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	<title>desmatamento ilegal &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>desmatamento ilegal &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Operação do Ibama revela esquema com mais de 20 madeireiras fantasmas no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 15:15:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Maravalha]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/fc185a1b-c8e7-4872-b61a-fa2ed4ed3dea-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As primeiras fases da Maravalha, megaoperação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) contra o desmatamento e o comércio ilegais de madeira na Amazônia, revelou que revoltou um esquema onde pelo menos 21 madeireiras no Pará possuem indícios de atuar como empresas fantasmas ou de fachada. A operação foi realizada em seis municípios: Senador José [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/fc185a1b-c8e7-4872-b61a-fa2ed4ed3dea-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As primeiras fases da Maravalha, megaoperação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) contra o desmatamento e o comércio ilegais de madeira na Amazônia, revelou que revoltou um esquema onde pelo menos 21 madeireiras no Pará possuem indícios de atuar como empresas fantasmas ou de fachada. A operação foi realizada em seis municípios: Senador José Porfírio, Trairão, Moju, Pacajá, São Miguel do Guamá e Anapu.</p>
<p>Entretanto, segundo apuração da Folha de S. Paulo, aponta que o problema pode revelar outras formas de fraude, visto que segundo oficiais de empregabilidade no Brasil apontam que 55 das 66 madeireiras (equivalente a 83%) autuadas ao longo da operação na Amazônia não têm nenhum trabalhador registrado. Na prática, comendo crimes trabalhistas e ambientais de diversos tipos.</p>
<p>O Ibama aponta que as empresas autuadas comercializavam madeira de origem ilegal, esquentando notas fiscais e créditos florestais, gerando comprovantes de plantio e manejo regular. Entretanto, no Pará, pelo menos 8 empresas não possuem estrutura física para a atuação, enquanto outras 13 possuem indícios de atuação de fachada.</p>
<p>As fases da operação ocorridas no estado, realizadas entre fevereiro e março deste ano, resultaram na apreensão de 15 mil m³ de madeira irregular e na aplicação de R$ 110 milhões em multas.</p>
<p>Em um ofício enviado ao Ministério Público do Trabalho, o Ibama alega suspeitar da &#8220;utilização de mão de obra informal e precarizada, bem como a operação de &#8216;estabelecimentos de fachada&#8217; destinada à entrega fictícia de créditos florestais&#8221;.</p>
<blockquote><p>“As declarações identificadas durante a Operação Maravalha sugerem que irregularidades ambientais frequentemente se articulam com outras formas de ilegalidade, incluindo potenciais visíveis de direitos trabalhistas”, afirma o órgão, em outra nota técnica.</p></blockquote>
<p>Os agentes afirmam ainda que sofreram tentativas de suborno durante a passagem pelo Pará. Em Anapu, por exemplo, um fazendeiro teria oferecido R$ 100 mil ao agente para tentar não ser multado, mas acabou preso em flagrante.</p>
<p>A operação continua nos estados da Amazônia Legal, sua fase mais recente foi realizada no final de abril, no estado do Amazonas. Foram aplicados mais de R$ 2,6 milhões em multas, na região da BR-319.</p>
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		<title>O que as bolsas de grife da Europa têm a ver com a destruição da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 13:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[couro]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra Indígena Apiterewa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/TI-Apyterewa_Gado-e-desmatamento-Daniel-Beltra-Greenpeace-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No mercado da moda, as bolsas de marcas como Fendi, Hugo Boss, Saint Laurent e Chanel são associadas ao luxo e ao alto custo de cada acessório. Mas por trás do requinte das peças está também uma cadeia de fornecedores com fortes relações com o desmatamento ilegal da Amazônia. Uma investigação da organização Earthsight divulgada [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/TI-Apyterewa_Gado-e-desmatamento-Daniel-Beltra-Greenpeace-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No mercado da moda, as bolsas de marcas como Fendi, Hugo Boss, Saint Laurent e Chanel são associadas ao luxo e ao alto custo de cada acessório. Mas por trás do requinte das peças está também uma cadeia de fornecedores com fortes relações com o desmatamento ilegal da Amazônia. Uma investigação da organização Earthsight divulgada pela <a href="https://www.dw.com/pt-br/couro-ilegal-da-amaz%C3%B4nia-abastece-marcas-de-bolsas-luxuosas-mostra-estudo/a-73017239" target="_blank" rel="noopener">DW</a> revela que parte do gado criado por invasores da Terra Indígena (TI) Apiterewa foi exportado e pode ter abastecido as fábricas de grifes famosas.</p>
<p>O relatório “O preço oculto do luxo: o que as bolsas de grife da Europa estão custando à Floresta Amazônica” analisou registros de remessas de couro brasileiro para o exterior, dados sobre o setor pecuário, decisões judiciais, imagens de satélite e outras informações colhidas em campo para rastrear a trajetória do gado criado ilegalmente na TI que passou por um processo de desintrusão em 2024.</p>
<h3>A rota do gado ilegal</h3>
<p>Segunda a investigação, entre 2020 e 2023, mais de 40% dos pecuaristas invasores forneceram gado para abate nas unidades da Frigol no Pará. Durante esse período, estima-se que cerca de 17 mil animais foram vendidos para o frigorífico, o que seria suficiente para produzir 425 toneladas de couro.</p>
<p>Mas a quantidade pode ser ainda maior, já que a empresa não rastreia a maior parte dos seus fornecedores indiretos. Sem esse controle, aumentam os riscos da chamada “lavagem de gado”, quando os animais ilegais são vendidos como se fossem de uma propriedade regularizada.</p>
<p>Depois de abatido o gado, parte do couro produzido no estado é exportado principalmente via Durlicouros, uma empresa fundada no Rio Grande do Sul e que atua em cidades paraenses desde 2004. O relatório aponta que, entre 2020 e 2023, foram 14.700 toneladas de couro exportadas pela Durlicouros para a Itália.</p>
<p>Em solo europeu, cerca de 25% dessa matéria-prima é fornecida para os curtumes Conceria Cristina e Faeda, que fabricam itens diversos para marcas de luxo. Entre os clientes da Conceria Cristina estão Coach, Fendi e Hugo Boss. Já a Faeda abastece Chanel, Balenciaga e Gucci.</p>
<h3>Problemas na rastreabilidade</h3>
<p>De acordo com os pesquisadores, é difícil dizer se os curtumes europeus estão cientes sobre o rastro de desmatamento e violação de direitos indígenas, mas é certo que a certificação adotada no setor &#8211; a Leather Working Group &#8211; tem falhas no processo de rastreabilidade até as fazendas. Tanto a Durlicouros quanto os curtumes Canceria Cristina e Faeda têm essa certificação.</p>
<blockquote><p>&#8220;O risco que observamos com sistemas de certificação é que eles são utilizados por empresas que querem ‘limpar&#8217; sua cadeia de fornecimento como um atalho, em vez de realizarem uma diligência significativa por conta própria para garantir que suas cadeias estejam livres de desmatamento&#8221;, afirmou Lara Shirra White, pesquisadora da Earthsight, em entrevista à DW.</p></blockquote>
<p>Com a entrada em vigor da lei europeia antidesmatamento, que proíbe a importação de produtos e matérias-primas com origem associada à destruição da floresta, a expectativa é inibir o avanço de negócios com histórico de ilegalidade e violação de direitos. Para Paulo Barreto, pesquisador do Imazon, a indústria do couro deve ter um controle ambiental semelhante ao que vem sendo adotado na pecuária de corte.</p>
<blockquote><p>&#8220;Houve progressos parciais, mas o controle dos fornecedores indiretos é inexistente ou incompleto. Assim, gados criados em áreas desmatadas ilegalmente acabam entrando no mercado como se fossem legais. A falta de sistema público transparente sobre a origem do gado dificulta o controle&#8221;, analisa o pesquisador.</p></blockquote>
<h3>Empresas negam</h3>
<p>Em nota à reportagem, as empresas e marcas citadas na investigação negaram realizar negócios com o gado criado em terra indígena. A Tapestry, proprietária da marca Coach, disse que está empenhada em melhorar a rastreabilidade e a transparência por meio de nossos programas com o WWF e outras organizações. O Kering Group, detentor das marcas Balenciaga, Gucci e Saint Laurent, reconheceu que os curtumes são seus fornecedores, mas afirma que o contrato com as empresas garante que o couro não é originário do Brasil.</p>
<p>Da mesma forma, a Hugo Boss disse que analisou os dados e consultou os curtumes para confirmar que nenhum dos couros fornecidos está relacionado a qualquer ilegalidade. A LVMH, das marcas Fendi e Louis Vuitton, afirma que baniu de sua cadeia de suprimentos de couro e produtos madeireiros da América do Sul.</p>
<p>Já o Leather Working Group reconhece que seu sistema tem falhas de rastreabilidade, mas garante que está aprimorando os requisitos e incluirá o estabelecimento de um sistema de cadeia de custódia para rastrear de forma detalhada a cadeia de valor do couro. As empresas italianas Conceria Cristina e Faeda não responderam à reportagem.</p>
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		<title>STF autoriza desapropriação de terra por incêndio ilegal e desmatamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 14:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[desapropriação]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ilegal]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/incendios_florestais-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou na segunda-feira (28) a desapropriação de imóveis rurais envolvidos em casos de incêndios criminosos ou desmatamento ilegal. A medida deverá ser aplicada pelo governo federal e pelos estados quando a responsabilidade do proprietário estiver devidamente comprovada. A decisão do ministro foi proferida na ação na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/incendios_florestais-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou na segunda-feira (28) a desapropriação de imóveis rurais envolvidos em casos de<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/incendios-na-amazonia-fazem-degradacao-florestal-aumentar-329-entre-agosto-e-marco/" target="_blank" rel="noopener"> incêndios criminosos ou desmatamento ilegal.</a> A medida deverá ser aplicada pelo governo federal e pelos estados quando a responsabilidade do proprietário estiver devidamente comprovada.</p>
<p>A decisão do ministro foi proferida na ação na qual o STF determinou medidas para prevenção e combate a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/florestas-precisam-de-ate-29-anos-para-se-recuperar-de-incendios/" target="_blank" rel="noopener">incêndios na Amazônia</a> e no Pantanal.</p>
<p>No entendimento de Flávio Dino, a Constituição permite a desapropriação de terras que não cumprem sua função social, mediante prévia e justa indenização com títulos da dívida agrária.</p>
<p>Segundo o ministro, nos casos de incêndios e<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/saiba-como-o-desmatamento-na-amazonia-esta-afetando-a-geracao-de-energia-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"> desmatamentos ilegais</a>, a desapropriação pode ser autorizada pela falta de preservação do meio ambiente.</p>
<blockquote><p>&#8220;Determino a intimação da União para que promova as medidas administrativas necessárias à desapropriação, por interesse social, de imóveis atingidos por incêndios dolosos ou desmatamento ilegal, quando a responsabilidade do proprietário esteja devidamente comprovada&#8221;, decidiu.</p></blockquote>
<p>Na mesma decisão, Dino também permitiu que a União e os estados da Amazônia Legal e do Pantanal impeçam a regularização fundiária em propriedades que praticam ilícitos ambientais e e também o pagamento de indenizações aos responsáveis por incêndios dolosos e <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-agrava-os-eventos-extremos-de-seca-e-chuva-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">desmatamento ilegal</a>.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não é razoável que, ano após ano, bilhões de reais de dinheiro público sejam gastos combatendo incêndios dolosos e desmatamentos claramente ilegais. Com este ciclo perpétuo, pune-se duplamente a sociedade&#8221;, completou o ministro.</p></blockquote>
<p>Em março de 2024, o STF determinou que o governo federal terá que cumprir metas contra o desmatamento na Amazônia por meio da quinta fase do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm). Além disso, há <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governo-lanca-campanha-contra-incendios-criminosos-na-amazonia-legal/" target="_blank" rel="noopener">medidas de combate às queimadas</a> que devem ser cumpridas.</p>
<p>O caso chegou ao STF em 2020. Nas ações julgadas, partidos políticos cobraram do ex-presidente Jair Bolsonaro ações contra o desmatamento da Amazônia.</p>
<p>O plano estava em passos lentos durante o governo Bolsonaro e foi retomado em junho de 2023 pelo atual governo.</p>
<p>LEIA MAIS:</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/saiba-como-o-desmatamento-na-amazonia-esta-afetando-a-geracao-de-energia-no-brasil/" target="_top">Saiba como o desmatamento na Amazônia está afetando a geração de energia no Brasil</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/incendios-na-amazonia-fazem-degradacao-florestal-aumentar-329-entre-agosto-e-marco/" target="_top">Incêndios na Amazônia fazem degradação florestal aumentar 329%, entre agosto e março</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governo-lanca-campanha-contra-incendios-criminosos-na-amazonia-legal/" target="_top">Governo lança campanha contra incêndios criminosos na Amazônia Legal</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-e-crise-climatica-aumentam-riscos-para-a-saude-humana/" target="_top">Desmatamento e crise climática aumentam riscos para a saúde humana</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/florestas-precisam-de-ate-29-anos-para-se-recuperar-de-incendios/" target="_top">Florestas precisam de até 29 anos para se recuperar de incêndios</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-agrava-os-eventos-extremos-de-seca-e-chuva-na-amazonia/" target="_top">Desmatamento agrava os eventos extremos de seca e chuva na Amazônia</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Governo fará concessão de mais 20 mil hectares para recuperação florestal na APA Triunfo do Xingu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 19:07:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[APA Triunfo do Xingu]]></category>
		<category><![CDATA[concessão]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Recuperação da Vegetação Nativa]]></category>
		<category><![CDATA[reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[restauração florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/GEE-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Governo do Pará anunciou que vai conceder duas novas áreas para reflorestamento na APA Triunfo do Xingu, localizada entre São Félix do Xingu e Altamira. A área protegida é uma das mais impactadas pelo desmatamento ilegal na Amazônia e faz parte de um projeto pioneiro na região que visa a destinação de áreas degradadas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/GEE-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Governo do Pará anunciou que vai conceder duas novas áreas para reflorestamento na APA Triunfo do Xingu, localizada entre São Félix do Xingu e Altamira. A <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/apa-triunfo-do-xingu-no-ranking-que-o-paraense-nao-quer-foi-principal-alvo-do-desmatamento-na-amazonia-nos-tres-primeiros-meses-do-ano/" target="_blank" rel="noopener">área protegida é uma das mais impactadas pelo desmatamento ilegal na Amazônia</a> e faz parte de um projeto pioneiro na região que visa a destinação de áreas degradadas para a restauração com espécies nativas.</p>
<p>O Plano de Recuperação da Vegetação Nativa (PRVN) teve o seu primeiro edital lançado no ano passado durante a COP29, em Baku. A licitação vai selecionar uma empresa que ficará responsável pela <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/produtores-da-apa-triunfo-do-xingu-conhecem-plano-de-restauracao-florestal-que-sera-implantado-na-regiao/">restauração de 10 mil hectares</a> e poderá usufruir dos seus benefícios por 40 anos. Essa é a primeira iniciativa do tipo no país e terá o resultado divulgado em 28 de março, na sede da B3, em São Paulo.</p>
<p>Agora, duas novas áreas serão ofertadas em outros dois lotes de 10 mil hectares cada, totalizando 30 mil hectares concedidos à iniciativa privada para restauração.</p>
<blockquote><p>“Com a inclusão de uma nova área para concessão de restauração, o Estado reforça sua posição de liderança em soluções ambientais para a conservação da Amazônia. No caso da primeira concessão já lançada, além dos benefícios socioambientais, serão investidos R$ 258 milhões na instalação e operação, com uma receita total estimada em R$ 869 milhões. Com essa nova área, ampliamos nossa atuação e os impactos positivos para a população”, disse Raul Protazio Romão, secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade à Agência Pará.</p></blockquote>
<p>De acordo com o governo, além da movimentação econômica e da geração de empregos, o trabalho na APA prevê a atuação integrada de diversas secretarias para promover regularização ambiental e fundiária, segurança, educação, infraestrutura, saúde, comunicação e serviços públicos na região.</p>
<blockquote><p>“Estamos avançando com as concessões para restauração, pois acreditamos que, além de preservar a floresta, é fundamental recuperar as áreas degradadas. A concessão é a melhor estratégia para isso, pois garante benefícios ambientais e impulsiona a economia local, gerando empregos, renda e oportunidades para os moradores da APA Triunfo do Xingu, que nunca havia sido priorizada dessa forma”, ressalta o governador Helder Barbalho.</p></blockquote>
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			</item>
		<item>
		<title>No Pará, 97% do desmatamento é ilegal, afirma secretario de Meio Ambiente</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/no-para-97-do-desmatamento-e-ilegal-afirma-secretario-de-meio-ambiente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 14:48:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[grilagem]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[supressão vegetal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/evento-vozes-do-agro-ascom-semas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O desmatamento é um problema crônico do Pará, que ocupa o topo do ranking da supressão vegetal no país. No último ano, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) detectou uma devastação de 3.299 km² no estado. Ainda que o número seja menor que em anos anteriores, o cenário é desafiador porque grande parte tem [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/evento-vozes-do-agro-ascom-semas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O desmatamento é um problema crônico do Pará, que ocupa o topo do ranking da supressão vegetal no país. No último ano, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) detectou uma <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-teve-queda-de-21-no-para-e-22-na-amazonia-em-2023-confirma-inpe/">devastação de 3.299 km² no estado</a>. Ainda que o número seja menor que em anos anteriores, o cenário é desafiador porque grande parte tem origem em práticas ilegais.</p>
<blockquote><p>“Só 3% do desmatamento no Pará é legal, e estamos falando basicamente de mineração e uma ou outra supressão autorizada para manejo em bovinocultura”, afirmou o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Raul Protázio Romão, em apresentação no evento Vozes do Agro, realizado pela <a href="https://globorural.globo.com/opiniao/vozes-do-agro/noticia/2024/10/no-para-97percent-da-supressao-vegetal-no-estado-foi-feita-de-forma-ilegal.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Globo Rural</a> e Valor.</p></blockquote>
<p>Segundo Romão, essa realidade cria uma série de dificuldades porque o desmatamento ainda é visto como uma forma de valorizar uma área. Em suas estimativas, cada R$ 2 mil gastos para desmatar um hectare de área pública não destinada permite vendê-la depois por até R$ 15 mil. Essa lógica prejudica, por exemplo, a implementação de políticas mais sustentáveis e de baixo carbono.</p>
<blockquote><p>“Essa é uma agenda que o Brasil precisava ter resolvido no século passado. Esperamos conseguir fazer isso para começar a falar de sequestro de carbono, redução de emissões de metano, plantio direto, coisas que poderíamos estar discutindo se ainda não tivéssemos que resolver desmatamento ilegal e grilagem”, disse o secretário.</p></blockquote>
<p>Para isso, disse, o governo trabalha com estratégias de esclarecimento para que os produtores rurais percebam que a pauta ambiental é também uma agenda econômica e não regulatória. Raul Romão ressalta que práticas, como o pastejo rotacionado realizado em propriedades no sistema ILPF, são capazes de reduzir custos e aumentar o retorno financeiro ao mesmo tempo em que diminuem o impacto sobre o meio ambiente.</p>
<blockquote><p>“O convencimento vem por aí, quando você demonstra que ele vai botar mais dinheiro no bolso com essas práticas que são, também, ambientalmente corretas e climaticamente mais inteligentes”, destacou.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Robô monitora o desmatamento e a pecuária no estado do Pará pelo Twitter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 13:27:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[bot twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil Big Beef Watch]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[criação de gado]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[JBS no Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Monitor Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Robô fiscalização JBS]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/6665_a792542d-5d8e-ddf3-32e8-48cb84afaf2b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um novo robô no Twitter está monitorando as atividades da empresa brasileira JBS no Pará, segundo informações do Gizmodo. Com o nome Brazil Big Beef Watch, a tecnologia tem o objetivo de alertar a empresa e o público toda vez que uma fazenda, que vende indiretamente para a JBS, estiver ligada a um caso de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/6665_a792542d-5d8e-ddf3-32e8-48cb84afaf2b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um novo robô no Twitter está monitorando as atividades da empresa brasileira JBS no Pará, segundo informações do <a href="https://gizmodo.uol.com.br/bot-do-twitter-rastreia-desmatamento-e-criacao-de-gado-no-para-acompanhe/amp/" target="_blank" rel="noopener">Gizmodo</a>. Com o nome <a href="https://twitter.com/bigbeefwatch" target="_blank" rel="noopener">Brazil Big Beef Watch</a>, a tecnologia tem o objetivo de <span style="font-weight: 400;">alertar a empresa e o público toda vez que uma fazenda, que vende indiretamente para a JBS, estiver ligada a um caso de desmatamento no estado. Eles também compartilham as publicações com as instituições financeiras que apoiam o negócio alimentício.</span></p>
<p>O robô se apresenta da seguinte maneira na rede social: &#8220;A JBS, uma grande empresa de frigoríficos, diz que ainda não consegue rastrear sua cadeia de suprimentos indireta. Então, estou ajudando e twittando quando um potencial fornecedor se envolve em desmatamento&#8221;.</p>
<p>A ferramenta é um projeto da ONG Global Witness e utiliza alertas semanais de desmatamento publicados pela iniciativa <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mapbiomas-no-para-174-da-area-desmatada-sob-governo-bolsonaro-tem-sinais-de-ilegalidade/" target="_blank" rel="noopener">MapBiomas</a>, do Observatório do Clima. Sempre que esses avisos são gerados, o robô verifica os documentos de transporte animal. Esses documentos fornecem informações sobre a origem e o destino do gado, para identificar se o desmatamento ocorreu em uma fazenda que faz parte da cadeia de suprimentos indireta da JBS.</p>
<p>O Brazil Big Beef Watch está analisando dados desde março de 2022. Até o momento, ele revelou que ocorreram pelo menos 61 eventos de desmatamento, com uma média de 46 hectares de terra desmatada a cada semana, apenas no Pará. A devastação ambiental total analisada pela tecnologia, referente ao ano passado, chega a 2.390 hectares, o equivalente a 3 mil campos de futebol.</p>
<p>De acordo com a <a href="https://www.globalwitness.org/pt/big-beef-watch-pt/" target="_blank" rel="noopener">Global Witness</a>, para ser considerada uma fornecedora indireta, uma fazenda precisa atender a critérios específicos. Isso inclui vender gado para um fornecedor direto da JBS várias vezes e fazer isso desde 2020. Se o robô detecta que a localização de uma fazenda coincide com um alerta de desmatamento da MapBiomas, ele compartilha essa informação no Twitter.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6a8.png" alt="🚨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://twitter.com/hashtag/DeforestAlert?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#DeforestAlert</a>! <a href="https://twitter.com/JBS_oficial?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">@JBS_oficial</a> a 33.83 ha <a href="https://twitter.com/hashtag/deforestation?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#deforestation</a> event was detected at a farm in your indirect supply chain on Dec 01, 2022. This farm has sold at least 665 cattle to your direct suppliers since Apr 17, 2018. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f333.png" alt="🌳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f404.png" alt="🐄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> I think you should check this out&#8230;</p>
<p>— Brazil Big Beef Watch (@bigbeefwatch) <a href="https://twitter.com/bigbeefwatch/status/1656934736634298369?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 12, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A ONG lançou essa ferramenta depois de publicar um relatório em junho de 2022, revelando que a JBS continuava comprando gado de fazendas associadas ao desmatamento de 10 mil hectares no território paraense. No entanto, essa ação vai contra os acordos de não desmatamento do Ministério Público Federal.</p>
<p>Como publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong>, a organização identificou que a JBS fez negócios com 144 fazendas irregulares em 2020. Além disso, a empresa também está falhando em monitorar outras 470 fazendas que atuam como fornecedoras indiretas, de acordo com o <a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/cadeia-produtiva-da-carne-bovina-esta-ligada-a-todo-tipo-de-fraudes/" target="_blank" rel="noopener">relatório</a>.</p>
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		<title>Operação Curupira completa 100 dias e tira o Pará da lista de estados mais desmatados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 20:09:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[madeira ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Curupira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/16152_4fa3d6b6-e29e-f3e6-0517-21f3ba972913-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Operação Curupira completou 100 dias de atuação no enfrentamento a crimes ambientais, alcançando resultados significativos. As ações integradas resultaram na apreensão de mais de 680 mil metros cúbicos de madeira, 90 maquinários e na prisão de 15 pessoas em áreas previamente mapeadas. Cerca de 30 garimpos foram abordados. Como já publicamos aqui no Pará [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/16152_4fa3d6b6-e29e-f3e6-0517-21f3ba972913-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/operacao-curupira-desarticula-acao-de-desmatamento-em-altamira/" target="_blank" rel="noopener">Operação Curupira</a> completou 100 dias de atuação no enfrentamento a crimes ambientais, alcançando resultados significativos. As ações integradas resultaram na apreensão de mais de 680 mil metros cúbicos de madeira, 90 maquinários e na prisão de 15 pessoas em áreas previamente mapeadas. Cerca de 30 garimpos foram abordados.</p>
<p>Como já publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong>, um dos principais objetivos da operação era retirar o Pará do ranking dos estados que mais contribuem com o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-cai-36-na-amazonia-entre-janeiro-e-abril-mas-e-o-terceiro-maior-desde-2008/" target="_blank" rel="noopener">desmatamento na região amazônica</a>. O secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Pará, Ualame Machado, enfatizou que esse objetivo foi alcançado.</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“O Pará hoje saiu desse ranking. Conquista essa que temos alcançado nesses últimos meses seguidos, apresentando redução no desmatamento e com isso atingimos o nosso objetivo. Os resultados da operação demonstram não só a efetividade nas apreensões, mas também a redução no desmatamento”, pontuou Ualame.</span></p></blockquote>
<p>A Operação Curupira funciona por meio de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/operacao-curupira-em-tres-bases-fixas-mostra-primeiros-resultados-na-repressao-a-crimes-ambientais/" target="_blank" rel="noopener">três bases fixas instaladas</a> nos municípios de São Félix do Xingu, Uruará e Novo Progresso. Essas bases atuam de forma permanente, com a participação não apenas dos órgãos de segurança, mas também dos órgãos de fiscalização ambiental, representados pela <span style="font-weight: 400;">Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (</span>SEMAS).</p>
<blockquote><p>“Com todo esses esforços estamos conseguindo apresentar resultados bastante positivos e alcançando os objetivos previamente articulados para que a operação alcançasse o sucesso necessário, e assim, retirar o Pará do rol dos estados que mais desmatam no Brasil”, reforçou o secretário.</p></blockquote>
<h3>Altamira</h3>
<p>Além disso, na última quarta-feira, 24, a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/operacao-curupira-embargou-garimpos-ilegais-na-regiao-da-area-de-protecao-ambiental-triunfo-de-xingu/" target="_blank" rel="noopener">Operação Curupira</a> divulgou os resultados de uma ação na Frente Castelo dos Sonhos, distrito de Altamira. Na ocasião, foram apreendidos 572,85 metros cúbicos de madeira em tora, incluindo espécies vegetais de alto valor comercial. como castanheira, angelim-pedra, angelim vermelho, maçaranduba e jatobá, que foram inutilizados.</p>
<p>Também houve a apreensão de 10 motosserras, um fogão, quatro botijões, 80 litros de combustível destruídos, 30 quilos de arroz, um trator esteira, entre outros equipamentos.</p>
<p>Os agentes desativaram dez acampamentos e embargaram 20 mil hectares de área. No total, foram lavrados sete autos de infração, seis termos de apreensão, quatro termos de inutilização, além de outros termos de depósito e embargos. O valor das multas alcançou R$ 3 milhões.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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		<title>Relatório revela madeireiras com maior sobreposição em TIs que comandam lobby verde no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 13:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[lobby verde]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Xikrin-MPF-PA-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um dos principais catalisadores do desmatamento no país, o setor madeireiro é destaque do relatório “Os Invasores: quem são os empresários brasileiros e estrangeiros com mais sobreposições em terras indígenas”, recentemente publicado pelo De Olho nos Ruralistas. Com base nos dados fundiários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o estudo identificou pelo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Xikrin-MPF-PA-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um dos principais catalisadores do desmatamento no país, o setor madeireiro é destaque do relatório <a href="https://deolhonosruralistas.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Os-Invasores-2023.pdf" target="_blank" rel="noopener">“Os Invasores: quem são os empresários brasileiros e estrangeiros com mais sobreposições em terras indígenas”</a>, recentemente publicado pelo <a href="https://deolhonosruralistas.com.br/2023/04/19/relatorio-os-invasores-revela-empresas-e-setores-por-tras-de-sobreposicoes-em-terras-indigenas/" target="_blank" rel="noopener">De Olho nos Ruralistas</a>. Com base nos dados fundiários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o estudo identificou pelo menos quinze grandes incidências de empresários do ramo madeireiro em Terras Indígenas (TIs) demarcadas pela Funai no Pará, Mato Grosso, Maranhão e Bahia.</p>
<p>A pesquisa mostrou que esses executivos compartilham um histórico de lobby nacional e internacional, defendendo a “sustentabilidade” do setor madeireiro enquanto suas empresas avançam sobre os territórios tradicionais.</p>
<p>Além da atividade madeireira, os setores de grãos, carne, açúcar, etanol e fruticultura são os principais responsáveis pelas sobreposições. Entre os grupos multinacionais ligados a fazendas incidentes em terras indígenas figuram Bunge, Amaggi, Bom Futuro, Lactalis, Cosan, Ducoco e Nichio. Bancos e fundos de investimento estão diretamente envolvidos na pressão econômica contra as TIs. Itaú (por meio da subsidiária Kinea) e Bradesco são os principais nomes da lista, seguidos por XP, Gávea Investimentos, IFC e Mubadala.</p>
<p>No Pará, as TIs mais afetadas de acordo com o levantamento são a Amanayé e Juruna do KM 17, localizadas nos municípios de Goianésia do Pará e Altamira, respectivamente.</p>
<p>Na primeira, está a Fazenda Dois Irmãos, com 2.489,56 ha de área sobreposta e cujo titular foi multado pelo Ibama por extração irregular de madeira em 2010 e 2014. E também a Fazenda Ribeiro, com 2.193,08 ha sobrepostos. Na Juruna do KM 17 se encontra a Fazenda Coringa, com área de 514,61 ha.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18830" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/tabela-madeira-scaled-e1682519156620-1536x1225-1.jpg" alt="" width="1536" height="1225" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/tabela-madeira-scaled-e1682519156620-1536x1225-1.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/tabela-madeira-scaled-e1682519156620-1536x1225-1-300x239.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/tabela-madeira-scaled-e1682519156620-1536x1225-1-1024x817.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/tabela-madeira-scaled-e1682519156620-1536x1225-1-768x613.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/tabela-madeira-scaled-e1682519156620-1536x1225-1-150x120.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/tabela-madeira-scaled-e1682519156620-1536x1225-1-450x359.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/tabela-madeira-scaled-e1682519156620-1536x1225-1-1200x957.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1536px) 100vw, 1536px" /></p>
<p>Dados de 2016 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (<a href="https://www.ipea.gov.br/portal/" target="_blank" rel="noopener">Ipea</a>) mostram que entre 43% e 80% de toda madeira nativa extraída da Amazônia são obtidos de forma ilegal. Isso costuma significar que as toras tiveram origem em terras públicas, como Unidades de Conservação e territórios indígenas.</p>
<p>O impacto gerado pela exploração de madeira ilegal em comunidades tradicionais é devastador. Como já publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong>, no território PAE Lago Grande, a incidência das madeireiras, cujos resíduos são despejados diretamente no rio da região, prejudica a população do Alto Arapiuns, que depende dessa água até para beber e pescar</p>
<p>Protesto premiado</p>
<p>Esses acontecimentos levaram o coletivo do Guardiões do Bem Viver a protagonizar um ato de resistência em agosto de 2022, que acaba de ser <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/rabetaco-o-grito-que-vem-da-amazonia-ato-em-defesa-do-rio-arapiuns-e-reconhecido-por-premio-de-ativismo/" target="_blank" rel="noopener">premiado com o Megafone de Ativismo 2023</a>, na categoria de ação direta</p>
<p>Na ação, os jovens, juntamente às lideranças comunitárias das aldeias e comunidades da região do Arapiuns, saíram em rabetas, embarcações comuns na região, levando cartazes de denúncias e conscientização, que traziam mensagens como &#8220;o rio é nosso corpo, nosso sangue, nossa vida&#8221;. Cerca de 150 pessoas participaram da mobilização com barcos e palavras de luta, que marcaram esse ato pela Amazônia e seus povos.</p>
<blockquote><p>“A gente já não pode mais tomar banho meio dia, por exemplo, temos que esperar anoitecer para a água estar mais fria. A quentura é imensa por conta do desmatamento. O plantio não é mais como era antes, ninguém mais sabe o tempo certo de colher, plantar e queimar. E tem pessoas que ainda acham que se chove hoje e amanhã está quente tudo está normal, mas não está”, defendeu Marlon Rebelo, integrante do coletivo Guardiões do Bem Viver.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>MapBiomas: No Pará, 17,4% da área desmatada sob governo Bolsonaro têm sinais de ilegalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 18:46:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[alertas de desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Monitor da Fiscalização do Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/vice-presidente_da_republica_hamilton_mourao_carajas_missoes_diplomaticas_a_amazonia_oriental0809210165-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Levantamento realizado pelo MapBiomas revela que quase três quartos (72,5%) da área dos alertas de desmatamento emitidos sob o governo de Jair Bolsonaro (PL) têm sinais de ilegalidade. No Pará, 17,4% cruzam com as autorizações e ações de fiscalização divulgadas pela Secretaria de Estado de Meio e Sustentabilidade do Pará (SEMAS-PA). Isso representa cerca de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/vice-presidente_da_republica_hamilton_mourao_carajas_missoes_diplomaticas_a_amazonia_oriental0809210165-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Levantamento realizado pelo <a href="https://mapbiomas.org/" target="_blank" rel="noopener">MapBiomas</a> revela que quase três quartos (72,5%) da área dos <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/em-evento-em-belem-google-anuncia-projetos-mundiais-para-combater-desmatamento-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">alertas de desmatamento</a> emitidos sob o governo de Jair Bolsonaro (PL) têm sinais de ilegalidade. No Pará, 17,4% cruzam com as autorizações e ações de fiscalização divulgadas pela Secretaria de Estado de Meio e Sustentabilidade do Pará (SEMAS-PA). Isso representa cerca de 4% do número de alertas validados no estado.</p>
<p>Os dados são do <a href="https://plataforma.alerta.mapbiomas.org/monitor-da-fiscalizacao" target="_blank" rel="noopener">Monitor da Fiscalização do Desmatamento</a>, do MapBiomas, que analisou mais de 254 mil avisos referentes ao período entre 2019 e 2022 em dez estados. Segundo o estudo, um em cada quatro hectares desmatados nos últimos quatro anos possuía autorização ou uma ação de fiscalização sobreposta.</p>
<p>Agora, a plataforma passa a contar com novas unidades federativas: Acre, Amazonas, Ceará, Espírito Santo e Rondônia. Esses cinco estados se somam a Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará e São Paulo, que integram o Monitor da Fiscalização desde seu lançamento, em 2022.</p>
<figure id="attachment_18159" aria-describedby="caption-attachment-18159" style="width: 1238px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-18159" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/20230412-230412-monitor-da-fiscalizacao-do-desmatamento.png" alt="" width="1238" height="504" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/20230412-230412-monitor-da-fiscalizacao-do-desmatamento.png 1238w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/20230412-230412-monitor-da-fiscalizacao-do-desmatamento-300x122.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/20230412-230412-monitor-da-fiscalizacao-do-desmatamento-1024x417.png 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/20230412-230412-monitor-da-fiscalizacao-do-desmatamento-768x313.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/20230412-230412-monitor-da-fiscalizacao-do-desmatamento-150x61.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/20230412-230412-monitor-da-fiscalizacao-do-desmatamento-450x183.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/20230412-230412-monitor-da-fiscalizacao-do-desmatamento-1200x489.png 1200w" sizes="(max-width: 1238px) 100vw, 1238px" /><figcaption id="caption-attachment-18159" class="wp-caption-text">Fontes: Monitor da Fiscalização do Desmatamento/MapBiomas</figcaption></figure>
<p>O Monitor da Fiscalização usa como base as informações fornecidas por órgãos federais e estaduais por meio de transparência ativa, que são cruzadas com os alertas de desmatamento publicados pelo MapBiomas Alerta para identificar o quanto do desmatamento detectado no Brasil tem ações de fiscalização sobrepostas.</p>
<blockquote><p>“De forma geral, o que os dados dos 10 estados monitorados mostram é que o país ainda tem um alto índice de ilegalidade, apesar do avanço de alguns estados, e que precisa melhorar muito na sistematização e publicização das ações de combate ao desmatamento desempenhadas pelo poder público”, explicou Ana Valdiones, do <a href="https://www.icv.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Instituto Centro de Vida (ICV)</span></a><span style="font-weight: 400;"> e coordenadora da plataforma.</span></p></blockquote>
<p>Acesse o monitor da fiscalização <a href="https://plataforma.alerta.mapbiomas.org/monitor-da-fiscalizacao" target="_blank" rel="noopener">aqu<span style="font-weight: 400;">i</span></a></p>
<p><em>Fonte: MapBiomas</em></p>
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		<title>Operação desmonta serraria que desmatou área de preservação equivalente a dez campos de futebol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 18:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[área de preservação permanente]]></category>
		<category><![CDATA[Babacuara]]></category>
		<category><![CDATA[conflito verde]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento de terras em Altamira]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Gleba Assurini]]></category>
		<category><![CDATA[Green Conflict]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro do Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[jabuti era mantido em cativeiro]]></category>
		<category><![CDATA[usina Belo Monte]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_22785_921168df-b409-3210-9820-e88efa33e876-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Quatro pessoas foram detidas em Altamira na operação conjunta denominada Green Conflict (que significa &#8220;conflito verde&#8221; na tradução livre do inglês), por envolvimento com desmatamento ilegal em área de preservação permanente. Uma faixa equivalente a dez campos de futebol foi destruída. Durante a ação, outro crime ambiental foi constatado: uma espécie de jabuti foi encontrada [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_22785_921168df-b409-3210-9820-e88efa33e876-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">Quatro pessoas foram detidas em Altamira na operação conjunta denominada Green Conflict (que significa &#8220;conflito verde&#8221; na tradução livre do inglês), por envolvimento com desmatamento ilegal em área de preservação permanente. Uma faixa equivalente a dez campos de futebol foi destruída. </span><span style="font-weight: 400;">Durante a ação, outro crime ambiental foi constatado: uma espécie de jabuti foi encontrada mantida em cativeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na operação foram apreendidos 37 metros cúbicos de madeira, além de máquina móvel usada para serrar madeira e um machado usado para as ações ilegais.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A madeira já chamava atenção desde a estrada, quando fomos informados que o local era uma serraria clandestina e constatamos que havia irregularidades ambientais. Detivemos os envolvidos por receptação da madeira e, inclusive, os fiscais localizaram um animal silvestre mantido em cativeiro&#8221;, informou o delegado Paulo Júnior ao Bom Dia Pará.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">A operação no travessão Babacuara, na Gleba Assurini, envolveu agentes da Delegacia Especializada no Atendimento a Criança e ao Adolescente (Deaca), da Polícia Civil; Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Altamira e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). </span><span style="font-weight: 400;">Os quatro homens detidos prestaram depoimentos na sede da Deaca e logo em seguida foram liberados. Eles vão responder em liberdade pelos crimes ambientais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desmatamento ocorria em área protegida pela concessionária da usina Belo Monte e os invasores já tinham sido autuados pela Secretaria de Meio Ambiente de Altamira. Agora, eles vão responder criminalmente.</span></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/estudo-aponta-que-terras-indigenas-com-povos-isolados-sao-as-mais-ameacadas-da-amazonia/?preview_id=14122&amp;preview_nonce=33b7bcbbed&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=14161&amp;preview=true">Estudo aponta que terras indígenas com povos isolados são as mais ameaçadas da Amazônia</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/bosques-de-mangue-de-braganca-agora-sao-patrimonio-cultural-da-natureza-do-para/?preview_id=14139&amp;preview_nonce=e27036434e&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=14140&amp;preview=true">Bosques de Mangue de Bragança agora são patrimônio cultural da natureza do Pará</a></strong></p>
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