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	<title>Desmatamento na amazônia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Desmatamento na amazônia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pará reduz alertas de desmatamento em quase 50% no 1º trimestre de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/up_ag_21257_94cf1d09-55a9-0b05-6102-13ef2711d7d1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará registrou uma queda de quase 50% nos alertas de desmatamento no primeiro trimestre de 2026. Os dados do Deter, sistema do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que sinalizam alertas de desmatamento em tempo real, seguem a tendência da Amazônia, que registrou seu segundo menor número da série histórica no primeiro trimestre deste [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/up_ag_21257_94cf1d09-55a9-0b05-6102-13ef2711d7d1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará registrou uma queda de quase 50% nos alertas de desmatamento no primeiro trimestre de 2026. Os dados do Deter, sistema do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que sinalizam alertas de desmatamento em tempo real, seguem a tendência da Amazônia, que registrou seu segundo menor número da série histórica no primeiro trimestre deste ano.</p>
<p>No início de 2026, a Amazônia sofreu a derrubada de 399,59 km² de floresta, número que só perde para os registros de 2017, onde  a destruição foi correspondente a 233,64 km² destruídos. Vale lembrar que, tradicionalmente, os primeiros meses do ano registram números menores devido ao período chuvoso, também chamado de &#8216;inverno amazônico&#8217;. Entretanto, os dados seguem reforçando uma tendência positiva para a região, fruto de ações coordenadas para o controle do desmatamento.</p>
<p>Os alertas do Deter ajudam a conduzir operações contra crimes ambientais, pois permite acompanhar de perto as tendências nas derrubadas em todos os períodos do ano. Então quando falamos que o Pará registrou 498 alertas no primeiro semestre do ano contra 982 no último trimestre de 2025, vemos uma queda numérica expressiva que pode revelar ainda mais detalhes sobre a dinâmica do desmatamento no estado.</p>
<h3>Devastação orquestrada</h3>
<p>Apesar do recuo expressivo, o Pará segue como principal foco do desmatamento na Amazônia Legal, mantendo ampla liderança em relação aos demais estados. Desta forma, a dinâmica que indica diminuição no ritmo também aponta para uma reorganização no panorama da devastação em diferentes períodos.</p>
<p>Nos dois períodos em questão, o perfil dos alertas também permanece praticamente o mesmo, com liderança do desmatamento com solo exposto, estágio mais avançado da supressão florestal. Esse tipo somou 438 registros no início de 2026, frente a 939 no trimestre anterior, acompanhando a queda geral, mas mantendo sua forte participação.</p>
<p>Já no recorte municipal, os dados mostram redução no volume de ocorrências e pequenas mudanças no ranking, mas com permanência de municípios historicamente críticos.</p>
<p>No fim de 2025, os municípios de Pacajá, Senador José Porfírio e São Félix do Xingu lideravam os registros. Por outro lado, Itaituba e Altamira lideram os alertas de 2026, seguidos por Prainha, Novo Progresso e São Félix do Xingu.</p>
<h3>Estabilidade perigosa</h3>
<p>Embora os números gerais sejam positivos, o grande perigo está na análise de alerta em áreas protegidas, onde o cenário também se mantém estável. A Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós lidera os alertas emitidos no nos dois períodos: são 14 alertas no fim de 2025 e 15 no início de 2026. Já outras unidades importantes como a como a Floresta Nacional do Jamanxim seguem na mira das mais pressionadas, relevando que o cuidado e a fiscalização nas APAs precisa ser constante e ininterrupto.</p>
<p>Ao todo, há diversos motivos para comemorar pela queda nos alertas, embora no Pará, essa comemoração necessite ser usada como combustível para garantir na manutenção (e avanço) desses índices, visto que a região continua pressionada constantemente, em especial no entorno de áreas protegidas e municípios historicamente ligados a devastação..</p>
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		<title>Desmatamento na Amazônia recua 11% e registra menor taxa em 11 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 20:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/up_ag_21257_94cf1d09-55a9-0b05-6102-13ef2711d7d1-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O desmatamento na Amazônia Legal caiu 11% entre agosto de 2024 e julho de 2025, segundo dados apresentados nesta quinta-feira (30), pelo governo federal. Com 5.796 km² atingidos, o número é o terceiro menor da série histórica do Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). De acordo com o Prodes, que mede a taxa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/up_ag_21257_94cf1d09-55a9-0b05-6102-13ef2711d7d1-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O desmatamento na Amazônia Legal caiu 11% entre agosto de 2024 e julho de 2025, segundo dados apresentados nesta quinta-feira (30), pelo governo federal. Com 5.796 km² atingidos, o número é o terceiro menor da série histórica do Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).</p>
<p>De acordo com o Prodes, que mede a taxa de desmate por satélite em um período anual &#8211; que vai de agosto de um ano a julho do ano seguinte -, a redução é a quarta consecutiva, após oito anos sem trégua de aumento. É o menor número em 11 anos e o terceiro menor da série histórica, iniciada em 1988.</p>
<p>O Pará acompanhou a tendência de queda do bioma, com  2.098 km² desmatados, um recuo de 12,40% em relação ao ano passado, embora seja o estado que responde pela maior taxa de desmate no bioma (36,2%).</p>
<p>Para a ministra Marina Silva, as reduções refletem o fortalecimento das ações de fiscalização e a retomada da governança ambiental, com a reativação de planos de controle do desmatamento e queimadas em todos os biomas.</p>
<blockquote><p>“Isso é fundamental para que o País contribua ao enfrentamento à mudança do clima em nível global, o que beneficia diretamente a vida dos brasileiros e brasileiras, que já enfrentam, em diferentes medidas, os impactos crescentes do aquecimento global em forma de eventos extremos”, disse.</p></blockquote>
<p>A ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou que o anúncio, feito a poucos dias da COP30, em Belém, reforça o papel do Brasil no debate climático global.</p>
<blockquote><p>“Estamos fazendo o dever de casa. Nossos resultados e metas cumpridas mostram que o país tem credibilidade e liderança para propor soluções no enfrentamento à crise climática”, disse.</p></blockquote>
<p>Segundo o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, as ações de combate ao desmatamento aumentaram 81% nos últimos três anos em relação ao período de 2020 a 2022. Também houve crescimento de 63% no valor das multas e de 51% no número de embargos, com aumento de 49% na <span style="font-weight: 400;">área</span> embargada. O reforço nas operações resultou em 25.226 fiscalizações, 12.410 autos de infração e 12.219 apreensões de bens e produtos ilegais.</p>
<blockquote><p>“Houve um aumento expressivo nos esforços e resultados, o que demonstra a eficácia das ações integradas de combate aos crimes ambientais”, afirmou Agostinho.</p></blockquote>
<p>Além disso, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) também reforçou sua atuação, realizando 312 ações de fiscalização, 1.301 autos de infração e 816 embargos em unidades de conservação federais.</p>
<blockquote><p>“Isso só foi possível, graças a novos investimentos, à formação de fiscais especializados e a um plano de ação estratégico. As ações são perenes: estamos fortalecendo a proteção das áreas e removendo com rigor quem invade e grila terras federais”, disse o presidente do ICMBio, Mauro Pires.</p></blockquote>
<h3><strong>Mais monitoramento </strong></h3>
<p>O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João Paulo Capobianco, destacou a parceria com a Polícia Federal e o Incra em investigações sobre grilagem e incêndios, além do uso de embargos remotos via imagens de satélite. Segundo ele, o trabalho conjunto gera respostas mais rápidas e embasa políticas públicas com dados concretos.</p>
<p>Essas medidas estão alinhadas à Resolução nº 5.193 do Conselho Monetário Nacional, que determina que, a partir de janeiro de 2026, instituições financeiras deverão consultar os dados do Prodes antes de liberar crédito rural, assegurando que o financiamento não beneficie áreas com desmate ilegal.</p>
<p>O diretor de Clima e Sustentabilidade do MCTI, Osvaldo Moraes, revelou que o monitoramento já resultou no bloqueio de R$ 6 bilhões em operações de crédito.</p>
<blockquote><p>“Integrar o controle ambiental ao sistema financeiro é um passo decisivo. A mensagem é clara: não haverá espaço para quem insiste em práticas que destroem o meio ambiente”, destacou.</p></blockquote>
<h3>Municípios engajados</h3>
<p>A ministra do Meio Ambiente lembrou que nos municípios que aderiram ao programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia (UcM), criado em 2023, a queda chegou a 65,5%. Entre os estados, o único índice negativo foi registrado em Mato Grosso, onde houve aumento de 25% do desmatamento.</p>
<p>O programa, que conta com R$ 826 milhões em investimentos, destina recursos à criação de escritórios locais de meio ambiente, capacitação técnica e aquisição de equipamentos.</p>
<blockquote><p>“Muitos municípios não tinham qualquer estrutura. Levamos tecnologia, pessoal qualificado e condições reais de atuação”, afirmou Marina.</p></blockquote>
<h3>Degradação em alerta</h3>
<p>Apesar dos avanços, especialistas alertam para o aumento da degradação florestal, quando a vegetação é comprometida gradualmente, sem o corte raso total. Segundo o Inpe, o índice saltou de 7% em 2022 para 38% em 2025.</p>
<blockquote><p>“Se não fosse pelo fogo e pela seca extrema, teríamos registrado o menor índice de corte raso da história. Mas há uma mudança na lógica da destruição, o maquinário está sendo substituído pelo fogo”, observou Capobianco.</p></blockquote>
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		<title>Operação Curupira desarticula ação de desmatamento em Altamira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 19:52:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Altamira]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Curupira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/up_ag_43778_21dc8884-28fa-ba81-eae0-96bbbee00ec7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Na última quarta-feira, 17, em Castelo dos Sonhos, distrito de Altamira, equipes da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), da Segurança Pública e da Agência de Defesa Agropecuária (Adepará) desarticularam 14 acampamentos ilegais e encontraram dez pessoas, nesses abrigos, recrutadas para trabalhar no desmatamento. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/up_ag_43778_21dc8884-28fa-ba81-eae0-96bbbee00ec7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Na última quarta-feira, 17, em Castelo dos Sonhos, distrito de Altamira, equipes da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), da Segurança Pública e da Agência de Defesa Agropecuária (Adepará) desarticularam 14 acampamentos ilegais e encontraram dez pessoas, nesses abrigos, recrutadas para trabalhar no <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-cai-36-na-amazonia-entre-janeiro-e-abril-mas-e-o-terceiro-maior-desde-2008/" target="_blank" rel="noopener">desmatamento</a>.</p>
<p>Segundo <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/alertas-de-desmatamento-na-amazonia-tem-pior-fevereiro-da-serie-historica-aponta-inpe/" target="_blank" rel="noopener">dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais</a> (Inpe), de 2012 a 2019, Altamira foi o município brasileiro que registrou as maiores áreas desmatadas da Amazônia Legal. Agora, o Governo do Pará está trabalhando para evitar novos casos e preservar as áreas naturais, garantindo a biodiversidade local.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19735" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/up_ag_43778_693715bd-3cee-86bc-5133-88f32ee14325.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/up_ag_43778_693715bd-3cee-86bc-5133-88f32ee14325.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/up_ag_43778_693715bd-3cee-86bc-5133-88f32ee14325-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/up_ag_43778_693715bd-3cee-86bc-5133-88f32ee14325-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/up_ag_43778_693715bd-3cee-86bc-5133-88f32ee14325-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/up_ag_43778_693715bd-3cee-86bc-5133-88f32ee14325-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<blockquote><p>“Na região, ainda considerada sensível e que requer toda a atenção, o modus operandi predominante é mobilizar pessoas para ficarem em acampamentos e só saírem após derrubar toda a área”, revela Amanda Moura, técnica em Gestão Ambiental.</p></blockquote>
<p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/operacao-curupira-apreende-mais-de-500-toras-de-madeira-em-novo-progresso/" target="_blank" rel="noopener">Operação Curupira</a> está em andamento há quase 100 dias desde que a primeira base permanente foi estabelecida no município de São Félix do Xingu. As cidades de Novo Progresso e Altamira também receberam bases permanentes para as operações que abrangem toda a região.</p>
<p>Durante esse período, nas três bases, 14 pessoas foram presas por cometer crimes ambientais e quase 200 maquinários foram apreendidos e/ou desativados.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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		<title>Desmatamento na Amazônia triplica em março e Pará é o segundo estado mais devastado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 18:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento na amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
		<category><![CDATA[PrevisIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Christian-Braga-Greenpeace-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A devastação da floresta amazônica triplicou em março e fez o primeiro trimestre de 2023 fechar com a segunda maior área desmatada em pelo menos 16 anos. Segundo o monitoramento por imagens de satélite do Imazon, implantado em 2008, foram derrubados 867 km² nos três primeiros meses deste ano. O Pará foi o segundo estado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Christian-Braga-Greenpeace-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A devastação da floresta amazônica triplicou em março e fez o primeiro trimestre de 2023 fechar com a segunda maior área desmatada em pelo menos 16 anos. Segundo o monitoramento por imagens de satélite do Imazon, implantado em 2008, foram derrubados 867 km² nos três primeiros meses deste ano.</p>
<p>O Pará foi o segundo estado que mais destruiu a Amazônia, concentrando 27% de toda a <a href="https://www.paraterraboa.com/tecnologia/para-usara-tecnologia-aplicada-no-peru-para-rastrear-garimpo-ilegal-e-enviar-alertas-de-desmatamento/" target="_blank" rel="noopener">derrubada na região</a>. No estado, a devastação passou de 33 km² em março de 2022 para 91 km² em março de 2023, um aumento de 176%. O campeão no aumento do desmatamento foi o Amazonas, onde a devastação saltou de 12 km² em março de 2022 para 104 km² em março de 2023, uma alta de 767%.</p>
<p>No total, a área devastada no Brasil equivale à perda de quase mil campos de futebol por dia de mata nativa. Essa destruição só não foi maior do que a registrada em 2021, quando foram postos abaixo 1.185 km² de floresta de janeiro a março. Cenário que mostra o quanto é preciso adotar com urgência ações de proteção aos territórios mais pressionados.</p>
<p>Em março, oito dos nove estados que compõem a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mesmo-com-aumento-da-fiscalizacao-desmatamento-segue-em-alta-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">Amazônia Legal</a> apresentaram aumento no desmatamento, com exceção do Amapá. Com isso, 42% do desmatamento previsto pela plataforma <a href="https://imazon.org.br/imprensa/desmatamento-na-amazonia-em-2023-pode-passar-dos-11-mil-km%C2%B2-se-seguir-o-ritmo-atual-estima-previsia/" target="_blank" rel="noopener">PrevisIA</a> para o período de agosto de 2022 a junho de 2023, de 11.805 km², já ocorreu.</p>
<blockquote><p>“Os governos federal e dos estados precisam agir em conjunto para evitar que a devastação siga avançando, principalmente em áreas protegidas e florestas públicas não destinadas. Há casos graves como o da unidade de conservação APA Triunfo do Xingu, no Pará, que perdeu uma área de floresta equivalente a 500 campos de futebol apenas em março. Será preciso também não deixar impune os casos de desmatamentos ilegais e apropriação de terras públicas”, alerta o pesquisador Carlos Souza Jr., do Imazon.</p></blockquote>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18508" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-de-janeiro-a-marco-2008-a-2023-Linha.png" alt="" width="1038" height="700" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-de-janeiro-a-marco-2008-a-2023-Linha.png 1038w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-de-janeiro-a-marco-2008-a-2023-Linha-300x202.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-de-janeiro-a-marco-2008-a-2023-Linha-1024x691.png 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-de-janeiro-a-marco-2008-a-2023-Linha-768x518.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-de-janeiro-a-marco-2008-a-2023-Linha-150x101.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-de-janeiro-a-marco-2008-a-2023-Linha-450x303.png 450w" sizes="(max-width: 1038px) 100vw, 1038px" /></p>
<p>Apenas em março deste ano, o Imazon detectou 344 km² de desmatamento na Amazônia, um aumento de 180% em relação à março de 2022, quando foram derrubados 123 km². Foi o segundo pior março desde o início do monitoramento, em 2008.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18509" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-em-marco-2008-a-2023-Linha.png" alt="" width="1030" height="707" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-em-marco-2008-a-2023-Linha.png 1030w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-em-marco-2008-a-2023-Linha-300x206.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-em-marco-2008-a-2023-Linha-1024x703.png 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-em-marco-2008-a-2023-Linha-768x527.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-em-marco-2008-a-2023-Linha-150x103.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Desmatamento-na-Amazonia-em-marco-2008-a-2023-Linha-450x309.png 450w" sizes="(max-width: 1030px) 100vw, 1030px" /></p>
<h3>Os municípios no Pará que mais desmataram</h3>
<p>Os municípios paraenses com a situação mais crítica foram Altamira (31 km²), Moju (10 km²) e Novo Progresso (9 km²), que somaram 55% de toda a devastação ocorrida no Pará. Já entre as áreas protegidas, os destaques negativos foram para a APA Triunfo do Xingu e para a APA do Tapajós, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-lidera-ranking-de-pistas-de-pouso-dentro-de-terras-indigenas-e-unidades-de-conservacao/" target="_blank" rel="noopener">unidades de conservação</a> estaduais que perderam, respectivamente, áreas de floresta equivalentes a 500 e a 300 campos de futebol apenas em março. Elas foram a primeira e a segunda UCs mais destruídas na Amazônia no mês.</p>
<blockquote><p>“Nem os municípios e nem essas unidades de conservação são novidade nos rankings de desmatamento. São territórios que enfrentam pressões históricas em suas florestas, onde é preciso ter atenção especial nas ações de conservação”, lembra Bianca Santos, pesquisadora do Imazon.</p></blockquote>
<p>Veja <a href="https://imazon.org.br/publicacoes/sistema-de-alerta-de-desmatamento-sad-marco-de-2023/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> os dados de março<br />
Entenda o monitoramento do Imazon <a href="https://imazon.org.br/publicacoes/faq-sad/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></p>
<p><em>Fonte: Imazon</em></p>
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		<title>Área sob alerta de desmate na Amazônia Legal em fevereiro já é a maior registrada para o mês</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/confirmado-area-sob-alerta-de-desmate-na-amazonia-legal-em-fevereiro-ja-e-a-maior-registrada-para-o-mes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 20:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[alertas de desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento na amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/up_ag_21257_94cf1d09-55a9-0b05-6102-13ef2711d7d1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Dados divulgados nesta sexta-feira, 3, pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostram que o acumulado de alertas de desmatamento na Amazônia Legal até o dia 24 de fevereiro de 2023 foi de 291 km². Conforme o Pará Terra Boa adiantou, antes mesmo dos números do Inpe serem fechados para o mês, fevereiro já tinha registrado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/up_ag_21257_94cf1d09-55a9-0b05-6102-13ef2711d7d1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Dados divulgados nesta sexta-feira, 3, pelo <a href="http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/app/dashboard/alerts/legal/amazon/aggregated/#" target="_blank" rel="noopener">Instituto de Pesquisas Espaciais</a> (Inpe), mostram que o acumulado de alertas de desmatamento na Amazônia Legal até o dia 24 de fevereiro de 2023 foi de 291 km². Conforme o <strong>Pará Terra Boa</strong> adiantou, antes mesmo dos números do Inpe serem fechados para o mês, fevereiro já tinha registrado uma <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/antes-mesmo-de-acabar-fevereiro-ja-bate-recorde-de-alertas-de-desmate-na-amazonia-para-o-mes/" target="_blank" rel="noopener">taxa recorde de desmate</a>, sendo apontados 209 km² até o dia 17 de fevereiro.</p>
<p>Ainda de acordo com os novos dados divulgados pelo Inpe, no último mês, o Pará foi o segundo estado com maiores índices de desmatamento registrados, cerca de 45 km². A maior taxa foi do Mato Grosso, com 145 km² de área desmatada.</p>
<figure id="attachment_16431" aria-describedby="caption-attachment-16431" style="width: 417px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-16431" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/desmate_grafico-300x247.png" alt="" width="417" height="343" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/desmate_grafico-300x247.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/desmate_grafico-150x123.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/desmate_grafico.png 400w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /><figcaption id="caption-attachment-16431" class="wp-caption-text">Fonte: Deter/Inpe</figcaption></figure>
<p>A Amazônia Legal corresponde a 59% do território brasileiro, e engloba a área total de 8 estados (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) e parte do Maranhão.</p>
<h3>Queda em janeiro deve ser vista com cautela</h3>
<p>Especialistas já apontavam que os números do Inpe para este ano deveriam ser interpretados com cautela, visto que janeiro registrou uma alta cobertura de nuvens e uma consequente queda nos números do período, que agora se vê refletida numa alta em fevereiro.</p>
<p>Como publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong>, no primeiro mês do ano, o acumulado de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-na-amazonia-cai-61-em-janeiro-em-comparacao-com-o-mesmo-periodo-de-2022-diz-inpe/" target="_blank" rel="noopener">alertas de desmatamento</a> foi de 167 km², uma queda de 61% em relação ao mesmo período de 2022. Houve diminuição também em relação a dezembro de 2022, que registrou 229 km² derrubados.</p>
<p>O Pará também foi o segundo estado que mais desmatou em janeiro, com 32 km², perdendo apenas para o Mato Grosso (69 km²).</p>
<blockquote><p>&#8220;O aumento da área desmatada nos primeiros dias de fevereiro deve ser interpretado com cautela. Tivemos um aumento de nuvens em janeiro e o Deter pode estar detectando em fevereiro desmatamentos que ocorreram no mês passado&#8221;, alertou Daniel Silva, especialista em Conservação do WWF-Brasil, ao g1.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/tecnologia/drone-com-sensor-que-evita-emissao-de-carbono-e-desmatamento-esta-sendo-desenvolvido-no-para/" target="_blank" rel="noopener">Drone com sensor que evita emissão de carbono e desmatamento está sendo desenvolvido no Pará</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/combate-a-pobreza-pode-contribuir-para-reduzir-o-desmatamento-no-brasil-estudo-afirma-que-sim/" target="_blank" rel="noopener">Combate à pobreza pode contribuir para reduzir o desmatamento no Brasil? Estudo afirma que sim</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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