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	<title>desmatmento &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>desmatmento &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Desmatamento na Amazônia caiu 31% nos últimos dez meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[degradação florestal]]></category>
		<category><![CDATA[desmatmento]]></category>
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		<category><![CDATA[Sistema de Alerta de Desmatamento da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/amazonia9-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O desmatamento na Amazônia caiu 31% entre agosto de 2025 e maio de 2026, somando 1.949 km² devastados (uma redução de 876 km² em comparação ao período anterior). Apesar da queda no acumulado, o mês de maio registrou uma alta de 6% no desmate em relação ao ano passado, com 313 km² de floresta [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/amazonia9-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-path-to-node="0,0,0"><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li data-path-to-node="0,0,0"><em>O desmatamento na Amazônia caiu 31% entre agosto de 2025 e maio de 2026, somando 1.949 km² devastados (uma redução de 876 km² em comparação ao período anterior).</em></li>
<li>
<p data-path-to-node="0,1,0"><em>Apesar da queda no acumulado, o mês de maio registrou uma alta de 6% no desmate em relação ao ano passado, com 313 km² de floresta perdida (o equivalente a mais de 1.000 campos de futebol por dia).</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="0,2,0"><em>O Pará liderou a destruição em maio (34%), seguido por Mato Grosso (29%) e Amazonas (19%). Juntos, os três concentraram 82% do desmatamento do mês.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="0,3,0"><em>Cidades paraenses como Altamira e Itaituba, além da Unidade de Conservação APA Triunfo do Xingu, figuram entre as áreas mais críticas e pressionadas pelo desmate.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="0,4,0"><em>A degradação florestal (causada por queimadas e extração de madeira) despencou 93% no acumulado do calendário e 94% apenas no mês de maio. Mato Grosso concentrou 78% da degradação residual.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="0,5,0"><em>Pesquisadores do Imazon alertam para a necessidade de manter a fiscalização nos próximos meses devido à chegada do &#8220;verão amazônico&#8221;, período mais seco e quente que favorece incêndios e desmate.</em></p>
</li>
</ul>
<p>Com aproximadamente dois meses para o fechamento do chamado “calendário do desmatamento”, que vai de agosto de um ano a julho do ano seguinte, a Amazônia registrou uma redução de 31% na derrubada das suas florestas. Em dez meses, entre agosto de 2025 e maio de 2026, foram desmatados 1.949 km², o que representa 876 km² a menos do que no mesmo período do calendário anterior, quando foram perdidos 2.825 km².</p>
<p>Apesar da queda, a área devastada no intervalo mais recente ainda supera a extensão territorial da cidade de São Paulo.</p>
<p>Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) da Amazônia, do instituto de pesquisa Imazon, que utiliza imagens de satélite para monitorar mensalmente a floresta desde 2008.</p>
<p>A organização também usa o calendário do desmatamento, que considera o período de agosto a julho devido às condições climáticas da região, marcadas por chuvas intensas e elevada cobertura de nuvens durante parte do ano.</p>
<blockquote><p>“O levantamento demonstra que o calendário segue apresentando tendência de queda. Faltando apenas dois meses para o seu fechamento, é fundamental garantir a continuidade das ações de controle do desmate, para que essa trajetória de diminuição seja mantida”, comenta Carlos Souza Jr., pesquisador do Imazon.</p></blockquote>
<p>Apesar da baixa registrada no acumulado do calendário, quando analisado isoladamente, o mês de maio apresentou aumento da destruição. Foram registrados 313 km² de floresta devastada, uma alta de 6% em relação a maio de 2025, quando 295 km² foram perdidos.</p>
<p>O território afetado em maio deste ano equivale à perda de mais de 1.000 campos de futebol por dia.</p>
<h3>Pará lidera a devastação em maio</h3>
<p>Entre os nove estados da Amazônia brasileira, o Pará liderou a devastação no mês de maio, sendo responsável por 34% da redução de vegetação. Em seguida, aparecem Mato Grosso, com 29%, e Amazonas, com 19%. Juntos, os três estados concentraram 82% de toda a destruição detectada na Amazônia Legal no mês.</p>
<p>Sozinho, o Pará derrubou 107 km² de floresta em maio. O estado também acumula três dos dez municípios amazônicos que mais desmataram no período: Altamira (40 km²), Itaituba (16 km²) e São Félix do Xingu (7 km²). Outros três municípios estão localizados em Mato Grosso, três no Amazonas e um no Maranhão.</p>
<blockquote><p>“Agir nos municípios críticos é essencial para combater o desmatamento, principalmente aqueles que aparecem com frequência nos rankings das maiores áreas de floresta perdidas na Amazônia”, afirma Raíssa Ferreira, pesquisadora do Imazon.</p></blockquote>
<h3>Pará tem cinco das dez UCs mais desmatadas</h3>
<p>Entre as Unidades de Conservação, cinco das dez que mais desmataram estão em solo paraense também. O destaque vai para a unidade que liderou a lista, a Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, que registrou 13 km² de desmate em maio. Esse território equivale à perda de mais de 41 campos de futebol por dia ao longo do mês.</p>
<blockquote><p>“A APA Triunfo do Xingu vem sofrendo pressão do desmatamento e recorrentemente aparece na lista das unidades de conservação mais desmatadas. Para combater o crime ambiental nessa e em outras unidades de conservação da Amazônia, é preciso fortalecer ainda mais a atuação dos órgãos ambientais, com ações contínuas de proteção na unidade, combatendo invasões ilegais e outras ameaças”, explica Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon.</p></blockquote>
<h3>Degradação florestal cai 93% no calendário do desmatamento</h3>
<p>A degradação florestal, fenômeno ocasionado por queimadas e pela extração de madeira, atingiu 2.376 km² de vegetação entre agosto de 2025 e maio de 2026. Esse número representa uma baixa de 93% em comparação com o mesmo intervalo anterior, entre agosto de 2024 e maio de 2025, quando 34.520 km² foram impactados pela prática.</p>
<p>A porcentagem de redução foi ainda mais significativa em maio de 2026, com queda de 94% em comparação com a registrada no mesmo mês de 2025. A área degradada passou de 679 km² no período anterior para 40 km² no mais recente. Mato Grosso concentrou a maior parte da prática e, sozinho, foi responsável por 78% de toda a extensão degradada em maio na Amazônia.</p>
<blockquote><p>“O Calendário do Desmatamento mostrou, até o momento, uma baixa significativa da degradação florestal na Amazônia. Esses dados são importantes, tendo em vista que estamos entrando no chamado verão amazônico, etapa do ano mais propícia à ocorrência de incêndios florestais, à exploração madeireira e ao desmatamento, em razão da condição climática mais seca e quente. É preciso manter essa tendência de queda nos próximos meses”, comenta Manoela Athaide, pesquisadora do Imazon.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Imazon</em></p>
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		<title>Incêndios na Amazônia fazem degradação florestal aumentar 329%, entre agosto e março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 13:52:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[degradação florestal]]></category>
		<category><![CDATA[desmatmento]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/queimadas_santarem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As áreas desmatadas da Amazônia registraram um aumento de 17,8% nos primeiros oito meses do chamado “calendário do desmatamento”, intervalo que vai de agosto de um ano a julho do ano seguinte por causa do regime de chuvas no bioma. No mesmo período, os incêndios que atingiram fortemente a região fizeram a degradação florestal subir mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/queimadas_santarem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As áreas desmatadas da Amazônia registraram um aumento de 17,8% nos primeiros oito meses do chamado “calendário do desmatamento”, intervalo que vai de agosto de um ano a julho do ano seguinte por causa do regime de chuvas no bioma. No mesmo período, os incêndios que atingiram fortemente a região fizeram a degradação florestal subir mais de 329%,</p>
<p>Conforme dados do monitoramento por imagens de satélite do Instituto de Pesquisa Imazon, a degradação florestal, <span style="font-weight: 400;">ocasionada pelas queimadas e extração madeireira,</span> passou de 7.925 km² de agosto de 2023 a março de 2024 para 34.013 km² de agosto de 2024 a março de 2025.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em março deste ano houve uma redução de 90% em relação ao mesmo mês do ano passado, que havia registrado o maior índice da série histórica para o período, de 2.120 km².  O Pará foi o responsável por 91% da degradação registrada em março, com 188 km²</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-34205 aligncenter" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Serie-historica-da-degradacao-em-marco-300x181.png" alt="" width="638" height="385" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Serie-historica-da-degradacao-em-marco-300x181.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Serie-historica-da-degradacao-em-marco-150x91.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Serie-historica-da-degradacao-em-marco-450x272.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Serie-historica-da-degradacao-em-marco.png 637w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></p>
<p>O Imazon aponta que esse aumento foi causado principalmente pelas extensas áreas atingidas por queimadas em setembro e outubro de 2024. Em decorrência desses incêndios, a degradação florestal entre agosto de 2024 e março de 2025 também representou o maior índice da série histórica, iniciada em 2008.</p>
<blockquote><p>&#8220;O crescimento observado em 2025 é um sinal de alerta. Estamos em uma janela de tempo que pode permitir a reversão desse cenário, onde as chuvas são mais frequentes na região. Logo, os distúrbios na floresta não são tão intensos quando comparamos com os meses mais secos, como de junho a outubro. Por isso, é preciso agir com urgência”, destaca a pesquisadora do Imazon Larissa Amorim.</p></blockquote>
<p>O desmatamento é a remoção total ou quase total da cobertura vegetal, geralmente para dar lugar a outras atividades, como a agropecuária. Já a degradação florestal refere-se a um processo que afeta a floresta de forma parcial, reduzindo sua capacidade de fornecer serviços ecossistêmicos e sua biodiversidade.</p>
<h3>Desmatamento</h3>
<p>De acordo com o Imazon, o desmatamento na Amazônia passou de 1.948 km² entre agosto de 2023 e março de 2024 para 2.296 km² entre agosto de 2024 e março de 2025, uma área maior do que Palmas, a capital do Tocantins.</p>
<p>Apenas em março de 2025, o desmatamento da Amazônia atingiu 167 km², uma alta de 35% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram destruídos 124 km².</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-34206 aligncenter" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Serie-historica-do-Calendario-do-Desmatamento-Agosto-a-Marco-300x152.png" alt="" width="795" height="403" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Serie-historica-do-Calendario-do-Desmatamento-Agosto-a-Marco-300x152.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Serie-historica-do-Calendario-do-Desmatamento-Agosto-a-Marco-150x76.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Serie-historica-do-Calendario-do-Desmatamento-Agosto-a-Marco-450x228.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Serie-historica-do-Calendario-do-Desmatamento-Agosto-a-Marco.png 761w" sizes="(max-width: 795px) 100vw, 795px" /></p>
<p>Os três estados líderes em destruição em março &#8211; Mato Grosso, com 65 km² perdidos (39%); Amazonas, com 39 km² (23%); e Pará, com 29 km² (17%) &#8211; concentraram 80% de toda a destruição registrada na Amazônia no mês.</p>
<p>Entre os municípios, o campeão de desmatamento do mês passado foi Apuí, no Amazonas, com 15 km² destruídos, seguido de perto por Itaituba, no Pará, com 13 km² devastados — 45% do detectado em solo paraense.</p>
<p>As duas unidades de conservação mais desmatadas em março ficam no Pará: a Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós, que teve 7 km² destruídos, o equivalente a 700 campos de futebol, e a APA do Lago de Tucuruí, com 1 km² de devastação.</p>
<blockquote><p>“Esses dados indicam uma concentração significativa da pressão em locais específicos, que devem ser prioridade na montagem de estratégias de combate e fiscalização”, observa Manoela Athaide, pesquisadora do Imazon.</p></blockquote>
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