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	<title>destaque3 &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>destaque3 &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>MPF denuncia contaminação por mercúrio em garimpos ilegais na Amazônia à CIDH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 16:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[à Comissão Interamericana de Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/mercurio2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os prejuízos à saúde e ao meio ambiente causados pelo mercúrio usado em garimpos ilegais na Amazônia foram denunciados à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), com a apresentação de um estudo pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão autônomo internacional é vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA). O documento, apresentado na semana passada, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/mercurio2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os prejuízos<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/garimpos-ilegais-de-ouro-reduzem-estoque-de-carbono-e-aumentam-contaminacao-por-mercurio-no-solo/" target="_blank" rel="noopener"> à saúde e ao meio ambiente</a> causados pelo mercúrio usado em garimpos ilegais na Amazônia foram denunciados à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), com a apresentação de um estudo pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão autônomo internacional é vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA).</p>
<p>O documento, apresentado na semana passada, é complementar à exposição que o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mpf-recomenda-criacao-de-sistema-nacional-para-monitorar-contaminacao-por-mercurio-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">MPF</a> fez, em março, à Relatoria Especial sobre Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Redesca), ligada à CIDH.</p>
<h3>Contaminação do ecossistema</h3>
<p>A substância líquida é recorrentemente utilizada em garimpos ilegais, porque tem a propriedade de se juntar facilmente a partículas de ouro, formando a chamada “amálgama”.</p>
<p>Após a formação dessa liga metálica, ela é aquecida por um maçarico. Com o aumento da temperatura, o mercúrio evapora e resta apenas o ouro garimpado.</p>
<p>O mercúrio vaporizado se espalha pelo ar e cai no solo e na água, contaminando rios, cursos d’água e peixes ─ base da <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mma-e-fiocruz-iniciam-monitoramento-de-mercurio-na-terra-indigena-kayapo-no-para/" target="_blank" rel="noopener">alimentação de indígenas e das populações ribeirinhas,</a> podendo causar problemas neurológicos.</p>
<p>Além da contaminação por mercúrio, o garimpo ilegal provoca degradação de ecossistemas com desmatamento, remoção intensiva de solos e alteração do curso dos leitos dos rios.</p>
<p>O problema da mineração ilegal na Amazônia no Brasil e em outros países é conhecido pela relatoria da CIDH. Há pouco mais de um mês, a Redesca alertou para a garantia do “direito humano à água nas Américas”, em especial no chamado “Planalto” ou “Escudo” das Guianas, formado por áreas da Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela e Brasil.</p>
<h3>Norma e decretos</h3>
<p>Em nota à Agência Brasil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) afirmou que “tem atuado diretamente na restrição do uso de mercúrio em garimpos ilegais.”</p>
<p>O instituto descreve que “estabeleceu critérios mais rigorosos para o acesso ao mercúrio importado legalmente, por meio da Instrução Normativa Ibama nº 26, de 2024, além de realizar constantemente ações de fiscalização ambiental para coibir a utilização de mercúrio contrabandeado, utilizado em garimpos de ouro”.</p>
<p>A instrução normativa exige “a habilitação de pessoas físicas e jurídicas que operam com mercúrio metálico, além da necessidade de que elas portem o Documento de Operações com Mercúrio Metálico, que garante que importação, venda, revenda e transferência de mercúrio ocorram apenas entre pessoas previamente habilitadas.”</p>
<p>A norma, no entanto, não tem força de lei, como é o caso dos decretos presidenciais nº 97.507/1989 e nº 97.634/1989, que “se encontram vigentes e estabelecem, respectivamente, a vedação de mercúrio na extração de ouro, exceto em atividade licenciada pelo órgão ambiental”, como assinala o Ibama.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
<p>LEIA MAIS</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mpf-recomenda-criacao-de-sistema-nacional-para-monitorar-contaminacao-por-mercurio-na-amazonia/" target="_top">MPF recomenda criação de Sistema Nacional para monitorar contaminação por mercúrio na Amazônia</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/arvore-amazonica-revela-alternativa-sustentavel-ao-mercurio-na-mineracao-de-ouro/" target="_top">Descoberta na Amazônia aponta alternativa sustentável ao uso de mercúrio no garimpo</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mma-e-fiocruz-iniciam-monitoramento-de-mercurio-na-terra-indigena-kayapo-no-para/" target="_top">MMA e Fiocruz iniciam monitoramento de mercúrio na Terra Indígena Kayapó, no Pará</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/garimpos-ilegais-de-ouro-reduzem-estoque-de-carbono-e-aumentam-contaminacao-por-mercurio-no-solo/" target="_top">Garimpos ilegais de ouro reduzem estoque de carbono e aumentam contaminação por mercúrio no solo</a></p>
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		<title>Programa Floresta em Pé: Cooperação internacional fortalece cooperativas paraenses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 20:54:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[KfW]]></category>
		<category><![CDATA[Pojeto Floresta em Pé]]></category>
		<category><![CDATA[SEMAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/floresta1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Governo do Pará iniciou uma missão de supervisão para monitorar os projetos financiados pela Cooperação Financeira Alemã, via banco KfW (Kreditanstalt für Wiederaufbau), dentro do Programa Floresta em Pé. Iniciada no dia 16 de abril, a agenda teve um ponto alto nos dias 22 e 23, com reuniões na sede da Secretaria de Meio [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/floresta1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Governo do Pará iniciou uma missão de supervisão para monitorar os projetos financiados pela Cooperação Financeira Alemã, via banco KfW (Kreditanstalt für Wiederaufbau), dentro do Programa Floresta em Pé. Iniciada no dia 16 de abril, a agenda teve um ponto alto nos dias 22 e 23, com reuniões na sede da Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), em Belém. O encontro reuniu gestores, representantes internacionais e parceiros para validar a execução financeira e os indicadores técnicos das ações em curso.</p>
<p>Durante as sessões, foram detalhados relatórios de gestão, políticas de comando e controle contra o desmatamento e o status de projetos estratégicos, como o Realiza Pará, fundamental para o legado ambiental do estado visando a COP30.</p>
<p>A secretária adjunta de Bioeconomia da Semas, Camille Bemerguy, pontuou que os resultados confirmam a integração entre conservação e desenvolvimento:</p>
<blockquote><p>“O que apresentamos aqui demonstra como o Estado tem avançado na construção de uma agenda sólida de bioeconomia, articulada com instrumentos de comando e controle e com o apoio de parceiros como a KfW. O Floresta em Pé é um exemplo concreto de como essa integração gera impacto ambiental e socioeconômico”, destacou Camille.</p></blockquote>
<h3>Impacto nas comunidades</h3>
<p>A missão também analisou o edital InovaSociobio, que foca no fortalecimento de negócios comunitários. Para Camille, essa iniciativa é um pilar da estratégia estadual:</p>
<blockquote><p>“O InovaSociobio, inserido na estratégia do Floresta em Pé e com o apoio da KfW, evidencia que o Pará está estruturando uma política de bioeconomia robusta, capaz de articular investimento, inovação e geração de impacto direto nas comunidades, fortalecendo cadeias produtivas e promovendo desenvolvimento econômico e social a partir da floresta em pé”, concluiu.</p></blockquote>
<p>Ingo Baum, gestor do banco KfW, expressou satisfação com o profissionalismo das cooperativas beneficiadas e a sinergia entre fiscalização e produção sustentável:</p>
<blockquote><p>“Estamos aqui para avaliar os avanços do Floresta em Pé e tivemos a possibilidade de ver dois cases de cooperativas que foram beneficiadas pelo programa. A ideia é apoiar os dois lados da proteção da floresta. De um lado apoiar atividades de comando e controle e do outro a bioeconomia. Para a KfW é importante que ambos caminhem juntos. Foi o caso dessas cooperativas. Ficamos impressionados com o profissionalismo delas, trabalhando e estabelecendo cadeias produtivas com produtos da floresta. Estamos satisfeitos porque são esses resultados que realmente queríamos com o investimento”, avaliou Ingo.</p></blockquote>
<h3>Agregação de valor</h3>
<p>O impacto direto nas famílias extrativistas foi reforçado pelo depoimento de beneficiários como Osvaldo Rebelo, da cooperativa Agromel (São João de Pirabas), que agora investe em infraestrutura para processamento de polpas:</p>
<blockquote><p>“Vamos montar uma casa de despolpa de frutas certificada no município. Já definimos a compra dos maquinários e estamos fechando parcerias para instalação e manutenção. Antes vendíamos tudo in natura, sem valor agregado. Hoje temos perspectiva de produzir com qualidade, certificação e melhores condições de mercado, graças ao conhecimento adquirido e ao apoio do projeto”, disse Osvaldo.</p></blockquote>
<p>Samuel Oliveira, diretor-presidente da Coomap (Oeiras do Pará), também celebrou a evolução na cadeia produtiva:</p>
<p>“Foi isso (agregar valor à produção) que nos levou a pensar no processamento. Temos uma riqueza enorme de produtos na floresta, mas ainda não conseguimos aproveitar todo esse potencial. O maior resultado será quando alguém encontrar nosso produto em uma loja e souber que ele veio da nossa cooperativa. Isso mostra que nosso trabalho chegou até o consumidor”, ressaltou Oliveira.</p>
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		<title>Com crédito mais caro, cooperativas pedem R$ 674 bilhões para o Plano Safra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:52:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura em cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano Safra 2026/2027]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema OCB]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/98a29521-a02f-4ae1-b4e5-6f87dc9bc2ba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O setor agropecuário quer ampliar o acesso ao crédito para produtores e cooperativas no Plano Safra 2026/2027. A proposta, elaborada pelo Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), prevê um total de R$ 674 bilhões em financiamento, um aumento significativo em relação aos R$ 594 bilhões do Plano Safra anterior. De acordo com o CNN Agro, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/98a29521-a02f-4ae1-b4e5-6f87dc9bc2ba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O setor agropecuário quer ampliar o acesso ao crédito para produtores e cooperativas no Plano Safra 2026/2027. A proposta, elaborada pelo Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), prevê um total de R$ 674 bilhões em financiamento, um aumento significativo em relação aos R$ 594 bilhões do Plano Safra anterior.</p>
<p>De acordo com o CNN Agro, que teve acesso antecipado ao documento, a ideia é garantir que produtores, principalmente os pequenos e médios, consigam continuar produzindo mesmo diante do aumento dos custos e dos juros mais altos.</p>
<p>O documento, segundo a CNN, pontua que muitos produtores enfrentam dificuldades para conseguir crédito nos bancos tradicionais, o que faz das cooperativas um canal essencial para manter o campo em pleno funcionamento.</p>
<h3><strong>Como seria na prática?</strong></h3>
<p>O plano divide os recursos em três frentes principais. A maior parte, de R$ 520 bilhões, seria destinada ao custeio da produção e à comercialização.  Já uma outra fatia de R$ 154 bilhões seria direcionada para investimentos, como compra de máquinas, melhorias na estrutura e expansão da agroindústria.</p>
<p>A terceira fatia, correspondente a R$ 27 bilhões, seria usada para ajudar a reduzir as taxas de juros cobradas dos produtores. Um quarto recorte principal seria voltado ao seguro rural, com previsão de R$ 4 bilhões em 2026 e R$ 4,5 bilhões em 2027. Esses recursos seriam dedicados a proteger o produtor contra perdas.</p>
<p>Segundo a proposta, as taxas de juros seriam de acordo com o perfil do produtor. Para os pequenos, atendidos pelo Pronaf, os juros podem variar entre 0,5% e 6% ao ano. Já para médios e grandes produtores, as taxas são mais altas, variando entre 8 e 11% ao ano. O objetivo, segundo o OCB, é tentar equilibrar o acesso ao crédito em meio a realidade econômica atual.</p>
<p>Outro ponto abordado é a atualização dos limites de financiamento. Com o aumento dos custos de produção nos últimos anos, o setor defende que os valores atuais já não são suficientes. Logo, a proposta sugere ampliar os tetos de renda e de empréstimos, permitindo que mais produtores tenham acesso ao crédito.</p>
<p>Além disso, a proposta também prevê financiamentos voltados para melhorias como armazenagem (incluindo também a versão refrigerada), assim como irrigação, compra de máquinas para aumentar a produtividade e tornar a produção mais eficiente e resiliente, especialmente em projetos voltados à sustentabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sinal de alerta no Pacífico: Águas começam a esquentar e indicam retorno do El Niño</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 21:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_santarem7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Na última segunda-feira, dia 20, o Oceano Pacífico deu o primeiro aviso real de que o El Niño está tentando voltar. Pela primeira vez em 2026, a temperatura da água na região central do oceano — que é o termômetro oficial usado pelos cientistas para identificar o fenômeno — subiu o suficiente para sair da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_santarem7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Na última segunda-feira, dia 20, o Oceano Pacífico deu o primeiro aviso real de que o El Niño está tentando voltar. Pela primeira vez em 2026, a temperatura da água na região central do oceano — que é o termômetro oficial usado pelos cientistas para identificar o fenômeno — subiu o suficiente para sair da neutralidade e encostar no início do aquecimento. De acordo com os dados da NOAA, o órgão de monitoramento dos Estados Unidos, a temperatura do mar subiu 0,5°C acima da média.</p>
<p>Para o produtor entender essa régua do clima, a neutralidade é o chamado &#8220;clima normal&#8221;, quando a variação fica entre 0,4°C para baixo ou para cima. O El Niño começa a dar as caras oficialmente quando a água esquenta 0,5°C ou mais.</p>
<p>Em grandes crises do passado, como em 2023, esse aquecimento chegou a 2,1°C, e na safra de 2015 atingiu a marca extrema de 3,0°C. Portanto, estamos exatamente no limite que separa o clima neutro do início de um novo fenômeno. É a primeira vez que a água atinge esse calor desde maio de 2024, época em que o Rio Grande do Sul enfrentou as enchentes históricas.</p>
<p>Apesar do alerta, ainda não se pode dizer que o El Niño está valendo oficialmente. Para se confirmar a vigência do fenômeno, não basta a água esquentar por apenas alguns dias. Esse aquecimento de 0,5°C precisa se sustentar por várias semanas seguidas e vir acompanhado de mudanças nos ventos e na circulação da atmosfera.</p>
<p>Embora ainda não seja oficial, esse primeiro sinal concreto mostra que o oceano está mudando de comportamento. A tendência, de acordo com meteorologistas, é de que o <em>El Niño</em> esteja plenamente configurado em meados de maio ou, no mais tardar, em junho. Além disso, há 25% de chance de um super <em>El Niño</em> em 2026.</p>
<p>No Brasil, o fenômeno costuma trazer chuvas acima da média na região Sul e períodos mais secos nas regiões Norte e Nordeste. Mas os impactos concretos dependem de quando e como o <em>El Niño</em> atingirá seu pico nos próximos meses.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Autorizada a contratação de brigadas federais para prevenção e combate aos incêndios florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Prevfogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/queimadas20-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) está autorizado, desde a quarta-feira, 15, a contratar brigadas federais temporárias para atuarem na prevenção e combate aos incêndios florestais em diversos municípios e estados brasileiros. A Portaria Ibama nº 64 , que oficializa as autorizações, está publicada no Diário Oficial da União. Em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/queimadas20-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) está autorizado, desde a quarta-feira, 15, a contratar brigadas federais temporárias para atuarem na prevenção e combate aos incêndios florestais em diversos municípios e estados brasileiros. A Portaria Ibama nº 64 , que oficializa as autorizações, está publicada no Diário Oficial da União.</p>
<p>Em nível municipal e estadual, as contratações abrangem equipes com diferentes estruturas para atuarem em dezenas de municípios nos estados de Mato Grosso, Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rondônia, Roraima, São Paulo, Tocantins, Ceará e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal.</p>
<p>Para atuação nos municípios, as estruturas das equipes envolvem brigadista chefe de brigada, brigadistas chefes de esquadrão e brigadistas em diferentes números, a depender da localidade.</p>
<p>Já em nível estadual, as contratações envolvem agentes federais de informação, chefe de esquadrão de queima prescrita e brigadistas de queima prescrita, além de supervisores estaduais de brigadas para apoio às Coordenações Estaduais do Prevfogo.</p>
<h3>37 anos de Prevfogo</h3>
<p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) celebrou, na última sexta-feira, 10, os 37 anos do Prevfogo, em cerimônia marcada por homenagens, reconhecimento institucional e valorização dos servidores que atuam na linha de frente da proteção ambiental no País.</p>
<p>Criado em 10 de abril de 1989, o Prevfogo tem como missão desenvolver ações de monitoramento, prevenção e combate aos incêndios florestais, além de promover o uso adequado do fogo por meio de técnicas de manejo integrado do fogo. Ao longo de mais de três décadas, consolidou-se como referência nacional na resposta a incêndios, com atuação em diferentes biomas brasileiros.</p>
<h3>Capacidade operacional</h3>
<p>Nos últimos anos, o Ibama tem ampliado de forma significativa a estrutura e a capacidade operacional do Prevfogo. O número de brigadistas federais passou de 2.108, em 2023, para 2.227, em 2024, alcançando cerca de 2.600 profissionais em campo em 2025.</p>
<p>Atualmente, o Centro conta com 127 brigadas florestais federais distribuídas em regiões estratégicas do país.</p>
<p>Entre 2023 e 2025, o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais registrou mais de 6 mil ocorrências de incêndios atendidas em todo o território nacional, atuando em mais de 59 milhões de hectares. Os números demonstram a ampliação da capacidade operacional do Ibama e consolidam o Prevfogo como eixo estratégico no enfrentamento aos incêndios florestais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Terras indígenas barram desmatamento e têm menor índice de devastação em oito anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/indigenas3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As terras indígenas seguem como a principal barreira contra o avanço do desmatamento na Amazônia Legal — hoje a maior fonte de emissão de gases de efeito estufa no Brasil. Segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon, esses territórios registraram apenas 44 km² de devastação ao longo de 2025. O número representa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/indigenas3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As terras indígenas seguem como a principal barreira contra o avanço do desmatamento na Amazônia Legal — hoje a maior fonte de emissão de gases de efeito estufa no Brasil. Segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon, esses territórios registraram apenas 44 km² de devastação ao longo de 2025.</p>
<p>O número representa a menor área perdida nos últimos oito anos (desde 2017) e equivale a apenas 1,6% do total de 2.741 km² desmatados em toda a região no ano passado.</p>
<p>A eficiência na preservação chama atenção pelo tamanho da área protegida: as 430 terras indígenas da Amazônia Legal ocupam cerca de 116 mil hectares, o que representa 23% de todo o território amazônico.</p>
<p>Os territórios originários tiveram apenas 1,6% da devastação registrada de janeiro a dezembro de 2025, apesar de ocuparem 23% da região.</p>
<p>De acordo com o Censo 2022 do IBGE, vivem nessas áreas 428 mil pessoas, o que corresponde a 62% da população indígena em territórios demarcados no país.</p>
<p>Para Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon, os números reforçaram o papel estratégico dos povos originários.</p>
<blockquote><p>“As terras indígenas são as principais aliadas contra as mudanças climáticas no Brasil. A proteção delas e de seus povos é essencial para enfrentarmos o aumento de eventos extremos, como secas e tempestades”, afirma.</p></blockquote>
<h3>Reivindicações no ATL</h3>
<p>O levantamento foi divulgado no contexto do Acampamento Terra Livre (ATL), que aconteceu de 5 a 11 de abril, em Brasília. No evento, as lideranças indígenas reforçam cobranças pela demarcação de terras e pela manutenção de territórios livres da exploração de minerais, petróleo e gás fóssil.</p>
<p>Além dos dados gerais, o Imazon também mapeou os 10 territórios mais destruídos em 2025 para orientar ações de fiscalização.</p>
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		<title>MPF aponta irregularidades e pede anulação de contratos de carbono no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 17:25:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de Crabono]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[MPF]]></category>
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		<category><![CDATA[REDD+ Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/16789_f7cb72de-4e97-07cf-f307-5e5ca9e1cd56-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público Federal (MPF) recomendou a suspensão imediata da certificação e da venda de créditos de carbono do Pará até o julgamento de uma ação civil pública que aponta irregularidades no modelo adotado pelo estado. No centro da disputa está a interpretação oficial de quando e como os créditos de carbono podem ser comercializados. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/16789_f7cb72de-4e97-07cf-f307-5e5ca9e1cd56-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p class="MsoNormal">O Ministério Público Federal (MPF) recomendou a suspensão imediata da certificação e da venda de créditos de carbono do Pará até o julgamento de uma ação civil pública que aponta irregularidades no modelo adotado pelo estado. <span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">No centro da disputa está a interpretação oficial de quando e como os créditos de carbono podem ser comercializados.</span></p>
<p class="MsoNormal">Segundo o MPF, a autorização para comercialização desses créditos só deve ocorrer após a conclusão do processo judicial. A ação questiona o modelo jurisdicional de REDD+ implementado no Pará, que permite a emissão de créditos a partir da redução do desmatamento em nível estadual, além de contratos firmados para venda futura dessas reduções.</p>
<p>Em junho de 2025, o<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mpf-pede-a-justica-federal-a-anulacao-do-contrato-bilionario-de-creditos-de-carbono-do-governo-do-para/" target="_blank" rel="noopener"> MPF entrou com uma ação na Justiça Federal para suspender e anular um contrato </a>milionário de venda de créditos de carbono entre o governo do Pará e um grupo de governos e empresas estrangeiras, alegando ilegalidades. Entretanto, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/justica-federal-nega-pedido-de-suspensao-de-contrato-de-carbono-do-governo-do-para/" target="_blank" rel="noopener">a Justiça Federal negou o pedido</a>.</p>
<h3>Indícios de irregularidades</h3>
<p class="MsoNormal">Embora o modelo de REDD+ seja considerado estratégico para atrair recursos internacionais e financiar políticas públicas, o MPF aponta possíveis violações à Lei Federal 15.042/2024, que proíbe a venda antecipada de créditos. O órgão também cita descumprimento da Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), especialmente em relação à consulta a comunidades tradicionais.</p>
<p class="MsoNormal">A recomendação ocorre durante o período de consulta pública aberto por uma certificadora internacional que avalia a adesão do Pará ao padrão TREES (The REDD+ Environmental Excellence Standard). A certificação permitiria ao estado validar e comercializar créditos de carbono no mercado global.</p>
<p class="MsoNormal">De acordo com a procuradoria, a definição prévia de preços e volumes de emissões reduzidas, antes da verificação e certificação, pode configurar prática ilegal. A ação pede a anulação dos contratos firmados e a suspensão da elegibilidade do Pará no mercado de carbono.</p>
<p class="MsoNormal">Entre as falhas técnicas apontadas está a falta de integração entre projetos públicos e privados. O MPF alerta que a coexistência de iniciativas em territórios tradicionais, sem regulamentação clara, pode gerar “dupla contagem” de emissões reduzidas e violar direitos de comunidades locais.</p>
<h3 class="MsoNormal">Ambiente de incertezas</h3>
<p class="MsoNormal">Especialistas avaliam que a insegurança jurídica pode afetar diretamente o financiamento de políticas ambientais. Em entrevista ao Um Só Planeta, a executiva de sustentabilidade Ana Luci Grizzi, especialista em governança climática e capital natural, afirma que programas jurisdicionais dependem de fluxo contínuo de recursos para ações como fiscalização ambiental, combate a incêndios e apoio a comunidades.</p>
<p class="MsoNormal">Segundo ela, a falta de alinhamento entre governos, órgãos de controle, reguladores e compradores internacionais aumenta a percepção de risco e pode afastar investidores.</p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal">“Quando federação, estados, Ministério Público, reguladores e compradores não falam a mesma linguagem, surgem incertezas que desestimulam aportes”, afirma.</p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal">Grizzi alerta ainda para o risco de recursos serem direcionados a países com maior previsibilidade regulatória. Para ela, uma eventual paralisação do programa pode comprometer a proteção ambiental.</p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal">“A suspensão da certificação tende a desestruturar a cadeia de valor climática. Sem previsibilidade de receitas, investimentos em controle do desmatamento, prevenção de incêndios e inclusão socioambiental ficam ameaçados”, diz.</p>
</blockquote>
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		<title>Desmatamento e degradação caem 60% no conjunto dos oito países amazônicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 17:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/amazonia11-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A área de floresta afetada pelo desmatamento e pela degradação nos oito países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) apresentou uma redução drástica no último ano. Segundo dados do Observatório Regional Amazônico (ORA), a área impactada caiu de 64 mil km² em 2024 para pouco mais de 25 mil km² em 2025 — [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/amazonia11-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A área de floresta afetada pelo desmatamento e pela degradação nos oito países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) apresentou uma redução drástica no último ano. Segundo dados do Observatório Regional Amazônico (ORA), a área impactada caiu de 64 mil km² em 2024 para pouco mais de 25 mil km² em 2025 — um recuo de aproximadamente 60%.</p>
<p>O levantamento, processado com base em informações do programa europeu Copernicus, diferencia os dois tipos de danos: enquanto o desmatamento é a supressão total da vegetação, a degradação é o empobrecimento da floresta causado por incêndios e exploração seletiva de madeira.</p>
<p>A desaceleração ocorre após um período de devastação excepcional. Em 2024, a Amazônia viveu um &#8220;pico&#8221; impulsionado por uma seca severa (resultado do El Niño e do aquecimento do Atlântico Norte), que facilitou a propagação de incêndios. Naquele ano, o desmatamento saltou de 10,3 mil km² para 37 mil km² — uma alta de 256%.</p>
<blockquote><p>“Não podemos analisar a redução dos números de 2025, sem considerar o que houve em 2024, quando vivemos um pico de desmatamento e degradação para a região Amazônica”, explica Maycon Castro, analista de meio ambiente do ORA.</p></blockquote>
<p>Para Arnaldo Carneiro, coordenador do observatório, a melhora atual se deve a uma combinação de fatores. “Existe um componente climático global e outro mais regional”, afirma. Além de condições climáticas menos extremas em 2025, o fortalecimento da fiscalização e do combate a atividades ilegais nos países membros foram decisivos para a queda.</p>
<h3>Vulnerabilidade em áreas protegidas</h3>
<p>O relatório dedica atenção especial aos territórios que funcionam como barreiras ecológicas, mas que sofreram pressões intensas recentemente:</p>
<p>Terras Indígenas: Em 2024, o desmatamento nessas áreas cresceu assustadores 820%. Em 2025, houve uma &#8220;inflexão importante&#8221; com queda de 76% no desmatamento, mas os índices ainda são o dobro do registrado em 2023.</p>
<p>Unidades de Conservação: Mostraram maior resiliência. O desmatamento, que havia subido 450% em 2024, recuou 82% no último ano, retornando praticamente aos patamares de dois anos atrás.</p>
<h3>Desafios estruturais permanecem</h3>
<p>Apesar dos números positivos de 2025, os especialistas alertam que a floresta ainda não está segura. O monitoramento sistemático é essencial para avaliar o impacto no clima e na biodiversidade, mas as causas da destruição continuam presentes.</p>
<blockquote><p>“A expansão da pecuária e a mineração ilegal continuam entre os principais vetores associados ao desmatamento e à degradação na região amazônica e as alterações climáticas agravam o processo”, adverte Arnaldo Carneiro.</p></blockquote>
<p>Para a OTCA, o cenário reforça a urgência de políticas integradas, como o manejo do fogo e a restauração ecológica, para proteger as populações locais e a estabilidade climática global.</p>
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		<title>Coletivo Mirí fortalece a proteção ambiental no nordeste do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 16:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Miri]]></category>
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		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/coletivo_Miri-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Coletivo Mirí, do nordeste do Pará, tem mostrado como a mobilização comunitária, liderada por jovens, pode gerar impactos concretos na conservação ambiental. Formado por moradores de Castanhal, o grupo atua na proteção do município e do Igarapé Mirí por meio de ações de educação ambiental, com objetivo de provocar práticas sustentáveis na região. A [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/coletivo_Miri-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Coletivo Mirí, do nordeste do Pará, tem mostrado como a mobilização comunitária, liderada por jovens, pode gerar impactos concretos na conservação ambiental. Formado por moradores de Castanhal, o grupo atua na proteção do município e do Igarapé Mirí por meio de ações de educação ambiental, com objetivo de provocar práticas sustentáveis na região.</p>
<p>A partir de iniciativas que integram cultura, arte e conscientização, o projeto desenvolve ações como o incentivo de atividades educativas com moradores, buscando reduzir impactos ambientais e estimular a conscientização da comunidade sobre os recursos naturais.</p>
<p>Como estratégia de fortalecimento da identidade local, o coletivo também utiliza expressões culturais do território, como o boi-bumbá, de forma integrada às ações socioambientais. Batizado de“Boi Mirí”, um espetáculo acontece anualmente, reunindo moradores de diferentes idades, abordando temas ligados ao meio ambiente e à realidade da comunidade.</p>
<p>Para Thalya Silva, coordenadora de projetos do coletivo, o Mirí nasceu do vínculo profundo de seus integrantes com o território e da preocupação com as mudanças observadas ao longo do tempo.</p>
<blockquote><p>“Vemos a degradação dos igarapés e a perda da memória biocultural. Diante desse cenário, nos organizamos com o objetivo de não apenas observar essas transformações, mas atuar diretamente na proteção do ambiente e no fortalecimento da comunidade”.</p></blockquote>
<h3>Protagonismo jovem fortalece o território</h3>
<p>Outra frente é a formação de jovens como agentes de transformação. Por meio de oficinas, encontros e atividades educativas, crianças e adolescentes são incentivados a assumir um papel ativo dentro da comunidade. A proposta é que deixem de ser apenas participantes e passem a atuar como multiplicadores de práticas sustentáveis.</p>
<blockquote><p>“Aos poucos notamos que os adolescentes e jovens estão participando mais das atividades, se envolvendo nas ações e assumindo um compromisso na comunidade. Um exemplo que me marcou é a entrada de um dos nossos membros na universidade. Isso mostra como esse trabalho tem impactado a vida deles, abrindo novos caminhos e possibilidades, além de servir de inspiração para outros que também começam a acreditar que podem chegar lá”, explicou Thalya.</p></blockquote>
<p>Para a coordenadora, os principais desafios para a proteção do igarapé Mirí estão relacionados às transformações no uso da terra e à mobilização comunitária.</p>
<blockquote><p>“Vemos um aumento do desmatamento, especialmente nas áreas de nascente, pelo avanço do agronegócio, comprometendo diretamente o equilíbrio ambiental do território. Ao mesmo tempo, o contexto social tem tornado mais complexa a participação dos moradores, já que o crescimento de posturas mais conservadoras dificulta o engajamento em ações coletivas e no diálogo sobre a importância do cuidado com o território”.</p></blockquote>
<h3>Reconhecimento e vontade de continuar</h3>
<p>Em 2023, Thalya foi a única jovem da região Norte a ser selecionada para concorrer ao prêmio Jovem Transformador 2023, da ONG internacional Ashoka, presente em mais de 100 países.</p>
<blockquote><p>“O reconhecimento do nosso trabalho fortalece o que estamos fazendo, mostra que estão nos enxergando para além da comunidade. Isso abre novos caminhos e passamos a ter mais visibilidade, facilitando o acesso a parcerias e oportunidades. Continuamos com o mesmo compromisso com a comunidade, principalmente com mulheres, adolescentes e jovens”, concluiu.</p></blockquote>
<p>Para conhecer mais sobre o Mirí ou entrar em contato basta procurar por @somosmiri nas redes sociais.</p>
<p><em>Fonte: Ipam</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
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		<title>Planos de gestão reforçam governança ambiental com participação social no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 17:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[planos de gestão de unidades de conservação]]></category>
		<category><![CDATA[planos de gestão de unidades de conservação no Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/20260406090230-GC00076127-F00298423-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A elaboração e atualização dos planos de gestão das unidades de conservação estaduais beneficiaram mais de 420 famílias de 13 comunidades paraenses ao longo do último ano. Realizadas pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio) e coordenadas pela Comissão de Planos de Manejo (Coplam), essas ações priorizam o aprimoramento técnico e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/20260406090230-GC00076127-F00298423-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A elaboração e atualização dos planos de gestão das unidades de conservação estaduais beneficiaram mais de 420 famílias de 13 comunidades paraenses ao longo do último ano. Realizadas pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio) e coordenadas pela Comissão de Planos de Manejo (Coplam), essas ações priorizam o aprimoramento técnico e a escuta ativa das comunidades tradicionais.</p>
<p>Na prática, o principal objetivo é equilibrar as necessidades e dinâmicas locais de desenvolvimento com as exigências legais de ordenamento territorial.</p>
<p>Uma das comunidades beneficiadas foi a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Vitória de Souzel, em Senador José Porfírio, que recebeu seis oficinas comunitárias, alcançando oito comunidades e 221 pessoas.</p>
<p>Lá, as discussões abordam as formas de garantir a gestão sustentável dos recursos naturais até como lidar com conflitos territoriais e expectativas em relação à regulamentação das atividades dentro da reserva. Para o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, a construção coletiva é essencial para garantir segurança jurídica e fortalecimento institucional, para que as lideranças vejam o poder público como parceiros.</p>
<blockquote><p>“Estamos valorizando o diálogo com as comunidades e garantindo que nossas unidades de conservação tenham instrumentos de gestão modernos, eficazes e socialmente construídos. Esse é um passo fundamental para proteger nossos recursos naturais e promover o desenvolvimento sustentável”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Já na região da Grande Belém, um dos principais destaques recentes foi a conclusão do plano de gestão da Área de Proteção Ambiental Ilha do Combu, aguardado há décadas e lançado em 2026.</p>
<h3>Participação social</h3>
<p>A analista ambiental Lorena Viana explica que o último ano foi marcado por avanços técnicos e ampla participação das comunidades, que estão se transformando em ações concretas para garantia de direitos dessas comunidades.</p>
<p>Ela destaca que entre os principais pontos levantados pelas comunidades estão a necessidade de regras claras para o uso do território, combate a ocupações irregulares e regulamentação de atividades como a pesca esportiva.</p>
<p>Já o diretor de Gestão e Monitoramento de Unidades de Conservação, Ellivelton Carvalho, comenta que os impactos das mudanças chegam ao dia a dia das populações locais.</p>
<blockquote><p>“Quando um plano chega consolidado, aprovado e construído de forma participativa, ele se torna uma ferramenta estratégica. Facilita a tomada de decisão, orienta o uso do território e dá mais segurança tanto para os gestores quanto para as comunidades”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Para 2026, o planejamento prevê a ampliação das ações, com o início de novos planos em unidades como o Refúgio de Vida Silvestre Rios São Benedito e Azul, em Jacareacanga, e o Parque Estadual das Árvores Gigantes da Amazônia, em Almeirim, consolidando a política de gestão das 29 áreas protegidas estaduais.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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