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	<title>dendê &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>dendê &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Ofensiva paraense busca proteger o cacau e expandir mercado de carne bovina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governador do Pará, Helder Barbalho, liderou uma comitiva de prefeitos, deputados e lideranças de dez municípios do estado em uma reunião estratégica no Ministério da Agricultura (Mapa), nesta quarta-feira, 11. O encontro resultou em um plano de ação para proteger as cadeias do cacau e do dendê contra importações predatórias e acelerar a exportação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governador do Pará, Helder Barbalho, liderou uma comitiva de prefeitos, deputados e lideranças de dez municípios do estado em uma reunião estratégica no Ministério da Agricultura (Mapa), nesta quarta-feira, 11. O encontro resultou em um plano de ação para proteger as cadeias do cacau e do dendê contra importações predatórias e acelerar a exportação de carne bovina para os Estados Unidos.</p>
<p><strong>Resumo das Decisões:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Cacau</strong>: O Ministério revisará a Instrução Normativa 125/2021 (que retirou exigências sanitárias do cacau africano) e acionará a Conab para rever preços mínimos e previsões de safra.</li>
<li><strong>Carne Bovina</strong>: Com o status de zona livre de aftosa sem vacinação, o Pará busca agora a missão oficial norte-americana para habilitar a exportação de carne in natura e industrializada.</li>
<li><strong>Dendê</strong>: Lideranças pedem a suspensão da cota de importação de 150 mil toneladas, alegando que o estado tem produção suficiente para suprir o mercado nacional.</li>
</ul>
<p>Participaram a reunião, representantes das principais regiões produtoras, incluindo Uruará, Vitória do Xingu, Medicilândia, Senador José Porfírio, Anapu, Placas, Altamira, Brasil Novo, Tucumã, São Félix do Xingu e municípios produtores de dendê.</p>
<h3>Cacau: Combate ao risco sanitário</h3>
<p>Um dos pontos mais críticos discutidos foi a dispensa do tratamento fitossanitário com brometo de metila para o cacau da Costa do Marfim. Produtores alertam que a medida amplia o risco de contaminação das lavouras brasileiras.</p>
<p>O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, destacou que uma comitiva do Ministério está em missão na África para garantir que as importações não tragam riscos às plantações brasileiras.</p>
<blockquote><p>“Temos consciência de que a cadeia do cacau envolve milhares de famílias e possui um forte impacto social. Nosso objetivo é encontrar soluções que retomem a viabilidade econômica da cultura, com equilíbrio de mercado e proteção aos produtores”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O ministro afirmou que o Brasil construiu uma reputação internacional como fornecedor seguro e competitivo, e qualquer decisão sobre importações será tomada com responsabilidade</p>
<blockquote><p> “Não vamos precarizar a questão sanitária em hipótese alguma&#8221;, disse</p></blockquote>
<p>Para o governador Helder Barbalho, o mercado vive um momento de excesso de oferta e queda de preços. Daí a importância de se &#8220;proteger o produtor do Pará, garantindo que o cacau continue sendo um grande motor econômico, social e ambiental”.</p>
<p><strong>As quatro ações anunciadas pelo Mapa:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Segurança Sanitária</strong>: Reavaliação imediata dos riscos das importações africanas.</li>
<li><strong>Revisão do Drawback</strong>: Reavaliação do regime que permite a entrada de cacau estrangeiro sem impostos.</li>
<li><strong>Tarifas e Cotas:</strong> Ajuste das taxas de importação para equilibrar o mercado interno.</li>
<li><strong>Ação Comercial:</strong> Promoção do cacau brasileiro em mercados de alto valor, como Suíça, Europa e Rússia. &#8220;Vamos sair da defesa e jogar no ataque&#8221;, afirmou Fávaro.</li>
</ul>
<h3>Carne bovina: Foco em sustentabilidade</h3>
<p>Com o segundo maior rebanho do Brasil, e 23,4 milhões de cabeças de gado, o Pará foca em sustentabilidade para atrair mercados que pagam melhor. O estado exportou 222 mil toneladas em 2025 e quer mais.</p>
<blockquote><p>“O trabalho realizado nos últimos anos para abrir novos mercados e habilitar plantas industriais tem gerado resultados concretos. O Pará é um exemplo de estado que pode ampliar sua presença no comércio internacional de carnes”, disse Fávaro.</p></blockquote>
<p>Para Barbalho, a abertura de mercados internacionais também contribui para estimular práticas sustentáveis na produção.</p>
<blockquote><p>“Quanto mais habilitações internacionais tivermos, mais o produtor vai direcionar sua produção para mercados que pagam melhor. Isso estimula boas práticas e constrói uma política de sustentabilidade baseada em rentabilidade”.</p></blockquote>
<p>O Mapa agora trabalha para viabilizar a missão técnica dos EUA ao estado para a abertura oficial desse mercado.</p>
<h3>Dendê: Valorização da produção nacional</h3>
<p>O Pará é o maior produtor de dendê do Brasil, mas enfrenta dificuldades pelo excesso de frutos nas indústrias enquanto o País mantém cotas de importação de 150 mil toneladas.</p>
<p>Representantes da palma pediram a manutenção da taxa de importação atual para garantir a competitividade do setor no Brasil.</p>
<blockquote><p>“A pauta é que o Brasil processe apenas os frutos produzidos internamente”, explicou Jamir Macedo.</p></blockquote>
<p>O governador reforçou que a prioridade deve ser o produto paraense para garantir a sustentabilidade econômica do setor.</p>
<p>Fávaro encaminhou o pleito para a Gecex/Camex:</p>
<blockquote><p>“Vamos verificar as possibilidades com base em dados técnicos, na posição dos estados e das entidades representativas, buscando a melhor solução para o setor”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Fique atento: prazo para atualização cadastral da palma de óleo no Pará vai até 31 de janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 17:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cadastro de unidades produtivas de palma de óleo no Pará]]></category>
		<category><![CDATA[dendê]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[Safra de Dendê no Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/20260106123904-GC00073757-F00283370-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta semana, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) emitiu um alerta aos produtores rurais sobre o prazo para atualização dos dados referente a safra de dendê de 2026, que vai até o dia 31 de janeiro. Em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2026, a Portaria Nº 7336/2025 determina [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/20260106123904-GC00073757-F00283370-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta semana, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) emitiu um alerta aos produtores rurais sobre o prazo para atualização dos dados referente a safra de dendê de 2026, que vai até o dia 31 de janeiro.</p>
<p>Em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2026, a<a href="https://www.semas.pa.gov.br/legislacao/files/pdf/841463.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Portaria Nº 7336/2025</a> determina a obrigatoriedade do cadastro das unidades produtivas de palma de óleo no Estado. O objetivo é implementar práticas de rastreabilidade, assim como melhorar o controle sanitário e o monitoramento da cadeia produtiva da Palma de Óleo.</p>
<p>Os produtores que não realizarem a atualização cadastral não poderão emitir a Guia de Trânsito Vegetal (GTV), impedindo a circulação desses produtos até sua regularização.</p>
<p>Joselena Tavares, gerente de Inspeção e Classificação Vegetal da Adepará, reforça que a rastreabilidade é fundamental para proteger a cadeia produtiva, beneficiando principalmente a agricultura familiar, responsável por mais da metade dos 1.438 produtores de dendê no Pará.</p>
<h3><strong>Como fazer a atualização?</strong></h3>
<p>O produtor deve comparecer a uma Unidade Local de Sanidade Agropecuária (Ulsa) ou escritório da agência no município onde está localizada a propriedade rural, munido de cópias dos seguintes documentos:</p>
<ul>
<li>Pessoa Física: RG e CPF;</li>
<li>Pessoa Jurídica: CNPJ e Contrato Social;</li>
<li>Comprovante de residência atualizado;</li>
<li>Comprovante de uso, posse ou propriedade da terra;</li>
<li>Número de telefone e e-mail válidos.</li>
</ul>
<p>A Adepará alerta que a atualização cadastral só será válida com a entrega das cópias completas dos documentos solicitados e a assinatura do produtor no formulário de atualização. Caso não saiba qual escritório está mais próximo de você, é possível tirar dúvidas por meio das gerências regionais, que <a href="https://www.adepara.pa.gov.br/node/199" target="_blank" rel="noopener">podem ser consultadas no site da própria Adepará</a>.</p>
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		<title>Três gerações de agricultores e o sonho de uma agrofloresta produtiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 20:13:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[#Tomé-Açu]]></category>
		<category><![CDATA[agroflorestas]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[transição rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/CABRON-MDT-TOME-ACU-35-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Aliando tradição, aprendizado e inovação, a produção diversa e sustentável da família Suzuki, no município de Tomé-Açu, dá o exemplo de como garantir o fortalecimento da agricultura sem abrir mão da importância da floresta. Na área de cerca de 400 hectares, três gerações convivem, aprendem e repassam conhecimentos uns aos outros para manter de pé [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/CABRON-MDT-TOME-ACU-35-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Aliando tradição, aprendizado e inovação, a produção diversa e sustentável da família Suzuki, no município de Tomé-Açu, dá o exemplo de como garantir o fortalecimento da agricultura sem abrir mão da importância da floresta. Na área de cerca de 400 hectares, três gerações convivem, aprendem e repassam conhecimentos uns aos outros para manter de pé um modelo de desenvolvimento com benefícios econômicos, ambientais e sociais para a Amazônia.</p>
<p>Esse modelo é baseado nos sistemas agroflorestais (SAF) em que são cultivados dendê, pimenta, cacau, açaí, ipê, andiroba e outras espécies nativas, além da criação de abelhas sem ferrão que ajudam na polinização das plantas e na produção de mel. O resultado é uma produção variada, com diferentes opções de geração de renda a curto, médio e longo prazos e que ajuda a proteger a biodiversidade da região.</p>
<p>Outra vantagem é que o SAF-Dendê, sistema em que a extração do óleo da palma é a principal atividade, se mostra mais rentável. A produtividade pode chegar a 180 kg de cachos de fruto por planta contra 139 kg do monocultivo. Além disso, em média, o teor de óleo chega a 24,7%, enquanto que a literatura científica aponta que o rendimento de óleo dos cachos varia de 18% a 22%.</p>
<p>A missão de tocar o negócio familiar no futuro será da engenheira florestal Patrícia Mie Suzuki, de 27 anos, que trabalha ao lado do pai e do avô, Ernesto e Koji Suzuki. Ela viu de perto o processo de introdução e consolidação dos SAFs nas últimas duas décadas e comprova os impactos positivos que o sistema trouxe.</p>
<blockquote><p>“A gente consegue observar essa camada mais superficial (do solo), a camada que tem mais matéria orgânica. Essa superfície é extremamente importante para o desenvolvimento das plantas. Quando iniciou o sistema, foi feita a análise do solo e a camada superficial era de apenas 5 cm, só que agora já aumentou para 34 cm. É um sistema que está transformando esse solo de uma forma muito positiva”, comentou a engenheira.</p></blockquote>
<figure id="attachment_34007" aria-describedby="caption-attachment-34007" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-34007 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/CABRON-MDT-TOME-ACU-58-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/CABRON-MDT-TOME-ACU-58-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/CABRON-MDT-TOME-ACU-58-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/CABRON-MDT-TOME-ACU-58-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/CABRON-MDT-TOME-ACU-58-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/CABRON-MDT-TOME-ACU-58-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/CABRON-MDT-TOME-ACU-58-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/CABRON-MDT-TOME-ACU-58-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/CABRON-MDT-TOME-ACU-58-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-34007" class="wp-caption-text">SAFs são alternativa para produzir alimentos com sustentabilidade. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>A organização do SAF-Dendê também é uma forma de amenizar o calor extremo em períodos secos e proteger o solo para que mantenha a matéria orgânica e os nutrientes necessários para o crescimento das plantas. Outro ponto positivo é que as agroflorestas também favorecem a biodiversidade, atraindo pássaros, polinizadores e outros animais tornando o sistema um corredor ecológico.</p>
<p>Patricia Suzuki participa da <a href="https://www.instagram.com/maosdatransicao/" target="_blank" rel="noopener">campanha Mãos da Transição</a> que visa inspirar os jovens agricultores com menos de 30 anos a adotar práticas sustentáveis na produção de alimentos. Pensando em promover estratégias que melhorem o solo, aumentam a produtividade, agreguem valor e tornem o campo mais resiliente às mudanças do clima, o projeto divulga ações com SAF, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), recuperação de pastagens, plantio direto, entre outras.</p>
<blockquote><p>“É algo apaixonante porque é algo em que a gente está aliando o alimentar, o trazer a comida à mesa das pessoas, com a natureza que é o essencial porque nos fornece todos os serviços ambientais”, ressalta</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/DuoxSVRs8xM?si=mnPoHq1eq8tOA8Fx" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Para conhecer essa e outras soluções que mostram que é possível dar continuidade aos negócios familiares e inovar com tecnologias e práticas que respondem aos desafios do século 21, confira outras histórias e ideias no <a href="https://maosdatransicao.org/" target="_blank" rel="noopener">site do projeto Mãos da Transição</a>.</p>
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		<title>Plantio de dendê em sistema agroflorestal garante renda para produtores de Moju</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 15:14:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[#sistema agroflorestal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/dende3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Alimentos, cosméticos, biocombustíveis e uma série de outros produtos consumidos em todo o mundo têm em sua composição o óleo de palma, óleo vegetal oriundo do dendê, cujo maior produtor brasileiro é o Pará. Com uma demanda global em alta, o estado se destaca não só por abastecer os mercados globais, mas também por incentivar [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/dende3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Alimentos, cosméticos, biocombustíveis e uma série de outros produtos consumidos em todo o mundo têm em sua composição o óleo de palma, óleo vegetal oriundo do dendê, cujo maior produtor brasileiro é o Pará. Com uma demanda global em alta, o estado se destaca não só por abastecer os mercados globais, mas também por incentivar a dendeicultura com respeito à biodiversidade por meio de sistemas agroflorestais (SAFs), como mostrou <a href="https://capitalreset.uol.com.br/conteudo-patrocinado/palmeiras-de-dende-geram-renda-e-protegem-a-floresta-em-iniciativa-no-para/" target="_blank" rel="noopener">reportagem do Reset</a>.</p>
<p>Em Moju, no nordeste paraense, um grupo de 17 famílias começou a plantar 227 hectares de dendê no ano passado adotando o modelo de agrofloresta, combinando o cultivo da palmeira com espécies como o cacau, a pimenta-do-reino, a mandioca e o açaí, que extraído de áreas próximas dos cursos d’água. Ou seja, não há monocultura, mas sim o respeito à diversidade típica das florestas.</p>
<p>Entre esses produtores está Raimundo Nonato Pompeu, morador da comunidade de Vila Jutai, que investiu na dendeicultura com o incentivo de um projeto de produção responsável organizado pela prefeitura do município e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Os frutos extraídos a partir de 2026 já tem a compra assegurada pela Agropalma, o que garante uma expectativa de renda estável para as famílias participantes.</p>
<blockquote><p>“Apesar de plantar e colher várias culturas, às vezes a gente não consegue vender porque não tem quem compre”, comenta o Raimundo Nonato animado com o futuro da agricultura na região: “É um investimento alto, mas dá segurança”.</p></blockquote>
<p>Desde 2001 a Agropalma, que é a segunda maior produtora de palma orgânica do mundo, mantém um projeto semelhante na comunidade São Vicente, também em Moju, oferecendo mudas, treinamento e compromisso de adquirir a produção dos agricultores familiares.</p>
<blockquote><p>“Na nossa região você não via uma bicicleta, um trabalhador de bota, era só sandália. As casas eram de madeira. Muita gente desistiu do projeto porque não acreditou. Os que acreditaram estão vivendo numa condição melhor, quebraram o ciclo. O produtor não vai mais cavar terra para extrair ouro, porque está plantando ouro em cima da terra”, afirma Leonel Oliveira de Souza, um dos primeiros envolvidos com a iniciativa.</p></blockquote>
<p>Além do impacto na geração de renda e nas condições de vida dos moradores, o trabalho com SAFs fortalece uma estratégia que ajuda a recuperar áreas degradadas, contribui com a conservação da floresta e estimula práticas orgânicas, sem uso de herbicidas e pesticidas que agridem o meio ambiente.</p>
<blockquote><p>“Toda agricultura tem impacto ambiental, mas quando se faz de maneira sustentável em área degradada, o impacto é positivo”, ressalta Marco Flavio Picucci, coordenador agrícola da Agropalma.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Produtor já pode emitir Guia de Trânsito Vegetal do Dendê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:46:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[dendê]]></category>
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		<category><![CDATA[rastreabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/dende3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) informa que já está disponível o Módulo do Produtor para emissão de Guia de Trânsito Vegetal (GTV) do Dendê. Para o acesso, os produtores devem estar cadastrados no Sistema de Gestão Agropecuária (Sigeagro), e, se já estiver cadastrado, o produtor deve procurar uma unidade da Adepará mais próxima [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/dende3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) informa que já está disponível o Módulo do Produtor para emissão de Guia de Trânsito Vegetal (GTV) do Dendê. Para o acesso, os produtores devem estar cadastrados no Sistema de Gestão Agropecuária (Sigeagro), e, se já estiver cadastrado, o produtor deve procurar uma unidade da Adepará mais próxima e solicitar o acesso.</p>
<p>Para acessar o sistema é preciso confirmar nome, CPF, e-mail e município. Caso o produtor não seja cadastrado, será feito um novo cadastro. O login e a senha serão enviados automaticamente para o e-mail cadastrado.</p>
<p>De acordo com a Adepará, neste primeiro momento, o pagamento continuará sendo realizado através do Documento de Arrecadação Estadual (DAE) e da  liberação da GTV, e estará condicionada à compensação do pagamento.</p>
<p>A Adepará, por meio da Unidade da Guia de Trânsito (UGTV), segue trabalhando para implementar, o mais breve possível, a opção de crédito pré-pago, disponibilizando outra opção de pagamento para os produtores.</p>
<p>Conforme a Agência, esta é mais uma etapa de implementação da política de rastreabilidade da cadeia produtiva da palma de óleo no Pará. Na primeira fase, a Adepará realizou o cadastro de produtores, empresas e transportadores.</p>
<p>“Nesta fase, nós queremos  promover maior celeridade no processo de emissão da Guia de<br />
Trânsito Vegetal (GTV) para a Palma, descentralizando o processo, permitindo que os produtores tenham autonomia e rapidez na obtenção das guias necessárias para o transporte de cachos frescos do fruto”, explica a gerente de inspeção e classificação vegetal ,Joselena Tavares.</p>
<h3><strong>Rastreabilidade </strong></h3>
<p>Em dezembro de 2023, o Governo do Pará por meio da Adepará implementou a política pública de rastreabilidade da palma de óleo no Estado para regulamentar essa importante atividade agrícola através da portaria N°6143/2023, lançada em janeiro de 2024 e que instituiu a Guia de Trânsito Vegetal (GTV) para o dendê. A portaria começou a vigorar em maio para mapear, cadastrar e rastrear a produção de dendê, mediante recolhimento de taxa e emissão da Guia de Trânsito Vegetal (GTV).</p>
<p>A norma obriga produtores, indústrias e transportadores a fazer o cadastramento das áreas de cultivo, beneficiamento e transporte de cachos de frutos frescos de palma de óleo produzidos no Estado. A iniciativa conta com apoio da Associação Brasileira de Produtores de Óleo de Palma (Abrapalma) e de seus dez associados. Segundo a Agência de Defesa, inicialmente, a meta é alcançar 1.267 fazendas produtivas em 32 municípios paraenses.</p>
<p>Para mais informações sobre a emissão da Guia de Trânsito Vegetal (GTV), acesse o site <a href="https://www.adepara.pa.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">www.adepara.pa.gov.br</a> ou procure a unidade da Adepará mais próxima.</p>
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		<title>Pará começa a rastrear toda a cadeia produtiva de dendê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 16:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[dendê]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[guia de transito vegetal]]></category>
		<category><![CDATA[óleo de palma]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/transporte-de-cachos-de-dende-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Líder nacional de produção de dendê com mais de 2 milhões e 900 mil toneladas do fruto por ano, o Pará deu um passo importante para garantir a sustentabilidade da cadeia produtiva. No começo de maio, o estado começou a emitir a Guia de Trânsito Vegetal (GTV) do dendê, um documento de rastreabilidade que permite [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/transporte-de-cachos-de-dende-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Líder nacional de produção de dendê com mais de 2 milhões e 900 mil toneladas do fruto por ano, o Pará deu um passo importante para garantir a sustentabilidade da cadeia produtiva. No começo de maio, o estado começou a emitir a Guia de Trânsito Vegetal (GTV) do dendê, um documento de rastreabilidade que permite fiscalizar as diversas etapas de transporte do fruto, desde a origem nas fazendas até sua destinação final.</p>
<p>O dendê é a matéria-prima para produção do óleo de palma, que é óleo vegetal mais consumido no mundo, sendo utilizado também na fabricação de biocombustível. No Pará, a região do Vale do Acará concentra a maior parte dos cultivos. São mais de 100 mil hectares cultivados, gerando empregos diretos e indiretos para aproximadamente 2.500 agricultores familiares.</p>
<p>A proposta de rastreabilidade da cadeia produtiva do dendê é iniciativa do Governo do Estado, que regulamentou a portaria n° 6143/2023 instituindo a GTV para o fruto. A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) é o órgão responsável pela execução da política que deve alcançar 1.267 fazendas em 32 municípios.</p>
<blockquote><p>“O transporte de cachos de fruto só poderá acontecer mediante emissão da Guia de Trânsito Vegetal, e a fiscalização vai monitorar empresas, transportadores e demais agentes da cadeia produtiva em relação às quantidades transportadas. O produto que sair do campo e entrar nas indústrias será acompanhado de perto por uma intensa fiscalização, reforçando a qualidade, origem e rastreabilidade do produto final”, explicou Lucionila Pimentel, diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, em entrevista à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/53808/para-comeca-a-rastrear-producao-de-dende-com-emissao-da-guia-de-transito-vegetal" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<p>Para emitir a GTV, os produtores rurais envolvidos na dendeicultura devem acessar o Sistema de Gestão Agropecuária da Adepará (Sigeagro), e informar os itens solicitados, como o cadastro de produtor/propriedade/unidade produtiva; o cadastro de destino (agroindústria), e também as informações completas do transportador (motorista e veículo).</p>
<p>Para o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, a rastreabilidade do dendê trará impactos positivos para a economia paraense e representa um diferencial diante das exigências por produtos mais sustentáveis no mercado.</p>
<blockquote><p>“A palma de óleo é mais uma cadeia produtiva regulamentada no Estado, o que garante que a produção seja fiscalizada pelo serviço de defesa vegetal, e é proveniente de áreas onde o cultivo segue as regras de um mercado que, cada vez mais, exige produtos ambientalmente sustentáveis”, ressalta Jamir Macedo.</p></blockquote>
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		<title>Agrotóxicos das monoculturas poluem rios e disseminam doenças em várias regiões do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 12:46:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
		<category><![CDATA[dendê]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Combate]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/agrotoxicos-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No final de 2023 foi sancionada pela Presidência da República, com vetos, a nova lei que trata do controle, inspeção e fiscalização dos agrotóxicos no País. Ainda que 17 dispositivos tenham sido vetados, muitos deles facilitam o registro desses produtos, mesmo com todas as evidências científicas que comprovam os diversos riscos à saúde e ao [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/agrotoxicos-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No final de 2023 foi sancionada pela Presidência da República, com vetos, a nova lei que trata do controle, inspeção e fiscalização dos agrotóxicos no País. Ainda que 17 dispositivos tenham sido vetados, muitos deles facilitam o registro desses produtos, mesmo com todas as evidências científicas que comprovam os diversos riscos à saúde e ao meio ambiente relacionados a eles. Essa é uma das razões para que  o dia 11 de janeiro seja dedicado ao combate da poluição por agrotóxicos.</p>
<p>No Pará, pesquisas já comprovaram a relação dos agrotóxicos amplamente usados em monoculturas com a poluição de rios e a disseminação de doenças e contaminações. Na região do Baixo Tocantins, por exemplo, o Instituto Evandro Chagas (IEC) detectou a presença de agrotóxicos em igarapés da área de influência da cultura do dendê. Os dados serviram inclusive de base para a elaboração de uma dissertação de mestrado que investigou os impactos socioambientais nas sub-bacias hidrográficas do município de Tailândia.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido por Rosa Helena Ribeiro Cruz, no <a href="https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/10316" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Gestão de Recursos Naturais e Desenvolvimento Local na Amazônia (PPGEDAM)</a>, da UFPA, e demonstrou que os cursos d’água continham traços de atrazina, uma substância já proibida na União Europeia desde 2003 e capaz de contaminar águas subterrâneas; e de glifosato, um poderoso herbicida associado ao aumento de casos de câncer e outras doenças.</p>
<blockquote><p>“Eu tenho a dissertação como um alerta, para que possamos observar o que já está acontecendo nessa região, com a expansão do agronegócio da soja, do milho e da palma de dendê. A presença de agrotóxicos foi constatada em áreas próximas de uma empresa de produção de dendê e de uma empresa de plantio de soja. Isso só afirma que os riscos ambientais já começaram na região”, disse a pesquisadora em entrevista ao <a href="https://www.beiradorio.ufpa.br/index.php/nesta-edicao/309-baixo-tocantins-em-risco" target="_blank" rel="noopener">jornal Beira do Rio</a>.</p></blockquote>
<p>No arquipélago do Marajó, os agrotóxicos também estão cada vez mais presentes, sobretudo nos cultivos de arroz, no município de Cachoeira do Arari. Uma reportagem da <a href="https://almapreta.com.br/sessao/cotidiano/moradores-denunciam-danos-agrotoxicos-arroz/" target="_blank" rel="noopener">agência Alma Preta</a> relata a expansão das fazendas de arroz ligadas à família Quartiero, que já cobrem 30% do território.</p>
<p>De acordo com a denúncia, aviões sobrevoam a cidade para pulverizar as plantações com os agrotóxicos, o que acaba disseminando no ar o veneno que chega a residências e pessoas sem qualquer envolvimento com a agricultura. O resultado é o aumento dos casos de irritações de pele, doenças respiratórias e danos aos cultivos de subsistência.</p>
<blockquote><p>“Não tem porque sobrevoar a cidade inteira e pulverizar até as roupas e fraldas das crianças que estendemos nos quintais, Era para passar apenas no plantio deles. Eu e meu filho já desenvolvemos várias doenças, como rinite e sinusite”, comenta uma moradora de Cachoeira do Arari que falou à Alma Preta sem se identificar por medo de retaliações.</p></blockquote>
<p>Além disso, o agronegócio no município seria responsável por implementar um desvio das águas do rio, que tem levado a diminuição da oferta de peixes, desaparecimento dos marrecos consumidos na culinária tradicional, bem como a contaminação das águas.</p>
<p>Já no oeste do estado é a monocultura da soja que tem disseminado o uso de agrotóxicos que impactam diretamente a vida das populações tradicionais. O <a href="https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/conflito/pa-pequenos-produtores-rurais-da-regiao-de-santarem-sao-expulsos-pelo-avanco-da-soja-alem-de-sofrer-com-os-danos-a-saude-causados-pelos-agrotoxicos-usados-pela-monocultura/" target="_blank" rel="noopener">Mapa de Conflitos</a>, elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e que agrega dados sobre injustiça ambiental e saúde no Brasil, mostra que moradores de Santarém, Alenquer, Monte Alegre e Rurópolis sofrem com o avanço do agronegócio na região.</p>
<blockquote><p>“Existem denúncias de contaminação de família de camponeses por agrotóxicos utilizados nas plantações de soja. No período de pulverização, os defensivos tóxicos estariam atingindo os pequenos produtores através dos ventos, bem como pela infiltração na terra, que acaba comprometendo os igarapés responsáveis pelo abastecimento de água da população”, diz o material que cita um relatório da Comissão Pastoral da Terra.</p></blockquote>
<p>Apesar da flexibilização crescente dos agrotóxicos no país, impulsionados inclusive pela nova legislação, cientistas, organizações de saúde e movimentos sociais do Brasil e do mundo tem se mobilizado cada vez mais para alertar a sociedade sobre os riscos desses produtos e promover alternativas de plantio baseadas em práticas agroecológicas.</p>
<p>Um panorama do uso dos agrotóxicos e seus diferentes impactos na sociedade pode ser conferido no <a href="https://br.boell.org/sites/default/files/2023-12/atlas-do-agrotoxico-2023.pdf" target="_blank" rel="noopener">Atlas dos Agrotóxicos</a>, publicado pela a Fundação Heinrich Böll, que defende a aplicação e manutenção de políticas públicas sobre o tema, além do cumprimento dos acordos internacionais que preveem a eliminação desses produtos. Para conhecer mais sobre o assunto, clique <a href="https://www.cpqam.fiocruz.br/institucional/noticias/lancamento-do-atlas-dos-agrotoxicos-2023" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Pará fecha 2023 como líder na produção de açaí, dendê, cacau, mandioca e abacaxi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 13:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/acai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Pará tem papel importante na produção rural do país. Abacaxi, cacau e mandioca são algumas das principais culturas oriundas do campo paraense, no entanto, o destaque maior fica por conta da liderança nacional na produção açaí e dendê. Segundo o estudo, o Pará [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/acai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Pará tem papel importante na produção rural do país. Abacaxi, cacau e mandioca são algumas das principais culturas oriundas do campo paraense, no entanto, o destaque maior fica por conta da liderança nacional na produção açaí e dendê.</p>
<p>Segundo o estudo, o Pará é responsável por 93,87% da produção nacional de açaí. No total, são 114 municípios envolvidos com o cultivo e extrativismo do fruto, que alcançou mais de 224 mil hectares e uma produção de 1,6 milhões de toneladas. Estima-se que somente o açaí gerou um valor de produção de R$ 5,93 bilhões em 2022, atraindo recursos para cidades como Igarapé-Miri, que é responsável por 26,4% da produção paraense.</p>
<p>Por sua vez, o dendê apesar de ser um dos principais ingredientes da culinária baiana, 98,27% da sua produção ocorre no território paraense. <span data-contrast="auto">Tomé-Açu é o “berço” no Pará do sistema de produção do óleo através de SAFs há aproximadamente 15 anos, promovendo interações e benefícios sociais, econômicos e ambientais.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>O fruto faz parte da economia de 30 municípios paraenses e alcançou no último ano uma produção de 2,9 milhões de toneladas em mais de 185 mil hectares plantados. Tailândia, no nordeste do estado, aparece como produtor de 32,47% do total.</p>
<p>As informações constam na pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM), sistematizada pelo Núcleo de Planejamento e Estatísticas da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) com base no levantamento de 2022, que indica a relevância do estado também em outros segmentos.</p>
<p>O Pará desponta hoje como um maior produtor de cacau do Brasil, por exemplo. Foram 145,99 mil toneladas produzidas em 152,84 mil hectares de 65 municípios, com destaque para Medicilândia, região da Transamazônica.</p>
<p>Outra cultura bastante disseminada no estado é a da tradicional mandioca, que está presente em 138 municípios. Os dados do último levantamento mostram que a quantidade produzida no estado ultrapassa 4,16 milhões de toneladas em 277 mil hectares, sendo Acará, no nordeste do estado, o principal polo produtor.</p>
<p>Já o abacaxi está presente em 92 municípios e alcançou a marca de 350 milhões de frutos produzidos no último ano. Além disso, o Pará aparece como um dos três maiores produtores de pimenta-do-reino e coco-da-bala, que juntos movimentam quase R$ 700 milhões.</p>
<blockquote><p>“Com relação ao Valor de Produção dos produtos agrícolas no ano de 2022, o Estado do Pará ocupa a nona posição dentre as 27 unidades da federação, com participação de 2,76% do valor de produção nacional e apresentando um incremento de 11%, com relação ao ano de 2021&#8243;, detalhou Maria de Lourdes Minssen, coordenadora do planejamento da Sedap à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/50282/para-fecha-2023-como-lider-absoluto-na-producao-de-acai-e-dende-alem-de-mais-tres-importantes-culturas-agricolas" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
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		<title>Famílias são beneficiadas com crédito rural por cultivo de dendê, em Tailândia, no Tocantins</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/familias-sao-beneficiadas-com-credito-rural-por-cultivo-de-dende-em-tailandia-no-tocantins/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 17:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[dendê]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=22127</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/dende2-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com apoio do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), 200 famílias de Tailândia, na Região de Integração Tocantins, sudeste paraense, podem ser beneficiadas até o fim do semestre com crédito rural para incentivo ao plantio de dendê. Os projetos, com previsão individual de cerca de R$ [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/dende2-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com apoio do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), 200 famílias de Tailândia, na Região de Integração Tocantins, sudeste paraense, podem ser beneficiadas até o fim do semestre com crédito rural para incentivo ao plantio de dendê.</p>
<p>Os projetos, com previsão individual de cerca de R$ 200 mil, podem ser contemplados pela linha Banpará-Bio, do Banco do Estado do Pará (Banpará). O objetivo é custear insumos, preparo de área, contratação de mão de obra complementar, entre outras despesas, em áreas de dez hectares. Nas propriedades também há atividades com açaí, mandioca e pimenta-do-reino.</p>
<p>Este ano, via projeto da Emater para o Banpará-Bio, o casal Jailton Soares, 56 anos, e Fabiele Sena, 34 anos, recebeu R$ 182 mil para a instalação de mais 20 hectares de dendê no Sítio Bahia, de 68 hectares, situado na Comunidade Água Preta. Os três filhos moram com eles: Caíque, 16 anos; Fábia, 13 anos, e Pedro Miguel, 5 anos.</p>
<p>Desde 2006, a família migrou da pecuária, da criação de cavalo e do comércio para o dendê, trabalhando atualmente em 26 hectares. Baiano de Feira de Santana, Jailton chegou ao Pará em 2000.</p>
<blockquote><p>“Não nos arrependemos de ter largado o comércio, porque gostamos da vida na roça. É uma vida de paz, sossegada. A Emater nos acompanha. Fez o nosso CAR (Cadastro Ambiental Rural), dá assistência no projeto. A Emater atua muito pelo crédito. Está dando certo”, assegura Jailton Soares</p></blockquote>
<p>O trabalho da Emater na cadeia produtiva do dendê vem sendo fortalecido com a cooperação de empresas privadas do setor, em busca de mobilização e prospecção de agricultores interessados.</p>
<blockquote><p>“O dendê é um elemento importante no cenário socioprodutivo do município, até pelo potencial de múltipla destinação: serve à indústria alimentícia, à indústria farmacêutica, à indústria de biocombustível. É um produto plenamente aproveitado”, informa o chefe do escritório local da Emater em Tailândia, Rômulo César Cardoso, técnico em Agropecuária.</p></blockquote>
<h3><strong>Capacitação</strong></h3>
<p>Na primeira quinzena de julho, a equipe da Emater ministrou mais um curso de atualização para representantes dos parceiros, levando conhecimento sobre o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), que desde 2022 substituiu a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP).</p>
<p>O Cadastro é um documento completo de identidade do agricultor familiar, e obrigatório para habilitação a políticas públicas específicas.</p>
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		<title>Agricultura triplica área de cultivo em 37 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 20:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[área]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/dende-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A agricultura segue se expandindo pelo território brasileiro. Em 2021, a atividade ocupava 62 milhões de hectares &#8211; três vezes mais que os 19 milhões mapeados em 1985 pelo MapBiomas. Nesse período, a silvicultura passou de 1,5 milhão de hectares para quase 9 milhões de hectares mapeados em 2021 – uma expansão de 598% ao [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/dende-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">A agricultura segue se expandindo pelo território brasileiro. Em 2021, a atividade ocupava 62 milhões de hectares &#8211; três vezes mais que os 19 milhões mapeados em 1985 pelo MapBiomas. Nesse período, a silvicultura passou de 1,5 milhão de hectares para quase 9 milhões de hectares mapeados em 2021 – uma expansão de 598% ao longo de 37 anos. Os dados são do mais recente levantamento do MapBiomas, feito a partir de imagens de satélite e classificação automatizada. O Pará se destaca no estudo pelo avanço de lavouras perenes no nordeste do estado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A quase totalidade da área cultivada no Brasil é de lavouras temporárias, como soja, arroz, cana-de-açúcar, algodão e outras culturas.  Juntas, elas ocupam quase 60 milhões de hectares – extensão superior a de países como França e Espanha. A expansão nos últimos 37 anos foi de 3,3 vezes, passando de 18,3 milhões de hectares em 1985 para 59,9 milhões de hectares em 2021. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Esse crescimento fez com que o número de municípios com mais de mil hectares de lavoura temporária aumentasse de 1.570, em 1985, para 2.985 em 2021. Houve um aumento de área de lavoura temporária principalmente em municípios do Cerrado e do Pampa, onde já existe uma consolidação de áreas agrícolas. No entanto, também houve um avanço no bioma Amazônia, abrangendo municípios dos estados do Amazonas, Rondônia, Acre, Roraima e Pará.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com 8,8 milhões de hectares mapeados em 2021, a silvicultura avançou 598% entre 1985 e 2021. Municípios com mais de mil hectares de silvicultura passaram de 250 em 1985 para 1.052 em 2021. Ou seja, 802 municípios incorporaram a atividade em menos de quatro décadas. Segundo o mapeamento, o bioma com maior área proporcional dedicada a plantios florestais é a Mata Atlântica, com 4%, seguido de perto pelo Pampa (3,9%) e pelo Cerrado (1,6%). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos anos, houve uma estabilização da conversão sobre áreas naturais e aumento da expansão da silvicultura sobre áreas já antropizadas. Nos biomas com as maiores áreas de silvicultura (Mata Atlântica e Cerrado), a expansão se deu majoritariamente sobre áreas já antropizadas, como pastagens. Em extensão territorial, a área mapeada de silvicultura em 2020 atingiu 4,4 milhões de hectares na Mata Atlântica, 3,2 milhões de hectares no Cerrado e 700 mil hectares no Pampa. </span></p>
<h3>Lavouras perenes</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O MapBiomas começa a acompanhar o histórico de algumas lavouras perenes, principalmente o café e o citrus. Estas tiveram uma expansão mais lenta do que as lavouras temporárias mapeadas pelo MapBiomas: o crescimento entre 1985, quando ocupavam 800 mil hectares, e 2021, quando alcançaram 2,28 milhões de hectares, foi de 2,9 vezes.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O aumento de área dos cultivos perenes mapeados pelo MapBiomas ocorreu de forma mais significativa (cerca de 19 mil ha) principalmente nas regiões do triângulo mineiro e no sul do estado de Minas Gerais, onde o cultivo de café é expressivo, além do nordeste do Pará, onde existe monocultivo de dendê, e norte da Bahia, pólo de irrigação de Petrolina.  Essa expansão fez com que o número de municípios com mais de mil hectares de lavouras perenes passasse de 206, em 1985, para 447, em 2021. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma geral, entre 1985 a 2021, a expansão da agricultura se deu majoritariamente sobre áreas de pastagens e áreas já previamente antropizadas. Após a definição do marco de regularização ambiental de 2008 pelo Código Florestal de 2012 houve um aumento de conversão de áreas de pastagem para agricultura temporária, nos biomas Amazônia e Cerrado. Por exemplo, entre 1996 e 2008, na Amazônia cerca de 1 Mha de pastagem foram convertidos para agricultura temporária, e no Cerrado, foram cerca de 5 Mha. Já entre 2009 e 2021, na Amazônia, a conversão da pastagem para agricultura foi 3 vezes maior, enquanto no Cerrado esse aumento foi cerca de 1,12X após o marco temporal de 2008.</span></p>
<p><i>Fonte: MapBioma<br />
</i><i><span style="font-weight: 400;">iniciativa multi-institucional, que envolve universidades, ONGs e empresas de tecnologia, focada em monitorar as transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil, para buscar a conservação e o manejo sustentável dos recursos naturais, como forma de combate às mudanças climáticas. Esta plataforma é hoje a mais completa, atualizada e detalhada base de dados espaciais de uso da terra em um país disponível no mundo. Todos os dados, mapas, métodos e códigos do MapBiomas são disponibilizados de forma pública e gratuita no site da iniciativa: </span></i><a href="http://mapbiomas.org/" target="_blank" rel="noopener"><i><span style="font-weight: 400;">mapbiomas.org</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></p>
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