<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Dieese/PA &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/dieese-pa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Thu, 01 Sep 2022 17:13:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>Dieese/PA &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Preço do litro do açaí volta a cair, mas deve subir com quebra de safra</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/preco-do-litro-do-acai-volta-a-cair-mas-deve-subir-com-quebra-de-safra/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/preco-do-litro-do-acai-volta-a-cair-mas-deve-subir-com-quebra-de-safra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 17:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[açaizais]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese/PA]]></category>
		<category><![CDATA[preço]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[Sindfrutas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=12284</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/açai-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Segundo as pesquisas do DIEES/PA, no mês de julho/2022, pelo terceiro mês consecutivo, o preço do litro do açaí consumido pelos paraenses apresentou queda. Está constatação foi feita pelo DIEESE/PA que acompanha a trajetória dos preços do açaí (já preparado em litro), com pesquisas semanais envolvendo feiras livres, supermercados da capital e outros pontos de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/açai-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Segundo as pesquisas do DIEES/PA, no mês de julho/2022, pelo terceiro mês consecutivo, o preço do litro do açaí consumido pelos paraenses apresentou queda. Está constatação foi feita pelo DIEESE/PA que acompanha a trajetória dos preços do açaí (já preparado em litro), com pesquisas semanais envolvendo feiras livres, supermercados da capital e outros pontos de vendas espalhados pela cidade.</p>
<p>No entanto, o Sindicato das Indústrias de Frutas e Derivados do Estado do Pará (Sindfrutas) informa que a produção dos açaizais diminuiu cerca de 50% em relação à safra dos anos anteriores, que foi estimada em 1,4 milhão de toneladas pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo o jornal &#8220;O Liberal&#8221;.</p>
<p>O DIEESE/PA desenvolve esta pesquisa de preço do litro de açaí comercializado e consumido pelos paraenses na Grande Belém desde o inicio dos anos 90. Durante este período foi possível observar que em função principalmente das sucessivas altas de preços, a outrora comida dos paraenses tem ficado proibitiva para grande parte da população, em especial a de menor renda.</p>
<h3>Trajetória de preço</h3>
<p>Nos últimos 12 meses, a trajetória de preços do produto não foi uniforme e teve a seguinte disposição: em Jun/2021 o açaí do tipo Médio (o mais consumido) foi comercializado em média a R$ 21,40; encerrou o ano passado (Dez/2021) sendo comercializado em média a R$ 18,65. No inicio deste ano (Jan/2022) foi comercializado em média a R$ 22,04; em Jun/2022 foi comercializado em média a R$ 22,38 e no mês passado (Jul/2022), com nova queda, foi comercializado em média a R$ 18,04.</p>
<h3>Queda em julho</h3>
<p>Com isso, o preço do litro de açaí do tipo médio comercializado na capital paraense, apresentou queda de 19,38% no mês de Julho/2022, em relação ao mês de Jun/2022. Já no balanço dos sete primeiros meses deste ano (Jan-Jul/2022), a queda no preço do produto foi de 3,26% e os últimos 12 meses o recuo acumulado no preço do produto alcançou quase 16%.</p>
<h3>Tipo Grosso</h3>
<p>O açaí do tipo Grosso também apresentou recuos, com a seguinte trajetória de preços nos últimos 12 meses na capital: no mês de Jun/2021, o litro do produto foi comercializado em média a R$ 30,65; encerrou o ano passado (Dez/2021) sendo comercializado em média a R$ 28,60. No inicio deste ano (Jan/2022) foi comercializado em média a R$ 31,29; em Jun/2022 foi comercializado em média a R$ 32,79 e no mês passado (Jul/2022), com novo recuo, foi comercializado em média a R$ 24,71.</p>
<p>Com isso o litro de açaí do tipo grosso comercializado na capital ficou 24,65% mais barato no mês de Jul/2022, em relação ao mês de Jun/2022.</p>
<p>Ainda de acordo com as analises do DIEESE/PA, nos sete primeiros meses deste ano (Jan-Jul/2022), o produto também apresentou recuo de preço, com queda de 13,62% e, nos últimos 12 meses, a queda acumulada alcançou 19,37%.</p>
<p>As pesquisas do DIEESE/PA mostram que na última semana do mês de Jul/2022, o preço do litro do açaí do tipo Grosso foi encontrado nas feiras livres e nos supermercados custando em torno de R$ 22.</p>
<h3>Produção</h3>
<p>A razão para a diminuição significativa da produção seria uma quebra de safra ocasionada por condições climáticas desfavoráveis ao desenvolvimento das palmeiras, afirma a publicação.</p>
<blockquote><p>“Em algumas regiões produtoras passamos 30 dias sem chuvas nas ilhas. Isso deixa o solo seco, a planta se estressa e não cacheia tanto quanto se esperava”, explica o presidente do Sindfrutas, Reinaldo Santos, ao Liberal.</p></blockquote>
<p>“Hoje, o mercado já está sentindo muito esse aumento. Mesmo comprando de produtores e pequenas famílias ribeirinhas, cada um está produzindo com essa quebra de safra. A produção deve ser 30% menor”, diz o empresário à publicação, esclarecendo que o maior efeito é sentido pelas indústrias, mas ele não descarta que a população em geral possa ser afetada em meados de setembro. “O consumidor local absorve o açaí com um preço diferente, mas com certeza vai afetar porque a falta de fruto é para o mercado em geral”, acrescenta o jornal.</p>
<p><em>Fonte: DIEESE/PA</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/preco-do-litro-do-acai-volta-a-cair-mas-deve-subir-com-quebra-de-safra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pará teve o segundo litro de diesel mais caro da Região Norte em junho</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/para-teve-o-segundo-litro-de-diesel-mais-caro-da-regiao-norte-em-junho/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/para-teve-o-segundo-litro-de-diesel-mais-caro-da-regiao-norte-em-junho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 21:27:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[caro]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese/PA]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[Parauapebas]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=11330</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/diesel-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O preço médio do óleo diesel no Pará voltou a ficar mais caro. No mês passado, junho, por exemplo, o preço do produto voltou a subir no Estado. Nos balanços do 1º semestre deste ano (Jan-Jun/2022) e também dos últimos 12 meses, o preço médio do diesel apresentou reajuste acumulado bem superior à inflação medida [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/diesel-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O preço médio do óleo diesel no Pará voltou a ficar mais caro. No mês passado, junho, por exemplo, o preço do produto voltou a subir no Estado. Nos balanços do 1º semestre deste ano (Jan-Jun/2022) e também dos últimos 12 meses, o preço médio do diesel apresentou reajuste acumulado bem superior à inflação medida para os mesmos períodos, segundo dados do DIEESE/PA.</p>
<p>No mês de junho, o preço médio do litro do óleo diesel comercializado em postos de combustíveis no Pará ficou 4,60% mais caro, em relação a maio.</p>
<p>No primeiro semestre, o preço médio do produto no Pará encerrou com alta acumulada de quase 32% contra uma inflação calculada em torno de 4,50% (INPC/IBGE) para o mesmo período.</p>
<p>Nos últimos 12 meses, o reajuste acumulado no preço do diesel no Estado alcançou quase 59%, percentual também superior e ainda maior que a inflação calculada em torno de 12% (INPC/IBGE) para o mesmo período.</p>
<p>Ainda segundo as analises do DIEESE/PA, com esta nova verificada no preço do diesel, o Pará encerrou o mês de junho como o segundo Estado da Região Norte que em média comercializou o litro do produto mais caro e também foi o oitavo mais caro de todo o País.</p>
<h3>Outros Estados</h3>
<p>Em média, o preço do litro do óleo diesel mais caro do País foi comercializado no Estado do Acre com o custo de R$ 8,055; seguido da Bahia, com o preço médio de R$ 7,793; Rondônia, com o preço médio de R$ 7,673; Rio Grande do Norte, com o preço médio de R$ 7,672; Mato Grosso, com o preço médio de R$ 7,592; Roraima com o preço médio de R$ 7,577; Ceará com o preço médio de R$ 7,569; Pará com o preço médio de R$ 7,562; Piauí com o preço médio de R$ 7,530, e do Estado do Maranhão, com o preço médio de R$ 7,450</p>
<h3>Parauapebas e demais</h3>
<p>Os dados oficiais da Agência Nacional de Petróleo (ANP) do mês de junho mostram que entre os municípios paraenses, Parauapebas foi o que em média comercializou o litro do diesel mais caro no Estado, custando R$ 8,264; seguido de Alenquer, com o preço médio de R$ 8,187; Conceição do Araguaia, com o preço médio de R$ 8,015; Cametá, com o preço médio de R$ 8,010; Paragominas com o preço médio de R$ 7,735; Marabá, com o preço médio de R$ 7,620; Santarém, com o preço médio de R$ 7,605; Bragança e Xinguara, ambos com o preço médio de R$ 7,601; Redenção, com o preço médio de R$ 7,559; Castanhal, com o preço médio de R$ 7,486; Itaituba, com o preço médio de R$ 7,351; Altamira com o preço médio de R$ 7,328 e Ananindeua com o preço médio de R$ 7,276</p>
<p>No Pará, os aumentos sequenciais nos preços dos combustíveis tem efeito dominó na economia, impactando de forma generalizada a formação de preço de bens, produtos e serviços, contribuindo diretamente com o crescimento da inflação e perda de poder aquisitivo. É bom lembrar que somente no primeiro semestre deste ano, oficialmente a Petrobrás autorizou quatro reajustes no preço do diesel na refinaria, totalizando uma alta acumulada de mais de 60% no mesmo período.</p>
<p><em>Fonte: DIEESE/PA</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/para-teve-o-segundo-litro-de-diesel-mais-caro-da-regiao-norte-em-junho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cesta básica em Belém em junho compromete mais da metade do salário mínimo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/cesta-basica-em-belem-em-junho-compromete-mais-da-metade-do-salario-minimo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/cesta-basica-em-belem-em-junho-compromete-mais-da-metade-do-salario-minimo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 15:12:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese/PA]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=11200</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/pao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As pesquisas do DIEESE/PA mostram que em junho, pelo sexto mês consecutivo este ano, o custo da alimentação básica dos paraenses voltou a ficar mais caro. A cesta básica dos paraenses calculada pela entidade custou R$ 632,26, comprometendo na sua aquisição mais da metade do atual salário mínimo de R$ 1.212,00. Das 17 capitais pesquisadas, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/pao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As pesquisas do DIEESE/PA mostram que em junho, pelo sexto mês consecutivo este ano, o custo da alimentação básica dos paraenses voltou a ficar mais caro. A cesta básica dos paraenses calculada pela entidade custou R$ 632,26, comprometendo na sua aquisição mais da metade do atual salário mínimo de R$ 1.212,00.</p>
<p>Das 17 capitais pesquisadas, 9 apresentaram aumentos de preços e nas 8 restantes houver quedas em junho.</p>
<p>Já nos primeiros seis meses deste ano (Jan-Jun), o custo da cesta básica dos paraenses acumula alta de 13,54%, percentual bem superior à inflação estimada em torno de 4,50% (INPC/IBGE) para o mesmo período.</p>
<p>Nos últimos 12 meses (maio/2021-maio/2022), o reajuste acumulado foi de quase 22%, contra uma inflação estimada em torno de 12% para o mesmo período.</p>
<h3>Puxadores da alta</h3>
<p>O destaque da alta em junho foi o pão, de 10,29%, seguido do leite com alta de 7,07%; óleo de cozinha (soja) com alta de 6,73%; manteiga com alta de 5,38%; feijão com alta de 3,66%; café com alta de 3,30%; arroz com alta de 1,16%; açúcar com alta de 0,85%; banana com alta de 0,51%; carne bovina com alta de 0,18% e da farinha de mandioca com alta de 0,14%. Apenas o tomate apresentou recuo de preço de 10,18%.</p>
<h3>Custo por família</h3>
<p>Ainda segundo o DIEESE/PA, em junho, o custo da cesta básica para uma família padrão paraense, composta de dois adultos e duas crianças, ficou em R$ 1.896,78, sendo necessários, aproximadamente 1,56 salário mínimo para garantir as mínimas necessidades do trabalhador e sua família, somente com alimentação.</p>
<p>A pesquisa da cesta básica de alimentos dos paraenses comercializada em Belém, em junho, mostra ainda, que para comprar os 12 itens básicos da cesta, o trabalhador paraense comprometeu 56,40% do atual salário mínimo, e teve que trabalhar 114 horas e 46 minutos das 220 horas previstas em Lei.</p>
<p><em>Fonte: DIEESE/PA</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/cesta-basica-em-belem-em-junho-compromete-mais-da-metade-do-salario-minimo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-07-10 13:34:52 by W3 Total Cache
-->