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	<title>custo &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>custo &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Mudanças climáticas podem reduzir em 30% a renda na Amazônia até 2050, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 13:10:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação climática]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[renda]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Para-desmatamento-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) se aproxima e apresenta um cenário cada vez mais desafiador para os países comprometidos com o combate ao aquecimento global. Em Belém, uma das pautas deve ser o esforço para adoção de medidas de adaptação climática, um tema urgente diante das previsões [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Para-desmatamento-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) se aproxima e apresenta um cenário cada vez mais desafiador para os países comprometidos com o combate ao aquecimento global. Em Belém, uma das pautas deve ser o esforço para <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/tragedias-recentes-mostram-que-o-clima-ja-mudou-e-adaptacao-e-urgente-afirmam-especialistas/">adoção de medidas de adaptação climática</a>, um tema urgente diante das previsões que indicam que a crise climática pode reduzir a renda das populações locais em até 30% até 2050.</p>
<p>A projeção é resultado de um <a href="https://www.nature.com/articles/s41586-024-07219-0" target="_blank" rel="noopener">estudo publicado na revista Nature</a>. O trabalho agrega informações sobre economias locais no mundo todo e os dados sobre os eventos climáticos ocorridos nos últimos 40 anos para gerar uma simulação sobre o impacto econômico desses fenômenos nos próximos 26 anos.</p>
<p>Os resultados reforçam o entendimento de que os danos das mudanças climáticas serão generalizados, mas dão uma dimensão mais local desses efeitos. Na pesquisa, 1.600 unidades subnacionais foram analisadas, incluindo os 27 estados brasileiros, onde é previsto uma queda na renda média da população, caso os problemas desencadeados pela mudança do clima persistam.</p>
<p>De acordo com o estudo, grande parte da Amazônia deve impactada com perda de renda variando entre 25% e 30%. Na região do bioma Cerrado, a queda também é em torno de 25%, enquanto que em outras regiões estima-se perdas da ordem de 10% a 20%. Quando analisada a economia mundial, os pesquisadores afirmam que a redução média de rendimento será de 19%,</p>
<figure id="attachment_28467" aria-describedby="caption-attachment-28467" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-28467 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/mapa-impacto-mudancas-do-clima-1024x792.png" alt="" width="1024" height="792" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/mapa-impacto-mudancas-do-clima-1024x792.png 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/mapa-impacto-mudancas-do-clima-300x232.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/mapa-impacto-mudancas-do-clima-768x594.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/mapa-impacto-mudancas-do-clima-1536x1188.png 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/mapa-impacto-mudancas-do-clima-2048x1585.png 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/mapa-impacto-mudancas-do-clima-150x116.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/mapa-impacto-mudancas-do-clima-450x348.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/mapa-impacto-mudancas-do-clima-1200x928.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-28467" class="wp-caption-text">Estudo mostra impacto da mudança do clima nas economias locais. Estados da Amazônia estão entre os mais afetados. Foto: Reprodução Nature</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Os países menos responsáveis pela mudança climática deverão sofrer perdas de renda 60% superiores às dos países de alta renda e 40% superiores às dos países que são os maiores emissores”, explicou Anders Levermann, um dos autores da pesquisa em entrevista ao jornal <a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/04/17/crise-do-clima-pode-derrubar-renda-global-em-19percent-ate-2050-brasil-e-um-dos-mais-afetados.ghtml" target="_blank" rel="noopener">O Globo</a>.</p></blockquote>
<p>Para os cientistas, a questão é preocupante pois demonstra como a crise do clima pode acentuar as desigualdades regionais, já que as principais afetadas estão onde a renda média da população já é baixa, como é o caso da América do Sul, a África Subsaariana e a Ásia Central, onde poderão ser observadas em aspectos como a redução da produtividade na agricultura, danos à infraestrutura e limitações de saúde dos trabalhadores.</p>
<p>A estimativa é que o planeta terá uma renda de US$ 38 trilhões menor a cada ano até 2050, levando em conta apenas os efeitos do aumento de temperatura decorrente das emissões de CO². Se forem consideradas outras variáveis como a seca, as inundações e o aumento do nível do mar, o impacto pode chegar a US$ 59 trilhões.</p>
<blockquote><p>“Esses danos de curto prazo são resultado de nossas emissões passadas. Precisaremos de mais medidas de adaptação se quisermos evitar pelo menos alguns deles. E temos de reduzir as nossas emissões de forma drástica e imediata para que as perdas econômicas não fiquem ainda maiores na segunda metade do século, subindo até 60% na média global até 2100”, pontua Leonie Wenz, também autora da pesquisa.</p></blockquote>
<p>Na avaliação dos estudiosos, os números atestam que é muito mais eficiente e barato investir em estratégias de adaptação desde já do que tentar mitigar os danos no futuro. E, para isso, a COP30 em Belém, pode trazer contribuições efetivas pois aqui devem ser debatidos os avanços, os desafios e novas perspectivas para conter o aumento da temperatura do planeta em 1,5º C.</p>
<blockquote><p>“Isso mostra claramente que proteger o nosso clima é muito importante, e mais barato do que deixar de fazê-lo, mesmo sem considerar os impactos não-econômicos, como a perda de vidas e de biodiversidade”, destacou Leonie Wenz.</p></blockquote>
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		<title>Destruição florestal aumenta custo de produção da soja na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 12:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/wwf-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O desmatamento, um dos principais causadores das alterações climáticas locais, aliado às mudanças do clima global, traz impactos significativos ao agronegócio brasileiro. Entre 1985 e 2012, o desmatamento causou uma redução média de 12% na produtividade do cultivo da soja na Amazônia e 6% no Cerrado, com decréscimo de mais de 20% em algumas regiões [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/wwf-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O desmatamento, um dos principais causadores das alterações climáticas locais, aliado às mudanças do clima global, traz impactos significativos ao agronegócio brasileiro. Entre 1985 e 2012, o desmatamento causou uma redução média de 12% na produtividade do cultivo da soja na Amazônia e 6% no Cerrado, com decréscimo de mais de 20% em algumas regiões dos dois biomas.</p>
<p>Estes são alguns dos destaques da mais recente <a href="https://s2212.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3ZmJybmV3LmF3c2Fzc2V0cy5wYW5kYS5vcmclMkZkb3dubG9hZHMlMkZ3d2Zicl8yMDIyX250X2Rlc21hdGFtZW50b19jdXN0b19hZ3JvbmVnb2Npby5wZGY6MzU3NTAwNzk4NjpyZWRhY2FvQHBhcmF0ZXJyYWJvYS5jb206MmZmZjI5OjMw" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nota técnica do WWF-Brasil</a>, que compila estudos relevantes sobre o tema. Eles reafirmam a íntima relação do desmatamento, mudanças climáticas e produtividade agrícola. O levantamento aponta que as altas taxas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado resultam em queda de produtividade e rentabilidade para o agronegócio brasileiro.</p>
<p>Outro dado da nota técnica mostra que a queda de receita bruta referente à diminuição da regulação de temperaturas extremas após o desmatamento foi de, em média, US$ 158,50 anualmente para cada hectare de soja produzida na Amazônia, tendo o valor do dólar em 2005 como referência. No caso do Cerrado, foram registrados aumentos mensais entre 2,2 e 4,0<sup>o</sup>C nas temperaturas máximas e 2,4 e 2,8<sup>o</sup>C nas temperaturas mínimas entre 1961 e 2019.</p>
<blockquote><p>“Impacto para a produtividade agrícola significa menos comida na mesa, maior inflação e impacto nas exportações. As mudanças climáticas afetam diretamente a oferta e o custo dos<strong> </strong>alimentos. Esse movimento já está acontecendo, mas tende a se agravar se não pararmos o desmatamento agora e desenvolver ações de mitigação e restauração dos ecossistemas naturais&#8221;, afirma Edegar de Oliveira, diretor de Conservação e Restauração do WWF-Brasil.</p></blockquote>
<p>Foram levantadas, ainda, estimativas de perdas futuras de produtividade de soja e pastagem na Amazônia Legal, considerando diferentes cenários de gestão territorial. Essas perdas poderiam atingir 26% para soja e 32% para pastagem até a metade deste século.</p>
<p>Caso não haja adaptação por parte dos produtores, 20% a mais de área desmatada na Amazônia e no Cerrado até 2050 podem levar a perdas adicionais de produtividade entre 6% e 10% no Matopiba e 20% em Mato Grosso, principais regiões produtoras de grãos do país, além das perdas causadas pelas mudanças climáticas globais.</p>
<p>Outro estudo mostra que, além das perdas de renda bruta causadas pelas mudanças climáticas globais, o Mato Grosso poderá perder adicionalmente US$ 1,8 bilhão relacionado ao desmatamento até 2050.</p>
<p>Em relação ao milho cultivado após a colheita da soja (milho segunda safra), estudos indicam que o desmatamento levaria a uma queda de até 8% de produtividade. Caso seja necessário adiar as datas de plantio das culturas para se adaptar a um cenário em que a estação chuvosa comece mais tarde e dure menos tempo, essa queda passaria para aproximadamente 30%.</p>
<p>O estudo sugere que, com a persistência do desmatamento até o meio do século, a adaptação de datas de plantio e adoção de cultivares de ciclo mais curto não serão suficientes para manter os níveis de produtividade atuais em sistemas de dupla safra (soja e milho). Essas alterações estariam ligadas ao encurtamento da estação chuvosa e aos impactos decorrentes em cultivo de sequeiro (sem irrigação).</p>
<p>Uma das avaliações indica perdas de renda bruta no cultivo de soja na Amazônia em diferentes cenários de governança até 2050, levando em consideração as relações empíricas estabelecidas com dados observados de chuva e área desmatada. Os autores mostram que um cenário de gestão fraca pode levar à perda de 56% da área de floresta até 2050, o que causaria perda de renda bruta do cultivo de soja de cerca de R＄ 1 bilhão anualmente.</p>
<h3><strong>Prejuízos em toda a cadeia</strong></h3>
<p>Além do agro, as perdas afetam também outros setores. Um relatório baseado em estimativas das próprias matrizes de risco de empresas brasileiras aponta perdas de até R$ 24 bilhões por não apresentarem ações contra o desmatamento em suas cadeias de valor. O valor resulta de prejuízos com dano reputacional, fuga de consumidores, dificuldades em acessar mercados internacionais e alterações na dinâmica dos ecossistemas.</p>
<p>O WWF-Brasil observou também os dados da Plataforma<a href="https://s2212.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5iaW9zZmVyYS5kZWEudWZ2LmJyJTJGZGNodXZhJTJGOjM1NzUwMDc5ODY6cmVkYWNhb0BwYXJhdGVycmFib2EuY29tOjNhMDEyNTozMA==" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Desmatamento e Chuva</a> que traz informações sobre a perda de receita bruta na produção de soja e carne bovina devido ao desmatamento e consequente alteração climática.</p>
<p>Os dados apontaram que, quanto maior é o nível de desmatamento (variando de 10% a 40%), maior é a perda de receita bruta para soja, independente da data de plantio, e para a produção de carne bovina. A plataforma é baseada em um estudo que avalia a variação espacial do valor do serviço ecossistêmico de regulação climática para a produção agrícola na Amazônia a partir de cenários de desmatamento progressivo da floresta e simulações com modelos agrometeorológicos.</p>
<p>Importante salientar que desde 1961, os efeitos da crise climática provocada pelo homem reduziram em 21% a produtividade agrícola global. Essa porcentagem é maior (entre 26% e 34%) nas regiões mais quentes, como América Latina, África e Caribe.</p>
<h3><strong>Adaptação para diminuir perdas</strong></h3>
<p>Estudos existentes abordam estimativas da perda de produtividade para diferentes cenários de uso do solo e mudanças climáticas, mas com poucas informações baseadas em observações de campo. Mesmo com esta limitação, os dados disponíveis já são preocupantes.</p>
<p>Por isso, além de apontar o desmatamento zero como o principal caminho de mitigação de perdas, o levantamento ressalta algumas práticas sustentáveis que estão em funcionamento e devem ser fortalecidas: melhoramento genético de cultivares de plantas e de raças de animais, plantio direto na palha, fixação biológica de nitrogênio, sensores digitais para avaliação de solo e planta, zoneamento agrícola de risco climático, zoneamento agroecológico e outras iniciativas que são imprescindíveis para a permanência do país no topo da produção agropecuária, aponta a conclusão de um documento do WRI Brasil.</p>
<p>Os dados da nota técnica são unânimes ao apontar que há urgência na aplicação de soluções sustentáveis para a manutenção das florestas e mitigação da crise climática. &#8220;Muitas ferramentas já existem, mas carecem de implantação pelo poder público e engajamento por parte de outros atores, como empresas e setor produtivo, por exemplo. A ciência está a nosso favor, com dados e perspectivas, cabe a nós priorizar ações que garantam um futuro equilibrado para as próximas gerações”, alerta Mariana Napolitano gerente de Ciências do WWF-Brasil.</p>
<p>Algumas tecnologias estão previstas em políticas públicas do país, como Plano de Agricultura de Baixo Carbono (Plano ABC) e a Política Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), que são, segundo o estudo, instrumentos fundamentais para potencializar a adaptação na agropecuária, sobretudo porque garantem a conservação da biodiversidade e protegem os polinizadores; mantêm a oferta e a qualidade da água; atenuam extremos climáticos, como secas e ondas de calor, principais responsáveis por quebras de produção; reduzem a ocorrência de desastres naturais, especialmente riscos de inundação e erosão do solo; mantêm o equilíbrio de ciclos biogeoquímicos; sequestram carbono no solo; proporcionam diversidade de produção e de renda para o produtor rural; e contribuem para maior resiliência dos sistemas produtivos às mudanças climáticas.</p>
<p><strong>Sobre o WWF-Brasil</strong></p>
<p>O WWF-Brasil é uma ONG brasileira que há 26 anos atua coletivamente com parceiros da sociedade civil, academia, governos e empresas em todo país para combater a degradação socioambiental e defender a vida das pessoas e da natureza. Estamos conectados numa rede interdependente que busca soluções urgentes para a emergência climática. Conheça a<a href="https://s2212.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy53d2Yub3JnLmJyJTJGOjM1NzUwMDc5ODY6cmVkYWNhb0BwYXJhdGVycmFib2EuY29tOmJjMDZiZjozMA==" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> ONG</a>.</p>
<p><strong>Leia o estudo completo </strong><a href="https://s2212.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3ZmJybmV3LmF3c2Fzc2V0cy5wYW5kYS5vcmclMkZkb3dubG9hZHMlMkZ3d2Zicl8yMDIyX250X2Rlc21hdGFtZW50b19jdXN0b19hZ3JvbmVnb2Npby5wZGY6MzU3NTAwNzk4NjpyZWRhY2FvQHBhcmF0ZXJyYWJvYS5jb206MmZmZjI5OjMw" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a></p>
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		<title>Você sabia que produção de 1 hectare de abacaxi custa em média R$ 18 mil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 19:08:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[abacaxi]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta do Araguaia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/abacaxi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Para fortalecer a produção do abacaxi no Pará, que é um setor caro, e proporcionar maior rentabilidade ao produtor, o governo estadual tenta aproximar o produtor do crédito rural, sobretudo, no município de Floresta do Araguaia, localizado na Região de Integração do Araguaia, que é responsável por 74% do fruto plantado em solo paraense. No [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/abacaxi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Para fortalecer a produção do abacaxi no Pará, que é um setor caro, e proporcionar maior rentabilidade ao produtor, o governo estadual tenta aproximar o produtor do crédito rural, sobretudo, no município de Floresta do Araguaia, localizado na Região de Integração do Araguaia, que é responsável por 74% do fruto plantado em solo paraense. No ranking nacional, o Pará aparece em primeiro lugar na produção, com quase 20% do cultivo nacional.</p>
<p>Entre as estratégias de fortalecimento, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pa) atua no município com a emissão da Declaração de Aptidão (DAP) ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf, que identifica os agricultores familiares e possibilita a solicitação de crédito rural junto ao banco conveniado para o investimento na produção. A Emater registra no município a emissão, em média, de 90 DAP por ano.</p>
<blockquote><p>“A liberação de crédito ajuda no financiamento do plantio, que é muito caro. A mão de obra do cultivo, assim como a compra de insumos, adubos, têm um custo muito elevado. Para plantar abacaxi, em média, um hectare custa cerca de R$ 18 mil. Se os produtores não tiverem ajuda de um financiamento, fica muito difícil. O nosso papel é fundamental para fortalecer esse trabalho. Anualmente, em média, cerca de R$ 5 milhões são liberados, beneficiando cerca de 70 produtores locais”, afirma Richard Castro, técnico no escritório local da Emater em Floresta do Araguaia, que ao longo de 10 anos atuando na área, já atendeu mais de 1.000 agricultores familiares pela Empresa.</p></blockquote>
<p>De acordo com Geraldo Tavares, coordenador de fruticultura da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), em 2021, a pasta repassou R$ 250 mil via convênio para a prefeitura de Floresta do Araguaia realizar a licitação e compra do equipamento para a agroindústria da Cooperativa dos Agricultores de São Francisco (Cooasafra), onde funciona uma agroindústria que atende centenas de agricultores do município.</p>
<p>A cooperativa recebeu também, segundo o coordenador, financiamento do Crédito do Produtor via Sedeme/Banpará no valor de 635 mil, além da expansão da rede trifásica de energia: 12 km de rede, implantada pelo Governo do Estado, com 550 mil de investimento para atender a agroindústria.</p>
<p><em>Fonte: Emater-PA, Giovanna Abreu (SECOM)</em></p>
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		<item>
		<title>Desmatamento pode custar R$ 24 bi à economia brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 14:05:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[commodities]]></category>
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		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/desmatamento-custo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Preservar a floresta é muito mais barato que derrubá-la, segundo informa levantamento feito pela Accountability Framework Initiative (AFI) e divulgado na sexta-feira, 27/05. O prejuízo potencial da derrubada de florestas em suas cadeias de valor é de até US$ 5 bilhões, cerca de R$ 24 bilhões. Em todo o mundo, a destruição florestal pode torrar US$ [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/desmatamento-custo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Preservar a floresta é muito mais barato que derrubá-la, segundo informa <a href="https://cdn.cdp.net/cdp-production/cms/reports/documents/000/006/373/original/CDP-doscompromissosacaoemescala-rev3.pdf?1653417921" target="_blank" rel="noopener">levantamento</a> feito pela Accountability Framework Initiative (AFI) e divulgado na sexta-feira, 27/05.</p>
<p>O prejuízo potencial da derrubada de florestas em suas cadeias de valor é de até US$ 5 bilhões, cerca de R$ 24 bilhões. Em todo o mundo, a destruição florestal pode torrar US$ 80 bilhões (R$ 386 bi).</p>
<p>O <a href="https://cdn.cdp.net/cdp-production/cms/reports/documents/000/006/373/original/CDP-doscompromissosacaoemescala-rev3.pdf?1653417921" target="_blank" rel="noopener">levantamento</a> estimou o quanto custaria para as empresas implementarem ações para combater o desmatamento em suas cadeias de valor. Para variar, sairia mais barato para as empresas assumirem a iniciativa na proteção da floresta do que arcar com os prejuízos pela perda delas: no cenário global, esses investimentos seriam de US$ 6,7 bilhões, bem abaixo dos US$ 80 bi de prejuízo potencial com a inação.</p>
<p>No Brasil, o custo seria de US$ 680 milhões (R$ 3,2 bi), cerca de ⅛ do prejuízo projetado.</p>
<p>Os dados foram coletados a partir de um questionário sobre florestas respondido por 675 empresas que produzem ou adquirem pelo menos uma das sete <i>commodities</i> responsáveis pela maior parte da perda de florestas tropicais em todo o mundo: óleo de palma, produtos madeireiros, produtos bovinos (carne e couro), soja, borracha natural, cacau e café. Esse número inclui também 100 produtores, 241 processadores, 378 fabricantes e 185 varejistas.</p>
<p>No Brasil, as JBS, Marfrig, Minerva Foods, Amaggi e BRF estão entre as empresas que responderam ao questionário.</p>
<p>No geral, o cenário ainda é marcado por uma timidez dessas empresas no que diz respeito à proteção de florestas. Apenas 36% afirmaram possuir políticas de não desmatamento, sendo que 13% têm compromissos de não desmatamento alinhados à estratégia corporativa.</p>
<p>Ao mesmo tempo, 23% das empresas apresentaram metas de certificação por terceiros vinculados aos seus próprios compromissos, e 14% possuem metas de rastreabilidade. Por falar em rastreio, 38% das empresas analisadas relataram que não têm informações sobre a origem de pelo menos metade do volume de <i>commodities</i> adquirido e 28% afirmaram que não possuem um sistema de rastreamento para pelo menos uma <i>commodity</i>. <em>Fonte: Accountability Framework Initiative (AFI)</em></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/protecao-da-amazonia-custa-7-vezes-menos-que-preservar-areas-de-conservacao-na-europa/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Proteção da Amazônia custa 7 vezes menos que preservar áreas de conservação na Europa</strong></a></p>
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		<title>Proteção da Amazônia custa 7 vezes menos que preservar áreas de conservação na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 15:28:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[hectares]]></category>
		<category><![CDATA[proteção]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/custo-de-protecao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Proteger 83% da Amazônia brasileira, o que equivale a cerca de 3,5 milhões de km², custaria entre US$ 1,7 e 2,8 bilhões anuais. Para fins de comparação, este valor por hectare é sete vezes menor do que o necessário para manter áreas de conservação na União Europeia, em que países investem cerca de 5,3 bilhões [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/custo-de-protecao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Proteger 83% da Amazônia brasileira, o que equivale a cerca de 3,5 milhões de km², custaria entre US$ 1,7 e 2,8 bilhões anuais. Para fins de comparação, este valor por hectare é sete vezes menor do que o necessário para manter áreas de conservação na União Europeia, em que países investem cerca de 5,3 bilhões por ano para manter cerca de 1 milhão de hectares. A informação foi publicada pela <a href="https://abori.com.br/amazonia/conservar-a-amazonia-brasileira-custa-sete-vezes-menos-por-hectare-do-que-manter-areas-protegidas-na-europa/" target="_blank" rel="noopener">Agência Bori</a>.</p>
<p>Em estudo publicado na revista “Perspectives in Ecology and Conservation” no dia 18 de maio, pesquisadores da Universidade de Miami, Museu Paraense Emílio Goeldi, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Conservação Internacional do Brasil estimam, pela primeira vez, os custos mínimos para a conservação do bioma.</p>
<blockquote><p>“Estes valores são bastante modestos quando se compara com os valores potenciais dos serviços ambientais que os ecossistemas da Amazônia brasileira prestam para o Brasil e para o mundo”, comenta José Maria Cardoso da Silva, professor da Universidade de Miami e um dos autores do artigo.</p></blockquote>
<p>Por meio de dados georreferenciados de fontes oficiais, os autores realizaram o mapeamento e o cálculo de manutenção das unidades de conservação, terras indígenas, terras públicas não designadas e outras áreas prioritárias de conservação.</p>
<p>O cálculo é baseado na estimativa dos custos de manutenção das áreas de conservação já existentes, como infraestrutura local e salário de funcionários, dos custos de criação das novas áreas de conservação, como inventários biológicos e demarcação, e dos custos de manutenção do sistema de conservação, como atividades de coordenação regional e nacional.</p>
<p><em>Fonte: Agência Bori</em></p>
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		<title>Arroz é alternativa viável para reduzir custos de produção de suínos e aves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2022 15:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/arroz-na-suinocultura-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Suinocultores e avicultores brasileiros enfrentam os altos preços decorrentes da crescente valorização do milho e da soja. Mas uma alternativa para alimentar os animais com custo menor está ao alcance de quem produz arroz no Estado. O cereal pode complementar ou substituir o milho na alimentação animal. É o que mostram estudos da Embrapa Suínos e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/arroz-na-suinocultura-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Suinocultores e avicultores brasileiros enfrentam os altos preços decorrentes da crescente valorização do milho e da soja. Mas uma alternativa para alimentar os animais com custo menor está ao alcance de quem produz arroz no Estado. O cereal pode complementar ou substituir o milho na alimentação animal. É o que mostram estudos da <a href="https://www.embrapa.br/suinos-e-aves" target="_blank" rel="noopener">Embrapa Suínos e Aves</a> (SC).</p>
<p>A Região Sul do País domina esse mercado, mas as regiões paraenses de Marajó, Rio Capim, Xingu e Araguaia se destacam nesse mercado, produzindo mais da metade do total cultivado no Pará.</p>
<h3>Quais as vantagens?</h3>
<p>O arroz, além de apresentar um valor nutricional adequado para a alimentação de suínos e aves, oferece ainda efeitos positivos sobre a qualidade de carcaça.</p>
<p>No entanto, o arroz reduz a pigmentação de gemas de ovos a da pele de aves, sem implicar em perda de valor nutricional para o consumidor. Essa questão pode ser resolvida com a adição de um pigmentante à ração.</p>
<p>O arroz marrom, por exemplo, tem valor nutricional superior ao arroz branco polido e aos quebrados de arroz (também chamados de quirera de arroz). Porém, o arroz marrom vem em casca, que precisa ser descartada. A casca apresenta baixíssimo valor nutricional, além de conter elevado teor de fibra e sílica, que agridem a mucosa intestinal dos animais, provocando perda de desempenho.</p>
<p>No geral, o arroz é um cereal com nível de proteína bruta muito próxima ao do milho, o que o transforma em uma excelente fonte de energia.</p>
<p>Existem diferenças entre arroz marrom (apenas com a retirada da casca) e entre quirera de arroz e arroz polido do ponto de vista nutricional. Nesses dois últimos (quirera de arroz e arroz polido), a parte que seria o farelo de arroz integral não está mais presente.</p>
<p>Outra questão importante é o fato de que o arroz apresenta um formato diferente do milho. Para que seja usado na alimentação de suínos é necessário que se façam ajustes específicos nas fábricas de rações. A moagem precisa ser adaptada, com diferentes regulagens de peneiras. Mas esses ajustes não representam custos ou esforços significativos. No caso da produção de ração para aves, não é preciso fazer alterações.</p>
<blockquote><p>“A questão mais importante em torno do uso do arroz neste momento é, na verdade, reforçar o debate sobre a criação de mecanismos para tornar permanente a oferta de alimentos alternativos para a ração animal”, afirma o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves <a href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/61090/dirceu-joao-duarte-talamini" target="_blank" rel="noopener">Dirceu Talamini</a>, especialista em temas ligados ao custo de produção de suínos e aves.</p></blockquote>
<p>Ainda não há um retrato claro do quanto o arroz ajudará a reduzir os custos de produção na suinocultura e avicultura. Já está certo, porém, que os três setores enfrentarão 2021/2022 compartilhando preocupações e articulando sinergias.</p>
<p><em>Fonte: Embrapa Suínos e Aves</em></p>
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		<title>Custo de contêiner para Europa passa de &#8216;US$ 2 mil para US$ 15 mil&#8217;</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/custo-de-conteiner-para-europa-passa-de-us-2-mil-para-us-15-mil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 13:39:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[contêiner]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[frete marítimo]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/conteiner-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A escassez de contêineres e navios para o translado de mercadorias continua a afetar os produtores rurais no Brasil. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), destacou na terça-feira, 19/10, durante a reunião-almoço da bancada, que a demora para suprir a demanda tem elevado o preço dos fretes e gerado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/conteiner-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A escassez de contêineres e navios para o translado de mercadorias continua a afetar os produtores rurais no Brasil. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), destacou na terça-feira, 19/10, durante a reunião-almoço da bancada, que a demora para suprir a demanda tem elevado o preço dos fretes e gerado aumento nos prazos para a exportação e importação de produtos.</p>
<blockquote><p>“Um contêiner, em média custava US$ 2 mil para chegar à Europa, hoje temos casos de produtores pagando até US$ 15 mil,” disse o deputado.</p></blockquote>
<p>O parlamentar defendeu a criação de um plano mínimo de contingência nos portos brasileiros por parte do Governo Federal. “Já fizemos reunião com o Ministério da Economia, Ministério da Infraestrutura e amanhã seria com os armadores, mas foi transferida para novembro,” afirmou Sérgio Souza.</p>
<p>O deputado completou ao dizer que “a cadeia produtiva precisa se movimentar para solucionar esse problema, que tem gerado perda de oportunidades de mercado devido à demora dos envios, motivada pela demanda crescente de grandes exportadores, como Ásia, EUA e Europa.”</p>
<h3>Ferrovias</h3>
<p>Entre os demais assuntos, os integrantes da bancada debateram também o Marco Legal das Ferrovias (PLS 261/2018), aprovado no último dia 5, no Senado Federal, para o destravamento de obras e escoamento da produção agropecuária no país.</p>
<blockquote><p>“Esse tema é um grande indutor da redução dos custos de produção nos estados. A logística é algo importantíssimo. Onde temos ferrovias a tonelada de soja chega ao porto com uma diferença de R$ 40 a R$ 50 reais por tonelada,” explica Sérgio Souza.</p></blockquote>
<p>O texto estabelece uma nova ordem de ferrovias, construídas ou adquiridas pela iniciativa privada por meio de outorgas de autorização, além de dispor sobre a autorregulação ferroviária e a segurança do trânsito e do transporte ferroviários.</p>
<p>Do senador licenciado José Serra (PSDB-SP), o texto será relatado na Câmara dos Deputados pelo deputado Zé Vitor (PSL-MG), membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).</p>
<p>Coordenador de infraestrutura e logística da FPA, o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania – SP), disse que o intuito da autorização na outorga de ferrovias, disposto no PL, trará ritos mais simplificados para investidores interessados em participar do esforço de ampliação e modernização da malha ferroviária. Pela proposta, a autorização para exploração de ferrovia pela empresa requerente ou vencedora de processo seletivo, caso haja mais de uma interessada no trecho, deverá ser formalizada em contrato com prazo determinado.</p>
<p>O deputado ressaltou ainda as emendas apresentadas pela FPA, como a MP 165, em tramitação na Câmara, que trata também sobre o tema. Desde a sua vigência, o Ministério da Infraestrutura já permitiu 12 licitações de ferrovias.</p>
<p>“Essa MP recebeu um conjunto de contribuições do nosso setor para garantir que as licitações tenham concorrência. Não queremos monopólio estatal, mas sim segurança jurídica, com menor custo e tarifa mais acessível para o produtor garantir o escoamento da produção.”</p>
<h3><strong>Custo de produção</strong></h3>
<p>Sérgio Souza enfatizou os problemas causados pelo aumento do custo de produção ocorrido no Brasil, nos últimos meses.</p>
<blockquote><p>“É inaceitável a forma como se deram os aumentos dos preços de produtos e insumos agrícolas, nos últimos sete meses. Isso está sendo sentido pelo povo brasileiro, que está pagando mais caro pelo alimento,” afirmou o parlamentar.</p></blockquote>
<p>O presidente da FPA destacou ainda que a solução para o problema está entre o produtor e o consumidor. “Isso será pauta prioritária da FPA daqui para a frente, vamos buscar uma fórmula junto ao governo para que possamos reduzir os custos na produção agrícola e entregar ao cidadão um produto mais em conta,” finalizou.</p>
<h3><strong>COP-26</strong></h3>
<p>Ainda durante a reunião, o presidente da Embrapa, Celso Moretti, afirmou que irá defender o setor agropecuário brasileiro, que segundo ele “alia um trabalho de produção e preservação”, durante a Conferência das Partes (COP26), em Glasgow, na Escócia. O maior evento do mundo sobre meio ambiente é organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e começa no próximo dia 31.</p>
<p>“O Brasil fez ao longo dessas cinco décadas uma transformação fantástica, saiu de um país importador de alimentos, na década de 70, e tornou-se um dos maiores players produtores mundiais de alimentos, fibras e bioenergia,” disse.</p>
<p><em>Fonte: FPA</em></p>
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