<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>cupuaçu &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/cupuacu/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Tue, 03 Feb 2026 13:55:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>cupuaçu &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Chegou o inverno amazônico: saiba quais frutas entram em safra nesta época</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/saborosas-e-nutritivas-muitas-frutas-entram-em-safra-durante-o-inverno-amazonico-saiba-quais/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/saborosas-e-nutritivas-muitas-frutas-entram-em-safra-durante-o-inverno-amazonico-saiba-quais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 13:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[#frutas]]></category>
		<category><![CDATA[Bacuri]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[inverno amazônico]]></category>
		<category><![CDATA[piquiá]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[pupunha]]></category>
		<category><![CDATA[safra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=26867</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/pupunha-Bruno-Cecim-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o fim do período de calor e a chegada do volume de chuvas mais intenso, a Amazônia entra em seu período conhecido como inverno amazônico. Essa época de água abundante ajuda a recuperar o nível dos rios, abaixar as temperaturas e, principalmente, trazer uma safra rica e variada de frutas regionais para as mesas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/pupunha-Bruno-Cecim-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com o fim do período de calor e a chegada do volume de chuvas mais intenso, a Amazônia entra em seu período conhecido como inverno amazônico. Essa época de água abundante ajuda a recuperar o nível dos rios, abaixar as temperaturas e, principalmente, trazer uma safra rica e variada de frutas regionais para as mesas do paraense.</p>
<p>Para te ajudar a ter uma alimentação mais diversa, nutritiva e com uma cara regional, o <strong>Pará Terra Boa</strong> selecionou alguns itens em alta nessa época.</p>
<p><strong>Cupuaçu &#8211; </strong>O cheiro inconfundível dos cupuaçus toma conta de muitas feiras nessa época. <a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/213297/1/Calendario.pdf" target="_blank" rel="noopener">De acordo com a Embrapa</a>, o período entre dezembro e abril é quando ocorre a coleta dos frutos, que estão entre os mais utilizados na culinária local. Sorvetes, cremes, sucos, geleias, trufas e até o chamado <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/em-formato-de-barra-receita-tradicional-de-cupulate-ganha-grife-e-conquista-novos-paladares/">cupulate</a> são produzidos com a polpa e as amêndoas dessa iguaria amazônica. Além de saboroso, vale ressaltar que o cupuaçu é nutritivo, sendo rico em proteínas, carboidratos, fibras e outros elementos importantes para a alimentação.</p>
<figure id="attachment_26872" aria-describedby="caption-attachment-26872" style="width: 419px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-26872" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-300x200.jpeg" alt="" width="419" height="279" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-768x512.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2.jpeg 817w" sizes="(max-width: 419px) 100vw, 419px" /><figcaption id="caption-attachment-26872" class="wp-caption-text">Foto: Ronaldo Rosa/Embrapa</figcaption></figure>
<p><strong>Bacuri –</strong> De janeiro a abril também aumenta a oferta de bacuri, que também ganha destaque em preparações como sucos, sorvetes, geleias, além do consumo in natura. O sabor é mais suave que o cupuaçu, por exemplo, mas não menos marcante. Não à toa o bacuri se tornou também um grande atrativo da culinária local. No aspecto nutricional, a fruta auxilia na composição de uma alimentação saudável devido aos seus teores de fósforo, potássio, cálcio e vitamina C.</p>
<figure id="attachment_26873" aria-describedby="caption-attachment-26873" style="width: 394px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-26873" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-300x185.jpg" alt="" width="394" height="243" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-300x185.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-150x92.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-450x277.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri.jpg 650w" sizes="(max-width: 394px) 100vw, 394px" /><figcaption id="caption-attachment-26873" class="wp-caption-text">Foto: Embrapa</figcaption></figure>
<p><strong>Pupunha –</strong> Não dá pra lembrar das tardes chuvosas do inverno amazônico e não sentir aquela vontade de tomar um café quentinho com pupunha, não é? Essa é a época ideal para aproveitar essa delícia que enche de cores variadas as feiras e mercados da região. E tem para todos os gostos! Maiores e menores, com caroço ou sem, oleosas ou não. A verdade é que paraense nenhum abre mão dessa fruta rica em fibras, vitaminas, ferro e outros nutrientes.</p>
<figure id="attachment_13768" aria-describedby="caption-attachment-13768" style="width: 425px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-13768" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-300x226.jpg" alt="" width="425" height="320" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-300x226.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-450x339.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha.jpg 473w" sizes="(max-width: 425px) 100vw, 425px" /><figcaption id="caption-attachment-13768" class="wp-caption-text">Foto: Prefeitura Municipal de Belém</figcaption></figure>
<p><strong>Castanha-do-Pará – </strong>Altamente valorizada no mercado, a castanha-do-Pará foi um dos primeiros frutos regionais a chamar a atenção de consumidores brasileiros e do exterior. Hoje, essa oleaginosa faz parte das dietas de muitas pessoas devido à sua ação antioxidante, de fortalecimento da imunidade, de combate ao colesterol, entre outros benefícios. Outra vantagem é sua versatilidade, que é explorada tanto em pratos doces como salgados. Aproveite para planejar novos usos para a castanha com a maior oferta do fruto que vai até meados de abril.</p>
<figure id="attachment_7036" aria-describedby="caption-attachment-7036" style="width: 418px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7036" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--300x200.jpeg" alt="" width="418" height="279" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas-.jpeg 768w" sizes="(max-width: 418px) 100vw, 418px" /><figcaption id="caption-attachment-7036" class="wp-caption-text">Foto: Mapa</figcaption></figure>
<p><strong>Piquiá – </strong>Menos popular que os demais, o piquiá também é uma fruta típica desse período, tendo uma safra que se estende em geral de dezembro a meados de abril. Assim como a pupunha, o piquiá precisa passar por um processo de cozimento, por isso costuma ser servido como acompanhamento de carnes vermelhas ou brancas. Mas também pode servir de base para patês e até em produtos cosméticos.</p>
<figure id="attachment_26874" aria-describedby="caption-attachment-26874" style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-26874" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-300x155.jpeg" alt="" width="440" height="227" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-300x155.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-150x77.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-450x232.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia.jpeg 679w" sizes="(max-width: 440px) 100vw, 440px" /><figcaption id="caption-attachment-26874" class="wp-caption-text">Foto: Governo do Amazonas</figcaption></figure>
<p>A Amazônia tem uma biodiversidade enorme com muitos sabores a serem apreciados e descobertos, além das frutas listadas, o inverno amazônico é uma época em que aumenta a oferta de uxi, pitanga, muruci, carambola, taperebá e outras.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/saborosas-e-nutritivas-muitas-frutas-entram-em-safra-durante-o-inverno-amazonico-saiba-quais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cadeias produtivas da Amazônia terão R$ 96,6 milhões do Fundo Clima</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cadeias-produtivas-da-amazonia-terao-r-966-milhoes-do-fundo-clima/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cadeias-produtivas-da-amazonia-terao-r-966-milhoes-do-fundo-clima/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 12:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[cadeias produtivas]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[fundo clima]]></category>
		<category><![CDATA[o açaí]]></category>
		<category><![CDATA[pirarucu]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=40050</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/acai99-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Cadeias produtivas de recursos naturais da Amazônia, como o cupuaçu, o açaí e o pirarucu, receberão investimentos de R$ 96,6 milhões, por meio do Programa Florestas e Comunidades: Amazônia Viva, anunciado nesta terça-feira, 9, em Brasília. A iniciativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) será promovida com recursos do Fundo Amazônia e esforços dos ministérios [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/acai99-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Cadeias produtivas de recursos naturais da Amazônia, como o cupuaçu, o açaí e o pirarucu, receberão investimentos de R$ 96,6 milhões, por meio do Programa Florestas e Comunidades: Amazônia Viva, anunciado nesta terça-feira, 9, em Brasília.</p>
<p>A iniciativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) será promovida com recursos do Fundo Amazônia e esforços dos ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).</p>
<p>O programa será executado em dois anos com o objetivo de ampliar a oferta dos produtos da floresta ao mercado consumidor, diversificar o cardápio regional pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e intensificar o fornecimento de alimentos com origem na sociobiodiversidade e agricultura familiar ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).</p>
<blockquote><p>&#8220;É um legado que nós do governo brasileiro precisamos deixar para os povos da floresta. Os produtos da sociobiodiversidade precisam ter a divulgação e merecem ter a visibilidade que têm outros produtos importantes para a economia do Brasil”, declarou o presidente da Conab, João Edegar Pretto.</p></blockquote>
<p>A iniciativa vai contemplar 32 projetos de cooperativas e associações da Amazônia Legal, que reúnam silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e comunidades quilombolas.</p>
<p>Cada proposta poderá receber investimentos de até R$ 2,5 milhões para aquisição de equipamentos e infraestrutura capazes de impulsionar a comercialização de produtos da floresta em mercados consumidores.</p>
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é o responsável pela gestão do Fundo Amazônia. De acordo com a diretora socioambiental da instituição, Tereza Campello, o investimento foi viabilizado por um esforço grande para diminuir o desmatamento e reestruturar os recursos do fundo, permitindo investimentos que somarão um total de R$ 2,2 bilhões em 2025.</p>
<blockquote><p>“Nessa iniciativa da Conab são quase R$100 milhões para uma agenda estratégica que chega na ponta às nossas comunidades e que também vai viabilizar uma plataforma onde a gente passe a ter de forma profissional e organizada todos os dados da sociobiodiversidade que temos na Amazônia”, concluiu Tereza Campello.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cadeias-produtivas-da-amazonia-terao-r-966-milhoes-do-fundo-clima/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com a COP30, capital paraense vai revelar sua riqueza gastronômica ao mundo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/com-a-cop30-capital-paraense-vai-revelar-sua-riqueza-gastronomica-ao-mundo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cop30/com-a-cop30-capital-paraense-vai-revelar-sua-riqueza-gastronomica-ao-mundo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 15:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[maniçoba]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Ver-o-Peso]]></category>
		<category><![CDATA[pato no tucupi]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[tacacá]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=36363</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/tacaca90-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Sede da COP30 e porta de entrada da Amazônia, a capital paraense carrega, em cada canto, uma história de resistência, diversidade e riqueza cultural. Apesar de ser um centro urbano com uma população de quase 1,4 milhão de habitantes e moderno em vários aspectos, Belém mantém o ar tradicional das fachadas dos casarões, das praças, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/tacaca90-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Sede da COP30 e porta de entrada da Amazônia, a capital paraense carrega, em cada canto, uma história de resistência, diversidade e riqueza cultural. Apesar de ser um centro urbano com uma população de quase 1,4 milhão de habitantes e moderno em vários aspectos, Belém mantém o ar tradicional das fachadas dos casarões, das praças, das igrejas e capelas do período colonial. Uma metrópole que pulsa cultura, inovação, tradições e beleza.</p>
<p>Entre o som do carimbó, o gosto do açaí, o calor das praias paradisíacas e a alegria de um povo carismático e hospitaleiro, o Brasil se prepara para mostrar ao mundo que desenvolvimento, preservação ambiental e justiça social não apenas podem, como precisam caminhar juntos.</p>
<p>Com a aproximação da realização da maior conferência climática do mundo, esta série especial mostra um pouco do que faz Belém ser cartão postal do Norte do Brasil. Este é um convite para conhecer e se encantar com a capital da Amazônia que está prestes a receber o mundo.</p>
<figure id="attachment_36367" aria-describedby="caption-attachment-36367" style="width: 558px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-36367" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/Ver-o-peso-300x200.jpg" alt="" width="558" height="372" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/Ver-o-peso-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/Ver-o-peso-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/Ver-o-peso-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/Ver-o-peso-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/Ver-o-peso-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/Ver-o-peso-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/Ver-o-peso-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/Ver-o-peso-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 558px) 100vw, 558px" /><figcaption id="caption-attachment-36367" class="wp-caption-text">O Ver-o-Peso, em Belém, é um dos mercados mais antigos do País e o maior a céu aberto da América Latina. Foto: Rodrigo Pinheiro/ Agência Pará</figcaption></figure>
<h3>Epicentro da gastronomia paraense</h3>
<p>Belém abriga um dos mercados mais antigos do País e o maior a céu aberto da América Latina. É o famoso Mercado Ver-o-Peso, inaugurado em 1625. Um espaço tomado por aromas, cores e sabores típicos do Pará, que reúne toda a diversidade da culinária paraense.</p>
<p>No Ver-o-Peso, as bancas expõem peixes e camarões frescos, verduras e frutas variadas, farinhas e temperos de todo tipo, remédios naturais, ervas, mandingas, e tantos outros itens encontrados apenas por lá. É em meio a essa efervescência que Ulisses Silva tem sua banca de açaí com peixe frito, um dos pratos mais tradicionais vendidos no local.</p>
<p>O feirante cresceu no Mercado Ver-o-Peso, onde começou a trabalhar ainda na adolescência, aos 13 anos, na banca da mãe, e aos poucos foi conquistando o próprio espaço. Seu sonho é ver o mundo descobrir e valorizar a riqueza gastronômica do Norte do Brasil.</p>
<blockquote><p>“A culinária aqui do Pará é a nossa riqueza. O açaí com peixe frito, arroz, feijão, macarrão, saladinha, peixe, tem na mesa de qualquer ser humano. Difícil é o turista ter um peixe que nós só temos no Brasil, que é o dourado, o filhote e o pirarucu. Então, essa vai ser a nossa grande luta: eles provarem o nosso peixe. Apresentar a nossa comida”, enfatiza o feirante.</p></blockquote>
<p>Outro prato tradicional paraense é o tacacá — uma sopa de origem indígena feita com tucupi (caldo extraído da mandioca), camarão seco, tapioca e o jambu, uma planta comumente encontrada no Norte do Brasil que provoca leve sensação de dormência e formigamento na boca e na língua. Ou, como dizem na região, faz “tremer” e salivar.</p>
<figure id="attachment_31657" aria-describedby="caption-attachment-31657" style="width: 688px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-31657" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/pato-no-tucupi-ascom-setur-300x200.jpg" alt="" width="688" height="458" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/pato-no-tucupi-ascom-setur-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/pato-no-tucupi-ascom-setur-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/pato-no-tucupi-ascom-setur-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/pato-no-tucupi-ascom-setur-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/pato-no-tucupi-ascom-setur-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/pato-no-tucupi-ascom-setur.jpg 1191w" sizes="(max-width: 688px) 100vw, 688px" /><figcaption id="caption-attachment-31657" class="wp-caption-text">Pato no tucupi é um dos pratos típicos do Pará Foto: Ascom Setur</figcaption></figure>
<p>Há também o irresistível pato no tucupi, que leva carne de pato cozida no caldo de tucupi com jambu e ervas aromáticas, e a maniçoba, feita com as folhas da mandioca brava (maniva) cozidas por vários dias para remover o ácido cianídrico, um componente tóxico. Após o longo cozimento, a maniva é combinada com carnes de porco, charque, linguiça e outros temperos.</p>
<p>E não para por aí: arroz de pato e o tradicional pirarucu &#8211; uma das maiores espécies de peixe de água doce do mundo &#8211; são alguns dos pratos típicos que você precisa experimentar.</p>
<p>Para a sobremesa, o doce de cupuaçu &#8211; uma fruta grande, oval e de polpa branca e cremosa -, o creme de tapioca, os bombons de castanha e os sorvetes de frutos endêmicos da região prometem uma explosão de sabores amazônicos.</p>
<p>A poucos metros do Ver-o-Peso, fica a Estação das Docas, um charmoso complexo gastronômico que é, na verdade, um convite para sentar, saborear as delícias da região e ainda curtir um pôr-do-sol de tirar o fôlego às margens da Baía do Guajará.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cop30/com-a-cop30-capital-paraense-vai-revelar-sua-riqueza-gastronomica-ao-mundo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cairu lança sorvete COP30, com castanha-do-Pará, pistache e doce de cupuaçu</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cairu-lanca-sorvete-cop30-com-castanha-do-para-pistache-e-doce-de-cupuacu/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cairu-lanca-sorvete-cop30-com-castanha-do-para-pistache-e-doce-de-cupuacu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 18:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Cairu]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[COP29]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[pistache]]></category>
		<category><![CDATA[sorvete]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=31560</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/sorvete-COP30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Dentro de um ano, Belém receberá gente do mundo todo para a COP30. E entre os vários pratos da rica culinária local, os visitantes vão poder saborear um sorvete feito no Pará, que tem fama internacional. A Sorveteria Cairu, que figura entre as 50 melhores sorveterias do mundo, acaba de lançar o sorvete COP30. A [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/sorvete-COP30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Dentro de um ano, Belém receberá gente do mundo todo para a COP30. E entre os vários pratos da rica culinária local, os visitantes vão poder saborear um sorvete feito no Pará, que tem fama internacional. A Sorveteria Cairu, que figura entre as 50 melhores sorveterias do mundo, acaba de lançar o sorvete COP30.</p>
<p>A receita une sabores típicos da Amazônia com uma noz típica do Oriente Médio ao misturar castanha-do-Pará com Pistache, e ainda acrescentar doce de cupuaçu como complemento.</p>
<blockquote><p>&#8220;A ideia é unir o mundo com a Amazônia”, diz Armando Laiun, diretor da sorveteria, sobre o novo sabor.</p></blockquote>
<p>Em 2024, a Cairu ganhou como presente de 60 anos a declaração de Patrimônio Cultural Material e Imaterial do Pará. Além de ter sido reconhecida numa lista sas 50 melhores sorveterias do mundo, no Festival Mundial de Gelato, em Roma, na Itália, em 2022, a Cairu tem dois de seus sorvetes entre os 100 melhores do mundo: Açaí e Maria Isabel, pela Tasteatlas, enciclopédia gastronômica internacional que cataloga pratos tradicionais e restaurantes ao redor do mundo.</p>
<p>Antes de embarcar para a COP29, em Baku, no Azerbaijão, o governador do Pará, Helder Barbalho, provou o novo sabor.</p>
<blockquote><p>&#8220;É o sorvete COP 30. A Cairu paraense, maior sorveteria do mundo com seus sabores regionais, tem a sacada de entendendo que a COP é um evento climático, junta a castanha da Europa, o pistache, com a nossa única, fantástica e a melhor castanha-do-Pará com doce de cupuaçu. Vem provar, esse é o Pará, a bioeconomia, é a Amazônia. É o sorvete do Pará, é a Cairu e, claro, é a COP 30&#8221;, disse.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cairu-lanca-sorvete-cop30-com-castanha-do-para-pistache-e-doce-de-cupuacu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pará inclui açaí e cupuaçu na merenda escolar para valorizar hábitos alimentares amazônicos</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/para-inclui-acai-e-cupuacu-na-merenda-escolar-para-valorizar-habitos-alimentares-amazonicos/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cultura/para-inclui-acai-e-cupuacu-na-merenda-escolar-para-valorizar-habitos-alimentares-amazonicos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 15:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[merenda escolar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=30534</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/acai_nas_escolas2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Alunos da rede pública estadual do Pará agora contam com açaí e cupuaçu na merenda escolar.  Além de valorizar hábitos alimentares regionais, a iniciativa de incluir frutas da Amazônia no cardápio das escolas tem o objetivo de investir numa alimentação cada vez mais saudável que agrade o paladar dos estudantes. E a recepção tem sido [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/acai_nas_escolas2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Alunos da rede pública estadual do Pará agora contam com <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/dia-do-acai-para-aposta-no-fortalecimento-da-cadeia-produtiva-sustentavel-do-fruto/" target="_blank" rel="noopener">açaí</a> e cupuaçu na merenda escolar.  Além de valorizar hábitos alimentares regionais, a iniciativa de incluir frutas da Amazônia no cardápio das escolas tem o objetivo de investir numa alimentação cada vez mais saudável que agrade o paladar dos estudantes.</p>
<p>E a recepção tem sido das melhores. Localizada no bairro da Terra Firme, em Belém, a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Brigadeiro Fontenelle, localizada no bairro da Terra Firme, serviu o açaí na hora da merenda, nesta terça-feira, 3 e foi uma festa entre os estudantes.</p>
<blockquote><p>“Eu acho que é um incentivo, tanto para mim quanto para os outros alunos, até porque é uma comida da culinária paraense, e quem é paraense raiz come só com açaí. Eu vejo como algo muito bom para a gente que vem para a escola. Aqui temos comida boa, de qualidade”, contou Lucas Abreu, estudante do 2º ano do Ensino Médio.</p></blockquote>
<p>Para o secretário de Estado de Educação, Rossieli Soares, além de fazer parte da cultura alimentar paraense e das questões nutricionais, incluir frutas amazônicas na merenda escolar ajuda a desenvolver cadeias produtivas do Estado.</p>
<blockquote><p>&#8220;Cada vez mais a gente quer buscar dos fornecedores do próprio Pará, para que a gente traga mais açaí para dentro das escolas. É uma das novidades importantes, e com o controle e a qualidade que a gente precisa para servir, de maneira que o nosso aluno goste e que sirva de incentivo para ele vir e permanecer na escola&#8221;, destacou</p></blockquote>
<p>Elaborado por uma equipe de especialistas para atender às necessidades nutricionais dos estudantes, o cardápio oferecido aos estudantes é variado e saudável. Além Além do açaí e cupuaçu, a lista de ingredientes inclui polpas de frutas variadas, peixe, carne, frutas, achocolatado, leite, pão, legumes, feijão, arroz e macarrão.</p>
<blockquote><p>&#8220;Trazer o açaí é simbólico, mas trazer carne, verdura, tudo o que é de qualidade para a alimentação, é fundamental&#8221;, afirma Roseli.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cultura/para-inclui-acai-e-cupuacu-na-merenda-escolar-para-valorizar-habitos-alimentares-amazonicos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ecocentro fortalece extração de óleos essenciais e capacitação de extrativistas do Oeste do Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/ecocentro-fortalece-extracao-de-oleos-essenciais-e-capacitacao-de-extrativistas-do-oeste-do-para/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/ecocentro-fortalece-extracao-de-oleos-essenciais-e-capacitacao-de-extrativistas-do-oeste-do-para/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 12:10:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[acosper]]></category>
		<category><![CDATA[agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[andiroba]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ecocentro da floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Mel]]></category>
		<category><![CDATA[óleos essenciais]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Saúde e Alegria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=28557</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/ecocentro-da-floresta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Extrativistas do oeste paraense ganharam um espaço apropriado para o processamento de óleos e essências vegetais típicos da Amazônia. O chamado de Ecocentro da Floresta, instalado em um antigo galpão da Cooperativa dos Trabalhadores Agroextrativistas do Oeste do Pará (ACOSPER), em Santarém, vai facilitar o beneficiamento de matérias-primas como frutas e sementes utilizadas na produção [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/ecocentro-da-floresta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Extrativistas do oeste paraense ganharam um espaço apropriado para o processamento de óleos e essências vegetais típicos da Amazônia. O chamado de Ecocentro da Floresta, instalado em um antigo galpão da Cooperativa dos Trabalhadores Agroextrativistas do Oeste do Pará (ACOSPER), em Santarém, vai facilitar o beneficiamento de matérias-primas como frutas e sementes utilizadas na produção de alimentos e cosméticos, por exemplo. No dia 19 de abril, foram extraídos os primeiros produtos: o óleo de andiroba e a manteiga de cupuaçu,</p>
<p>A implantação do Ecocentro era um sonho antigo das comunidades e foi viabilizada com o apoio do Projeto Saúde e Alegria e financiamento do Fundo Amazônia. No galpão de beneficiamento para a agroindústria dedicado funciona um maquinário utilizado para extração de óleos de andiroba, copaíba e semente de cupuaçu, além de uma estrutura para produção de mel de abelhas sem ferrão, potencializando a geração de renda entre as populações da região.</p>
<p>Os moradores da região estão passando por um processo de capacitação para aprender a operar os equipamentos. E os resultados já estão surgindo com os primeiros litros de óleo de andiroba e manteiga de cupuaçu saindo das máquinas. A expectativa é que óleos de murumuru, tucumã, piquiá, açaí, patauá e outros também serão processados no futuro.</p>
<blockquote><p>“Estou muito feliz por ter sido escolhido pelo meu grupo para participar dessa capacitação. A gente está aprendendo a manusear a máquina”, disse Francisco Sarmento, morador da aldeia Braço Grande e um dos participantes da primeira oficina do Ecocentro.</p></blockquote>
<p>De acordo com o vice-presidente da ACOSPER, José Maria Santos, comunidades da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns e dos projetos de assentamento agroextrativista (PAE) Lago Grande, Arapixuna e Várzea devem ser beneficiados pela iniciativa que também abre portas para o desenvolvimento do artesanato e para a oferta de crédito para os agricultores familiares.</p>
<figure id="attachment_28559" aria-describedby="caption-attachment-28559" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28559 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-1024x948.jpeg" alt="" width="1024" height="948" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-1024x948.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-300x278.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-768x711.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-150x139.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-450x417.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-1200x1111.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-28559" class="wp-caption-text">Andiroba é um dos produtos processados pelas comunidades no Ecocentro. Foto: Projeto Saúde e Alegria</figcaption></figure>
<blockquote><p>“É muito gratificante pra gente quando a gente leva essa alegria pra esse povo tão interessado. Os empreendimentos são dos cooperados. A gente tem esse prazer de trazê-los aqui. Isso pra nós é muito importante (&#8230;) poder estar absorvendo esses produtos que tem na natureza que a gente nunca teve oportunidade”, destaca José Maria.</p></blockquote>
<p>A implantação do Ecocentro vem aliada a uma estratégia de fortalecimento da economia nas comunidades extrativistas. Além da agroindústria, o projeto incentiva o plantio de espécies não-madeireiras e recuperação de áreas desmatadas visando alavancar os impactos ambientais e socioeconômicos que a floresta em pé traz, como avalia a engenheira florestal do projeto Saúde e Alegria, Laura Lobato.</p>
<blockquote><p>“Nós estávamos sonhando com isso já há muito tempo. Inclusive, a indústria em si, foi pensada justamente para ligar todas as nossas atividades. Por exemplo, os SAFs estão sendo implantados nas comunidades. E a ideia é que também a matéria-prima, cupuaçu, andiroba, que saiam desses SAFs, que são espécies que estão sendo implementadas lá, cheguem até aqui também para serem beneficiadas”, afirma a engenheira florestal.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/ecocentro-fortalece-extracao-de-oleos-essenciais-e-capacitacao-de-extrativistas-do-oeste-do-para/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plantio de cupuaçu ajuda na recuperação florestal no nordeste paraense</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/plantio-de-cupuacu-ajuda-na-recuperacao-florestal-no-nordeste-paraense/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/plantio-de-cupuacu-ajuda-na-recuperacao-florestal-no-nordeste-paraense/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 14:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Para Sempre]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
		<category><![CDATA[PNCPD]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação florestal]]></category>
		<category><![CDATA[restauração de áreas degradadas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=27627</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/imazon_labmidia_vitorialeona_160322_54-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz O inverno amazônico é o período de safra do cupuaçu, uma fruta típica da região e que conquista paladares pelo seu sabor único. A mistura de notas azedas e agridoces torna o fruto um ingrediente diferenciado na preparação de doces, geleias, sucos, cremes, sorvetes, e sua amêndoa é base até para a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/imazon_labmidia_vitorialeona_160322_54-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>O inverno amazônico é o período de safra do cupuaçu, uma fruta típica da região e que conquista paladares pelo seu sabor único. A mistura de notas azedas e agridoces torna o fruto um ingrediente diferenciado na preparação de doces, geleias, sucos, cremes, sorvetes, e sua amêndoa é base até para a produção do chamado <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/em-formato-de-barra-receita-tradicional-de-cupulate-ganha-grife-e-conquista-novos-paladares/" target="_blank" rel="noopener">cupulate</a>. Toda essa versatilidade ainda é aliada de processos de<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/recuperacao-florestal-pode-fazer-o-para-ganhar-r-13-bilhoes-e-criar-1-milhao-de-empregos/" target="_blank" rel="noopener"> recuperação florestal no estado do Pará.</a></p>
<p>O cultivo do cupuaçu em <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/agroflorestas-podem-ser-uma-saida-para-a-recuperacao-de-areas-desmatadas-no-para/" target="_blank" rel="noopener">sistemas agroflorestais</a> (SAFs) é uma das ações recomendadas pelo projeto Floresta Para Sempre, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), para a restauração de áreas de mata ciliar e de reserva legal nos municípios de Ulianópolis, Dom Eliseu, Capitão Poço e Paragominas, no nordeste do estado.</p>
<p>A iniciativa tem o apoio do <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/com-r-13-bi-fundo-amazonia-tem-recorde-historico-de-aprovacoes-em-2023/" target="_blank" rel="noopener">Fundo Amazônia</a> e visa o desenvolvimento cientifico, da agricultura familiar e da assistência técnica em modelos de SAF direcionados para o tema da restauração. Isso porque a organização detectou que o histórico de ocupação da região deixou um rastro de devastação impulsionado pela falta de orientação para o uso adequado da terra em atividades como a agricultura e a pecuária de pequeno porte.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora do Imazon, Andreia Pinto, o público-alvo foram agricultores de áreas de assentamento, onde já havia um histórico de degradação decorrente da criação de gado para subsistência ou da abertura de roças em terrenos sem aptidão para a agricultura.</p>
<p>Em razão desse processo, as propriedades apresentavam características como solo compactado e com gramíneas que dificultam o crescimento de outras culturas. A estratégia para solucionar esse problema foi buscar espécies florestais nativas com crescimento rápido e que pudessem gerar sombreamento, facilitando o cultivo de outras variedades de plantas. Assim, o Floresta Para Sempre apostou no potencial e nas vantagens oferecidas pelo cupuaçu.</p>
<blockquote><p>“O cupuaçu é uma planta que, dependendo da genética e dos tratamentos adequados, começa a dar frutos do segundo ao quarto ano após o plantio, oferecendo uma produção perene. Também é uma espécie melhor adaptada às condições climáticas e do solo da região, além de que o Código Florestal permite que essa espécie possa ser usada de forma consorciada para a recuperação de área de reserva legal e até de mata ciliar. Esse conjunto de vantagens é muito bem-vindo”, comenta Andreia Pinto.</p></blockquote>
<figure id="attachment_27631" aria-describedby="caption-attachment-27631" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-27631 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/imazon_labmidia_vitorialeona_160322_102-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/imazon_labmidia_vitorialeona_160322_102-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/imazon_labmidia_vitorialeona_160322_102-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/imazon_labmidia_vitorialeona_160322_102-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/imazon_labmidia_vitorialeona_160322_102-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/imazon_labmidia_vitorialeona_160322_102-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/imazon_labmidia_vitorialeona_160322_102-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/imazon_labmidia_vitorialeona_160322_102-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/imazon_labmidia_vitorialeona_160322_102-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-27631" class="wp-caption-text">102 hectares no nordeste do Pará foram restaurados com uso de cupuaçu e outras espécies nativas. Foto: Vitória Leona / Imazon Labmídia</figcaption></figure>
<h3>Os primeiros plantios</h3>
<p>Os primeiros plantios de SAFs foram feitos a partir de 2022 por 136 agricultores de Ulianópolis, Dom Eliseu e Capitão Poço, que receberam capacitação e 56.200 mil mudas de cupuaçu e outras espécies, como o açaí, o miriti, o cacau e o jenipapo. No total, 102 hectares já foram restaurados, mas a expectativa é que os números e o impacto do projeto aumentem, já que outros 64 produtores de Paragominas devem começar os cultivos neste ano.</p>
<p>Para a pesquisadora, os resultados alcançados até então são animadores visto que a estratégia de recuperação florestal com cupuaçu atende a demandas dos agricultores que podem contar com uma cultura valiosa para o mercado e para a segurança alimentar das populações locais, mas também para a agenda climática, oferecendo uma solução prática para o aumento da absorção de carbono, por exemplo.</p>
<p>Nesse sentido, Andreia Pinto ressalta que a experiência contribui para o planejamento e implementação de ações necessárias para que o Brasil alcance a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cop28-brasil-anuncia-programa-para-recuperar-40-milhoes-de-hectares-de-pastagens-degradadas/">meta de recuperação de 40 milhões de hectares em uma década</a>, conforme a previsão do Plano Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCPD).</p>
<blockquote><p>“Experiências piloto como essa servem para inspirar contingentes maiores de produtores nesse tipo de prática. Já conseguimos mobilizar 64 produtores em Paragominas e temos uma perspectiva crescente de aumentar os imóveis rurais atendidos. O nosso trabalho é voltado para a necessidade dos pequenos agricultores, mas é um modelo que pode ser aproveitado também em médios e grandes imóveis rurais”, destaca a pesquisadora.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/plantio-de-cupuacu-ajuda-na-recuperacao-florestal-no-nordeste-paraense/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>No oeste do Pará, comunidade Surucuá explora potencial da bioeconomia da sociobiodiversidade</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/no-oeste-do-para-comunidade-surucua-explora-potencial-da-bioeconomia-da-sociobiodiversidade/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/no-oeste-do-para-comunidade-surucua-explora-potencial-da-bioeconomia-da-sociobiodiversidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 19:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[cupulate]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório criativo da amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[lca]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[surucuá]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=27101</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Producao-chocolate-Surucua-Amazonia-4.0-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Na Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns, localizada no oeste paraense, a comunidade Surucuá, formada por aproximadamente 150 famílias, encontrou uma forma de explorar de forma sustentável os recursos locais, agregando o conhecimento e a tradição locais com inovação e tecnologia. Essa experiência deu origem a produtos à base de cupulate, uma espécie de chocolate produzido com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Producao-chocolate-Surucua-Amazonia-4.0-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Na Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns, localizada no oeste paraense, a comunidade Surucuá, formada por aproximadamente 150 famílias, encontrou uma forma de explorar de forma sustentável os recursos locais, agregando o conhecimento e a tradição locais com inovação e tecnologia. Essa experiência deu origem a produtos à base de <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/em-formato-de-barra-receita-tradicional-de-cupulate-ganha-grife-e-conquista-novos-paladares/" target="_blank" rel="noopener">cupulate,</a> uma espécie de chocolate produzido com as amêndoas do cupuaçu, além de chocolates finos que agregam valor à rica biodiversidade da região.</p>
<p>A localidade foi a primeira beneficiada pela experiência do Laboratório Criativo da Amazônia (LCA), proposta do <a href="https://amazonia4.org/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Amazônia 4.0</a> que visa demonstrar o potencial da bioeconomia da sociobiodiversidade em projetos de pequena escala protagonizados pelas populações tradicionais.</p>
<p>Um dos diferenciais do LCA é a estrutura de laboratórios móveis, também conhecidos como biofábricas, onde é possível processar, beneficiar e elaborar produtos feitos com matérias-primas da floresta. O projeto também tem impacto ambiental reduzido, já que é alimentado com energia solar fotovoltaica.</p>
<figure id="attachment_27103" aria-describedby="caption-attachment-27103" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-27103 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-1024x377.jpg" alt="" width="1024" height="377" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-1024x377.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-300x110.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-768x282.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-1536x565.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-150x55.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-450x165.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-1200x441.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-27103" class="wp-caption-text">Primeira biofábrica foi instalada na comunidade Surucuá. Foto: Reprodução Amazônia 4.0</figcaption></figure>
<p>De acordo com o Instituto Amazônia 4.0, a ideia é capacitar as populações locais para o uso de tecnologias modernas que sirvam para o desenvolvimento de produtos, processos e atividades que agregam valor à biodiversidade. A longo prazo, o objetivo é contribuir para conter a devastação do bioma sem perder de vista a necessidade de apoiar alternativas para geração de renda, principalmente baseadas em sistemas agroflorestais e na restauração florestal.</p>
<p>Esses foram alguns resultados já colhidos na comunidade Surucuá. Durante a implantação do LCA, os moradores tiveram um papel importante oferecendo suporte a instalação das estruturas ou ainda em serviços de transporte, alimentação, limpeza e construção, que impactaram diretamente na empregabilidade local.</p>
<h3>Sabores regionais</h3>
<p>Além disso, a população da Resex exercitou a criatividade e pôs a mão na massa durante a criação de uma série de receitas que exploram os sabores da floresta. Entre elas estão a de cupulate com castanha do Pará, de chocolate com açaí e a de cupulate com coco liofilizado, isto é, desidratado por meio da sublimação. Outros experimentos apostaram na combinação do chocolate com o cumaru e outras especiarias da Amazônia.</p>
<blockquote><p>“A gente não dava valor nas coisas que a gente tinha, principalmente, no cupuaçu. A gente perdia muito, não tinha muito utilidade, a gente não sabia como trabalhar, só tinha a polpa e não a semente, e agora a gente sabe que a polpa a gente pode usar pra tudo&#8221;, contou a professora Aldenira Sousa em entrevista ao programa <a href="https://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2023/12/28/cupulate-comunidade-na-amazonia-aprende-a-produzir-chocolates-finos-com-fruto-tipico-da-regiao.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Profissão Repórter</a>.</p></blockquote>
<p>A ideia é que o LCA seja expandido para outras localidades, inclusive já está em execução o projeto para a região de Belterra, assim como a ideia de que sejam apoiadas estratégias de inovação para a castanha-do-Pará, o açaí, os azeites da Amazônia e a área de genômica. Enquanto isso, o projeto já deixa frutos estimulando sonhos e novas perspectivas entre os participantes.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu ouvi muito a frase: estuda pra sair da roça. E hoje, não, eu quero fazer o contrário. Estudar e voltar pra roça, voltar pra comunidade. Hoje meu grande sonho profissional é disseminar a agroecologia nas comunidades e, realmente, viver da nossa cultura&#8221;, disse a agricultora Mariane Chaves.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/no-oeste-do-para-comunidade-surucua-explora-potencial-da-bioeconomia-da-sociobiodiversidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em formato de barra, receita tradicional de cupulate ganha grife e conquista novos paladares</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/em-formato-de-barra-receita-tradicional-de-cupulate-ganha-grife-e-conquista-novos-paladares/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/em-formato-de-barra-receita-tradicional-de-cupulate-ganha-grife-e-conquista-novos-paladares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Aug 2023 16:37:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[cupulate]]></category>
		<category><![CDATA[De Mendes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=23303</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/cupulate-barra-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Todo mundo conhece o cupuaçu, esse fruto amazônico com sabor único e que é ingrediente de muitas receitas doces e salgadas, Mas ultimamente ele tem ganhado fama ao se apresentar de forma diferente do usual, mas similar ao produto mais conhecido vindo do seu parente famoso, o cacau. O Cupulate lembra chocolate [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/cupulate-barra-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Todo mundo conhece o cupuaçu, esse fruto amazônico com sabor único e que é ingrediente de muitas receitas doces e salgadas, Mas ultimamente ele tem ganhado fama ao se apresentar de forma diferente do usual, mas similar ao produto mais conhecido vindo do seu parente famoso, o cacau.</p>
<p>O Cupulate lembra chocolate na forma, textura e no nome, mas &#8211; que fique claro &#8211; tem personalidade própria. Feito a partir da amêndoa do cupuaçu, ele nasceu da combinação da produção sustentável do fruto com o desenvolvimento técnico e os saberes tradicionais.</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/as-expedicoes-em-busca-do-melhor-cacau-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener">O chocolatier César de Mendes</a> é um dos responsáveis pela difusão do cupulate já presente na cultura alimentar de muitas populações amazônicas.  E, assim, como faz com os chocolates que produz à base de cacau nativo da Amazônia, colhido por comunidades que mantêm a floresta em pé, a feitura do &#8220;seu&#8217; cupulate também foi beber em fonte tradicionais.</p>
<figure id="attachment_23314" aria-describedby="caption-attachment-23314" style="width: 386px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-23314" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/De-Mendes-300x167.png" alt="" width="386" height="215" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/De-Mendes-300x167.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/De-Mendes-768x427.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/De-Mendes-150x83.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/De-Mendes-450x250.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/De-Mendes.png 800w" sizes="(max-width: 386px) 100vw, 386px" /><figcaption id="caption-attachment-23314" class="wp-caption-text">Chocolatier César de Mendes. Foto: De Mendes/Divulgação</figcaption></figure>
<h3>Receita tradicional</h3>
<p>Mendes lembra que já tinha tentado reproduzir a receita, mas não gostava do resultado. A mudança veio em 2018, depois de ele participar da expedição do programa Amazônia 4.0, idealizado pelo climatologista Carlos Nobre, na qual teve contato com a experiência da Associação de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Município de Belterra (Amabela).</p>
<blockquote><p>“Elas nos receberam no quintal e fizeram uma exposição de produtos que elas vendiam e um deles era uma bebida, que era o cupulate liquido. Eu provei e gostei muito porque senti o sabor que lembra muito o cupuaçu. O que é legal é que o cupulate delas não era em massa, mas em bebida e também preservava muito o perfume e o sabor da fruta”, conta o chocolatier.</p></blockquote>
<p>Para ele, além do processo diferente, o que dá características peculiares ao cupulate é a variedade e o manejo distinto da fruta.</p>
<blockquote><p>“Isso tem uma influência bastante significativa porque, por exemplo, na Colônia Chicano, em Santa Barbara do Pará e em outras regiões, como os municípios de Acará e Tomé Açu, parece que na fruta é mais acida e mais perfumada. Quando você escapa para fora, eu percebo que os frutos do Tapajós têm uma acidez menor e um perfume agradável, mas não tão intenso. Isso tem a ver com a forma como é cultivado, que no caso da colônia Chicano é em agrofloresta, e na região da Amabela são árvores nativas”, explica De Mendes.</p></blockquote>
<h3>Produto final</h3>
<p>Utilizando os frutos dessas duas regiões e aliando as práticas das mulheres extrativistas em relação ao processo de secagem, torra e morra com a tecnologia do cupulate desenvolvida pela pesquisadora Raimunda Fátima Ribeiro de Nazaré, da Embrapa Amazônia Oriental, chegou ao produto final que hoje pode ser encontrado em barras de 50 gramas com teor de 70% de cupuaçu.</p>
<blockquote><p>“A receptividade é muito alta. Nos participamos de uma feira nos Estados Unidos em fevereiro e o produto que mais vendeu foi o nosso cupulate. Da mesma forma, estivemos em feiras em Portugal e na França e a venda foi fácil e rápida. O custo é o público conhecer. Às vezes ficam meio receosos, mas depois que provam, eles voltam e compram mais”, afirma.</p></blockquote>
<p>Apesar da boa aceitação e da facilidade do marketing associá-lo ao chocolate, César de Mendes defende que o produto tenha uma trajetória própria e seja valorizado pelas suas características próprias.</p>
<blockquote><p>“Não tem como o cupulate ser comparado ao chocolate, que é algo consumido há cerca de 9 mil anos e um dos produtos mais bem aceitos em todo o mundo. Temos que trabalhar o cupulate como algo diferente, que dificilmente vai alcançar esse mesmo nível de aceitação, mas eu faço uma prospecção de que o cupulate tem muito a ascender no mundo inteiro”, reitera De Mendes.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/em-formato-de-barra-receita-tradicional-de-cupulate-ganha-grife-e-conquista-novos-paladares/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prevenção contra monilíase do cacaueiro: 5 passos para manter sua lavoura longe da doença</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/prevencao-contra-moniliase-do-cacaueiro-5-passos-para-manter-sua-lavoura-longe-da-doenca/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/prevencao-contra-moniliase-do-cacaueiro-5-passos-para-manter-sua-lavoura-longe-da-doenca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 14:54:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[biosegurança]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[monilíase do cacaueiro]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção monilíase]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=13379</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/68d485ca-fa2e-4b74-8f9a-487a46a58bea-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Como publicamos nesta semana, após a identificação de um foco de monilíase do cacaueiro no município de Tabatinga (AM), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) declarou todo o Estado do Amazonas área de quarentena para a praga Moniliophthora roreri. A medida proíbe o trânsito de materiais vegetais das espécies hospedeiras para as demais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/68d485ca-fa2e-4b74-8f9a-487a46a58bea-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/alerta-amazonas-esta-em-quarentena-para-conter-moniliase-do-cacaueiro/?preview_id=13355&amp;preview_nonce=795141d46f&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=13357&amp;preview=true">Como publicamos nesta semana</a>, após a identificação de um foco de monilíase do cacaueiro no município de Tabatinga (AM), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) declarou todo o Estado do Amazonas área de quarentena para a praga <em>Moniliophthora roreri</em>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A medida proíbe o trânsito de materiais vegetais das espécies hospedeiras para as demais unidades da federação, até que seja declarada a erradicação dos focos confirmados da praga.</span></p>
<p>Para entender o que é a doença e como preveni-la, o <strong>Pará Terra Boa</strong> separou 5 passos divulgados pela <span style="font-weight: 400;">Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC) e CocoaAction Brasil. </span></p>
<h3><strong>O que é a monilíase?</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A monilíase é uma doença provocada por um fungo que ataca os frutos de cacau e cupuaçu e se nada for feito pode causar perdas de até 100% deles. O sintoma mais comum é a formação de um pó branco ou de cor creme nas suas superfícies, com os poros que se espalham facilmente pelo ar podendo contaminar outros frutos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A doença está presente em todos os países produtores de cacau da América do Sul como Equador, Colômbia, Peru e Bolívia. No Brasil, a monilíase do cacaueiro foi detectada pela primeira vez no Acre em 2021, em área urbana distante das áreas de produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A convivência com ela é possível desde que seja feito um manejo integrado, ou seja, um conjunto de medidas de controle que inclui cuidados culturais, genéticos, biológicos e químicos. </span></p>
<h3><strong>Como identificar a doença</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para evitar que a monilíase chegue até a sua lavoura, a adoção de boas práticas sanitárias e de sustentabilidade como a biosegurança, a melhoria da produtividade e a qualidade das amêndoas são fundamentais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fique atento aos frutos de cacau e cupuaçu que apresentem inchaços e deformações, além de manchas marrom escuro na casca. Caso identifique a formação de um pó de cor branca ou creme na superfície dos frutos, avise imediatamente os órgãos de defesa vegetal da sua região. </span></p>
<h3><strong>5 passos para prevenir a monilíase</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para manter essa ameaça longe da lavoura, é preciso investir em boas práticas agrícolas e redobrar alguns cuidados:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>1-</strong> Não transporte mudas, sementes, hastes ou frutos de cacau e cupuaçu de outras regiões para a sua propriedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>2-</strong> Ao comprar mudas, exija a nota fiscal, o termo de conformidade e só compre em viveiros registrados pelo Mapa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>3-</strong> Se for visitar regiões com monilíase ou receber visitantes desses locais em sua propriedade, faça a desinfestação de roupas e calçados, além de pertences pessoais como celulares usando álcool isopropílico 90%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>4-</strong> Monitore com frequência as áreas plantadas e preste atenção no desenvolvimento dos frutos. </span><span style="font-weight: 400;">Se notar a presença de pó branco ou na cor creme sobre a casca, não retire o fruto, n</span><span style="font-weight: 400;">ão permita curiosos na área e avise imediatamente aos órgãos de defesa vegetal do seu estado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>5-</strong> Compartilhe com os vizinhos a importância da prevenção. Lembre-se que os esporos presentes no pó esbranquiçado que se acumula na casca são levados pelo vento e chuva. Alguns frutos também podem estar doentes e não apresentar sintomas, aumentando o risco de disseminação da doença. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mais informações, <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/ceplac/publicacoes/moniliase/moniliase-do-cacaueiro-portugues" target="_blank" rel="noopener">consulte a cartilha e o manual de biossegurança da CEPLAC.</a></span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">FONTES: </span><span style="font-weight: 400;">Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC) e CocoaAction Brasil</span></em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/prevencao-contra-moniliase-do-cacaueiro-5-passos-para-manter-sua-lavoura-longe-da-doenca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-05-01 04:45:57 by W3 Total Cache
-->