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	<title>Deter &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Deter &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Amazônia tem menor índice de desmatamento para o 1º semestre em dez anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:12:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/amazonia5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O primeiro semestre de 2026 teve o menor índice de desmatamento na Amazônia dos últimos dez anos. O Cerrado também registrou a menor área de perda de vegetação desde 2021. Foram perdidos 1.295 km² na Amazônia (queda de 38% comparado a 2025) e 3.142 km² no Cerrado (queda de 6%). Especialistas apontam que a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/amazonia5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O primeiro semestre de 2026 teve o menor índice de desmatamento na Amazônia dos últimos dez anos. O Cerrado também registrou a menor área de perda de vegetação desde 2021.</em></li>
<li><em>Foram perdidos 1.295 km² na Amazônia (queda de 38% comparado a 2025) e 3.142 km² no Cerrado (queda de 6%).</em></li>
<li><em>Especialistas apontam que a volta de investimentos federais, o aumento de fiscais e a aplicação de multas sufocaram a impunidade.</em></li>
<li><em> A redução do desmatamento melhora a diplomacia e transforma o Brasil em parte da solução climática global.</em></li>
<li><em>A chegada do fenômeno El Niño no segundo semestre preocupa devido ao risco de seca severa e queimadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.</em></li>
</ul>
<p>O primeiro semestre de 2026 fechou com uma marca histórica na Amazônia: o bioma registrou a menor área com sinais de desmatamento dos últimos dez anos. Dados do Deter (Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real), divulgados pelo Inpe nesta sexta-feira, 10, mostram que entre janeiro e junho foram identificados 1.295 km² sob alerta de perda de vegetação.</p>
<p>É o menor patamar para o período desde o início da série histórica do sistema, em 2016.</p>
<p>Os avisos do Deter servem como alertas rápidos para guiar a fiscalização em campo, apontando onde há perda de vegetação nativa em tempo real. Eles indicam uma redução no ritmo de novas derrubadas, e não a recuperação da floresta que já foi perdida. Os números oficiais são de outro sistema do instituto, o Prodes, mais preciso e divulgado anualmente.</p>
<p>Antes de 2026, o melhor resultado do primeiro semestre havia sido registrado em 2017, com 1.332 km² sob alerta. Desde então, o índice vinha oscilando bastante: chegou a 1.645 km² em 2024 e bateu o pico de quase 4 mil km² em 2022.</p>
<p>Mato Grosso (489 km²), Pará (391 km²) e Amazonas (184 km²) lideraram o desmatamento da Amazônia neste ano, até o momento.</p>
<p>O Cerrado também apresentou redução na perda de vegetação nativa. O Deter apontou 3.142 km² sob alerta entre janeiro e junho deste ano — o menor valor para o primeiro semestre desde 2021</p>
<h3>Junho manteve tendência</h3>
<p>A tendência de queda se confirmou no mês de junho isolado:</p>
<ul>
<li>Na Amazônia: O Deter detectou 297,26 km² com sinais de desmatamento, uma redução de 35% frente aos 457,61 km² registrados em junho de 2025.</li>
<li>No Cerrado: Os avisos recuaram 5,3%, passando de 508,69 km² para 481,53 km² na mesma comparação.</li>
</ul>
<blockquote data-path-to-node="11">
<p data-path-to-node="11,0">&#8220;Os números estão mostrando que esse processo de redução está sendo cumulativo, redução sobre redução. Então, estamos numa trajetória positiva, tanto na Amazônia como no Cerrado&#8221;, disse a Folha de S.Paulo o ministro do Meio Ambiente e Mudança Climática, João Paulo Capobianco.</p>
</blockquote>
<h2 data-path-to-node="13">Fatores que Explicam a Redução</h2>
<p data-path-to-node="14">Segundo Tasso Azevedo, coordenador-geral do MapBiomas, o recuo da destruição ambiental está diretamente ligado à volta de ações do governo federal, incluindo planos de controle, recomposição de orçamentos e equipes de fiscalização, além de punições financeiras para infratores.</p>
<p data-path-to-node="17">Para ele, no entanto, os índices de desmatamento ainda são elevados em termos mundiais.</p>
<blockquote data-path-to-node="18">
<p data-path-to-node="18,0">&#8220;O desafio agora é transformar essa redução em tendência estrutural. Chegar a 2030 com o desmatamento em nível residual —algo abaixo de 100 mil hectares [1.000 km²] por ano no país— já seria uma enorme vitória e muito próximo do espírito da meta de desmatamento zero.&#8221;</p>
</blockquote>
<p data-path-to-node="19">Para Natalie Unterstell, presidente do Instituto Talanoa, os resultados desde 2022 mostram que conter o desmatamento depende de decisão política e melhora a imagem externa do Brasil.</p>
<blockquote data-path-to-node="20">
<p data-path-to-node="20,0">&#8220;O mundo aprendeu a &#8216;ler&#8217; o Brasil a partir do desmatamento. Cada ponto de queda transforma o país de problema em solução, um ativo que nenhum outro membro do G20 tem&#8221;</p>
</blockquote>
<h3 data-path-to-node="32">A Ameaça do El Niño</h3>
<p data-path-to-node="33">A chegada do fenômeno El Niño no segundo semestre pode trazer uma seca severa para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Isso favorece incêndios — provocados por ações humanas criminosas, acidentais ou queimadas — e deve colocar à prova a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, instituída em 2024 após grandes incêndios anteriores.</p>
<p data-path-to-node="33">As mudanças climáticas decorrentes da perda de vegetação também prejudicam a própria produção na Amazônia.</p>
<h3>O calendário técnico e a taxa oficial (Prodes)</h3>
<p>O Inpe também analisa os dados por um calendário próprio, que vai de agosto a julho do ano seguinte. Esse modelo permite avaliar um ciclo completo de desmatamento, já que o ritmo da atividade e a capacidade de monitoramento mudam conforme as estações de chuva e seca.</p>
<p>Nos primeiros 11 meses do ciclo atual (agosto de 2025 a junho de 2026), os alertas recuaram 37,2% na Amazônia (somando 2.485,90 km²) e caíram 7,9% no Cerrado (chegando a 4.689,40 km²). Esse ciclo fecha com os dados de julho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Alertas de desmatamento caem 15% na Amazônia em abril</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/alertas-de-desmatamento-caem-15-na-amazonia-em-abril/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Deter]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/desmate22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Brasil registrou queda nos alertas de desmatamento na Amazônia em abril.  De acordo com dados do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe), na Floresta Amazônica, a área desmatada foi de 228 km² – um recuo de 15% em comparação a abril de 2025. O primeiro semestre é caracterizado por taxas mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/desmate22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Brasil registrou queda nos alertas de desmatamento na Amazônia em abril.  De acordo com dados do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe), na Floresta Amazônica, a área desmatada foi de 228 km² – um recuo de 15% em comparação a abril de 2025.</p>
<p>O primeiro semestre é caracterizado por taxas mais baixas devido à estação chuvosa – que dificulta a entrada de homens e máquinas na floresta –, além de maior presença de nuvens, que pode prejudicar a precisão das informações obtidas via satélite.</p>
<p>No acumulado do ano, de janeiro a abril, a queda do desmatamento na Amazônia foi de 6%, em comparação ao mesmo período do ano passado. É o segundo mais baixo da série histórica, que começou em 2016.</p>
<p>O Deter emite alertas de desmate para orientar ações de fiscalização. Já os números oficiais são de outro sistema do instituto, o Prodes, mais preciso e divulgado anualmente.</p>
<p>Apesar da trajetória de redução observada desde 2023, a pressão sobre o bioma continua concentrada em estados estratégicos: o Pará, com 144 km² desmatados no ano, é o terceiro estado que mais desmata no País, atrás apenas do Mato Grosso (255 km²) e Roraima (117 km²).</p>
<p>Especialistas advertem que, embora o período chuvoso tenha auxiliado na contenção dos índices, a fase mais crítica da destruição ocorre entre maio e setembro, durante a estiagem.</p>
<p>O cenário é agravado pela previsão de um El Niño de intensidade moderada a forte, que deve intensificar a seca no Norte do País, elevando o risco de incêndios florestais e novos desmates.</p>
<p>A contenção da perda florestal na Amazônia é considerada o pilar central para que o Brasil cumpra o Acordo de Paris. Em 2024, o desmatamento foi responsável por 42% das emissões de gases do efeito estufa do Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) do Observatório do Clima. O governo Lula tem como uma das promessas chegar ao desmatamento zero até 2030.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Pará reduz alertas de desmatamento em quase 50% no 1º trimestre de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[Desmatamento na amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/up_ag_21257_94cf1d09-55a9-0b05-6102-13ef2711d7d1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará registrou uma queda de quase 50% nos alertas de desmatamento no primeiro trimestre de 2026. Os dados do Deter, sistema do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que sinalizam alertas de desmatamento em tempo real, seguem a tendência da Amazônia, que registrou seu segundo menor número da série histórica no primeiro trimestre deste [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/up_ag_21257_94cf1d09-55a9-0b05-6102-13ef2711d7d1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará registrou uma queda de quase 50% nos alertas de desmatamento no primeiro trimestre de 2026. Os dados do Deter, sistema do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que sinalizam alertas de desmatamento em tempo real, seguem a tendência da Amazônia, que registrou seu segundo menor número da série histórica no primeiro trimestre deste ano.</p>
<p>No início de 2026, a Amazônia sofreu a derrubada de 399,59 km² de floresta, número que só perde para os registros de 2017, onde  a destruição foi correspondente a 233,64 km² destruídos. Vale lembrar que, tradicionalmente, os primeiros meses do ano registram números menores devido ao período chuvoso, também chamado de &#8216;inverno amazônico&#8217;. Entretanto, os dados seguem reforçando uma tendência positiva para a região, fruto de ações coordenadas para o controle do desmatamento.</p>
<p>Os alertas do Deter ajudam a conduzir operações contra crimes ambientais, pois permite acompanhar de perto as tendências nas derrubadas em todos os períodos do ano. Então quando falamos que o Pará registrou 498 alertas no primeiro semestre do ano contra 982 no último trimestre de 2025, vemos uma queda numérica expressiva que pode revelar ainda mais detalhes sobre a dinâmica do desmatamento no estado.</p>
<h3>Devastação orquestrada</h3>
<p>Apesar do recuo expressivo, o Pará segue como principal foco do desmatamento na Amazônia Legal, mantendo ampla liderança em relação aos demais estados. Desta forma, a dinâmica que indica diminuição no ritmo também aponta para uma reorganização no panorama da devastação em diferentes períodos.</p>
<p>Nos dois períodos em questão, o perfil dos alertas também permanece praticamente o mesmo, com liderança do desmatamento com solo exposto, estágio mais avançado da supressão florestal. Esse tipo somou 438 registros no início de 2026, frente a 939 no trimestre anterior, acompanhando a queda geral, mas mantendo sua forte participação.</p>
<p>Já no recorte municipal, os dados mostram redução no volume de ocorrências e pequenas mudanças no ranking, mas com permanência de municípios historicamente críticos.</p>
<p>No fim de 2025, os municípios de Pacajá, Senador José Porfírio e São Félix do Xingu lideravam os registros. Por outro lado, Itaituba e Altamira lideram os alertas de 2026, seguidos por Prainha, Novo Progresso e São Félix do Xingu.</p>
<h3>Estabilidade perigosa</h3>
<p>Embora os números gerais sejam positivos, o grande perigo está na análise de alerta em áreas protegidas, onde o cenário também se mantém estável. A Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós lidera os alertas emitidos no nos dois períodos: são 14 alertas no fim de 2025 e 15 no início de 2026. Já outras unidades importantes como a como a Floresta Nacional do Jamanxim seguem na mira das mais pressionadas, relevando que o cuidado e a fiscalização nas APAs precisa ser constante e ininterrupto.</p>
<p>Ao todo, há diversos motivos para comemorar pela queda nos alertas, embora no Pará, essa comemoração necessite ser usada como combustível para garantir na manutenção (e avanço) desses índices, visto que a região continua pressionada constantemente, em especial no entorno de áreas protegidas e municípios historicamente ligados a devastação..</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desmatamento cresce 4% na Amazônia e cai 21% no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 18:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/Desmate6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou que os alertas de desmatamento na Amazônia Legal tiveram um aumento de 4% na temporada 2024/2025. Apesar do crescimento, o governo federal destaca que este é o segundo menor resultado já registrado na série histórica. Os dados são do sistema Deter, que monitora a alteração da cobertura [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/Desmate6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou que os alertas de desmatamento na Amazônia Legal tiveram um aumento de 4% na temporada 2024/2025. Apesar do crescimento, o governo federal destaca que este é o segundo menor resultado já registrado na série histórica. Os dados são do sistema Deter, que monitora a alteração da cobertura florestal.</p>
<p>Foram 4.495 km² desmatados nos últimos 12 meses contra 4.321 km²  de 2023/2024, quando houve a maior redução de destruição do bioma na série histórica (quase 50%),</p>
<figure id="attachment_35976" aria-describedby="caption-attachment-35976" style="width: 673px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-35976" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/amazonia_deter-300x173.jpg" alt="" width="673" height="388" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/amazonia_deter-300x173.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/amazonia_deter-768x442.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/amazonia_deter-150x86.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/amazonia_deter-450x259.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/amazonia_deter.jpg 944w" sizes="(max-width: 673px) 100vw, 673px" /><figcaption id="caption-attachment-35976" class="wp-caption-text">Fonte: Inpe</figcaption></figure>
<p>O fogo foi o principal responsável pela destruição da vegetação na Amazônia, segundo dados do sistema Deter. Essa tendência surge após o ano de 2024, que registrou um recorde de queimadas e incêndios florestais no bioma.</p>
<p>No Pará, no entanto, houve queda de 21%, uma ótima notícia para quem vai sediar a COP30 em novembro. Foram 1.325 km² desmatados contra 1.681 km² do período anterior. Ainda assim, o estado foi responsável  por 29,5% do desmtamento em toda a Amazônia.</p>
<figure id="attachment_35974" aria-describedby="caption-attachment-35974" style="width: 666px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-35974" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/para_deter-300x168.jpg" alt="" width="666" height="373" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/para_deter-300x168.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/para_deter-768x430.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/para_deter-150x84.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/para_deter-450x252.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/para_deter.jpg 969w" sizes="(max-width: 666px) 100vw, 666px" /><figcaption id="caption-attachment-35974" class="wp-caption-text">Fonte: Inpe</figcaption></figure>
<p>Houve grande queda no Pantanal, onde a supressão de vegetação recuou 72%, e no Cerrado, onde caiu 21%.</p>
<h3>O desafio do fogo</h3>
<p>O secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, ressaltou que, se não fosse pelo impacto das queimadas, a derrubada de vegetação por corte raso, &#8221; que historicamente vinha degradando a Amazônia desde o fim do regime militar&#8221;, a Amazônia teria uma queda de 8% em relação ao ano passado e teria atingido o menor índice da história.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os incêndios se tornaram um desafio novo&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p>Na temporada anterior (2023/2024), a área sob alerta de desmatamento na Amazônia foi de 4.321 km². Em 2020, ano de maior total de alertas, a área chegou a 9.216 km².</p>
<p>A ministra Marina Silva afirmou que o índice é fruto de um grande esforço para coibir o desmatamento ilegal, mas que além disso é necessário também conseguir reduzir o a destruição que acontece dentro da lei.</p>
<h3>Situação por estado na Amazônia</h3>
<p>Os dados do Deter revelam um panorama misto entre os estados da Amazônia Legal:</p>
<p>Pará: Queda de 21% (1.325 km²)</p>
<p>Rondônia: Queda de 35% (194 km²)</p>
<p>Mato Grosso: Aumento de 74% (1.636 km²)</p>
<p>Amazonas: Aumento de 3% (814 km²)</p>
<p>Acre: Aumento de 12,3% (238 km²)</p>
<p>Roraima: Queda de 23,7% (206 km²)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Alta de 55% no desmatamento da Amazônia em abril coloca governo em alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 13:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[abril]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/area_recentemente_desmatada_na_terra_indigena_cachoeira_seca_do_iriri_pa_campea_do_desmatamento_entre_2012_e_2015_-_c_juan_doblas_-_isa_edit-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os primeiros meses do ano são marcados pelo aumento da frequência e intensidade das chuvas na Amazônia. Geralmente, nessa época, também são registradas as menores taxas de desmatamento e queimadas. Porém, em 2025, a região registrou alta do desmate em abril, com aumento de 55% em relação ao mesmo mês do ano passado, atingindo 270 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/area_recentemente_desmatada_na_terra_indigena_cachoeira_seca_do_iriri_pa_campea_do_desmatamento_entre_2012_e_2015_-_c_juan_doblas_-_isa_edit-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os primeiros meses do ano são marcados pelo aumento da frequência e intensidade das chuvas na Amazônia. Geralmente, nessa época, também são registradas as menores taxas de desmatamento e queimadas. Porém, em 2025, a região registrou alta do desmate em abril, com aumento de 55% em relação ao mesmo mês do ano passado, atingindo 270 km².</p>
<p>Os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgados nesta quinta-feira, 8, mostram que neste período a devastação foi concentrada nos estados do Amazonas (108 km²), Mato Grosso (94 km²) e Pará (37 km²). No estado, a alta foi de 32% no comparativo entre abril deste ano e abril de 2024, quando a área desmatada foi de 25 km².</p>
<p>A alta, depois de meses de queda no desmate, levou o governo federal a realizar uma reunião da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento (CIPPCD), que reúne 19 ministérios e órgãos convidados sob a presidência da Casa Civil. O objetivo foi discutir medidas para intensificar a fiscalização e a responsabilização (administrativa, civil e criminal) para coibir o desmatamento ilegal na região.</p>
<figure id="attachment_34387" aria-describedby="caption-attachment-34387" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-34387 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/coletiva-desmatamento-1-quadrimestre-2025-Fernando-Donasci-MMA.jpg" alt="" width="800" height="521" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/coletiva-desmatamento-1-quadrimestre-2025-Fernando-Donasci-MMA.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/coletiva-desmatamento-1-quadrimestre-2025-Fernando-Donasci-MMA-300x195.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/coletiva-desmatamento-1-quadrimestre-2025-Fernando-Donasci-MMA-768x500.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/coletiva-desmatamento-1-quadrimestre-2025-Fernando-Donasci-MMA-150x98.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/coletiva-desmatamento-1-quadrimestre-2025-Fernando-Donasci-MMA-450x293.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-34387" class="wp-caption-text">Governo articula 19 ministérios para reforçar ações contra o desmatamento. Foto: Fernando Donasci / MMA</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Como foi encontrada essa alta em abril, nós estamos com todos os sinais de alerta buscando fazer ajustes nas ações que são levadas a cargo do plano [de prevenção e controle do desmatamento na Amazônia (PPCDAM)]”, declarou a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, em coletiva de imprensa realizada em Brasília (DF).</p></blockquote>
<p>De acordo com a análise da pasta sobre os dados do Inpe, os números indicam que o desmatamento na Amazônia continua em trajetória de queda considerando o ano Prodes, porém com reduções menos expressivas. De agosto de 2024 a abril de 2025, foram 2.542 km² sob alerta na Amazônia, o que representa uma diminuição de 5% em relação ao período anterior.</p>
<p>Já nos quatro primeiros meses deste ano, a queda foi de apenas 1%, passando de 681 km² em 2024 para 672 km². Esse quadro de estabilidade ou de uma possível alta é um desafio para o governo que diz que deve intensificar as ações de combate aos crimes ambientais e traçar novas estratégias para manter os bons resultados.</p>
<h3>Queimadas</h3>
<p>Outra preocupação é com os índices de queimadas que continuam elevados. De agosto do ano passado a abril deste ano, a Amazônia acumulou 44.086 focos de incêndios, enquanto que no período anterior o fogo atingiu 16.805 focos. A questão é crítica já que áreas degradadas também ficam mais vulneráveis a registrar mais desmate.</p>
<blockquote><p>“Fizemos questão de vir aqui exatamente para fazer o devido ajuste e colocar para a sociedade brasileira o quanto o governo está comprometido, a partir da articulação de 19 ministérios, com as medidas necessárias, que estão já sendo debatidas na Casa Civil, para que sigamos levando o desmatamento para baixo e cheguemos ao desmatamento zero em 2030”, destacou Marina Silva.</p></blockquote>
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		<title>Pará tem queda de 36% no desmatamento em março, aponta Inpe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 18:36:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Deter]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[março de 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os alertas de desmatamento no Pará alcançaram em março a menor área para o mês em seis anos. Os registros do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostram que as ameaças cobriram uma área de 22 km², o que representa uma redução de 36% na comparação com março do ano passado. No [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os alertas de desmatamento no Pará alcançaram em março a menor área para o mês em seis anos. Os registros do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostram que as ameaças cobriram uma área de 22 km², o que representa uma redução de 36% na comparação com março do ano passado.</p>
<p>No mesmo período, as maiores taxas de devastação na Amazônia Legal se concentraram nos estados de Roraima (49 km²) e Mato Grosso (45 km²). Em todo o bioma, a área afetada foi de 139, 17 km², o que indica uma queda de 14% em relação aos 162,03 km² desmatados em março de 2024.</p>
<blockquote><p>&#8220;A redução alcançada em março é mais uma prova de que estamos comprometidos com o meio ambiente e seguimos no caminho certo”, afirmou o governador do estado, Helder Barbalho.</p></blockquote>
<p>Os bons resultados acumulados pelo estado apontam para uma queda nos índices reais de desmatamento que são consolidados pelo próprio Inpe por meio do sistema Prodes. Considerando o chamado Ano Prodes, que vai de agosto de um ano até julho do ano seguinte, o Pará já conta com uma redução acumulada de 19% em comparação com o período anterior. Isso representa menos 199 km² afetados pelo desmatamento.</p>
<p>De acordo com o governo, a diminuição da área impactadas pelo desmatamento é fruto das políticas públicas que fortalecem a fiscalização e a repressão de atividades ilegais, das estratégias de recuperação da vegetação nativa e do incentivo à estratégias de preservação ambiental e desenvolvimento sustentável de comunidades locais.</p>
<blockquote><p>“Estamos colhendo os frutos de um trabalho sério, focado na sustentabilidade e na valorização da floresta em pé. Esses resultados demonstram que é possível aliar conservação ambiental com desenvolvimento”, destacou o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Raul Protázio Romão.</p></blockquote>
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		<title>Pará tem queda de 22% nas taxas de desmatamento em janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 20:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Deter]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Curupira]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Redução do desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/floresta-amazonia-dia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No primeiro mês de 2025, o número de alertas de desmatamento no Pará caiu 22% no comparativo com o mesmo período do ano passado. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a área sob risco foi de 25 km² contra 32 km² de 2024, o que coloca o estado atrás do Mato [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/floresta-amazonia-dia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No primeiro mês de 2025, o número de alertas de desmatamento no Pará caiu 22% no comparativo com o mesmo período do ano passado. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a área sob risco foi de 25 km² contra 32 km² de 2024, o que coloca o estado atrás do Mato Grosso e Roraima, que registraram 95 km² e 33 km² de áreas devastadas, respectivamente.</p>
<p>Os dados foram coletados pelos satélites do sistema Deter, que emite alertas diários sobre evidências de redução da cobertura florestal. Segundo a análise, em janeiro, o desmatamento na Amazônia foi de 179,68 km², o que representa um aumento de 51% no bioma no perído, uma tendência contrária ao que ocorreu no Pará.</p>
<figure id="attachment_33107" aria-describedby="caption-attachment-33107" style="width: 332px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-33107 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/desmatamento-janeiro-2025.png" alt="" width="332" height="426" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/desmatamento-janeiro-2025.png 332w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/desmatamento-janeiro-2025-234x300.png 234w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/desmatamento-janeiro-2025-150x192.png 150w" sizes="(max-width: 332px) 100vw, 332px" /><figcaption id="caption-attachment-33107" class="wp-caption-text">Mato Grosso e Roraima ficaram a frente do Pará no ranking do desmatamento. Gráfico: Inpe</figcaption></figure>
<p>No acumulado entre agosto de 2024 e janeiro de 2025, foram registrados 808 km² de área sob alertas de desmatamento no Pará. Isso representa uma redução de 148 km² ou cerca de 15% em comparação ao mesmo período do ano anterior e quase o dobro do registrado na Amazônia, onde a diminuição acumulada foi de 79 km²..</p>
<blockquote><p>“Esses números refletem o trabalho constante do Estado para reduzir o desmatamento e a degradação florestal, essenciais para o futuro das populações tradicionais e para a preservação do planeta. O Pará continuará avançando em suas metas de conservação ambiental”, disse o governador Helder Barbalho.</p></blockquote>
<h3>Operação Curupira</h3>
<p>A redução constante do desmatamento no Pará vem em momento crucial para o estado que vai receber a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em novembro deste ano. Uma das estratégias adotadas para garantir mais proteção à floresta foi a deflagração de operações de combate a crimes ambientais, como a Operação Curupira, que completou dois anos de execução.</p>
<p>Desde 2023, uma base foi montada em São Félix do Xingu, um dos municípios paraenses com as maiores taxas de desmatamento. Em seguida, outras duas bases foram instaladas em Novo Progresso e Uruará e deram suporte para as 1.792 fiscalizações realizadas. No total, já foram 50 garimpos fiscalizados; 453 termos de apreensão e 197 apreensões de armas de fogo e 658 munições, apreensão de 1.400 maquinários com inutilização de 104, 85 prisões em flagrante e 521 mil hectares embargados.</p>
<blockquote><p>&#8220;A Operação Curupira tem se mostrado fundamental no combate aos crimes ambientais e na conservação do nosso território. Em dois anos de fiscalizações intensas, conseguimos não apenas reduzir o desmatamento, mas também contribuir para a diminuição da criminalidade. A presença constante do Estado nos locais mais afetados por essas atividades ilícitas tem gerado resultados positivos, e continuaremos nosso trabalho em parceria com as forças de segurança, para garantir que o Pará siga na luta pela proteção ambiental”, afirma o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Raul Protázio.</p></blockquote>
<p>Além disso, o Plano Estadual Amazônia Agora, o Plano de Recuperação da Vegetação Nativa e iniciativas voltadas para a bioeconomia também ajudam a reduzir o desmatamento , já que incentivam alternativas econômicas aliadas da natureza. O objetivo é alçar o estado ao cenário global como exemplo de redução do desmatamento e promoção de soluções para os desafios ambientais atuais.</p>
<blockquote><p>“Em um momento de importante visualização da vulnerabilidade ambiental, o Estado tem avançado de forma contínua e significativa. Estamos comprometidos em manter a floresta em pé, como demonstra a redução do desmatamento nos últimos anos”, acrescenta o secretário.</p></blockquote>
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		<title>Alertas de desmatamento têm queda de 37% em setembro no Pará e 23% na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 13:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[queda de 37%]]></category>
		<category><![CDATA[setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/focos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que o desmatamento no Pará teve queda pelo segundo mês consecutivo após um período de alta registrado em julho. Segundo o levantamento, a área sob alerta em setembro foi de 198 km², cerca de 37% a menos do que o detectado no mesmo período do ano [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/focos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que o desmatamento no Pará teve queda pelo segundo mês consecutivo após um <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-cai-457-na-amazonia-e-42-no-para-em-um-ano-aponta-inpe/">período de alta registrado em julho</a>. Segundo o levantamento, a área sob alerta em setembro foi de 198 km², cerca de 37% a menos do que o detectado no mesmo período do ano passado, quando o desmatamento atingiu 315 km².</p>
<p>Em toda a Amazônia foi registrado desmatamento em 482 km² no mês passado, o que equivale a uma área 23% menor em comparação com setembro de 2024, quando os registros alcançaram 630 km².</p>
<blockquote><p>&#8220;O registro de setembro de 2024 é o segundo menor de toda a série histórica, desde 2019, e se comparado com 2022, quando a área recoberta por alertas era de 531 km², temos uma redução ainda maior, de 63%. Isso mostra o quanto as ações do estado têm sido eficazes para combater o desmatamento e especialmente em um momento crucial como este, de combate a queimadas e em que os efeitos das mudanças climáticas se impõem&#8221;, comemorou o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Raul Protázio Romão, em entrevista à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/60336/para-tem-reducao-de-37-nos-alertas-de-desmatamentoem-setembro-de-2024" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<p>Apesar da queda, o Pará ainda segue como o estado líder em número de alertas na Amazônia Legal. O Mato Grosso aparece na segunda colocação com área desmatada de 146 km². Em seguida aparece o Acre e o Amazonas, com 77 km² e 59 km² de área afetada, respectivamente.</p>
<p>Em toda a região foi registrado desmatamento em 482 km² no mês passado, o que equivale a uma área 23% menor em comparação com setembro de 2024, quando os registros alcançaram 630 km².</p>
<p>O resultado também é positivo nos 15 municípios paraenses prioritários, onde estão concentrados mais da metade das taxas de desmatamento do estado. Segundo o Inpe, nessas cidades os alertas tiveram queda de 31%, cobrindo uma área de 117 km² em setembro deste ano contra 168 km² do ano passado.</p>
<blockquote><p>“O Pará ter redução neste momento é a prova de que a fiscalização e o combate aos crimes ambientais seguem firmes e vêm dando resultados, mas não apenas isso. Com um conjunto de políticas públicas de transformação do uso da terra, estamos estimulando um processo de transição que vem comprovando que a floresta tem mais valor quando está de pé e viva e este resultado é mais uma evidência disso&#8221;, ressaltou o governador do Pará, Helder Barbalho.</p></blockquote>
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		<title>Confira os municípios paraenses com maior queda no desmatamento entre 2023 e 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 20:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Altamira]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Deter]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Portel]]></category>
		<category><![CDATA[São Felix do Xingu]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/15371_5586fa75-bd8b-fa4e-c5f6-50ed2d408009-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com uma redução de 42% na área coberta por alertas de desmatamento, o Pará foi um dos estados da Amazônia Legal onde a devastação mais recuou no período de 1º de agosto de 2023 a 31 de julho de 2024, conforme dados do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O resultado é [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/15371_5586fa75-bd8b-fa4e-c5f6-50ed2d408009-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">Com uma </span><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-cai-457-na-amazonia-e-42-no-para-em-um-ano-aponta-inpe/"><span style="font-weight: 400;">redução de 42% na área coberta por alertas de desmatamento</span></a><span style="font-weight: 400;">, o Pará foi um dos estados da Amazônia Legal onde a devastação mais recuou no período de 1º de agosto de 2023 a 31 de julho de 2024, conforme dados do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O resultado é ainda mais positivo porque, de acordo com informações da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), o bom desempenho foi puxado principalmente pelos municípios que concentram as maiores taxas de desmatamento. Alguns deles, com mais de 150%</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Pará, 15 municípios foram incluídos no Decreto de Emergência Ambiental e são o maior foco das ações de comando e controle no estado. São eles: Altamira, Anapu, São Félix do Xingu, Pacajá, Novo Progresso, Itaituba, Portel, Senador José Porfírio, Novo Repartimento, Uruará, Rurópolis, Placas, Trairão, Jacareacanga e Medicilândia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre 2019 e 2021, eles lideravam o ranking de desmatamento, sendo responsáveis por cerca de 75% de toda a devastação do período. Com a intensificação da estratégia de combate, a queda no desmatamento nessas regiões foi maior do que no conjunto do estado chegando a 57%. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As quedas mais expressivas em área no comparativo com o intervalo de agosto de 2022 a julho de 2023 foram observadas em São Félix do Xingu, no sudeste paraense, com redução de 191 km² (-64%); Portel, no Marajó, com  redução de 171 km² (-67%); e Altamira, no sudoeste do estado, com redução de 168 km² (-52%). Confira abaixo a lista completa dos 15 municípios prioritários com dados do Deter/Inpe e compilados pela Semas.</span></p>
<figure id="attachment_30074" aria-describedby="caption-attachment-30074" style="width: 609px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-30074 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/reducao-desmatamento-2023-2024.jpeg" alt="" width="609" height="422" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/reducao-desmatamento-2023-2024.jpeg 609w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/reducao-desmatamento-2023-2024-300x208.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/reducao-desmatamento-2023-2024-150x104.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/reducao-desmatamento-2023-2024-450x312.jpeg 450w" sizes="(max-width: 609px) 100vw, 609px" /><figcaption id="caption-attachment-30074" class="wp-caption-text">Desmatamento reduziu 1.152 km nos municípios do Decreto de Emergência Ambiental. Gráfico: Inpe / Deter / Semas</figcaption></figure>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;As operações Curupira e Amazônia Viva, por exemplo, intensificaram o combate aos ilícitos ambientais, garantindo a proteção da floresta e a segurança das comunidades locais. Através de ações integradas de fiscalização e monitoramento no combate ao desmatamento ilegal, o Governo do Pará tem conseguido reduzir significativamente a perda de floresta. A combinação de tecnologia e ações em campo tem sido fundamental para alcançar esses resultados&#8221;, analisou o titular da Semas, Mauro Ó de Almeida em entrevista à </span><a href="https://agenciapara.com.br/noticia/58555/para-reduz-em-42-os-alertas-de-desmatamento-em-um-ano-a-maior-reducao-da-amazonia-legal" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Agência Pará</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">No total, a área sob alertas de desmatamento nesses 15 municípios foi de 885 km² em 2024, enquanto que no ano passado chegou a 2.037 km², reduzindo o impacto da devastação sobre 1.152 km². O dado representa 74% da redução total do estado, que foi de 1.199 km².</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O Pará comemora mais uma conquista significativa na luta contra o desmatamento. Os dados mais recentes revelam uma nova redução histórica nos alertas de desmatamento, consolidando o Estado como referência em políticas ambientais eficazes. Essa redução é a prova de que quando investimos no combate aos ilícitos ambientais podemos chegar a resultados extraordinários, preservando a nossa Amazônia como nunca antes”, destacou o governador do Estado, Helder Barbalho.</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desmatamento cai 45,7% na Amazônia e 42% no Pará em um ano, aponta Inpe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 21:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2023-2024]]></category>
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		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/desmatamento8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A área sob alerta de desmatamento na Amazônia foi a menor nos últimos oito anos, aponta o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que apresentou nesta quarta-feira, 7, os dados do sistema Deter para o período de agosto de 2023 a julho de 2024. O monitoramento mostra que no último ano foram [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/desmatamento8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em><span style="font-weight: 400;">Por Fabrício Queiroz</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A área sob alerta de desmatamento na Amazônia foi a menor nos últimos oito anos, aponta o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que apresentou nesta quarta-feira, 7, os dados do sistema Deter para o período de agosto de 2023 a julho de 2024. O monitoramento mostra que no último ano foram perdidos 4.314,76 km² de floresta, o que representa uma redução de 45,7%% em comparação com igual período entre 2022 e 2023. No Pará, os índices de alerta caíram 42% entre os dois anos, atingindo uma área de 1.200 km².</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na contramão dessa tendência, em julho houve alta de 33% em comparação com julho do ano passado. No período, foram desmatados 666 km² contra 500 km² no ano anterior. Ainda assim, o balanço é animador, já que em todo o período analisado a área sob alerta foi a menor em toda a série histórica. Os dados também indicam que a taxa oficial de desmatamento medida pelo sistema Prodes no mesmo intervalo de tempo deve ter uma queda em nível semelhante, conforme analisou Cláudio Almeida, coordenador de programas do Inpe.</span></p>
<blockquote><p>“Em todos os anos esse é um período de aceleração do desmatamento. Temos questões atípicas como uma seca intensa e o período eleitoral, que via de regra cria dificuldades nos processos de controle por conta do estímulo à ocupação em muitas áreas. E também tem a greve do Ibama, que traz consequências”, disse o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, sobre a série de fatores que contribuíram para o aumento no mês de julho.</p></blockquote>
<figure id="attachment_30052" aria-describedby="caption-attachment-30052" style="width: 920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-30052 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023.png" alt="" width="920" height="546" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023.png 920w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023-300x178.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023-768x456.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023-150x89.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/deter-amazonia-2023-450x267.png 450w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><figcaption id="caption-attachment-30052" class="wp-caption-text">Área sob risco de desmatamento na Amazônia foi a menor desde 2016. Foto: Reprodução Inpe</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Na coletiva conjunta do MMA com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), foi apresentado ainda o levantamento em cada estado da Amazônia Legal. Todos tiveram redução no desmatamento, porém as quedas mais expressivas foram observadas em Rondônia (63%), Amazonas (58%), Acre (54%), Mato Grosso (52%) e o Pará em quinto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já nos 70 municípios classificados como prioritários pelo Governo por concentrarem mais da metade de toda a devastação do bioma, o recuo foi de 53 %.  Nessas regiões estão concentradas as principais operações do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm), além dos investimentos do programa União com os Municípios, que apoia projetos para a agricultura familiar e implementação de sistemas agroflorestais como alternativas para o desenvolvimento econômico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, comemorou os resultados que, em sua avaliação, são fruto da estratégia transversal que combina ações de comando e controle com o incentivo a atividades produtivas sustentáveis. Segundo a titular do MMA, a meta do governo braisleiro é zerar o desmatamento em todos os biomas e, por isso, a experiência na Amazônia será replicada para as diferentes regiões.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Cada vez mais daqui pra frente vamos dos ministérios da dinâmica do desenvolvimento, olhando para a agricultura, para a energia, para o transporte, para todos os setores porque é isso que vai fazer com que o desmatamento tenha uma queda consistente não apenas por ação de comando e controle”, afirmou Marina Silva.</span></p></blockquote>
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