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	<title>desastres naturais &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>desastres naturais &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Um em cada quatro municípios paraenses tem risco elevado para desastres naturais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 19:26:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Almeirim-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará tem 34 municípios, o equivalente a quase ¼ do total de 144 cidades, com alto risco para desastres naturais, segundo dados da plataforma AdaptaBrasil, elaborada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).  Nesta conta entram municípios com possíveis impactos relacionados à seca e à chuva, como inundações, enxurradas e alagamentos ou deslizamentos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Almeirim-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará tem 34 municípios, o equivalente a quase ¼ do total de 144 cidades, com alto risco para desastres naturais, segundo dados da plataforma AdaptaBrasil, elaborada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).  Nesta conta entram municípios com possíveis impactos relacionados à seca e à chuva, como inundações, enxurradas e alagamentos ou deslizamentos de terra.</p>
<p>Para cada tipo de impacto, a ferramenta classifica os locais em cinco índices: muito baixo, baixo, médio, alto e muito alto. As localidades com os piores resultados somam 34. São elas: Almeirim, Altamira, Senador José Porfírio, Água Azul do Norte, Parauapebas, Faro, Alenquer, Monte Alegre, Prainha, Porto de Moz, Gurupá, Melgaço, Portel, Breves, Afuá, Chaves, Curralinho, Ponta de Pedras, Muaná, São Sebastião da Boa Vista, Limoeiro do Ajuru, Igarapé Miri, Cametá, Mocajuba, Tailândia, Acará, Vigia, Tucuruí, Marabá, Nova Ipixuna, Itaituba, Aveiro, Óbidos e Ananindeua.</p>
<p>Entre os municípios, alguns apresentam vulnerabilidade para mais de um tipo de impacto, como é o caso de Almeirim, na região da Calha Norte, que tem risco alto para seca e muito alto para inundações, enxurradas e alagamentos. Ainda de acordo com o AdaptaBrasil, outros 56 municípios estão classificados com risco alto para seca ou desastres hidrogeológicos. Considerando os dois índices mais elevados chega a 90 o número de municípios impactados por desastres no estado.</p>
<figure id="attachment_34980" aria-describedby="caption-attachment-34980" style="width: 727px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-34980 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-154956.png" alt="" width="727" height="441" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-154956.png 727w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-154956-300x182.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-154956-150x91.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-154956-450x273.png 450w" sizes="(max-width: 727px) 100vw, 727px" /><figcaption id="caption-attachment-34980" class="wp-caption-text">Risco de inundações está distribuído em todas as regiões do Pará. Mapa: AdaptaBrasil</figcaption></figure>
<p>No Brasi, são 2,6 mil cidades com risco alto ou muito alto para desastres naturais.</p>
<p>Os dados alertam para a necessidade de ações de adaptação às mudanças climáticas, que podem aumentar ainda mais os impactos sentidos nessas regiões. Para isso, especialistas chamam a atenção para a importância de avaliar e planejar medidas para evitar os danos de eventos extremos, como secas, incêndios e enchentes.</p>
<blockquote><p>&#8220;A adaptação é todo o processo de ajuste dos sistemas humanos e naturais para enfrentar as mudanças climáticas, reduzindo as vulnerabilidades e exposições de forma planejada e antecipada para que, sobretudo as populações que mais são impactadas, não sofram&#8221;, explicou o pesquisador do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) Pedro Ivo Camarinha à <a href="https://www.dw.com/pt-br/brasil-tem-26-mil-munic%C3%ADpios-em-risco-de-desastres-naturais/a-72855494" target="_blank" rel="noopener">DW Brasil</a>.</p></blockquote>
<p>O investimento em adaptação climática também precisa entrar na agenda de governos locais e nacionais. Na COP30, que será realizada em Belém em novembro, um tema central da discussão envolve o financiamento climático que busca recursos para que os países em desenvolvimento possam prevenir e mitigar os impactos dos desastres. Mas além disso, é necessário que a adaptação seja incorporada às políticas públicas do país.</p>
<blockquote><p>&#8220;É preciso existir uma gestão climática forte. Ou seja, uma gestão que olhe para os problemas históricos, os problemas intrínsecos daquela cidade, mas sempre colocando o que nós chamamos de lente climática – o olhar para como o clima pode acentuar muito dos problemas que essa cidade possui&#8221;, afirmou Pedro Camarinha.</p></blockquote>
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		<title>Desastres naturais já causaram mais de R$ 1,9 bilhão em prejuízos no Pará em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 19:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[desastres naturais]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/rio_tefe_amazonia_greenpeace_marizilda_cruppe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com 48 municípios em situação de emergência devido a chuvas intensas, vendavais, estiagem e outros desastres naturais, o Pará já soma mais de R$ 1,9 bilhão em prejuízos nos quatro primeiros meses deste ano, de acordo com dados do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID). Em análise da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/rio_tefe_amazonia_greenpeace_marizilda_cruppe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com 48 municípios em situação de emergência devido a chuvas intensas, vendavais, estiagem e outros desastres naturais, o Pará já soma mais de R$ 1,9 bilhão em prejuízos nos quatro primeiros meses deste ano, de acordo com dados do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID). Em análise da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o estado aparece como o sexto com mais danos em 2025. No Brasil todo, os prejuízos já passam de R$ 28,5 bilhões.</p>
<p>A entidade ressalta que a ocorrência de ondas de calor, seca, inundações, deslizamentos e outros eventos causam danos significativos à infraestrutura urbana, propriedades rurais, meio ambiente e à saúde e segurança da população. E é isso que os números do S2ID mostram.</p>
<p>A maior parte dos prejuízos se refere a danos materiais a residências que ultrapassam R$ 1.4 bilhão, mas as cidades atingidas contabilizam também outros problemas que prejudicam a população em geral. Somente neste ano, o prejuízo público chega a R$ 418.593.232,63.</p>
<p>A maior parte desse valor &#8211; o equivalente a R$ 361.785.803,37 &#8211; vem das instituições de assistência médica e saúde pública afetadas, mas a conta registra ainda danos a sistemas de abastecimento de água, esgoto, limpeza urbana, geração e distribuição de energia, telecomunicações, transportes, ensino e outras áreas.</p>
<p>Outra parcela significativa dos impactos ocorre no setor privado, prejudicando o desenvolvimento de atividades na agricultura, pecuária, indústria, comércio e serviços. Os números indicam que os prejuízos privados são superiores a R$ 53,9 milhões, sendo que a maior parte deles está relacionada às perdas da agricultura que chegam a R$ 28 milhões.</p>
<p>Em entrevista a <a href="https://www.oliberal.com/economia/desastres-naturais-no-para-geram-prejuizo-de-r-1-9-bilhao-e-atingem-67-municipios-em-2025-1.955123" target="_blank" rel="noopener">O Libera</a>l, o assessor jurídico da Federação das Associações de Municípios do Estado do Pará (Famep), Gianluca Alves, avaliou que os dados refletem a intensidade dos eventos extremos recentes no estado. Para piorar a situação, a maior parte dos municípios paraenses não possui planos de gestão de riscos nem de equipes capacitadas para atuar na prevenção ou na resposta a desastres.</p>
<blockquote><p>“O que estamos vendo é o resultado direto das mudanças climáticas associadas à precariedade das nossas cidades em lidar com eventos extremos”, disse.</p></blockquote>
<p>Atualmente, 38 municípios do Pará estão em situação de emergência reconhecida pelo governo federal devido a tempestades, chuvas intensas e inundações que ocorrem durante o inverno amazônico. Os outros dez casos envolvem decretos relacionados à estiagem, erosão costeira e doenças infecciosas e virais.</p>
<h4>Confira a lista dos municípios em situação de emergência:</h4>
<ul>
<li>Anapu</li>
<li>Aveiro</li>
<li>Bagre</li>
<li>Baião</li>
<li>Bannach</li>
<li>Belterra</li>
<li>Bom Jesus do Tocantins</li>
<li>Bonito</li>
<li>Breu Branco</li>
<li>Bujaru</li>
<li>Cachoeira do Piriá</li>
<li>Capanema</li>
<li>Chaves</li>
<li>Curralinho</li>
<li>Dom Eliseu</li>
<li>Eldorado dos Carajás</li>
<li>Goianésia do Pará</li>
<li>Itupiranga</li>
<li>Jacareacanga</li>
<li>Limoeiro do Ajuru</li>
<li>Marapanim</li>
<li>Mocajuba</li>
<li>Mojuí dos Campos</li>
<li>Monte Alegre</li>
<li>Muaná</li>
<li>Nova Esperança do Piriá</li>
<li>Novo Progresso</li>
<li>Novo Repartimento</li>
<li>Óbidos</li>
<li>Oeiras do Pará</li>
<li>Oriximiná</li>
<li>Pacajá</li>
<li>Parauapebas</li>
<li>Pau D’Arco</li>
<li>Placas</li>
<li>Ponta de Pedras</li>
<li>Rio Maria</li>
<li>Rurópolis</li>
<li>Sapucaia</li>
<li>Soure</li>
<li>São Félix do Xingu</li>
<li>São João do Araguaia</li>
<li>São Miguel do Guamá</li>
<li>Trairão</li>
<li>Tucuruí</li>
<li>Ulianópolis</li>
<li>Uruará</li>
<li>Xinguara</li>
</ul>
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		<title>Pará teve R$ 1,6 bilhão de prejuízos com desastres climáticos em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 20:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/tapajos-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A ocorrência de desastres naturais como secas e estiagens, alagamentos, erosões, alagamentos, chuvas intensas e outros fenômenos provoca diferentes impactos nas localidades afetadas. Além de perdas humanas e de alterações ambientais, esses eventos deixam prejuízos materiais e criam uma demanda maior por recursos para recuperação e mitigação de danos. Somente no Pará, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/tapajos-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A ocorrência de desastres naturais como secas e estiagens, alagamentos, erosões, alagamentos, chuvas intensas e outros fenômenos provoca diferentes impactos nas localidades afetadas. Além de perdas humanas e de alterações ambientais, esses eventos deixam prejuízos materiais e criam uma demanda maior por recursos para recuperação e mitigação de danos. Somente no Pará, os fenômenos ocorridos em 2023 causaram um prejuízo de R$ 1,628 bilhão no ano de 2023.</p>
<p>Os dados estão disponíveis no Atlas Digital de Desastres no Brasil, uma plataforma que agrega informações da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MDIR). O cálculo referente aos diversos tipos de desastres registrados no estado, incluindo incêndios florestais, inundações, seca e estiagem, considera os prejuízos de R$ 487,9 milhões em danos materiais, R$ 575,24 milhões em prejuízos públicos e R$ 565,53 milhões em prejuízos privados.</p>
<p>Segundo o MDIR, a localidade mais afetada foi o município de Parauapebas e Oriximiná, com 14 e 12 ocorrências de desastres, respectivamente. Óbidos, Santarém, Prainha, Vitória do Xingu, Breves e Maracanã também constam na lista das regiões impactadas.</p>
<h3>Prejuízo de R$ 5,564 bilhões em dez anos</h3>
<p>Os efeitos que os desastres naturais causam nas contas públicos e nas atividades produtivas também são acompanhados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que divulgou nesta segunda-feira, 20, um panorama sobre o tema no período entre 2013 e 2023. De acordo com a instituição, os prejuízos para o estado foram de R$ 5,564 bilhões nesse intervalo.</p>
<p>Durante a última década, o Pará teve 1.456 decretos de desastres. No Brasil, foram 64.742 decretos nos últimos dez anos. Desse total, 41% foram vinculados a eventos de seca e estiagem, 29% relacionadas à chuvas, 24% do total ligadas à doenças infecciosas, 5% relacionadas a incêndios e 1% a outros tipos de desastres. Em todo o país, o impacto financeiro dos desastres chegou a R$ 639, 4 bilhões.</p>
<p>Além disso, CNM destaca que os setores mais impactados são a agricultura, a pecuária, as instalações públicas, os serviços de abastecimento de água potável e obras de infraestrutura.</p>
<blockquote><p>“Nos primeiros cinco meses de 2024, os desastres causaram mais de R$ 32,1 bilhões em prejuízos em todo o Brasil”, disse o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, durante entrevista coletiva realizada pela instituição.</p></blockquote>
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