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	<title>destaque2 &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>destaque2 &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Festival Chocolat Xingu celebra o cacau da Amazônia em Altamira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:29:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Altamira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/chocolat_xingu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A 5ª edição do Festival Internacional do Chocolate e do Cacau de Altamira (Chocolat Xingu), acontece de 11 a 14 de junho, com abertura oficial nesta quinta às 19h, no Centro de Eventos Vilmar Soares, em Altamira (PA). São esperados mais de 100 mil visitantes. O foco do evento é  a valorização do cacau de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/chocolat_xingu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><ul>
<li>
<p data-path-to-node="1,0,0">A 5ª edição do Festival Internacional do Chocolate e do Cacau de Altamira (Chocolat Xingu), acontece de 11 a 14 de junho, com abertura oficial nesta quinta às 19h, no Centro de Eventos Vilmar Soares, em Altamira (PA).</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,3,0">São esperados mais de 100 mil visitantes.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,4,0">O foco do evento é  a valorização do cacau de origem da Amazônia e apoio a mais de 400 produtores locais por meio do Funcacau.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,5,0">Mais de 100 estandes, escultura de chocolate em tamanho real, Fórum do Cacau, Cozinha Show, Cozinha Kids, concursos e experiências sensoriais, são algumas das atrações</p>
</li>
</ul>
<p>Altamira recebe,  entre os dias 11 e 14 deste mês, a quinta edição consecutiva do Festival Internacional do Chocolate e do Cacau (Chocolat Xingu). O evento, que espera atrair mais de 100 mil visitantes, acontece no Centro de Eventos Vilmar Soares e tem sua abertura oficial programada para as 19h de quinta-feira.</p>
<p>Realizado em parceria entre a Prefeitura de Altamira e o Governo do Estado do Pará — por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) —, o festival tem como objetivo principal valorizar o cacau de origem produzido na região amazônica.</p>
<h3><strong>Apoio à cadeia produtiva</strong></h3>
<p>O festival é financiado pelo Funcacau (Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará), órgão coordenado pela Sedap. O fundo viabiliza a participação de mais de 400 produtores locais, cumprindo o papel de estimular e desenvolver a cadeia produtiva do cacau paraense. A organização geral do evento fica por conta da MVU Eventos, criadora da marca Chocolat Festival.</p>
<h3>Destaques da programação</h3>
<p>Durante os quatro dias de feira, o público poderá conferir de perto a versatilidade do cacau em diversas atividades:</p>
<ul>
<li>Feira de Negócios: Mais de 100 estandes com exposição e venda de chocolates e derivados, além de espaço para instituições públicas do setor.</li>
<li>Atividades Interativas: Espaço Cozinha Show, Cozinha Kids, concurso para eleger o melhor chocolate e experiências sensoriais.</li>
<li>Arte em Chocolate: Um atelier exclusivo onde será confeccionada uma escultura em tamanho real feita inteiramente de chocolate.</li>
<li>Conhecimento: Realização do Fórum do Cacau para debater a qualificação e o futuro da cacauicultura.</li>
</ul>
<p>Serviço: Na quinta-feira (11), o evento começa às 19h. De sexta a domingo, o acesso ao público é liberado a partir das 14h. A programação completa está disponível no site oficial da <a href="https://www.sedap.pa.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Sedap</a></p>
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		<item>
		<title>Semas inicia plano de capacitação para uso do SICAR+ do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:31:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[#Cadastro Ambiental Rural]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Capacitação do Sistema Sicar+]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/06/amazonia59-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará (Semas) inicia, nesta segunda-feira, 8, o Plano de Capacitação do Sistema Sicar+, voltado ao treinamento de técnicos, gestores municipais, usuários do sistema e equipes envolvidas na regularização ambiental rural. As inscrições podem ser feitas por meio do formulário disponível neste link. O Sicar+ [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/06/amazonia59-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará (Semas) inicia, nesta segunda-feira, 8, o Plano de Capacitação do Sistema Sicar+, voltado ao treinamento de técnicos, gestores municipais, usuários do sistema e equipes envolvidas na regularização ambiental rural. As inscrições podem ser feitas por meio do formulário disponível neste link.</p>
<p>O Sicar+ é a nova versão do Sistema de Cadastro Ambiental Rural do Pará, desenvolvida para modernizar e tornar mais eficiente a gestão das informações ambientais dos imóveis rurais. A plataforma reúne ferramentas para inscrição, retificação, análise e acompanhamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR), oferecendo mais agilidade, segurança e transparência aos processos de regularização ambiental no Estado.</p>
<p>A primeira etapa da programação será realizada em Belém, nos dias 8 e 9 de junho, em formato de workshop presencial voltado ao público geral. Durante os encontros, serão apresentadas as funcionalidades da plataforma e os procedimentos relacionados à inscrição, retificação e análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR).</p>
<p>Para o secretário-adjunto de Gestão e Regularidade Ambiental da Semas, Rodolpho Zahluth Bastos, a capacitação representa uma etapa importante para consolidar o novo sistema e ampliar a capacidade de atendimento às demandas da regularização ambiental no Estado.</p>
<blockquote><p>“O SICAR+ Pará é mais do que uma plataforma tecnológica. Ele é um instrumento de política pública que permite ao Estado avançar na regularização ambiental, apoiar os municípios, dar mais segurança aos produtores rurais e fortalecer o controle ambiental com base em informação qualificada”, destacou.</p></blockquote>
<p>As apresentações serão conduzidas por equipes técnicas da Diretoria de Geotecnologias e Regularização Ambiental (Digeo), da Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) e da EloGroup, parceiras na implantação e operacionalização do novo sistema.</p>
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		<title>STF dá prazo de 90 dias para plano de desocupação de terra indígena no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[desocupação]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Cachoeira Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/Terra-Indigena-TI-Cachoeira-Seca-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo  O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, determinou que o governo federal apresente em até 90 dias um plano para retirar invasores e ocupantes da Terra Indígena Cachoeira Seca, no Pará.  Embora o território tenha sido oficializado em 2016, a retirada dos invasores nunca foi concluída. Nos últimos dez anos, a área [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/Terra-Indigena-TI-Cachoeira-Seca-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo </em></p>
<ul>
<li><em> O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, determinou que o governo federal apresente em até 90 dias um plano para retirar invasores e ocupantes da Terra Indígena Cachoeira Seca, no Pará.</em></li>
<li><em> Embora o território tenha sido oficializado em 2016, a retirada dos invasores nunca foi concluída. Nos últimos dez anos, a área sofreu com novos focos de garimpo, extração ilegal de madeira, criação de gado e a abertura de quase 600 quilômetros de estradas clandestinas.</em></li>
<li><em> O avanço das invasões gerou uma crise de saúde mental entre o povo Arara, que é um grupo indígena de recente contato com a sociedade e possui alta vulnerabilidade.</em></li>
<li><em>O projeto do governo precisará detalhar datas, responsáveis pelas ações, indenizações para quem ocupou a terra de boa-fé e uma estratégia de proteção à saúde e à cultura dos Arara.</em></li>
</ul>
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, deu um prazo de 90 dias para que o governo federal apresente um plano detalhado para retirar invasores e ocupantes ilegais da Terra Indígena Cachoeira Seca, localizada no Pará.</p>
<p>A decisão atende a um pedido da Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), com o apoio da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Defensoria Pública da União (DPU).</p>
<p>O território, que possui mais de 733 mil hectares, abriga comunidades isoladas e de recente contato com a sociedade. Além da desocupação, Fachin ordenou a criação de um comitê especial de governança para acompanhar de perto a saúde, a proteção do território e a regularização dos limites da reserva.E</p>
<h3><strong>Explosão de crimes ambientais</strong></h3>
<p>Ao analisar a situação da reserva, o ministro destacou que já se passaram cerca de dez anos desde que a Terra Indígena Cachoeira Seca foi homologada (reconhecida oficialmente pelo governo), em 2016, sem que a desocupação total e o pagamento de indenizações aos ocupantes de boa-fé tivessem sido concluídos.</p>
<p>Nesse período, o cenário na região piorou drasticamente. Entidades especializadas relatam uma explosão de novas invasões, avanço do desmatamento, loteamentos ilegais, entrada de gado e atividades de garimpo e extração de madeira. Desde 2018, os invasores abriram 586 quilômetros de estradas clandestinas dentro do território. Todo esse impacto gerou um estado de emergência de saúde mental para o Povo Arara.</p>
<blockquote><p>“Para um povo de recente contato, a demora administrativa não é neutra”, alertou o ministro Edson Fachin. “Cada adiamento é um prolongamento da invasão, o que aprofunda o sofrimento coletivo e amplifica os riscos à vida, à saúde e à reprodução física e cultural do grupo.”</p></blockquote>
<h3>Como deverá ser o plano de desocupação</h3>
<p>A estratégia do governo federal terá que trazer um calendário claro e dividido por etapas, apontando quais órgãos públicos serão responsáveis por cada ação. O plano deve cobrir três pontos principais:</p>
<ul>
<li><strong>Prazos:</strong> Datas específicas para a retirada de invasores e grileiros.</li>
<li><strong>Indenizações</strong>: Pagamento dos moradores identificados pela Funai que ocupavam a área de boa-fé antes da demarcação.</li>
<li><strong>Proteção à saúde:</strong> Cuidados médicos e de segurança para o Povo Arara, considerando a baixa imunidade biológica e a vulnerabilidade social desse grupo, além de garantir o isolamento das comunidades que optaram por não ter contato com a sociedade.</li>
</ul>
<h3>Parque ambiental em Rondônia</h3>
<p>Na mesma decisão, o ministro cobrou agilidade do governo federal em outro processo. A União tem 15 dias para apresentar o cronograma atualizado de criação do Parque Nacional Tanaru, uma área de 8 mil hectares em Rondônia, na fronteira com a Bolívia.</p>
<p>A reserva foi autorizada pelo STF em setembro de 2025 para preservar a memória e a história do povo Tanaru. Fachin criticou o fato de que o decreto oficial de criação do parque deveria ter sido publicado em abril de 2026, mas o governo federal ainda não emitiu o documento.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Contra o fogo e a seca: País cria força-tarefa semanal para monitorar o El Niño</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/seca23-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resuno Órgãos federais e centros de pesquisa passam a se reunir toda semana (antes era a cada 45 dias) para monitorar o El Niño e coordenar ações preventivas no país. Enquanto no Sul, o risco principal é o aumento de chuvas severas e enchentes na primavera, no Norte e Nordeste, traze seca, calor e pressão [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/seca23-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resuno</em></p>
<ul>
<li><em> Órgãos federais e centros de pesquisa passam a se reunir toda semana (antes era a cada 45 dias) para monitorar o El Niño e coordenar ações preventivas no país.</em></li>
<li><em>Enquanto no Sul, o risco principal é o aumento de chuvas severas e enchentes na primavera, no Norte e Nordeste, traze seca, calor e pressão sobre os reservatórios e a agricultura..</em></li>
<li><em>O Ministério do Meio Ambiente mobilizou um recorde de 4.630 profissionais (entre brigadistas federais, servidores do Ibama e ICMBio) para atuar na prevenção e combate a incêndios florestais.</em></li>
<li><em>Serão R$ 555 milhões do Fundo Amazônia para equipar e capacitar os Corpos de Bombeiros dos estados da Amazônia Legal, Cerrado e Pantanal.</em></li>
<li><em>Especialistas alertam que o El Niño potencializa o clima extremo, mas o tamanho do estrago e dos desastres depende diretamente do nível de preparação das cidades.</em></li>
</ul>
<p>O governo federal e instituições de pesquisa científica decidiram intensificar o monitoramento do clima no País. Os encontros técnicos para avaliar o comportamento do El Niño, que antes ocorriam a cada 45 dias, agora serão semanais. A mudança visa agilizar o planejamento e antecipar respostas a eventos climáticos extremos em parceria com estados, municípios e a sociedade civil.</p>
<p>A força-tarefa reúne o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e a UFRJ. Além disso, o governo reativou a Sala de Situação sobre Incêndios Florestais, que engloba 13 ministérios e nove autarquias para gerenciar crises.</p>
<h3>Os impactos</h3>
<p>Segundo o Cemaden, o El Niño já está configurado no Oceano Pacífico, mas seus reflexos no território brasileiro aparecerão de forma gradual e com características diferentes em cada região.</p>
<p>O impacto na região Norte, como no Nordeste, deve ser sentido mais tarde, durante o verão e o outono de 2027. Nestas áreas, a tendência é inversa ao Sul: haverá forte redução das chuvas e alta nas temperaturas, o que pode provocar secas prolongadas, prejudicar a agricultura e baixar o nível dos reservatórios de água.</p>
<p>Especialistas ressaltam que o fenômeno, por si só, não causa desastres isolados.</p>
<blockquote><p>&#8220;O El Niño gera os extremos de chuvas. O desastre é a combinação desse volume de água com a falta de preparação das cidades&#8221;, explica José Marengo, coordenador-geral de pesquisa do Cemaden. Os cientistas monitoram o nível de aquecimento do Pacífico durante a primavera para determinar se o evento será moderado, forte ou se atingirá a categoria de &#8220;Super El Niño&#8221; (quando as águas ficam 2°C acima da média por vários meses).</p></blockquote>
<h3>Reforço no combate a incêndios</h3>
<p>Uma das principais preocupações do planejamento é o controle de queimadas florestais desencadeadas pelo tempo seco. Para 2026, o Ministério do Meio Ambiente ampliou o efetivo de combate: serão 4.630 profissionais em campo, sendo mais de 4,4 mil brigadistas contratados temporariamente e 220 servidores do Ibama e do ICMBio. O número supera o contingente de 2025.</p>
<p>A estrutura jurídica também foi antecipada com a publicação de uma portaria de emergência ambiental por risco de incêndios em áreas vulneráveis. A medida agiliza contratações emergenciais e ações preventivas antes do período mais crítico de seca. Todas as ações seguem as diretrizes da recém-criada Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo (PNMIF), que obriga a cooperação entre governo federal, estados, proprietários rurais e cientistas.</p>
<h3>Investimentos estruturais</h3>
<p>Apesar do alerta ligado para os próximos meses, os dados mais recentes trazem um cenário de melhora no curto prazo. Levantamento do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (Lasa/UFRJ) mostra que a área total queimada no Brasil em 2025 caiu 39% na comparação com a média dos sete anos anteriores. A redução de focos de incêndio foi de 91% no Pantanal, 75% na Amazônia, 58% na Mata Atlântica e 45% no Pampa.</p>
<p>Para consolidar essa queda e preparar as frentes de defesa contra o El Niño, o governo federal destinou R$ 555 milhões provenientes do Fundo Amazônia. O recurso está sendo aplicado na compra de equipamentos pesados e no treinamento de equipes dos Corpos de Bombeiros militares nos estados que compõem a Amazônia Legal, o Cerrado e o Pantanal.</p>
<p><em>Fonte: g1</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Plano nacional quer transformar o Brasil em referência global de cacau sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[#ceplac]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260319194512-GC00075626-F00295139-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou o Plano Inova Cacau 2030, com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva do cacau. O foco está em aumentar a produtividade, melhorar a qualidade do produto, elevar a renda dos produtores e consolidar o Brasil como origem sustentável nos mercados interno e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260319194512-GC00075626-F00295139-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li>
<p data-path-to-node="3,0,0"><em>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou o <b data-path-to-node="3,0,0" data-index-in-node="118">Plano Inova Cacau 2030, </b>com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva do cacau.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="3,1,0"><em>O foco está em aumentar a produtividade, melhorar a qualidade do produto, elevar a renda dos produtores e consolidar o Brasil como origem sustentável nos mercados interno e externo.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="3,2,0"><em>A liderança do plano será da <b data-path-to-node="3,2,0" data-index-in-node="42">Ceplac</b> (<strong>Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira),</strong> que cuidará da articulação entre instituições, consolidação de dados e elaboração de relatórios.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="3,4,0"><em>O avanço do plano seguirá diretrizes aprovadas em 2023 e será acompanhado continuamente por metas e indicadores, com divulgação periódica de relatórios para garantir o acesso à informação.</em></p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>De olho no mercado global, o Brasil deu a largada oficial rumo ao futuro da produção de <strong>chocolate sustentável.</strong> O Ministério da Agricultura (Mapa) publicou nesta semana a portaria que institui o <b data-path-to-node="6,0" data-index-in-node="181">Plano Inova Cacau 2030</b>, estabelecendo as diretrizes de governança e monitoramento que vão guiar a cadeia produtiva nos próximos quatro anos.</p>
<p>O <strong>Plano Inova Cacau 2030</strong> tem como objetivo promover o <strong>desenvolvimento sustentável</strong> da cadeia produtiva do cacau, com foco na elevação da produtividade, na melhoria da qualidade, na ampliação da renda dos produtores e no fortalecimento da posição do Brasil como origem sustentável no mercado nacional e internacional.</p>
<p>A execução do plano seguirá as diretrizes, os eixos estratégicos, as metas e os indicadores previstos no documento técnico aprovado em 2023, que poderá ser atualizado periodicamente, sem prejuízo dos objetivos e da estrutura da iniciativa.</p>
<p>A coordenação do plano será exercida pela <strong>Ceplac </strong>(<strong>Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira</strong>), responsável pela articulação interinstitucional, consolidação de informações e indicadores, apoio ao funcionamento das instâncias de governança e elaboração de relatórios periódicos de acompanhamento.</p>
<p>A participação de órgãos e entidades públicas, bem como de instituições privadas, ocorrerá de forma voluntária, mediante instrumentos jurídicos apropriados e em conformidade com a legislação vigente, sem geração automática de obrigações ou compromissos financeiros.</p>
<p>De acordo com a Portaria, o <strong>Plano Inova Cacau 2030</strong> será objeto de monitoramento contínuo, com base em metas e indicadores, e deverá assegurar a elaboração e a divulgação periódica de relatórios de acompanhamento, observadas as normas de transparência e acesso à informação.</p>
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		<title>Pará inicia convocação de empresas para manejo sustentável na Flota do Paru </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:35:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[concessão florestal sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Flota do Paru]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20930_67537c73-9155-59d7-14ff-6c43e6172d17-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo  O governo do Pará convocou as empresas vencedoras da licitação para assumir o manejo sustentável nas Florestas Estaduais do Paru e do Iriri. As empresas têm até 60 dias para apresentar os documentos e assinar os contratos de concessão. Serão concedidas seis Unidades de Manejo Florestal (UMFs). A Flota do Paru terá mais de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20930_67537c73-9155-59d7-14ff-6c43e6172d17-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-path-to-node="1,0,0"><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li data-path-to-node="1,0,0"><em> O governo do<strong> Pará</strong> convocou as empresas vencedoras da licitação para assumir o manejo sustentável nas <strong>Florestas Estaduais do Paru e do Iriri.</strong></em></li>
<li>
<p data-path-to-node="1,1,0"><em>As empresas têm até 60 dias para apresentar os documentos e assinar os contratos de concessão.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,2,0"><em>Serão concedidas seis <strong>Unidades de Manejo Florestal</strong> (<strong>UMFs</strong>). A<strong> Flota do Paru</strong> terá mais de 426 mil hectares sob concessão, e a<strong> Flota do Iriri</strong> destinará mais da metade de sua área ao projeto.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,3,0"><em>Permitir a exploração econômica controlada de madeira e serviços florestais, gerando emprego sem comprometer a preservação da<strong> Amazônia</strong>.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,4,0"><em>Após a assinatura, as empresas realizarão inventários técnicos e deverão obter as licenças ambientais para operar.</em></p>
</li>
</ul>
<p>O governo do <strong>Pará</strong> iniciou oficialmente a convocação das empresas vencedoras da<a href="https://ideflorbio.pa.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/09.Relatorio-Circunstanciado-Concorrencia-001-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Concorrência Pública nº 001/2026</a> para assumir o manejo sustentável em áreas das F<strong>lorestas Estaduais do Paru e do Irir</strong>i, no oeste do estado.</p>
<p>Considerada uma das maiores concessões florestais do Brasil, a iniciativa integra a política estadual de uso sustentável das florestas públicas, aliando exploração econômica controlada, preservação ambiental e geração de emprego e renda na <strong>Amazônia.</strong></p>
<p>O aviso de convocação foi publicado pelo <strong>Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará</strong> (<strong>Ideflor-Bio</strong>) no <a href="https://www.ioepa.com.br/portal/#2" target="_blank" rel="noopener">Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira, 26</a>, após a homologação do resultado da concorrência pública. O documento, assinado pelo presidente do órgão, Nilson Pinto de Oliveira, estabelece prazo de até 60 dias para que as empresas apresentem a documentação necessária antes da assinatura dos contratos.</p>
<figure id="attachment_42997" aria-describedby="caption-attachment-42997" style="width: 452px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-42997" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-27-112642.png" alt="" width="452" height="391" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-27-112642.png 452w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-27-112642-300x260.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-27-112642-150x130.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-27-112642-450x389.png 450w" sizes="(max-width: 452px) 100vw, 452px" /><figcaption id="caption-attachment-42997" class="wp-caption-text">Trecho do Diário Oficial do Estado (DOE) de terça-feira, 26, que cita a convocação. Foto: IOEPA</figcaption></figure>
<p>As empresas habilitadas serão responsáveis pela gestão de seis Unidades de Manejo Florestal (UMFs), distribuídas entre as duas florestas estaduais. Na <strong>Floresta Estadual do Paru,</strong> foram convocadas as empresas Arapuã Florestal Ltda, vencedora das UMFs VIa e VIIIa; MCS Agroflorestal e Construção Civil Ltda, vencedora da UMF X; e TMBR Serviços Florestais Eireli, responsável pela UMF XI.</p>
<p>Já na <strong>Floresta Estadual do Irir</strong>i, localizada em Altamira, foram habilitadas as empresas Cichelero Indústria, Comércio e Exportação de Madeiras Ltda, vencedora da UMF I, e Curuá Florestal Ltda, vencedora da UMF II.</p>
<p>Segundo o<strong> IDEFLOR-Bio</strong>, o modelo de concessão prevê o manejo sustentável de produtos madeireiros, não madeireiros e serviços florestais, seguindo critérios técnicos e ambientais definidos em edital. A proposta permite o uso econômico da floresta de forma controlada, sem comprometer a conservação ambiental das áreas concedidas.</p>
<h3>Manejo sustentável</h3>
<p>A<strong> Floresta Estadual do Paru</strong> é considerada uma das maiores áreas de conservação de uso sustentável em floresta tropical do planeta e abriga a maior árvore já identificada na<strong> Amazônia</strong>. A unidade possui mais de 3,6 milhões de hectares e abrange os municípios de Alenquer, Óbidos, Prainha, Monte Alegre e Almeirim.</p>
<p>De acordo com o plano de manejo da unidade, cerca de <strong>985 mil hectares</strong> apresentam viabilidade econômica para produção de madeira. Desse total, mais de<strong> 426 mil hectares</strong> foram destinados à concessão florestal por meio de licitação pública, concentrados nos municípios de Almeirim, Alenquer e Monte Alegre.</p>
<p>O zoneamento ambiental da floresta estabelece diferentes níveis de intervenção. As áreas concedidas estão classificadas como de moderada intervenção, onde o manejo sustentável é permitido mediante regras rígidas de exploração, monitoramento e controle ambiental.</p>
<h3>Corredor ecológico</h3>
<p><strong>A Floresta Estadual do Iriri</strong> possui aproximadamente<strong> 440 mil hectares</strong> e está inserida no corredor ecológico da BR-163, cercada por unidades de conservação e terras indígenas. Mais da metade da área da unidade foi destinada ao manejo florestal empresarial sustentável.</p>
<p>O governo do <strong>Pará</strong> afirma que o modelo segue as diretrizes da Lei de <strong>Gestão de Florestas Públicas e do Sistema Nacional de Unidades de Conservação</strong> (<strong>SNUC)</strong>, permitindo que atividades econômicas sejam desenvolvidas dentro das florestas públicas sob controle do Estado e com exigências ambientais específicas.</p>
<p>Após a apresentação da documentação e assinatura dos contratos, as empresas deverão iniciar as etapas preparatórias para operação nas áreas concedidas, incluindo planejamento técnico, inventário florestal e obtenção de autorizações ambientais. A expectativa é que as atividades avancem gradualmente conforme o prazo prescrito após a formalização dos contratos.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-consolida-maior-concessao-para-manejo-florestal-sustentavel-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pará consolida maior concessão para manejo florestal sustentável do Brasil</strong></a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/estudo-destaca-potencial-das-concessoes-florestais-para-manejo-sustentavel-no-brasil-indonesia-e-congo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Estudo destaca potencial das concessões florestais para manejo sustentável no Brasil, Indonésia e Congo</strong></a></p>
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		<title>Campanha fortalece sustentabilidade no Marajó contra os impactos da crise climática</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/campanha-fortalece-sustentabilidade-no-marajo-contra-os-impactos-da-crise-climatica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 16:34:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Enfrentamento Climático]]></category>
		<category><![CDATA[gestores pelo clima]]></category>
		<category><![CDATA[Marajó unido pelo clima]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Fonte_-Lirio-Moraes_Angola-Comunicacao.heic-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O encontro &#8220;Gestores pelo Clima&#8221;, nesta sexta-feira, 29, em Soure, lança a campanha “Marajó Unido pelo Clima”, reunindo prefeituras, governos estadual e federal, além da sociedade civil.  A articulação envolve inicialmente os municípios paraenses de Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari, com o objetivo de criar uma rede intermunicipal de governança climática no Marajó [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Fonte_-Lirio-Moraes_Angola-Comunicacao.heic-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O encontro &#8220;Gestores pelo Clima&#8221;, nesta sexta-feira, 29, em Soure, lança a campanha “Marajó Unido pelo Clima”, reunindo prefeituras, governos estadual e federal, além da sociedade civil.</em></li>
<li><em style="font-size: 14px;"> A articulação envolve inicialmente os municípios paraenses de Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari, com o objetivo de criar uma rede intermunicipal de governança climática no Marajó Oriental.</em></li>
<li><em style="font-size: 14px;">O arquipélago do Marajó é uma das regiões mais expostas à crise climática no país. Moradores locais já sofrem com cheias severas, secas, erosão costeira e falta de água potável, o que prejudica a produção de alimentos e a mobilidade.</em></li>
<li><em style="font-size: 14px;">A campanha integra o Projeto Marajó Resiliente e busca transformar diagnósticos em políticas públicas de sustentabilidade.</em></li>
</ul>
<p>Diante da urgência das transformações ambientais, lideranças municipais, estaduais, federais e a sociedade civil se unem nesta sexta-feira, 29, em Soure, no encontro <b data-path-to-node="2,0" data-index-in-node="165">&#8220;Gestores pelo Clima&#8221;</b>. O evento marca o lançamento oficial da campanha <b data-path-to-node="2,0" data-index-in-node="236">“Marajó Unido pelo Clima”</b>, uma articulação estratégica para blindar e fortalecer os municípios de Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari contra os impactos severos das mudanças climáticas na região.</p>
<p>O arquipélago do <strong>Marajó</strong> é considerado uma das regiões mais vulneráveis às mudanças climáticas no Brasil; e suas comunidades já sentem esses impactos, principalmente aquelas que dependem diretamente dos rios, da floresta e da produção agroecológica para sobreviver.</p>
<p>Entre os principais problemas já relatados e com registros oficiais estão cheias mais intensas, períodos de seca, erosão costeira e dificuldades no acesso à água potável — fatores que têm afetado a produção de alimentos, a mobilidade e a qualidade de vida.</p>
<p>A iniciativa faz parte das ações do<strong> Projeto Marajó Resiliente</strong>, que tem o objetivo de partir do diagnóstico para a ação, desenvolvendo estratégias de adaptação climática no território.</p>
<blockquote><p>“A campanha nasce com o objetivo de mobilizar gestores públicos e comunidades do Marajó para uma resposta mais assertiva e integrada aos impactos das mudanças climáticas, a partir dos municípios de Cachoeira do Arari, Salvaterra e Soure. Buscamos dar visibilidade aos compromissos já assumidos pelos gestores e fortalecer sua atuação e o papel essencial que desempenham na agenda climática”, afirma Lanna Peixoto, coordenadora técnica do Marajó Resiliente.</p></blockquote>
<p>Ao todo, a programação contará com debates sobre estratégias de adaptação climática, criação de mecanismos de governança e fortalecimento de políticas públicas voltadas à sustentabilidade do arquipélago. A expectativa é criar uma rede intermunicipal de governança climática no Marajó Oriental.</p>
<p>Além das discussões institucionais, a campanha também pretende valorizar experiências já existentes no território, como os sistemas agroflorestais liderados por mulheres, comunidades tradicionais e quilombolas. A proposta é mostrar que a adaptação climática pode gerar benefícios ambientais, sociais e econômicos ao mesmo tempo.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DYAp7yhtzCw/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DYAp7yhtzCw/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Marajó Resiliente (@marajoresiliente)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>A secretária municipal de Meio Ambiente de Cachoeira do Arari, Nazaré Amador, afirma que a união entre os municípios é fundamental para enfrentar os problemas ambientais que atingem o arquipélago.</p>
<blockquote><p>“A importância deste evento é nos apoiar a instituir a governança climática local de forma articulada. Voz uníssona dos três municípios em defesa de seus territórios fragilizados pela erosão costeira, inundações severas, potabilidade da água, desflorestamentos e desigualdades, visando soluções que amparem a resiliência climática no Arquipélago do Marajó”, finaliza.</p></blockquote>
<p>O evento é promovido pela Fundação Avina, pelo Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) e pelas prefeituras dos três municípios marajoaras. Também participam representantes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Fórum Permanente Estadual de Secretários Municipais de Meio Ambiente (Fopesmma), da Secretaria Adjunta de Gestão de Águas e Clima do Pará e da Agência de Cooperação Alemã (GIZ).</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/agricultores-de-portel-investem-em-viveiros-agroflorestais-para-enfrentar-crise-climatica-no-marajo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Agricultores de Portel investem em viveiros agroflorestais para enfrentar crise climática no Marajó</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/breves-recebe-mutirao-de-reflorestamento-apos-avanco-de-queimadas-no-marajo/" target="_blank" rel="noopener">Breves recebe mutirão de reflorestamento após avanço de queimadas no Marajó</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/viveiros-no-marajo-promovem-recuperacao-de-areas-degradadas-e-geram-renda/" target="_blank" rel="noopener">Viveiros no Marajó promovem recuperação de áreas degradadas e geram renda</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Em quarto leilão, Eco Invest Brasil destrava R$ 13,2 bi para bioeconomia e Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/em-quarto-leilao-eco-invest-brasil-destrava-r-132-bi-para-bioeconomia-e-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:53:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Eco Invest]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=42939</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/bioeconomia8-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O Eco Invest Brasil divulgou os resultados do seu quarto leilão, mobilizando R$ 13,2 bilhões em investimentos Os recursos serão destinados a bioeconomia, turismo sustentável e infraestrutura, com foco na Amazônia Legal (quase 70% do total) O Eco Invest Brasil lançou seu quinto leilão em maio de 2026, com foco em inovação tecnológica e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/bioeconomia8-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><em><strong>Resumo</strong></em></p>
<ul class="[li_&amp;]:mb-0 [li_&amp;]:mt-1 [li_&amp;]:gap-1 [&amp;:not(:last-child)_ul]:pb-1 [&amp;:not(:last-child)_ol]:pb-1 list-disc flex flex-col gap-1 pl-8 mb-3">
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2"><em>O <strong>Eco Invest Brasil</strong> divulgou os resultados do seu <strong>quarto leilão</strong>, mobilizando <strong>R$ 13,2 bilhões</strong> em investimentos</em></li>
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2"><em>Os recursos serão destinados a <strong>bioeconomia</strong>, <strong>turismo sustentável</strong> e <strong>infraestrutura</strong>, com foco na <strong>Amazônia Legal</strong> (quase 70% do total)</em></li>
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2">O <strong>Eco Invest Brasil</strong> lançou seu <strong>quinto leilão</strong> em maio de 2026, com foco em <strong>inovação tecnológica</strong> e <strong>transição energética</strong></li>
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2">A edição prevê seis fundos de inovação: <strong>fertilizantes verdes</strong>, <strong>sistemas de baterias</strong>, <strong>minerais críticos</strong>, <strong>biocombustíveis</strong>, <strong>química verde</strong> e <strong>inteligência artificial</strong></li>
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2"><em>O mecanismo utilizado é o <strong>blended finance</strong>: cada real público catalisa quatro reais em investimentos totais</em></li>
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2"><em>Vencedores: <strong>Banco do Brasil</strong>, <strong>BTG Pactual</strong>, <strong>Bradesco</strong> e <strong>ABC Brasil</strong></em></li>
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2"><em>O programa acumula mais de <strong>R$ 140 bilhões mobilizados</strong> em quatro leilões e reúne <strong>13 instituições financeiras</strong> credenciadas</em></li>
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2"><em>O leilão é o primeiro alinhado ao <strong>Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio)</strong>, lançado durante a <strong>COP30</strong>, em Belém</em></li>
</ul>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O programa <strong>Eco Invest Brasil</strong> anunciou nesta segunda-feira (25/5) os resultados do seu <strong>quarto leilão</strong>, o primeiro a incorporar os pilares do <strong>Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio)</strong>. A iniciativa deve mobilizar <strong>R$ 13,2 bilhões</strong> em investimentos nos setores de <strong>bioeconomia</strong>, <strong>turismo sustentável</strong> e <strong>infraestrutura</strong> — com quase <strong>R$ 9 bilhões</strong> destinados à <strong>Amazônia Legal</strong>.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Oito instituições financeiras participaram do leilão — seis privadas (ABC Brasil, Bradesco, BTG Pactual, Citibank, Itaú e Santander) e dois bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa). Ao final, foram homologados <strong>R$ 3,1 bilhões</strong> em <strong>capital catalítico</strong> da linha principal. Os vencedores foram <strong>Banco do Brasil, BTG Pactual, Bradesco e ABC Brasil.</strong></p>
<h3>Quinto leilão pode mobilizar R$ 55 bi</h3>
<p>Também nesta segunda-feira, o <strong>Eco Invest Brasi</strong>l lançou seu <strong>quinto leilão,</strong> voltado desta vez para projetos de inovação tecnológica ligados à transição energética e à sustentabilidade. A nova edição prevê a criação de seis fundos de inovação, nas áreas de <strong>fertilizantes verdes</strong>, <strong>sistemas de baterias</strong>,<strong> minerais críticos,</strong> <strong>biocombustíveis,</strong> <strong>química verde</strong> e <strong>inteligência artificial.</strong></p>
<p>A primeira rodada está prevista para julho, segundo Rogério Ceron, secretário-executivo do Ministério da Fazenda. Se houver propostas em todas as áreas, o leilão pode se tornar o maior da história do programa, com potencial de alcançar <strong>R$ 55 bilhões</strong> em investimentos.</p>
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Como funciona o mecanismo</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O modelo adotado pelo programa é o chamado <strong>blended finance</strong>: o <strong>Tesouro Nacional</strong> empresta recursos às instituições financeiras à taxa de <strong>1% ao ano</strong>, com a exigência de que cada real público seja acompanhado por no mínimo <strong>três reais de capital privado</strong> — dos quais ao menos <strong>60%</strong> devem vir de <strong>investidores estrangeiros</strong>. Na prática, cada real público alavanca <strong>quatro reais</strong> em investimentos totais.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Dos R$ 13,2 bilhões previstos, <strong>R$ 7,2 bilhões</strong> devem ser captados no <strong>mercado externo</strong> e <strong>R$ 2,9 bilhões</strong> no <strong>mercado interno</strong>. O <strong>Banco do Brasil</strong> lidera a captação estrangeira, com <strong>R$ 3,9 bilhões</strong> previstos — mais da metade do capital externo do leilão.</p>
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Foco na Amazônia</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A concentração de investimentos do quarto leilão na <strong>Amazônia Legal</strong> — quase <strong>70% do total</strong> — é resultado direto das regras do leilão, que exigiram que todos os recursos de <strong>infraestrutura</strong> fossem direcionados à região, além de reservar ao menos <strong>um quarto</strong> de qualquer carteira ao bioma.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Dos R$ 9 bilhões previstos para a Amazônia, cerca de <strong>90%</strong> — ou <strong>R$ 7,9 bilhões</strong> — irão para infraestrutura nas áreas de <strong>energia</strong>, <strong>saneamento</strong>, <strong>conectividade</strong> e <strong>logística de baixo carbono</strong>. Os recursos restantes se dividem entre <strong>bioeconomia</strong> (9,9%) e <strong>turismo sustentável</strong> (2,6%).</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Para <strong>comunidades indígenas</strong>, <strong>povos tradicionais</strong> e <strong>agricultores familiares</strong> estão reservados <strong>R$ 1,9 bilhão</strong>, voltados à <strong>sociobioeconomia</strong>. A <strong>bioindustrialização</strong> receberá <strong>R$ 2 bilhões</strong>, a <strong>recuperação produtiva</strong> e o <strong>manejo florestal</strong>, R$ 527,6 milhões, e o <strong>turismo</strong>, cerca de R$ 900 milhões.</p>
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">R$ 140 bilhões mobilizados</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Com os quatro leilões realizados, o <strong>Eco Invest Brasil</strong> acumula mais de <strong>R$ 140 bilhões mobilizados</strong> e reúne <strong>13 instituições financeiras</strong> credenciadas. O programa integra o <strong>Novo Brasil – Plano de Transformação Ecológica</strong> e tem como objetivo atrair <strong>capital privado</strong> nacional e internacional para projetos com impacto econômico, social e ambiental.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>STF valida lei que reduz área do Parque do Jamanxim para a construção da Ferrogrão</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/stf-valida-lei-que-reduz-area-do-parque-do-jamanxim-para-a-construcao-da-ferrograo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 14:27:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[ferrogrão]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional do Jamanxim]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Parque-Nacional-do-Jaminxim-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por maioria de votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou nesta quinta-feira, 21, constitucional a lei que reduz os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará. A medida visa viabilizar a construção da Ferrogrão, ferrovia que ligará a região Norte ao Mato Grosso. A decisão ocorreu um dia depois que a Câmara dos Deputados, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Parque-Nacional-do-Jaminxim-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Por maioria de votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou nesta quinta-feira, 21, constitucional a lei que reduz os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará. A medida visa viabilizar a construção da Ferrogrão, ferrovia que ligará a região Norte ao Mato Grosso.</p>
<p>A decisão ocorreu um dia depois que a Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/camara-aprova-projeto-que-altera-limites-da-floresta-nacional-do-jamanxim-no-para/" target="_blank" rel="noopener">o projeto de lei 2.486/2026, que altera os limites da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim</a>; e cria a Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim. A Flona e o parque são vizinhos. A primeira fica em Novo Progresso e segundo em Itaituba.</p>
<p>A decisão no STF ocorreu no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6553, movida pelo PSOL.</p>
<p>O partido contestava a Lei 13.452/2017 — fruto da conversão da Medida Provisória (MP) 758/2016 —, argumentando que a redução de reservas ambientais exige lei formal desde a sua origem, além de apontar retrocesso na proteção ao meio ambiente.</p>
<p>Prevaleceu o entendimento do relator, ministro Alexandre de Moraes, que não identificou irregularidades no processo legislativo nem retrocesso ambiental, destacando que a obra ainda depende de todas as licenças dos órgãos competentes. O Plenário também autorizou o Executivo a compensar a área retirada do parque por meio de decreto.</p>
<p>Acompanharam o relator os ministros Cristiano Zanin, André Mendonça, Nunes Marques, Luiz Fux, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e o ministro aposentado Luís Roberto Barroso. A ministra Cármen Lúcia não votou por estar ausente.</p>
<h3>Divergências</h3>
<p>O ministro Flávio Dino divergiu parcialmente ao sugerir condicionantes para reforçar garantias ambientais e proteger populações locais, mas suas propostas não foram acolhidas pela maioria.</p>
<p>Já o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, foi o único a votar pela total inconstitucionalidade da lei, defendendo que o uso de MP viola as exigências constitucionais para a redução de áreas protegidas.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/camara-aprova-projeto-que-altera-limites-da-floresta-nacional-do-jamanxim-no-para/" target="_top">Câmara aprova projeto que altera limites da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará</a></strong></p>
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		<title>Plano preventivo tenta blindar rios da Amazônia contra nova seca em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:25:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Painel de Monitoramento das Hidrovias]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Seca-no-amazonas-Rafa-Neddermeyer-Agencia-Brasil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Após as secas históricas registradas em 2023 e 2024, o governo federal antecipou ações para reduzir os efeitos de uma possível nova estiagem na Amazônia em 2026. As medidas incluem planejamento de dragagens, manutenção hidroviária, reforço da sinalização náutica e avaliação permanente das condições de navegabilidade para evitar prejuízos ao transporte de passageiros, ao abastecimento [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Seca-no-amazonas-Rafa-Neddermeyer-Agencia-Brasil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Após as secas históricas registradas em 2023 e 2024, o governo federal antecipou ações para reduzir os efeitos de uma possível nova estiagem na Amazônia em 2026. As medidas incluem planejamento de dragagens, manutenção hidroviária, reforço da sinalização náutica e avaliação permanente das condições de navegabilidade para evitar prejuízos ao transporte de passageiros, ao abastecimento de cidades e ao fluxo de cargas na região Norte.</p>
<p>Rios como o Amazonas e o Solimões registraram níveis críticos nos últimos anos, comprometendo a navegação e afetando diretamente a mobilidade e o abastecimento de municípios da região.</p>
<p data-path-to-node="3">Uma das principais novidades para este ano é o lançamento do Painel de Monitoramento das Hidrovias, uma ferramenta da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação (SNHN). O sistema vai centralizar dados hidrológicos e alertas operacionais em tempo real, servindo como bússola para decisões rápidas sobre dragagem e logística durante eventos climáticos extremos.</p>
<p data-path-to-node="4">Para o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, a agilidade é a única forma de proteger a população.</p>
<blockquote><p>“Estamos atuando de forma preventiva para reduzir os impactos de uma possível nova seca na região. Fortalecer o acompanhamento das hidrovias e preparar previamente as ações operacionais é fundamental para garantir abastecimento, mobilidade e segurança à população que depende dos rios no dia a dia”, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Secas históricas e impactos no Norte</h3>
<p>Durante todo o ano de 2024, mais da metade dos municípios da Amazônia Legal esteve sob seca. Uma análise exclusiva da InfoAmazonia, baseada nos dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (<span class="tooltip-block">Cemaden</span>), revela que, dos 772 municípios da região, 459 (59,5%) sofreram com o problema climático de 1º de janeiro a 31 de dezembro daquele ano.</p>
<p>Em Itacoatiara (AM), o Rio Amazonas chegou a atingir 83 centímetros em 2024. Em Parintins (AM), os níveis chegaram a 1,9 metro, menor marca registrada em 49 anos.</p>
<p>Além das dificuldades logísticas, a estiagem provocou isolamento de comunidades ribeirinhas e indígenas e aumentou os desafios de abastecimento em municípios dependentes do transporte hidroviário em toda a Amazônia.</p>
<p>Segundo especialistas, eventos climáticos extremos, associados ao aumento da temperatura global e à influência do fenômeno El Niño, têm ampliado os períodos de seca na Amazônia e aumentado os desafios para a navegação na região.</p>
<h3>Monitoramento e planejamento</h3>
<p>Para ampliar a atuação durante períodos críticos, o MPor e o Dnit vêm reforçando o planejamento das intervenções hidroviárias em pontos considerados estratégicos para a navegação. As ações incluem acompanhamento técnico contínuo das cotas dos rios, definição antecipada de trechos prioritários para dragagem e articulação com operadores logísticos da região Norte.</p>
<p>Segundo o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, a atuação preventiva é essencial para reduzir prejuízos à população amazônica.</p>
<blockquote><p>“A Amazônia depende diretamente dos rios para garantir abastecimento, mobilidade e integração regional. Por isso, o governo federal vem atuando de forma preventiva, com acompanhamento contínuo das condições de navegabilidade e planejamento das ações necessárias para reduzir impactos à população e à logística da região”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O diretor de Gestão Hidroviária, Eliezé Bulhões, destacou que a integração de dados e o acompanhamento técnico contínuo devem ampliar a rapidez das respostas operacionais em períodos críticos.</p>
<blockquote><p>“As secas dos últimos anos mostraram a importância de ampliar o acompanhamento técnico das hidrovias e antecipar respostas operacionais. Com maior integração das informações e monitoramento contínuo, será possível identificar pontos críticos com mais rapidez e fortalecer as ações voltadas ao transporte de passageiros, cargas e abastecimento das comunidades amazônicas”, destacou.</p></blockquote>
<p>De acordo com o diretor do Dnit, Edme Tavares, o governo federal possui atualmente contratos permanentes de manutenção hidroviária, o que amplia a capacidade de atuação em comparação aos anos anteriores.</p>
<blockquote><p>“Hoje temos uma estrutura mais preparada para agir preventivamente. Os contratos em vigor permitem maior planejamento das intervenções necessárias para manter a navegabilidade e reduzir impactos logísticos e sociais na região amazônica”, concluiu.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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