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	<title>Diálogos Amazônicos &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Diálogos Amazônicos &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Colombia pede fim dos combustíveis fósseis; Bolívia e Peru querem OTCA mais forte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 21:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CÚPULA DA AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/cupula2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Os chefes de Estado dos países pan-amazônicos iniciaram nesta terça-feira, 8, em Belém, os debates em torno da agenda para o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento do Tratado de Cooperação Amazônica (TCA). As discussões estão no centro do debate promovido pela Cúpula da Amazônia, que recebe os líderes do Brasil, Bolívia, Colômbia, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/cupula2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Os chefes de Estado dos países pan-amazônicos iniciaram nesta terça-feira, 8, em Belém, os debates em torno da agenda para o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento do Tratado de Cooperação Amazônica (TCA). As discussões estão no centro do debate promovido pela Cúpula da Amazônia, que recebe os líderes do Brasil, Bolívia, Colômbia, Guiana, Equador, Peru, Suriname e Venezuela.</p>
<p>Na abertura do evento, o presidente Luís Inácio Lula da Silva discursou sobre a necessidade do encontro que não ocorria há 14 anos. “Nunca foi tão urgente retomar e ampliar essa cooperação. Os desafios da nossa era, e as oportunidades que surgem, demandam ação conjunta”, disse o presidente citando o agravamento da crise climática.</p>
<blockquote><p>“Fortaleceremos o lugar dos países detentores das florestas tropicais na agenda global, em temas que vão do enfrentamento à mudança do clima à reforma do sistema financeiro internacional. O fato de estarmos todos juntos aqui – governos, sociedade civil e academia, estados e municípios, parlamentares e lideranças – reflete a nossa firme intenção de trabalhar por esses objetivos”, acrescentou Lula.</p></blockquote>
<p>O presidente boliviano Luís Arce adiantou que a Declaração de Belém possui avanços importantes e que contemplam as demandas das populações originárias de seu país.</p>
<blockquote><p>“A Bolívia defende a criação de reuniões que possam dar mais institucionalidade e fortalecer a OTCA, ao mesmo tempo destacamos e agradecemos pelo estabelecimento de um mecanismo de povos indígenas da Amazônia. Esse é um reconhecimento à sabedoria ancestral dos povos indígenas e ao seu papel fundamental para a preservação da biodiversidade e do conhecimento sobre os ecossistemas”, comentou.</p></blockquote>
<p>Por sua vez, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro destacou uma posição contrária à continuidade do uso e exploração de combustíveis fósseis na região. Ele afirmou que “as forças progressistas deveriam estar sintonizadas com a ciência”.</p>
<blockquote><p>“O planeta precisa deixar de usar o petróleo, carvão e gás”, disse ele</p></blockquote>
<p>Para Petro, é contraditório manter essa matriz energética ao mesmo tempo em que se discute sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>“O problema é o uso do petróleo. A selva poderia nos ajudar a salvar a vida e o que estamos fazendo? Explorando gás e petróleo na selva. É um contrassenso total”, opinou, em meio à polêmica sobre a tentativa de o Brasil explorar petróleo na foz do Rio Amazonas.</p></blockquote>
<p>Já a presidente do Peru, Dina Boluarte, também falou da importância de fortalecer OTCA, como seu colega boliviano, e ressaltou a necessidade de valorização de conhecimentos ancestrais, a adoção de tecnologias inovadoras e sustentáveis, a promoção de iniciativas conjuntas de turismo, entre outras.</p>
<blockquote><p>“Precisamos assegurar recursos e, ao mesmo tempo, fortalecer capacidades e implementar políticas públicas que reconheçam o potencial das atividades desenvolvidas na Amazônia”, frisou.</p></blockquote>
<p>Para a secretária-geral da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), Maria Alexandra Moreira, a Declaração de Belém representará um avanço para a região.</p>
<blockquote><p>“Esta Declaração é um compromisso enérgico e ousado com uma visão abrangente que procurou entender a Amazônia em sua dimensão mais ampla como um bioma com interconexões complexas, que requer medidas de gestão em nível sistêmico, transfronteiriço, multissetorial e multinível”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Para ela, a Declaração de Belém é um marco para a região e aponta a necessidade de efetivação do acordo assumido entre os países.</p>
<blockquote><p>“Tudo isso cria um duplo desafio para implementar esta Declaração. Por um lado: urgência de ação. Com uma implementação imediata e pragmática de ações e, em segundo lugar, que essas ações e desenvolvimento de políticas públicas sejam baseadas em evidências científicas e produção de cenários e dados próprios regionalizados e adaptados para a Amazônia”, acrescentou.</p></blockquote>
<h3>Diálogos Amazônicos</h3>
<p>Durante a reunião, seis representantes da sociedade civil foram convidados a participar da Cúpula relatando os apontamentos feitos nas plenárias realizadas nos Diálogos Amazônicos na semana passada. Foram eles: Eslin Enrique, da Venezuela; Manuela Merino, do Equador; Pablo Neri, do Brasil; Pablo Solón, da Bolívia; Ruth Chaparro, da Colômbia; e Toya Manchieri, do Brasil.</p>
<p>Os relatórios produzidos pelos movimentos sociais trazem uma série de proposições que devem ser adotadas pelos governos da região. Algumas delas são o combate a grandes empreendimentos; o respeito ao direito dos povos e comunidades tradicionais à consulta livre, prévia e informada; o enfrentamento do racismo ambiental, apoiar políticas de sociobioeconomia e economia indígena, recuperação de terras indígenas invadidas, incentivar os modelos de produção de alimentos em bases agroecológicas, entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Com cerca de 27 mil pessoas, Diálogos Amazônicos foi espaço de reivindicações e anúncios de investimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 16:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/dialogos_amazonicos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Cerca de 27 mil pessoas participaram dos três dias dos “Diálogos Amazônicos”, entre os dias 4 e 6 de agosto, em Belém. De acordo com a Secretaria Geral da Presidência da República, foram cinco plenárias-síntese, três plenárias transversais e 405 atividades auto-organizadas. O evento antecedeu a Cúpula da Amazônia e gerou documentos e cartas que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/dialogos_amazonicos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Cerca de 27 mil pessoas participaram dos três dias dos “Diálogos Amazônicos”, entre os dias 4 e 6 de agosto, em Belém. De acordo com a Secretaria Geral da Presidência da República, foram cinco plenárias-síntese, três plenárias transversais e 405 atividades auto-organizadas.</p>
<p>O evento antecedeu a Cúpula da Amazônia e gerou documentos e cartas que serão apresentados aos líderes dos países amazônicos que estão reunidos nesta terça e quarta-feira. 8 e 9.</p>
<p>Além das propostas, os “Diálogos Amazônicos” foi palco para anúncios de iniciativas que beneficiarão a região da Amazônia brasileira.</p>
<p>O ministério do Desenvolvimento Agrário anunciou recursos em torno de R$ 5,5 bilhões, dentro do Plano Safra da Agricultura Familiar, para produtores rurais da região norte.</p>
<p>O ministério da Ciência e Tecnologia anunciou o investimento de R$ 3,4 bilhões em ciência, tecnologia e inovação para Amazônia entre os anos de 2024 e 2026.  Além disso, o ministério também anunciou a transferência de tecnologia de monitoramento, por meio de capacitação por especialistas, a técnicos de países-membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA</p>
<p>Já a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, anunciou a criação do Comitê de Monitoramento da Amazônia Negra e Combate ao Racismo Ambiental. Anielle ressaltou que “com racismo ambiental não há justiça climática” e defendeu a importância de colocar os Povos Tradicionais, Comunidades Quilombolas e Povos de Terreiro no protagonismo da proteção da Amazônia.</p>
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		<title>Lula defende modelo de desenvolvimento que gere emprego e preserve o meio ambiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 15:04:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CÚPULA DA AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[OTCA]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/lula-cupula-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na manhã desta terça-feira, 8, em discurso na abertura da Cúpula da Amazônia, em Belém, que &#8220;nunca foi tão urgente retomar e ampliar&#8221; a cooperação entre os países que têm a floresta em seu território. Ele defendeu um modelo de desenvolvimento que combine proteção ambiental e geração [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/lula-cupula-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na manhã desta terça-feira, 8, em discurso na abertura da Cúpula da Amazônia, em Belém, que &#8220;nunca foi tão urgente retomar e ampliar&#8221; a cooperação entre os países que têm a floresta em seu território. Ele defendeu um modelo de desenvolvimento que combine proteção ambiental e geração de empregos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje nos reunimos com três grandes propósitos. Primeiro, vamos discutir e promover uma nova visão de desenvolvimento sustentável e inclusivo na região, combinando a proteção ambiental com a geração de empregos dignos e a defesa dos direitos de quem vive na Amazônia. Precisaremos conciliar a proteção ambiental com a inclusão social; o fomento à ciência, tecnologia e inovação; o estímulo à economia local; o combate ao crime internacional; e a valorização dos povos indígenas e comunidades tradicionais e seus conhecimentos ancestrais&#8221;, disse Lula.</p></blockquote>
<p>A Cúpula da Amazônia, que acontece nesta terça e quarta-feira, 8 e 9, reúne países-membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), criada em 1978 e que há 14 anos não se reunia. Estão presentes na capital paraense os chefes de Estado Gustavo Petro  (Colômbia); Luis Arce (Bolívia); Dina Boluarte (Peru); e Mark Phillips (Guiana). Os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro; do Equador, Guillermo Lasso; e do Suriname, Chan Santokhi, não vieram ao encontro e mandaram representantes.</p>
<p><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">Também foram convidados para a cúpula representantes da Guiana Francesa, que detém territórios amazônicos, Indonésia, República do Congo e República Democrática do Congo, por terem grandes florestas tropicais.</span></p>
<p>De acordo com o presidente Lula, a OTCA é o único bloco do mundo que nasceu com uma missão socioambiental.</p>
<blockquote><p>“Nossa visão de sustentabilidade terá vida longa e amplo alcance”, disse Lula.</p></blockquote>
<p>Ele afirmou que o objetivo é fortalecer o &#8220;lugar dos países detentores de florestas globais, a agenda do combate a mudança do clima e a reforma dos sistemas de financiamento internacional.”</p>
<h3>Programa</h3>
<p>Pouco antes, Lula disse em seu programa semanal Conversa com o Presidente, lembrou que mais de 27 mil pessoas participaram das discussões prévias ao encontro, o Diálogos Amazônicos, incluindo representantes de entidades, movimentos sociais, academia, centros de pesquisa e agências governamentais do Brasil e demais países amazônicos.</p>
<blockquote><p>“A história da defesa da Amazônia e da floresta, da transição ecológica, vai ter dois momentos: antes e depois desse encontro. Porque esse encontro é a coisa mais forte já feita em defesa da questão do clima”, disse Lula. “A ideia básica é a gente sair daqui preparado para, de forma unificada, todos os países que têm floresta terem uma posição comum nos Emirados Árabes durante a COP28 e mudar a discussão”, completou.</p></blockquote>
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		<title>Cúpula da Amazônia começa hoje em Belém, sem Nicolás Maduro e sem Macron</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 12:21:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/amazonia36-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Começa nesta terça-feira, 8, em Belém, a Cúpula da Amazônia, evento que reunirá chefes de Estado de países amazônicos para discutir iniciativas para o desenvolvimento sustentável na região. Além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cidade  receberá os presidentes da Bolívia, Colômbia, Guiana, do Peru. Equador e Suriname, por questões internas dos dois [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/amazonia36-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Começa nesta terça-feira, 8, em Belém, a Cúpula da Amazônia, evento que reunirá chefes de Estado de países amazônicos para discutir iniciativas para o desenvolvimento sustentável na região.</p>
<p>Além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cidade  receberá os presidentes da Bolívia, Colômbia, Guiana, do Peru. Equador e Suriname, por questões internas dos dois países, enviarão representantes.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1547797&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1547797&amp;o=node" />  Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, desmarcou de última hora por estar com otite. Em seu lugar, veio a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez.</p>
<p><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">Um dos objetivos da Cúpula da Amazônia, que terminará na quarta-feira (9), é fortalecer a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), organização internacional sediada em Brasília.</span></p>
<p>Também participam representantes da Noruega e da Alemanha, os maiores doares do bilionário Fundo Amazônia, que financia projetos de preservação da floresta.  O presidente da França, Emmanuel Macron, também era esperado, mas declinou do convite.</p>
<p>A cúpula tem início após a realização dos Diálogos Amazônicos, evento que reuniu representantes de entidades, movimentos sociais, academia, centros de pesquisa e agências governamentais do Brasil e demais países amazônicos com o objetivo de formular sugestões para a reconstrução de políticas públicas sustentáveis para a região. O resultado desses debates será apresentado na forma de propostas aos chefes de Estado durante a cúpula.</p>
<p>A ideia é que os países acolham algumas das propostas recebidas no encontro. Mas cada um tem autonomia para acolher as sugestões que entender melhor para si. No caso do Brasil, o governo já anunciou que criará condições para a sociedade civil acompanhar o andamento das políticas públicas que forem adotadas.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao final do evento, os países assinaram a Declaração de Belém, documento final da Cúpula que será divulgado nesta terça, ao final do encontro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8phdb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, disse à Agência Brasil que há, por parte do governo brasileiro, interesse político em criar mecanismos que, com transparência, permitam o acompanhamento, por parte da sociedade civil organizada, da implementação das propostas, bem como para eventuais atualizações que se façam necessárias.</span></p>
</div>
</div>
<blockquote><p>“O acompanhamento do conjunto de propostas do Diálogos Amazônicos, no âmbito do Brasil, será feito pela Secretaria-Geral da Presidência da República, mas tem também vários instrumentos. Por exemplo, o PPA [Plano Plurianual] que está sendo construído. Tem propostas daqui que podem ser incorporadas ao PPA”, afirmou o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, durante os eventos dos Diálogos Amazônicos.</p></blockquote>
</div>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info">
</div>
<div class="divider mb-4"></div>
<div class="row">
<div class="tags col text-center text-sm-left"><a class="mb-2" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/cupula-da-amazonia-2023" target="_blank" rel="noopener">Cúpula da Am</a></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Para ministra, se o mundo não parar com emissões por combustível fóssil, Amazônia será prejudicada</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cupula-da-amazonia/para-ministra-se-o-mundo-nao-parar-com-emissoes-por-combustivel-fossil-amazonia-sera-prejudicada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 19:10:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CÚPULA DA AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/MARINA1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Na véspera da abertura da Cúpula da Amazônia, que acontece dias 8 e 9 de agosto, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, se reuniram em Belém com ministros-membros da organização do Tratado de Cooperação Amazônica. São eles: Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/MARINA1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Na véspera da abertura da Cúpula da Amazônia, que acontece dias 8 e 9 de agosto, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, se reuniram em Belém com ministros-membros da organização do Tratado de Cooperação Amazônica. São eles: Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, além do Brasil.</p>
<blockquote><p>“Todos esses países fazem parte de um bioma tão importante e são os que devem liderar, portanto, as iniciativas para cuidar da região. Estamos falando de um bioma estratégico para o planeta, onde vivem quase 50 milhões de pessoas desses oito países. É uma região que exige um compromisso forte e de coordenação estreita dos países”, avaliou Mauro Vieira, durante coletiva de imprensa.</p></blockquote>
<p>Os ministros elogiaram a realização do Diálogos Amazônicos, que reuniu mais de 26 mil pessoas em mais de 400 atividades e cinco plenárias, durante três dias em Belém</p>
<p>Marina Silva lembrou que a Cúpula da Amazônia foi pensada em dois trilhos: o do segmento governamental e o da sociedade civil.</p>
<blockquote><p> “Não dá mais para os governos acharem que vão fazer as coisas unilateralmente para as pessoas, as empresas, a sociedade. Terão necessariamente que fazer com as pessoas”, disse.</p></blockquote>
<p>Ela lembrou que o acordo de cooperação tem 45 anos e que neste período muitas coisas mudaram, &#8220;algumas para pior”.</p>
<blockquote><p>“Temos uma realidade que se agravou porque sabemos que a natureza já está no vermelho em mais de 30% da sua capacidade de suporte. Sabemos que as nossas ações desequilibraram muitos processos, não apenas políticos, econômicos e sociais, mas sobretudo, as regularidades ambientais e cósmicas”.</p></blockquote>
<p>Segundo Marina, chega-se a a essa cúpula com algumas evidências.</p>
<blockquote><p>&#8220;A primeira é que a Amazônia está drasticamente ameaçada. A segunda é que não podemos permitir que ela entre em ponto de não retorno. E a terceira é que é impossível reverter esse processo trabalhando de forma isolada. Então, vamos trabalhar de forma conjunta para um novo modelo de desenvolvimento”, disse.</p></blockquote>
<p>A ministra destacou que é preciso fazer políticas públicas para a Amazônia com base em evidência.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não é o momento de a gente ter atitudes erráticas e qualquer atitude que não considere o que a ciência está dizendo pode cometer erros que são irreversíveis e com grande prejuízo”, concluiu. Mesmo que consigamos reduzir desmatamento em 100%, se o mundo não parar com emissões por combustível fóssil, nós vamos prejudicar a Amazônia de igual forma&#8221;, disse Marina.</p></blockquote>
<p>Além dos 8 países que fazem parte da OTCA, estarão presentes outros três países com grandes extensões de floretas tropicais na África e na Ásia: República do Congo, República Democrática do Congo e Indonésia, . Também foram convidados para este segundo encontro Alemanha e Noruega, países classificados pelo ministro como importantes contribuidores para o Fundo Amazônia, e França, em razão da Guiana Francesa</p>
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		<title>Pará lança validação automatizada de Cadastro Ambiental Rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 16:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[CAR 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[MIT]]></category>
		<category><![CDATA[selo verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/car1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governo do Pará lançou no domingo, 6, uma ferramenta de validação automatizada do Cadastro Ambiental Rural (CAR), o CAR2.0, que visa acelerar o processo de análise das cerca de 300 mil propriedades rurais paraenses. Durante o lançamento, dentro do Diálogos Amazônicos, o governador Helder Barbalho validou, de uma só vez, 43,3 mil CAR, sem [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/car1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governo do Pará lançou no domingo, 6, uma ferramenta de validação automatizada do Cadastro Ambiental Rural (CAR), o CAR2.0, que visa acelerar o processo de análise das cerca de 300 mil propriedades rurais paraenses.</p>
<p>Durante o lançamento, dentro do Diálogos Amazônicos, o governador Helder Barbalho validou, de uma só vez, 43,3 mil CAR, sem pendências, de produtores rurais de diversos municípios, entre eles, Moju Acará, Viseu, Abaetetuba e Cametá, que a partir de agora poderão acessar benefícios previstos no Código Florestal.</p>
<p>O CAR é um registro obrigatório para imóveis rurais em todo o país e integra informações ambientais das propriedades, sendo essencial para o monitoramento, planejamento ambiental e combate ao desmatamento.</p>
<blockquote><p>“Quando assumimos o Governo do Pará, o nosso Cadastro Ambiental Rural não dialogava com o sistema nacional e, além disso, a escala de regularização ambiental lidava com as frações dos números do Estado. A partir daí, houve a decisão política de construir um novo ambiente para a melhorar a governança do Estado sobre o território a partir de parcerias na área da tecnologia. As entregas foram feitas pelo Estado hoje”, destacou o governador.</p></blockquote>
<p>Antes do lançamento dessa ferramenta, menos de 4% dos cadastros no Pará haviam sido analisados desde a criação da obrigatoriedade em 2012. Com o CAR 2.2, que utiliza big data e algoritmos para cruzar dados de diferentes fontes e verificar irregularidades, foram validados 43.321 cadastros sem pendências.</p>
<p>O novo sistema identificou que cerca de 55 mil cadastros possuíam passivos ambientais, como déficit de Reserva Legal e Área de Proteção Permanente, e foram encaminhados para o processo de adesão ao Plano de Regularização Ambiental (PRA). Outros 108 mil imóveis tiveram que ser encaminhados para retificação, pois o CAR é autodeclaratório e depende da correção pelos responsáveis.</p>
<p>Além do CAR 2.0, foi lançado o Módulo de Inteligência Territorial (MIT), plataforma de monitoramento dos compromissos assumidos no Plano Estadual Amazônia Agora, e uma nova versão do ‘Selo Verde’, que passa a contar com um mapa em alta resolução para aprimorar a gestão territorial e a certificação de produtores que atuam com a pecuária.</p>
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		<title>Diálogos Amazônicos: Manejo florestal é estratégia para manter o equilíbrio dos ecossistemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 16:15:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[floresta viva]]></category>
		<category><![CDATA[manejo floresta]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/manejo-florestal-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O  manejo florestal como estratégia para manter o equilíbrio ambiental na região amazônica foi tema de um painel do Diálogos Amazônicos, que contou com a participação de especialistas, pesquisadores e representantes do setor florestal, que compartilharam experiências e debateram sobre o tema. Foram abordados aspectos técnicos, socioeconômicos e ambientais relacionados à prática de manejo sustentável, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/manejo-florestal-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="group w-full text-token-text-primary border-b border-black/10 dark:border-gray-900/50 bg-gray-50 dark:bg-[#444654]">
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<p>O  manejo florestal como estratégia para manter o equilíbrio ambiental na região amazônica foi tema de um painel do Diálogos Amazônicos, que contou com a participação de especialistas, pesquisadores e representantes do setor florestal, que compartilharam experiências e debateram sobre o tema.</p>
<p>Foram abordados aspectos técnicos, socioeconômicos e ambientais relacionados à prática de manejo sustentável, ressaltando sua importância para a conservação dos recursos naturais e o desenvolvimento sustentável. Também foi destacado a importância do manejo florestal comunitário, que envolve as comunidades locais no processo de tomada de decisão e no uso sustentável dos recursos florestais.</p>
<p>O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), como órgão responsável pela gestão florestal no Estado do Pará, reforçou seu compromisso em promover o manejo florestal sustentável na Amazônia. Através de parcerias com comunidades locais, empresas e organizações não governamentais, o Instituto busca fomentar boas práticas de manejo, capacitar os envolvidos e garantir a conservação dos recursos florestais.</p>
<p>O presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, enfatizou a importância do manejo florestal para a conservação da floresta e para a garantia de uma floresta viva e produtiva. Ele destacou que o manejo não se resume apenas à exploração de madeira, mas também inclui outros produtos importantes para a economia e o bem-estar das comunidades locais.</p>
<blockquote><p>Nós preservamos onde precisa, nós restauramos onde é necessário e conservamos através do manejo, que é a melhor forma de garantir uma floresta viva e produtiva. É importante frisar que manejo não é só madeira. Nessa cadeia, também há outros produtos, como resinas, óleos, fibras, corantes, fármacos, alimentos… tudo aquilo que a madeira fornece e que é fundamental para que ela funcione na floresta como instrumento para manter o nosso ar puro no mundo inteiro, mas também para guarnecer a população de vida condigna”, enfatizou Nilson Pinto.</p></blockquote>
<p>O evento possibilitou uma importante troca de experiências e conhecimentos sobre o manejo florestal na Amazônia, reforçando a necessidade de uma abordagem sustentável na exploração dos recursos naturais.</p>
<p>Os participantes destacaram a importância de investimentos em pesquisa, capacitação e incentivos econômicos para fortalecer o manejo florestal na região, bem como o engajamento da sociedade na valorização dessa prática como estratégia fundamental para a conservação dos recursos naturais</p>
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		<title>Governador do Pará defende modelo de financiamento climático para além do Fundo Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 14:58:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/helder55-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governador do Pará, Helder Barbalho, afirmou que o Diálogos Amazônicos  superou todas as expectativas de público previstas. Segundo a organização, 24 mil pessoas circularam no Centro de Convenções nos três dias de evento, em Belém. A expectativa era receber 10 mil visitantes. Barbalho destacou a importância da Declaração de Belém, que será assinada pelos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/helder55-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="group w-full text-token-text-primary border-b border-black/10 dark:border-gray-900/50 bg-gray-50 dark:bg-[#444654]">
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<p>O governador do Pará, Helder Barbalho, afirmou que o Diálogos Amazônicos  superou todas as expectativas de público previstas. Segundo a organização, 24 mil pessoas circularam no Centro de Convenções nos três dias de evento, em Belém. A expectativa era receber 10 mil visitantes.</p>
<p>Barbalho destacou a importância da Declaração de Belém, que será assinada pelos 8 países amazônicos durante a Cúpula da Amazônia, entre 8 e 9 , também na capital paraense. Ele enfatizou que a declaração precisa ser &#8220;forte&#8221; e defender um novo modelo de financiamento climático em que os países amazônicos se unam para exigir repasses dos países desenvolvidos.</p>
<blockquote><p>&#8220;A reativação do Fundo Amazônia é um grande passo. Mas devemos compreender que a dimensão até o momento apresentada de financiamento climático está muito longe das dimensões do nosso desafio e dos compromissos ao qual os grandes países são signatários&#8221;, disse ele, em entrevista exclusiva ao <a href="https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2023/08/07/helder-barbalho-defende-modelo-de-financiamento-climatico-para-alem-do-fundo-amazonia-precisamos-combinar-como-equalizar-desafios.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1</a>.</p></blockquote>
<p>Barbalho também enfatizou a importância de o Brasil liderar um movimento de união entre os oito países amazônicos para envolver outros países que também têm responsabilidade global sobre as mudanças climáticas. Ele acredita que essa união pode resultar em um maior equilíbrio dos desafios enfrentados pelos países amazônicos na preservação florestal.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se o nosso papel a serviço da humanidade é preservação florestal, e nós queremos exercer esse papel, precisamos combinar como equalizar esses desafios&#8221;, afirmou Helder.</p></blockquote>
<p>Ele ressaltou ainda que a cooperação entre os países é essencial para equalizar os desafios enfrentados na conservação da floresta e combate às mudanças climáticas. .</p>
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		<title>Em Belém, Governo Federal anuncia a criação do IPCC da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 11:28:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/vista-da-amazonia_-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A ministra Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação &#8211; MCTI) anunciou a criação do IPCC da Amazônia, que reunirá informações científicas sobre clima e biodiversidade. Inspirada no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, a iniciativa terá a participação de especialistas e pesquisadores para a consolidação das evidências científicas relacionadas à Amazônia. O anúncio foi feito no [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/vista-da-amazonia_-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A ministra Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação &#8211; MCTI) anunciou a criação do <strong><a class="external-link" title="Portal do MCTI" href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2023/08/em-belem-ministra-luciana-santos-anuncia-criacao-do-ipcc-da-amazonia" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">IPCC da Amazônia</a></strong>, que reunirá informações científicas sobre clima e biodiversidade. Inspirada no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, a iniciativa terá a participação de especialistas e pesquisadores para a consolidação das evidências científicas relacionadas à Amazônia. O anúncio foi feito no domingo, 6, durante seminário científico promovido pela Secretaria de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI nos Diálogos Amazônicos, em Belém.</p>
<blockquote><p>&#8220;Será um painel que reunirá informações científicas climáticas e também da biodiversidade para gerar relatórios que auxiliem na tomada de decisões políticas e, sobretudo, na mitigação de ações deletérias ao clima e à biodiversidade amazônica&#8221;.</p></blockquote>
<p>No evento, a ministra recebeu duas cartas com propostas da comunidade científica para políticas públicas voltadas à pesquisa e desenvolvimento da Amazônia.</p>
<p>A presidente da Academia Brasileira de Ciências, Helena Nader, leu o documento em que as entidades cientificas que compõem a Rede Interamericana de Academias de Ciência (IANAS) defendem os esforços de todas as nações para a construção de uma estratégia abrangente para a preservação, conservação, restauração e remediação dos ecossistemas e da biodiversidade da Amazônia.</p>
<blockquote><p>&#8220;Isso inclui uma bioeconomia sustentável baseada em florestas e rios saudáveis, maiores investimentos em pesquisa e educação, e o reforço da governança regional para aprimorar uma gestão justa e sustentável dos recursos naturais, direitos humanos e integridade territorial&#8221;, diz o documento.</p></blockquote>
<p>Outra carta, entregue pelo Painel Científico da Amazônia, reúne sete propostas para a região, entre elas, a criação do IPCC da Amazônia, o programa Pro-Amazônia e o Sistema Cooperativo de Monitoramento do Bioma Amazônia.</p>
<blockquote><p> &#8220;O MCTI quer contribuir ainda mais para que a implementação de políticas públicas em prol da Amazônia gere resultados para as populações que aqui vivem. É por isso que o MCTI vai liderar a iniciativa IPCC Amazônia, já aprovada pelo Presidente Lula. Será um painel que reunirá informações científicas climáticas e também da biodiversidade para gerar relatórios que auxiliem na tomada de decisões políticas e, sobretudo, na mitigação de ações deletérias ao clima e à biodiversidade amazônica&#8221;, assegurou Luciana Santos.</p></blockquote>
<h3>O que é IPCC?</h3>
<p>O Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, IPCC, foi criado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente) e pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) em 1988 com o objetivo de fornecer aos formuladores de políticas avaliações científicas regulares sobre a mudança do clima, suas implicações e possíveis riscos futuros, bem como para propor opções de adaptação e mitigação. Atualmente, o IPCC possui 195 países membros, entre eles o Brasil.</p>
<p>Segundo a ministra, a construção de uma agenda científica para a Amazônia é um importante passo em direção à Cúpula da Amazônia, &#8220;que será capaz de redesenhar o futuro da região amazônica, dos povos que a habitam e dos países que abrigam essa imensa selva, impactando, positivamente, a vida de todos os habitantes do planeta&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Aqui lançamos uma nova dinâmica de colaboração entre os países da OTCA. Este é um marco para que uma nova etapa se inicia”, avaliou o embaixador Antônio Ricarte, representante do Ministério das Relações Exteriores. &#8220;A Cúpula da Amazônia é a linha de partida para uma nova Amazônia. Os seminários realizados são contribuições importantes para o desenvolvimento científico com fundamentações políticas para o crescimento e enriquecimento da Amazônia&#8221;, acrescentou.</p></blockquote>
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		<title>Diálogos Amazônicos: Marina Silva defende modelo de desenvolvimento comum para Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 11:16:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[OTCA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/marina33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou que o objetivo da Cúpula da Amazônia é estabelecer “um mandato&#8221; para que os países da região trabalhem conjuntamente em busca de um modelo de desenvolvimento que propicie a sustentabilidade em todas as suas dimensões.   Marina falou sobre isso durante Os Diálogos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/marina33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="post-item-wrap">
<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou que o objetivo da Cúpula da Amazônia é estabelecer “um mandato&#8221; para que os países da região trabalhem conjuntamente em busca de um modelo de desenvolvimento que propicie a sustentabilidade em todas as suas dimensões.  <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1547605&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1547605&amp;o=node" /></p>
<p>Marina falou sobre isso durante Os Diálogos Amazônicos, que, de 4 a 6 de agosto, reuniu em Belém propostas da sociedade civil a serem apresentadas aos presidentes dos países amazônicos participantes da Cúpula da Amazônia, entre os dias 8 e 9 de agosto, também na capital paraense.</p>
<blockquote><p>“É uma expectativa muito grande de, em plena mudança climática, de destruição avançada da nossa floresta, de todas as formas de criminalidade, do garimpo ilegal, a gente possa sair daqui com uma declaração que vai nos trazer esperança”, destacou a ministra na abertura dos Diálogos Amazônicos. Marina Silva disse esperar que, a partir da cúpula, possa trabalhar em conjunto com os ministros do meio Ambiente dos demais países amazônicos.</p></blockquote>
<p>A Cúpula da Amazônia reúne os países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), organização criada em 1978, que estava há 14 anos sem uma reunião. Formada por Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, a OTCA forma o único bloco socioambiental da América Latina. O governo brasileiro convidou para Cúpula a Guiana Francesa, que não está na OTCA, mas detém territórios amazônicos, além da Indonésia e do Congo, países com grandes florestas tropicais ainda em pé.</p>
<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, responsável pela organização dos Diálogos Amazônicos, defendeu que “a participação social é o centro da criação de um projeto coletivo” e informou que o evento produzirá relatórios a serem apresentados aos presidentes da Cúpula.</p>
<p>Também presente na abertura dos Diálogos, o governador do Pará, Helder Barbalho, disse que os Diálogos e a Cúpula são “o pontapé inicial para que, em 2025, Belém seja a capital do mundo nas discussões das mudanças climáticas do planeta”. Programada para novembro de 2025, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP 30, será realizada também na capital paraense.</p>
<p>O prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, afirmou que não é mais aceitável que o mundo fale da Amazônia sem a participação da população da região. “Não somos uma região sem gente. São 30 milhões de seres humanos de centenas de etnias, com muitas vozes que se expressam em línguas diferentes, mais de 300 línguas. Os amazônidas amam a humanidade, querem um projeto para toda a humanidade, têm consciência de que a Amazônia é fundamental para isso, mas não aceitamos que a voz dos amazônidas não seja considerada quando se trata de pensar o futuro em nome da Amazônia”, afirmou.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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