com esse estudo foi fazer um alerta para que se tenha maior atenção com a ocorrência de pessoas que estejam apresentando sintomas de tosse seca, por exemplo, pois provavelmente é resultado de uma exposição a fumaça”, esclarece.</p></blockquote>
<h3>Dados podem servir ao tratamento</h3>
<p>O pesquisador defende o uso dos dados para o planejamento das ações de saúde primária e melhor estruturação das unidades de atendimento à população.</p>
<blockquote><p>“Isso mostra que a nebulização, que é um tratamento que não custa caro, deve estra presente em todos os postos da Amazônia. Tem que ter equipamentos e profissionais capacitados para fazer essa identificação adequada e evitar que se agrave um cenário de crise que leve a sobrecarga dos hospitais”, frisa Christovam Barcellos.</p></blockquote>
<p>No cenário atual, com os maiores investimentos decorrentes da pandemia, o pesquisador acredita que há melhores condições de tratamento para a população, contudo ele reforça que o alerta permanece válido, sobretudo em razão do contexto de emergência climática, que tende a favorecer as queimadas.</p>
<blockquote><p>“Sabendo desse cenário, o setor de saúde tem que estar preparado, Os governos precisam investir em estratégias preventivas e, diante do conhecimento sobre esse ciclo, agir para que se evite o desmatamento”, propõe.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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